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	<title>Medidas Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Medidas Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Embrapa propõe 163 medidas para reduzir impactos do El Niño na agropecuária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/embrapa-propoe-163-medidas-para-reduzir-impactos-do-el-nino-na-agropecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 14:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[redução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recomendações para a safra 2026/27 incluem monitoramento climático, uso do Zarc, diversificação da produção, integração de sistemas, irrigação e seguro rural A possibilidade de impactos do El Niño sobre a safra 2026/2027 levou a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) a reunir 163 medidas para prevenção, adaptação e redução de riscos climáticos no campo. As [&#8230;]</p>
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<p><em>Recomendações para a safra 2026/27 incluem monitoramento climático, uso do Zarc, diversificação da produção, integração de sistemas, irrigação e seguro rural</em></p>



<p>A possibilidade de impactos do El Niño sobre a safra 2026/2027 levou <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/em-ano-de-el-nino-mapa-recebe-da-embrapa-163-medidas-para-gestao-de-riscos-climaticos-no-campo">a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)</a> a reunir <strong>163 medidas para prevenção, adaptação e redução de riscos climáticos no campo</strong>. As recomendações foram entregues ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem diferentes cadeias produtivas.</p>



<p>O trabalho foi desenvolvido no âmbito do Grupo de Trabalho sobre El Niño, instituído pelo Mapa, com participação de especialistas da Embrapa e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Cerca de 50 profissionais da empresa de pesquisa participaram da elaboração da nota técnica.</p>



<p>Embora o El Niño tenha motivado o levantamento, as orientações não se restringem ao fenômeno previsto para 2026/27. Segundo a Embrapa, parte das medidas pode ser utilizada para preparar as propriedades rurais para outros eventos recorrentes, como secas, excesso de chuvas, ondas de calor, geadas, tempestades e incêndios.</p>



<p>Das 163 medidas apresentadas, <strong>14 são transversais a todo o setor agropecuário, 139 são direcionadas a segmentos produtivos específicos e dez correspondem a ações de apoio ou viabilização de políticas públicas</strong>.</p>



<p>“O principal legado desse grupo de trabalho pode ser a transição de uma lógica predominantemente reativa de gestão de crises para uma cultura permanente de antecipação, preparação, adaptação, monitoramento e aprendizagem”, avalia o coordenador da Rede Zarc e pesquisador da Embrapa Agricultura Digital, Eduardo Monteiro.</p>



<p><strong>O que o produtor pode fazer</strong></p>



<p>Entre as recomendações aplicáveis a diferentes atividades estão o acompanhamento das previsões meteorológicas e de dados locais, utilização do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), diversificação espacial e temporal da produção e adoção de sistemas de integração lavoura-pecuária (ILP) e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).</p>



<p>A lista também contempla elaboração de planos de contingência para eventos adversos, manutenção da infraestrutura das propriedades, dimensionamento da capacidade operacional, criação de reservas financeiras, contratação de seguro rural e capacitação das equipes.</p>



<p>Para cadeias produtivas específicas, as orientações envolvem manejo do solo, escolha de cultivares, planejamento das operações, estruturas de proteção, drenagem e irrigação.</p>



<p>Segundo o coordenador do Grupo de Trabalho, Bruno Leite, o desafio é ampliar o acesso dos produtores às ferramentas já disponíveis.</p>



<p>“Nós já temos um cardápio bastante grande de tecnologias que ajudam a enfrentar o El Niño e eventos climáticos adversos. O desafio agora é fazer com que esse conhecimento chegue ao produtor rural”, afirmou.</p>



<p><strong>Centro-Norte pode ter chuvas abaixo da média</strong></p>



<p>A nota técnica também reúne o histórico dos efeitos do El Niño no Brasil e projeções para 2026. Os cenários apresentados, no entanto, <strong>não significam que os impactos ocorrerão necessariamente da mesma maneira em todas as regiões ou atividades agropecuárias</strong>.</p>



<p>Entre as possibilidades avaliadas está uma maior probabilidade de precipitações abaixo da média em áreas do Centro-Norte do Brasil, enquanto a Região Sul pode registrar volumes acima da média.</p>



