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	<title>Incêndios Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Incêndios Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Naturatins atua em Unidades de Conservação para fortalecer prevenção e combate a incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 12:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Unidades de Conservação (UCs)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) reforça que, no âmbito de suas atribuições, as Unidades de Conservação (UCs) estaduais são áreas prioritárias para a implementação de ações de prevenção e combate ao fogo. Por meio da Brigada Gavião Fumaça, o órgão atua na proteção da biodiversidade e das comunidades locais. Enquanto os incêndios atingem diferentes [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) reforça que, no âmbito de suas atribuições, as Unidades de Conservação (UCs) estaduais são áreas prioritárias para a implementação de ações de prevenção e combate ao fogo. Por meio da Brigada Gavião Fumaça, o órgão atua na proteção da biodiversidade e das comunidades locais.</p>



<p>Enquanto os incêndios atingem diferentes regiões, a diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Naturatins, Perla Oliveira, lembra que a responsabilidade direta do órgão ambiental se limita às Unidades de Conservação sob sua gestão. “Nosso papel é proteger prioritariamente as UCs estaduais. É dentro dessas áreas que temos atuação direta, garantindo o combate aos incêndios e a preservação da biodiversidade e das comunidades locais”, pontua.&nbsp;</p>



<p>Isso significa que comunidades rurais, assentamentos e comunidades quilombolas fora das Unidades de Conservação não estão sob a jurisdição do Instituto. É o caso, por exemplo, da Comunidade Quilombola Grotão, em Filadélfia, que não tem seu território sob a gestão do órgão.</p>



<p>Embora sua atuação se concentre nas UCs, o Instituto também presta atendimento quando solicitado. “Sempre que somos acionados, oferecemos apoio e permanecemos à disposição para colaborar com as instituições competentes no enfrentamento aos incêndios em outras áreas do estado”, explica a diretora.</p>



<p>No caso do incêndio ocorrido na última semana na Comunidade Quilombola Grotão, a equipe do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas (Monaf), situado em Bielândia, distrito de Filadélfia, atendeu prontamente à demanda, demonstrando o compromisso do órgão em somar esforços mesmo fora de sua área de atuação direta. “A Brigada do Monaf, vinculada ao Naturatins, atuou na ocorrência e, com o apoio da comunidade, o fogo foi totalmente controlado”, ressalta a diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Naturatins, Perla Oliveira.</p>



<p><strong>Áreas protegidas</strong></p>



<p>Responsável pela gestão das 13 UCs existentes no Tocantins, sendo nove Áreas de Proteção Ambiental (APAs), três parques estaduais e um monumento natural, o Naturatins mantém nove em operação. Sendo elas o Parque Estadual do Lajeado (PEL), o Parque Estadual do Jalapão (PEJ), o Parque Estadual do Cantão (PEC), a APA Lago de Palmas, a APA Serra do Lajeado, a APA do Jalapão, APA Ilha do Bananal/Cantão, a APA Nascentes de Araguaína e o Monaf.&nbsp;</p>



<p>Nessas áreas, o Naturatins desempenha seu papel estratégico na preservação da biodiversidade e na proteção contra os efeitos do fogo por meio da Brigada Gavião Fumaça, que atua de forma permanente com equipes preparadas para emergências. Além disso, a brigada promove ações educativas com as comunidades do interior e entorno, visando reduzir riscos e impactos dos incêndios florestais.</p>



<p><strong>Desafio do período de estiagem</strong></p>



<p>No Tocantins, a estiagem traz condições climáticas severas, como altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e ventos fortes, que favorecem a propagação do fogo. Nesse cenário, incêndios podem atingir tanto áreas de conservação quanto comunidades vizinhas, aumentando riscos ambientais e sociais</p>



<p>Dessa forma, o Naturatins reforça que, embora sua responsabilidade esteja voltada prioritariamente às UCs, a atuação integrada com órgãos estaduais, municipais e federais é fundamental para o controle dos incêndios. “O combate ao fogo exige cooperação. O Naturatins cumpre sua função nas áreas protegidas, mas também está pronto para apoiar sempre que houver necessidade, em articulação com as instituições que possuem responsabilidade direta em outras áreas”, enfatiza a diretora Perla Oliveira.</p>



<p><strong>Colaboração da sociedade</strong></p>



<p>O Naturatins também destaca a importância da participação popular. A população pode contribuir evitando práticas de risco, como queimadas em roças, descarte inadequado de bitucas de cigarro e fogueiras em áreas de vegetação seca. Pequenos descuidos podem resultar em incêndios de grandes proporções, colocando em risco vidas humanas, patrimônios culturais e naturais.</p>



<p>Com a intensificação da estiagem, o Naturatins mantém a Brigada Gavião Fumaça em alerta máximo nas Unidades de Conservação e segue à disposição para somar esforços com demais instituições, reforçando que a preservação ambiental e a segurança das comunidades dependem da atuação conjunta do poder público e da sociedade.</p>



<p><strong>Registro de ocorrências</strong></p>



<p>Em caso de incêndios em Unidades de Conservação, o Naturatins deve ser acionado pelo Linha Verde 0800 063 11 55 ou ZAP Linha Verde (63) 99106-7787. Para incêndios fora das UCs, as ocorrências devem ser registradas ao Corpo de Bombeiros pelo número 193, à Defesa Civil pelo número 199 ou às Brigadas Municipais.<br><br><em>Por Andrea Marques/Secom. </em></p>



<p></p>
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		<title>Tocantins fecha ciclo do projeto Foco no Fogo com ampla mobilização contra incêndios</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-fecha-ciclo-do-projeto-foco-no-fogo-com-ampla-mobilizacao-contra-incendios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Foco no Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Semarh]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com alcance em 59 municípios e em torno de 10 mil pessoas mobilizadas, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), divulgou nessa segunda-feira, 25, o Relatório das Visitas do Projeto Foco no Fogo, referente ao período de abril até a última semana de agosto deste [&#8230;]</p>
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<p>Com alcance em 59 municípios e em torno de 10 mil pessoas mobilizadas, o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), divulgou nessa segunda-feira, 25, o Relatório das Visitas do Projeto Foco no Fogo, referente ao período de abril até a última semana de agosto deste ano.</p>



