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	<title>Mercado Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Mercado Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Com mercado em expansão, Índia pode se tornar a “nova China” do agro brasileiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-mercado-em-expansao-india-pode-se-tornar-a-nova-china-do-agro-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 21 de fevereiro, o governo brasileiro viajou à Índia em uma das maiores missões de abertura de mercados já realizada pela gestão atual. O objetivo da diplomacia econômica nacional é o de posicionar o país mais populoso do mundo, com 1,4 bilhão de habitantes, como o “novo sonho de consumo” [&#8230;]</p>
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<p><em>Entre os dias 19 e 21 de fevereiro, o governo brasileiro viajou à Índia em uma das maiores missões de abertura de mercados já realizada pela gestão atual.</em></p>



<p>O objetivo da diplomacia econômica nacional é o de posicionar o país mais populoso do mundo, com 1,4 bilhão de habitantes, como o “novo sonho de consumo” e parceiro estratégico para o agronegócio e a tecnologia nacional.</p>



<p>Para o professor do curso de Agronomia da UniCesumar Tiago Costa, esse movimento de diversificação espelha a aproximação com a China nas últimas décadas.</p>



<p>“A Índia possui uma nova classe média urbana de mais de 350 milhões de pessoas e apresenta uma demanda crescente por proteínas e alimentos industrializados. Este cenário, combinado à busca indiana por fornecedores confiáveis, cria uma janela de oportunidade única para o Brasil”, considera.<br><br>O professor ressalta que o poder aquisitivo da população indiana tem aumentado 7% ao ano desde 2022, intensificando a demanda por produtos de maior valor agregado. “A combinação dessas tendências faz com que o agronegócio brasileiro enxergue no mercado indiano uma janela estratégica e promissora”, diz.</p>



<p><strong>Lições da China</strong></p>



<p>O governo e o setor produtivo consideram que a aproximação com a Índia é estratégica para reduzir a forte dependência que o Brasil tem da China, mercado que em 2025 foi destino de 40% das exportações das commodities nacionais.</p>



<p>Costa ressalta que a experiência comercial com a China, que absorveu US$ 54 bilhões em produtos do agro brasileiro no último ano, ensinou a importância da diplomacia, da adaptação cultural dos produtos e da superação de barreiras sanitárias, lições que agora serão aplicadas à Índia.</p>



<p>Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!<br>“A dependência de um único mercado traz vulnerabilidades, como vimos com as suspensões na importação de carne bovina pela China, que provocaram quedas de até 35% nos embarques mensais. Por isso, a diversificação, sobretudo via Índia e outros emergentes asiáticos, é indispensável para mitigar riscos e ampliar a resiliência do setor”, afirma.</p>



<p>Segundo ele, enquanto o óleo de soja, o açúcar e o algodão lideram a pauta de exportações, há um vasto potencial para produtos de maior valor agregado. Neste rol, a carne de frango, por exemplo, viu suas exportações crescerem 21% em 2025, atingindo US$ 85 milhões. O café brasileiro superou a marca de US$ 38 milhões em vendas, ao passo que as frutas tropicais, como manga e melão, ganham espaço entre os consumidores jovens e urbanos.</p>



<p>No entanto, o caminho envolve desafios, uma vez que a Índia é um mercado conhecido por seu protecionismo, com tarifas de importação que chegam a 35% para carnes, além de barreiras sanitárias e fitossanitárias. “A logística também é um ponto-chave, com um tempo de trânsito marítimo de 28 dias entre Santos e Mumbai”, destaca o professor.</p>



<p><strong>Relação promissora<br></strong><br>Apesar dos obstáculos, o futuro da relação tende a ser promissora. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) estima que a Índia poderá representar 8% das exportações do agronegócio brasileiro até 2030, movimentando cerca de US$ 9 bilhões por ano.</p>



