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	<title>leite Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>leite Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Projeto aprovado limita uso de nomes de origem animal em alimentos vegetais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta terça-feira (3), um projeto de lei que proíbe o uso de denominações associadas a produtos de origem animal em alimentos de origem vegetal. O texto segue agora para análise do Senado. A proposta estabelece que termos tradicionalmente vinculados a produtos como carne e leite não poderão ser [&#8230;]</p>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta terça-feira (3), um projeto de lei que proíbe o uso de denominações associadas a produtos de origem animal em alimentos de origem vegetal. O texto segue agora para análise do Senado.</p>



<p>A proposta estabelece que termos tradicionalmente vinculados a produtos como carne e leite não poderão ser utilizados para designar versões vegetais. No entanto, o projeto prevê exceção para nomes de uso comum já consolidados pelos hábitos alimentares, desde que não induzam o consumidor a erro quanto à natureza, origem ou finalidade do produto.</p>



<p>O Projeto de Lei 10556/2018 é de autoria da ex-deputada e atual senadora Tereza Cristina (PP-MS). A matéria foi aprovada com substitutivo apresentado pelo relator, deputado Rafael Simões (União-MG).</p>



<p><strong>Regras para rotulagem</strong></p>



<p>O texto determina que estabelecimentos do setor alimentício e fabricantes que comercializem produtos lácteos, similares aos lácteos, carnes ou similares à carne deverão apresentar informações claras, ostensivas e em língua portuguesa sobre a natureza dos produtos.</p>



<p>Também fica proibida a utilização de palavras, símbolos, ilustrações ou representações gráficas que possam induzir o consumidor a erro sobre características como composição, qualidade, quantidade, origem ou identidade do alimento.</p>



<p>A proposta busca reforçar a transparência nas informações prestadas ao consumidor e evitar confusão entre produtos de origem animal e vegetal.</p>



<p><strong>Debate internacional</strong></p>



<p>O tema é objeto de debate em diferentes países. Na Alemanha, por exemplo, as restrições são mais rígidas e não permitem a associação de determinados termos a matérias-primas distintas da original. Já em países como França, Itália e Espanha, são admitidas expressões como “queijo vegano” ou “queijo vegetal”.</p>



<p>Com a aprovação na Câmara, o projeto seguirá para votação no Senado Federal.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Frísia monitora 23,5 mil vacas por IA, equivalente a quase 70% da sua produção leiteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 12:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[100 Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Frísia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Frísia Cooperativa Agroindustrial monitora atualmente 23,5 mil vacas leiteiras com o uso de inteligência artificial (IA). Os animais estão distribuídos em 109 propriedades do Paraná e fazem parte do Projeto Monitore, iniciativa voltada ao acompanhamento contínuo de saúde, reprodução, nutrição e conforto térmico do rebanho. As propriedades participantes do Monitore representam mais de 50% [&#8230;]</p>
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<p>A Frísia Cooperativa Agroindustrial monitora atualmente 23,5 mil vacas leiteiras com o uso de inteligência artificial (IA). Os animais estão distribuídos em 109 propriedades do Paraná e fazem parte do Projeto Monitore, iniciativa voltada ao acompanhamento contínuo de saúde, reprodução, nutrição e conforto térmico do rebanho. As propriedades participantes do Monitore representam mais de 50% dos produtores de leite da Frísia e aproximadamente 68% do volume diário entregue à indústria.</p>



<p>O sistema utiliza colares eletrônicos instalados em vacas das raças Holandesa e Jersey em lactação, no período seco (sem produção leiteira) e também em novilhas com 30 dias pré-parto, categorias consideradas mais sensíveis do ponto de vista sanitário e reprodutivo. O projeto integra o programa Mais Leite Saudável, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p>



<p>Segundo Eduardo Ichikawa, gerente executivo de Pecuária da Frísia, a decisão de implantar o sistema da Cowmed foi construída com os próprios cooperados, pelo Comitê Pecuário. “O foco é termos, junto com os cooperados, mais saúde e mais produção das vacas. O monitoramento permite agir antes que o problema se agrave”, afirma. Ele destaca que não há distinção por tamanho de propriedade. “Independentemente de quanto produz, o importante é estar no projeto”, conta.</p>



<p>Para a implementação do projeto Monitore, a Frísia subsidiou parte do investimento em infraestrutura, como o custo de instalação das antenas nas propriedades. O cooperado, então, paga uma mensalidade por animal monitorado, equivalente a cerca de um terço do valor praticado no mercado.</p>



<p><strong>Detecção precoce<br></strong><br>Os colares funcionam como um dispositivo de monitoramento contínuo do comportamento das vacas. Eles registram dados de movimentação, ruminação, frequência e tempo de consumo, tempo de descanso, padrões de ofegação, entre outras medições. As informações são enviadas para antenas instaladas nas propriedades e processadas em plataforma digital, acessível, inclusive, por celular pelo cooperado e equipe técnica da Frísia.</p>