<p>Realizado em parceria com as instituições do Comitê Estadual de Combate aos Incêndios Florestais e Controle de Queimadas, as ações foram registradas no aplicativo Recprev (Registro de Visita de Conscientização e Prevenção de Incêndios Florestais). Entre os resultados, estão a realização de 2.541 visitas a comunidades rurais, propriedades agrícolas, aldeias indígenas e escolas, além de 48 palestras educativas voltadas à conscientização e à prevenção de queimadas e incêndios.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente, Marcello Lelis, destacou que, graças ao esforço coletivo, o Tocantins conseguiu reduzir em 31,4% o número de focos de queimadas entre janeiro e julho deste ano, em comparação com o mesmo período de ano passado. “Por determinação do governador Wanderlei Barbosa, iniciamos as ações do projeto de forma antecipada, integrando o maior plano de combate ao fogo da história do Tocantins. Também é preciso reconhecer o esforço dos produtores rurais, que têm mobilizado máquinas e equipamentos, bem como feito aceiros. A degradação pelo fogo deve ser nossa principal preocupação. Está na hora de todos os tocantinenses se unirem para combater esse mal que prejudica a vida de todos nós”, afirma o secretário.</p>



<p>Um dos destaques desta edição foi a disponibilização dos dados em tempo real,&nbsp;acessíveis no site do Centro de Monitoramento em Inteligência Geográfica (Cigma), pelo link:&nbsp;<a href="https://cigma.to.gov.br/foco_no_fogo/foco_no_fogo/">https://cigma.to.gov.br/foco_no_fogo/foco_no_fogo/</a>.&nbsp;A plataforma registra o alcance de 10.167 pessoas atingidas, sendo 5.572 por meio das palestras.</p>



<p>Para o secretário do Meio Ambiente e Turismo de Esperantina, Renald Pereira, esta ação é muito importante para conscientizar a população contra os riscos do fogo. “Este trabalho de formiguinha, indo de chácara em chácara, de propriedade em propriedade para conscientizar nossa população é fundamental&#8221;, destaca.</p>



<p>A diretora de Educação Ambiental para Sustentabilidade da Semarh, Erliette Gadotti, ressalta o engajamento das comunidades. “Durante as atividades, observou-se elevado grau de participação da população local, que esteve presente em ações educativas, palestras, visitas técnicas e orientações de campo. Esse envolvimento comunitário foi um dos pontos fortes da iniciativa, contribuindo para a construção de uma cultura de prevenção e respeito ao meio ambiente”, destaca.</p>



<p><strong>Comitê</strong></p>



<p>O Foco no Fogo é fruto de um trabalho interinstitucional, por meio do Comitê do Fogo, que envolve 32 parceiros, entre eles: Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO), Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), Exército Brasileiro, Defesas Civis municipais, Ibama/Prevfogo, Polícia Rodoviária Federal,&nbsp;entre outras instituições.</p>



<p><strong>Plano</strong></p>



<p>O Plano Integrado de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais – 2025 prevê investimento na ordem de R$ 17 milhões, sendo composto por três eixos: prevenção, monitoramento e combate. O Plano foi elaborado de forma conjunta pela Semarh, pelo Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO) e pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).</p>



<p><strong>Denúncias</strong></p>



<p>A denúncia contra crimes ambientais, incluindo queimadas, pode ser feita de forma anônima, por meio da Linha Verde do Naturatins, 0800-63 155 ou no número do Corpo de Bombeiros, 193.<br><br><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Brigadistas formados recebem certificados e reforçam combate aos incêndios no Cantão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brigadistas-formados-recebem-certificados-e-reforcam-combate-aos-incendios-no-cantao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CANTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brigadistas que atuam no Parque Estadual do Cantão (PEC), na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, na Prefeitura de Lagoa da Confusão e no Projeto Restaura receberam, na manhã desta sexta-feira, 4, os certificados de conclusão do Treinamento Básico para Formação de Brigadistas em Prevenção, Controle e Combate a Incêndios Florestais. A capacitação [&#8230;]</p>
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<p>Brigadistas que atuam no Parque Estadual do Cantão (PEC), na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, na Prefeitura de Lagoa da Confusão e no Projeto Restaura receberam, na manhã desta sexta-feira, 4, os certificados de conclusão do Treinamento Básico para Formação de Brigadistas em Prevenção, Controle e Combate a Incêndios Florestais.</p>



<p>A capacitação foi promovida pela Organização Não Governamental Aliança da Terra, com apoio do Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). Realizado entre os dias 1º e 3 de julho, o curso contou com a participação de 35 brigadistas, e a entrega dos certificados ocorreu no auditório da sede do PEC, em Caseara.</p>



<p>O treinamento teve como foco o preparo técnico dos brigadistas para atuação em situações reais de combate ao fogo, unindo teoria e prática em atividades conduzidas por instrutores com mais de 15 anos de experiência em incêndios florestais em todo o país.</p>



<p>Durante os três dias, os participantes receberam instruções sobre teoria do fogo, primeiros socorros, uso de equipamentos, gestão de risco, estratégias de combate e procedimentos operacionais.</p>



<p>A iniciativa integra as ações do Plano Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, coordenado pelo Governo do Tocantins, por meio da Semarh, Naturatins, Corpo de Bombeiros Militar e Defesa Civil Estadual.</p>



<p>Na ocasião, o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, destacou que a capacitação já contempla profissionais contratados pelo Projeto Restaura — iniciativa coordenada pelo Governo do Tocantins com apoio internacional — voltada à restauração ecológica de áreas degradadas pelo fogo no Parque Estadual do Cantão.</p>



<p>&nbsp;“Essa formação é um passo estratégico dentro do Projeto Restaura, que prevê a recuperação de cerca de 13 mil hectares no Cantão ao longo dos próximos 30 anos. A presença de brigadistas já contratados e capacitados para atuar em apoio à equipe do Naturatins mostra que estamos estruturando as bases para que a restauração aconteça com segurança e efetividade”, afirmou o secretário.</p>



<p>Pelo Projeto Restaura, foram contratados 11 novos brigadistas, que irão atuar ao lado das equipes do Naturatins, reforçando as ações de proteção nas unidades de conservação enquanto o projeto avança em sua fase de implementação.</p>



<p>Durante o evento, o presidente do Naturatins, Cledson Lima, destacou a importância da capacitação para o enfrentamento do período crítico de incêndios florestais no estado. “Por determinação do governador Wanderlei Barbosa, foi articulado neste ano o maior plano de combate a incêndios florestais da história do Tocantins. Há vários meses, as equipes do Corpo de Bombeiros, da Semarh, do Naturatins e da Defesa Civil vêm se preparando com treinamentos, aquisição de equipamentos, infraestrutura e planejamento necessário para garantir uma atuação eficiente e segura em campo”, afirmou.</p>



<p><strong>Cenário desafiador</strong></p>



<p>O ano de 2024 tem sido especialmente crítico, marcado por uma seca histórica — a mais severa em 75 anos, conforme dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p>A formação e a presença de brigadas treinadas são medidas essenciais para garantir a proteção contínua das áreas protegidas do Tocantins e reduzir os impactos ambientais causados pelo fogo.</p>



