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	<title>ilha do Bananal Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>ilha do Bananal Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Órgãos federais mantêm processo de retirada de gado da Ilha do Bananal após prazo não cumprido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 13:31:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo após o encerramento do prazo para a retirada de rabanhos de gado irregulares da Ilha do Bananal, no extremo sudoeste do Tocantins, o processo de desintrusão segue em andamento sob coordenação de órgãos federais. A determinação, estabelecida pela Justiça Federal, previa a saída dos animais até 31 de dezembro de 2025, após prorrogação do [&#8230;]</p>
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<p>Mesmo após o encerramento do prazo para a retirada de rabanhos de gado irregulares da Ilha do Bananal, no extremo sudoeste do Tocantins, o processo de desintrusão segue em andamento sob coordenação de órgãos federais. A determinação, estabelecida pela Justiça Federal, previa a saída dos animais até 31 de dezembro de 2025, após prorrogação do prazo inicial.</p>



<p>Ao longo de 2025, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou duas operações voltadas à retirada fluvial do gado presente no território indígena. As ações tiveram como objetivo reduzir a permanência de rebanhos pertencentes a não indígenas no Parque Indígena do Araguaia, área protegida por legislação ambiental e indigenista.</p>



<p>Em nota, o Ibama informou que o Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental (PNAPA) de 2026 já prevê uma nova operação específica para a Ilha do Bananal, com foco na fiscalização e na continuidade do processo de desintrusão. A intenção é verificar o cumprimento integral da determinação judicial e adotar as medidas cabíveis em relação a eventuais irregularidades ainda existentes.</p>



<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) também confirmou que a retirada do gado ainda não foi concluída. Segundo o órgão, não há um levantamento preciso do número de animais que permanecem na Ilha, uma vez que as notificações para retirada foram expedidas diretamente pelo Ibama aos ocupantes das áreas.</p>



<p>De acordo com a Funai, o acompanhamento ocorre de forma complementar, por meio da Coordenação Regional Araguaia Tocantins, em articulação com lideranças indígenas. As próximas etapas envolvem a continuidade da fiscalização territorial, o levantamento e a reunião dos bovinos remanescentes e o acionamento dos órgãos competentes para adoção de providências administrativas, conforme deliberação das lideranças indígenas, até a conclusão definitiva da ação.</p>



<p><strong>Insegurança</strong></p>



<p>Informações obtidas apontam que o processo de retirada do gado tem sido marcado por tensão e insegurança em algumas áreas da Ilha. Segundo relatos colhidos pela reportagem, muitos retireiros indígenas permaneceram em estado de alerta, temendo o roubo de suas cabeças de gado durante o período de retirada.</p>



<p>Há registros de que alguns produtores indígenas chegaram a permanecer de “tocaia” para vigiar os animais, diante do receio de furtos em meio à movimentação intensa de rebanhos. A reportagem também teve acesso a informações de que, em determinadas situações, quando retireiros irregulares realizavam a retirada de seus animais, acabavam conduzindo gado pertencente a terceiros, o que teria ampliado o clima de desconfiança e medo entre os envolvidos.</p>



<p>Em nota, a Funai reforçou que a prática de arrendamento de terras indígenas para criação de gado é ilegal e passível de medidas administrativas por parte dos órgãos competentes. O arrendamento irregular é apontado como um dos principais fatores que levaram à ampliação da pecuária dentro da Ilha do Bananal, em desacordo com o objetivo original de um acordo firmado em 2009, que previa a criação de gado apenas em modelo excepcional e sob gestão indígena.</p>



<p>A retirada do gado integra um esforço conjunto entre MPF, União, Funai e órgãos ambientais para restaurar o equilíbrio ambiental da Ilha do Bananal, considerada a maior ilha fluvial do mundo e uma área de alta sensibilidade ecológica</p>



<p><em>Com informações do Jornal Opção. </em></p>
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		<title>Município do Tocantins anuncia concurso público com 350 vagas e salários de até R$ 7,5 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 13:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Formoso do Araguaia]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Bananal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com pouco mais de 18 mil habitantes, o município de Formoso do Araguaia fica localizado no sudoeste do Tocantins, na Bacia do Médio Araguaia. Rodeado de rios e atrativos, também fica na região da Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo. É neste município que está sendo realizado um concurso público que vai ofertar [&#8230;]</p>
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<p>Com pouco mais de 18 mil habitantes, o município de Formoso do Araguaia fica localizado no sudoeste do Tocantins, na Bacia do Médio Araguaia. Rodeado de rios e atrativos, também fica na região da Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo. É neste município que está sendo realizado um concurso público que vai ofertar mais de 350 vagas para vagas na prefeitura.</p>



