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	<title>Maranhão Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Maranhão Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Relatório da CGU aponta valores acima do estimado em obra de ponte reconstruída entre TO e MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) apresentou um relatório que aponta &#8220;indicativo de risco de sobrepreço&#8221; na construção da ponte Juscelino Kubitschek, localizada entre Tocantins e Maranhão, na BR-226. O documento identificou inconsistências no orçamento e riscos contratuais. O relatório foi concluído e apresenta análises e recomendações. A CGU deve continuar o monitoramento. (CORREÇÃO: o g1 errou ao informar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) apresentou um relatório que aponta &#8220;indicativo de risco de sobrepreço&#8221; na construção da ponte Juscelino Kubitschek, localizada entre Tocantins e Maranhão, na BR-226. O documento identificou inconsistências no orçamento e riscos contratuais. O relatório foi concluído e apresenta análises e recomendações. A CGU deve continuar o monitoramento.</p>



<p><em>(CORREÇÃO: o g1 errou ao informar que o relatório da CGU apontou sobrepreço na reconstrução da ponte que desabou entre Tocantins e Maranhão. O relatório aponta que há indicativo de risco de sobrepreço. A informação foi corrigida às 14h50 de 20 de fevereiro)</em></p>



<p>A ponte foi entregue em dezembro de 2025, um ano após a queda da antiga estrutura, que deixou 14 mortos e três desaparecidos.&nbsp;<strong>O investimento foi de R$ 171.969.000.</strong></p>



<p>Segundo o relatório, &#8220;verifica-se, portanto, que o valor contratado pelo DNIT (R$ 171.969.000,00) seria R$ 17.819237,16 (R$ 171.969.000,00 – R$ 154.149.762,84) acima do valor considerado pela equipe de auditoria (cerca de 12%)&#8221;.</p>



<p>O DNIT informou ao&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;que o orçamento foi elaborado com base em estimativas técnicas compatíveis com a complexidade da obra e com as informações disponíveis à época da contratação. Caso a análise técnica constate a necessidade de ajustes nos quantitativos ou valores, o DNIT adotará todas as providências administrativas cabíveis<em>&nbsp;(veja a nota completa abaixo).</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Tal valor é um indicativo do risco de sobrepreço no contrato decorrente de possíveis inconsistências na forma da estimativa paramétrica, realçando a importância de que esta seja construída sobre uma amostra criteriosamente selecionada e tratada, a fim de melhor refletir os preços praticados no mercado&#8221;, apontou a CGU.</p>
</blockquote>



<p>A CGU, afirmou em nota, que o relatório não constatou um sobrepresso, mas inadequações na metodologia adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para estimar o valor de referência para a contratação da obra, especificamente no processo de orçamentação paramétrica<em>&nbsp;(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/9fgVI04Yji3FvdA-IyvFT2bONQY=/0x0:1600x846/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/9/I/BNpq7zRyAeVKz4lcmy7A/whatsapp-image-2025-07-01-at-09.32.55.jpeg" alt="Ponte foi entregue no fim de 2025 — Foto: Divulgação/DNIT"/></figure>



<p><em>Ponte foi entregue no fim de 2025 — Foto: Divulgação/DNIT</em></p>



<p>A CGU também apontou que o DNIT teria simulado o valor da construção com base em obras antigas, algumas com mais de 10 anos, além de atualizações financeiras superiores a 100%. Isso teria levado à distorção dos valores reais de mercado.</p>



<p>Segundo a controladoria, as cartas de solicitação de propostas e as justificativas formais para a escolha das empresas consultadas não foram encontradas nos autos, prejudicando a rastreabilidade do processo.</p>



<p><strong>O relatório já foi concluído e apresenta análises e recomendações ao DNIT; veja abaixo:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criação de normativos internos para padronizar a escolha de amostras em orçamentos paramétricos</li>



<li>Realização de análise técnica rigorosa do orçamento detalhado da obra para ajustar eventuais distorções e avaliar a necessidade de reequilíbrio econômico-financeiro</li>



<li>Atualização do Manual de Contratações de Obras Emergenciais de acordo com a Nova Lei de Licitações</li>
</ul>



<p><strong>Desabamento da ponte</strong></p>



<p><a class="" href="https://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2024/12/22/ponte-entre-maranhao-e-tocatins-desaba-sobre-rio.ghtml">A ponte caiu por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024.&nbsp;</a>No desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões, sendo que dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outros 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Ao todo, 18 pessoas foram vítimas do colapso da ponte, sendo que apenas um homem conseguiu sobreviver. Antes da ponte cair, moradores dos dois estados alertavam as autoridades sobre a situação da estrutura. A queda aconteceu no exato momento em que o vereador de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/to/tocantins/cidade/aguiarnopolis/">Aguiarnópolis</a>, Elias Júnior (Republicanos), filmava o local para denunciar os problemas da ponte que liga a cidade a Estreito, no Maranhão.</p>



<p>O restante da estrutura antiga foi implodido em fevereiro de 2025 e as obras começaram logo depois. A ponte foi inaugurada no dia 22 de dezembro de 2025.</p>



<p>A estrutura tem 630 metros de extensão, 19 metros de largura e um vão livre de 154 metros. Os veículos de pequeno, médio e grande porte vão trafegar por duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, e contar com dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que, acerca de auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), relacionada ao contrato de reconstrução da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre os estados do Maranhão e Tocantins, cumpre esclarecer que o relatório da CGU, conforme noticiado, aponta indício de risco de sobrepreço associado à metodologia paramétrica de estimativa adotada, não havendo, até o presente momento, identificação de dano efetivo ao erário nem conclusão definitiva quanto à existência de irregularidade.</em></p>



<p><em>Conforme consta na própria matéria já veiculada trata-se de análise baseada em parâmetros comparativos e estimativas ajustadas de mercado, de natureza técnica e opinativa, voltada ao aprimoramento metodológico, e não à constatação conclusiva de sobrepreço consolidado.</em></p>



<p><em>Ressalta-se que a reconstrução da ponte ocorreu em contexto emergencial, que à época comprometeu gravemente a mobilidade e a economia regional. Diante desse cenário, o DNIT atuou com prioridade absoluta à recomposição da infraestrutura e à preservação da segurança da população, observando o arcabouço legal aplicável às contratações emergenciais.</em></p>



<p><em>O orçamento foi elaborado com base em estimativas técnicas compatíveis com a complexidade da obra e com as informações disponíveis à época da contratação. Os pagamentos contratuais são realizados exclusivamente com base nos serviços efetivamente executados e devidamente medidos. Eventuais divergências quantitativas, quando identificadas, são submetidas à apuração técnica detalhada, nos termos dos procedimentos administrativos regulares.</em></p>



<p><em>Caso, ao término da análise técnica, venha a ser constatada a necessidade de ajustes em quantitativos ou valores, o DNIT adotará todas as providências administrativas cabíveis para a recomposição contratual e a adequada proteção do erário.</em></p>



