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	<title>Liderança feminina Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Liderança feminina Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Liderança feminina ganha força no agronegócio, revela pesquisa do GPTW</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[GPTW]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança feminina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cresce número de mulheres em cargos de CEOs em 2026 em empresas do setorPesquisa realizada pelo Great Place To Work® (GPTW), referência global em cultura organizacional e ambientes de trabalho saudáveis, divulgou os resultados da 8ª edição do Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar™ no Agronegócio. O levantamento reconhece 50 organizações que mais se destacam [&#8230;]</p>
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<p><em>Cresce número de mulheres em cargos de CEOs em 2026 em empresas do setor<br></em><br>Pesquisa realizada pelo Great Place To Work® (GPTW), referência global em cultura organizacional e ambientes de trabalho saudáveis, divulgou os resultados da 8ª edição do Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar™ no Agronegócio. O levantamento reconhece 50 organizações que mais se destacam pela promoção de ambientes corporativos saudáveis, inovadores e inclusivos no setor.</p>



<p>Na edição de 2026, 240 empresas participaram do processo, impactando cerca de 280 mil colaboradores. Ao todo, foram contempladas 10 empresas de pequeno porte, 20 de médio e 20 de grande porte, com presença em 10 estados brasileiros.</p>



<p>O levantamento revela que as empresas premiadas se destacam no desenvolvimento de ambientes inovadores seis vezes mais em comparação com organizações não ranqueadas. Além disso, as Melhores Empresas de Agronegócio 2026 registraram crescimento médio de 12%, o que representa um desempenho 1,7 vezes maior do que o das empresas não premiadas no mesmo período tiveram 7%.</p>



<p>Com 20 empresas entre as premiadas, o estado de São Paulo lidera o ranking, evidenciando a concentração regional. Paraná aparece na sequência, com oito empresas, seguido por Minas Gerais, com cinco. Ceará, Mato Grosso e Rio Grande do Sul contam com três organizações premiadas cada, enquanto Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina registram duas cada.</p>



<p>A pesquisa de 2026 também revela que 29% dos cargos de média liderança nas empresas premiadas são ocupados por mulheres. Já no topo da estrutura organizacional, na alta liderança, houve uma queda na participação feminina. Por outro lado, um dos principais destaques foi a presença das mulheres em cargos de CEO, com crescimento de sete pontos percentuais, um avanço importante na representatividade feminina no setor.</p>



<p>O ranking também evidencia um equilíbrio entre renovação e consistência: 13 empresas estrearam na lista, enquanto outras nove mantêm presença recorrente, estando entre as premiadas em pelo menos cinco edições.</p>



<p><strong>Perfil etário</strong></p>



<p>Em 2026, profissionais com até 25 anos continuam a representar 17% do total. A faixa de 26 a 34 anos, ainda majoritária, apresentou retração de dois pontos percentuais. Já o grupo entre 35 e 44 anos avançou um ponto percentual, alcançando 15%. Por sua vez, a participação de colaboradores com 55 anos ou mais manteve-se estável em 6%, repetindo os números observados em 2024 e 2025. A análise revelou que não houve grandes mudanças na composição das equipes.</p>



<p><strong>Tempo de casa</strong></p>



<p>Em 2026, 38% dos colaboradores tinham até dois anos de empresa, uma queda de quatro pontos em relação a 2025 é de oito pontos na comparação com 2024. Em contrapartida, a participação de profissionais com dois a cinco anos de casa avançou, passando de 25% para 30%. Já os colaboradores com maior tempo de casa continuam sendo minoria: 15% têm entre seis e dez anos, 8% entre 11 e 15 anos, 5% entre 16 e 20 anos e apenas 4% possuem mais de 20 anos.</p>