<p>Formoso fica a uma distância de cerca e 300 km de Palmas. A geografia da região conta com os rios Araguaia e Javaés, que também fazem parte de atrativos turísticos.</p>



<p>No Rio Javaés, o turista pode banhar na praia Recanto da Ilha, que assim como em outras praias do estado, tem como pico de movimentação e programações no mês de julho. Também tem a Praia Grande, com local para acampamento nos meses de junho e julho.</p>



<p>A cidade também conta com a Lagoa do Morro Azul, um manancial de águas termais cristalinas que surgem de rochas.</p>



<p>Conforme informações da prefeitura, a Ilha do Bananal corresponde a cerca da metade do território do município. A extensão do município em que a ilha faz parte pertence à Terra Indígena Parque do Araguaia. Por lá são encontradas comunidades indígenas das etnias Karajá e Javaé.</p>



<p><strong>Concurso</strong></p>



<p>O concurso oferta, ao todo, 352 vagas de níveis fundamental, médio e superior para os quadros da educação, fiscalização, saúde e administração. Os salários podem passar de R$ 7,5 mil. Confira as vagas para cada quadro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Educação 81 vagas (entre imediatas e cadastro de reserva);</li>



<li>Fiscalização 53 vagas (entre imediatas e cadastro de reserva);</li>



<li>Administração 71 vagas (entre imediatas e cadastro de reserva);</li>



<li>Saúde 147 vagas (entre imediatas e cadastro de reserva).</li>
</ul>



<p>As inscrições começam no dia 4 de novembro e seguem até 1º de dezembro. A banca responsável pelo concurso é o Instituto Social Univida, e os editais estão no site da instituição.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a class="" href="https://www.institutounivida.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui e confira os editais.</a></li>
</ul>



<p>A taxa de inscrição é de R$ 75 para os cargos que exigem nível fundamental; R$ 95 para nível médio; e R$ 130 para nível superior.</p>



<p>Na administração e saúde, as provas serão no dia 13 de dezembro de 2025. Para os cargos do quadro da educação e fiscalização, as provas objetivas serão aplicadas no dia 14 de dezembro de 2025.</p>



<p>O certame prevê avaliação de títulos de caráter classificatório, redação de caráter eliminatório e classificatório ou curso de formação inicial de caráter eliminatório, a depender do quadro de servidores escolhido. Os resultados do concurso devem sair no final de janeiro de 2026.</p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Campanha pecuária na Ilha do Bananal, realizada entre 1º de agosto e 10 de outubro, alcança 89,5% de declaração do rebanho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 12:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Rebanho]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), divulgou nessa terça-feira, 14, o resultado da Campanha de Declaração de Informações Pecuárias, que atingiu 89,5% dos animais declarados, o que corresponde a 80.954 bovídeos (bovinos e bubalinos) dos 90.399 existentes. O percentual de retiros declarados foi de 85,1%, totalizando 235 dos 271 existentes. Também foram declarados 1.042 equídeos, [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), divulgou nessa terça-feira, 14, o resultado da Campanha de Declaração de Informações Pecuárias, que atingiu 89,5% dos animais declarados, o que corresponde a 80.954 bovídeos (bovinos e bubalinos) dos 90.399 existentes. O percentual de retiros declarados foi de 85,1%, totalizando 235 dos 271 existentes. Também foram declarados 1.042 equídeos, 507 suínos e 94 ovinos.</p>



<p>O presidente da Adapec, Paulo Lima, afirmou que a campanha é estratégica para a defesa sanitária animal e para a manutenção do status de zona livre de febre aftosa sem vacinação. “A declaração pecuária é essencial para manter atualizado o cadastro de rebanhos, subsidiar ações de vigilância e preservar a condição sanitária do país, uma vez que a Ilha do Bananal está localizada em uma área de transição entre Tocantins, Mato Grosso e Pará”, destacou.</p>