<p>Este ano, a região já registra uma redução de 30,8% no número de focos de queimadas. Segundo dados do Centro Integrado de Geoprocessamento Ambiental (CIGMA), entre janeiro e junho de 2024 — considerando a APA e o PEC — foram registrados 132 focos, contra 191 no mesmo período do ano anterior.</p>



<p>O supervisor da APA Ilha do Bananal/Cantão, Fábio Dias Pereira, ressaltou o diferencial metodológico do curso, especialmente no que se refere à formação de lideranças operacionais nas frentes de combate.</p>



<p>“Além da parte técnica, o curso trouxe uma abordagem de liderança muito necessária. A Aliança da Terra está de parabéns por aplicar uma metodologia que valoriza a formação de esquadrões preparados para tomar decisões em campo. Essa era uma lacuna importante nas capacitações anteriores, que agora conseguimos suprir”, avaliou.</p>



<p>&nbsp;Para o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Lagoa da Confusão, Maxwell Panta, este tipo de curso fortalece muito a política ambiental do estado no enfrentamento das&nbsp;queimadas`.</p>



<p><em>Por Ascom Semarh</em></p>
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		<item>
		<title>Parque Estadual do Jalapão reabre dunas ao público após ação preventiva contra incêndios</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/parque-estadual-do-jalapao-reabre-dunas-ao-publico-apos-acao-preventiva-contra-incendios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Dunas]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual do Jalapão]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) retomou, na manhã desta quarta-feira, 25, a visitação turística às dunas do Parque Estadual do Jalapão (PEJ). A atividade havia sido temporariamente suspensa na terça-feira, 24, devido à realização da operação de Manejo Integrado do Fogo (MIF) na área da Unidade de Conservação (UC). A ação teve como objetivos [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) retomou, na manhã desta quarta-feira, 25, a visitação turística às dunas do Parque Estadual do Jalapão (PEJ). A atividade havia sido temporariamente suspensa na terça-feira, 24, devido à realização da operação de Manejo Integrado do Fogo (MIF) na área da Unidade de Conservação (UC).</p>



<p>A ação teve como objetivos prevenir incêndios florestais no período de estiagem e proteger os ecossistemas naturais da região, sendo realizada pela equipe de supervisão do PEJ.&nbsp;</p>



<p>A supervisora do parque, Vaneça Ribeiro, destacou que a ação foi bem-sucedida. “A queima foi realizada com sucesso e, acima de tudo, com segurança. Ocorreu em horários já programados, quando há redução da intensidade dos ventos. O objetivo foi queimar o material combustível que representa risco ao atrativo durante o período crítico das queimadas. A operação ocorreu de forma tranquila, com fogo de baixa intensidade e totalmente controlado, garantindo segurança à área e às equipes envolvidas na operação”, ressaltou.</p>



<p>O parque é conhecido por suas paisagens exuberantes e atrativas, além de representar um importante patrimônio ecológico nacional. Na região do Jalapão, onde o PEJ está inserido, existe uma diversidade de paisagens.</p>



<p><strong>Manejo integrado do fogo</strong></p>



<p>O MIF é uma prática fundamentada em estudos técnicos e científicos, amparada pela Lei Federal nº 14.944/2024, que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. Essa abordagem moderna reconhece que, em diversos biomas brasileiros, como o Cerrado, o fogo integra a dinâmica ecológica natural. Quando bem manejado, torna-se uma ferramenta importante para a manutenção da biodiversidade, a renovação de determinadas espécies vegetais, o controle do material combustível e a prevenção de incêndios de grandes proporções.</p>



<p>No contexto do Parque Estadual do Jalapão, o manejo é cuidadosamente planejado e executado por equipes capacitadas, com base nos objetivos de conservação estabelecidos no Plano de Manejo da Unidade, buscando proteger a vegetação típica, os mananciais hídricos, a fauna local e os recursos naturais de valor econômico e cultural, como o capim-dourado (<em>Syngonanthus nitens</em>).</p>



<p>O período de seca no Jalapão, geralmente compreendido entre os meses de maio e setembro, eleva consideravelmente o risco de incêndios de grandes proporções. Por isso, o MIF permite o uso controlado e técnico do fogo em pequenas áreas, sob condições meteorológicas adequadas, reduzindo a quantidade de material inflamável e prevenindo incêndios severos que poderiam causar danos significativos à biodiversidade e aos atrativos turísticos da região.<br><br><em>Por Kleidiane Araújo/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>A agropecuária é uma aliada ao combate aos incêndios em áreas rurais e periurbanas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/a-agropecuaria-e-uma-aliada-ao-combate-aos-incendios-em-areas-rurais-e-periurbanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 11:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas Rurais]]></category>
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		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São frequentes as queimadas nos meios rural e periurbano, principalmente durante a estação seca, após longos períodos de estiagem, como as que ocorreram no Brasil no ano passado e estão&#160;ocorrendo neste momento em Los Angeles, nos Estados Unidos. Em áreas agrícolas, as queimadas provocam diversos prejuízos, como a perda da matéria orgânica fornecida pelos restos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>São frequentes as queimadas nos meios rural e periurbano, principalmente durante a estação seca, após longos períodos de estiagem, como as que ocorreram no Brasil no ano passado e estão&nbsp;ocorrendo neste momento em Los Angeles, nos Estados Unidos.</p>



<p>Em áreas agrícolas, as queimadas provocam diversos prejuízos, como a perda da matéria orgânica fornecida pelos restos de culturas e plantas de cobertura e danos à microbiota do solo. Os prejuízos aos pecuaristas também são evidentes – há perda de biodiversidade, morte de animais, destruição de infraestrutura, como cercas, redes de energia elétrica e edificações.</p>



<p>A população local e as estradas são diretamente afetadas. O setor agropecuário moderno e eficiente não é tolerante às queimadas, uma vez que causam danos econômicos e ambientais. A urgência em resolver o problema é consenso na sociedade. Mesmo grandes cidades e aeroportos têm sido afetados pela baixa qualidade do ar, decorrente de partículas nocivas oriundas da fumaça produzida por queimadas generalizadas, como as que ocorreram nos últimos anos e se intensificaram na estação seca de 2024.</p>



<p><strong>Avaliação e diagnóstico </strong></p>



<p>O território brasileiro é amplo e diversificado em termos de clima, solo e estrutura fundiária e as soluções precisam ser customizadas. Ações preventivas são menos onerosas do que o combate às chamas, mas precisam de orçamento anual, gestão descentralizada e transparência. É necessário ter equipes multidisciplinares para atuar nas etapas de diagnóstico, avaliação de risco, planejamento, monitoramento, combate precoce ao fogo, medição de impacto das ações preventivas e avaliação das lições aprendidas.</p>