<p>De acordo com Anderson Radavelli, supervisor de Zootecnia da cooperativa, os primeiros resultados percebidos pelos produtores foram na reprodução e na saúde dos animais. “A detecção de cio foi um dos principais ganhos iniciais, porque antes dependia muito da observação visual. Agora, o produtor recebe o alerta no momento adequado para a inseminação”, explica.</p>



<p>O sistema também identifica alterações sutis no comportamento que podem indicar início de doenças. “Muitas vezes, o alerta vem antes dos sinais clínicos visíveis. Isso permite medidas preventivas, tratamento mais cedo e redução no uso de medicamentos”, diz Radavelli.</p>



<p>Na reprodução, os dados também têm refletido em desempenho. Há propriedades cooperadas registrando taxas de prenhez acima de 35%, patamar considerado elevado. Em geral, os índices médios de taxa de prenhez no Brasil costumam variar entre 18% e 24%.</p>



<p><strong>Conforto térmico<br></strong><br>Outro ponto monitorado é o estresse por calor. Os colares registram o tempo de ofegação e o período em que a vaca permanece em pé — comportamentos que aumentam quando o animal tem dificuldade de dissipar calor. “Com essas informações, o produtor pode ajustar ventilação, sombra e manejo para reduzir o impacto do calor. Isso preserva o bem-estar e evita perdas de produção”, afirma o supervisor de Zootecnia.</p>



<p>Os dados de ruminação e tempo de cocho também funcionam como indicadores diretos de consumo alimentar. “Conseguimos acompanhar desde a ruminação até quanto tempo a vaca passa no cocho. Se o animal reduzir a ingestão, o sistema sinaliza rapidamente. Isso permite corrigir dieta e manejo”, explica Radavelli.</p>



<p><strong>Tecnologia embarcada<br></strong><br>A tecnologia é desenvolvida pela empresa brasileira Cowmed. Segundo o vice-presidente e cofundador, Leonardo Guedes da Luz Martins, o sistema opera como um “smartwatch da vaca”. “A coleira acompanha o animal 24 horas por dia, registrando comportamento em alta frequência. É como se o produtor tivesse alguém observando cada vaca o tempo todo”, afirma.</p>



<p>Cada dispositivo realiza 25 amostragens por segundo do comportamento do animal. Os algoritmos analisam os dados e geram alertas automáticos de saúde e cio, além de alterações nutricionais ou de bem-estar. “Nas análises que fazemos, a precisão dos alertas de saúde pode chegar acima de 95%”, diz Martins.</p>



<p>Para ele, o projeto também estabelece uma comunicação direta com o mercado. “Quando a cooperativa investe em monitoramento, está mostrando ao consumidor que há interesse em desenvolvimento, eficiência e bem-estar animal. É uma forma de dar transparência ao sistema de produção”, destaca o cofundador da Cowmed.</p>



<p><strong>Sobre a Cooperativa Frísia</strong></p>



<p>Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga de produção do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Sua trajetória se confunde com a do cooperativismo brasileiro, em que a união, o trabalho e a organização promovem resultados sustentáveis aos cooperados, colaboradores, parceiros e sociedade, sempre aplicando os sete princípios cooperativistas. A Frísia nasceu em Carambeí (PR), em 1925, como Sociedade Cooperativa Hollandeza de Laticínios, onde está localizada a matriz. Atualmente, está presente em 11 municípios dos Campos Gerais paranaense e possui unidades em três cidades do Tocantins, estado onde começou as atividades em 2016. São mais de mil cooperados e mais de 1,2 mil colaboradores que fazem da Frísia uma das maiores cooperativas do Brasil, com atividades nos segmentos de grãos, lácteos, florestas, rações, sementes e proteína animal. Mesmo inovadora e atualizada às rápidas mudanças no campo, a Frísia mantém a sua essência traduzida em “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”! Saiba mais em frisia.coop.br.</p>



<p><em>Por Assessoria de imprensa da Cooperativa Frísia.</em></p>
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		<title>Para defender o setor leiteiro, Ministério retoma apuração sobre importações consideradas “desleais”</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/para-defender-o-setor-leiteiro-ministerio-retoma-apuracao-sobre-importacoes-consideradas-desleais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As investigações antidumping nas importações de leite em pó provenientes de Argentina e Uruguai serão retomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anunciou o vice-presidente e titular da pasta, Geraldo Alckmin, nesta última terça-feira (2). Desde agosto deste ano o processo estava parado por conta de medida preliminar que apontava problemas técnicos na [&#8230;]</p>
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<p>As investigações antidumping nas importações de leite em pó provenientes de Argentina e Uruguai serão retomadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anunciou o vice-presidente e titular da pasta, <strong>Geraldo Alckmin</strong>, nesta última terça-feira (2).</p>



