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	<title>Meio ambiente Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Meio ambiente Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Estado injeta milhões para conter queimadas ilegais e reforçar fiscalização em todo território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
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		<category><![CDATA[queimadas ilegais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com investimento de 71 milhões de reais, Tocantins lançou a edição 2026 do Foco no Fogo e amplia a estratégia de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais. Do montante total, 26 milhões de reais são recursos estaduais, enquanto os outros 45 milhões de reais foram viabilizados pelo BNDES. Os recursos serão aplicados na [&#8230;]</p>
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<p>Com investimento de 71 milhões de reais, Tocantins lançou a edição 2026 do Foco no Fogo e amplia a estratégia de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais.</p>



<p>Do montante total, 26 milhões de reais são recursos estaduais, enquanto os outros 45 milhões de reais foram viabilizados pelo BNDES.</p>



<p>Os recursos serão aplicados na compra de equipamentos, qualificação de equipes e ampliação das ações em áreas críticas, com foco em prevenção e atuação direta junto a comunidades e produtores rurais.</p>



<p>Coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a iniciativa reforça o planejamento antecipado e a capacidade de resposta no período mais crítico do ano.</p>



<p>A ampliação do programa é reflexo dos resultados recentes. Em 2025, o Tocantins reduziu em cerca de 34% a área queimada e em 33% os focos de incêndio.</p>



<p>Com seis anos de execução, o Foco no Fogo já chegou a 119 municípios e alcançou cerca de 65 mil pessoas, consolidando-se como uma das principais políticas ambientais do estado.</p>



<p>“Estamos ampliando a presença em campo, estruturando equipes e antecipando as ações para reduzir focos antes que eles se espalhem. O objetivo é agir com rapidez e evitar que o problema avance”, afirmou o governador Wanderlei Barbosa.</p>



<p><em>Por Revista Veja. </em></p>
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		<title>Cacau no Pará alia produção e clima e sequestra até 51 t de carbono por hectare</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a [&#8230;]</p>
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<p><em>Pesquisa indica nova fonte de renda com sistemas agroflorestais</em><br><br>Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para produtores por meio da comercialização de créditos de carbono.</p>



<p>Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 8, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em Belém. O estudo foi financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>



<p>De acordo com os pesquisadores, as áreas de cacau com 32 anos ou mais registraram capacidade de sequestro entre 14 a 51 toneladas de carbono por hectare considerando áreas rurais e urbanas, com o melhor resultado observado em área rural.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, responsável pela apresentação do estudo, os dados abrem caminho para que produtores negociem créditos de carbono no mercado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Agora existem elementos técnicos e científicos que possibilitam essa comercialização, o que pode gerar pagamento por serviços ambientais e ampliar a renda no campo”, destacou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Medicilândia e Marituba</strong></p>



<p>O estudo foi conduzido em dois polos principais: o município de Medicilândia, maior produtor de cacau do Pará, e a Estação Experimental José Haroldo, da Ceplac, que possui cerca de 200 hectares de floresta e fica em Marituba, na Grande Belém. O trabalho também analisou a vegetação secundária, conhecida como capoeira, comum no Nordeste paraense.</p>



<p>Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, o estudo é um avanço para o setor cacaueiro, pois a comprovação científica da capacidade de sequestro de carbono nas lavouras fortalece o potencial econômico da atividade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Isso habilita o produtor a negociar o carbono sequestrado e poder acessar uma nova fonte de receita”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Ao todo, a pesquisa teve duração de um ano e quatro meses, com início em 2025 após aprovação do Conselho Gestor do Funcacau.</p>



<p>Em nota ao&nbsp;<strong>Pará Terra Boa</strong>, a Sedap informou que o estudo na íntegra será disponibilizado na próxima semana, com indicações inéditas para pesquisadores, estudiosos e trabalhadores do setor.</p>



<p><em>Por Pará Terra Boa.</em></p>
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		<title>Tocantins abre vagas com bolsas de até R$ 3,1 mil para atuação em recursos hídricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 12:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[fapt]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Semarh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins (Fapt) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), abriu processo seletivo para concessão de bolsas de pesquisa e extensão científica voltadas ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no estado. Regulada pelo edital nº 04/2026, de 17 de abril, a [&#8230;]</p>
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<p>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins (Fapt) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), abriu processo seletivo para concessão de bolsas de pesquisa e extensão científica voltadas ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos no estado. Regulada pelo edital nº 04/2026, de 17 de abril, a seleção oferta três vagas imediatas, além da formação de cadastro reserva para áreas técnicas.</p>



