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	<title>natal Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>natal Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Consumidores devem ficar atentos ao selo de inspeção na compra de alimentos de origem animal para o Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 11:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na ceia de Natal, o consumidor deve redobrar a atenção na hora de comprar o tradicional peru e outros produtos de origem animal. A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) orienta que a escolha seja feita apenas por produtos que apresentem selo de inspeção, o que comprova que o alimento foi produzido de acordo com as [&#8230;]</p>
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<p>Na ceia de Natal, o consumidor deve redobrar a atenção na hora de comprar o tradicional peru e outros produtos de origem animal. A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) orienta que a escolha seja feita apenas por produtos que apresentem selo de inspeção, o que comprova que o alimento foi produzido de acordo com as normas higiênico-sanitárias e dentro dos padrões de qualidade exigidos pela legislação.</p>



<p>No Tocantins, a Adapec é responsável pela inspeção de produtos de origem animal, como carnes, leite, ovos, pescados e mel, por meio da Gerência de Inspeção Animal (GIA) e do Serviço de Inspeção Estadual (SIE/TO). A Agência coordena os selos SIE, SISBI e Selo Arte. O Selo de Inspeção Municipal (SIM) é de responsabilidade das prefeituras e o Selo de Inspeção Federal (SIF) é coordenado pelo Governo Federal, todos asseguram a qualidade e a segurança dos alimentos comercializados.</p>



<p>De acordo com o gerente de Inspeção Animal da Adapec, Antônio Caminha, o selo de inspeção é a principal garantia para o consumidor. “Esse selo indica que o produto passou por fiscalização desde a matéria-prima até o alimento final, seguindo critérios rigorosos de higiene, controle sanitário e tecnologia de produção, o que reduz riscos à saúde da população”, destaca.</p>



<p>O gerente reforça ainda que o consumidor deve observar as condições de armazenamento no ponto de venda e em casa. “É importante não comprar produtos fora da refrigeração adequada, com embalagens violadas ou sinais de descongelamento. Após a compra, o alimento deve ser mantido conforme a temperatura indicada no rótulo, garantindo a conservação e a segurança até o momento do consumo”, orienta Antônio Caminha.</p>



<p><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Mesmo com fama controversa, frutas cristalizadas seguem queridas e impulsionam produção</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mesmo-com-fama-controversa-frutas-cristalizadas-seguem-queridas-e-impulsionam-producao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 14:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[frutas cristalizadas]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As frutas cristalizadas já são famosas pela polarização que provocam nas reuniões em família ao fim de cada ano. A despeito disso, representam um segmento tradicional da agroindústria ligada à panificação, que é fortemente impulsionado nas datas festivas como Natal e Páscoa. Hoje, são 1,8 mil empresas dedicadas à cristalização de frutas registradas no Brasil, com atividades [&#8230;]</p>
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<p>As frutas cristalizadas já são famosas pela polarização que provocam nas reuniões em família ao fim de cada ano. A despeito disso, representam um segmento tradicional da agroindústria ligada à panificação, que é fortemente impulsionado nas datas festivas como Natal e Páscoa.</p>



<p>Hoje, são 1,8 mil empresas dedicadas à cristalização de frutas registradas no Brasil, com atividades distribuídas entre negócios de pequeno, médio e grande porte, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA).&nbsp;Os produtores estimam que são fabricadas no país em torno de 30 mil toneladas por ano. O mamão verde é usado em até 60% das composições, seguido pela cidra, com 20% e pela abóbora, com 15%.&nbsp;</p>



<p>Mas as combinações do confeito podem variar de acordo com a época do ano, para diminuir os custos.&nbsp;Além do mamão verde, cidra e abóbora, cascas de cítricos como laranja, limão e tangerina também podem ser utilizados.&nbsp;Na outra ponta do consumo, no entanto, há uma demanda recente para combinações gourmet, para produtos premium, que levam abacaxi, coco, manga, pêssego e ameixa.</p>



<p>Nas grandes indústrias, há inovação com uso de menos açúcar, enquanto os pequenos produtores investem em produtos personalizados, mais caros e com frutas diversas. Minas Gerais e São Paulo lideram a produção&nbsp;nacional.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-globorural.glbimg.com/YZsx5QC3FIkqANFuTxOn05T0vpQ=/0x0:4032x3024/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/V/Q/VaoTnSS7A4ZuvgEK5Hig/christian-dierberger-divulgacao-dierberger.jpeg" alt="Produção aumenta nesta época do ano para atender a demanda, afirma Cristian Dierberger — Foto: Divulgação"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Produção aumenta nesta época do ano para atender a demanda, afirma Cristian Dierberger — Foto: Divulgação</em></figcaption></figure>



<p>Cristian Dierberger, que tem uma fazenda de 6 mil hectares entre Barra Bonita e Dois Córregos, no interior paulistas, iniciou a produção de frutas cristalizadas como expansão dos negócios da família, que já plantava mais de quinze variedades de frutas e ervas para produção de óleos essenciais, entre elas limão, limão siciliano e laranja. O produtor compra o mamão de terceiros.</p>



<p>“Detectamos que havia mercado no Brasil todo com essa demanda por frutas cristalizadas para o mercado de panificação e já tínhamos a matéria-prima. Investimos em uma fábrica especificamente para corte das frutas na própria fazenda e terminamos o processo de maturação e cristalização em outra unidade na cidade”, conta.</p>