<p>Desde agosto deste ano o processo estava parado por conta de medida preliminar que apontava problemas técnicos na origem da petição, como a necessidade de diferenciação do produto&nbsp;<em>in natura</em>&nbsp;da versão em pó,mas, agora, a pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os trabalhos devem seguir até junho de 2026.</p>



<p>Contudo, representantes da entidade dizem esperar que medidas, como a antecipação de uma tarifa adicional ao produto importado, sejam colocadas em prática antes desse período. De acordo com o assessor técnico da entidade, Guilherme Sousa Dias, foi constatado que entre 2021 e 2023, que abrange o período investigado, a Argentina exportou leite em pó ao Brasil a um preço 53% menor do que custava em seu mercado interno.</p>



<p>O vice-presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, Jônadan Ma, destacou a importância da decisão como “uma ação concreta de defesa ao produtor e à indústria nacional”, diante dos prejuízos causados pelas importações aos pecuaristas de leite no país, principalmente os pequenos, que já enfrentam uma crise de baixos preços e alta dos custos de produção.</p>



<p>“O importante é garantir a sobrevivência do produtor e amenizar o cenário crítico pela cadeia leiteira”, acrescentou. “O ministro reconheceu o peso social, político e estratégico da cadeia do leite. O Brasil reúne mais de 1,1 milhão de produtores, responsáveis pelo sustento direto de 5 a 6 milhões de pessoas”, completou.</p>



<p>Segundo ele, com a decisão, a produção nacional poderá ser preservada de práticas desleais de comércio e evita-se a dependência do mercado externo no médio e no longo prazo.</p>



<p>Ma disse, ainda, que o setor leiteiro enfrentou um ano particularmente desafiador em 2025 e que a expectativa é encerrar o ano com algum alívio e iniciar 2026 em condições mais favoráveis, abrindo novas perspectivas para os produtores e para toda a cadeia produtiva.</p>



<p>O deputado Domingos Sávio, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), lembrou que esse entendimento é reconhecido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) de que o leite em pó é similar ao leite in natura, fator que, na sua avaliação, pesou para que a equipe técnica do MDIC revisse sua posição, que foi respaldada pelo ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin.</p>



<p>Já a deputada Ana Paula Leão, presidente da FPPL, disse que os próximos passos, além das tarifas antidumping provisórias, é tratar de ações estruturantes para a cadeia produtiva para melhorar a rentabilidade do produtor.</p>



<p>O assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, pontuou que as próximas etapas envolvem a publicação, no processo, do deferimento do pedido de reconsideração da CNA e a retomada da investigação de dumping.</p>



<p>A Confederação também aguarda a determinação preliminar positiva de dumping, dano e nexo causal para aplicação de direitos antidumping provisórios tão logo seja possível. A entidade segue articulando junto ao MDIC e lutando pela defesa dos produtores rurais.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Setor de laticínios articula medidas para ampliar competitividade da cadeia do leite no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-de-laticinios-articula-medidas-para-ampliar-competitividade-da-cadeia-do-leite-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), promoveu, nesta terça-feira, 18, uma reunião com representantes de laticínios e instituições parceiras para avançar em propostas de fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Estado. O encontro ocorreu na sede da Seagro, em Palmas, nessa terça-feira, 19.  O diretor de Agricultura, Agronegócio e Pecuária da Seagro, José [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), promoveu, nesta terça-feira, 18, uma reunião com representantes de laticínios e instituições parceiras para avançar em propostas de fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Estado. O encontro ocorreu na sede da Seagro, em Palmas, nessa terça-feira, 19. </p>



<p>O diretor de Agricultura, Agronegócio e Pecuária da Seagro, José Américo Vasconcelos, destacou que demandas urgentes foram levantadas para encaminhamento ao Governo do Estado. “Entre as propostas estão: um levantamento do Procon sobre o preço de mercado do leite para identificar possíveis valores abusivos; a apresentação das demandas das empresas de laticínio ao Governo para avaliação de redução do ICMS; e o incentivo para que os laticínios assumam parte dos custeios dos produtores visando à melhoria da qualidade do leite”, explicou.</p>



<p>O representante da Italac, Thiago Rodrigues, reforçou a importância da participação do Governo do Tocantins neste momento crítico para o setor. “Buscamos ferramentas que beneficiem indústrias e produtores. Antes, o produtor recebia R$ 2,50 pelo litro; hoje, o valor caiu para R$ 1,70, o que compromete a sustentabilidade da cadeia produtiva. Essa parceria com o Governo é essencial para equilibrar o preço e garantir a continuidade da atividade”, afirmou.</p>



