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	<title>Mercado Brasileiro Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Mercado Brasileiro Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Setor de mel orgânico enfrenta barreiras na Europa e investe em fortalecer mercado brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 13:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[mel orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase 80% da produção do mel brasileiro é destinada aos Estados Unidos. Contudo, o tarifaço de 50% sobre as exportações do país ao mercado norte-americano inviabilizam os negócios. De acordo com o diretor-executivo da Apidouro, João Messas, a restrição afeta drasticamente os pequenos produtores e coloca em risco a competitividade do setor nacional. Segundo ele, desde [&#8230;]</p>
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<p>Quase 80% da produção do mel brasileiro é destinada aos <strong>Estados Unidos</strong>. Contudo, o tarifaço de 50% sobre as exportações do país ao mercado norte-americano inviabilizam os negócios.</p>



<p>De acordo com o diretor-executivo da Apidouro, João Messas, a restrição afeta drasticamente os pequenos produtores e coloca em risco a competitividade do setor nacional.</p>



<p>Segundo ele, desde que o produto não entrou na lista de exceções ao tarifaço (casos de suco de laranja, castanhas e outros itens), foi possível notar que os importadores rapidamente bloquearam os contratos em abertos e frearam novos embarques de mel brasileiro.</p>



<p>“Foi algo que impactou e virou o mercado muito rapidamente. A gente vinha em uma crescente de demanda por parte dos Estados Unidos, assim como um aumento de preços que já eram percebidos desde o início desse ano e comparativamente a 2024, mas, de uma hora para outra, a gente se viu ‘descalso&#8217;”, detalha.</p>



<p><strong>Venda de mel a outros destinos</strong></p>



<p>Messas lembra que a maior parte do mel brasileiro é produto certificado orgânico, fator que dificulta o envio do produto a novos mercados.</p>



<p>Assim, desviar a exportação dos Estados Unidos à União Europeia, segundo consumidor do mel brasileiro, encontra como entrave a certificação orgânica atualmente chancelada ao mercado norte-americano, que é a NOP, do USDA.</p>



<p>“Essa certificação NOP não tem uma equivalência com a certificação CE, que é a certificação baseada nas normas de produção orgânica da Comunidade Europeia. […] Acabamos ficando restritos a países que aceitam a certificação orgânica NOP e que possuem essa equivalência em sua norma de produção orgânica”, afirma. Conforme o diretor da Apidouro, este é o caso do Canadá, mercado que o setor tem buscado centralizar forças.</p>



<p>Incentivo ao consumo interno</p>



<p>Segundo Messas, o setor produtivo do mel tem buscado incentivar o consumo interno, visto que o índice per capita no Brasil é muito aquém de Estados Unidos e Europa.</p>



<p>Cada brasileiro consome, em média, apenas 50g de mel, enquanto os norte-americanos ingerem entre 1kg e 1,2 kg, média semelhante à da Europa.</p>



<p>Para fomentar o mel entre os brasileiros, o diretor conta que a Apidouro fechou parcerias com grandes envasadoras, como a Baldone, para escoar a produção em solo nacional.</p>



<p>“Ao mesmo tempo, a gente vem tentando, junto com importadores americanos, algumas tratativas nos Estados Unidos, através de advogados americanos, tomar algumas soluções, algumas medidas cabíveis a essa situação do Brasil e essa particularidade do mel orgânico para que a gente adicione o nosso produto à lista de exclusão da tarifa”, conta.</p>



<p>De acordo com Messas, outro trunfo do país frente à sobretaxa é o aumento do mel orgânico, produto com valor agregado, na gôndola dos supermercados norte-americanos. “Os Estados Unidos também passam por algumas dificuldades econômicas neste momento e em um possível aumento de preço, o consumidor americano acaba deixando de optar pelo consumo do produto orgânico, de valor agregado, e passa a optar por um mel convencional, com um valor menor.”</p>



<p>No entanto, a preocupção é que, diante deste cenário de alta, o mel orgânico brasileiro acabe, com o passar do tempo, perdendo espaço de gôndola e, consequentemente, o interesse do consumirdor, algo que pode demorar a ser reconquistado.</p>



<p><strong>Preço vai baixar para o consumidor e o produtor</strong></p>



<p>O diretor da Apidouro reforça que o conceito de oferta e demanda dará o tom no mercado interno do mel.</p>