<p>A campanha foi realizada na Ilha do Bananal de 1º de agosto a 30 de setembro e teve mais 10 dias de prorrogação, em outubro.&nbsp;A área da Ilha abrange os municípios de Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Dueré, Sandolândia, Santa Rita e Pium.</p>



<p>Aqueles que deixaram de declarar estão com a ficha de movimentação do rebanho bloqueada até a regularização. Além disso, pagarão multa no valor de R$ 127,69 por propriedade não declarada.</p>



<p>“Entramos em contato com os retiros e as associações, fazemos a notificação, aplicamos a multa e informamos sobre o bloqueio. Não será possível aos inadimplentes emitirem a GTA [Guia de Trânsito Animal], por essa razão, eles procuram a Adapec e fazem a declaração”, explicou o responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires.</p>



<p><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Campanha de declaração pecuária na Ilha do Bananal é prorrogada até 10 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 11:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), informa que foi editada a Portaria nº 273/2025, que prorrogou até o dia 10 de outubro o prazo para os proprietários de rebanhos bovinos e de outras espécies de animais localizados na Ilha do Bananal fazerem a declaração obrigatória de informações pecuárias. A campanha encerraria nesta terça-feira, 30, porém [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), informa que foi editada a Portaria nº 273/2025, que prorrogou até o dia 10 de outubro o prazo para os proprietários de rebanhos bovinos e de outras espécies de animais localizados na Ilha do Bananal fazerem a declaração obrigatória de informações pecuárias. A campanha encerraria nesta terça-feira, 30, porém ainda existem retiros na Ilha em que os animais não foram declarados à Adapec.</p>



<p>O responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires, alerta que a declaração é obrigatória e que quem deixar de fazê-la pagará multa no valor de R$ 127,69 por propriedade (retiro), além de ter a ficha de movimentação bloqueada até a regularização.</p>



<p>Vale destacar que a Adapec não realiza a campanha de declaração de informações pecuárias presencialmente dentro do território da Ilha, como acontecia com a vacinação contra a febre aftosa. Portanto, os proprietários de animais devem procurar os escritórios da Agência nos municípios de Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Dueré, Sandolândia, Santa Rita e Pium.<br><br><em>Por Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Ilha do Bananal tem fiscalização reforçada contra febre aftosa e influenza aviária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ilha-do-bananal-tem-fiscalizacao-reforcada-contra-febre-aftosa-e-influenza-aviaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 14:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[febre aftosa e influenza aviária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 25 e 29 de agosto, o Governo do Tocantins realizará uma série de ações de vigilância sanitária em bovinos e aves na região da Ilha do Bananal. A iniciativa será conduzida pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), com apoio da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Agricultura e Pecuária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias 25 e 29 de agosto, o Governo do Tocantins realizará uma série de ações de vigilância sanitária em bovinos e aves na região da Ilha do Bananal. A iniciativa será conduzida pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), com apoio da Secretaria de Estado da Saúde e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p>As medidas incluem vistoria em rebanhos bovinos e atividades de educação sanitária voltadas a produtores rurais, comunidades ribeirinhas e povos indígenas. Segundo a Adapec, a iniciativa atende ao protocolo pós-suspensão da vacinação contra a febre aftosa e busca manter o status internacional do Tocantins como área livre da doença sem vacinação.</p>



<p>No caso da influenza aviária, serão monitorados projetos agrícolas em Formoso do Araguaia e pontos estratégicos de pouso de aves migratórias cadastrados na Ilha do Bananal.</p>



<p><em>“Visitaremos comunidades ribeirinhas e povos indígenas, onde faremos inspeções em áreas de concentração de aves silvestres migratórias, para intensificar a vigilância epidemiológica e prevenir possíveis focos da doença”</em>, destacou o gerente de Sanidade Animal da Adapec, Sérgio Liocádio.</p>



<p><strong>Palestra</strong></p>



<p>Como parte da programação, será realizada na quarta-feira (27), às 9h, na Aldeia Canuanã, a palestra&nbsp;<em>Doenças em Aves</em>. A atividade é aberta ao público e faz parte das ações de conscientização e prevenção contra a influenza aviária.</p>



