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	<title>milho Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>milho Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Muito além dos números: o que representa a produção de soja e milho no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Festa Junina]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas explicam como a safra movimenta a economia, abastece a indústria e está presente no dia a dia dos brasileiros Pamonha, curau, bolo de milho, canjica e pipoca voltam a ganhar destaque durante as festas juninas. Mas a importância do milho, e, também da soja, vai muito além dessa época do ano. Os dois grãos [&#8230;]</p>
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<p><em>Especialistas explicam como a safra movimenta a economia, abastece a indústria e está presente no dia a dia dos brasileiros</em></p>



<p>Pamonha, curau, bolo de milho, canjica e pipoca voltam a ganhar destaque durante as festas juninas. Mas a importância do milho, e, também da soja, vai muito além dessa época do ano. Os dois grãos estão presentes em uma extensa cadeia produtiva que abastece a indústria, chega diariamente à mesa dos brasileiros e movimenta uma das principais atividades econômicas do Tocantins.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="618" class="wp-image-24649" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/FOTO-1-3.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/FOTO-1-3.webp 883w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/FOTO-1-3-300x186.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/FOTO-1-3-768x475.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/FOTO-1-3-750x464.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>O estado é uma importante fronteira agrícola, com boa adaptação para as culturas de soja e milho e preços de terras mais competitivos do que outras regiões já consolidadas. (Foto: Tharson Lopes/Governo do Tocantins).</em></p>



<p>Nos últimos anos, o estado vem consolidando sua posição como uma das principais fronteiras agrícolas do país. Para o vice-presidente da Aprosoja Tocantins, Thiago Facco, esse crescimento é resultado da expansão das áreas cultivadas aliada ao avanço tecnológico nas propriedades rurais.</p>



<p>&#8220;O Tocantins vai aumentando sua produção ano após ano. Na soja, estamos chegando perto de 6 milhões de toneladas. Esse crescimento acontece pela expansão da área plantada, mas também pelos ganhos de produtividade. Para a próxima safra, porém, o cenário deve ser mais desafiador, com menos recursos disponíveis e juros elevados, o que reduz a capacidade de investimento do produtor&#8221;, afirma.</p>



<p>Segundo o produtor rural, a agricultura de precisão, a biotecnologia das sementes, os produtos biológicos e as novas tecnologias de manejo têm permitido utilizar os insumos de forma mais eficiente, reduzindo custos e elevando a produtividade das lavouras.<br><br><img decoding="async" width="1000" height="618" class="wp-image-24554" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/485018.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/485018.webp 670w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/485018-300x185.webp 300w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p><em>O crescimento é resultado da expansão das áreas cultivadas aliada ao avanço tecnológico nas propriedades rurais. (Foto: Madson Maranhão/Governo do Tocantins).</em></p>



<p>Na avaliação do zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, a safra 2025/26 confirmou esse momento positivo da agricultura tocantinense.</p>



<p>&#8220;O principal destaque foi a produção de soja, que atingiu recorde de 6,1 milhões de toneladas, crescimento de 14,2% em relação ao ano anterior. O clima gerou preocupação no início da safra, mas as condições foram favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, permitindo ao Tocantins alcançar a maior produtividade da sua história, com média de 60,7 sacas por hectare&#8221;, explica.</p>



<p>Para o consultor, além das condições favoráveis para a produção, o Tocantins reúne características que ajudam a explicar esse avanço.</p>



<p>&#8220;O estado é uma importante fronteira agrícola, com boa adaptação para as culturas de soja e milho e preços de terras mais competitivos do que outras regiões já consolidadas. Isso explica o crescimento dessas culturas, assim como do sorgo e do girassol&#8221;, afirma. Segundo ele, embora a produtividade também tenha evoluído, a expansão da área cultivada continua sendo o principal motor do crescimento da produção estadual.</p>



<p>Muito além dos números, Thiago Facco ressalta que a produção agrícola faz parte da rotina da população, mesmo quando isso passa despercebido.</p>



<p>&#8220;Quando pensamos na agricultura, muita gente lembra apenas do óleo de soja ou do bolo de milho. Mas ela está presente em praticamente tudo o que faz parte do nosso dia a dia. A carne, o leite, os ovos, os embutidos, o chocolate e até produtos industriais dependem, de alguma forma, da produção agrícola. Mais de 90% dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras têm origem no trabalho desenvolvido no campo.&#8221;</p>



<p>O vice-presidente da Aprosoja Tocantins também lembra que, apesar dos avanços tecnológicos, nenhum investimento substitui um fator essencial para a atividade rural.</p>



<p>&#8220;O principal insumo da agricultura continua sendo a água. Podemos investir em tecnologia, manejo, sementes e boas práticas, mas uma boa safra depende, acima de tudo, de condições climáticas favoráveis. O produtor faz sua parte. Quando o clima ajuda, os resultados aparecem.&#8221;</p>



<p>Para a presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, compreender a dimensão da safra também é reconhecer o papel estratégico desempenhado pelos produtores rurais.</p>