<p>As bolsas terão valor mensal de R$ 3,1 mil, com carga horária de 30 horas semanais e duração inicial de até 24 meses. As atividades serão desenvolvidas em Palmas, nas estruturas da Fapt, da Semarh e do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).</p>



<p>As vagas são destinadas a profissionais graduados em Engenharia Ambiental, Engenharia Agronômica e Geologia, Engenharia de Minas ou Tecnólogo em Mineração, Engenharia Civil ou Tecnólogo em Construção Civil, Programador ou Analista de Sistemas, com uma bolsa para cada área, sendo três vagas para início imediato, além do cadastro reserva.</p>



<p>Segundo o edital, os bolsistas atuarão em ações estratégicas voltadas ao cumprimento das metas do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão), iniciativa coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Entre as atividades previstas estão análise de processos de outorga de uso da água, monitoramento hidrológico, segurança de barragens, gestão de cadastros de usuários e desenvolvimento de sistemas para redes hidrometeorológicas.</p>



<p>As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela plataforma do&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/fapt/edital-no-042026-faptsemarh-vagas-suplementares-de-bolsistas/3wiuqw8omas7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema Integrado de Gestão da Fapt (SigFap)&nbsp;</a>até o dia 30 de abril, por meio do endereço eletrônico oficial do sistema. O resultado final está previsto para ser divulgado até 18 de maio, com posterior publicação no Diário Oficial do Estado (DOE).</p>



<p>Para participar, os candidatos devem apresentar documentação pessoal, diploma de graduação, currículo Lattes atualizado, carta de intenção e comprovantes de experiência profissional, conforme os critérios definidos no edital.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, informa que o edital representa um avanço importante para o fortalecimento da gestão das águas no Tocantins. “Estamos ampliando nossa capacidade técnica com profissionais qualificados que irão contribuir diretamente para o planejamento, o monitoramento e a execução de políticas públicas voltadas aos recursos hídricos”, destacou.</p>



<p><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Acordo prevê recuperar 3,3 mil hectares no Cerrado em Lagoa da Confusão e Cristalândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:13:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Cristalândia]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa da Confusão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MPTO firma termo com Grupo São Miguel; compensação passa de R$ 2,2 milhões O Ministério Público do Tocantins (MPTO) formalizou nesta semana mais um acordo de reparação florestal. Após dez anos de embates judiciais, o Grupo São Miguel assinou dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para restaurar 3.314,45 hectares de vegetação nativa suprimida ilegalmente. [&#8230;]</p>
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<p><em>MPTO firma termo com Grupo São Miguel; compensação passa de R$ 2,2 milhões</em><br><br>O Ministério Público do Tocantins (MPTO) formalizou nesta semana mais um acordo de reparação florestal. Após dez anos de embates judiciais, o Grupo São Miguel assinou dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para restaurar 3.314,45 hectares de vegetação nativa suprimida ilegalmente.</p>



<p>Em nota, o Grupo São Miguel afirma que atua com base na legislação ambiental e com autorizações do Estado, destacando a geração de mais de 400 empregos diretos e 900 indiretos, além da preservação de 23 mil hectares de mata. A empresa reconhece, no entanto, que o Ministério Público do Tocantins apontou possíveis irregularidades nos processos de licenciamento e informa que firmou acordo para reforçar o compromisso com a preservação ambiental. O grupo também pede desculpas por eventuais descumprimentos legais e reafirma que pretende seguir produzindo de forma responsável e em conformidade com as exigências ambientais (veja nota na íntegra no final da matéria).</p>



<p>A área a ser recuperada equivale a mais de 4,6 mil campos de futebol e abrange as fazendas Diamante, Ouro Verde, Safira e Santa Maria, localizadas em Lagoa da Confusão e Cristalândia. O compromisso de recuperação foi averbado nas matrículas dos imóveis, o que garante que a obrigação acompanhe a terra mesmo em caso de venda das propriedades.</p>



<p>Além da restauração, os responsáveis assumiram uma compensação financeira superior a R$ 2,2 milhões pelo uso indevido dos recursos naturais. O montante será destinado exclusivamente à recuperação do Cerrado e à modernização de sistemas de monitoramento ambiental.</p>