<p><strong>Fatores de permanência</strong></p>



<p>Entre os principais fatores de permanência, destacam-se a oportunidade de crescimento (42%), a qualidade de vida (28%) e o alinhamento de valores (13%), seguidos por remuneração e benefícios (12%) e estabilidade (5%). Em relação ao ano anterior, oportunidade de crescimento e qualidade de vida avançaram um ponto percentual cada. Já a remuneração e os benefícios se mantiveram estáveis, em 12%. Por outro lado, o alinhamento de valores registrou queda de quatro pontos percentuais em comparação aos anos anteriores, atingindo 13%, enquanto a estabilidade apresentou aumento de dois pontos percentuais em relação a 2025.</p>



<p><strong>Perfil por gênero</strong></p>



<p>Neste recorte, a pesquisa mostra que nas empresas reconhecidas no ranking GPTW a participação feminina apresentou crescimento de dois pontos percentuais quando comparada a 2024, passando de 27% para 29%. No entanto, ainda há maior predominância masculina em seus quadros, com 71% de participação.</p>



<p><strong>Liderança</strong></p>



<p>A pesquisa 2026 revela que 29% dos cargos da média liderança das empresas premiadas são ocupados por mulheres, o que representa um avanço de cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior. Já no topo da estrutura organizacional, na alta liderança, houve uma queda de quatro pontos percentuais, com participação feminina de 18% dos ante os 22% registrados no ano anterior. Nas demais posições de liderança, a presença das mulheres avançou dois pontos percentuais, alcançando 26% em 2026 e retornando ao mesmo patamar de 2024.</p>



<p>A 8ª edição do Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar™ no Agronegócio também mostra que a participação de mulheres em cargos de CEO cresceu sete pontos percentuais em relação a 2026 e cinco pontos quando comparada a 2025, um avanço importante na representatividade feminina no setor.</p>



<p><strong>Índice de Inovação (IVR)</strong></p>



<p>Em 2026, 20% das empresas premiadas operam no estágio funcional de inovação, avanço de dois pontos percentuais em relação ao ranking anterior. O estudo também identificou redução de quatro pontos percentuais (38%) em relação ao último ranking, de empresas no estágio funcional. Enquanto as empresas no estágio de atrito cresceram 2%.</p>



<p>A diferença entre as empresas premiadas e não premiadas é significativa: no estágio avançado de inovação, a distância é de 17 pontos percentuais. Além disso, o estudo identificou que as empresas reconhecidas apresentam percentual 35% menor de organizações em estágio de atrito, reforçando como ambientes de trabalho saudáveis e de confiança impactam a inovação do negócio.</p>



<p><strong>Confira o ranking neste link:<br></strong><br><a href="https://conteudo.gptw.com.br/estudo-ranking-agro-2026">https://conteudo.gptw.com.br/estudo-ranking-agro-2026</a> </p>



<p><strong>Sobre o Great Place To Work® (GPTW)</strong></p>



<p>Com três décadas de atuação, metodologia exclusiva e atuação em 180 países, o Great Place To Work® é a principal referência mundial em cultura organizacional, amplificando as vozes dos colaboradores por meio de pesquisas para diagnóstico, dados e benchmarking, possibilitando a promoção de melhorias no ambiente de trabalho e o reconhecimento por meio da Certificação e Ranking. (https://gptw.com.br/certificacao)</p>
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		<title>Sistema FAET/Senar destaca liderança feminina no agro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sistema-faet-senar-destaca-lideranca-feminina-no-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:37:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema FAET/Senar fechou as homenagens às mulheres em março com um reconhecimento às lideranças femininas do agro tocantinense. “A presença da mulher em posição de destaque nas nossas entidades tem crescido bastante e, da mesma forma, é cada vez mais comum ver propriedades rurais sendo comandadas por mulheres, por isso, temos que homenageá-las”, destacou [&#8230;]</p>
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<p>O Sistema FAET/Senar fechou as homenagens às mulheres em março com um reconhecimento às lideranças femininas do agro tocantinense. “A presença da mulher em posição de destaque nas nossas entidades tem crescido bastante e, da mesma forma, é cada vez mais comum ver propriedades rurais sendo comandadas por mulheres, por isso, temos que homenageá-las”, destacou o presidente Paulo Carneiro.</p>