<p><em>Por AF Notícias. </em></p>
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		<item>
		<title>Proprietários da Ilha do Bananal devem declarar informações pecuárias a partir de 1º de agosto</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/proprietarios-da-ilha-do-bananal-devem-declarar-informacoes-pecuarias-a-partir-de-1o-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 11:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Bananal]]></category>
		<category><![CDATA[Informações pecuárias]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), informa aos proprietários de rebanhos de bovinos e outras espécies de animais localizados na Ilha do Bananal que a campanha de declaração obrigatória de informações pecuárias terá início nesta sexta-feira, 1º de agosto, e prosseguirá até 30 de setembro. Estima-se que existam aproximadamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), informa aos proprietários de rebanhos de bovinos e outras espécies de animais localizados na Ilha do Bananal que a campanha de declaração obrigatória de informações pecuárias terá início nesta sexta-feira, 1º de agosto, e prosseguirá até 30 de setembro. Estima-se que existam aproximadamente 300 retiros com animais na região.</p>



<p>De acordo com o responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires, a Agência manterá, por mais um ano, a obrigatoriedade da declaração dos animais existentes na ilha. “Todos os proprietários de animais que estão no perímetro da Ilha do Bananal deverão fazer a declaração. Para isso, basta procurar os escritórios da Adapec nos municípios que compõem a ilha e preencher o formulário”, destacou João Eduardo.</p>



<p>Vale ressaltar que, assim como ocorre em outras campanhas, o proprietário que deixar de declarar o rebanho estará sujeito à multa no valor de R$ 127,69 por propriedade (retiro) e terá sua ficha de movimentação bloqueada até a regularização.</p>



<p>Na ilha, a Adapec também intensificará as ações de vigilância ativa para assegurar a sanidade do rebanho, em conformidade com as exigências do protocolo pós-suspensão da vacinação contra febre aftosa, estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p><strong>Ilha do Bananal</strong></p>



<p>A inspeção dos animais na Ilha do Bananal é realizada durante o período de estiagem, uma vez que, na maior parte do ano, as áreas permanecem alagadas, dificultando o acesso aos retiros. Neste período, os produtores rurais conseguem, de forma mais efetiva, alcançar os animais e realizar as práticas sanitárias necessárias à manutenção da saúde do rebanho.<br><br><em>Por Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adapec realiza mapeamento de aves migratórias na Ilha do Bananal para prevenção à Influenza aviária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/adapec-realiza-mapeamento-de-aves-migratorias-na-ilha-do-bananal-para-prevencao-a-influenza-aviaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 13:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Aves Migratórias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins é livre da Influenza Aviária (IA), doença altamente contagiosa que afeta as aves, e para continuar colaborando com a prevenção, sanidade do plantel e a saúde pública, o Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) com o apoio do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) está realizando o mapeamento de [&#8230;]</p>
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<p>O Tocantins é livre da Influenza Aviária (IA), doença altamente contagiosa que afeta as aves, e para continuar colaborando com a prevenção, sanidade do plantel e a saúde pública, o Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) com o apoio do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) está realizando o mapeamento de sítios de aves migratórias na região centro-norte da Ilha do Bananal, entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro. No Brasil, já foram registrados 166 focos da doença.</p>



<p>Em maio deste ano, a ação foi realizada no Parque do Cantão, assim como será na Ilha do Bananal. Ambos estão catalogados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), como sítios de descanso para aves migratórias. “Esses lugares formam uma região propícia para que essas aves façam pousos/paradas durante a migração, seja para se alimentar ou reproduzir. Nesses locais também já foram avistadas algumas aves migratórias pelo ICMBio”, afirmou o gerente de sanidade animal, Sérgio Liocádio.</p>



<p>“Na Ilha, estamos realizando vigilância ativa, geolocalização, cadastro de sítios de aves migratórias (corpos de água), e se necessário, coleta para suspeita da enfermidade se encontrarmos aves apresentando sintomas. Além disso, prestando orientações às comunidades e inspecionando as aves de subsistência. Com isso, teremos um banco de dados para uma tomada de decisão mais embasada e precisa”, explica a responsável técnica pelo Programa Estadual de Sanidade Avícola da&nbsp;Adapec&nbsp;(PESA),&nbsp;Mariana Teles, acrescentando que também incluiu uma vistoria numa parte do Projeto Rio Formoso.&nbsp;</p>