<p>Regiões onde ocorrem queimadas intencionais devem investir em conscientização, capacitação e acesso às tecnologias de produção agropecuária, para que as populações rurais substituam a antiga prática de utilizar o fogo para limpeza de área e queima de lixo e adotem práticas modernas de manejo. É urgente deixar claro que provocar queimadas ilegais é crime.</p>



<p>O Brasil possui longa experiência em monitoramento de focos de queimadas, com uso de bases de dados de imagens de satélites, que permitem identificar, de forma inequívoca, os locais onde as queimadas foram iniciadas. Com essas informações, pode-se reforçar os alertas e as campanhas preventivas nas regiões de maior incidência histórica de focos iniciais de incêndios. A efetividade das operações de combate será maior se ocorrer nos primeiros minutos de fogo.</p>



<p>É importante que as ações preventivas ocorram durante a estação chuvosa. O “alerta climático” precoce de estiagem prolongada deve fazer parte dessa agenda para reduzir os riscos e, em algumas situações, induzir mudanças emergenciais no planejamento das ações de prevenção e combate a incêndios em áreas rurais e periurbanas.</p>



<p><strong>Contribuições da atividade agropecuária</strong></p>



<p><img decoding="async" alt="" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_Na6o3Ynv9LipIOXczFcKKzMDcg6kReOZfZw81UhpRXqjMoznXnyzOzrmyTbiZxFJ1oRmA5Qo-NSMACoHxVyIYf3vWF4FRuWkMyhMUzkkFN04mxLV7pr3xNYonzJAbevL_f54AVJYGnhwN_ic6WWr4jd5pzZyKA9gUnPf_-JP-ikoOpit-2DV7FfVu7xYrroy1jLYoBeD7Ac3UCqy2KmJw=s0-d-e1-ft#https://www.embrapa.br/documents/1355008/93902523/3-Fogo+propagado+na+vegetacao.jpg/b5637436-390e-ec8b-971e-0fe3aac2c5f2?t=1736780353998">As áreas de cultivos anuais naturalmente estão mais expostas ao risco de incêndios. A palhada, apesar de sua importância agronômica como fornecedora de matéria orgânica, prevenção da erosão, redução da temperatura do solo, entre outros benefícios, eleva esse risco. A proximidade das áreas agrícolas de comunidades rurais e estradas ainda é fator agravante.</p>



<p>Uma técnica de manejo eficiente é o pastoreio de animais no final da estação chuvosa com o objetivo de reduzir a quantidade de palhada. O pastejo controlado intensifica a ciclagem de nutrientes no solo e disponibiliza alimentação volumosa aos animais, além de reduzir o risco e facilitar o controle de queimadas. Apesar de ser uma estratégia barata, eficiente e ambientalmente correta, sua adoção deve considerar os planos de prevenção a queimadas e as legislações ambientais. O acero, que é a remoção de palhada por&nbsp; meio de gradagem, próximo às estradas também é importante ferramenta para prevenção à entrada do fogo na propriedade rural.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Políticas públicas </strong></p>



<p>São várias as regulamentações federais e estaduais que propõem ações que podem auxiliar na prevenção de queimadas. A Política Estadual de Gestão e Proteção à Bacia do Alto Paraguai no estado do Mato Grosso (Lei n. 12.653/2024), por exemplo, admite o acesso à pecuária extensiva e à prática de roçada, visando justamente a redução de biomassa vegetal combustível e os riscos de incêndios florestais, desde que não provoque degradação ambiental, sendo proibida a substituição da vegetação nativa por gramíneas exóticas.</p>



<p>O Projeto de Lei 4.508/2016, em tramitação na Câmara dos Deputados, autoriza a criação de animais em área de Reserva Legal, mediante aprovação de plano de manejo florestal pelo órgão ambiental competente e com o objetivo de controle do volume de massa das forrageiras nativas ou cultivadas já existentes. O Projeto de Lei 1.533/2023, pronto para deliberação no Senado Federal, autoriza o plantio de culturas anuais em áreas laterais de rodovias, conhecidas como faixas de domínio, prática essa que auxiliará na manutenção de vegetação nas beiras das rodovias, diminuindo a biomassa disponível para queimadas. Uma inovação seria a inclusão de uma função de notificação de fogo e fumaça, em tempo real, em aplicativos de navegação por GPS, atualmente amplamente utilizados nos aparelhos celulares.</p>



<p>O período seco ocorre todos os anos, em menor ou maior intensidade, sempre trazendo riscos de queimadas e não pode ser considerado uma surpresa. As ações conjuntas de prevenção a queimadas devem ser estabelecidas e efetivadas no momento certo. Com a ampliação da adoção de boas práticas e o manejo adequado, a agricultura e a pecuária são aliadas aos planos de prevenção de incêndios no Brasil.<br><br><em>Por Paulo Campos Christo Fernandes e Giovana Alcantara Maciel (pesquisadores da Embrapa Cerrados).</em></p>
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		<title>Delegação tocantinense destaca urgência de financiamento climático para combater incêndios na Amazônia Legal na COP 29</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 12:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Climático]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representando o Governo do Tocantins durante a 29ª Conferência das Partes (COP 29), realizada em Baku, no Azerbaijão, a diretora de Inteligência Ambiental, Clima e Florestas da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins (Semarh), Cristiane Peres, destacou, na sexta-feira, 15, &#160;a necessidade de avanços no financiamento climático para fortalecer os esforços no [&#8230;]</p>
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<p>Representando o Governo do Tocantins durante a 29ª Conferência das Partes (COP 29), realizada em Baku, no Azerbaijão, a diretora de Inteligência Ambiental, Clima e Florestas da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins (Semarh), Cristiane Peres, destacou, na sexta-feira, 15, &nbsp;a necessidade de avanços no financiamento climático para fortalecer os esforços no combate aos incêndios florestais na Amazônia Legal.</p>



<p>“Os estados, sozinhos, não conseguem arcar com os custos do combate e da recuperação das áreas devastadas. Precisamos de recursos internacionais e maior apoio federal para enfrentar os impactos das mudanças climáticas,” afirmou.</p>



<p>Durante o painel “Em tempos de mudanças climáticas: desafios do combate aos incêndios florestais na temporada de fogo na Amazônia Legal”, foram discutidas estratégias, avanços e obstáculos enfrentados pelos estados. Cristiane &nbsp;Peres apresentou um panorama técnico das iniciativas do Tocantins, destacando os desafios logísticos, a necessidade de adaptação climática e os esforços para proteger o bioma.</p>



<p>O Tocantins tem investido em ações preventivas e na integração com iniciativas federais e municipais. Um exemplo significativo é o programa de queima prescrita, que começa em janeiro em áreas de preservação, envolvendo comunidades locais. Essa medida tem contribuído para reduzir focos de incêndios em regiões estratégicas, como a Serra do Lajeado, protegendo não apenas a biodiversidade, mas &nbsp;melhorando, também, a qualidade do ar na capital Palmas.</p>