<p>Segundo ele, outras iniciativas ainda virão pela frente porque além de garantir espaço para a representatividade feminina, o presidente considera que é preciso preparar as novas lideranças para o exercício de suas atividades.</p>



<p>Para a superintendente do Senar, Rayley Luzza, em breve o sistema deve apresentar novas ações voltadas para o público feminino. Ela lembrou que um exemplo dessa ascensão feminina está nos próprios sindicatos rurais, onde atualmente sete das 40 entidades espalhadas pelo estado estão sob o comando de uma mulher.</p>



<p><strong>EXPERIÊNCIAS DE SUCESSO</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.19.06-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6023"/></figure></div>


<p><strong>Simone Sandri</strong>&nbsp;– A presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, Simone Sandri, representa o avanço da liderança feminina no agronegócio tocantinense. Prova disso são os frutos colhidos à frente da entidade. Com trajetória ligada ao campo desde a infância, ela assumiu o cargo em maio de 2024, ampliando sua atuação estratégica no setor.</p>



<p>Apesar dos desafios iniciais, Simone destaca a superação, inclusive do preconceito, com base em competência e resultados. E por onde passa, segundo ela, a mulher deixa sua marca mostrando que o agro também é lugar de mulher.</p>



<p>“Hoje, vejo que mais do que uma barreira, isso se transformou em oportunidade para abrir caminhos e fortalecer ainda mais a presença feminina no agronegócio”, afirmou. Também à frente da Comissão de Mulheres da FAET, ela incentiva a participação e o protagonismo das mulheres no setor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.19.06-1-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6022"/></figure></div>


<p><strong>Flávia Germendorff</strong>&nbsp;– para ela, a criação que teve, com o trabalho junto aos pais no campo desde jovem foi alicerce para a atuação à frente do Sindicato Rural de Natividade. Ela está no comando da entidade a dois anos e divide essa função com outra na diretoria da Aprosoja Tocantins, onde está a cerca de 6 anos.</p>



<p>Administradora, especializada em Comercio Exterior, participou ativamente das atividades no campo da família, tanto na produção de grãos como na plantação e comércio de bananas.</p>



<p>“Meu pai ensinou desde cedo que ser mulher não fazia diferença. E isso me deu tranquilidade para assumir funções mesmo num ambiente dominado por homens. Nunca me senti como sexo frágil”, destacou.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.21.18-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6020"/></figure></div>


<p><strong>Sandra Carneiro</strong>&nbsp;– Há seis anos à frente do Sindicato Rural de Almas, ela teve uma trajetória até aqui que mesclou o trabalho no campo e as atividades na área educacional. Desde jovem acompanhava o pai na produção de leite em Goiás e dele ficou a lição de que, não importa onde estivesse, que tudo deveria ser o mais bem feito possível.</p>



<p>Ao lado do marido, desbravou o sudeste do Tocantins nos primeiros anos do novo estado com a atividade na produção de arroz e de gado de corte. Depois assumiu o comando do sindicato rural e superou as desconfianças iniciais com dedicação.</p>



<p>“O agro é agro, um ambiente muito machista onde nem sempre aceitam que uma mulher possa saber mais. Mas é preciso entender que o setor não é só pra ficar desfilando de bota e chapéu, a mulher tem que ter conteúdo, não pode ser só embalagem. Tem que entender do que faz”, disse.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.19.05-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6024"/></figure></div>


<p><strong>Gina Minghini</strong>&nbsp;– O exemplo de força da mãe que ficou viúva com nove filhos para criar foi a inspiração da presidente do Sindicato Rural de Dianópolis. Há seis anos, ela e o filho comandam a propriedade da família, depois do falecimento do marido. Dividindo o tempo com o trabalho na área de educação, ainda conseguiu tempo para estar à frente da entidade rural.</p>



<p>“<em>Assumi o comando da entidade num momento difícil e logo no primeiro ano já fizemos dois grandes eventos. No início senti uma certa resistência de alguns produtores, mas superamos isso com o tempo porque mostrei a eles que estava ali pra somar, pelos mesmos interesses”, afirmou</em>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.19.06-2-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6021"/></figure></div>