<p>“A partir do momento que temos uma cessão das novas demandas por parte dos importadores americanos devido à tarifa e isso acabar impossibilitando novos contratos, como temos uma produção contínua de mel, vamos acabar tendo uma oferta por parte dos produtores muito maior e uma demanda internacional muito menor, o que reflete diretamente no preço pago pela matéria-prima, no preço pago pelo mel”, analisa.</p>



<p>Messa conta que, em sua maior parte, a produção de mel orgânico fica concentrada em estados do Nordeste, principalmente na Bahia, no Ceará, Piauí, Maranhão e Rio Grande do Norte, além de em alguns pontos do Sul do país, como no Paraná.</p>



<p>“Principalmente no Nordeste, a apicultura é de subsistência. Então, são milhares de famílias que serão impactadas diretamente pela queda do preço e que dependem da apicultura”, conclui.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Descubra o profissional que está em alta no mercado do agronegócio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/descubra-o-profissional-que-esta-em-alta-no-mercado-do-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 11:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Francisco Negrini, da FCNEGRINI Consultoria e Treinamento, mesmo com o aumento do desemprego em diversos setores da sociedade, há uma carência significativa de profissionais qualificados para operar máquinas agrícolas de alta tecnologia. Com o avanço das tecnologias no campo, cargos especializados em operação de plantadeiras, colheitadeiras de soja, milho e algodão exigem preparo técnico. Para ocupar essas funções, não [&#8230;]</p>
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<p>Segundo Francisco Negrini, da FCNEGRINI Consultoria e Treinamento, mesmo com o aumento do desemprego em diversos setores da sociedade, há uma carência significativa de profissionais qualificados para operar máquinas agrícolas de alta tecnologia. Com o avanço das tecnologias no campo, cargos especializados em operação de plantadeiras, colheitadeiras de soja, milho e algodão exigem preparo técnico.</p>



<p>Para ocupar essas funções, não basta apenas ter familiaridade com o ambiente rural: é necessário dominar sistemas eletrônicos e estar apto a lidar com equipamentos de precisão. Segundo Negrini, a vida desses profissionais pode ser marcada por qualidade e estabilidade, refletida em melhores condições de saúde, educação e transporte para suas famílias. O agronegócio oferece, assim, oportunidades de carreira que unem tecnologia, conforto e realização pessoal.</p>



<p>Empresários do setor, que frequentemente contratam treinadores para capacitar suas equipes, apontam que não basta conhecimento técnico. As empresas buscam pessoas motivadas, com boa capacidade de relacionamento interpessoal, vontade de agregar valor à organização, disposição para o aprendizado contínuo e inteligência emocional. Também são valorizadas qualidades como agilidade, foco em melhoria constante e ambição positiva voltada para o futuro.</p>



<p>Negrini finaliza destacando que o mercado de trabalho atual não acolhe mais os que apenas esperam a sorte. As oportunidades existem, mas abraçam os que enfrentam a modernidade com coragem, dedicação e preparação. Distribuir currículos e cruzar os braços já não basta: é preciso ação, capacitação e atitude.</p>



<p><em>Por Agrolink. </em></p>
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		<title>Preço do milho mantém tendência de alta no mercado brasileiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-milho-mantem-tendencia-de-alta-no-mercado-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 13:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços do milho registraram altas mais expressivas na semana passada na maior parte das regiões produtoras, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Na sexta-feira (21/2), o indicador do Cepea, baseado na região de Campinas (SP), apresentou a cotação média de R$ 84,19 a saca de 60 quilos, uma alta de [&#8230;]</p>
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<p>Os preços do milho registraram altas mais expressivas na semana passada na maior parte das regiões produtoras, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. Na sexta-feira (21/2), o indicador do Cepea, baseado na região de Campinas (SP), apresentou a cotação média de R$ 84,19 a saca de 60 quilos, uma alta de 12,27% desde o início de fevereiro.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea indicam que o impulso vem da menor disponibilidade do cereal no spot nacional e do maior interesse de compradores. Os vendedores estão atentos às recentes valorizações e à demanda aquecida e, com isso, se retraem do mercado, à espera de novas altas.</p>



<p>Já consumidores têm tido dificuldades para recompor seus estoques e vêm se esbarrando nos preços elevados no atual período. No campo, a colheita da safra verão tem avançado, com as atividades favorecidas pelo clima seco e quente nas regiões produtoras.</p>