<p><em>O relatório da CGU encontra-se em análise pelas áreas técnicas competentes, e suas recomendações estão sendo avaliadas com vistas ao aperfeiçoamento contínuo dos procedimentos internos de formação de preços e de estimativas paramétricas.</em></p>



<p><em>Registra-se, ainda, que o DNIT vem aprimorando continuamente seus mecanismos de controle e governança orçamentária, especialmente em contratos de grande porte, adotando instrumentos contratuais que reforçam a possibilidade de adequação imediata de valores sempre que identificada qualquer inconsistência técnica ou quantitativa.</em></p>



<p><em>O DNIT reafirma seu compromisso institucional com a transparência, a responsabilidade fiscal, o rigor na aplicação dos recursos públicos e a cooperação permanente com os órgãos de controle.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota da Controladoria-Geral da União</strong></p>



<p><em>A Controladoria-Geral da União (CGU) destaca que o &#8220;Relatório nº 1776208&#8221;, citado na reportagem, não constatou sobrepreço no processo de reconstrução da Ponte sobre o Rio Tocantins, mas inadequações na metodologia adotada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para estimar o valor de referência para a contratação da obra, especificamente no processo de orçamentação paramétrica.</em></p>



<p><em>A orçamentação paramétrica é uma estimativa de custo feita a partir de obras com características semelhantes. Pelas limitações deste tipo de orçamento, que não conta com projeto e detalhamento de custos antes da execução, a análise da CGU trata de estimativas de preço, sem concluir, no entanto, qual seria o valor real e justo da contratação.</em></p>



<p><em>Diante disso, uma das recomendações feitas pela CGU é que o DNIT realize a análise sobre o orçamento detalhado da obra para verificar se o valor contratado é compatível com os custos efetivamente registrados.</em></p>



<p><em>Por Stefani Cavalcante, g1 Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Queda de ponte entre TO e MA completa um ano sem respostas para famílias das vítimas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/queda-de-ponte-entre-to-e-ma-completa-um-ano-sem-respostas-para-familias-das-vitimas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 12:21:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Desaparecido]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano após a queda da Ponte JK, na BR-226, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), familiares das vítimas ainda aguardam respostas. Durante a tragédia, 18 pessoas e vários veículos caíram no Rio Tocantins. Três vítimas seguem desaparecidas e uma pessoa sobreviveu. A nova estrutura foi inaugurada nesta segunda-feira (22). Victor Gabriel Ribeiro convive com a [&#8230;]</p>
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<p>Um ano após a queda da Ponte JK, na BR-226, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), familiares das vítimas ainda aguardam respostas. Durante a tragédia, 18 pessoas e vários veículos caíram no Rio Tocantins. Três vítimas seguem desaparecidas e uma pessoa sobreviveu. A nova estrutura foi inaugurada nesta segunda-feira (22).</p>



<p>Victor Gabriel Ribeiro convive com a dor da perda. Ele é filho de Alessandra do Socorro Ribeiro, de 40 anos, e de Salmon Alves Santos, de 65 anos, que segue desaparecido. O casal viajava com o neto Felipe Giuvannuci Ribeiro, de 10 anos, também desaparecido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Toda situação foi algo muito repentino. Em um momento você está se despedindo, depois eles vão visitar alguém, visitar um parente, e no outro você perdeu sua família inteira e não conseguiu recuperar os corpos em um ano. Então é um sentimento confuso e angustiante&#8221;, disse Victor.</p>
</blockquote>



<p>Para Victor, a inauguração da nova ponte no mesmo dia da tragédia é um contraste doloroso. “Vão ter pessoas comemorando a construção de uma ponte que demorou um ano, enquanto nesse ano nada aconteceu para tentar justificar, encontrar culpados. Minha família morreu e nada aconteceu para honrar a morte”, afirmou.</p>



<p>Durante a inauguração da nova ponte, o ministro dos Transportes, Renan Filho, falou sobre as indenizações para as vítimas do desabamento. &#8220;Dnit já está preparado para fazer a indenização, mas a checagem do valor de cada vítima porque não só pessoas, tem as pessoas, tem propriedade que estão sendo reivindicadas. Então, assim que o devido processo legal for cumprido, for aferido o valor, a gente fará a indenização completa de todos&#8221;, afirmou à TV Anhanguera.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/KZ5jsfOx6Zc-LDbOImk6XVFQhyA=/0x0:1300x730/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/s/I/d2bYQOTi2Y09gNHEB0XQ/cobra-resposta.png" alt="Filho cobra resposta sobre desaparecimento da mãe em desabamento de ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera"/></figure>



<p><em>Filho cobra resposta sobre desaparecimento da mãe em desabamento de ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera</em></p>



<p>A cerimônia de inauguração da nova ponte contou com a presença do ministro dos Transportes, Renan Filho, e dos governadores do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), e do Maranhão, Carlos Brandão (PSB).</p>



<p>O corte de uma fita foi realizado no meio da estrutura por volta de 12h. Depois, a comitiva seguiu para uma estrutura montada em Estreito, onde foi ralizada a cerimônia oficial de inauguração.</p>



<p>A celebração causou um misto de sentimentos. &#8220;É um sentimento de crueldade. No mesmo dia em que eu perdi minha família inteira nessa própria ponte, ir lá e comemorar, como se fosse um momento festivo, um aniversário de alguém. Não, foi só a morte de várias pessoas. Não só da minha família, mas de todas que estavam lá&#8221;, comentou Victor.</p>



<p><strong>Investigações paradas e famílias sem respostas</strong></p>



<p>O colapso da Ponte Juscelino Kubitschek ocorreu por volta das 14h50 de domingo, 22 de dezembro de 2024, quando o vão central da estrutura cedeu. O laudo da Polícia Federal apontou que o colapso foi causado pelo excesso de peso aliado à falta de manutenção. O documento também indicou omissão de agentes públicos.</p>



<p>Apesar disso, não houve indiciamentos ou prisões, e o inquérito segue sem previsão de conclusão. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) abriu sindicância, mas não apresentou resultados.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/VjeKuagzl86FIZ8IfsVCqgkayQc=/0x0:3840x2160/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/g/gzkGK3Rg6BAk0yGUiOpg/buscas-3.jpeg" alt="Vista aérea de ponte que desabou entre MA e TO — Foto: Reprodução/TV Globo"/></figure>



<p><em>Vista aérea de ponte que desabou entre MA e TO — Foto: Reprodução/TV Globo</em></p>



<p>O Ministério Público Federal investiga os danos ambientais causados pela queda de caminhões com produtos tóxicos no rio.</p>



<p>Pelo menos oito veículos, incluindo motos, carros, caminhonetes e quatro caminhões, afundaram na água, sendo que três deles carregavam substâncias perigosas como ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.</p>



<p>O trabalho de retirada dos veículos e dos galões de produtos químicos ainda não foi finalizado. A Marinha informou que não é responsável pela retirada dos produtos químicos. O&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;questionou o Dnit, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/-6CCSIjvQwAVZMV-qVTUJb7Pnpg=/0x0:1600x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/m/y/q4lTHqTX2Qa6kCCoBNmg/whatsapp-image-2024-12-22-at-19.23.15.jpeg" alt="Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento — Foto: Francisco Sirianno/Grupo Mirante"/></figure>



