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	<title>Importação Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Importação Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Equador autoriza importação de novos produtos bovinos e avícolas do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/equador-autoriza-importacao-de-novos-produtos-bovinos-e-avicolas-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 13:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações com as autoridades do Equador que abrem espaço para novas exportações do agronegócio nacional. O país sul-americano autorizou o Brasil a exportar farinha de vísceras de aves e farinha de sangue bovino, produtos utilizados na indústria de alimentação animal. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a decisão amplia [&#8230;]</p>
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<p>O governo brasileiro concluiu negociações com as autoridades do Equador que abrem espaço para novas exportações do agronegócio nacional. O país sul-americano autorizou o Brasil a exportar farinha de vísceras de aves e farinha de sangue bovino, produtos utilizados na indústria de alimentação animal.</p>



<p>Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a decisão amplia oportunidades comerciais para o setor brasileiro de insumos, além de agregar valor às cadeias produtivas de aves e bovinos. A medida também reforça o comércio bilateral entre os dois países.</p>



<p>Dados oficiais indicam que, em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 346 milhões em produtos agropecuários ao mercado equatoriano. Entre os principais itens embarcados estiveram papel, cereais e café.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Para defender o setor leiteiro, Ministério retoma apuração sobre importações consideradas “desleais”</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/para-defender-o-setor-leiteiro-ministerio-retoma-apuracao-sobre-importacoes-consideradas-desleais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As investigações antidumping nas importações de leite em pó provenientes de Argentina e Uruguai serão retomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anunciou o vice-presidente e titular da pasta, Geraldo Alckmin, nesta última terça-feira (2). Desde agosto deste ano o processo estava parado por conta de medida preliminar que apontava problemas técnicos na [&#8230;]</p>
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<p>As investigações antidumping nas importações de leite em pó provenientes de Argentina e Uruguai serão retomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anunciou o vice-presidente e titular da pasta, <strong>Geraldo Alckmin</strong>, nesta última terça-feira (2).</p>



<p>Desde agosto deste ano o processo estava parado por conta de medida preliminar que apontava problemas técnicos na origem da petição, como a necessidade de diferenciação do produto&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;da versão em pó,mas, agora, a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os trabalhos devem seguir até junho de 2026.</p>



<p>Contudo, representantes da entidade dizem esperar que medidas, como a antecipação de uma tarifa adicional ao produto importado, sejam colocadas em prática antes desse período. De acordo com o assessor técnico da entidade, Guilherme Sousa Dias, foi constatado que entre 2021 e 2023, que abrange o período investigado, a Argentina exportou leite em pó ao Brasil a um preço 53% menor do que custava em seu mercado interno.</p>



<p>O vice-presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Jônadan Ma, destacou a importância da decisão como “uma ação concreta de defesa ao produtor e à indústria nacional”, diante dos prejuízos causados pelas importações aos pecuaristas de leite no país, principalmente os pequenos, que já enfrentam uma crise de baixos preços e alta dos custos de produção.</p>



<p>“O importante é garantir a sobrevivência do produtor e amenizar o cenário crítico pela cadeia leiteira”, acrescentou. “O ministro reconheceu o peso social, político e estratégico da cadeia do leite. O Brasil reúne mais de 1,1 milhão de produtores, responsáveis pelo sustento direto de 5 a 6 milhões de pessoas”, completou.</p>



<p>Segundo ele, com a decisão, a produção nacional poderá ser preservada de práticas desleais de comércio e evita-se a dependência do mercado externo no médio e no longo prazo.</p>



<p>Ma disse, ainda, que o setor leiteiro enfrentou um ano particularmente desafiador em 2025 e que a expectativa é encerrar o ano com algum alívio e iniciar 2026 em condições mais favoráveis, abrindo novas perspectivas para os produtores e para toda a cadeia produtiva.</p>