<p>O presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado do Tocantins (Sindileite), Samuel Oliveira, também ressaltou o papel estratégico do debate. “É um momento importante para criar mecanismos de valorização para produtores e indústrias, formalizando propostas que serão apresentadas ao Governo do Estado para aprimorar esse segmento fundamental ao desenvolvimento econômico do Tocantins”, destacou.</p>



<p>Participaram da reunião representantes do Sindileite, Procon, empresas de laticínio, Câmara Setorial do Leite, Secretaria da Fazenda, Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet), o deputado estadual Luciano Oliveira e demais instituições.</p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Excesso de oferta no mercado mundial deve pressionar preços do leite, aponta estudo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/excesso-de-oferta-no-mercado-mundial-deve-pressionar-precos-do-leite-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 12:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[mercado mundial]]></category>
		<category><![CDATA[StoneX]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado lácteo mundial deve enfrentar uma pressão significativa nos preços até 2026, segundo um estudo da StoneX, empresa global de serviços financeiros. O relatório foi apresentado durante o webinar “Mercado de Lácteos: Panorama e Oportunidades até o final de 2025” e revela um cenário de excesso de oferta e demanda contida, afetando diretamente a [&#8230;]</p>
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<p>O mercado lácteo mundial deve enfrentar uma pressão significativa nos preços até 2026, segundo um estudo da StoneX, empresa global de serviços financeiros. O relatório foi apresentado durante o webinar “Mercado de Lácteos: Panorama e Oportunidades até o final de 2025” e revela um cenário de excesso de oferta e demanda contida, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores brasileiros.</p>



<p>A análise indica que a produção elevada em grandes exportadores, como estados Unidos, União Europeia e Argentina, deve continuar mantendo os preços internacionais em baixa. Essa situação impacta diretamente o valor do leite pago aos produtores no Brasil, que enfrenta desafios adicionais com a concorrência das importações, que representam cerca de treze por cento do consumo nacional.</p>



<p><strong>Pressão sobre os preços</strong></p>



<p>Nos estados Unidos, a produção de leite tem superado a demanda, impulsionada por melhorias genéticas e investimentos em processamento. Nate Donnay, Diretor de Inteligência de Mercado de Laticínios da StoneX, afirmou que “o aperto nas margens deve começar no fim de 2025, com queda nos preços do leite e aumento no abate de vacas”.</p>



<p>Na União Europeia, a situação é semelhante, com a doença língua azul afetando a prenhez em países como Alemanha e França.<a href="https://www.canalrural.com.br/seguranca/produtor-bilionario-e-morto-na-vespera-de-transferir-patrimonio-e-tirar-filhos-da-heranca/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1370720147&amp;utm_term=1804580"></a><a href="https://www.canalrural.com.br/economia/xi-jinping-promete-defender-livre-comercio-em-discurso-na-abertura-da-cupula-da-apec/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1371590849&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p>No Brasil, o preço do leite está em queda, devido à pressão das importações. A consultora Marianne Tufani, da StoneX, afirmou que “quando o leite importado fica mais barato, o produto nacional perde espaço e o preço cai”, um efeito que é amplificado por uma baixa elasticidade de mercado. A relação de troca entre o litro de leite e a arroba da vaca gorda também está desfavorável, principalmente em São Paulo e Goiás.</p>



<p><strong>Expectativas para 2026</strong></p>



<p>De acordo com a StoneX, a expectativa é de uma recuperação lenta das margens apenas a partir de 2026, com melhorias mais vinculadas à redução dos custos do que a uma valorização significativa do leite. A safra recorde de milho no Brasil e os estoques elevados nos estados Unidos devem contribuir para a queda nos custos de nutrição animal.</p>



<p>No entanto, o clima representa um risco. Se o fenômeno La Niña se intensificar, pode haver estiagens no Sul do Brasil, afetando os custos e a produtividade. Embora a inflação de alimentos tenha diminuído, o consumo interno ainda avança lentamente, devido ao endividamento das famílias, que chega a sessenta por cento em algumas regiões.</p>



<p>Tufani também mencionou um impulso natural no fim do ano, mas alertou que “a sustentabilidade desse consumo ainda depende da confiança do consumidor e do cenário macroeconômico”. O viés baixista do preço do leite deve persistir até o primeiro trimestre de 2026, conforme a análise da StoneX, com a oferta global elevada como um dos principais fatores de pressão.</p>



<p>Com informações de:&nbsp;<a href="https://canaldocriador.com.br/noticias/preco-do-leite-deve-cair-ate-final-2025-reduzir-margem-do-produtor/">canaldocriador.com.br</a>.</p>