<p>“O avanço da relação com a Índia tende a impulsionar a inovação, a sustentabilidade e a reputação internacional do agronegócio brasileiro, fortalecendo a balança comercial e contribuindo para o crescimento sustentável do PIB do setor”, conclui o professor.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Mercado do boi gordo mantém preços estáveis na maior parte do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-do-boi-gordo-mantem-precos-estaveis-na-maior-parte-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 12:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Gordo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[preços estáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado pecuário teve um dia sem grandes alterações em quase todo o Brasil nesta quinta-feira (26/2), informa a Scot Consultoria. As ofertas de animais estavam enxutas, mas suficientes para manter as cotações estáveis. Das 33 praças pecuárias monitoradas pela Scot, foram registradas altas no preço do boi gordo apenas no oeste da Bahia, Cuiabá [&#8230;]</p>
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<p>O mercado pecuário teve um dia sem grandes alterações em quase todo o Brasil nesta quinta-feira (26/2), informa a Scot Consultoria. As ofertas de animais estavam enxutas, mas suficientes para manter as cotações estáveis.</p>



<p>Das 33 praças pecuárias monitoradas pela Scot, foram registradas altas no preço do boi gordo apenas no oeste da Bahia, Cuiabá (MT), Paragominas (PA) e sul do Tocantins. Todas as demais regiões tiveram estabilidade nas cotações em relação ao dia anterior.<br><br>Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 350 a arroba para o pagamento a prazo. Houve poucos negócios acima da referência para a vaca e para a novilha, sem força para mudar cotações. As escalas de abate estavam curtas, em média, para seis dias.<br><br>Para as próximas semanas, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que o mercado deve seguir atento ao ritmo das exportações, à entrada de animais de confinamento e ao comportamento da demanda doméstica com o período pós-carnaval e Quaresma. Esses fatores podem determinar a continuidade, ou não, do movimento de valorização da arroba.</p>



<p>A consultoria Agrifatto informa que a movimentação da carne bovina perdeu força ao longo da semana, com reposições fracas no varejo e no atacado, refletindo o impacto de uma segunda quinzena de mês. “Há mercadorias encalhadas, giro praticamente nulo de dianteiros e pontas de agulha, deixando o mercado temporariamente estagnado”, destaca boletim.</p>



<p>Ainda assim, a expectativa é de reação gradual com a virada do mês. Com a arroba elevada encurtando escalas e limitando abates, a oferta de carne segue ajustada, sustentando preços firmes na primeira quinzena de março.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Abertura da Colheita do Arroz 2026 destaca conexão entre campo e mercado em meio à crise do setor</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/abertura-da-colheita-do-arroz-2026-destaca-conexao-entre-campo-e-mercado-em-meio-a-crise-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 12:43:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura da Colheita do Arroz 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 36ª Abertura Oficial da Colheita do arroz e Grãos em Terras Baixas acontece de 24 a 26 de fevereiro de 2026, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com o tema “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando o Campo ao Mercado”. A proposta é colocar, no mesmo palco, desafios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 36ª Abertura Oficial da Colheita do arroz e Grãos em Terras Baixas acontece de 24 a 26 de fevereiro de 2026, na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com o tema “Cenário Atual e Perspectivas – Conectando o Campo ao Mercado”. A proposta é colocar, no mesmo palco, desafios imediatos da orizicultura e estratégias para ampliar competitividade e destinos comerciais do arroz, da soja, do milho e do trigo em áreas de terras baixas.</p>



<p>A organização aposta em uma programação híbrida — presencial e online — com debates sobre consumo, exportações, gestão, finanças, inovação e integração lavoura-pecuária (ILP), além do desafio de produzir com preservação ambiental. A cerimônia oficial do ato de abertura está marcada para 26 de fevereiro, às 16h, e as homenagens “Pá do Arroz” fecham o primeiro dia, a partir das 18h30.</p>



<p><strong>Integração lavoura-pecuária ganha protagonismo</strong></p>



<p>O crescimento da pecuária dentro das propriedades arrozeiras ganha status de tema estruturante nesta edição. Para o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, a ILP deixou de ser tendência e passou a compor a estratégia de sustentabilidade no campo. “A pecuária faz parte cada vez mais das propriedades produtoras de arroz, trazendo sustentabilidade não só financeira, mas também sustentabilidade agronômica para o solo”, afirmou.</p>



<p>Na prática, isso se reflete em mais painéis e espaço dedicado ao assunto. Nunes destacou “aumento significativo na participação da pecuária”, com ampliação do Universo Pecuária e presença do tema nas arenas de debate e também na arena digital do evento.</p>