<p>Dierberger não revela quanto produz por ano, mas a marca é uma das grandes na produção e distribuição de fruta cristalizadas no país. Segundo ele, a produção aumenta nesta época do ano para atender a demanda.&nbsp;&#8220;Criamos até uma marca própria, a Citronat, para comercializar os produtos específicos, já formatados de acordo com as demandas específicas, que vão de frutas com&nbsp; 3 mm até 10 mm, dependendo do produto final no qual serão utilizadas&#8221;, afirma.</p>



<p>Já o casal Adriana Lima e Matheus Donato, de Pouso Alegre (MG) começou a produzir frutas cristalizadas a pedido de alguns clientes que compravam doces no sítio da família. Há cerca de quinze anos, eles ingressaram na produção de doces artesanais com as receitas tradicionais das famosas compotas mineiras – utilizando frutas produzidas na propriedade e de alguns sítios vizinhos. “Tínhamos mamão, abacaxi e limão já cultivados na propriedade. Depois passamos a plantar abóbora e a comprar figo”, conta Adriana.</p>



<p>Até que um cliente pediu frutas cristalizadas pequenas para a produção de pães na sua padaria. O casal não tinha experiência nesse tipo de produto, mas tinha vontade de iniciar a fabricação de uma nova categoria de alimento. Ela e Matheus então recorreram a um curso do Sebrae, no qual&nbsp;aprenderam todo o processo de produção,&nbsp;desde a preparação das frutas até o pré-cozimento, imersão nas caldas de açúcar, cristalização e secagem.</p>



<p>Hoje, o casal vende a produção não só para o cliente inicial – aquele que fez o primeiro pedido &#8211; mas para padarias e empórios da região. “As frutas cristalizadas são queridas, apesar da fama”, brinca Adriana. Matheus Donato diz que a demanda por frutas cristalizadas cresce até 300% no fim do ano e que a família já prepara a produção para isso. Na Páscoa, o consumo não é tão elevado, mas também tem um pico de procura.</p>



<p>Dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) estimam que, apesar dos produtos natalinos estarem 3,5% mais caros com relação ao mesmo período do ano passado, o consumo de frutas especiais, secas ou cristalizadas deve subir 10% com relação a 2024.</p>



<p><em>Por Maria Emília Zampieri/Globo Rural. </em></p>
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		<title>Natal deve injetar quase R$ 85 bilhões na economia e aquece expectativa do comércio tocantinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comércio tocantinense]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faciet destaca importância das campanhas natalinas para fortalecer o comércio local A projeção nacional para o Natal de 2025 aponta que a data deve ser mais uma vez determinante para o desempenho do varejo brasileiro. Segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a celebração [&#8230;]</p>
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<p><em>Faciet destaca importância das campanhas natalinas para fortalecer o comércio local</em></p>



<p>A projeção nacional para o Natal de 2025 aponta que a data deve ser mais uma vez determinante para o desempenho do varejo brasileiro. Segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a celebração deve movimentar cerca de R$ 84,9 bilhões em todo o país. A pesquisa ainda indica que quase oito em cada dez consumidores pretendem comprar ao menos um presente, o que representa aproximadamente 124,3 milhões de brasileiros indo às lojas nas próximas semanas.</p>



<p>Os resultados mostram também quem deve liderar a lista de presenteados: os filhos, lembrados por 58% dos entrevistados. Logo em seguida vêm as mães (46%), os cônjuges (40%), além de pais e irmãos, ambos com 23%. Quando o assunto é o presente mais caro, os filhos novamente ficam no topo, pois para 28% dos consumidores, eles receberão o item de maior valor. O levantamento aponta ainda que 19% devem investir mais no presente do cônjuge e 18% no da mãe.</p>



<p>O comportamento de compra também traz uma média consolidada, no qual os consumidores planejam adquirir quatro presentes neste Natal. Entre as classes A e B, esse número sobe para cinco itens. O gasto médio deve alcançar R$ 174, cerca de R$ 37 acima do registrado em 2023, refletindo o maior apetite por consumo.</p>



<p>No Tocantins, o cenário é visto com otimismo pelo setor produtivo. A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Tocantins (Faciet) avalia que o aumento da intenção de compra tende a impulsionar o movimento das lojas, especialmente em Palmas, Araguaína, Gurupi e demais polos regionais. Para a entidade, o comportamento nacional se reflete de forma direta no comércio tocantinense, que depende fortemente das datas sazonais para equilibrar as contas e projetar o próximo ano.</p>



<p>De acordo com o presidente da Faciet, Fabiano do Vale, o Natal permanece como a principal âncora de vendas para o varejo, e por isso as campanhas realizadas anualmente pela entidade e pelas associações comerciais ganham ainda mais importância em 2025. &#8220;O Natal é o período que mais movimenta o comércio, e fortalecer essa data é fundamental para garantir fluxo de clientes e competitividade para as empresas tocantinenses. As campanhas natalinas que promovemos todos os anos buscam justamente incentivar o consumo local, valorizar nossos empreendedores e criar um ambiente mais atrativo para quem vai às compras&#8221;, afirma.</p>



<p>Fabiano destaca ainda que, diante do aumento da intenção de compra, lojistas tocantinenses estão se preparando para atender um consumidor mais planejado, que pesquisa preços e valoriza condições de pagamento. &#8220;O consumidor de 2025 chega às lojas mais informado e mais exigente. Ele compara, avalia benefícios e está atento às promoções. Por isso, as empresas precisam investir em atendimento, marketing e facilidades de pagamento. A expectativa é positiva e o Tocantins tem tudo para acompanhar o ritmo de crescimento projetado nacionalmente&#8221;, conclui.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria. </em></p>
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