<p>O acordo estabelece a recuperação in situ, ou seja, a restauração deve ocorrer obrigatoriamente no local onde houve o dano. As áreas de Reserva Legal serão isoladas gradualmente até a incorporação total em 2031. Caso haja atraso ou descumprimento, foi fixada uma multa de R$ 20 mil por hectare a cada mês de irregularidade.</p>



<p><strong>Importância estratégica da Bacia do Rio Formoso<br></strong><br>As áreas envolvidas estão na Bacia do Rio Formoso, região considerada uma das principais fronteiras agrícolas do Tocantins, mas que sofre com a pressão sobre os recursos hídricos devido aos grandes empreendimentos irrigados. Segundo o MPTO, o suporte técnico do Centro de Apoio Operacional de Meio Ambiente (CAOMA), com o uso de imagens de satélite, foi decisivo para comprovar o passivo ambiental e garantir a assinatura do TAC.</p>



<p>A solução negociada permite que o início das ações de recuperação ocorra em até 30 dias, oferecendo uma resposta muito mais célere do que a continuidade dos processos judiciais, que tramitavam há mais de uma década sem resultados efetivos para o meio ambiente.</p>



<p>O acordo inclui um componente de responsabilização direta, no qual os sócios do grupo apresentaram um pedido formal de desculpas à sociedade tocantinense. No documento, os empresários reconhecem que as intervenções feitas após 2008 nos varjões do Rio Formoso foram ilícitas e causaram danos ao bioma e aos recursos hídricos da região.</p>



<p><em><strong>Nota do Grupo São Miguel<br></strong></em><br><em>&#8220;O Grupo São Miguel sempre pautou suas atividades na observância da legislação nacional, principalmente a ambiental, no desenvolvimento de suas atividades. A empresa sempre atuou com aval do Estado nas suas atividades, pleiteando as licenças devidas e as autorizações exigidas para produzir com responsabilidade.</em></p>



<p><em>A empresa emprega mais de 400 funcionários em empregos diretos e gera outros 900 de indiretos; planta uma área total de 32 mil há e ainda mantem preservados, além da reserva legal, um total de 23 mil há de mata virgem, intocada.</em></p>



<p><em>Entretanto, após trabalho providencial do Ministério Publico do estado do Tocantins ao identificar possíveis ilegalidades nos procedimentos que outorgaram as licenças à empresa, o Grupo São Miguel, cumprindo sua função social, resolveu de pronto efetivar o acordo com o órgão do Ministério Público, para reafirmar seu compromisso com a preservação ambiental e a produção forte e sustentável. A empresa pede publicamente desculpas se descumpriu algum comando legal e reforça sua postura de andar sempre ladeado as instituições democráticas no cumprimento das exigências legais, principalmente com o meio ambiente sadio e equilibrado.</em></p>



<p><em>A empresa ainda reafirma seu compromisso de seguir produzindo e gerando riquezas para o Estado do Tocantins de maneira responsável e legitima, e reconhece que o acordo feito é resultado de um esforço do Ministério Publico e da empresa no sentido de dar fiel cumprimento as exigências constitucionais e legais, garantindo um meio ambiente equilibrado e uma produção que contempla a responsabilidade ambiental e social.&#8221;</em></p>



<p><em>Por g1 Tocantins. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Após reduzir área queimada em 34%, Tocantins investe R$ 71 milhões no Foco no Fogo 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Foco no Fogo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Semarh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última terça-feira, 7, aconteceu o lançamento da edição 2026 do Projeto Foco no Fogo, iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) que marca o início das ações integradas de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais no estado. A solenidade ocorreu no 22º Batalhão de Infantaria do [&#8230;]</p>
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<p>Nesta última terça-feira, 7, aconteceu o lançamento da edição 2026 do Projeto Foco no Fogo, iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) que marca o início das ações integradas de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais no estado. A solenidade ocorreu no 22º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, em Palmas.</p>



<p>A nova edição foi lançada após resultados expressivos alcançados em 2025, quando o Tocantins registrou redução de aproximadamente 34% na área queimada e queda de 33,1% nos focos de incêndio.</p>



