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	<title>Leishmaniose Visceral Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Leishmaniose Visceral Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins fecha o ano de 2023 sem nenhum óbito por Leishmaniose Visceral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 10:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Leishmaniose Visceral]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Dayana Nascimento/Governo do Tocantins Tocantins apresenta queda nos casos confirmados de Leishmaniose Visceral, os dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) apontam redução de 15,6% no número de casos novos no ano de 2023, com 92 confirmações, em comparação com 2022, quando foram confirmados 109 casos. Em todo o ano, não houve óbito, [&#8230;]</p>
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<p><strong>por Dayana Nascimento/Governo do Tocantins</strong></p>



<p>Tocantins apresenta queda nos casos confirmados de Leishmaniose Visceral, os dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) apontam redução de 15,6% no número de casos novos no ano de 2023, com 92 confirmações, em comparação com 2022, quando foram confirmados 109 casos. Em todo o ano, não houve óbito, pela doença.</p>



<p>“Em 2022 sete pessoas morreram devido à doença, o que elevou a taxa de letalidade do Estado para 8,75%. Em 2023 estabelecemos a meta prevista de 3,01% e fechamos o ano com 0,0% de letalidade, ou seja, nenhum óbito, graças ao trabalho conjunto da Área Técnica das Leishmanioses e os municípios. Trabalhamos muito durante todo ano capacitações das equipes municipais de saúde (médicos e enfermeiros), para melhorar o diagnóstico e a detecção precoce e tratamento correto e trabalho deu resultados”, destacou o biólogo em saúde, responsável área técnica das Leishmanioses da SES-TO, Julio Bigeli.</p>



<p>A região de saúde com maior número de casos foi a Médio Norte, com 30 casos (32%), seguido de 12 casos na região do Cantão (13%), 11 casos confirmados na região do Cerrado Tocantins Araguaia (12%), Bico do Papagaio (12%) e Capim Dourado (12%), 8 casos na região Amor Perfeito (8,7%), Ilha do Bananal com 5 casos (5,4%) e Sudeste com 4 casos confirmados(6,5%).</p>



<p>A coordenadora da Área Técnica Vetoriais e Zoonoses de Palmas, Rafaella Xavier Santos, destacou que &#8220;ações como controle populacional de animais e a rotina da vigilância epidemiológica com cronogramas de visitas periódicas trabalhando o fluxo de manejo na identificação de casos suspeitos para que o tratamento seja em tempo oportuno, são ações que impactam no diagnóstico precoce e consequentemente no tratamento, visto que a maior parte dos óbitos está ligado ao diagnóstico e tratamento tardio&#8221;.</p>



<p><strong>Leishmaniose tegumentar</strong></p>



<p>Com relação da Leishmaniose tegumentar, os dados apontam um aumento de 303 em 2022, para 305 em 2023, com um óbito no município de Wanderlândia, no ano passado.</p>
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