<p>O deputado Domingos Sávio, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), lembrou que esse entendimento é reconhecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) de que o leite em pó é similar ao leite in natura, fator que, na sua avaliação, pesou para que a equipe técnica do MDIC revisse sua posição, que foi respaldada pelo ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin.</p>



<p>Já a deputada Ana Paula Leão, presidente da FPPL, disse que os próximos passos, além das tarifas antidumping provisórias, é tratar de ações estruturantes para a cadeia produtiva para melhorar a rentabilidade do produtor.</p>



<p>O assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, pontuou que as próximas etapas envolvem a publicação, no processo, do deferimento do pedido de reconsideração da CNA e a retomada da investigação de dumping.</p>



<p>A Confederação também aguarda a determinação preliminar positiva de dumping, dano e nexo causal para aplicação de direitos antidumping provisórios tão logo seja possível. A entidade segue articulando junto ao MDIC e lutando pela defesa dos produtores rurais.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Fávaro afirma que Japão deve autorizar importação de carne bovina do Brasil neste ano</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/favaro-afirma-que-japao-deve-autorizar-importacao-de-carne-bovina-do-brasil-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 13:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
		<category><![CDATA[Fávaro]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que o governo mantém a expectativa de abertura do Japão para a carne bovina brasileira ainda neste ano. “Há mais de 20 anos o Brasil pleiteia esse mercado. Tinham algumas barreiras sanitárias que foram superadas, como, por exemplo, o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal com [&#8230;]</p>
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<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que o governo mantém a expectativa de abertura do Japão para a carne bovina brasileira ainda neste ano.</p>



<p>“Há mais de 20 anos o Brasil pleiteia esse mercado. Tinham algumas barreiras sanitárias que foram superadas, como, por exemplo, o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal com o Brasil Livre de Febre Aftosa sem Vacinação”, disse ele a jornalistas na noite de segunda-feira (3), após participar da abertura da Conferência de Ministros da Agricultura das Américas.</p>



<p>Ele lembrou que autoridades japonesas fizeram uma inspeção no mês de junho e virão fazer auditoria final no mês de novembro nas plantas frigoríficas. “Acho que o protocolo fica pronto e devemos ter o anúncio, se Deus quiser, ainda este ano”, estimou.</p>



<p>O governo esperava que o anúncio do Japão quanto à abertura de mercado para a carne bovina pudesse ser formalizado ainda durante a COP30. Entretanto, ainda há questões a serem sanadas entre os países.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Brasil registra recorde de importação de fertilizantes em cenário de preços elevados</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-registra-recorde-de-importacao-de-fertilizantes-em-cenario-de-precos-elevados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 15:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil importou, em julho, o maior volume de fertilizantes do ano, com 4,79 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado representa alta de&#160;15,6%&#160;em relação a junho e de&#160;7,1%&#160;frente ao mesmo mês de 2024, estabelecendo um recorde histórico para julho. No acumulado de 2025, as importações brasileiras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil importou, em julho, o maior volume de fertilizantes do ano, com 4,79 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p>



<p>O resultado representa alta de&nbsp;<strong>15,6%</strong>&nbsp;em relação a junho e de&nbsp;<strong>7,1%</strong>&nbsp;frente ao mesmo mês de 2024, estabelecendo um recorde histórico para julho.</p>



<p>No acumulado de 2025, as importações brasileiras de fertilizantes somam 24,2 milhões de toneladas, aumento de&nbsp;<strong>8,8%</strong>&nbsp;em comparação ao mesmo intervalo de 2024. Trata-se do maior volume já registrado para o período, superando o recorde anterior de 2022 (23,67 milhões de toneladas) em 2,2%.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/08/unnamed-48.jpg" alt="principais origens dos fertilizantes importados pelo Brasil" class="wp-image-4117664"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação Datagro</figcaption></figure>



<p>Os dados do Ministério dão conta, ainda, que entre janeiro e julho de 2025, a <strong>Rússia manteve-se como principal fornecedora</strong>, com 6,88 milhões de toneladas embarcadas (28,2% do volume total), alta de 18% sobre igual período do ano anterior.</p>