<p><em>Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento — Foto: Francisco Sirianno/Grupo Mirante</em></p>



<p><em>Por Anne Acioli, Brenda Santos, g1 Tocantins, TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Entrega da nova ponte JK marca retomada da mobilidade e do desenvolvimento entre TO e MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 11:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população das Regiões Norte e Nordeste do país passa a contar novamente com uma ligação essencial para a mobilidade e o transporte de pessoas e de cargas. Nesta segunda-feira, 22, os governadores do Tocantins, Wanderlei Barbosa, do Maranhão, Carlos Brandão, e o ministro dos Transportes, Renan Filho, inauguraram a nova ponte Juscelino Kubitschek de [&#8230;]</p>
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<p>A população das Regiões Norte e Nordeste do país passa a contar novamente com uma ligação essencial para a mobilidade e o transporte de pessoas e de cargas. Nesta segunda-feira, 22, os governadores do Tocantins, Wanderlei Barbosa, do Maranhão, Carlos Brandão, e o ministro dos Transportes, Renan Filho, inauguraram a nova ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, sobre o Rio Tocantins, que conecta os municípios de Aguiarnópolis/TO e Estreito/MA pela rodovia BR-226. A entrega da obra foi simbolizada pelo descerramento da placa inaugural e pelo corte da fita, nas duas cabeceiras da estrutura, contando com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais e da comunidade em geral.&nbsp;</p>



<p>Durante a cerimônia, Wanderlei Barbosa destacou que Tocantins e Maranhão mantêm uma relação histórica de proximidade. “O Tocantins é habitado, em boa parte, por maranhenses; somos muito unidos. A queda da ponte separou os dois estados por um ano, &nbsp;mas hoje [segunda-feira, 22] estamos restabelecendo essa união entre Aguiarnópolis e Estreito por meio da Ponte JK”, pontuou. O chefe do Executivo também relembrou as ações do Governo do Tocantins na região, enquanto a ponte era construída. “Nós disponibilizamos embarcações, trouxemos a Agência de Fomento e o próprio governo para dentro de Aguiarnópolis e de Palmeiras, para que pudéssemos atender a população”, acrescentou.</p>



<p>O ministro dos Transportes, Renan Filho, ressaltou a importância estratégica da ponte. “Imagine a importância dessa interligação. Essa ponte liga o Maranhão ao Brasil inteiro e também à América do Sul. As pessoas passam por aqui para seguir para a Argentina, o Uruguai, o Chile e para qualquer estado brasileiro. E, a partir de hoje [segunda-feira, 22], elas voltarão a passar por este trecho”, reforçou.</p>



<p>“Vivemos uma tragédia quando a infraestrutura deixou de funcionar entre esses estados, as vítimas sofreram e as rodovias foram impactadas pelos desvios. Estivemos aqui desde o primeiro momento, assumimos um compromisso com os governos estaduais e, hoje [segunda-feira, 22], um ano depois, estamos entregando essa ponte de volta à sociedade”, reforçou o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabrício Galvão.</p>



<p><strong>Integração e desenvolvimento</strong></p>



<p>A obra da Ponte JK, de responsabilidade do governo federal, foi executada pelo Dnit e contou com um investimento de R$ 171,97 milhões.&nbsp;A estrutura possui 630 m de extensão, 19 m de largura, um vão livre de 154 m, duas faixas de rolamento de 3,6 m cada, dois acostamentos com 3 m de largura, barreiras de proteção do tipo<em>&nbsp;New Jersey</em>, dois passeios para pedestres e guarda-corpos em ambas as extremidades do tabuleiro, garantindo segurança e funcionalidade à travessia.&nbsp;</p>



<p>A conexão é reestabelecida após um ano do desabamento da estrutura anterior, ocorrido em 22 de dezembro de 2024, e marca um recomeço para a comunidade local com a melhoria das atividades cotidianas de quem utiliza o trajeto, além de impulsionar a economia e o desenvolvimento de ambos os estados, que desempenham papel importante na produção agrícola e industrial do país.</p>



<p>O caminhoneiro Welismar Alves da Silva, morador de Estreito/MA, elencou as dificuldades enfrentadas após o desabamento da ponte. Antes do ocorrido, ele trafegava pela ponte transportando cargas cerca de três vezes por semana, mas passou a depender da travessia por balsa, o que tornava o deslocamento mais demorado. “Depois que a ponte caiu, eu precisava usar a balsa e o transtorno era grande por causa da demora. Com a nova ponte, a situação vai melhorar com certeza”, afirmou.</p>



<p>Moradora de Estreito há quatro anos e técnica de enfermagem que trabalha em Aguiarnópolis, Auricilene Lima Silva Dias precisou mudar de cidade após o desabamento da ponte, já que realizava o deslocamento diariamente para cumprir sua jornada de trabalho. “A queda da ponte impactou diretamente a nossa vida, assim como a de muitas outras famílias. Para mim, em especial, a entrega dessa nova estrutura tem um significado muito grande. A população de Aguiarnópolis é grata, assim como a de Estreito, porque essa estrutura é fundamental”, salientou.</p>



<p>Presente na cerimônia, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, evidenciou a importância do momento. “Hoje, 22 de dezembro de 2025, estamos aqui inaugurando esta ponte. Aproveito também para cumprimentar e parabenizar os operários que construíram essa ponte em tempo recorde. Como foi dito aqui, temos agora mais de 100 anos pela frente com essa ponte em condições de servir à população”, afirmou.</p>



<p>O prefeito de Aguiarnópolis, Wanderly dos Santos Leite, manifestou solidariedade às famílias atingidas pelo acidente e agradeceu o apoio do Governo do Tocantins. “Neste momento, queremos expressar a solidariedade do povo de Aguiarnópolis a todos os familiares das vítimas do acidente ocorrido com o colapso da ponte, em 22 de dezembro. Mais uma vez, agradecemos ao governador Wanderlei Barbosa pelo empenho e pelos investimentos destinados ao nosso município, ações pelas quais as famílias de Aguiarnópolis sempre serão gratas”, expressou.</p>



<p>O prefeito de Estreito, Léo Cunha, relembrou o significado simbólico da entrega da obra para a população do município e reconheceu o compromisso do governo federal. “Em 22 de dezembro de 2024, vivemos um momento de profunda tristeza, mas agora celebramos a reconstrução&#8221;, concluiu.</p>



<p><strong>Ações emergenciais adotadas pelo Governo do Tocantins</strong></p>



<p>Desde as primeiras horas após o desabamento da ponte, por determinação do governador Wanderlei Barbosa, foram adotadas medidas emergenciais e contínuas para reduzir os impactos à população da região. Entre as ações iniciais, destaca-se a força-tarefa com atuação integrada do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO), da Polícia Militar do Tocantins (PMTO) e da Polícia Civil, que prestou apoio nas operações de busca, resgate e identificação das vítimas, além de garantir a ordem e a segurança local.</p>