<p><em>Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>No Dia Mundial do Leite, veja os 7 desafios que impactam a cadeia produtiva</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/no-dia-mundial-do-leite-veja-os-7-desafios-que-impactam-a-cadeia-produtiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 12:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia Produtiva]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Vacas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Leite, comemorado em 1º de junho, a pecuária leiteira brasileira se destaca pela sua amplitude territorial e diversidade de sistemas de produção, que variam de operações de baixa tecnificação a propriedades de alta performance. Essa heterogeneidade tecnológica, no entanto, define os desafios enfrentados em cada fazenda, podendo levar à ineficiência e, [&#8230;]</p>
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<p>No Dia Mundial do Leite, comemorado em 1º de junho, a pecuária leiteira brasileira se destaca pela sua amplitude territorial e diversidade de sistemas de produção, que variam de operações de baixa tecnificação a propriedades de alta performance.</p>



<p>Essa heterogeneidade tecnológica, no entanto, define os desafios enfrentados em cada fazenda, podendo levar à ineficiência e, em casos extremos, ao abandono da atividade.</p>



<p>Os principais problemas consistentemente identificados em fazendas brasileiras que afetam a produtividade e a rentabilidade do setor incluem:</p>



<p><strong>Nutrição inadequada e seus impactos</strong></p>



<p>A baixa oferta de energia e/ou proteína compromete a conversão alimentar, impactando diretamente a produção de leite e o ganho de peso. Dietas deficientes mobilizam reservas corporais, prejudicando a produção, a reprodução e o escore de condição corporal das vacas. A qualidade do pasto e das silagens é crucial para evitar essa limitação.</p>



<p><strong>Intervalo entre partos elevado e DEL médio</strong></p>



<p>O intervalo entre partos (IEP) longo, acima de 12,5 meses, resulta em menor taxa de natalidade, aumento dos custos de reposição e mais dias de vacas sem produção. Monitorar o DEL (Dias em Lactação) médio é vital; um DEL entre 150 e 180 dias é ideal para rebanhos lucrativos e reprodutivamente eficientes, assegurando que a maioria das vacas esteja nos estágios mais produtivos.</p>



<p><strong>Qualidade do leite e saúde da glândula mamária</strong></p>



<p>O teste do alizarol é fundamental para a triagem da qualidade do leite. Leite ácido ou alcalino (fora dos parâmetros da IN 77) não é aceito pela indústria, gerando perdas. Enquanto o leite ácido pode estar ligado ao colostro, o leite alcalino frequentemente indica mastite, problemas de imunidade, falhas sanitárias na ordenha ou falta de terapia da vaca seca, práticas essenciais para a saúde do úbere.</p>



<p><strong>Estresse térmico</strong></p>



<p>Fatores ambientais como temperatura, umidade e radiação solar influenciam a zona de conforto térmico. O estresse térmico por calor reduz a ingestão de alimentos, impacta a produção (em até 20%) e qualidade do leite, prejudica a reprodução e aumenta a incidência de doenças. Rebanhos de alta produção são mais sensíveis, exigindo um Índice de Temperatura e Umidade (ITU) abaixo de 68.</p>



<p><strong>Escala, planejamento e compra de matérias-primas</strong></p>



<p>A produção individual de leite por vaca está diretamente ligada à margem líquida por hectare, otimizando o uso de recursos. A falta de escala na compra de matérias-primas eleva os custos. Um planejamento alimentar estratégico é crucial para monitorar o consumo e reduzir despesas, permitindo ao produtor aproveitar melhores condições de mercado.</p>



<p><strong>Falta de dados zootécnicos</strong></p>



<p>A ausência de dados zootécnicos impede a identificação de falhas e a aplicação eficaz de tecnologias. Embora softwares auxiliem na coleta, a dificuldade reside em transformar dados em informações acionáveis para a tomada de decisão estratégica.</p>



<p><strong>Problemas de casco</strong></p>



<p>As afecções de casco estão entre as principais causas de claudicação (60%) e geram perdas significativas (até 20% na produção de leite). Elas também afetam a eficiência reprodutiva, aumentam a incidência de mastite e os custos com tratamentos. Junto com a nutrição, a saúde da glândula mamária e os problemas reprodutivos, as enfermidades de casco são as maiores causas de perdas econômicas na pecuária leiteira, exigindo atenção constante para a saúde e sustentabilidade dos rebanhos.<br><br>No Dia Mundial do Leite, celebrar é também uma forma de refletir. Para superar os desafios da produção é essencial garantir um futuro mais eficiente, rentável e sustentável para a pecuária leiteira brasileira.<br><br><em>Por Daniel &#8211; DS Vox.</em></p>
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		<title>Sindileite contará com apoio do Estado para fortalecer o setor leiteiro no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sindileite-contara-com-apoio-do-estado-para-fortalecer-o-setor-leiteiro-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 14:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Apoio]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Sindileite]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião intermediada pelo deputado estadual Luciano Oliveira discute estratégias para impulsionar a cadeia produtiva do leite, gerar empregos e fortalecer a economia local. O governador Wanderlei Barbosa recebeu nesta quinta-feira, 13, representantes do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado do Tocantins (Sindileite) e secretários estaduais para discutir estratégias de fortalecimento do setor leiteiro. Na [&#8230;]</p>
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<p><em>Reunião intermediada pelo deputado estadual Luciano Oliveira discute estratégias para impulsionar a cadeia produtiva do leite, gerar empregos e fortalecer a economia local.</em></p>