<p>Na sequência, a China enviou 5,14 milhões de toneladas (21,2% do volume total), com crescimento de 75,7% na comparação anual, enquanto o Canadá ocupou a terceira posição, com 3,1 milhões de toneladas (12,8% do volume total), recuo de 2,2% frente a 2024.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/08/unnamed-49.jpg" alt="importação de fertilizantes por tipo" class="wp-image-4117665"/></figure>



<p>Em balanço sobre esses números, a consultoria Datagro destaca que, após as incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio, entre Israel e Irã, em junho, o mercado registrou, em julho, uma intensificação das tensões com a escalada da guerra tarifária conduzida pelos Estados Unidos.</p>



<p>“A possibilidade de novas tarifas norte-americanas sobre países que mantêm relações comerciais com a Rússia, como o Brasil, aumentou o risco de interrupções no abastecimento e pressionou as cotações internacionais dos principais fertilizantes. A Índia foi o exemplo mais recente, sofrendo um acréscimo de 25 pontos percentuais nas tarifas de importação, totalizando 50%”, lembra a nota.</p>



<p>Segundo a consultoria, de forma geral, os produtores buscaram antecipar compras para garantir o suprimento necessário à produção.</p>



<p>“Agricultores latino-americanos podem enfrentar dificuldades caso os Estados Unidos ampliem sanções a importadores de fertilizantes russos — insumos essenciais para ganhos de produtividade em culturas como, por exemplo, abacate no México, café e frutas na Colômbia, e soja e milho no Brasil. Os números de julho já indicam um movimento de antecipação, e, com a maior demanda, os preços atingiram novos patamares de equilíbrio”, ressalta a Datagro.</p>



<p><strong>Alta de preços de fertilizantes</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/08/unnamed-50.jpg" alt="preços médios das importações" class="wp-image-4117670"/></figure>



<p>Para a Datagro, o viés altista dos preços — já presente devido a restrições de oferta na China e na Rússia — intensificou-se no atual contexto. Assim, o preço médio CIF de compostos NP atingiu US$ 570,87/t, alta de 13,2% sobre junho e de 15,9% no comparativo anual.</p>



<p>Já a ureia CIF avançou 7% no mês, para US$ 427,37/t. MAP e KCl subiram entre 5% e 6% frente a junho. Em relação a julho de 2024, a ureia acumula aumento de 23%, o MAP de 23,8%, o KCl de 14,5% e o sulfato de amônio de 6,2%.</p>



<p>“Outro ponto de atenção é a preocupação de empresas importadoras de fertilizantes russos com possíveis retaliações dos EUA, levando-as a buscar fornecedores alternativos em um mercado de oferta restrita. A Mosaic, sediada nos Estados Unidos, alertou que novas interrupções comerciais entre os maiores fornecedores globais poderiam aumentar a volatilidade dos preços.”</p>



<p><strong>Portas de entrada</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/08/unnamed-51.jpg" alt="portos de entrada fertilizantes " class="wp-image-4117676"/></figure>



<p>No acumulado do ano, o porto de Paranaguá, no Paraná, foi a principal porta de entrada de fertilizantes no Brasil, com 6,34 milhões de toneladas (26,2% do total), seguido por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Santos (SP)</strong> – 3,91 milhões ou 16,2%;</li>



<li><strong>Rio Grande RS</strong> – 3,86 milhões ou 16%;</li>



<li><strong>São Luís (MA)</strong> – 2,31 milhões ou 9,5%;</li>



<li><strong>Salvador (BA) </strong>– 1,61 milhão ou 6,7%.</li>
</ul>



<p>O dispêndio brasileiro com fertilizantes atingiu US$ 8,8 bilhões, alta de 16% na comparação anual, reflexo do maior volume importado e da elevação dos preços. As compras do insumo representaram 5,2% do total das importações brasileiras no período, ante 4,9% no mesmo intervalo de 2024.</p>