<p>Outra medida adotada foi a destinação de recursos para a travessia gratuita de passageiros por meio de voadeiras, atendendo tanto os moradores de Aguiarnópolis como de Estreito, de janeiro até dezembro deste ano. Na área social, a Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas) antecipou o repasse de benefícios eventuais ao município de Aguiarnópolis, com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), para beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade.</p>



<p>A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto) intensificou os serviços de manutenção nas rodovias estaduais utilizadas como rotas alternativas, incluindo as rodovias TO-126, que liga Tocantinópolis a Aguiarnópolis; a TO-134, entre Darcinópolis e Axixá do Tocantins; e a TO-201, conectando Axixá ao distrito de Bela Vista, em São Miguel do Tocantins.</p>



<p>Além disso, serviços públicos estaduais e federais foram disponibilizados à população durante a&nbsp;<em>Feira da Colheita</em>, realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), com o apoio do governo federal e da prefeitura de Aguiarnópolis. Por meio da Agência de Fomento do Estado, também foi liberada uma linha de crédito emergencial de R$ 6 milhões para comerciantes de Aguiarnópolis e Palmeiras do Tocantins.&nbsp;</p>



<p>Na área da saúde, quase R$ 1 milhão foi destinado para serviços &nbsp;em Aguiarnópolis, Filadélfia, Palmeiras do Tocantins e Tocantinópolis, municípios afetados pela queda da ponte. Ainda foram entregues medicamentos e insumos para a rede hospitalar nessas cidades, entre outras ações prioritárias.</p>



<p><em>Por Débora Gomes/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Parque nacional com áreas no Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins é mantido pela Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 13:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na Justiça a validade da criação do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, uma reserva de 730 mil hectares de Cerrado que abrange áreas nos estados do Piauí,&#160;Maranhão, Bahia e Tocantins. Um grupo de proprietários de glebas na região buscava anular o Decreto S/N 2002, que criou a [&#8230;]</p>
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<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na Justiça a validade da criação do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, uma reserva de 730 mil hectares de Cerrado que abrange áreas nos estados do Piauí,&nbsp;Maranhão, Bahia e Tocantins. Um grupo de proprietários de glebas na região buscava anular o Decreto S/N 2002, que criou a unidade de conservação. Por maioria, a 2ª Turma Suplementar do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) reconheceu a legalidade da criação do parque e confirmou a validade do decreto.</p>



<p>Na origem, os autores alegaram que o decreto de criação do parque ofende a Lei nº 9.985/2000, por não ter sido precedido de consulta pública formal e adequada, conforme exigido. Argumentaram, ainda, que a criação do parque contraria dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, por não demonstrar a origem dos recursos necessários à sua implementação.</p>



<p>Atuando em representação da União e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a AGU obteve inicialmente decisão judicial favorável, reconhecendo a validade do instrumento legal. Os autores interpuseram apelações, discutindo a validade do decreto e sua repercussão sobre os direitos de propriedade das glebas. As apelações foram negadas pela 2ª Turma Suplementar do TRF1, que reafirmou a legalidade da criação do parque.</p>



<p>Diante da negativa, os autores interpuseram embargos infringentes, sustentando, com base em voto vencido, ofensa ao devido processo legal, ausência de consulta pública adequada e ilegalidade do ato administrativo. Alegaram, ainda, que o acórdão embargado destoou da jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>A AGU apresentou contrarrazões ao recurso, e o Ministério Público Federal proferiu parecer pelo não provimento dos embargos infringentes.</p>



<p>O voto vencedor no julgamento dos embargos concluiu que a criação da unidade de conservação observou os requisitos legais, inclusive com a realização de reunião pública em abril de 2001, e que a consulta pública pode assumir formas distintas, a critério do órgão ambiental competente.</p>



<p>Considerou, ainda, que o parque “está em funcionamento há mais de duas décadas, com investimentos públicos e consolidação fática e jurídica, tornando inviável e desproporcional eventual desconstituição do ato administrativo”.</p>



<p>“A desconstituição de sua criação seria medida com impacto ambiental, social e econômico irreversíveis, dada a sua importância, principalmente, na proteção das nascentes do Rio Parnaíba, a segunda maior bacia hidrográfica do Nordeste, ameaçada pelo processo de ocupação da área e da utilização desordenada dos seus recursos naturais. Sua criação atendeu as demandas de diversos segmentos da sociedade piauiense e maranhense, principais interessados na preservação do rio”, diz o voto.</p>



<p>Os embargos infringentes foram conhecidos, mas desprovidos, mantendo-se o voto vencedor que reconheceu a legalidade da criação do parque e afastou a alegação de nulidade do Decreto de 2002.</p>



<p>Duas equipes da AGU atuaram no processo, a Procuradoria Regional Federal da Primeira Região (PRF1) e a Procuradoria Federal do Ibama (PFE/Ibama).</p>



<p><em>Por <a href="https://www.blogsoestado.com/danielmatos/author/danielmatos/">Daniel Matos</a>.</em></p>
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		<title>Projeto da TO-110 é anunciado pelo Estado e promete ligação direta com o Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Jalapão]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto da TO-110]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governador, Laurez Moreira, recebeu nesta segunda-feira, 24, em seu gabinete no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, os prefeitos dos municípios da região do Jalapão para tratar do projeto de pavimentação e integração da rodovia TO-110, que se conectará à MA-376 no Maranhão. A obra criará um novo eixo de mobilidade entre os [&#8230;]</p>
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<p>O governador, Laurez Moreira, recebeu nesta segunda-feira, 24, em seu gabinete no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, os prefeitos dos municípios da região do Jalapão para tratar do projeto de pavimentação e integração da rodovia TO-110, que se conectará à MA-376 no Maranhão. A obra criará um novo eixo de mobilidade entre os estados, ampliando o fluxo turístico, fortalecendo a circulação de cargas, reduzindo o isolamento regional e impulsionando o desenvolvimento econômico do Jalapão e de seu entorno.</p>



<p>Durante o encontro, o governador destacou a necessidade de organização e investimentos estruturantes na região. “Todos sabemos da beleza do nosso Jalapão e da sua importância para o Tocantins e para o Brasil. Por isso, precisamos construir parcerias para apoiar os prefeitos e organizar a região. Não podemos ter cidades com um potencial turístico tão grande, e permitir que o acesso entre elas seja desestruturado. Estamos aqui para firmar parcerias, garantir a manutenção das estradas e desenvolver um projeto de urbanismo que dê dignidade, organização e condições de crescimento. Queremos que as pessoas tenham acesso, que possam circular com segurança e que o turismo seja cuidado de forma planejada, responsável e sustentável.”</p>



<p>O presidente da Ageto, Antonio Trabulsi, apresentou o andamento das obras já executadas na região e explicou que o projeto da TO-110 avançará até a divisa com o Maranhão. “O Jalapão já tem várias obras em andamento, obras prontas, como a ponte do Rio Vermelho, que hoje já está dando tráfego. O aeroporto de São Félix que ja está em fase final, o lote 3, que é de São Félix até o povoado do Prata, já está com a metade do asfalto pronto, entre outras obras. E em fase de projeto nós temos a região de Lizarda, que foi a determinação do governador hoje, que nós chegássemos até a fronteira do Maranhão. Então nós vamos concluir o projeto e em breve licitaremos essa grande obra.”</p>