<p>Além dos dois sítios de aves migratórias, o Estado é cortado por rotas dessas aves, chamada rota Brasil Central, que passa ao longo dos Rios Araguaia e Tocantins. Os trabalhos de mapeamento fazem parte da meta compulsória do convênio firmado com Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e conta com a presença da Superintendência Federal da Agricultura-SFA/TO.</p>



<p><strong>Influenza Aviária</strong></p>



<p>A influenza aviária (H5N1) de alta patogenicidade (IAAP) é altamente contagiosa e afeta aves, podendo ser transmitida ao homem. Desde o primeiro caso da doença registrado no Brasil, a Adapec intensificou as medidas preventivas: treinamento de equipes, reuniões técnicas com instituições públicas e privadas, vigilâncias ativas em locais considerados de maior risco e atendimento às notificações. Além disso, tem decreto vigente de emergência zoossanitária, de acordo com as medidas do Mapa, objetivando colaborar com a segurança da sanidade do plantel avícola e da saúde pública.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/395398?w=670&amp;h=383" style="width: 700px;"><br><em>Foto: Welciton de Assunção-SFA </em></p>



<p><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Adapec encerra campanha de informações pecuárias na Ilha do Bananal</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-encerra-campanha-de-informacoes-pecuarias-na-ilha-do-bananal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 15:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) encerra o prazo da campanha obrigatória de informações pecuárias na Ilha do Bananal, que iniciou no dia 1º de agosto e termina nesta segunda-feira, 30 de setembro. A expectativa é de que durante esse período, todos os proprietários de rebanho dessa região tenham [&#8230;]</p>
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<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) encerra o prazo da campanha obrigatória de informações pecuárias na Ilha do Bananal, que iniciou no dia 1º de agosto e termina nesta segunda-feira, 30 de setembro. A expectativa é de que durante esse período, todos os proprietários de rebanho dessa região tenham procurado a Adapec para informar a quantidade de animais de produção por espécies existentes nos 311 retiros, que têm aproximadamente 118 mil animais.</p>



<p>A região que fica no Tocantins conta com retiros cadastrados nos municípios do entorno da Ilha: Sandolândia, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão e Pium.&nbsp;</p>



<p>Durante o período da campanha, a Adapec manteve equipes no local para realizarem, por amostragem, a vigilância nos animais para prevenção contra a febre aftosa. Os protocolos sanitários são exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para garantia da sanidade dos animais e a evolução da condição sanitária para livre internacionalmente da febre aftosa sem vacinação.</p>



<p>“Tivemos uma campanha dentro da normalidade. Após o prazo estipulado saberemos pelo nosso sistema quais proprietários de animais não realizaram o ato. Eles serão notificados, pagarão multa no valor de R$ 127,69 por propriedade e terão a ficha de movimentação de animais bloqueada até a sua regularização”, informa o responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires. &nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Ilha do Bananal</strong></p>



<p>A campanha na Ilha do Bananal é realizada no período de estiagem porque na maior parte do ano as áreas estão alagadas, dificultando o acesso aos retiros. Nessa época de declaração, os produtores rurais conseguem de forma mais efetiva chegar aos animais e fazerem as práticas sanitárias necessárias à manutenção da saúde.<br><br><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Fiscalização reprime caça e pesca predatórias na Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fiscalizacao-reprime-caca-e-pesca-predatorias-na-area-de-protecao-ambiental-ilha-do-bananal-cantao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 14:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[APA Cantão]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Bananal]]></category>
		<category><![CDATA[Naturatins]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, 19, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu ações fiscalizatórias para coibir&#160;a caça e a pesca predatórias. Iniciadas na terça-feira, 13, na região Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, as ações abrangeram os municípios de Araguacema, Caseara, Santa Maria da Barreiras, Couto Magalhães, Conceição do Araguaia, Marianópolis, Juarina e Pium.&#160; Ao [&#8230;]</p>
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<p>Nesta segunda-feira, 19, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu ações fiscalizatórias para coibir&nbsp;a caça e a pesca predatórias. Iniciadas na terça-feira, 13, na região Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, as ações abrangeram os municípios de Araguacema, Caseara, Santa Maria da Barreiras, Couto Magalhães, Conceição do Araguaia, Marianópolis, Juarina e Pium.&nbsp;</p>