<p>&#8220;A cada safra, o produtor demonstra sua capacidade de produzir alimentos com eficiência, tecnologia e responsabilidade. Quando aproximamos esses números do cotidiano das pessoas, mostramos que a agricultura está presente muito além das lavouras. Ela gera empregos, movimenta a economia, abastece indústrias e contribui diretamente para a segurança alimentar.&#8221;</p>



<p>Apesar dos resultados positivos da safra 2025/26, Felipe Fabbri avalia que o próximo ciclo exigirá ainda mais planejamento por parte dos produtores.</p>



<p><em>Por Ascom Aprosoja Tocantins. </em></p>
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		<title>Tocantins lidera avanço da colheita da safrinha de milho fora de Mato Grosso, aponta Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estado já colheu 8% da área cultivada e aparece à frente de Maranhão, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul no ritmo dos trabalhos. A colheita da segunda safra de milho 2026 ganha ritmo nas principais regiões produtoras do Brasil. Levantamento mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra que 6,7% [&#8230;]</p>
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<p><em>Estado já colheu 8% da área cultivada e aparece à frente de Maranhão, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul no ritmo dos trabalhos.</em></p>



<p>A colheita da segunda safra de milho 2026 ganha ritmo nas principais regiões produtoras do Brasil. Levantamento mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra que 6,7% da área cultivada já havia sido colhida até a última sexta-feira (12), indicando avanço significativo dos trabalhos de campo.</p>



<p>O percentual representa crescimento em relação aos 3% registrados na semana anterior e supera os 3,9% observados no mesmo período do ano passado. Apesar disso, o ritmo ainda permanece ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos, que é de 7,3%.</p>



<p>O cenário da safra apresenta contrastes entre os estados produtores. Enquanto Mato Grosso registra produtividades superiores às estimativas iniciais, regiões como Goiás e Minas Gerais enfrentam perdas consolidadas em função da escassez de chuvas durante o ciclo das lavouras.</p>



<p>Mato Grosso lidera colheita e surpreende com altos rendimentos<br>Maior produtor nacional de milho safrinha, Mato Grosso também lidera o avanço da colheita no país, com 13% da área já colhida.</p>



<p>Segundo os técnicos da Conab, os primeiros resultados obtidos nas lavouras têm apresentado produtividades acima das projeções iniciais, reforçando as expectativas positivas para a safra estadual.</p>



<p>O desempenho reflete as condições climáticas mais favoráveis registradas em grande parte do ciclo produtivo, além do elevado nível tecnológico adotado pelos produtores da região.</p>



<p>A boa performance mato-grossense é vista pelo mercado como um fator importante para compensar parte das perdas verificadas em outras regiões produtoras.</p>



<p><strong>Tocantins e Maranhão também avançam<br></strong><br>Após Mato Grosso, os estados com maior avanço na colheita são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tocantins: 8% da área colhida;</li>



<li>Maranhão: 5%;</li>



<li>São Paulo: 2%;</li>



<li>Minas Gerais: 1%;</li>



<li>Mato Grosso do Sul: 1%;</li>



<li>Goiás: 0,3%.</li>
</ul>



<p>Nos estados do Centro-Sul, a maior parte das áreas ainda se encontra em fase final de desenvolvimento, aguardando condições adequadas para o início mais intenso dos trabalhos de campo.<br><br>Mais da metade das lavouras já está em maturação<br><br>O monitoramento da Conab mostra que a safra entra em uma etapa decisiva.</p>



<p>Atualmente, a distribuição das áreas cultivadas é a seguinte:</p>



<p>0,7% em desenvolvimento vegetativo;<br>3,7% em floração;<br>35,2% em enchimento de grãos;<br>53,7% em maturação;<br>6,7% já colhidas.<br>O elevado percentual de áreas em maturação indica que a colheita deverá acelerar nas próximas semanas, especialmente nos estados do Centro-Oeste e da região Sul.</p>



<p><strong>Paraná se prepara para iniciar a colheita<br></strong><br>No Paraná, segundo maior produtor de milho safrinha do país, os trabalhos de colheita se aproximam do início.</p>



<p>As lavouras avançam para a fase final de maturação e o mercado acompanha de perto as condições climáticas, que serão determinantes para a qualidade dos grãos e para a produtividade final da safra.</p>



<p>A expectativa é que o estado tenha papel importante na composição da oferta nacional nos próximos meses.</p>



<p><strong>Goiás e Minas Gerais confirmam perdas por estiagem<br></strong><br>Se por um lado Mato Grosso apresenta resultados acima do esperado, por outro Goiás e Minas Gerais enfrentam um cenário mais desafiador.</p>



<p>De acordo com a Conab, as chuvas registradas recentemente em Goiás não foram suficientes para reverter os danos causados pela estiagem. As perdas produtivas já estão consolidadas em diversas regiões do estado.</p>



<p>Situação semelhante é observada em Minas Gerais, principalmente nas áreas cultivadas em sistema de sequeiro, que sofreram forte impacto em função da redução das precipitações durante fases importantes do desenvolvimento das plantas.</p>