<p>O governador Wanderlei Barbosa recebeu nesta quinta-feira, 13, representantes do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado do Tocantins (Sindileite) e secretários estaduais para discutir estratégias de fortalecimento do setor leiteiro. Na reunião, o deputado estadual Luciano Oliveira destacou a importância da interação entre indústrias, produtores e governo.&nbsp;</p>



<p>“Nosso objetivo é consolidar e expandir a cadeia produtiva do leite, tornando-a mais forte e competitiva. Com o apoio do governador Wanderlei Barbosa e dos secretários envolvidos, acreditamos que podemos construir um ambiente favorável ao crescimento sustentável do setor”, afirmou o parlamentar.</p>



<p>O encontro contou também com a presença do secretário da Fazenda, Donizeth Silva, do secretário da Agricultura, Jaime Café, e do secretário da Indústria, Comércio e Serviços, Beto Lima. Entre as principais pautas estavam o fortalecimento da bacia leiteira tocantinense, a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do setor.</p>



<p>Samuel Rita de Oliveira, presidente do Sindileite e representante da Indústria San Rita, destacou a importância da mediação do deputado Luciano Oliveira para viabilizar o diálogo entre o setor produtivo e o governo. “Estamos aqui junto com outras indústrias – Palac, Cremolat, Leite Mel – em um encontro intermediado pelo deputado Luciano, que fez essa ponte com o governo e o secretariado. A medida discutida trará uma injeção significativa na economia do estado, gerando emprego e renda”, afirmou.</p>



<p>Atualmente, a indústria da bacia leiteira do Tocantins gera mais de 2 mil empregos diretos e fomenta mais de 10 mil empregos indiretos, abrangendo produtores de todo o estado. O fortalecimento do setor é visto como essencial para aumentar a competitividade das indústrias locais e melhorar a rentabilidade dos produtores.</p>



<p>Durante reunião, o secretário da Agricultura, Jaime Café, destacou que o Governo do Tocantins vem apoiando os pequenos e médios produtores por meio do Programa Mais Genética,&nbsp; que já distribuiu mais de 12 mil doses de sêmen para a realização de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) para melhorar a qualidade do rebanho bovino de leite no estado.&nbsp;</p>



<p>Para fortalecer a cadeia produtiva do leite, a distribuição de kits de inseminação artificial pelo Programa Mais Genética Tocantins segue disponível para os produtores interessados. Para acessar as normas, procedimentos e solicitar os kits, basta visitar o site seagro.to.gov.br e acessar o menu “Mais Genética Tocantins”. Também é possível obter mais informações pelo telefone (63) 9 9959-2029 ou pelo e-mail maisgeneticato.cadastro@gmail.com.</p>



<p>O Sindileite e as indústrias presentes avaliaram a reunião de forma positiva e acreditam que as medidas debatidas contribuirão para avanços na economia tocantinense, que vão beneficiar tanto os produtores quanto a população do estado.<br><br><em>Por Ascom Luciano Oliveira</em>.</p>
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		<title>Estado entrega novos equipamentos para resfriamento de leite e beneficia produtores rurais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-entrega-novos-equipamentos-para-resfriamento-de-leite-e-beneficia-produtores-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 13:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[resfriamento]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), e em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), realizou, na primeira semana de fevereiro, uma série de vistorias nos tanques de resfriamento e armazenamento de leite nos municípios de Dois Irmãos e Nova Rosalândia, região de Paraíso do Tocantins. A iniciativa, conduzida pelo escritório [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), e em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), realizou, na primeira semana de fevereiro, uma série de vistorias nos tanques de resfriamento e armazenamento de leite nos municípios de Dois Irmãos e Nova Rosalândia, região de Paraíso do Tocantins. A iniciativa, conduzida pelo escritório regional de Paraíso e pela Gerência de Pecuária, do escritório Central de Palmas, tem como objetivo garantir a qualidade do leite e a eficiência do sistema de resfriamento utilizado pelos produtores locais.</p>



<p>Essa ação faz parte do Convênio nº 772342/2012 Ruraltins/Mapa, que visa modernizar a pecuária leiteira e fortalecer os pequenos produtores no Estado.</p>



<p>Durante a inspeção, o zootecnista Brunno Ribeiro explicou os critérios adotados para garantir um armazenamento seguro e eficiente do leite. &#8220;Durante as inspeções, é feita uma análise rigorosa da estrutura ao redor do tanque, observando fatores como a adequação do espaço, a segurança da instalação e as condições que podem influenciar o desempenho do equipamento. Esse cuidado minucioso assegura que o processo de armazenamento do leite seja realizado de maneira eficiente e sem comprometer sua qualidade&#8221;, destacou Brunno Ribeiro.</p>