<p>A Embrapa Clima Temperado reforça a vitrine de soluções para sistemas integrados. O analista de transferência de tecnologia Sérgio Bender explicou que a unidade apresentará uma vitrine de forrageiras com mais de 20 alternativas para produção de volumosos. “O objetivo é apresentar sistemas de produção mais eficientes&nbsp;que auxiliem o produtor na agregação de renda e na melhoria das condições de produção”, disse.</p>



<p><strong>Rastreabilidade bovina entra na agenda do evento</strong></p>



<p>Entre os temas mais sensíveis está a rastreabilidade bovina, que será tratada em painel específico na Arena da Inovação. O secretário adjunto da Agricultura do RS, Márcio Madalena, defendeu o debate em um evento tradicionalmente voltado aos grãos. “A rastreabilidade é um tema transversal e precisa ser debatida também em fóruns que reúnem públicos diferentes”, observou.</p>



<p>Madalena afirmou que o Estado vem avançando na implementação do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos, Búfalos e Rastreabilidade (PNIB), com ações previstas para o biênio 2025–2026, e ressaltou a importância de interiorizar a discussão junto aos produtores.</p>



<p><strong>Custos da Conab e crise do arroz: setor cobra revisão</strong></p>



<p>Do lado institucional e econômico, a crise da cadeia orizícola entra na pauta de forma explícita. Uma reunião aberta da Câmara Setorial do Arroz está prevista no terceiro dia, com foco em medidas, políticas públicas e encaminhamentos para o cenário atual do setor.</p>



<p>O presidente da Câmara, Henrique Dornelles, apontou o nó central: preço mínimo e custos oficiais. “Os custos de produção divulgados pela Conab têm apresentado falhas metodológicas&nbsp;gerando números imprecisos, que levam o governo a uma leitura equivocada”, declarou.</p>



<p>Além do curto prazo, a Câmara pretende discutir um estudo de longo prazo para a orizicultura, com horizonte de até 30 anos, incluindo escolha de cultivares, posicionamento do Brasil no mercado, tendências de consumo e usos industriais do arroz. Dornelles defendeu o papel da Embrapa nesse processo e reforçou o peso do Rio Grande do Sul na produção nacional.</p>



<p><strong>Evento cresce em público, expositores e agricultura familiar</strong></p>



<p>A dimensão do encontro também aumenta. Em coletiva, o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Leonardo Ferreira Dutra, afirmou que a expectativa é superar 20 mil participantes, com 230 expositores e expansão da Feira da Agricultura Familiar para 20 expositores. “Já estamos na oitava edição consecutiva aqui”, disse Dutra, ao mencionar tratativas para manter o evento em Capão do Leão pelos próximos anos.</p>



<p>A agricultura familiar chega maior e com expectativa de vendas em alta. O extensionista Edenilson Batista de Oliveira (Emater) afirmou que o espaço vem atraindo mais produtores e relatou crescimento de comercialização em edições anteriores, além de avanços em estrutura e regularização de agroindústrias para participação, com exigência de cadastro em programa estadual.</p>



<p><strong>Mercado e exportações no radar</strong></p>



<p>No setor produtivo, a mensagem é de eficiência, mas também de novos destinos para o arroz. O vice-presidente da Farsul, Fernando Rechsteiner, alertou que produtividade sem mercado pode pressionar a área plantada e defendeu diversificação de destinos. “Precisamos encontrar novos destinos para o arroz”, afirmou, citando que o tema do etanol também deve entrar nas discussões.</p>



<p>O presidente da Federarroz ainda citou perspectiva de exportação dentro de um processo ligado à União Europeia, com potencial inicial de 60 mil toneladas. A leitura do setor é que qualidade e sustentabilidade podem abrir portas, mas o avanço depende de etapas e consolidação de mercado.</p>



<p>Com vitrines tecnológicas e discussões de política agrícola no auditório, a Abertura da Colheita chega como termômetro do arroz irrigado no RS: de um lado, pressão de custos e metodologia oficial questionada; de outro, a busca por integração com pecuária, inovação e novos mercados para reduzir a recorrência das crises e dar previsibilidade à cadeia produtiva.</p>