<p>A menor disponibilidade hídrica comprometeu o enchimento dos grãos e reduziu o potencial produtivo das lavouras.</p>



<p><strong>Mercado acompanha definição da safra brasileira<br></strong><br>Com a colheita avançando e mais da metade das áreas já em maturação, o mercado passa a concentrar atenção nos resultados efetivos que serão obtidos nas próximas semanas.</p>



<p>A produtividade acima do esperado em Mato Grosso reforça a perspectiva de uma oferta robusta de milho, mas as perdas registradas em estados importantes como Goiás e Minas Gerais continuam sendo monitoradas por produtores, cooperativas e agentes do mercado.</p>



<p>O comportamento da colheita será determinante para consolidar as estimativas finais da safra 2026 e influenciar a formação dos preços do cereal no mercado interno durante o segundo semestre.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio e Conab. </em></p>
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		<item>
		<title>Tocantins consolida diversificação agrícola com avanço das culturas de segunda safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-consolida-diversificacao-agricola-com-avanco-das-culturas-de-segunda-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[feijão-mungo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Conab indicam cenário favorável para as culturas de segunda safra no estado, impulsionando a diversificação produtiva, ampliando oportunidades de exportação e fortalecendo a geração de renda no campo. O Tocantins iniciou a colheita das culturas de segunda safra com perspectivas positivas para o setor agropecuário. Milho, gergelim e feijão-mungo vêm consolidando sua importância [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Dados da Conab indicam cenário favorável para as culturas de segunda safra no estado, impulsionando a diversificação produtiva, ampliando oportunidades de exportação e fortalecendo a geração de renda no campo.</em></p>



<p>O Tocantins iniciou a colheita das culturas de segunda safra com perspectivas positivas para o setor agropecuário. Milho, gergelim e feijão-mungo vêm consolidando sua importância nos sistemas produtivos estaduais, ampliando a diversificação agrícola, fortalecendo as exportações e contribuindo para a geração de renda no campo.</p>



<p>De acordo com o 8º Levantamento da Safra 2025/2026 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as condições climáticas registradas ao longo do ciclo favoreceram o desenvolvimento das culturas de segunda safra, especialmente nas principais regiões produtoras do estado, garantindo boas expectativas de produtividade e produção.</p>



<p>Entre os destaques está o milho segunda safra, que ocupou aproximadamente 441,6 mil hectares, com produção estimada em 2,29 milhões de toneladas, representando mais de 23% de toda a produção estadual de grãos. O cereal segue como uma das principais alternativas econômicas para os produtores após a colheita da soja, consolidando o Tocantins entre os principais polos produtores do Matopiba.</p>



<p>O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, explicou que os resultados da segunda safra refletem a consolidação do Tocantins como uma das principais fronteiras agrícolas do país e demonstram a capacidade dos produtores de ampliar a produção com diversificação e sustentabilidade.</p>



<p>“O nosso estado vive um momento muito positivo no campo. Além do crescimento da produção de grãos, estamos observando o fortalecimento de culturas estratégicas como o milho, o gergelim e o feijão-mungo, que ampliam as oportunidades de mercado para os produtores. Esse avanço é resultado da combinação entre tecnologia, investimento, condições favoráveis de produção e políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor agropecuário”, destacou.</p>



<p>Fred Sodré também ressaltou que a diversificação produtiva contribui para aumentar a competitividade do Estado e gerar novas oportunidades de renda. “Essas culturas fortalecem a economia rural, ampliam as exportações e ajudam a consolidar o Tocantins como um ambiente cada vez mais atrativo para novos investimentos agroindustriais”, completou.</p>



<p><strong>Culturas ganham espaço no mercado</strong></p>



<p>Outra cultura que ganha relevância é o gergelim, cultivado principalmente para atender o mercado internacional. Mesmo com uma leve redução de área nesta safra, o estado deverá produzir cerca de 48,5 mil toneladas, mantendo-se como uma importante fronteira de expansão da cultura no Brasil. O produto tem como principais destinos mercados asiáticos, entre eles China, Índia, Japão, Coreia do Sul e países do Oriente Médio, onde a demanda por alimentos e ingredientes naturais segue crescente.</p>



<p>Já o feijão-mungo, inserido nas estatísticas da segunda safra de feijão, continua ampliando sua participação nas regiões produtoras tocantinenses. A cultura tem despertado interesse crescente dos agricultores devido ao seu ciclo curto, menor custo de produção e elevado potencial de exportação. Grande parte da produção estadual é destinada ao mercado externo, especialmente para países asiáticos, onde o grão é amplamente utilizado na alimentação humana e na indústria de alimentos.</p>



<p><strong>Diversificação e agroindustrialização</strong></p>



<p>O engenheiro agrônomo da Seagro, Thadeu Teixeira Júnior, afirma que as culturas de segunda safra vêm desempenhando papel cada vez mais estratégico para o desenvolvimento agropecuário do estado. “O milho, o gergelim e o feijão-mungo representam muito mais do que alternativas de cultivo após a soja. São culturas que ampliam a renda do produtor, promovem maior eficiência no uso da terra, contribuem para a sustentabilidade dos sistemas produtivos e fortalecem a inserção do Tocantins no mercado internacional. A consolidação dessas culturas demonstra a capacidade do produtor tocantinense em inovar, diversificar e atender diferentes mercados consumidores”, afirmou.</p>