<p><strong>Gilvânia Barros</strong>&nbsp;– A capacidade da mulher de assumir multitarefas também foi a característica apontada pela presidente do Sindicato Rural de Aliança. Militar da reserva, bacharel em Direito, ela não só apoia os negócios do marido no segmento comercial, como também lidera as atividades na propriedade da família, além do comando da entidade rural.</p>



<p>“<em>Num ambiente que costuma ser muito machista, a mulher não pode se intimidar com as resistências. Tem que sair fazendo e mostrando que é capaz. A ação conquista respeito”, destacou</em>”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.25.34-200x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6025"/></figure></div>


<p><strong>Ozenira Caldeira</strong>&nbsp;– Conhecida como Pretinha, desde cedo trabalhou no campo ao lado do pai em Goiás. Mas foi em Dueré, onde presidente do Sindicato Rural que ela construiu história no agro ao lado da família.</p>



<p>É umas das pioneiras na liderança feminina sindical rural no Tocantins e chegou ao comando do sindicato aclamada pelos produtores, onde está a três mandatos. Por isso, costuma ser uma grande incentivadora das mulheres a assumirem responsabilidades e serem voz ativa nos negócios de suas famílias.</p>



<p>“Quando comecei, quase não víamos mulheres nesses espaços. Hoje tenho orgulho de dizer que ajudei a abrir porteiras para que outras viessem e ocupassem seu lugar. Estamos mostrando que competência não tem gênero”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft"><img decoding="async" src="https://sistemafaetsenar.org.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-30-at-17.30.22-175x300.jpeg" alt="" class="wp-image-6026"/></figure></div>


<p><strong>Cássia Cayres</strong>&nbsp;– No comando do Sindicato Rural de Augustinópolis há 11 anos, a presidente Cássia Cayres é símbolo de liderança feminina no agronegócio no Bico do Papagaio. Primeira mulher a ocupar o cargo na região, ela assumiu após reativar a entidade, que estava inativa desde 2002, ampliando sua atuação para 10 municípios.</p>



<p>Enfrentou resistência em um ambiente predominantemente masculino, mas conquistou seu espaço com trabalho e firmeza. “Nós mulheres temos que trabalhar mil vezes mais do que os homens para mostrar o nosso valor”, afirma.</p>



<p>Ao longo da gestão, Cássia fortaleceu o sindicato e passou a ser referência entre os produtores. A atuação dela também é marcada pelo incentivo ao protagonismo feminino, promovendo ações e eventos que buscam ampliar cada vez mais a participação das mulheres no agro.</p>



<p><br><br><br><br><em>Por Ascom Sistema Faet/Senar.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Mais de mil mulheres lotam eventos no Tocantins e colocam comunicação e poder no centro do debate sobre liderança feminina</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mais-de-mil-mulheres-lotam-eventos-no-tocantins-e-colocam-comunicacao-e-poder-no-centro-do-debate-sobre-lideranca-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 13:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Cíntia Chagas]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança feminina]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento realizado pelo Sebrae trouxe ao Estado a educadora Cíntia Chagas para discutir como linguagem, postura e expressão pública impactam trajetórias profissionais Em um auditório lotado de empresárias, gestoras e lideranças femininas, a conversa sobre empreendedorismo ganhou um eixo menos habitual, que é a a linguagem como instrumento de poder. Mais de 1.500 mulheres participaram, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Evento realizado pelo Sebrae trouxe ao Estado a educadora Cíntia Chagas para discutir como linguagem, postura e expressão pública impactam trajetórias profissionais</em></p>



<p>Em um auditório lotado de empresárias, gestoras e lideranças femininas, a conversa sobre empreendedorismo ganhou um eixo menos habitual, que é a a linguagem como instrumento de poder. Mais de 1.500 mulheres participaram, nesta terça-feira, 10, de encontros promovidos pelo Sebrae Tocantins nas cidades de Paraíso do Tocantins e Palmas, que tiveram como destaque a palestra da educadora e escritora Cíntia Chagas.</p>