<p>Na ocasião, a primeira-dama Karynne Sotero acompanhou a apresentação das ações, que incluem a regulamentação do Programa Estadual de Prevenção e Educação Ambiental, instituído por decreto, e destacou o caráter social do projeto e o impacto direto nas comunidades. “O<em>&nbsp;Foco no Fogo&nbsp;</em>vai além de um projeto educativo. É uma ação que leva o Governo do Tocantins para perto das comunidades, com prevenção, orientação e presença contínua nos territórios. Nosso objetivo é proteger as famílias e ampliar a conscientização, sempre com foco no cuidado com as pessoas”, afirmou.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, ressaltou o planejamento estratégico e a ampliação das ações. “Para 2026, o Tocantins passa a contar com o maior plano de combate ao fogo da sua história, construído de forma antecipada e com atuação integrada entre Governo, setor produtivo e diversas instituições. O fogo é o principal desafio ambiental do estado. Por isso, essa nova edição do&nbsp;<em>Foco no Fogo&nbsp;</em>reafirma a decisão do governador Wanderlei Barbosa de manter o enfrentamento às queimadas como prioridade permanente.”</p>



<p><strong>Estrutura operacional e apoio das Forças Armadas</strong></p>



<p>O comandante do 22º Batalhão de Infantaria, tenente-coronel Ribeiro Filho, destacou a importância da cooperação entre as instituições. “Para o Exército Brasileiro, é uma satisfação sediar um projeto tão relevante quanto o&nbsp;<em>Foco no Fogo</em>. Essa integração entre as instituições fortalece a atuação conjunta e contribui diretamente para a proteção da população e do meio ambiente no Tocantins”, pontuou.</p>



<p>O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, apresentou as metas para este ano. “Para 2026, estamos ampliando a capacidade de resposta com reforço no treinamento de brigadistas, expansão das equipes em campo e atuação integrada com os órgãos parceiros. A meta é avançar ainda mais na redução dos incêndios, por meio ações preventivas, resposta ágil e mobilização da população, especialmente nas áreas com maior incidência de queimadas&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Alcance do programa</strong></p>



<p>O projeto&nbsp;<em>Foco no Fogo&nbsp;</em>é desenvolvido com a participação de mais de 30 instituições, reunindo órgãos estaduais, federais, municipais e representantes do setor produtivo, em uma atuação coordenada de prevenção, monitoramento e combate às queimadas.</p>



<p>Com seis anos de execução, o programa já alcançou 119 municípios tocantinenses e aproximadamente 65 mil pessoas, consolidando-se como uma das principais políticas públicas de educação ambiental do estado.</p>



<p><strong>Cenário atual e estratégia para 2026</strong></p>



<p>Em 2026, no período de 1º de janeiro a 6 de abril, o Tocantins registrou 202 focos de calor, ocupando a 13ª posição no ranking nacional, um indicativo dos resultados das ações de prevenção e controle adotadas pelo estado. No ano anterior, o estado havia figurado na 5ª colocação, com 11.358 focos registrados.</p>



<p>O cenário demonstra a efetividade das medidas implementadas e reforça a importância da continuidade das ações antecipadas e direcionadas. Para este ano, as iniciativas serão intensificadas em municípios com histórico de maior incidência de queimadas, como Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Mateiros, Pium, Paranã, Aguiarnópolis e Lizarda.</p>



<p>As ações incluem a ampliação de visitas técnicas, palestras educativas e orientação direta a produtores e comunidades, com foco na prevenção e na redução dos focos de incêndio.</p>



<p><strong>Reconhecimento nacional</strong></p>



<p>O projeto<em>&nbsp;Foco no Fogo</em>&nbsp;foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do programa&nbsp;<em>Salas Verdes</em>, iniciativa que incentiva a criação de espaços voltados à formação e disseminação de informações ambientais.</p>



<p>A certificação reforça o alinhamento do Tocantins às diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea) e amplia o alcance das ações de conscientização com a população.</p>



<p><strong>Investimento e ampliação da capacidade operacional</strong></p>



<p>Além dos resultados já alcançados, o Governo do Tocantins amplia, em 2026, a capacidade de prevenção e resposta aos incêndios florestais. O Plano prevê investimento na ordem de R$ 26.014.388,96 por parte do Estado, além de cerca de R$ 45 milhões viabilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>



<p>Os recursos são destinados para aquisição de equipamentos, capacitação de brigadistas e fortalecimento das equipes de campo, ampliando a atuação nos municípios e nas áreas mais críticas.</p>