<p>Ao longo da fiscalização, foram recolhidos 4,3 mil metros de redes de emalhar, duas tarrafas e um papagaio; as autuações somaram R$ 6.500,00. Uma embarcação de madeira e um motor rabeta foram recolhidos, assim como 17,5 kg de pescado de várias espécies. O pescado apreendido foi doado a uma entidade sem fins lucrativos de Araguacema.&nbsp;</p>



<p>Neste período, as equipes formadas por fiscais ambientais e servidores da Unidade de Conservação atuaram por água e por terra também no rio Piranhas. Foram inspecionados apetrechos de pesca utilizados por pescadores, e abordagens educativas foram realizadas com turistas que participavam da festividade do Senhor do Bonfim de Araguacema, com foco na importância da preservação ambiental e no manejo adequado dos resíduos sólidos.&nbsp;</p>



<p>A operação incluiu ainda incursões pelo rio Araguaia e seus tributários, entre os municípios de Araguacema e os de zona limítrofe do Pará, sendo: Santa Maria das Barreiras e Conceição do Araguaia. Durante o percurso, a equipe encontrou vários pescadores profissionais, dos quais dois foram flagrados praticando pesca ilegal sem a devida licença expedida pelo órgão ambiental. Ambos foram autuados, e seus equipamentos foram apreendidos.&nbsp;</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/389576?w=670&amp;h=383"><br><em>Mais de quatro mil metros de redes foram apreendidos &#8211; Naturatins/Governo do Tocantins </em></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/389577?w=670&amp;h=383"><br><em>Equipe de fiscais ambientais e servidores da APA Ilha do Bananal/Cantão atuou em conjunto &#8211; Naturatins/Governo do Tocantins </em><br><br><em>Por Lidiane Moreira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Brigadistas usam tecnologia e helicópteros para combater incêndios na Ilha do Bananal</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brigadistas-usam-tecnologia-e-helicopteros-para-combater-incendios-na-ilha-do-bananal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 13:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[ilha do Bananal]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quase um mês, focos de incêndios estão consumindo a vegetação da Ilha do Bananal. O fogo já atingiu 6.125 mil hectares de área e com a previsão de pelo menos mais dois meses de estiagem, a situação pode ser ainda pior. Mas neste ano, brigadistas contam com equipamentos e tecnologia para identificar as chamas. [&#8230;]</p>
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<p>Há quase um mês, focos de incêndios estão consumindo a vegetação da Ilha do Bananal. O fogo já atingiu 6.125 mil hectares de área e com a previsão de pelo menos mais dois meses de estiagem, a situação pode ser ainda pior. Mas neste ano, brigadistas contam com equipamentos e tecnologia para identificar as chamas.</p>



<p>Equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) estão com duas frentes de trabalho, com pelo menos 55 pessoas entre brigadistas, indígenas e brigadas da ilha.</p>



<p>Conforme o ICMBio, o primeiro foco na Mata do Mamão foi identificado no dia 13 de julho e no mesmo dia começou o combate às chamas. Uma das equipes atua contra o fogo na região leste e outra noroeste da mata.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/bnnh-LgDzkGNzJmY4VEfvQDenhM=/0x0:1200x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/8/i/aEoe4ATIqeKxtWQ6OZQA/whatsapp-image-2024-08-07-at-18.25.19.jpeg" alt="Equipes do ICMBio, Ibama e Funai estão na região — Foto: Divulgação/ICMBio"/></figure>



<p><em>Equipes do ICMBio, Ibama e Funai estão na região — Foto: Divulgação/ICMBio</em></p>



<p>Neste ano, as equipes contam com dois helicópteros e a tecnologia para identificar e chegar até os focos com mais rapidez. No acampamento montado próximo ao rio Barreiro, foi instalado um terminal VSAT, que permite acesso à internet. Por meio de monitoramento de dados disponibilizados por satélites, são observadas as detecções de focos de calor.</p>



<p>Imagens feitas pelas equipes do alto mostram como o fogo afetou a região e deixou um rastro de cinzas na Mata do Mamão. Felizmente, até o momento o fogo não chegou às áreas de comunidades indígenas.</p>