<p>Também são considerados riscos de atraso ou irregularidade no início da estação chuvosa, períodos prolongados de déficit hídrico, temperaturas elevadas, excesso de precipitação e tempestades severas.</p>



<p>Os impactos e as medidas de gestão foram avaliados para atividades como grãos e fibras, fruticultura, silvicultura, olericultura, pastagens e pecuária, culturas industriais e aquicultura.</p>



<p><strong>Medidas também envolvem crédito, seguro e assistência técnica</strong></p>



<p>Parte das recomendações depende de ações governamentais e institucionais. Entre elas estão o fortalecimento e aperfeiçoamento do Zarc, ampliação dos mecanismos de financiamento para adaptação climática, aprimoramento do seguro rural e de outros instrumentos de transferência de risco e fortalecimento da assistência técnica e da pesquisa.</p>



<p>A Embrapa também aponta a necessidade de aperfeiçoar os sistemas de monitoramento agrometeorológico e a gestão integrada dos recursos hídricos.</p>



<p>O Grupo de Trabalho reuniu contribuições de instituições como Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Embrapa, Inmet e diferentes secretarias do Ministério da Agricultura.</p>



<p>A proposta é que as medidas auxiliem não apenas na preparação para o El Niño da safra 2026/27, mas na construção de uma estratégia permanente de gestão dos riscos climáticos enfrentados pela agropecuária brasileira.</p>



<p><em>Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Embrapa.</em></p>
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		<title>Saiba quais medidas do governo visam reduzir o preço dos alimentos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/saiba-quais-medidas-do-governo-visam-reduzir-o-preco-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 12:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Preço dos alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta quinta-feira (6) um conjunto de medidas para tentar conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a isenção de imposto de importação sobre alguns produtos e ações regulatórias para estimular a competitividade e reduzir custos. O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, [&#8230;]</p>
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<p>O governo federal anunciou nesta quinta-feira (6) um conjunto de medidas para tentar conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a isenção de imposto de importação sobre alguns produtos e ações regulatórias para estimular a competitividade e reduzir custos.</p>



<p>O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, após reunião com integrantes do governo, setor produtivo e empresarial, e tiveram aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p>“São medidas para reduzir preços, para favorecer o cidadão e a cidadã, para que ele possa manter o seu poder de compra, possa ter a sua cesta básica com preço melhor”, afirmou Alckmin na ocasião.</p>



<p>Outro ponto é o estímulo à produção de alimentos da cesta básica no Plano Safra e fortalecimento dos estoques reguladores pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>



<p>O governo também busca ainda um acordo com os estados para redução do ICMS sobre produtos da cesta básica e firmou parceria com supermercadistas para divulgar os melhores preços ao consumidor.Play Video</p>



<p>O governo também lançará o Selo Empresa Amiga do Consumidor, uma iniciativa para identificar e incentivar supermercados que praticam preços equilibrados na cesta básica. “A gente vai estimular a disputa, favorecer o consumidor, ajudar o consumidor”, disse Alckmin.</p>



<p>Outra ação prevista é a extensão, por um ano, da validade do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) para todo o território nacional, permitindo a comercialização interestadual de produtos certificados no nível municipal, como leite, mel e ovos.</p>



<p>“Vamos, por um ano, dar os efeitos do SIM para todo o território brasileiro”, explicou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. “O objetivo da medida é dar competitividade e oportunidade para os produtos da agricultura familiar brasileira”, frisou.</p>



<p>Segundo Alckmin, as ações serão mantidas pelo tempo necessário para garantir a redução dos preços. “Acreditamos que esse conjunto de medidas vai fazer efeito”, concluiu o vice-presidente.</p>



<p>No âmbito regulatório, o governo também colocou a mistura de 14% de biodiesel no diesel (B14) e de 27,5% de etanol na gasolina, como medidas para baratear os preços.</p>



<p>Segundo o Executivo, a expectativa é de que a medida impacte positivamente a cadeia desde os custos logísticos e, consequentemente, os preços dos alimentos.</p>