<p>O prefeito de Lizarda, Marcelo Lustosa, avaliou o impacto da obra para os municípios da região e elogiou o formato de gestão adotada pelo Estado. “Estamos aqui numa reunião que eu considero espetacular. Ficou muito claro a atenção especial e o respeito do governo para com a região do Jalapão, bem como para os demais municípios. O governador já autorizou os estudos para o projeto e a futura ordem de serviço da TO-110. Com isso vai ligar Tocantins, Maranhão e o Nordeste. É uma obra impactante que vai revolucionar o Tocantins para o Brasil.”</p>



<p>O deputado Vicentinho Júnior, que também participou da reunião, ressaltou a responsabilidade fiscal e a capacidade de investimento do Estado. “O governador se sensibiliza não só com a pauta do Jalapão no que toca ao turismo, mas também a infraestrutura. Está enxugando o custeio e estão sobrando recurso para investir em obras importantes para o Estado”.</p>



<p>Participaram do encontro os prefeitos Kedson Lima, de Ponte Alta do Tocantins; Gercimar Xavier, de São Félix; Jesy Vieira, de Mateiros; Marcelo Lustosa, de Lizarda; e Mateus Coelho, de Novo Acordo, acompanhados de vice-prefeitos e vereadores, além do secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Ronaldo Dimas.</p>



<p><em>Por Fernanda França/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Caminhão com carga de agrotóxicos é retirado de rio após desabar de ponte entre Tocantins e Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 12:30:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um caminhão que caiu com o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13). O cavalo mecânico veículo Volvo/FH 500 foi içado da água com ajuda de guindastes na margem do rio. A queda da ponte aconteceu no dia 24 de dezembro de [&#8230;]</p>
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<p>Mais um caminhão que caiu com o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre o Tocantins e o Maranhão, foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13). O cavalo mecânico veículo Volvo/FH 500 foi içado da água com ajuda de guindastes na margem do rio.</p>



<p>A queda da ponte aconteceu no dia 24 de dezembro de 2024, deixando 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. A ponte que ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA) pela BR-226. Carretas, caminhonetes e carros de passeio foram parar no fundo do rio com escombros do vão central da ponte.</p>



<p>A ação para retirada do caminhão começou na quinta-feira (9). Com ajuda de balões de reflutuação com capacidade de cinco tonelada e o trabalho de mergulhadores, o veículo submergiu. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), informou na sexta-feira (10), que o caminhão seria transportado por rebocadores até a margem do rio.</p>



<p>O DNIT explicou que também foi feita a retirada da carreta do mesmo caminhão, no final desta segunda-feira, conforme etapas de planejamento. Depois da retirada do rio, o Departamento informou que os veículos são encaminhados à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para os devidos procedimentos.</p>



<p>Com relação às bombonas de defensivos agrícolas que eram transportadas pela ponte no momento do colapso, três já foram localizadas e removidas.</p>



<p>Uma equipe técnica composta por dez mergulhadores, equipamentos especializados, entre eles geradores de 40 e 170 kVA, compressor, tenda de cobertura, lancha e balsa de apoio, além de balões de diferentes capacidades, guindaste e escavadeira estão sendo usados na retirada dos veículos do rio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/xdjBibAA0gZ-JxzLTHG-aym6aWo=/0x0:1200x823/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/p/C/BJCnVdQ72RZY4cIDaI3Q/modelo-foto-fundo-borrado-9-.png" alt="Carreta foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13) — Foto: Reprodução/Instagram Elias Júnior"/></figure>



<p>Carreta foi retirada do Rio Tocantins nesta segunda-feira (13) — Foto: Reprodução/Instagram Elias Júnior</p>



<p><strong>Relembre</strong></p>



<p>O vão da ponte desabou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro do ano passado. Na época foi apurado pelas forças de segurança que duas caminhonetes, um carro, três motos e quatro caminhões passavam pelo local no momento do colapso. Três desses caminhões carregavam ácido sulfúrico e agrotóxicos.</p>



<p>As ações para início da retirada dos veículos e posterior remoção dos galões dependeu de um mapeamento da área e um estudo técnico, conforme detalhou o departamento anteriormente.</p>



<p>O momento em que a estrutura cedeu foi registrado pelo vereador Elias Junior (Republicanos). O que restou da estrutura antiga, após a queda, foi demolido no dia 2 de fevereiro e, logo depois, começaram as obras. A previsão é de que a obra seja entregue ainda em 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/kenxTu1NcBBboprxFr96ESUJIbM=/0x0:1785x869/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/L/B/DCDns0QBScmvUhVa0ybQ/carro.png" alt="Carro ficou preso em fenda aberta na ponte entre o Tocantins e o Maranhão — Foto: Divulgação/ Instagram VShenrique"/></figure>



<p><em>Carro ficou preso em fenda aberta na ponte entre o Tocantins e o Maranhão — Foto: Divulgação/ Instagram VShenrique</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O DNIT informa que foi retirado, nesta segunda-feira (13), o cavalo mecânico do caminhão Volvo/FH 500, conforme o cronograma da operação de reflutuação no Rio. A ação contou com o uso de balões de reflutuação com capacidade de até cinco toneladas, que permitiram elevar o veículo com segurança e eficiência.</em></p>



<p><em>A retirada da carreta do mesmo caminhão foi retirada no final desta segunda-feira, dando continuidade às etapas planejadas da operação.</em></p>



<p><em>No que diz respeito às bombonas de defensivos agrícolas, três já foram localizadas e removidas. Todos os veículos recuperados são encaminhados à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para os devidos procedimentos.</em></p>



<p><em>A operação mobiliza uma equipe técnica composta por dez mergulhadores e diversos equipamentos especializados, entre eles geradores de 40 e 170 kVA, compressor de 910 pcm, tenda de cobertura, lancha e balsa de apoio, além de balões de diferentes capacidades, guindaste e escavadeira.</em></p>



<p><em>A autarquia reforça que a região se encontra em período de chuvas, o que pode influenciar o andamento das atividades. Novas informações serão divulgadas à medida que a operação avançar.</em></p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Obras da ponte que liga Maranhão e Tocantins avançam e chegam a 75% de execução, segundo DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:53:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras de reconstrução da ponte Juscelino Kubitscheck, que liga o Maranhão ao Tocantins, estão com 75% dos serviços executados e finalizados, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). A ponte caiu em dezembro de 2024 e a previsão é que a obra seja entregue até o fim de 2025. A ponte sobre o Rio [&#8230;]</p>
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<p>As obras de reconstrução da ponte Juscelino Kubitscheck, que liga o Maranhão ao Tocantins,<strong> estão com 75% dos serviços executados e finalizados</strong>, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). A ponte caiu em dezembro de 2024 e a previsão é que a obra seja entregue até o fim de 2025.</p>