<p><em>Por Agrolink. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado da soja recua sob impacto da colheita recorde e do câmbio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-da-soja-recua-sob-impacto-da-colheita-recorde-e-do-cambio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 14:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cepea aponta impacto da oferta recorde, da demanda fraca e do câmbio sobre o mercado de grãos Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o enfraquecimento das cotações está ligado às expectativas de uma oferta recorde no Brasil, à demanda doméstica limitada [&#8230;]</p>
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<p><em>Cepea aponta impacto da oferta recorde, da demanda fraca e do câmbio sobre o mercado de grãos</em></p>



<p>Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o enfraquecimento das cotações está ligado às expectativas de uma oferta recorde no Brasil, à demanda doméstica limitada e à valorização do real frente ao dólar.</p>



<p>De acordo com o centro de pesquisas, o movimento cambial reduziu a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Com o real mais valorizado, parte dos compradores externos passou a priorizar a soja norte-americana, afastando demandantes do produto brasileiro.</p>



<p><strong>Colheita avança, mas falta de umidade preocupa produtores do Sul</strong></p>



<p>No campo, as atividades de colheita da soja avançam de forma gradual em diferentes regiões do país. No entanto, colaboradores consultados pelo Cepea indicam que os níveis de umidade do solo seguem abaixo do ideal em áreas do Sul do Brasil, principalmente em lavouras semeadas mais tardiamente.</p>



<p>Essa condição mantém os produtores em estado de alerta, diante do risco de impacto sobre o desenvolvimento das lavouras. As previsões climáticas apontam para chuvas mais abrangentes nos próximos dias, o que pode contribuir para a melhora do balanço hídrico e trazer alívio às áreas afetadas.</p>



<p><strong>Mato Grosso lidera colheita da soja no país</strong></p>



<p>Dados da Conab mostram que a colheita da soja alcançou 6,6% da área nacional até o dia 24 de janeiro. O percentual supera os 3,2% registrados no mesmo período da safra passada.</p>



<p>Mato Grosso segue à frente nos trabalhos de campo, com 19,7% da área colhida até a data, avanço expressivo em relação aos 3,6% observados no mesmo intervalo do ciclo anterior.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Mesmo com consumo fraco, preços dos ovos sobem até 60% no início de janeiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mesmo-com-consumo-fraco-precos-dos-ovos-sobem-ate-60-no-inicio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cepea]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
		<category><![CDATA[preços dos ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços dos ovos registraram fortes altas na primeira quinzena de janeiro em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o centro de pesquisas, a retomada do consumo no varejo, com melhora no ritmo de vendas, foi determinante para a valorização observada nos últimos dias. De acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os preços dos ovos registraram fortes altas na primeira quinzena de janeiro em todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o centro de pesquisas, a retomada do consumo no varejo, com melhora no ritmo de vendas, foi determinante para a valorização observada nos últimos dias.</p>



<p>De acordo com os dados, apenas na última semana analisada, entre 7 e 14 de janeiro, as cotações da proteína chegaram a subir quase 60%, movimento considerado intenso para o período.</p>



<p>Apesar da reação recente, o Cepea destaca que os valores médios praticados em janeiro ainda permanecem abaixo dos registrados em dezembro e também inferiores aos observados no mesmo período de 2025, indicando que o mercado ainda passa por um processo de recomposição.</p>



<p><strong>Alta pontual, mas patamar segue mais baixo</strong></p>



<p>A leitura dos gráficos de preços do Cepea mostra que o mercado de ovos iniciou janeiro em um patamar pressionado, reflexo do consumo mais fraco no começo do ano, comportamento típico do período pós-festas.</p>



<p>A partir da segunda semana do mês, no entanto, há uma inflexão clara na curva de preços, com aceleração das altas em praticamente todas as praças monitoradas. Esse movimento coincide com a normalização da demanda no varejo, à medida que o consumidor retorna à rotina e o fluxo de compras melhora.</p>



<p>Mesmo com essa recuperação mais intensa nos últimos dias, os gráficos indicam que a média mensal segue distante dos picos registrados em dezembro. Em comparação anual, o comportamento também revela um mercado menos aquecido do que no início do ano passado, o que sugere que a recente valorização tem caráter mais pontual e corretivo, e não de reversão estrutural de tendência.</p>