<p>Além das vistorias, o Ruraltins realizou a entrega de novos equipamentos de resfriamento de leite no povoado Rodovilândia, município de Maurilândia do Tocantins, na região do Bico do Papagaio, onde há uma demanda crescente por esse tipo de estrutura, especialmente entre os produtores da agricultura familiar.</p>



<p><strong>Produtores comemoram melhorias na infraestrutura leiteira</strong></p>



<p>A instalação dos novos tanques de resfriamento representa um grande avanço para os produtores da região. Antônio Aleixo Barbosa, um dos beneficiados pelo programa, destacou a importância do apoio do Ruraltins e os planos futuros para ampliar ainda mais a capacidade do tanque. &#8220;Estamos muito gratos pela parceria com o Ruraltins em instalar o tanque na nossa comunidade. Vamos trabalhar e, em breve, esperamos colocar um tanque de mil litros&#8221;, afirmou o produtor.</p>



<p>O zootecnista do Ruraltins, Brunno Ribeiro, destacou que “buscar melhores condições de trabalho e infraestrutura para os pequenos produtores e promover a modernização da pecuária leiteira são alguns dos compromissos do governador Wanderlei Barbosa”, frisou.</p>



<p><strong>Parceria técnica fortalece a cadeia produtiva do leite</strong></p>



<p>A equipe técnica do Ruraltins que acompanhou as visitas foi composta pelo zootecnista Brunno Ribeiro; pelo gerente de Pecuária, Guilherme Dias; e pela técnica do escritório Regional de Araguatins, Maria Silene da Silva.</p>



<p>O trabalho conjunto dessas equipes fortalece o suporte técnico oferecido aos produtores rurais e garante que os investimentos em infraestrutura sejam bem aproveitados e resultem em avanços significativos para a cadeia produtiva do leite no estado.</p>



<p><em>Por Amanda Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Brasil ajuda Nigéria a aumentar produção de leite com raça Girolando</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-ajuda-nigeria-a-aumentar-producao-de-leite-com-raca-girolando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 14:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[Nigéria]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de Leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de leite da Nigéria, no oeste da África, estão inseminando vacas das raças nigerianas Bunaji e Gudali com sêmen da raça sintética brasileira Girolando. O trabalho é feito em parceria com a Embrapa e o objetivo é alavancar a produção de leite no país, cuja média é de dois litros diários por vaca. Segundo [&#8230;]</p>
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<p>Produtores de leite da Nigéria, no oeste da África, estão inseminando vacas das raças nigerianas Bunaji e Gudali com sêmen da raça sintética brasileira Girolando. O trabalho é feito em parceria com a Embrapa e o objetivo é alavancar a produção de leite no país, cuja média é de dois litros diários por vaca. Segundo o diretor da Agência Nacional para o Desenvolvimento da Biotecnologia Agrária (NABDA) da Nigéria, Abdullahi Mustapha, com o melhoramento genético dos rebanhos locais, a pecuária de leite nigeriana tem capacidade de elevar a produção diária para 10 a 15 litros por vaca.</p>



<p>“Já começamos a fazer as inseminações artificiais do gado nigeriano com o sêmen Girolando do Brasil”, diz Mustapha. Mais de 600 vacas foram inseminadas e, segundo o pesquisador da&nbsp;<a href="http://www.embrapa.br/gado-de-leite" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa Gado de Leite (</a>MG)&nbsp;<a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/307003/marcos-vinicius-gualberto-barbosa-da-silva" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marcos Vinícius G. B. Silva</a>, já nasceram 250 bezerras F1 (meio sangue de Girolando/raça nigeriana). A expectativa inicial é realizar 2 mil inseminações em cem fazendas que fazem parte do projeto.</p>



<p>O diretor de pesquisa em genética, genômica e bioinformática da NABDA, Oyekanmi Nash, diz que os produtores nigerianos vão esperar que as novas vacas entrem em produção para substituir paulatinamente o rebanho. Ainda segundo ele, de início, as novas vacas produziriam entre cinco e dez litros de leite e progrediriam sem perder a boa adaptabilidade das espécies nigerianas às condições locais.</p>



<p>O próximo passo da NABDA é fazer a análise genômica das vacas F1 para identificar quais características os animais resultantes dos cruzamentos herdaram dos pais e prever o potencial das novas vacas para a produção de leite.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-fao-e-embrapa-na-africa"><strong><a href="https://www.embrapa.br/documents/10180/86473972/240709_LeiteNig%C3%A9ria_Marcos+Vin%C3%ADcius_G.+B._Silva_produtores.jpg/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511153a?t=1720216179767" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>FAO e Embrapa na África</strong></h5>