<p>No entanto, setores envolvidos nas discussões sobre o biodiesel defendem um calendário de misturas obrigatórias para ter um impacto relevante na questão.</p>



<p><strong>Impacto fiscal</strong></p>



<p>As medidas ainda não têm impacto fiscal definido. Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, os cálculos serão feitos após todos os ministérios setoriais validarem as medidas.</p>



<p>“Vários desses produtos têm um nível de importação pequeno porque têm um imposto elevado. As medidas têm o objetivo de aumentar a competitividade. A alíquota mais alta tirava a competitividade dos produtos. Os ministérios vão fazer as notas técnicas e o impacto vai ser calculado ainda”, pontuou.</p>



<p>“São medidas administrativas. Do ponto de vista da arrecadação não deve ter impacto significativo mas do ponto de vista do consumidor deve ter impacto importante”, afirmou o secretário.</p>



<p><strong>Inflação segue em disparada</strong></p>



<p>Em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) subiu 1,23% após ter avançado 0,11% em janeiro segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Foi a maior variação registrada para o mês desde 2016, quando o indicador registrou elevação de 1,42%.</p>



<p>Em relação ao grupo de alimentação e bebidas, houve alta de 0,61% (impacto de 0,14 p.p.), mas desaceleração em comparação com o mês de janeiro, quando o IPCA-15 registrou variação de 1,06% para a categoria.</p>



<p>Os alimentos com as principais variações positivas foram a cenoura (17,62%) e o café moído (11,63%), enquanto no lado das quedas destaca-se a batata-inglesa (-8,17%), o arroz (-1,49%) e as frutas (-1,18%).</p>



<p><em>Por CNN. </em></p>
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		<title>Governo Federal alerta sobre riscos de contaminação no Rio Tocantins e reforça medidas de prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica com orientações para a população que vive próxima ao Rio Tocantins, onde a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em dezembro de 2023, causando a morte de 14 pessoas; três ainda seguem desaparecidas. Durante o colapso, caminhões transportando defensivos agrícolas e ácido [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica com orientações para a população que vive próxima ao Rio Tocantins, onde a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em dezembro de 2023, causando a morte de 14 pessoas; três ainda seguem desaparecidas.</p>



<p>Durante o colapso, caminhões transportando defensivos agrícolas e ácido sulfúrico caíram no rio. Embora não haja indícios de contaminação, o governo mantém o monitoramento da qualidade da água e recomenda precaução.</p>



<p><strong>Risco ambiental e impacto na população</strong></p>



<p>Segundo o ministério, os produtos químicos permanecem no leito do rio, representando potencial risco de vazamento. Uma contaminação da água poderia afetar a subsistência de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, além dos moradores da região.</p>



<p><strong>Principais recomendações</strong></p>



<p>O governo recomenda que, em caso de confirmação de contaminação, a população:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite contato com a água do Rio Tocantins</li>



<li>Não utilize a água para consumo ou lazer</li>



<li>Siga apenas informações de órgãos ambientais e sanitários</li>



<li>Busque atendimento médico em caso de exposição aos produtos químicos</li>
</ul>



<p>Além disso, profissionais de saúde foram orientados a monitorar sintomas de intoxicação, como náuseas, tontura, irritação na pele e dificuldades respiratórias.</p>



<p>A equipe técnica do Ministério da Saúde segue acompanhando a situação, com reuniões semanais entre representantes dos estados do Tocantins e Maranhão para atualizar o cenário e definir novas ações de mitigação.</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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		<title>Tocantins traça novas medidas emergenciais de combate a incêndios no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-traca-novas-medidas-emergenciais-de-combate-a-incendios-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 13:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Membros do Comitê do Fogo se reuniram na tarde desta segunda-feira, 2, para discutir medidas emergenciais a serem adotadas no combate aos focos de incêndios no Estado. O encontro, que ocorreu a pedido do governador Wanderlei Barbosa, foi realizado na sala do Cigma (Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente). Esta foi uma [&#8230;]</p>
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<p>Membros do Comitê do Fogo se reuniram na tarde desta segunda-feira, 2, para discutir medidas emergenciais a serem adotadas no combate aos focos de incêndios no Estado. O encontro, que ocorreu a pedido do governador Wanderlei Barbosa, foi realizado na sala do Cigma (Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente).</p>