<p>A Datagro aponta que o segundo semestre costuma ser um período de aquecimento nas compras de fertilizantes no Brasil, o que, sazonalmente, mantém os preços em níveis mais altos. “Com as importações em trajetória ascendente, 2025 caminha para novo recorde, tanto em volume quanto em valor”, considera.</p>



<p>Para a consultoria, dado esse contexto, a relação de troca tende a piorar para os produtores, a depender também do preço da commodity, especialmente para aqueles que adiaram aquisições à espera de oportunidades mais favoráveis.</p>



<p>“Ainda assim, mesmo diante de preços elevados, a compra do insumo tende a ser mantida, já que a perda de produtividade por falta de tratos culturais teria impacto mais severo que o aumento de custos”, finaliza a nota da empresa.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Mauricio Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, avalia pedido dos EUA para que China amplie importação de soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[mauricio buffon]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que a China quadruplicasse rapidamente as compras de soja americana para reduzir o déficit comercial entre os dois países, pouco antes do fim da trégua tarifária. A declaração fez os contratos futuros na Bolsa de Chicago subirem mais de 2%, chegando a US$ 10,10 por bushel. Presidente da Aprosoja [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu que a China quadruplicasse rapidamente as compras de soja americana para reduzir o déficit comercial entre os dois países, pouco antes do fim da trégua tarifária. A declaração fez os contratos futuros na Bolsa de Chicago subirem mais de 2%, chegando a US$ 10,10 por bushel.</p>



<p><strong>Presidente da Aprosoja Brasil comenta</strong></p>



<p>Em entrevista ao&nbsp;<a href="https://www.canalrural.com.br/agricultura/projeto-soja-brasil/">Soja Brasil</a>, Mauricio Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, afirmou que é natural os Estados Unidos buscarem ampliação de mercado, já que todo país quer aumentar suas vendas e atender seus produtores. “Porém, há um limite. É preciso considerar a capacidade de atendimento do mercado pelos Estados Unidos e o volume que o Brasil tem disponível de soja. Quando se trata da oleaginosa, o Brasil é altamente competitivo.”</p>



<p><strong>Oferta de soja</strong></p>



<p>Ele destacou ainda que a oferta mundial de soja tem se mantido estável nos últimos anos, por isso acredita que o mercado deve se ajustar nos próximos dias, sem grandes mudanças no cenário atual. “A soja não mudou a sua oferta nos últimos anos. Então, dessa forma, acreditamos que o mercado se ajuste.”</p>



<p>Buffon ressaltou também a importância do Brasil intensificar o diálogo para minimizar os impactos da disputa comercial, principalmente porque o setor da soja influencia diretamente a produção de carne, um segmento importante da economia nacional. “Nós, diretamente, estamos sendo impactados através da carne. Usa-se muito soja para produzir carne e, nesse momento, o setor vai ser impactado por essa questão.”</p>



<p>Por Canal Rural </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tarifas de importação ameaçam vendas brasileiras de alimentos no exterior</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tarifas-de-importacao-ameacam-vendas-brasileiras-de-alimentos-no-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 15:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma&#160;tarifa de 50%&#160;sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma&nbsp;<a target="_blank" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros" rel="noreferrer noopener">tarifa de 50%</a>&nbsp;sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas.</p>



<p>Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária , dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota.</p>



<p>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total . “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea.</p>



<p>Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica , insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.</p>



<p>“A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro.</p>



<p>Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário.</p>



<p><strong>Carne bovina</strong></p>



<p>Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil. As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA.</p>



<p>Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.</p>



<p><strong>Frutas frescas</strong></p>



<p>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP . Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta.</p>