<p>A ponte sobre o Rio Tocantins liga os municípios de Estreito (MA) e Aguiarnopólis (TO) e faz parte de um trecho da BR-226. O investimento do Governo Federal para a reconstrução da estrutura é de R$ 171,1 milhões.</p>



<p>A estrutura que fará a travessia do Rio Tocantins&nbsp;terá 630 metros de extensão,&nbsp;19 metros de largura&nbsp;e um&nbsp;vão livre de 154 metros. Essa nova estrutura deverá receber um&nbsp;sistema de monitoramento de deformações e vibrações.</p>



<p>De acordo com o DNIT, a ponte terá duas faixas de rolamento de 3,6 metros cada, dois acostamentos com três metros cada, barreiras de proteção do tipo New Jersey, dois passeios para pedestres e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p>O acidente causou a morte de 14 pessoas e até hoje,&nbsp;<strong>três seguem desaparecidas</strong>, segundo a Marinha do Brasil. São elas&nbsp;<strong>Salmon Alves Santos</strong>, de 65 anos;&nbsp;<strong>Felipe Giuvannuci Ribeiro</strong>, 10 anos, e<strong>&nbsp;Gessimar Ferreira da Costa</strong>, de 38 anos.</p>



<p>Um laudo da Polícia Federal apontou que a <strong>ponte desabou por conta da deformação do vão central</strong>, causado pelo <strong>excesso de peso dos veículos</strong>.</p>



<p><strong>Detalhes da nova estrutura</strong></p>



<p>Após o desabamento da ponte, o que sobrou da estrutura foi implodido em 2 de fevereiro e, logo depois, as obras foram iniciadas no local. Foram usados mais de 250 kilos de explosivos.</p>



<p>A estrutura está sendo construída com o método de balanço sucessivo. A técnica é utilizada para construir pontes e viadutos de grandes vãos, especialmente, quando não é possível usar escoramentos convencionais apoiados no solo.</p>



<p>Com isso, a estrutura está sendo executada em segmentos que são concretados ou pré-moldados e avançam em balanço. Eles são colocados um atrás do outro a partir de um ou mais pilares. Em setembro, foram colocados todas as 24 fundações e os 26 pilares da ponte.</p>



<p>As 45 vigas pré-moldadas que vão compor a nova Obra de Arte Especial (OAE) também foram concluídas e a montagem de cinco das nove lajes foram concretadas.</p>



<p>Ao todo, mais de 500 profissionais se revezam em dois turnos, somando quase 24 horas de trabalho, inclusive aos domingos e feriados, para entregar a estrutura no prazo.</p>



<p><strong>O acidente</strong><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>O acidente aconteceu na ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os estados de Maranhão e Tocantins no dia 22 de dezembro de 2024.</p>



<p>A estrutura foi construída na década de 1960, tem 533 metros de extensão e liga as cidades de Estreito, no Maranhão, e Aguiarnópolis, no Tocantins, pela BR-226.</p>



<p>O laudo final que aponta as causas do desabamento aponta que a ponte desabou por conta da deformação do vão central,<strong> causada pelo excesso de peso dos veículos</strong>. O processo de colapso durou entre 15 segundos. O vão central caiu em menos de um segundo.</p>



<p>A perícia da Polícia Federal durou mais de sete meses. Os peritos usaram drones, scanners a laser e modelagem 3D para reconstruir a cena do colapso.</p>



<p>Dos veículos que caíram no rio estavam carretas carregadas de defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. O processo de retirada desses materiais ainda não foi finalizado.</p>



<p><em>Por g1 MA. </em></p>
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		<item>
		<title>Famílias ainda aguardam respostas sete meses após queda de ponte entre TO e MA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/familias-ainda-aguardam-respostas-sete-meses-apos-queda-de-ponte-entre-to-e-ma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 16:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de sete meses se passaram desde a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226. Das 18 pessoas que atravessavam a estrutura no momento do colapso, três ainda não foram encontradas. A falta de respostas é motivo de angústia para as famílias, que não conseguem &#8216;encerrar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais de sete meses se passaram desde a queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Tocantins e do Maranhão pela BR-226. Das 18 pessoas que atravessavam a estrutura no momento do colapso, três ainda não foram encontradas. A falta de respostas é motivo de angústia para as famílias, que não conseguem &#8216;encerrar o ciclo&#8217;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A gente precisa fechar esse ciclo que a gente não fechou. A gente está nesta expectativa, nessa espera que é angustiante, que demora demais. A gente não sabe onde buscar, a quem recorrer. É muito difícil para a família&#8221;, disse Maristelia Alves Santos em entrevista à TV Anhanguera, ela é professora e irmã de um dos desaparecidos.</p>
</blockquote>



<p>O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024 e o que restou da ponte foi demolido no dia 2 de fevereiro deste ano. Carretas, caminhonetes e carros de passeio ainda estão no fundo do Rio Tocantins, <strong>assim como mais de 1,3 mil galões de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas </strong>que eram transportados quando o vão central desabou.</p>



<p>Dentre os 17 desaparecidos iniciais, foram confirmadas 14 mortes e três pessoas seguem desaparecidas, segundo a Marinha do Brasil. As vítimas que ainda não foram localizadas são Salmon Alves Santos, de 65 anos, Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos, e Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos.</p>



<p>Alessandra do Socorro Ribeiro, de 40 anos, que também morreu no acidente, era esposa de Salmon e avó de Felipe. O corpo dela foi o último a ser encontrado pelas equipes de resgate.</p>



<p>No momento em que a ponte desabou, o casal e a criança, que moravam em Palmas, seguiam para o Maranhão, para passar o Natal com a família de Alessandra.</p>



<p>A professora Maristelia Alves Santos, irmã de Salmon, contou que depois de tantos meses, ainda não é possível ter um atestado de óbito das vítimas, que oficialmente são consideradas desaparecidas.</p>



<p>Nos dias que se passaram após a tragédia, a família viveu momentos de angústia durante as buscas pelas vítimas do acidente, sempre na expectativa do encontro dos corpos. Maristelia ajudou a reconhecer o corpo de Alessandra pelas roupas que ela usava, mas após mais de sete meses, Salmon e Felipe ainda não foram localizados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Sempre naquela expectativa e infelizmente a gente não teve como fazer um velório para meu irmão. E até hoje a gente não tem a certidão de óbito dele. Ele está como desaparecido, não como morto. O que a família quer hoje, pelo menos, é a certidão de óbito. Porque enterrar a gente não tem mais essa esperança&#8221;, lamentou.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/oivK-vGGKn34DfP6n8fCg1y2Teg=/0x0:1561x903/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/i/e/8A6gKrTyGcNStEnhdUUg/salmon-e-alessandra.png" alt="Alessandra do Socorro Ribeiro e Salmon Alves Santos morreram na queda da ponte JK — Foto: Divulgação/ Redes Sociais"/></figure>



<p><em>Alessandra do Socorro Ribeiro e Salmon Alves Santos morreram na queda da ponte JK — Foto: Divulgação/ Redes Sociais</em></p>