<p><a class="" href="https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2023/09/07/video-incendio-florestal-atinge-mata-nativa-da-ilha-do-bananal-onde-vivem-indigenas-isolados.ghtml">Em setembro de 2023, um grande incêndio também atingiu a ilha </a>e os brigadistas passaram mais de 20 dias consecutivos em ações de combate. Na época, 32 mil hectares da Mata do Mamão foram destruídos.<br><br><strong>Degradação e mudanças na fauna e flora</strong></p>



<p>Pelas altas temperaturas características do período de estiagem, que começa a partir de julho, a região da Ilha do Bananal têm registrado incêndios de grandes proporções anualmente. De fato, o fogo afeta fauna e flora e segundo o pesquisador Ludgero Cardoso Galli Vieira, do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade de Brasília (UNB), ao longo do anos o impacto se intensifica e pode alterar a composição da biodiversidade.</p>



<p>De acordo com Ludgero, que geralmente registra mais incêndios da ilha é o médio Araguaia, onde a vegetação está mais preservada nos últimos 37 anos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/NurnnfAVMbuZrJHMIx6moEqrldQ=/0x0:1200x1600/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/P/q/yQaqsoTcuvjCcFjUhflA/whatsapp-image-2024-08-07-at-18.04.22.jpeg" alt="Panorama da área afetada pelo incêndio na Ilha do Bananal — Foto: Divulgação/ICMBio"/></figure>



<p><em>Panorama da área afetada pelo incêndio na Ilha do Bananal — Foto: Divulgação/ICMBio</em></p>



<p>&#8220;Não é de se espantar que hoje as concentrações maiores de incêndios tenham no médio Araguaia porque ali é uma região que há grandes quantidades de vegetação nativa. Estamos em um processo gradual e constante de redução de água na ilha e os dados têm mostrado isso. Têm perdido superfície de água, têm perdido volume de água. Cada vez mais a Ilha do Bananal está seca e propícia a incêndios. Tanto é que são frequentes anualmente&#8221;, destacou o pesquisador.</p>



<p>Com menos água e períodos de seca, a possibilidade de incêndios aumenta não só na Mata do Mamão, conforme o especialista, onde se concentra o combate atual, mas também em outras áreas da ilha. Para Ludgero, longo dos anos isso vai impactando negativamente a biodiversidade, tanto a fauna quanto a flora, por exemplo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Por mais que nós tenhamos espécies do cerrado adaptadas a incêndios, a intensidade e a constância das chamas, não tem espécie vegetal que se adapte a isso. Então a gente tem uma perda grande de habitats, de espécies vegetais, de animais que morrem nos incêndios, que não têm locais de refúgio ou de alimentação&#8221;, disse, explicando ainda que a região degradada passa a mudar para espécies de níveis iniciais de um processo de sucessão ecológica, saindo de comunidade clímax para comunidades iniciais de espécies mais arbóreas, mais arbustivas.<br><br><strong>Ação humana e restauração complexa</strong></p>



<p>Além das altas temperaturas, o pesquisador também citou como uma das causas para o surgimento dos focos de incêndio a ação humana. &#8220;Provavelmente a ação antrópica é o principal fator que têm levado a essas queimadas. Então as práticas de usar o fogo para limpar uma área depastagem, preparar o solo para o plantil, o desmatamento para retirar árvores, isso tudo favorece esses incêndios. A maior explicação é a ação humana&#8221;, comentou.</p>



<p>Como alerta, Ludgero explicou que a reversão do processo de degradação é complexa, mas que há formas de mudar o cenário.</p>



<p>&#8220;Para que uma árvore do cerrado chegue à sua idade adulta, são questão de anos. Vai depender muito da espécie, das condições da região. Então é um processo muito lento de restauração que têm que envolver diversos atores. Tem que pensar em plantil de espécies nativas, controlar espécies invasoras, pensar em monitoramento da ilha e fiscalização efetiva por meio de drones e satélites, que envolvem uma tecnologia mais avançada.Temos que pensar em pesquisa sobre a região. São diversos atores que nessa tarefa de recuperação demorada e difícil, mas possível&#8221;, destacou.</p>
</blockquote>



<p><em>Veja mais notícias da região no&nbsp;</em><a class="" href="https://g1.globo.com/to/tocantins/"><em>g1 Tocantins.</em></a></p>



<p></p>
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