<p>Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do dia 16 de fevereiro, 21,1% da área de safra verão já foi colhida, progresso semanal de 7,8 pontos percentuais e próximo dos 21,4% registrados em 2023.<br><br><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Newcastle: Suspensão de exportações de produtos avícolas afeta mercado brasileiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/newcastle-suspensao-de-exportacoes-de-produtos-avicolas-afeta-mercado-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 15:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[granjas avícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Newcastle]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária decidiu pelo autoembargo após o diagnóstico positivo da doença de Newcastle em um estabelecimento comercial no Rio Grande do Sul e suspendeu as exportações de carne de frango, ovos e demais produtos avícolas. A medida faz parte dos requisitos sanitários definidos com cada país importador depois da confirmação do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária decidiu pelo autoembargo após o diagnóstico positivo da doença de Newcastle em um estabelecimento comercial no Rio Grande do Sul e suspendeu as exportações de carne de frango, ovos e demais produtos avícolas. A medida faz parte dos requisitos sanitários definidos com cada país importador depois da confirmação do caso.&nbsp;</p>



<p>Segundo o analista de mercado Fernando Henrique Iglesias, da Safras &amp; Mercado, o foco da doença tem gerado bastante apreensão no mercado mercado, mas com os protocolos sendo seguidos a risca, o que ajuda a equilibrar o cenário e garantir mais segurança aos mercados.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O mercado está bastante bagunçado, temos muitas dificuldades do ponto de vista do mercado, em especial no Rio Grande do Sul. Os outros estados podem compensar o fluxo de exportação que vai ser deixado pelo Rio Grande, mas isso vai gerar transtornos e marcas para o mercado gaúcho, que entra agora em desequilíbrio. Vai perder receita, arrecadação, volume de produto exportado. Os prejuízos maiores serão para o Rio Grande do Sul. Cenário extremamente difícil, extremamente complicado&#8221;, diz.&nbsp;</p>



<p>Ainda de acordo com as informações do MAPA, as restrições obedecem também às diretrizes que foram estabelecidas nos Certificados Sanitários Internacionais (CSI). Assim, obedecendo às determinações alinhadas com cada país importador, as medidas estão sendo adotadas. No quadro nacional, as exportações de carne de frango brasileira estão bloqueadas, momentaneamente, para Argentina e União Europeia.&nbsp;</p>



<p>Já para o Rio Grande do Sul, o bloqueio alcança um número maior de países, sendo eles: África do Sul, Albânia, Arábia Saudita, Bolívia, Cazaquistão, Chile, China, Cuba, Egito, Filipinas, Georgia, Hong Kong, Índia, Jordânia, Kosovo, Macedônia, México, Mianmar, Montenegro, Paraguai, Peru, Polinésia Francesa, Reino Unido, República Dominicana, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan, Ucrânia, União Econômica Euroasiática, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.</p>



<p>&#8220;O primeiro ponto é que, apesar do foco registrado em Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, o Brasil ainda é referência global em biosseguridade. As enchentes que devastaram o estado gaúcho em maio provocaram brechas sanitárias, produziram vulnerabilidades, o que explica a ocorrência. De qualquer forma, o protocolo sanitário é seguido à risca&#8221;, explica Iglesias. <br><br>Ainda assim, o analista afirma também que, apesar de toda a rapidez e transparência com as quais os governos e instituições têm atuado desde o diagnóstico, ajuda a trazer certo equilíbrio aos mercados, que ainda estão avaliando os impactos da medida e das condições que a doença impõe. Nesta sexta-feira (19), uma Portaria foi publicada pelo MAPA declarando também  estado de emergência zoossanitária no Estado do Rio Grande do Sul. A medida vale por um prazo de 90 dias. <br><br>O analista da Safras &amp; Mercado relembra o recente comportamento do Japão em relação aos casos confirmados de Influenza Aviária em aves domésticas, de subsistência no Brasil. </p>



<p>&#8220;Supondo que o Japão embargue o mercado gaúcho, o Brasil poderia facilmente atender o mercado japonês por outras indústrias no Paraná ou em Santa Catarina. O Japão importou em torno de 21 mil toneladas de carne de frango do Rio Grande do Sul em 2024, de janeiro a junho. Do Brasil, as compras japonesas atingiram o volume de<br>214 mil toneladas de carne de frango&#8221;, detalha Iglesias.&nbsp;</p>



<p>Ainda nesta sexta-feira, a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e a ASGAV (Associação Gaúcha de Avicultura) irão realizar uma coletiva de imprensa, às 14h30 (horário de Brasília), para comentários e esclarecimentos sobre a amostra de Doença de Newcastle identificada no Rio Grande do Sul. As informações, logo sejam divulgadas serão trazidas também ao Notícias Agrícolas.&nbsp;</p>
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