<p>Além disso, o engenheiro agrônomo destacou que o milho deverá ganhar importância ainda maior nos próximos anos em razão dos investimentos em agroindustrialização que estão sendo realizados no estado. “O Tocantins vive um momento importante de transformação econômica. A chegada de novas usinas de etanol de milho criará uma demanda permanente por matéria-prima, agregando valor à produção agrícola local. Além do mercado tradicional de exportação e da cadeia de proteína animal, teremos uma nova fronteira de consumo interno, capaz de estimular investimentos em tecnologia, armazenagem, logística e expansão sustentável da produção, gerando consequentemente milhares de empregos”, ressaltou.</p>



<p>O uso da sucessão de culturas, a produção de palhada para o sistema de plantio direto e a integração entre agricultura e pecuária aumentam a eficiência produtiva e favorecem a conservação dos recursos naturais.</p>



<p>Com uma produção total de grãos estimada em 9,94 milhões de toneladas na safra 2025/2026, crescimento superior a 8% em relação ao ciclo anterior, o Tocantins reafirma sua posição como um dos principais produtores de grão do país e demonstra que a diversificação produtiva continuará sendo um dos pilares do desenvolvimento econômico estadual nos próximos anos.<br><br><em>Por Secom Tocantins. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Clima favorece a 2ª safra de milho no Tocantins, mas excesso de chuvas atrasa colheita do arroz, aponta Conab</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/clima-favorece-a-2a-safra-de-milho-no-tocantins-mas-excesso-de-chuvas-atrasa-colheita-do-arroz-aponta-conab/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 12:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[2ª safra de milho no Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O monitoramento agrícola dos cultivos de verão aponta condições favoráveis para o desenvolvimento da soja na maior parte das regiões produtoras do país. Os dados estão reunidos no último Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na sexta-feira (24). O documento avalia as condições meteorológicas e o índice de vegetação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O monitoramento agrícola dos cultivos de verão aponta condições favoráveis para o desenvolvimento da soja na maior parte das regiões produtoras do país. Os dados estão reunidos no último Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na sexta-feira (24). O documento avalia as condições meteorológicas e o índice de vegetação (IV) das principais lavouras brasileiras no período entre 01 e 21 de abril.</p>



<p>Segundo o Boletim, os maiores volumes de chuva da temporada foram registrados na região Norte e na faixa norte da região Nordeste, incluindo também o leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Com a elevação da umidade do solo nessas áreas, o desenvolvimento das lavouras de grãos foi favorecido.</p>



<p>No Norte, os maiores acumulados foram verificados no Pará, no leste do Amazonas e no Amapá. Se por um lado o regime hídrico atrasou a colheita da soja no Pará e do arroz no Tocantins, por outro, a segunda safra de milho foi beneficiada. Já no interior do Nordeste, a redução das chuvas, típica do período, interferiu no desenvolvimento de alguns cultivos na Bahia, no Piauí e no Sertão de Pernambuco. Apesar do déficit hídrico localizado, as condições gerais da região foram favoráveis.</p>



<p>A umidade do solo também se manteve suficiente no Centro-Oeste e no Sudeste, embora tenha sido observada redução no armazenamento hídrico no final do período analisado. Na maior região produtora de grãos no país, os índices pluviométricos mais elevados foram verificados em Mato Grosso, contribuindo para o milho segunda safra. Entretanto, o documento aponta diminuição na reserva hídrica do solo em áreas de Mato Grosso do Sul e Goiás, também constatada na região Sudeste, nos estados de Minas Gerais e de São Paulo, o que pode afetar o desenvolvimento do cereal.</p>



<p>No Sul, com a irregularidade na distribuição das chuvas, o alerta foi para o Paraná, que teve restrição hídrica especialmente na porção norte. O período curto de chuvas intensas ainda impactou a colheita da soja e do arroz no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar da dinâmica, no estado gaúcho o IV da safra atual foi superior ao das anteriores.</p>



<p>O panorama da evolução do IV aponta, de forma geral, um bom desenvolvimento das lavouras, com valores próximos aos das safras antecedentes de soja e milho. Além desses cultivos, o Boletim também apresenta o progresso dos plantios de algodão e arroz nos principais estados produtores.&nbsp;</p>



<p><strong>BMA</strong></p>



<p>Produzido em parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), o Boletim tem como objetivo divulgar informações sobre as condições agrometeorológicas e sobre o monitoramento&nbsp; das lavouras, avaliado por meio de imagens de satélite e dados de campo. As informações são disponibilizadas periodicamente, considerando ainda a diversidade de cultivos e de manejo em diferentes regiões do território nacional.&nbsp;</p>