<p>Além disso, em 2024, o Governo do Tocantins contratou 116 brigadistas para reforçar a resposta emergencial, somando esforços às brigadas municipais. Ações de educação ambiental também alcançaram mais de 60 mil pessoas e 12 mil propriedades rurais, fortalecendo a conscientização sobre o uso do fogo e a prevenção de queimadas. Entretanto, desafios persistem. “O Tocantins é enorme, com 139 municípios e 17 mil km² de extensão. É humanamente impossível cobrir todo o território com brigadistas e bombeiros,” explicou Cristiane. Em áreas de difícil acesso, como a Ilha do Bananal, as limitações logísticas e a baixa regeneração florestal dificultam o controle de incêndios.</p>



<p>Outro ponto crítico identificado foi a falta de preparo de proprietários rurais para lidar com situações de risco. Para 2025, o Tocantins planeja intensificar a capacitação dessas comunidades para que possam atuar como brigadistas locais, contribuindo de forma mais efetiva para a prevenção e resposta em áreas remotas.</p>



<p><strong>Integração e financiamento climático</strong></p>



<p>A diretora de Inteligência Ambiental, Clima e Florestas&nbsp;destacou a importância da integração entre governos estaduais e federal, citando o Sistema de Monitoramento Ambiental Integrado (Siman) como uma ferramenta essencial para a comunicação rápida e eficiente entre instituições durante situações de emergência.</p>



<p>A diretora também reforçou a necessidade urgente de financiamento climático para apoiar ações de prevenção e recuperação de áreas devastadas. “Sem recursos adicionais, tanto internacionais quanto federais, será impossível implementar ações estruturantes à altura dos desafios impostos pelas mudanças climáticas,” alertou Cristiane Peres.</p>



<p>O Tocantins já traça estratégias para 2025 com foco em ampliar as brigadas municipais, fortalecer parcerias internacionais e mobilizar recursos financeiros para projetos de recuperação de áreas queimadas. A implementação do projeto “Mundo Amazônico”, liderado pelo Corpo de Bombeiros, busca melhorar a infraestrutura e as práticas de combate ao fogo no estado, aliando tecnologia, capacitação e ações integradas.</p>



<p>O Estado também trabalha na atualização do plano de combate a incêndios florestais e em ações para preparar comunidades locais, com o objetivo de ampliar sua capacidade de resposta. Essa mobilização comunitária, aliada a políticas públicas estratégicas, promete fortalecer o Tocantins diante dos desafios ambientais.</p>



<p><img decoding="async" style="width: 797px;" src="https://central.to.gov.br/image/400911?w=670&amp;h=383"><br>Governo do Tocantins ressaltou a importância da integração entre governos e destacou o Siman como ferramenta crucial para comunicação eficiente em emergências &#8211; Daniela Luquini </p>



<p><em>Por Baku/Azerbaijão.</em></p>
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		<title>Exército mobiliza 160 militares especializados para combater incêndios no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exercito-mobiliza-160-militares-especializados-para-combater-incendios-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Brigadista]]></category>
		<category><![CDATA[Exército]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Militares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), a Defesa Civil Estadual, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), além de outros órgãos que integram a força-tarefa de combate a incêndios florestais, realizou no último sábado, 14, uma reunião [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), a Defesa Civil Estadual, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), além de outros órgãos que integram a força-tarefa de combate a incêndios florestais, realizou no último sábado, 14, uma reunião estratégica no 22° Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, em Palmas. O encontro teve como objetivo alinhar as ações e operações de controle e mitigação dos danos causados pelos incêndios florestais, após o Estado declarar situação de emergência.</p>



<p>A participação do Exército Brasileiro na força-tarefa foi confirmada após uma reunião entre o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, e o ministro da Defesa, José Múcio, que assegurou o apoio do 22° Batalhão de Infantaria na contenção das queimadas.</p>



<p>O Comando Militar do Planalto (CMP) disponibilizou 160 militares especializados no combate a incêndios florestais, todos integrantes do 22° Batalhão de Infantaria Mecanizado (22° BI Mec), para atuar de forma conjunta com as equipes estaduais. Durante o evento, foi realizada uma solenidade de formatura dos militares capacitados pela Defesa Civil para participarem das operações de controle das queimadas.</p>



<p>O comandante do 22º Batalhão de Infantaria Mecanizada do Exército, coronel Edimur Benites, destacou que o objetivo é contribuir da melhor forma para combater os focos de incêndio. &#8220;A nossa intenção é cumprir a missão com eficiência e em coordenação com os demais órgãos do Estado&#8221;, pontuou.&nbsp;</p>



<p>O comandante da 3ª Brigada de Infantaria Mecanizada, com sede em Cristalina/GO, general Barreto, reafirmou o compromisso do Exército Brasileiro com a preservação ambiental e, principalmente, com a segurança da população. &#8220;Atendendo a demanda do governador do Tocantins, estamos aqui em Palmas para realizar esse apoio e essa integração de esforços com as demais instituições, órgãos e agências governamentais. Nós estamos em condições de contribuir com 160 militares e, a partir deste domingo,15, estaremos efetivamente nos juntando ao Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e demais órgãos envolvidos, para somar esforços nesse combate aos incêndios florestais aqui no Tocantins&#8221;, ressaltou o general, ao explicar que, em um primeiro momento, a equipe vai atuar na região metropolitana de Palmas com cerca de 60 militares brigadistas e outra equipe vai para a Ilha do Bananal.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O comandante-geral do CBMTO, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, que na ocasião representou o governador Wanderlei Barbosa, enfatizou a importância da gestão buscar o apoio do Ministério da Defesa. “A partir de agora, nossos militares passam a contar com esse importante reforço do Exército Brasileiro e seu aparato, para combatermos esses incêndios, principalmente nos locais com maiores focos, como a Ilha do Bananal, Lagoa da Confusão e região central. Estamos muito gratos ao general Barreto, que está aqui para nos ajudar nessa missão”, salientou.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Hoje [sábado, 14] é um dia importantíssimo para o Tocantins e para o meio ambiente, tendo em vista que 160 novos homens capacitados do Exército Brasileiro e equipamentos da corporação serão empregados no combate ao fogo no nosso Estado. Amanhã [Domingo, 15] um comboio já sai para a Ilha do Bananal e outro grupo ficará instalado aqui na região central&#8221;, pontuou o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, que também participou do encontro.&nbsp;</p>