<p><strong>Processo demorado</strong></p>



<p>A família ainda pode ter que esperar mais para conseguir encerrar o ciclo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a declaração de morte presumida pode ser fornecida em casos de desaparecimento sem localização de corpo, como aconteceu com Salmon, Felipe e Gessimar. Mas somente por via judicial.</p>



<p>Por isso, a família precisa formalizar um requerimento e o Poder Judiciário vai analisar a documentação para deliberar sobre a emissão da certidão de óbito&nbsp;<em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em></p>



<p>O Corpo de Bombeiros, que integrou as equipes de buscas, informou que os trabalhos duraram 42 dias ininterruptos e que o encerramento oficial aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte. Mas segue mobilizando as comunidades locais para informar o Corpo de Bombeiros, por meio do telefone de emergência 193, em caso de novos detalhes <em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em><a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>Último encontro</strong></p>



<p>A última vez que Maristelia e a família viram Salmon foi na manhã do dia 21 de dezembro, um dia antes da ponte desabar. Ele participou de uma novena e se despediu de todos, depois, ele e Alessandra seguiriam viagem.</p>



<p>No domingo, 22 de dezembro, a professora disse que após o almoço, começou a ver as notícias sobre a queda da ponte JK. A família viu a caminhonete de Salmon passando em uma das imagens de pessoas que filmaram a situação da ponte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O momento em que nós identificamos a caminhonete foi um baque, um susto muito grande para nossa família toda. Tinha uma Starlink no carro e nós conseguimos identificar por isso, porque ele estava conversando com a gente o tempo todo, com as minhas irmãs, passando mensagem. Ela [Alessandra] passava para o filho também. Era o tempo todo comunicando&#8221;, explicou, contando que o desespero tomou conta da família nesse momento.</p>
</blockquote>



<p>Maristelia também contou que o irmão trabalhou por anos em setores que atuavam justamente na construção de pontes, na parte administrativa. Mas, atualmente, ele estava aposentado.</p>



<p>&#8220;Ele passou a vida toda construindo pontes e veio essa fatalidade, morrer justamente em um acidente onde a ponte caiu. Foi terrível para nós recebermos essa notícia. Ele estava aposentado, muito feliz, tinha comprado uma chácara junto com meu sobrinho, e eles estavam indo todo final de semana e quando não ia para lá, ia para minha chácara. Estava muito perto da família dele&#8221;, lamentou a irmã.</p>



<p>Quando completar um ano do acidente que marcou a família, será celebrada uma missa e, segundo Maristela, contará com a presença dos parentes de Alessandra. &#8220;A gente vai receber a família para não perder esse vínculo, porque eles perderam uma irmã e nós perdemos um irmão. E a gente está junto para superar essa dor&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Veículos e galões no rio</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XNq6P9OEu7SZhY3GBMfRV5AXYVc=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/T/k/8fLwbsRbmMiMDfzBXxyg/defensivos.jpg" alt="Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil"/></figure>



<p><em>Marinha divulga imagens de tanques que caíram no rio Tocantins; substâncias tóxicas não teriam vazado — Foto: Marinha do Brasil</em></p>



<p>Dentre os veículos que seguem submersos no Rio Tocantins há carretas que carregavam galões com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.</p>



<p>Conforme laudo da Polícia Federal, que analisou as circunstâncias do colapso da ponte, havia 1,3 mil galões no fundo do rio. Até a conclusão do documento, em maio de 2025,&nbsp;somente 29 haviam sido retirados.&nbsp;A previsão para retirada de todo o material seria setembro de 2025.</p>



<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que até esta quarta-feira (30), a Marinha do Brasil conduziu a validação dos protocolos de segurança para analisar as condições do local para a retomada dos trabalhos.</p>



<p>Também ainda será realizado um mapeamento da área e um estudo técnico para poder ser feita a retirada dos veículos&nbsp;<em>(veja nota na íntegra no fim da reportagem).</em></p>



<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que também atua para garantir que o meio ambiente não seja prejudicado pelos materiais que estão na água, informou que está sendo &#8216;elaborado um relatório sobre o assunto após a visita de equipe ao local para vistorias&#8217;.</p>



<p><strong>Íntegra da nota da SSP</strong></p>



<p><em>A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que a declaração de morte presumida é medida judicial cabível em casos de desaparecimento sem localização de corpo, especialmente quando o desaparecimento ocorre em situação de risco à vida, conforme previsto no Código Civil.</em></p>



<p><em>Quando não há risco de vida relacionado ao desaparecimento, a declaração só pode ser solicitada após dois anos da decretação de ausência judicial com curador nomeado. Nos casos em que há presunção de morte em razão de risco grave, como acidentes ou tragédias, o pedido pode ser feito imediatamente.</em></p>



<p><em>O requerimento deve ser formalizado por via legal, cabendo ao Poder Judiciário a análise e eventual declaração, conforme os critérios legais estabelecidos. Além disso, cabe ao juiz analisar os documentos e deliberar sobre a declaração, nos termos da legislação. Após o trânsito em julgado da sentença, a certidão de óbito poderá ser emitida pelo cartório competente.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota do DNIT</strong></p>



<p><em>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informa que, nesta terça-feira (29) e quarta-feira (30), a Marinha do Brasil está conduzindo a validação dos protocolos de segurança, em razão da complexidade do ambiente e dos riscos envolvidos na operação.</em></p>



<p><em>Após essa etapa, será realizado o mapeamento completo da área e um estudo técnico detalhado para a remoção dos veículos, levando em consideração as características específicas de cada unidade, a profundidade em que se encontram e a presença de escombros.</em></p>



<p><em>O DNIT reforça que todas as ações estão sendo executadas com o rigor técnico e a responsabilidade que a situação exige, priorizando a segurança das equipes e a eficiência das operações.</em></p>



<p><strong>Íntegra da nota dos Bombeiros</strong></p>



<p><em>Em resposta à solicitação de informações, destacamos que, conforme previsão constitucional e legislação infraconstitucional, o Corpo de Bombeiros Militar tem entre suas atribuições a atuação em ações de defesa civil, prevenção e combate a incêndios, buscas, salvamento e resgate, além do apoio a outras atividades de segurança pública. Diante do colapso e da queda da ponte sobre o Rio Tocantins, na divisa entre os estados do Tocantins e Maranhão, entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), ocorrido na tarde de 22 de dezembro de 2024, o CBMTO integrou a operação de busca e resgate em conjunto com diversos órgãos, incluindo o Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão e a Marinha do Brasil, esta última responsável pelo comando da operação.</em></p>



<p><em>No referido desastre, das 18 vítimas registradas, além daquela resgatada por populares no momento do incidente, 14 (quatorze) das 17 (dezessete) restantes foram localizadas e tiveram seus corpos recuperados. Entretanto, apesar dos esforços intensivos, que incluíram buscas subaquáticas e de superfície, três vítimas não foram encontradas. Mesmo após o encerramento oficial das buscas subaquáticas, equipes do CBMTO permaneceram no local realizando buscas de superfície até o dia 1º de fevereiro de 2025, véspera da implosão da estrutura remanescente da ponte.</em></p>