<p>As informações completas sobre regime de chuvas e índice de vegetação das safras de verão estão disponíveis na edição de abril do Boletim de Monitoramento Agrícola.</p>



<p><em>Por Conab.</em></p>
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		<title>VLI registra recordes de movimentação de grãos e farelos em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/vli-registra-recordes-de-movimentacao-de-graos-e-farelos-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrovia norte-sul]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume transportador pela companhia nos Corredores Leste, Sudeste e Norte chegou a 23 milhões de toneladas, incremento de 16% na comparação anual A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, registrou em 2025 recordes históricos na movimentação de grãos (milho e soja) e farelos, um dos principais segmentos atendidos pela empresa. [&#8230;]</p>
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<p><em>Volume transportador pela companhia nos Corredores Leste, Sudeste e Norte chegou a 23 milhões de toneladas, incremento de 16% na comparação anual</em></p>



<p>A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, registrou em 2025 recordes históricos na movimentação de grãos (milho e soja) e farelos, um dos principais segmentos atendidos pela empresa. No período, o volume transportado pelas ferrovias alcançou 23 milhões de toneladas úteis (MTU), resultado 16% superior ao registrado em 2024. Já nos portos operados pela companhia, foram embarcadas 15,4 MTU, crescimento de 14% na comparação anual.</p>



<p>Para Carolina Hernandez, diretora Comercial da VLI, os resultados refletem a proximidade da companhia com os clientes e a capacidade da VLI de oferecer soluções logísticas eficientes e integradas para o agronegócio. “Os recordes de movimentação de grãos e farelos demonstram a confiança dos clientes na VLI e a solidez do nosso modelo operacional. Atuamos de forma integrada nos principais corredores logísticos do país, conectando regiões produtoras aos portos com eficiência e segurança, fatores essenciais para o desempenho do agronegócio brasileiro. Tudo isso atrelado a uma logística de baixo carbono, inerente às operações ferroviárias”, afirma.</p>



<p>A VLI movimenta grãos e farelos nos seus corredores logísticos de maior volume: Sudeste, Leste e Norte. O Corredor Sudeste conecta o Centro-Oeste à Baixada Santista, por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O Corredor Leste liga o Triângulo Mineiro aos portos de Vitória (ES), integrando a FCA e a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Já o Corredor Norte conecta regiões produtoras do Centro-Norte aos portos do Maranhão, combinando o tramo norte da Ferrovia Norte-Sul (FNS), a Estrada de Ferro Carajás (EFC) e terminais integradores estrategicamente posicionados.</p>



<p><strong>Resultados VLI 2025</strong></p>



<p>Por mais um ano, a VLI – companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais – manteve a trajetória de crescimento lucrativo sustentável de seu negócio, que movimenta cargas de cadeias produtivas dos principais segmentos da economia brasileira como o agronegócio, mineração, indústria e construção civil. Ao final de 2025, a companhia registrou a movimentação de 43,5 bilhões de TKU nos seus corredores logísticos ferroviários, um aumento de 4% em relação a 2024. Nos portos onde opera, a VLI embarcou 43,9 milhões de toneladas, incremento de 2% ante 2024.</p>



<p>Os indicadores financeiros atestam a gestão sólida da companhia, com Ebitda de R$ 5,26 bilhões, receita líquida de R$ 9,95 bilhões e lucro líquido reportado de R$ 1,40 bilhão (+5.3% vs. 2024), alavancado por iniciativas para refinanciamento de dívidas vincendas, que trouxeram redução de despesas financeiras. A margem Ebitda alcançou o recorde de 52,9%, o que representa um acréscimo de 0,5 ponto percentual vs. 2024.</p>



<p>Pelo segundo ano consecutivo, a companhia investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em seus ativos próprios e nas concessões sob sua gestão, o equivalente a 35% da receita líquida e 2,5 vezes o lucro líquido reportado no ano.</p>



<p><strong>Sobre a VLI<br></strong><br>A VLI atua na integração de serviços logísticos por meio de ferrovias, portos e terminais intermodais. A empresa opera as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais em pontos estratégicos como Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Presente nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, a VLI conecta a produção nacional aos principais corredores logísticos do país. A VLI reafirma seu protagonismo ao conquistar, pela terceira vez, o topo do ranking Valor Inovação em Transporte e Logística — mantendo-se entre as líderes do setor por sete anos consecutivos.</p>