<p>O vice-presidente do Naturatins, José Anibal, salientou a importância desse reforço para o Estado. “É um trabalho em conjunto que, com certeza, vai resultar no sucesso dessas ações do Governo do Tocantins”, concluiu.&nbsp;</p>



<p><strong>Foco no Fogo</strong></p>



<p>Os trabalhos de prevenção e contenção das queimadas começam antes do período da estiagem. Entre as iniciativas está o projeto Foco no Fogo, lançado em 2020 pela Semarh, reunindo mais de 30 instituições que compõem o Comitê do Fogo. Os objetivos do projeto são prevenir, combater e fiscalizar queimadas nos municípios apontados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelos dados do Centro de Monitoramento do Fogo (Cemaf).</p>



<p>Por meio de materiais educativos e visitas presenciais, os agentes sensibilizam moradores da zona rural, agropecuaristas e produtores sobre os riscos e os prejuízos das queimadas ilegais e dos incêndios florestais. Em 2024 o projeto Foco no Fogo atuará em mais de 60 cidades, com a realização de campanhas de conscientização e palestras nas escolas para destacar os danos à saúde e ao meio ambiente causados por práticas prejudiciais, abrangendo tanto a fauna quanto a flora; mapeamento das regiões mais afetadas pelo fogo; e orientações nas comunidades sobre prevenção e combate.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><a href="https://s.t1noticias.com.br/files/cache/2024/df04e1851e9261eceefca4d84a5c96e7.JPG"><img decoding="async" src="https://s.t1noticias.com.br/files/cache/2024/23bd80370b206ba14a50bdc51ed086dc.JPG" alt="" style="width:1208px;height:auto"/></a></figure>



<p><em>Por Semarh/Secom Tocantins. </em></p>
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		<title>Exército deve atuar no combate à incêndios florestais no Tocantins, diz governo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exercito-deve-atuar-no-combate-a-incendios-florestais-no-tocantins-diz-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 14:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Éxercito]]></category>
		<category><![CDATA[Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador Wanderlei Barbosa reuniu-se com o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio, e garantiu o reforço do 22° Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro para combater os focos de incêndio no Estado. A medida foi anunciada pelo chefe do Executivo estadual na manhã desta quinta-feira, 12, e soma-se a outras iniciativas da gestão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governador Wanderlei Barbosa reuniu-se com o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio, e garantiu o reforço do 22° Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro para combater os focos de incêndio no Estado. A medida foi anunciada pelo chefe do Executivo estadual na manhã desta quinta-feira, 12, e soma-se a outras iniciativas da gestão, como a aprovação da contratação de até 500 brigadistas para atuarem contra as queimadas ilegais.</p>



<p>&#8220;Nos últimos dias, tivemos diversos incêndios em nosso território, registrando um aumento de 103% em relação a 2023. Fizemos uma força-tarefa que envolveu instituições como Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis], Naturatins [Instituto Natureza do Tocantins], brigadas estaduais, municipais e privadas para aumentar ainda mais essa estrutura de apoio. Por esse motivo, conversei com o ministro José Múcio, que autorizou a brigada do 22º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, localizada em Palmas, para nos ajudar no combate aos incêndios&#8221;, afirmou o governador Wanderlei Barbosa.<br><br>Dentro das ações realizadas pelo Governo do Tocantins para combate e prevenção de queimadas, ocorreu nessa quarta-feira, 11, reunião com os secretários de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), Jonis Calaça, e do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcelo Lellis; os presidentes da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), Diogo Borges, e do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), coronel Edvan de Jesus Silva; além do comandante do Corpo de Bombeiros, Peterson Queiroz de Ornelas; para debater novas estratégias e ações que serão realizadas em conjunto, sendo uma delas o <em>Benefício Emergencial, </em>para assistir famílias atingidas por incêndios florestais em municípios que decretarem estado de emergência.</p>



<p>No<strong>&nbsp;</strong>início deste mês de setembro, foram entregues 25 novos veículos e equipamentos para o Instituto Natureza do Tocantins; assinados dois decretos emergenciais, um referente à instauração da situação de emergência em alguns municípios do Estado e outro que autoriza a contratação de mais brigadistas para atuarem nas regiões atingidas.&nbsp;Para a contratação de mais brigadistas, o governador Wanderlei Barbosa assinou o Decreto n° 6.841, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) na última sexta-feira, 6, e que permite ampliar o número de até 500 combatentes, contratados mediante justificativa técnica elaborada pelo Comando de Ações de Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins.&nbsp;</p>



<p>O chefe do Executivo também destinou mais de R$ 6 milhões para o combate a incêndio no Estado. A ação foi tomada após reunião com os prefeitos de cerca de 60 municípios do Tocantins, que ocorreu de forma virtual, com a participação do governador; de representantes do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO); da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh); do Naturatins; da Defesa Civil do Estado; da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS); do Exército Brasileiro; e outras instituições.<br><br><strong>Assistência à população</strong><br><br>Como as queimadas atingem, principalmente, a zona rural do Estado, prejudicando plantações, produções e até mesmo moradias, o Governo do Tocantins anunciou um benefício emergencial para assistir famílias atingidas por incêndios florestais em municípios. Por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), o Governo do Tocantins publicou a Portaria Setas n° 148 de 2024, que define os critérios para a partilha e a transferência de recursos estaduais destinados aos Benefícios Eventuais para municípios em situação de emergência devido às queimadas. A portaria estabelece que os recursos serão transferidos na modalidade fundo a fundo, com o objetivo de garantir que o atendimento esteja em conformidade com a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas) e a Política Nacional de Assistência Social (Pnas).<br><br>Os municípios elegíveis para o cofinanciamento estadual são aqueles que atendem aos critérios estabelecidos pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e aprovados pelo Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas/TO). Para receber os recursos, as cidades devem apresentar decretos municipais de emergência e relatórios sociais que detalham as medidas a serem tomadas. O valor do repasse será ajustado conforme o porte de cada município.<br><br><strong>Trabalho contínuo</strong><br><br>Durante o período da estiagem no bioma Cerrado, o mais presente no Tocantins, a vegetação seca, somada com as altas temperaturas e umidade relativa do ar baixa, facilitam os focos de queimadas. Como iniciativa padrão de todos os anos, o Governo do Tocantins destina recursos e iniciativas para o plano de contenção e combate às queimadas e, acompanhando a atual situação do cenário nacional, que vem sofrendo forte impacto dos extremos climáticos neste ano, reforça sua atenção ao controle de queimadas com ações e planejamentos emergenciais para conter a problemática no Estado.</p>