<p><em>Dessa forma, o CBMTO esteve mobilizado na operação por um total de 42 dias ininterruptos. Além disso, antes da desmobilização das equipes, informamos às comunidades locais que qualquer nova informação relevante deveria ser comunicada ao Corpo de Bombeiros por meio do telefone de emergência 193. Diante do exposto, ressaltamos que eventuais solicitações adicionais sobre a operação podem ser encaminhadas diretamente à Marinha do Brasil, por meio do respectivo Distrito Naval responsável pela área.</em><br><br><em>Por Patricia Lauris, Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Ação policial no Tocantins recupera avião roubado de prefeito do Maranhão em área rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/acao-policial-no-tocantins-recupera-aviao-roubado-de-prefeito-do-maranhao-em-area-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Área Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Avião]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um avião monomotor roubado no Maranhão foi encontrado abandonado em uma lavoura na zona rural de Natividade, região central do Tocantins, nesta quarta-feira (2). De acordo com a matrícula da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave está no nome do prefeito da cidade maranhense Senador Alexandre Costa, Nilo Tayrone Arouche Amorim (Republicanos). Segundo a Polícia [&#8230;]</p>
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<p>Um avião monomotor roubado no Maranhão foi encontrado abandonado em uma lavoura na zona rural de Natividade, região central do Tocantins, nesta quarta-feira (2). De acordo com a matrícula da Agência Nacional de Aviação Civil, a aeronave está no nome do prefeito da cidade maranhense Senador Alexandre Costa, Nilo Tayrone Arouche Amorim (Republicanos).</p>



<p>Segundo a Polícia Militar, o responsável por uma fazenda percebeu a presença incomum do avião em sua propriedade e entrou em contato com a polícia. A PM informou que, segundo informações preliminares, a aeronave havia sido roubada por quatro criminosos armados no Maranhão.</p>



<p>De acordo com a Polícia Militar, o policiamento na região foi reforçado e buscas estão sendo realizadas para encontrar os suspeitos.</p>



<p>O&nbsp;<strong>g1</strong>&nbsp;solicitou informações sobre o caso à Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não teve resposta até a publicação da reportagem.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/ySxo-NjYt3dMkS_gdZcbsRUZU0A=/0x0:1600x716/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/r/fITTF4QRiMUHHy9yRcMQ/whatsapp-image-2025-07-02-at-14.25.39-1-.jpeg" alt="O avião monomotor roubado no Maranhão é encontrado em lavoura no Tocantins — Foto: Ascom Polícia Militar/Divulgação"/></figure>



<p><em>O avião monomotor roubado no Maranhão é encontrado em lavoura no Tocantins — Foto: Ascom Polícia Militar/Divulgação</em></p>



<p><strong>Roubo de aeronave</strong></p>



<p>O avião monomotor foi roubado por homens encapuzados na cidade de Presidente Dutra (MA) na manhã desta quarta-feira, segundo o <strong>g1</strong> Maranhão. A aeronave se preparava para fazer um voo para Picos (PI), quando os suspeitos abordaram o piloto na pista de decolagem e fugiram no avião.</p>



<p>A Polícia Civil do Maranhão informou que parte dos criminosos teria levado o piloto amarrado dentro de um carro para um povoado na zona rural de TunTum (MA), que fica a 365 km da capital maranhense.</p>



<p>Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião com prefixo PTZUZ foi fabricado em 2010 e pertence, desde novembro de 2023, ao prefeito de Senador Alexandre Costa. No cadastro, o monomotor não tem permissão para táxi aéreo.</p>



<p><em>Por Stefani Cavalcante, g1 Tocantins</em></p>
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		<title>Rota entre Jalapão e Chapada das Mesas ganha força com parceria entre Tocantins e Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Rota entre Jalapão e Chapada das Mesas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reunião on-line realizada nesta terça-feira, 1° de julho, com a participação dos secretários de Turismo do Tocantins, Hercy Ayres Filho; e do Maranhão, Socorro Araújo, além de técnicos das duas pastas marcou mais um passo no processo de articulação para a implementação da rota turística entre o Parque Estadual do Jalapão (TO) e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma reunião on-line realizada nesta terça-feira, 1° de julho, com a participação dos secretários de Turismo do Tocantins, Hercy Ayres Filho; e do Maranhão, Socorro Araújo, além de técnicos das duas pastas marcou mais um passo no processo de articulação para a implementação da rota turística entre o Parque Estadual do Jalapão (TO) e o Parque Nacional da Chapada das Mesas (MA). A iniciativa visa promover a integração regional, valorizar os atrativos naturais e culturais da área de fronteira e impulsionar o turismo como vetor de desenvolvimento sustentável.</p>



<p>Durante a conversa, foi reforçada a necessidade de estruturar tecnicamente a rota e criar um programa oficial de integração entre os dois estados, incluindo a assinatura de um termo de cooperação. A proposta prevê a criação de uma identidade para o roteiro, o ordenamento da atuação de empresas turísticas, a qualificação de profissionais locais e a promoção conjunta em eventos e campanhas.</p>



<p>O superintendente de Turismo do Polo Chapada das Mesas, Beto Kelnner, sugeriu como referência o modelo da Rota das Emoções, que conecta Ceará, Piauí e Maranhão. Também propôs atuação com os operadores turísticos dos dois estados para garantir o protagonismo dos profissionais locais na consolidação da rota. Já a secretária Socorro Araújo ressaltou que a rota é uma realidade, mesmo que de forma independente e, por isso, a necessidade de ordenamento.<br><br>O secretário Hercy Filho destacou que a fronteira entre os dois estados é extensa e abriga uma série de ativos turísticos ainda pouco explorados, como a região do Bico do Papagaio, em especial o município de Babaçulândia, que pode se conectar a Imperatriz/MA, criando uma nova possibilidade de experiência integrada entre os estados.<br><br>Hercy lembrou que as tratativas para a criação da rota foram iniciadas anteriormente e defendeu a retomada com um plano claro para garantir sua concretização. “Não se trata apenas de promover o Jalapão ou a Chapada das Mesas isoladamente, mas de enxergar a potência dessa conexão como produto turístico único, que pode atrair visitantes de todo o Brasil e de fora dele”, afirmou.<br><br>Outro ponto discutido foi a necessidade de agendar uma reunião presencial, possivelmente durante o Salão Nacional do Turismo, previsto para agosto, em Brasília/DF. A ideia é aproveitar o evento para mobilizar apresentar uma proposta estruturada da rota e envolver o Consórcio Brasil Central, que reúne seis estados e o Distrito Federal. “O governador Wanderlei Barbosa é grande defensor desta conexão econômica entre o Tocantins e o Maranhão, e o turismo é um dos ativos que aproximam os dois estados”, completou Hercy Filho.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/433097?w=670&amp;h=414"></p>



<p><em>Secretário Hercy Filho participou de reunião on-line com equipe da Setur Maranhão &#8211; Adiel Ponte/Governo do Tocantins </em></p>



<p><em>Por Setur/Governo do Tocantins.</em></p>
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