<p>Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.</p>



<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor.</p>



<p>Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”.</p>



<p>“Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota</p>



<p><em>Por Agência Brasil.</em></p>



<p></p>
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		<title>Brasil já importa café: Origem dos grãos e impacto nos preços</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-ja-importa-cafe-origem-dos-graos-e-impacto-nos-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das culturas mais afetadas pelos problemas climáticos no Brasil foi, sem dúvida, o café. E o prejuízo não atingiu apenas produtores do grão. Com a redução da oferta, acompanhada do forte ritmo de exportações, o valor do produto aumentou consideravelmente nas gôndolas do varejo. Em 2024, por exemplo, a bebida mais consumida pelos brasileiros subiu 46%, [&#8230;]</p>
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<p>Uma das culturas mais afetadas pelos problemas climáticos no Brasil foi, sem dúvida, o <strong>café</strong>. E o prejuízo não atingiu apenas produtores do grão. Com a redução da oferta, acompanhada do forte ritmo de exportações, o valor do produto aumentou consideravelmente nas gôndolas do varejo.</p>



<p>Em 2024, por exemplo, a bebida mais consumida pelos brasileiros subiu 46%, segundo a pesquisa ‘Variações de Preços: Brasil &amp; Regiões’, da Neogrid. E a tendência, conforme análise de especialistas, é que o preço continue elevado.</p>



<p>As indústrias ainda podem repassar os consumidores até 30% de aumento nos próximos meses para transferir parte da alta da matéria-prima que ainda não foi somada ao valor comercializado, aponta a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).</p>



<p><strong>Importação de café</strong></p>



<p>Com os efeitos do clima, principalmente a combinação de seca e calor em excesso atingindo as principais regiões produtoras e restringindo a produção nacional, uma alternativa cogitada seria aumentar o volume de importação para abastecer o mercado interno e, por consequência, reduzir o preço. No entanto, de acordo com Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, a quantidade teria que ser muito alta para suprir a necessidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não temos de quem importar café em uma quantidade que poderia trazer algum impacto. Além disso, o preço está alto no mundo inteiro. O café é uma commodity cujo preço tem sua referência principal na cotação de Nova Iorque. Não adianta”, explica.</p>
</blockquote>



<p><strong>Países de origem</strong></p>



<p>O Brasil é o maior exportador mundial de café verde, não torrado, mas também importa pequenas quantidades de grãos torrados para a composição de alguns “blends”.</p>



<p>Em 2025, o país comprou 970,47 toneladas de café torrado, extratos, essências e concentrados de café, número que representa crescimento de 19,4% em relação a janeiro e fevereiro de 2024, conforme dados do Comex Stat, portal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Suíça, com 40%, foi quem mais enviou o produto. Veja abaixo a lista das principais origens do café importado:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Suíça: 39%</li>



<li>França: 21%</li>



<li>Estados Unidos: 10%</li>



<li>Espanha: 7,4%</li>



<li>Itália: 7,1%</li>



<li>Uruguai: 5,1%</li>



<li>Portugal: 2,5%</li>



<li>República Tcheca: 1,8%</li>



<li>México: 1,3%</li>



<li>Polônia: 1%</li>



<li>Holanda: 0,63%</li>



<li>Bélgica: 0,55%</li>



<li>Coreia do Sul: 0,44%</li>



<li>Reino Unido: 0,40%</li>



<li>China: 0,087%</li>



<li>Indonésia: 0,087%</li>



<li>Índia: 0,057%</li>



<li>Japão: 0,026%</li>
</ol>



<p>Em relação ao café não torrado, a quantidade adquirida entre janeiro e fevereiro de deste ano foi 89,4 toneladas, redução de 54,4% em relação ao mesmo período de 2024, sendo que 96,8% é oriundo do&nbsp;<strong>México</strong>.</p>



<p>“Nós não temos problema de desabastecimento ou falta de produto. O objetivo de aumentar a importação seria tentar reduzir o preço e a inflação. O Brasil, que abastece boa parte do mercado mundial, também é um grande consumidor de café. Então, para suprir isso, quanto teríamos que importar? Não adianta poucas toneladas como esses números de 2025. Isso não faz a diferença. No mundo, não tem ninguém agora que poderia fornecer uma quantidade adequada porque, há pelo menos dois anos, a safra no planeta não vem boa”, afirma o pesquisador do FGV Agro.</p>