<p>Com a edição 2026, o Governo do Tocantins fortalece uma política pública baseada em integração institucional, planejamento antecipado e educação ambiental, com foco na redução das queimadas, na proteção das comunidades e na preservação dos recursos naturais.</p>



<p><em>Por Leydiane Lima/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Periquito azul raro é registrado no Tocantins por servidora do Ibama; alteração genética chama atenção de especialistas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/periquito-azul-raro-e-registrado-no-tocantins-por-servidora-do-ibama-alteracao-genetica-chama-atencao-de-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[alteração genética]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Periquito azul]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma servidora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou um caso raro de alteração genética em uma ave silvestre no Tocantins. O flagrante mostra um periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul, resultado de uma condição genética conhecida como cianismo. A foto foi feita pela analista ambiental Bianca Montanaro durante uma atividade [&#8230;]</p>
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<p>Uma servidora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou um caso raro de alteração genética em uma ave silvestre no Tocantins. O flagrante mostra um periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul, resultado de uma condição genética conhecida como cianismo.</p>



<p>A foto foi feita pela analista ambiental Bianca Montanaro durante uma atividade de observação de aves em São Félix do Tocantins, no leste do estado. Segundo a servidora, registros desse tipo em vida livre são raros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Flagrantes desse tipo em vida livre são raros e valiosos, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a variabilidade natural das espécies e reforçar a importância da conservação da biodiversidade”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>O periquito-de-encontro-amarelo é uma espécie comum no Brasil, especialmente em áreas abertas, regiões do Cerrado e ambientes urbanos. A ave foi identificada em meio a um bando que se alimentava em uma plantação de milho.</p>



<p><strong>Condição genética rara</strong></p>



<p>O cianismo está relacionado à ausência de pigmentos responsáveis pelas cores amarelas, laranjas e vermelhas nas penas, chamados de psitacina.</p>



<p>Como a coloração verde das aves resulta da combinação entre o amarelo e o azul, a falta desses pigmentos faz com que o animal apresente tonalidade predominantemente azul.</p>



<p>De acordo com o Ibama, o cianismo afeta apenas a coloração da ave, sem evidências de prejuízos diretos à saúde.</p>



<p>No entanto, na natureza, a alteração pode representar desvantagens, como menor camuflagem, maior exposição a predadores, dificuldades de reconhecimento entre indivíduos e possíveis impactos no sucesso reprodutivo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Ntdh86pEmYFI4c8l_TFb2AD5ccI=/0x0:1300x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/n/rDgE38T3yLoYqald1fTg/2-2-.png" alt="Periquito-de-encontro-amarelo sem a condição genética — Foto: Bianca Montanaro/Ibama"/></figure>



<p><em>Periquito-de-encontro-amarelo sem a condição genética — Foto: Bianca Montanaro/Ibama</em></p>



<p>A condição é genética, assim como o albinismo em seres humanos, e tende a permanecer rara em populações naturais. Isso ocorre porque indivíduos com essa característica podem ter menor taxa de sobrevivência e reprodução.</p>



<p>No Tocantins, a ave é frequentemente observada e apresenta coloração bastante estável, o que torna variações como o cianismo ainda mais incomuns.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Produtores reduzem dependência de insumos importados e avançam em práticas sustentáveis</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-reduzem-dependencia-de-insumos-importados-e-avancam-em-praticas-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Insumos Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento no custo dos insumos agrícolas e a forte dependência de produtos importados, produtores rurais têm buscado alternativas para manter a rentabilidade no campo. Entre as principais estratégias está a adoção da agricultura regenerativa e de modelos biossustentáveis, que prometem reduzir custos, preservar o meio ambiente e garantir produtividade. Na cidade de Chapecó, [&#8230;]</p>
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<p>Com o aumento no custo dos insumos agrícolas e a forte dependência de produtos importados, produtores rurais têm buscado alternativas para manter a rentabilidade no campo.</p>



<p>Entre as principais estratégias está a adoção da agricultura regenerativa e de modelos biossustentáveis, que prometem reduzir custos, preservar o meio ambiente e garantir produtividade.</p>



<p>Na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, a família Geller aposta na diversificação de culturas e no uso de práticas sustentáveis após enfrentar queda na produtividade com o sistema convencional.</p>