<p>Dentre as outras medidas adotadas pelo Governo do Tocantins, teve início nessa terça-feira, 10, a publicação semanal do Boletim Climático e Risco de Incêndio, reunindo dados do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma-TO) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O boletim inclui informações sobre o monitoramento climático, focos de queimadas e nível dos rios. A mais recente edição, referente ao período de 1° a 9 de setembro, apresenta o ranking dos dez municípios com maior número de focos de queimadas, informações meteorológicas das regiões norte, centro e sul do Estado, e comparativos dos níveis dos rios das 20 bacias hidrográficas ao longo dos últimos três anos.<br><br>O Tocantins já registrou 11.281 focos de queimadas em 2024, com 2.854 ocorrências somente na primeira semana de setembro. Lagoa da Confusão, Pium e Formoso do Araguaia são os municípios com maior número de registros. Em relação aos níveis dos rios, houve um aumento em comparação com 2022, mas uma redução em relação ao ano de 2023. A estação em Aurora do Tocantins, no Rio Palma, e a estação em Riachinho, no Rio Corda, mostram diferentes tendências, com a maioria dos rios apresentando um aumento em 2023, mas uma redução neste ano.</p>



<p>Com a produção do boletim, há um panorama real da situação, contribuindo para o combate às queimadas de forma célere e assertiva. Os dados fornecidos constantemente proporcionam uma base sólida para as equipes de combate, uma vez que o governo pode intensificar as ações nos municípios mais afetados, além de monitorar a evolução dos incêndios e implementar estratégias de prevenção naquelas localidades.</p>



<p><strong>Foco no Fogo</strong><br><br>Os trabalhos de prevenção e contenção das queimadas começam antes do período da estiagem. Entre as iniciativas está o projeto <em>Foco no Fogo</em>, lançado em 2020 pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, reunindo mais de 30 instituições que compõem o Comitê do Fogo. Os objetivos do projeto são prevenir, combater e fiscalizar queimadas nos municípios apontados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pelos dados do Centro de Monitoramento do Fogo (Cemaf).<br><br>Por meio de materiais educativos e visitas presenciais, os agentes sensibilizam moradores da zona rural, agropecuaristas e produtores sobre os riscos e os prejuízos das queimadas ilegais e dos incêndios florestais. Este ano, o projeto <em>Foco no Fogo</em> atuará em mais de 60 cidades, com a realização de campanhas de conscientização e palestras nas escolas para destacar os danos à saúde e ao meio ambiente causados por práticas prejudiciais, abrangendo tanto a fauna quanto a flora; mapeamento das regiões mais afetadas pelo fogo; e orientações nas comunidades sobre prevenção e combate.</p>



<p><em>Por Secom Governo do Tocantins.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/exercito-deve-atuar-no-combate-a-incendios-florestais-no-tocantins-diz-governo/">Exército deve atuar no combate à incêndios florestais no Tocantins, diz governo</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<item>
		<title>Tocantins traça novas medidas emergenciais de combate a incêndios no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-traca-novas-medidas-emergenciais-de-combate-a-incendios-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 13:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Membros do Comitê do Fogo se reuniram na tarde desta segunda-feira, 2, para discutir medidas emergenciais a serem adotadas no combate aos focos de incêndios no Estado. O encontro, que ocorreu a pedido do governador Wanderlei Barbosa, foi realizado na sala do Cigma (Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente). Esta foi uma [&#8230;]</p>
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<p>Membros do Comitê do Fogo se reuniram na tarde desta segunda-feira, 2, para discutir medidas emergenciais a serem adotadas no combate aos focos de incêndios no Estado. O encontro, que ocorreu a pedido do governador Wanderlei Barbosa, foi realizado na sala do Cigma (Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente).</p>



<p>Esta foi uma sequência da reunião do Governador com as respectivas instituições, realizada na última sexta-feira, 30, no Palácio Araguaia. Ocasião em que o Governador determinou que fossem encontradas novas soluções de combate aos focos de incêndio.<br>Durante a reunião foram propostas medidas emergenciais que serão apresentadas em 48 horas ao governador Wanderlei Barbosa para sua deliberação. Além do aumento do efetivo de homens do corpo de bombeiros e da Defesa Civil, a proposta é investir também na contratação de equipamentos para o combate ao fogo.</p>



<p>“Discutimos aqui hoje medidas concretas para intensificar o combate ao fogo e estas sugestões serão levadas ao governador Wanderlei Barbosa para que ele possam deliberá-las para serem executadas”, afirmou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis.</p>



<p>A reunião foi aberta com a apresentação de dados atualizados sobre queimadas e incêndios florestais no Tocantins que foram apresentados pelo professor coordenador do Cigma, Marcos Giongo.</p>



<p>Os gráficos mostraram um crescimento de 121% na área queimada no Brasil. Só no mês de agosto, o Tocantins registrou 8.849 focos de incêndio, mas a expectativa é que este número cresça em virtude da chegada do mês de setembro, considerado mais crítico ainda.</p>



<p>E para enfrentar este cenário, algumas medidas já estão sendo adotadas pelos órgãos. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Peterson Queiroz de Ornelas, informou que ampliou de 40 para 70 o total de bombeiros que atuam diariamente nas unidades. Além disso, a corporação colocou à disposição deste trabalho os 105 alunos que estão fazendo curso de formação de praças e os 20 do curso de formação de oficiais cadetes. Alem de 80 brigadistas que estão distribuídos pelo Estado.</p>



<p>O comandante-geral do Corpo de Bombeiros informou também que colocou uma equipe a mais à disposição nas unidades de Palmas, Araguaína e Gurupi. ”Dobramos as viaturas e enviamos ofícios para cada secretaria, solicitando veículos que possam ficar à disposição do corpo de Bombeiros para reforçar nossas ações”, afirmou. Foi discutido também o envio de ofício aos prefeitos para que criem suas brigadas para reforçar o trabalho de combate ao fogo.</p>



<p>O Comandante do Exército, coronel Ramos, se colocou à disposição para ajudar o estado com apoio logístico e homens para atuar no combate e no trabalho de educação ambiental, mediante pedido de ofício. “Caso precise, outros meios poderão ser alocados com a autorização do governo federal”, afirmou.</p>