<p>Para o Cepea, o desempenho dos preços nas próximas semanas dependerá da sustentação do consumo e do equilíbrio entre oferta e demanda, especialmente diante do aumento gradual da produção típico do primeiro trimestre.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado da soja encerra agosto com desvalorização</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-da-soja-encerra-agosto-com-desvalorizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ritmo intenso das negociações envolvendo soja ao longo de agosto perdeu força no final do mês, refletindo sobretudo o enfraquecimento na demanda. É isso o que apontam os levantamentos do&#160;Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o instituto, a proximidade da colheita da safra 2025/26 no Hemisfério Norte e as expectativas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ritmo intenso das negociações envolvendo soja ao longo de agosto perdeu força no final do mês, refletindo sobretudo o enfraquecimento na demanda. É isso o que apontam os levantamentos do&nbsp;<a href="https://www.canalrural.com.br/tag/cepea/">Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</a></p>



<p>Segundo o instituto, a proximidade da colheita da safra 2025/26 no Hemisfério Norte e as expectativas de avanço no acordo comercial entre os Estados Unidos e a China tendem a reduzir as exportações brasileiras do grão, cenário que afasta os demandantes.</p>



<p>Pesquisadores ressaltam que esse movimento de redirecionamento dos consumidores estrangeiros do Brasil aos EUA é comum neste período de entressafra.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a desvalorização cambial (US$/R$), que desfavorece as exportações do Brasil, também pesou sobre as cotações no País, conforme levantamentos do Cepea.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Crescimento da avicultura em TO e GO: principais cuidados, desafios e tendências de mercado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/crescimento-da-avicultura-em-to-e-go-principais-cuidados-desafios-e-tendencias-de-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 12:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de aves é uma das atividades de maior destaque no agronegócio em Tocantins (TO) e Goiás (GO), contribuindo significativamente para o abastecimento interno e exportações do Brasil. A produção exige cuidados específicos para garantir a qualidade dos produtos, enquanto os consumidores acompanham de perto as variações nos preços em açougues e supermercados. Com [&#8230;]</p>
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<p>A criação de aves é uma das atividades de maior destaque no agronegócio em Tocantins (TO) e Goiás (GO), contribuindo significativamente para o abastecimento interno e exportações do Brasil. A produção exige cuidados específicos para garantir a qualidade dos produtos, enquanto os consumidores acompanham de perto as variações nos preços em açougues e supermercados. Com dados do mercado local e a opinião de especialistas, este panorama aborda os principais pontos da avicultura nos dois estados.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-os-cuidados-essenciais-na-criacao-de-aves"><strong>Os cuidados essenciais na criação de aves</strong></h5>



<p>A criação de aves, tanto de corte quanto de postura, demanda infraestrutura adequada e práticas de manejo que assegurem o bem-estar dos animais. Segundo o veterinário e especialista em sanidade animal, Dr. Renato Guimarães, “a qualidade da produção está diretamente relacionada à saúde das aves, ao controle do ambiente e à alimentação balanceada”.</p>



<p><strong>Entre os cuidados básicos estão:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Instalações apropriadas:</strong>&nbsp;Galpões devem ser ventilados, com temperatura controlada e sistema eficiente de limpeza. O objetivo é evitar o estresse térmico e a propagação de doenças.</li>



<li><strong>Alimentação nutritiva:</strong>&nbsp;As aves necessitam de uma dieta balanceada com proteínas, vitaminas e minerais para garantir um bom desempenho. “A ração representa cerca de 70% do custo total da produção, mas é essencial para a qualidade do produto final”, reforça Guimarães.</li>



<li><strong>Controle sanitário:</strong>&nbsp;Vacinas e programas de vermifugação previnem doenças como a gripe aviária e a salmonelose, comuns em sistemas de produção de grande escala.</li>



<li><strong>Manejo adequado:</strong>&nbsp;Técnicas para reduzir o estresse nas aves, como luz controlada e menor densidade nos galpões, são cada vez mais aplicadas.</li>
</ol>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-o-mercado-no-tocantins-e-goias"><strong>O mercado no Tocantins e Goiás</strong></h5>



<p>Nos últimos anos, a avicultura ganhou força no Tocantins, especialmente no segmento de agricultura familiar. Dados divulgados pelo governo estadual indicam um aumento de 43% na produção de aves comerciais em 2020. No setor de galinha caipira, o estado se destaca, com agricultores familiares oferecendo produtos naturais e a baixo custo.</p>