<p>A propriedade conta com cerca de 20 estufas de cultivo protegido e produção a céu aberto, só de morango, são aproximadamente 10 mil pés em sistema semi-hidropônico. Já nas hortaliças, a produção semanal de alface e rúcula varia entre 5 mil e 8 mil pés, além de outras culturas como couve, repolho e temperos.<a href="https://www.canalrural.com.br/aves-e-suinos/disparada-do-diesel-interrompe-queda-no-preco-do-frango/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1427726000&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p>Há 18 anos atuando na olericultura, a família decidiu investir em um modelo baseado na agricultura biossustentável. A mudança veio da necessidade de reduzir custos e buscar alternativas menos agressivas à saúde e ao solo.</p>



<p>“Com uma parceria entre faculdade e empresas privadas, estamos tentando buscar algo que seja menos impactante, primeiramente, para nós mesmos, para a saúde e para o bolso”, explica o produtor rural, Lucas Miotto Gheller.</p>



<p>A solução que está em fase de implantação na propriedade prioriza o uso de recursos biológicos com redução de insumos químicos e foco na saúde do solo.</p>



<p>“Nós trabalhamos exatamente o equilíbrio, 14 nutrientes adicionados para equilibrar esse solo. E o principal ácidos úmicos e fúlvicos. Você trabalha uma fórmula de nutrientes mais complemento, o famoso enchimento, um solo extremamente duro, com baixa absorção de água, seco e muito salino”, destaca Wanderlei Enderle.</p>



<p>“Se colocar isso aqui na boca, você vai achar que se colocou um grão de de cloreto de sódio, de sal, mas de verdade é cloreta de potássio e algum afloramento até de fósforo, fosfatos”, completa.</p>



<p><strong>Aplicação</strong></p>



<p>Em outra propriedade acompanhada por pesquisadores, o uso de fertilizantes produzidos dentro da própria fazenda apresentou desempenho superior ao sistema convencional. No cultivo de milho, a média de produtividade em quatro anos chegou a 163 sacas por hectare com manejo biológico, frente a 143 sacas no modelo tradicional.</p>



<p>Além da redução de custos, a produção dentro da fazenda diminui a dependência de insumos externos e aumenta a eficiência econômica. Segundo especialistas, esse é um dos pilares da agricultura regenerativa, que pode ser adotada de forma total ou combinada com o uso de insumos químicos.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Nova regra ambiental trará mais segurança ao crédito rural, diz Banco do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-regra-ambiental-trara-mais-seguranca-ao-credito-rural-diz-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Regra Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil, principal financiador do agronegócio brasileiro, afirmou que a nova regra de monitoramento socioambiental para concessão de crédito rural fortalece a agenda de sustentabilidade do país e reduz riscos nas operações de financiamento. &#8220;Entendemos que a iniciativa aprimora a destinação dos recursos, fortalece a agenda de sustentabilidade e contribui para a redução de riscos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Banco do Brasil, principal financiador do agronegócio brasileiro, afirmou que a nova regra de monitoramento socioambiental para concessão de crédito rural fortalece a agenda de sustentabilidade do país e reduz riscos nas operações de financiamento.</p>



<p>&#8220;Entendemos que a iniciativa aprimora a destinação dos recursos, fortalece a agenda de sustentabilidade e contribui para a redução de riscos na concessão de crédito ao mitigar a exposição a produtores que possam vir a sofrer embargos ou restrições futuras. Sua implementação tende, ainda, a estimular uma postura mais pro-ativa dos produtores no processo de regularização ambiental&#8221;, informou o BB, em resposta à reportagem.</p>



<p>Há receios no setor produtivo de que a regra poderá travar o acesso a produtores que cumprem a legislação.</p>



<p>A nova norma, que entrou em vigor nesta quarta-feira (1/4), promoveu ajustes no sistema de avaliação de desmatamento ilegal, que passou a considerar a base oficial de dados consolidada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a partir das informações do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>&#8220;O direcionamento da medida é a mitigação do desmatamento ilegal. Nesse sentido, produtores que comprovem a regularidade da intervenção, mediante a apresentação da documentação prevista no próprio normativo, poderão dar prosseguimento à proposta de crédito&#8221;, avaliou o BB.</p>