<p><strong>Comitê do Fogo<br></strong><br>As instituições participantes do Comitê do Fogo incluem Coordenadoria Estadual de Defesa Civil; Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh); Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec); Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto); Associação Tocantinense de Municípios (ATM); Batalhão da Polícia Militar Rodoviário e Divisas (BPMRED); Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA); BPBUNGE – Pedro Afonso; Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf/UFT); Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer); Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO); Defesa Civil Municipal de Palmas; Defesas Civis Municipais do Interior; Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (Demag); Energisa; Exército Brasileiro – 22° Batalhão de Infantaria; Federação da Agricultura no Estado do Tocantins (Faet); Federação de Trabalhadores na Agricultura no Estado do Tocantins (Fetaet); Fundação Municipal de Meio Ambiente de Palmas; Guarda Metropolitana de Palmas; Ibama – Prevfogo; ICMBio; Incra; Infraero; Instituto de Terras do Estado do Tocantins (Itertins); Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins); Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); Ministério Público Estadual (MPE); Secretaria de Estado da Saúde (SES); Secretaria de Estado da Comunicação (Secom); Secretaria de Estado da Educação (Seduc); Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Agricultura (Seagro); Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO); e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).<br><br><em>Por Ana Karla. </em></p>
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		<title>É preciso mudança da cultura no topo da pirâmide, caso contrário não conseguiremos combater os incêndios florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última semana de agosto, foi noticiado pelos principais veículos de comunicação que o Brasil precisa reduzir em 92% as emissões de gases do efeito estufa até 2035, para contribuir de forma justa com a proposta de limitar em 1,5 graus Celsius (ºC) o aquecimento global. Quem diz isso é o Observatório do Clima que [&#8230;]</p>
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<p>Nesta última semana de agosto, foi noticiado pelos principais veículos de comunicação que o Brasil precisa reduzir em 92% as emissões de gases do efeito estufa até 2035, para contribuir de forma justa com a proposta de limitar em 1,5 graus Celsius (ºC) o aquecimento global. Quem diz isso é o Observatório do Clima que fez um estudo a respeito. Para esta meta ser atingida, os pesquisadores que participaram do estudo apontam que o país precisará atingir outras ambições.</p>



<p>Desmatamento zero até 2030, recuperação de 21 milhões de hectares de vegetação nativa, combate à degradação e aumento da proteção de seus biomas, bem como investir nas transições energéticas e na prática de agropecuária de baixa emissão, além de uma gestão adequada dos resíduos no país. Essas são as principais ambições que os pesquisadores se referem. O percentual tem como base as emissões de 2005 e avança limitando em 200 milhões de toneladas líquidas, a emissão anual que era de 2,4 bilhões de toneladas líquidas, há 19 anos.</p>



<p>Paralelamente, nos deparamos na mesma última semana de agosto com outra notícia, que infelizmente vai para o lado oposto. A grande quantidade de queimadas que aconteceram em diversas localidades do território nacional. O clima está muito seco porque faz muito tempo que não chove. Porém, vale reforçar que existe entre os especialistas a concordância de que a seca prolongada não justifica tantos focos de incêndio.</p>



<p>Curiosamente, desta vez o foco não foi a floresta Amazônica. A região Centro-oeste e o interior do Estado de São Paulo foram as áreas mais afetadas. Vale lembrar que o interior paulista praticamente não tem mais floresta nativa, apenas alguns poucos resíduos de mata selvagem que sobraram e que são importantes para a tentativa de recuperação do bioma. Infelizmente parte foi queimada junto com plantações de cana-de-açúcar e de laranja, principalmente. O que também chama a atenção porque fazendas são áreas já desmatadas.</p>



<p>É provável que o Observatório do Clima tenha de refazer seus estudos. A quantidade de incêndios é tão grande que não só a meta de redução de desmatamento ficou mais difícil como é fato que o que foi consumido pelas chamas são justamente as plantas que contribuiriam para a absorção do carbono na atmosfera. Aliás, ao serem queimadas, elas próprias se transformaram em gases nocivos à saúde e responsáveis pelo aquecimento global.</p>



<p>Em um mundo que é importante dar cada vez mais importância para o ESG, o que está acontecendo no Brasil é catastrófico. Embora, algumas empresas, entidades e cidadãos busquem, individualmente, soluções para mitigar emissões e frear as mudanças climáticas, no conjunto da nossa sociedade acontece o contrário. Emitimos mais fumaça ao mesmo tempo que destruímos o verde que ainda resta, a ferramenta de descarbonização mais eficiente que existe.</p>



<p>Considerando o contexto das ocorrências, em que a maioria dos focos são resultado da ação humana, parte por criminosos e parte por pessoas irresponsáveis, fica evidente que a solução depende de uma mudança radical na forma como o Estado brasileiro gerencia seus recursos naturais. Também é preciso uma forte mudança na visão de negócios dos donos do agronegócio, o mais importante segmento econômico do Brasil. Muitos desdenhava do trabalho contra o desmatamento, mas agora eles próprios se tornaram vítimas do mesmo fogo que destruiu gigantescas áreas de florestas nativas.</p>



<p>O que mais chama a atenção nisso tudo é que o Congresso brasileiro se mostra totalmente indiferente ao problema. Pior que isso, eles trabalham justamente para destruir o pouco que resta. Não bastasse perder tempo para aprovar projetos que autorizam a jogatina eletrônica e a comercialização de cigarros eletrônicos, os congressistas trabalham para aprovar o “pacote da destruição” formado por mais de 25 projetos de lei três propostas de emendas à Constituição (PECs), que permitem absurdos com derrubada de mata nativa em áreas de preservação permanente, redução de 80% para 50% a reserva legal na Amazônia, entre outros.</p>



<p>Projetos que visam beneficiar economicamente os donos do agronegócio, muitos deles, agora vítimas desses incêndios, mas que não enxergam além de seus próprios bolsos. Isso tem que mudar antes que seja tarde. Poder público e agropecuaristas precisam se reunir, se entenderem e, juntos, criarem um plano em prol da sustentabilidade. Os governos municipais, estaduais e o federal, assim como os legislativos nas três esferas, devem avaliar os gargalos que dificultam a fiscalização para corrigi-los assim como deve haver mudança na legislação para que a punição passe a ser verdadeiramente temida.</p>



<p>Já os proprietários das fazendas precisam melhorar procedimentos e criar meios de monitorar toda a área produtiva e os resquícios de florestas que restaram em suas propriedades. As perdas não são só deles e nem são apenas animais selvagens que estão morrendo e perdendo seus habitats. O lucro deles está sendo queimado. Compaixão com o primeiro grupo é respeito com o próprio bolso ou conta bancária. É respeito com a sociedade como um todo.</p>



<p>O conceito ESG tem de ser mais bem disseminado na sociedade. Mas isso só será possível se os que estão no topo da pirâmide política e econômica aprenderem e a aceitarem que é preciso mudar. Querendo ou não, eles são o exemplo para a sociedade. Se a cultura lá em cima não mudar, na base também não mudará. E aí o Brasil perderá a batalha para o aquecimento global. Todos nós seremos penalizados. Vai mais um aviso: para a natureza não existe classe social nem cargo de maior importância. Quando ela revidar, ninguém vai se salvar com “carteirada”.</p>



<p><em>Por Roberto Gonzalez é consultor de governança corporativa e ESG e conselheiro independente de empresas. É autor do livro &#8220;Governança Corporativa &#8211; O Poder de Transformação das Empresas</em>&#8220;. </p>
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