<p>Em Goiás, a avicultura é consolidada, com grandes empresas abastecendo tanto o mercado interno quanto exportações. O estado é reconhecido pela produção de carne de frango e ovos, contando com infraestrutura robusta e políticas que incentivam a modernização do setor. “Goiás é um dos polos avícolas do Brasil, contribuindo para o crescimento sustentável do agronegócio no Centro-Oeste”, afirma a economista rural Paula Vasconcelos.<strong>Preços: do produtor ao consumidor</strong></p>



<p>Para os produtores, o custo médio da criação de aves varia conforme o tipo de sistema adotado. A criação de frangos caipiras, por exemplo, apresenta custos mais baixos e maior lucratividade no mercado local. Em Tocantins, aves vivas são vendidas por aproximadamente R$ 12,00, enquanto as abatidas chegam a R$ 15,00. Já em Goiás, a criação em grande escala reduz o custo por unidade, mas exige maior investimento inicial em tecnologia e infraestrutura.</p>



<p>Nos supermercados e açougues, os preços da carne de frango variam conforme o tipo e a região. Em média, o preço do frango inteiro convencional em Goiás gira em torno de R$ 8,00 por quilo, enquanto cortes como peito podem custar R$ 14,00. Já o frango caipira, mais valorizado, pode ultrapassar os R$ 20,00 por quilo.</p>



<p>Segundo o zootecnista e especialista em produção animal, Eduardo Barreto, a avicultura tem potencial para crescer ainda mais em ambas as regiões, mas os produtores precisam investir em qualidade. “Os consumidores estão mais exigentes, buscando produtos que respeitem o bem-estar animal e tenham menos impacto ambiental. Essa é uma tendência que veio para ficar”, explica Barreto.</p>



<p>Além disso, o economista rural Marcos Almeida destaca que o setor avícola tem enfrentado desafios com o aumento do preço dos insumos, como milho e farelo de soja. “O custo de produção subiu cerca de 15% em 2024, o que impactou o preço final para o consumidor. Porém, a avicultura continua sendo uma das opções mais acessíveis de proteína”, conclui.</p>



<p>A avicultura é um dos pilares do agronegócio em Tocantins e Goiás, combinando oportunidades para pequenos produtores e alta produtividade em sistemas industriais. Com cuidados adequados e a adoção de tecnologias, o setor tem espaço para crescer e atender às demandas de consumidores cada vez mais atentos à qualidade e sustentabilidade dos produtos.</p>



<p>Seja nos açougues ou nas prateleiras dos supermercados, o frango continua sendo uma escolha econômica e versátil para as famílias brasileiras. O setor avícola, por sua vez, permanece em constante evolução, reafirmando sua importância na economia regional e nacional.</p>



<p><em>Por Fernanda Cappellesso.</em></p>
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		<title>Mercado do boi continua superaquecido; veja as cotações</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-do-boi-continua-superaquecido-veja-as-cotacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 14:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boi]]></category>
		<category><![CDATA[Cotações]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[superaquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quarta-feira (16). De acordo com a consultoria&#160;Safras &#38; Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que continuam na pior posição da atual temporada. “Sob o [&#8230;]</p>
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<p>O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com preços mais altos nesta quarta-feira (16).</p>



<p>De acordo com a consultoria&nbsp;<strong><a href="https://safras.com.br/">Safras &amp; Mercado</a></strong>, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que continuam na pior posição da atual temporada.</p>



<p>“Sob o prisma da demanda, o mercado ainda convive com sintomas de superaquecimento, com exportações muito agressivas na atual temporada, caminhando para um recorde histórico”, disse o analista da empresa, Fernando Henrique Iglesias.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-precos-medios-da-arroba-do-boi"><strong>Preços médios da arroba do boi</strong></h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo:</strong>&nbsp;R$ 306,75</li>



<li><strong>Goiás:</strong>&nbsp;R$ 299,29</li>



<li><strong>Minas Gerais:</strong>&nbsp;R$ 302,94</li>



<li><strong>Mato Grosso do Sul:</strong>&nbsp;R$ 304,89</li>



<li><strong>Mato Grosso:</strong> R$ 276,96.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-mercado-atacadista"><strong>Mercado atacadista</strong></h5>