<p><strong>A VLI no Tocantins<br></strong><br>A VLI opera no Tocantins por meio do Corredor Norte, que une Porto Nacional (TO) ao sistema portuário de São Luís. O trajeto é percorrido por meio do tramo norte da Ferrovia Norte-Sul, controlado pela VLI, e pela Estrada de Ferro Carajás, onde a VLI opera por direito de passagem. A estrutura do corredor inclui três terminais intermodais, em Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins, e Porto Franco, no Maranhão. Nesses locais, a carga trazida por caminhões é carregada nas composições da companhia. Pelo Corredor Norte são transportadas cargas como grãos (milho e soja), fertilizantes e combustíveis, entre outros produtos.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria. </em></p>
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		<title>Consórcio de braquiária com milho safrinha aumenta produtividade da soja e beneficia a pecuária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/consorcio-de-braquiaria-com-milho-safrinha-aumenta-produtividade-da-soja-e-beneficia-a-pecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio de braquiária]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embrapa confirmou uma estratégia que está transformando o cenário produtivo no Brasil: o consórcio de milho safrinha com braquiária, que eleva em dez por cento a produtividade da soja cultivada na safra seguinte. Essa integração promove não apenas um ganho em grãos, mas também potencializa a produção de carne, leite e palhada, alterando o [&#8230;]</p>
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<p>A Embrapa confirmou uma estratégia que está transformando o cenário produtivo no Brasil: o consórcio de milho safrinha com braquiária, que eleva em dez por cento a produtividade da soja cultivada na safra seguinte. Essa integração promove não apenas um ganho em grãos, mas também potencializa a produção de carne, leite e palhada, alterando o perfil químico e físico do solo.</p>



<p>O engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues, de Mato Grosso, afirma que o sistema deixou de ser uma alternativa e se tornou um seguro agrícola natural contra veranicos e plantas daninhas. A pesquisa revela que o consórcio aumentou a média de 39 para 51 vagens por pé de soja.</p>



<p><strong>Fundamentos do consórcio<br></strong><br>Esse salto produtivo é sustentado por três pilares fundamentais. O consórcio é a base para os sistemas integrados de produção de alimento. Com janelas climáticas cada vez mais apertadas, essa tecnologia funciona como uma proteção financeira para o produtor. Para garantir que a braquiária não abafe o milho, o sucesso depende do manejo de simultaneidade.<br><br>O milho solteiro perde espaço para a eficiência da integração. O consórcio se torna o combustível para a agricultura de alta performance e a base para a pecuária intensiva. Como resume Roberto Rodrigues: “O agro sustenta o PIB, e a integração sustenta o bolso do produtor”.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Instituições se reúnem para alinhar informações sobre a safra de grãos 2025/2026 no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/instituicoes-se-reunem-para-alinhar-informacoes-sobre-a-safra-de-graos-2025-2026-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec), realizou, nesta segunda-feira, 9, na sede da instituição, em Palmas, uma reunião técnica com representantes de órgãos responsáveis pelo levantamento de dados da produção agrícola para alinhar informações da safra de grãos 2025/2026 no estado. Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo, [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec), realizou, nesta segunda-feira, 9, na sede da instituição, em Palmas, uma reunião técnica com representantes de órgãos responsáveis pelo levantamento de dados da produção agrícola para alinhar informações da safra de grãos 2025/2026 no estado.</p>



<p>Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo, os objetivos foram fortalecer a integração entre as instituições e garantir maior precisão e padronização das informações sobre a produção agrícola no Tocantins, que atualmente conta com cerca de 2,8 mil propriedades produtoras e mais de 2 milhões de hectares cultivados com grãos (soja, milho e algodão).</p>



<p>Durante o encontro, cada instituição apresentou seu papel no levantamento e na consolidação dos dados da safra. A Adapec destacou a importância das informações para o planejamento de ações relacionadas à sanidade vegetal e ao monitoramento das lavouras. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou sobre a metodologia de coleta de dados e a periodicidade das atualizações, enquanto o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abordou a compatibilização das informações com as estatísticas oficiais do país. Por sua vez, a Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) ressaltou a utilização desses dados no planejamento estratégico e na elaboração do orçamento estadual.</p>



<p>O presidente da Adapec, Rodrigo Guerra, destacou a importância da integração entre os órgãos para garantir informações cada vez mais precisas sobre a produção agrícola no estado. “Este alinhamento entre as instituições fortalece a qualidade dos dados e contribui para o planejamento de ações voltadas ao desenvolvimento do setor agropecuário no Tocantins”, afirmou.</p>



<p>Também foram discutidos pontos relacionados à padronização técnica das informações, como definição de conceitos de área plantada, área colhida, produtividade e produção, além da harmonização dos recortes geográficos e períodos de referência. <br><br><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Sem o Irã, milho brasileiro pode ficar represado no mercado interno</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sem-o-ira-milho-brasileiro-pode-ficar-represado-no-mercado-interno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[irã]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[milho brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os reflexos da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel tem se refletido em diversas frentes do agronegócio brasileiro, como na exportação de milho, uma vez que o mercado iraniano tem se consolidado, nos últimos anos, como um dos principais compradores do cereal nacional. Em 2025, por exemplo, o país do Oriente Médio comprou em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os reflexos da guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel tem se refletido em diversas frentes do agronegócio brasileiro, como na exportação de milho, uma vez que o mercado iraniano tem se consolidado, nos últimos anos, como um dos principais compradores do cereal nacional.</p>



<p>Em 2025, por exemplo, o país do Oriente Médio comprou em torno de 9 milhões de toneladas da commodity, sendo responsável por 22% dos embarques brasileiros do grão. Já no consolidado de janeiro deste ano, o Irã subiu ainda mais esse número, representando em torno de 30% de todo o milho exportado pelo Brasil.</p>