<p>A história que teve início com prejuízos na colheita de café e terminou com o preço elevado ao consumidor foi observada a partir de 2024, quando a safra do Sudeste Asiático acabou prejudicada pela ação do El Niño.</p>



<p>O fenômeno meteorológico caracterizado pelo aquecimento acima do normal das águas do Pacífico causou escassez hídrica e temperaturas elevadas, condições impróprias para o desenvolvimento dos cafezais no Vietnã e Indonésia, principalmente. Neste momento, o mercado mundial passou a olhar para o Brasil, maior produtor e exportador do grão.</p>



<p><strong>Alíquotas zeradas</strong></p>



<p>Entre as seis medidas anunciadas pelo governo federal na última quinta-feira (6/3) para diminuir o preço dos alimentos, motivo de reclamação constante pelos brasileiros, está a lista com nove produtos que terão a alíquota zerada para importação. Entre eles, o café. Veja abaixo quais são os outros produtos que terão suas alíquotas zeradas e de quanto é a tarifa atualmente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Azeite: 9%</li>



<li>Milho: 7,2%</li>



<li>Óleo de girassol: até 9%</li>



<li>Sardinha: 32%</li>



<li>Biscoitos: 16,2%</li>



<li>Massas alimentícias (macarrão): 14,4%</li>



<li>Carnes: até 10,8%</li>



<li>Açúcar: até 14%</li>
</ul>



<p>O governo também vai elevar a cota de importação do óleo de palma isenta de tarifa de importação, atualmente de 60 mil toneladas, para 150 mil toneladas, e precisa ser aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) antes de entrar em ação.</p>



<p><strong>Efeito na prática</strong></p>



<p>Em relação ao café, a medida para conter a inflação foi considerada inócua pela Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Qualquer produto de origem vegetal ou animal, para entrar no Brasil, precisa passar por análise de risco fitossanitário do Ministério da Agricultura e Pecuária. Tornar a alíquota de importação de café zerada, sem ter autorização sanitária para entrar, não gera nenhum tipo de repercussão ou vantagem”, pontua Aguinaldo Lima, diretor de relações institucionais da Abics.</p>
</blockquote>



<p>Felippe Serigati, do FGV Agro, reforça que a decisão de reduzir a tarifa de importação para reduzir o preço do café não funciona.</p>



<p>“O governo está pressionado. A inflação de alimentos incomoda porque envolve uma compra que é feita com frequência. O consumidor vê o aumento. E essa inflação de alimentos está sendo apontada como uma das principais responsáveis pela perda de popularidade. Algo precisava ser feito, mas não vai entregar o resultado esperado. Um produto que pode ter resultado é o azeite, mas ele não é de cesta básica. A grande massa da sociedade não consome azeite”, diz.</p>



<p><em>Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/daniela-walzburiech/">Daniela Walzburiech</a>— Florianópolis/Globo Rural. </em></p>
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		<title>China suspende importação de soja de cinco exportadoras brasileiras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/china-suspende-importacao-de-soja-de-cinco-exportadoras-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[pesticidas]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) notificou o governo brasileiro informando a detecção de pestes e revestimento de pesticidas na soja exportada por cinco unidades de empresas brasileiras ao país asiático. As exportações de soja dessas unidades para a China foram temporariamente suspensas enquanto a causa das não conformidades são investigadas. Em nota, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) notificou o governo brasileiro informando a detecção de pestes e revestimento de pesticidas na soja exportada por cinco unidades de empresas brasileiras ao país asiático.</p>



<p>As exportações de soja dessas unidades para a China foram temporariamente suspensas enquanto a causa das não conformidades são investigadas.</p>



<p>Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) brasileiro disse que foi informado previamente pelo governo chinês da suspensão e que ações para avaliação dos casos já estão em curso.</p>