<p>O mercado atacadista voltou a apresentar alta em seus preços e o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vale o destaque para as proteínas concorrentes, que também devem apresentar elevação em seus preços em função do atual movimento delimitado na carne bovina, com grande destaque para a de frango”, alerta Iglesias.</p>
</blockquote>



<p>O quarto dianteiro foi precificado a R$ 18,20 por quilo, alta de R$ 0,20. O quarto traseiro foi cotado a R$ 23,20, por quilo, alta de R$ 0,20. Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25, por quilo.<br><br><strong>Câmbio</strong></p>



<p>O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,6639 para venda e a R$ 5,6619 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6314 e a máxima de R$ 5,6993.<br><br><em>Por Agência Safras. </em></p>
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		<title>Estado promove workshop sobre mercado de agrotóxicos ilegais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-promove-workshop-sobre-mercado-de-agrotoxicos-ilegais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 11:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ilegais]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e em parceria com a Croplife Brasil (CLB), realiza nesta quinta-feira, 12, no período das 8 às 16h30, no auditório do Instituto de Gestão Previdenciária dos Servidores do Estado (Igeprev), em Palmas, um workshop sobre agrotóxicos ilegais. O objetivo do evento é promover [&#8230;]</p>
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<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e em parceria com a Croplife Brasil (CLB), realiza nesta quinta-feira, 12, no período das 8 às 16h30, no auditório do Instituto de Gestão Previdenciária dos Servidores do Estado (Igeprev), em Palmas, um workshop sobre agrotóxicos ilegais. O objetivo do evento é promover o aprimoramento da fiscalização no tocante à comercialização ilegal de insumos agrícolas.</p>



<p>A cerimônia de abertura contou com a presença do presidente da Adapec, Paulo Lima; do superintendente Federal de Agricultura (SFA/TO), Elso Polizel; do procurador da República do Ministério Público Federal (MPF), Álvaro Manzano; do gerente de Combate a Insumos Ilegais da Croplife Brasil, Nilto Mendes; além dos servidores da Adapec.</p>



<p>Na ocasião, foi firmado um Termo de Cooperação Técnica entre a Adapec e a Croplife Brasil, com o intuito promover o desenvolvimento de ações conjuntas para incrementar as boas práticas no uso de insumos agrícolas.</p>



<p>O presidente da Adapec, Paulo Lima, celebra o acordo. “Firmamos um termo de compromisso entre a Adapec e a CropLife, para traçar ações em prol do combate ao mercado clandestino de agrotóxicos, sobretudo na fiscalização, além de aprimorar as boas práticas de uso de defensivos agrícolas”, pontuou o gestor.</p>



<p>“Este workshop celebra uma importante parceria com a Adapec, onde o nosso intuito é a troca de informações e experiências entre os órgãos participantes, com foco no desenvolvimento de ações para coibir a comercialização de insumos agrícolas ilegais no Tocantins”, explicou o representante da CLB, Nilto Mendes.</p>



<p><strong>Programação</strong></p>



<p>Durante o workshop, serão abordados temas relacionados às ações estaduais de fiscalização, legislação sobre agrotóxicos, inteligência na repressão e fiscalização, indústrias químico e biológico, dentre outros assuntos.</p>



<p><strong>Participantes</strong></p>



<p>Além da Adapec e da CropLife Brasil, o evento conta com a participação de órgãos ligados à fiscalização, como Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto); Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav); Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Tocantins (Crea/TO); Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV); Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); Polícia Civil; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Militar; Polícia Federal; Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro); Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins); Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz); Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh); e Secretaria de Estado da Saúde (SES).<br><br><em> Por Mateus Soares/Secom Tocantins. </em></p>
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		<title>Semana de valorização ou queda? Veja o que esperar do mercado da soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/semana-de-valorizacao-ou-queda-veja-o-que-esperar-do-mercado-da-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Valor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lembre-se dos fatos mais importantes do mercado da soja na última semana e os possíveis próximos movimentos na cadeia do grão. A análise é da plataforma&#160;Grão Direto: O que está por vir no mercado da soja? Assim, a plataforma avalia que com base nos fatores avaliados, as cotações da soja podem começar a esboçar uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lembre-se dos fatos mais importantes do mercado da soja na última semana e os possíveis próximos movimentos na cadeia do grão. A análise é da plataforma&nbsp;<strong><a href="https://www.graodireto.com.br/">Grão Direto</a></strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Safra norte-americana:</strong>&nbsp;cenário climático favorável e lavouras em boas condições de desenvolvimento continuaram pressionando as cotações em Chicago.</li>