<p>A agenda reuniu mulheres que já lideram empresas ou buscam ampliar a presença em espaços de decisão. Durantes os dois eventos, aAs participantes ocuparam o auditório para discutir como comunicação, postura e posicionamento podem influenciar diretamente a forma como mulheres são percebidas no ambiente profissional.</p>



<p>O tema dialoga com um cenário de avanço e contradição. No Tocantins, mais de 40% das empresas são lideradas por mulheres, segundo dados do Sebrae. O número indica crescimento do protagonismo feminino na economia local, mas não elimina as barreiras simbólicas e estruturais que ainda marcam a presença feminina em ambientes de poder.</p>



<p>Em muitos casos, essas barreiras passam pela própria comunicação. Mulheres são interrompidas em reuniões, têm sua autoridade questionada ou precisam provar competência em ambientes historicamente masculinos. Durante a palestra, Cíntia Chagas defendeu que a forma de falar e de se posicionar pode influenciar diretamente a construção de autoridade no mundo do trabalho. “Comunicação não é apenas estética da linguagem. É também uma ferramenta de poder. Quando a mulher se expressa com clareza e segurança, ela amplia a capacidade de ser ouvida e respeitada em espaços onde, muitas vezes, ainda precisa disputar legitimidade”, afirmou.</p>



<p>A palestra percorreu temas como clareza na fala, presença profissional e construção de credibilidade elementos que, segundo a educadora, impactam diretamente negociações, liderança de equipes e representação institucional de empresas.</p>



<p>Para a analista do Sebrae Tocantins, Maria Divina Alves, iniciativas que fazem associação ao empreendedorismo feminino precisam considerar o acesso ao mercado e também mecanismos que sustentam a liderança. “Quando falamos de empreendedorismo feminino, estamos colocando em jogo diversos fatores e não só o de abrir ou manter uma empresa, mas estamos falando de confiança, de posicionamento e de como as mulheres se reconhecem e são reconhecidas como lideranças dentro dos próprios negócios”, aponta.</p>



<p>Rogério Ramos, diretor técnico do Sebrae Tocantins, destaca que encontros desta natureza funcionam também como espaço de articulação entre empresárias de diferentes setores. A proposta, segundo ele, é ampliar redes de apoio e diálogo entre mulheres que compartilham desafios semelhantes, que vai desde a gestão cotidiana das empresas à busca por maior presença em ambientes de decisão. “Em um país onde mulheres já são responsáveis por parcela significativa da atividade econômica, O Sebrae tem o papel de realizar eventos que revelam uma mudança em curso, ou seja, &nbsp;mais do que ocupar o mercado, mulheres passam a discutir abertamente as regras do poder dentro dele”, enfatiza.</p>



<p><em>Por Ascom Sebrae Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Donas da Terra realiza imersão inédita em Gurupi e Goiânia com foco em gestão rural e liderança feminina</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/donas-da-terra-realiza-imersao-inedita-em-gurupi-e-goiania-com-foco-em-gestao-rural-e-lideranca-feminina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 12:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Donas da terra]]></category>
		<category><![CDATA[gestão rural]]></category>
		<category><![CDATA[Gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança feminina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o propósito de fortalecer o protagonismo feminino no agronegócio, o projeto Donas da Terra, idealizado por Andrea Stival, chega às cidades de Gurupi (TO) e Goiânia (GO) com duas edições da sua imersão prática e transformadora. A primeira edição acontece no dia 5 de junho, em Gurupi, e já está com as inscrições encerradas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o propósito de fortalecer o protagonismo feminino no agronegócio, o projeto Donas da Terra, idealizado por Andrea Stival, chega às cidades de Gurupi (TO) e Goiânia (GO) com duas edições da sua imersão prática e transformadora.</p>



<p>A primeira edição acontece no dia 5 de junho, em Gurupi, e já está com as inscrições encerradas. A segunda edição será realizada no dia 10 de junho, em Goiânia, com inscrições ainda abertas. A proposta da imersão é garantir qualidade, aprofundamento e uma transformação real.</p>