<p>O Ministério do Meio Ambiente já disponibilizou orientações sobre o tema e ferramentas de consulta ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) a ser considerado nas operações.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>STF anula lei que favorecia a legalização de terras públicas com títulos contestados no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/stf-anula-lei-que-favorecia-a-legalizacao-de-terras-publicas-com-titulos-contestados-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Grilagem do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[terras públicas]]></category>
		<category><![CDATA[TÍTULOS]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público. A&#160;decisão&#160;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">A&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/469008/conteudo.pdf">decisão</a>&nbsp;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário virtual encerrada em 27 de março.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">A legislação questionada no STF equiparava título de domínio a registros paroquiais ou possessórios devidamente inscritos em cartório até a data de publicação da norma, incluindo desmembramentos e remembramentos.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">O Lei 3.525/2019 previa exceções para imóveis com domínio jurídico fora do Estado, áreas sob questionamento administrativo ou judicial, terras em processo de desapropriação para reforma agrária e aquelas localizadas em reservas indígenas ou quilombolas.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-27">Segundo o STF, Tocantins invadiu a competência da União para legislar sobre direito civil e registros públicos. Os ministros decidiram que transferir terras públicas para domínio privado deve observar normas federais e o sistema constitucional de bens públicos, sendo vedada a aquisição por usucapião.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-28">O STF entendeu que a norma permitia alienar terras públicas à margem das diretrizes nacionais de desenvolvimento agrário e do princípio da função social da propriedade. Argumentos apresentados no processo indicaram que a validação desses títulos poderia agravar conflitos fundiários e prejudicar o bioma do Cerrado.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-29">O Supremo destacou a necessidade de procedimentos administrativos de discriminação de terras devolutas antes de qualquer processo de regularização e a vedação constitucional de alienação de terras públicas com área superior a 2.500 hectares sem a aprovação prévia do Congresso Nacional.</p>



<p><strong>Matopiba</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://obrasilianista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cmn-amplia-credito-rural-1024x683.jpg" alt="CMN aprova concessões de crédito rural" class="wp-image-15463"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>(Foto: Freepik)</em></figcaption></figure>



<p>A ação analisada pelo STF foi&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/467793/conteudo.pdf">apresentada</a>&nbsp;pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). A entidade alegou que a principal região afetada pela lei de TO seria o Matopiba, um dos principais polos agrícolas do Brasil.</p>



<p>Em 2023 e 2024, o Matopiba, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, concentrou a maioria de ocorrências ligadas a desmatamento, devido à conversão de vegetação nativa em áreas de monocultivo, principalmente soja e milho.</p>



<p>Dados do MapBiomas&nbsp;<a href="https://brasil.mapbiomas.org/2025/05/15/mapbiomas-desmatamento-caiu-em-todos-os-biomas-brasileiros-em-2024/">indicam</a>&nbsp;que 90% do desmatamento na região possui indícios de irregularidade, seja por falta de autorização ambiental ou por sobreposição com áreas protegidas. Essa supressão da vegetação nativa compromete a recarga de aquíferos, afetando as chuvas e as comunidades locais.</p>



<p>Um fenômeno crescente no Matopiba é legalização fraudulenta de terras públicas ou territórios tradicionais, muitas vezes usando a reserva legal da propriedade, que é exigida por lei, como pretexto para ocupar áreas habitadas por povos da região.</p>



<p>O avanço das cercas é acompanhado por&nbsp;<a href="https://ipam.org.br/grilagem-verde-e-motor-da-violencia-no-cerrado-do-matopiba/">ameaças</a>&nbsp;de milícias rurais e o&nbsp;<a href="https://observatorio-matopiba.com.br/quem-somos">uso</a>&nbsp;de agrotóxicos como para forçar o êxodo rural.</p>



<p><em>Por Brenno Grillo.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rede Transformar anuncia projeto selecionado no Tocantins pelo edital “Floresta em Pé”</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rede-transformar-anuncia-projeto-selecionado-no-tocantins-pelo-edital-floresta-em-pe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:56:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta em Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Transformar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa fortalece geração de renda e conservação da floresta A Rede Transformar anunciou os projetos selecionados no Tocantins na terceira edição do edital “Floresta em Pé”. A iniciativa reúne empresas para apoiar cadeias da sociobiodiversidade, fortalecer a bioeconomia e incentivar a conservação da floresta. As propostas selecionadas atuam em dois eixos: Meio Ambiente, com foco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa fortalece geração de renda e conservação da floresta</em></p>