<p>Esta foi uma sequência da reunião do Governador com as respectivas instituições, realizada na última sexta-feira, 30, no Palácio Araguaia. Ocasião em que o Governador determinou que fossem encontradas novas soluções de combate aos focos de incêndio.<br>Durante a reunião foram propostas medidas emergenciais que serão apresentadas em 48 horas ao governador Wanderlei Barbosa para sua deliberação. Além do aumento do efetivo de homens do corpo de bombeiros e da Defesa Civil, a proposta é investir também na contratação de equipamentos para o combate ao fogo.</p>



<p>“Discutimos aqui hoje medidas concretas para intensificar o combate ao fogo e estas sugestões serão levadas ao governador Wanderlei Barbosa para que ele possam deliberá-las para serem executadas”, afirmou o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis.</p>



<p>A reunião foi aberta com a apresentação de dados atualizados sobre queimadas e incêndios florestais no Tocantins que foram apresentados pelo professor coordenador do Cigma, Marcos Giongo.</p>



<p>Os gráficos mostraram um crescimento de 121% na área queimada no Brasil. Só no mês de agosto, o Tocantins registrou 8.849 focos de incêndio, mas a expectativa é que este número cresça em virtude da chegada do mês de setembro, considerado mais crítico ainda.</p>



<p>E para enfrentar este cenário, algumas medidas já estão sendo adotadas pelos órgãos. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Peterson Queiroz de Ornelas, informou que ampliou de 40 para 70 o total de bombeiros que atuam diariamente nas unidades. Além disso, a corporação colocou à disposição deste trabalho os 105 alunos que estão fazendo curso de formação de praças e os 20 do curso de formação de oficiais cadetes. Alem de 80 brigadistas que estão distribuídos pelo Estado.</p>



<p>O comandante-geral do Corpo de Bombeiros informou também que colocou uma equipe a mais à disposição nas unidades de Palmas, Araguaína e Gurupi. ”Dobramos as viaturas e enviamos ofícios para cada secretaria, solicitando veículos que possam ficar à disposição do corpo de Bombeiros para reforçar nossas ações”, afirmou. Foi discutido também o envio de ofício aos prefeitos para que criem suas brigadas para reforçar o trabalho de combate ao fogo.</p>



<p>O Comandante do Exército, coronel Ramos, se colocou à disposição para ajudar o estado com apoio logístico e homens para atuar no combate e no trabalho de educação ambiental, mediante pedido de ofício. “Caso precise, outros meios poderão ser alocados com a autorização do governo federal”, afirmou.</p>



<p><strong>Comitê do Fogo<br></strong><br>As instituições participantes do Comitê do Fogo incluem Coordenadoria Estadual de Defesa Civil; Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh); Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec); Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto); Associação Tocantinense de Municípios (ATM); Batalhão da Polícia Militar Rodoviário e Divisas (BPMRED); Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA); BPBUNGE – Pedro Afonso; Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf/UFT); Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer); Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO); Defesa Civil Municipal de Palmas; Defesas Civis Municipais do Interior; Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente e Conflitos Agrários (Demag); Energisa; Exército Brasileiro – 22° Batalhão de Infantaria; Federação da Agricultura no Estado do Tocantins (Faet); Federação de Trabalhadores na Agricultura no Estado do Tocantins (Fetaet); Fundação Municipal de Meio Ambiente de Palmas; Guarda Metropolitana de Palmas; Ibama – Prevfogo; ICMBio; Incra; Infraero; Instituto de Terras do Estado do Tocantins (Itertins); Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins); Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); Ministério Público Estadual (MPE); Secretaria de Estado da Saúde (SES); Secretaria de Estado da Comunicação (Secom); Secretaria de Estado da Educação (Seduc); Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Agricultura (Seagro); Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO); e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).<br><br><em>Por Ana Karla. </em></p>
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