<p>“Donas da Terra tem o propósito de alcançar a mulher que, por algum motivo, vai administrar sua fazenda e não tem conhecimento de como começar. Assim nasceu Donas da Terra”, informa Andrea.</p>



<p>Com o tema “Sua Fazenda, Sua Empresa”, o encontro propõe uma jornada de aprendizado real, em que mulheres do campo vivenciam conceitos de gestão rural, planejamento, conhecimento da sua propriedade e como mantê-la produtiva.</p>



<p>O diferencial do Donas da Terra está na prática: não é palestra, não é roda de conversa. É mão na massa.</p>



<p>A pergunta que guia a imersão resume a essência do projeto: “Se a vida te colocasse no comando da fazenda hoje… você estaria pronta?”</p>



<p>A proposta é que cada participante saia com uma nova visão, ferramentas aplicáveis e a confiança necessária para liderar com clareza e autonomia.</p>



<p>As inscrições para a edição de Goiânia estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo WhatsApp:<br>📲 (63) 99251-5257</p>



<p>Mais informações também no Instagram:<br>🔗 @andrea_stival</p>
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		<title>Durante a Agrotins 2025, roda de Conversa “Donas da Terra” vai debater liderança feminina no campo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 20:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
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<p>A Associação dos Criadores de Gado Nelore do Tocantins (ACNT), em parceria com a&nbsp;Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins (SEAGRO), realizam nesta quarta-feira, 14, às 14h, a roda de conversa “Donas da Terra”, sendo um momento de valorização e fortalecimento da presença feminina no agro. O evento integra a programação oficial da Agrotins 2025,&nbsp; a maior feira agropecuária do Norte do Brasil, essa roda de conversa será realizada na Praça de Alimentação da Agrotins.</p>



<p>Com o foco no conhecimento, liderança e transformação no campo, o diálogo aberto&nbsp;reunirá mulheres que atuam à frente do agronegócio no estado, para reforçar a importância da presença feminina na gestão, a visibilidade das suas trajetórias e a representação do setor rural.&nbsp;</p>



<p>Para a presidente da Associação dos Criadores de Gado Nelore do Tocantins, Andrea Stival, a iniciativa nasce da necessidade de reconhecer e celebrar a contribuição feminina para o desenvolvimento do Tocantins, além de estimular uma maior presença das mulheres no setor. “A pecuária do Tocantins é feita por muitas mãos, e muitas delas são femininas. São mulheres que lideram propriedades, que tomam decisões estratégicas e que investem seu tempo na gestão. Com o ‘Donas da Terra’, queremos abrir espaço para essas vozes, reconhecer a força feminina no agro e inspirar novas lideranças.”, destaca.</p>



<p>Dentre as presenças confirmadas está a Primeira dama do Tocantins, Karyne Sotero; Andrea Stival,  presidente da Nelore Tocantins; Ariane Stival, vice-presidente do Fazendão Agronegócio; a médica veterinária e empresária, Camila Martins Agnolin; Caroline Schneider Barcellos, presidente da Aprosoja Tocantins; Márcia Christina Mascarenhas, produtora rural; a Diretora Administrativa do Grupo Uniggel Sementes, Betânia Godoy Garcia; Lilian Martins, Secretária Executiva da Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins (SEAGRO) e Jackeline Guelfi, médica veterinária da Fazenda Encontro da Natureza.<br><br><strong>Sobre a Agrotins</strong></p>



<p>A Agrotins 2025 chega à sua nova edição com o tema “AgroEvolução”, sendo promovida pelo Governo do Tocantins, com coordenação da Seagro, Adapec, Ruraltins, Fapt e Tocantins Parcerias. A feira reunirá mais de 800 expositores, entre empresas, cooperativas, instituições públicas e privadas, agricultores familiares, estudantes e produtores rurais, e tem como missão impulsionar o desenvolvimento do setor agropecuário com foco em tecnologia, sustentabilidade e valorização do produtor.</p>



<p><em>Por Thalita David/Ascom. </em></p>
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