<p>A Rede Transformar anunciou os projetos selecionados no Tocantins na terceira edição do edital “Floresta em Pé”. A iniciativa reúne empresas para apoiar cadeias da sociobiodiversidade, fortalecer a bioeconomia e incentivar a conservação da floresta. As propostas selecionadas atuam em dois eixos: Meio Ambiente, com foco na redução do desmatamento e enfrentamento das mudanças climáticas; e Desenvolvimento Econômico, voltado à geração de trabalho e renda e ao fortalecimento do empreendedorismo local.</p>



<p>Na terceira edição do “Floresta em Pé, foi aprovado no Tocantins o projeto “Raízes do Futuro”, da Associação Porto Real. Fundada em 1998 na cidade de Porto Nacional (TO), a Associação atende famílias em situação de vulnerabilidade social, sendo referência em ações de sustentabilidade e de impacto transformador. Com o projeto Raízes do Futuro classificado no edital, a Associação Porto Real irá realizar capacitações para estimular o empreendedorismo, palestras sobre educação financeira e cidadania, oficinas de agricultura sustentável, produção e plantio de mudas nativas para reflorestamento, ações de conscientização ambiental e articulação com parceiros para fortalecimento comunitário.</p>



<p>Os projetos aprovados irão receber aporte financeiro para execução em até seis meses. “Nesta edição, foram inscritas 145 propostas, o que evidencia o interesse e o engajamento das comunidades em iniciativas que promovem o desenvolvimento sustentável. Esse volume de inscrições reforça a importância de iniciativas colaborativas que valorizem soluções locais e contribuam para fortalecer os territórios onde atuamos”, afirma Priscilla Alvarenga, gerente de Transformação Social da Votorantim Cimentos.</p>



<p>A terceira edição do edital “Floresta em Pé” é uma das frentes da Rede Transformar que conta com a participação das empresas Ambipar, Analista Brasil Comércio de Artigos, Auren Energia, Braslog, Calmom, Conceptum, Enaex Brasil, Fagundes Construção e Mineração, GCP Brasil, GreenChem, Haver &amp; Boecker, Headservice, Instituto Impactarte, Klabin, Magotteaux, Manserv, MC Química, MMC Metalúrgica, Orica, PMI Montagens Industriais, Sinoma Brazil, Sodexo,&nbsp;Instituto&nbsp;Sotreq, Sulaço, Xavier,&nbsp;Fundação&nbsp;Salvador Arena e Votorantim Cimentos.</p>



<p><strong>Resultado de edição anterior do “Edital Floresta em Pé”</strong></p>



<p>Na segunda edição do edital “Floresta em Pé”, realizada em 2024, o projeto aprovado para ser impulsionado no Tocantins foi o “Sabores Ancestrais: Cultura, Renda e Sustentabilidade no Beneficiamento da Jaca”, idealizado pela empresa Carne de Jaca, de Palmas (TO). A empresa realiza ações voltadas à bioeconomia e ao fortalecimento socioeconômico local, oferecendo oportunidades de geração de renda para mulheres, jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+ de comunidades quilombolas.</p>



<p>Segundo a CEO da empresa Carne da Jaca, Maria Edivângela da Silva, o edital contribuiu para estruturar melhor o beneficiamento da jaca verde e ensinar o preparo de receitas saudáveis e saborosas para comercialização. Maria Edivângela destaca ainda que o que antes estava restrito a poucas pessoas agora pode ser compartilhado com outras mulheres e suas famílias. “O apoio do ‘Floresta em Pé’ foi essencial para reunir as participantes e oferecer o suporte necessário para que elas aprendessem com tranquilidade e segurança. Ver essas mulheres ganhando segurança e percebendo que podem gerar renda com algo que também valoriza o território e os saberes locais foi um dos resultados mais importantes dessa jornada”, afirma Maria Edivângela.</p>



<p><strong>Números do edital terceiro edital “Floresta em Pé” – Rede Transformar</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inscrição de 145 propostas nos estados do Amazonas, Pará e Tocantins</li>



<li>14 iniciativas finalistas</li>



<li>5 projetos selecionados</li>



<li>2 finalistas do Tocantins | 1 projeto aprovado no estado</li>



<li>Desde a primeira edição, em 2023, o edital já apoiou 15 projetos</li>
</ul>



<p><em>Por Rosana Terra.</em></p>
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	</channel>
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