<p>Segundo o analista de mercado de grãos da Datagro Gabriel Bastos, a dificuldade de exportação ao Irã tende a gerar sobreoferta dentro do Brasil em um cenário de colheita estimada em 141 milhões de toneladas, com cerca de 45 milhões de toneladas direcionadas à exportação. “Com essa sobreoferta, a tendência é que as cotações internas sofram um pouco e tenham um viés um pouco mais baixista”, diz.</p>



<p>De acordo com ele, o agravamento no conflito tende a impactar diretamente as cotações, o frete, as atividades portuárias e a logística da região, o que traz impactos diretos ao potencial exportador do Brasil.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Soja, milho e pecuária levam agro a crescer 11,7% em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/soja-milho-e-pecuaria-levam-agro-a-crescer-117-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A agropecuária teve expansão de 11,7% no ano passado em relação a 2024 e puxou o crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).</p>



<p>Foi o melhor desempenho entre os setores da economia: no mesmo período, a indústria avançou 1,4% e os serviços, 1,8%.</p>



<p>Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o agro, as indústrias extrativas, informação e comunicação e outras atividades de serviços contribuíram com 72% do PIB no ano passado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Se olharmos só a agropecuária, ela responde por 33% de todo o crescimento da economia do ano passado. Foi a que contribuiu mais para o crescimento do PIB olhando as atividades&#8221;, diz Pallis.</p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/rZRqBeBAxhdGkR90y3uk9xWiu6Y=/0x0:1200x1798/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/A/W/WBGzAXRA6aB82iuDbiOg/260302-info-agropecuaria-pib.png" alt="Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução"/></figure>



<p><em>Desempenho da agropecuária e do Produto Interno Bruto (PIB). — Foto: Reprodução</em></p>



<p>O forte crescimento do agro foi puxado por uma combinação de colheitas recordes, especialmente de soja e milho, além de um bom desempenho da pecuária, que também bateu marcas históricas.</p>



<p>Em 2025, o Brasil se tornou o maior produtor mundial de carne bovina, ultrapassando os Estados Unidos, pela primeira vez.</p>



<p>Apesar de ter tido o maior crescimento na comparação com outros setores, a agropecuária tem um peso de 7,1% no PIB, bem menor que os serviços (69,5%) e a indústria (23,4%).</p>



<p>Isso acontece porque o PIB do IBGE calcula somente as atividades primárias do agro, como os plantios e as criações de animais.</p>



<p>Mas, quando se coloca nessa conta, os serviços, os comércios e as indústrias do setor, esse peso sobe para 23%, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><strong>O que favoreceu a agropecuária</strong></p>



<p>O forte crescimento do agro em 2025 representou uma recuperação em relação a 2024, quando o PIB do setor recuou após secas extremas e enchentes terem derrubado diversas produções agrícolas, como as de soja, milho, cana-de-açúcar e laranja.</p>



<p>&#8220;A gente sabe que a agropecuária é uma atividade muito vulnerável à questão climática. Mas, em 2025, não tivemos nenhum problema climático relevante a ponto de gerar uma quebra de safra&#8221;, diz Juliana Trece, coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do FGV Ibre.</p>



<p>&#8220;Também tivemos custos de produção menores e ganhos de produtividade&#8221;, acrescenta.</p>



<p>Esses fatores fizeram o Brasil colher a maior safra de grãos da história no ano passado. No total, foram 350,2 milhões de toneladas, puxadas por soja e por um volume de milho jamais registrado na série histórica.</p>



<p>No ano, a colheita de milho cresceu 23,6%, enquanto a de soja teve alta de 14,6%, segundo o IBGE.</p>



<p>Com a maior produção dos grãos, a exportação do setor também cresceu. A soja, por exemplo, bateu recorde com o embarque de 108,2 milhões de toneladas, um aumento de 9,5% na comparação com o ano anterior.</p>



<p>Uma das motivações para isso foi a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Com os chineses comprando menos dos norte-americanos, a demanda foi redirecionada para o Brasil, explica Luiz Fernando Roque, especialista de grãos da consultoria Hedgepoint.</p>



<p>A pecuária brasileira também conseguiu superar os seus próprios recordes em um ano marcado pelo tarifaço dos Estados Unidos, segundo maior comprador de carne bovina do Brasil.</p>



<p>As exportações bateram recorde puxadas pela demanda chinesa. No ano, foram vendidas 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024.</p>



<p>Além disso, o abate de gado chegou a 42,3 milhões de cabeças, outra marca histórica do setor.</p>



<p><strong>Como fica em 2026</strong></p>



<p>Após um ano de recordes, a expectativa do Ibre é de que o setor desacelere em relação a 2025.</p>



<p>&#8220;O Ibre está projetando uma leve queda de 0,2%, o que é considerado um cenário de estabilidade. Diferente de 2025, a agropecuária não deve ser o motor que impulsionará o PIB este ano&#8221;, diz Trece.</p>



<p>A pecuária, por exemplo, está entrando em um momento de redução do número de abates.</p>