<p>O projeto Biotechnologies for Sustainable Dairy production in Africa (Biotecnologias para a produção leiteira sustentável na África) foi desenvolvido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com a presença da Embrapa. A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando participa indiretamente do projeto com informações sobre o pedigree dos touros e outros dados zootécnicos. Já a Nigéria seleciona as propriedades, treina os inseminadores e fornece o suporte para obtenção e coleta de dados.</p>



<p>O projeto prevê o melhoramento genético do rebanho nigeriano por meio de técnicas como inseminação artificial, edição do genoma e outras biotecnologias. O objetivo é melhorar a viabilidade econômica e a sustentabilidade da produção leiteira de pequena escala na África Subsaariana, utilizando as raças bovinas locais, já adaptadas às condições da região. Em breve, a parceria deverá ser estendida para a transferência de tecnologia em pastagens, alimentação e manejo.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="499" class="wp-image-6491" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511.jpg" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511.jpg 900w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511-300x214.jpg 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511-768x548.jpg 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511-120x86.jpg 120w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511-350x250.jpg 350w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/633d73a2-8bc8-0f0c-3922-c1b56511-750x535.jpg 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p><strong>Foto:</strong>&nbsp;Marcos Vinícius G.B. Silva</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-ganhos-para-ambos-os-paises"><strong>Ganhos para ambos os países</strong></h5>



<p>De grande importância para a Nigéria, o projeto também é bom para o Brasil. “Além de incrementar a exportação de sêmen, embriões e animais Girolando, estamos exportando tecnologia de ponta, desenvolvida pelo Brasil, que é a avaliação genômica da raça Girolando”, afirma o pesquisador. Silva diz ainda que a Empresa está cumprindo seu papel, já que a África é uma das prioridades para a Embrapa no que se refere à cooperação internacional.</p>



<p>Ações como essa deverão ser expandidas para outros países africanos e do Oriente Médio. A Arábia Saudita, por exemplo, já demonstrou interesse em participar do projeto e uma proposta semelhante já foi encaminhada às autoridades daquele país. Além da exportação de sêmen e de tecnologia, outra vantagem para a pecuária nacional é que um grande mercado de venda de animais e embriões se abre para os criadores brasileiros.<br><br><em>Por Rubens Neiva/Embrapa Gado de Leite.</em></p>
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		<title>Transformação no Campo: Chácara em Araguatins alcança lucratividade com apoio do Senar na produção de leite</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/transformacao-no-campo-chacara-em-araguatins-alcanca-lucratividade-com-apoio-do-senar-na-producao-de-leite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2024 11:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência]]></category>
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		<category><![CDATA[Lucratividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia de Campo realizado pelo Senar no município de Araguatins mostrou que a produção de leite pode ser rentável, mesmo numa propriedade de pequeno porte. A experiência na Chácara Heloísa 2, do produtor rural Raimundo Nonato foi alicerçada no manejo adequado e em uma gestão eficiente. Depois de muito trabalho, mesmo com uma redução [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Dia de Campo realizado pelo Senar no município de Araguatins mostrou que a produção de leite pode ser rentável, mesmo numa propriedade de pequeno porte. A experiência na Chácara Heloísa 2, do produtor rural Raimundo Nonato foi alicerçada no manejo adequado e em uma gestão eficiente.</p>



<p>Depois de muito trabalho, mesmo com uma redução drástica no custo de produção, a produtividade do rebanho praticamente dobrou e o volume total de leite mais que triplicou, saltando de 20 para 70 litros/dia.</p>



<p><strong>DIFICULDADES E DESAFIO</strong></p>



<p>O produtor rural é assistido pela ATeG (Assistência Técnica e Gerencial do Senar) há cerca de um ano. Antes da chegada da assistência técnica na propriedade, ele enfrentava dificuldades com a baixa qualidade da pastagem e o volume insuficiente de alimentos para os animais, sobretudo no período seco.</p>



<p>Segundo a técnica de campo do Senar, Valéria Martins, que assiste a propriedade, para superar as limitações a estratégia inicial foi implantar uma capineira na chácara.</p>



<p>“Fizemos a nossa própria silagem, mas não paramos por aí. Trabalhamos o controle reprodutivo, a divisão de pastagens, sempre prezando pelo bem-estar dos animais&#8221;, explicou a técnica.</p>



<p>“Hoje a gente vive despreocupado porque sabemos que no verão não vamos ter dificuldades, já temos a silagem armazenada&#8221;, disse Raimundo Nonato.</p>



<p>Segundo ele, depois desse aprendizado, nada mais foi feito na chácara sem as orientações do Senar. Por conta desses resultados, o produtor já pensa em expandir os negócios. <br><br>Por Assessoria do Senar.</p>
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