<p>“O Mapa possui expectativa do recebimento, na maior brevidade possível, dos planos de ação das empresas envolvidas para demonstrar os procedimentos adotados para evitar novas ocorrências das não conformidades detectadas pelos chineses. Da mesma forma, o Mapa intensificará as ações de fiscalização nos embarques de soja do Brasil para a China”, diz o texto.</p>



<p>De acordo com a pasta, a partir das ações adotadas, o governo brasileiro transmitirá todas as informações relevantes para avaliação pelas autoridades chinesas e solicitará a revogação da suspensão temporária em vigor.</p>



<p>“O tema está sendo tratado com naturalidade, considerando que não conformidades, como estas indicadas pelo lado chinês, são passíveis de acontecer na rotina das exportações e ações para correção de eventuais desvios são sempre importantes para o fortalecimento das relações de confiança”, disse o Mapa.</p>



<p>Segundo o governo brasileiro, a suspensão das exportações de soja dessas cinco unidades não deverá trazer impacto significativo nas vendas ao exterior do produto brasileiro.</p>



<p>“Vale reforçar que outras unidades das empresas notificadas seguem exportando normalmente para a China, sendo as suspensões válidas apenas para as cinco unidades oficialmente notificadas. Portanto, os volumes negociados pelo Brasil não serão afetados em função desta suspensão temporária destas cinco unidades notificadas”, disse o Mapa.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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		<title>Conab solicita investigação sobre fatos relacionados ao leilão de arroz</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conab-solicita-investigacao-sobre-fatos-relacionados-ao-leilao-de-arroz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 14:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, determinou à Corregedoria-Geral da estatal a imediata abertura de processo de averiguação de todos os fatos envolvendo o leilão para a compra de arroz beneficiado importado. A Companhia também solicitou à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Polícia Federal uma análise de todo o processo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, determinou à Corregedoria-Geral da estatal a imediata abertura de processo de averiguação de todos os fatos envolvendo o leilão para a compra de arroz beneficiado importado.</p>



<p>A Companhia também solicitou à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Polícia Federal uma análise de todo o processo envolvendo o leilão.<br><br>Estas medidas têm como objetivo garantir toda a transparência neste processo, bem como prestar contas e dar a tranquilidade que a sociedade brasileira merece.</p>



<p>O cancelamento do leilão para a compra de arroz, realizado pela Conab na última quinta-feira, visa buscar mais segurança jurídica e técnica para uma operação deste porte, pois o objetivo desta medida é garantir o produto mais barato e de qualidade para a população.</p>



<p>Neste sentido, a Conab, a CGU e a Advocacia-Geral da União (AGU) estão trabalhando na revisão das normas e procedimentos de leilões da Companhia.</p>



<p>A Conab reafirma que a segurança jurídica e o zelo com o dinheiro público são princípios inegociáveis. <br><br>Por Ascom Conab.</p>
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		<title>China importa 208 mil toneladas de soja estadunidense após mudança fiscal no Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/china-importa-208-mil-toneladas-de-soja-estadunidense-apos-mudanca-fiscal-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 13:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo os dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos a China é o maior importador de commodities do mundo e já comprou mais de duzentas e oito mil toneladas da soja americana desde a mudança anunciada na terça-feira da semana passada, esta é a primeira transação entre os dois países desde janeiro. Essas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo os dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos a China é o maior importador de commodities do mundo e já comprou mais de duzentas e oito mil toneladas da soja americana desde a mudança anunciada na terça-feira da semana passada, esta é a primeira transação entre os dois países desde janeiro.</p>



<p>Essas compras acontecem em meio a dificuldade do presidente Lula (PT) de aprovar a MP das Compensações, que limita a capacidade dos exportadores e processadores de commodities do Brasil de monetizar alguns créditos fiscais.</p>



<p>O Brasil é o maior exportador de soja do mundo e, de acordo com dados do ano passado, as transações comerciais com os chineses aumentaram quase 30% em relação a 2022.<br><br><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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