<li><strong>Prêmios elevados:</strong>&nbsp;os prêmios para execuções curtas continuaram elevados (MG/GO/SP – Santos com prêmios de 110 a 150 cents de dólares/bushel), oferecendo boas oportunidades de negociações, mesmo com a cotação da soja em Chicago trabalhando nas mínimas do ano.</li>



<li></li>



<li><strong>Dólar em alta:</strong>&nbsp;a moeda norte-americana ganhou força, rompendo a região dos R$ 5,70 (máxima de 2024) e chegando próximo aos R$ 5,80, valores que foram praticados pela última vez no início de 2021.</li>



<li><strong>Fechamento em Chicago:</strong>&nbsp;o contrato de soja para agosto de 2024 fechou a US$ 10,29 por bushel, uma queda expressiva de 4,01%. No mercado físico brasileiro, houve movimentos positivos, contrários à tendência de Chicago. Essa alta foi puxada pelo prêmio e pelo dólar, que subiu 0,88% ao longo da semana, para R$ 5,5,71. O contrato com vencimento em março de 2025 também encerrou a semana com queda de 1,30%, a U$10,60 o bushel.</li>
</ul>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-o-que-esta-por-vir-no-mercado-da-soja"><strong>O que está por vir no mercado da soja?</strong></h5>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/wp-content/uploads/MG_2499-640x427.jpg" alt="preço soja cotação - preços ao produtor agropecuário" class="wp-image-2775762" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Daniel Popov/Canal Rural</em></figcaption></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Exportações brasileiras:</strong>&nbsp;o mês de julho foi extremamente significativo para as exportações brasileiras de soja, com potencial para atingir um volume histórico acima de 10,5 milhões de toneladas. Esse valor superará o número expressivo alcançado em 2018, de 10,2 milhões. No acumulado de janeiro a julho, o país alcançará patamares próximos a 75 milhões de toneladas, estabelecendo também um novo marco histórico. Apesar de o ritmo de exportação tender à diminuição nos próximos meses, o país ainda tem a possibilidade de alcançar cerca de 100 milhões de toneladas até o fim do ano. Para isso, será necessário exportar uma média de 5 milhões de toneladas mensais até dezembro.</li>



<li><strong>Soja norte-americana:</strong>&nbsp;o ano safra norte-americano termina no final de agosto e deverá consolidar uma queda de aproximadamente 14% em relação à temporada passada, ou seja, deve cair de 52,8 para 46,2 milhões de toneladas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta um crescimento de 8% em relação a essa safra, e já há uma série de desconfianças e especulações do mercado diante do cenário atual de baixa demanda pela soja da safra 2024/25. Os níveis atuais de Chicago são atraentes para uma demanda mais agressiva pelo grão norte-americano, considerando a limitação brasileira nos próximos meses em favor do milho.</li>



<li><strong>Análise gráfica:</strong>&nbsp;na semana passada, o contrato de novembro da soja em Chicago caiu para seu menor valor desde outubro de 2020, cotado abaixo de US$ 10,15 o bushel devido ao bom andamento da safra norte-americana, que aumentará a oferta global.</li>



<li><strong>Regiões de atenção:</strong>&nbsp;a região dos US$ 10,15 o bushel é um ponto relevante que poderá atuar como suporte técnico. “Caso o grão perca a mínima novamente, os pontos de atenção serão os US$ 10,00 e, depois, US$ 9,45. Em um cenário positivo, com a soja ganhando força durante a semana e superando os US$ 10,50, os próximos alvos para a semana no contrato novembro estarão na faixa dos US$ 10,85 e US$11,27”, diz a Grão Direto.</li>
</ul>



<p>Assim, a plataforma avalia que com base nos fatores avaliados, as cotações da soja podem começar a esboçar uma reação positiva.</p>



<p>“A moeda norte-americana poderá ter uma semana de leves quedas, mas ainda deve se manter em níveis elevados. Além disso, os prêmios tendem a continuar atrativos. Assim, a soja brasileira poderá experimentar uma semana de valorização”.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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