<p>A tendência é de que, neste ano, os produtores retenham mais fêmeas nas fazendas para produzir bezerros em vez de direcioná-las para a produção de carne.</p>



<p>É um movimento diferente do que aconteceu em 2025, quando um volume recorde de fêmeas foi enviado para o abate.</p>



<p>As colheitas de grãos também devem desacelerar em relação ao ano passado, diz Trece.</p>



<p>&#8220;A produção de soja, que cresceu 14,6% em 2025, deve crescer apenas 3,9% em 2026. Já o milho tem uma previsão de queda de 5,6% na produção para este ano&#8221;, afirma.</p>



<p>Roque, da Hedgepoint, discorda. Para ele, em 2026, o agro aumentará ainda mais a sua participação no PIB brasileiro.</p>



<p>Isso porque a estimativa é que as exportações de soja e milho continuem crescendo em 2026, gerando mais espaço no mercado internacional e batendo novos recordes.</p>



<p>Na produção, a Hedgepoint prevê uma estabilidade para a soja, com safra de 179,5 milhões de toneladas no Brasil. O volume da safra anterior foi de 180 milhões de toneladas.</p>



<p>Já no caso do milho, a maior oferta vem também de estoques iniciais maiores.</p>



<p><em>Por G1. </em></p>
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		<item>
		<title>Estimativa de soja cai, mas milho deve crescer, aponta consultoria</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estimativa-de-soja-cai-mas-milho-deve-crescer-aponta-consultoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A consultoria StoneX revisou para baixo a estimativa de produção de soja do Brasil na safra 2025/26. A nova projeção passou para 177,8 milhões de toneladas, recuo de 2,1% em relação ao levantamento anterior. Apesar do ajuste, o volume ainda representa um novo recorde nacional. Segundo a especialista em Inteligência de Mercado da StoneX, Ana Luiza Lodi, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A consultoria StoneX revisou para baixo a estimativa de produção de soja do Brasil na safra 2025/26. A nova projeção passou para 177,8 milhões de toneladas, recuo de 2,1% em relação ao levantamento anterior. Apesar do ajuste, o volume ainda representa um novo recorde nacional.</p>



<p>Segundo a especialista em Inteligência de Mercado da StoneX, Ana Luiza Lodi, a revisão reflete principalmente os impactos climáticos registrados no Sul do país, com destaque para o Rio Grande do Sul.</p>



<p>De acordo com a analista, o atraso e a irregularidade das chuvas prejudicaram o desenvolvimento das lavouras gaúchas, reduzindo o potencial produtivo do estado.</p>



<p><strong>Queda de produtividade no Sul pressiona estoques</strong></p>



<p>O Rio Grande do Sul concentrou o principal corte nesta atualização. A produtividade foi reduzida em 11,8%, com expectativa de rendimento médio abaixo de três toneladas por hectare.</p>



<p>Como o ciclo da soja no estado é mais tardio, o avanço da colheita nas próximas semanas ainda poderá gerar novos ajustes nas estimativas.</p>



<p>No balanço de oferta e demanda, a StoneX manteve inalteradas as projeções de consumo doméstico, em 65 milhões de toneladas, e de exportações, em 112 milhões de toneladas. Com a produção menor, os estoques finais foram revisados para 4,6 milhões de toneladas.</p>



<p>Segundo Ana Luiza Lodi, o mercado segue atento ao início do ciclo de consumo e, principalmente, ao ritmo das compras chinesas.</p>



<p><strong>Milho ganha suporte da primeira safra e da safrinha</strong></p>



<p>Para o milho primeira safra, a consultoria elevou levemente a estimativa nacional, agora projetada em 26,8 milhões de toneladas. A revisão positiva ocorreu após melhora na produtividade do Rio Grande do Sul.</p>



<p>Segundo o analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Raphael Bulascoschi, o milho foi menos afetado pelas condições climáticas adversas observadas no estado, já que possui ciclo mais precoce em relação à soja.</p>



<p>Com isso, a produção de milho verão no Rio Grande do Sul poderá superar cinco milhões de toneladas, colocando o estado como o maior produtor da primeira safra no país.</p>



<p><strong>Safrinha avança com melhora no plantio em MT</strong></p>



<p>A estimativa para a safrinha 2025/26 também foi revisada para cima, com alta mensal de 0,3%, podendo alcançar 106,7 milhões de toneladas.</p>



<p>O ajuste está ligado ao avanço do plantio em Mato Grosso e à melhora nas perspectivas de produtividade. Ainda assim, o desempenho da segunda safra segue condicionado ao comportamento das chuvas nos próximos meses.</p>



<p>Considerando as três safras, incluindo a terceira, estimada em 2,5 milhões de toneladas, a produção total de milho do Brasil no ciclo 2025/26 foi revisada de 135,5 milhões para 136 milhões de toneladas.</p>



<p>No quadro geral, a StoneX manteve as estimativas de consumo, enquanto os estoques finais tendem a ficar ligeiramente menores diante da expectativa de crescimento contínuo da demanda interna pelo cereal.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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