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	<title>Nordeste Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Nordeste Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Norte e Nordeste recebem até cinco vezes menos crédito do Pronaf, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de concentrarem mais da metade da agricultura familiar do Brasil, as&#160;regiões Norte e Nordeste acessam, em média, até cinco vezes menos crédito subvencionado pelo governo federal&#160;via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf. A conclusão é de um estudo da Climate Policy Initiative (CPI), vinculada a PUC-Rio, que analisa as razões para [&#8230;]</p>
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<p>Apesar de concentrarem mais da metade da agricultura familiar do Brasil, as&nbsp;regiões Norte e Nordeste acessam, em média, até cinco vezes menos crédito subvencionado pelo governo federal&nbsp;via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf. A conclusão é de um estudo da Climate Policy Initiative (CPI), vinculada a PUC-Rio, que analisa as razões para tal desigualdade.</p>



<p>Segundo o levantamento da CPI/PUC-Rio, feito com base em dados do Censo Agropecuário de 2017 e do Banco Central, cerca de 20,8% dos agricultores familiares do Sul do país acessaram recursos do Pronaf no Plano Safra 2025/26, percentual que cai para 5,2% no Nordeste e 3,9% no Norte do país. No Sudeste e Centro-Oeste, esse percentual foi de 8,9% e 6,9%, respectivamente.</p>



<p>A partir de modelagem econométrica, os pesquisadores relacionaram o acesso ao Pronaf à existência de assistência técnica e ao cooperativismo e constataram que, caso essas condições fossem equiparadas, o número de agricultores nordestinos com acesso ao Pronaf seria 63,5% superior ao registrado no último Plano Safra. No Norte, esse aumento seria de 53,8%, segundo o mesmo critério.</p>



<p>“O que a gente está mostrando neste trabalho é que as políticas de assistência técnica e crédito têm uma complementaridade muito grande. Não adianta desenvolver uma nova linha de crédito e colocá-la na prateleira de um banco”, observa o diretor executivo do CPI/PUC-Rio, Juliano Assunção.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É importante que os produtores também sejam capazes de, via a tomada de crédito, fazer investimentos que vão melhorar a produtividade e a capacidade de geração de renda das suas propriedades”, acrescenta.</p>
</blockquote>



<p>Já nas regiões Sudeste e no Centro-Oeste, o fator que mais impacta no acesso ao Pronaf é a falta de relacionamento com cooperativas. Caso essas regiões tivessem essa condição equiparada ao observado no Sul do país, o percentual de agricultores familiares com acesso a crédito subvencionado subiria 26,7% e 28,9%, respectivamente, de acordo com o estudo.</p>



<p>Segundo Assunção, a diferença se dá pela maior presença de assistência técnica nessas regiões.</p>



<p>“Se você olhar com um pouco mais de cuidado, você vê que, de fato, no Sudeste e no Centro-Oeste há um salto mais alto com o cooperativismo, mas a assistência técnica também gera um ganho na ordem de 10% a 15%. Claro que, no caso do cooperativismo, o percentual é bem mais alto, mas é sempre legal pensar isso em relação ao cenário-base”, ressalta o pesquisador.</p>



<p>No caso do Norte e Nordeste, o maior grau de cooperativismo teria um impacto de 38,5% e 19,2%, respectivamente.</p>



<p><strong>O que é Pronaf, para que serve e quem tem direito ao crédito?</strong></p>



<p>Mesmo com os ganhos observados, contudo, o percentual de acesso a crédito rural nas demais regiões do país ainda ficaria abaixo do registrado no Sudeste. Segundo Assunção, esses fatores isolados não dão conta de outras particularidades regionais, que envolvem também as condições edafoclimáticas (conjunto de características do solo e do clima) e do tipo de agricultura exercida nessas regiões, com maior predominância de grãos no Sul e Sudeste quando comparado ao Norte e Nordeste.</p>



<p>“Há toda uma questão histórica, presença de infraestrutura, acesso a insumos e outros pontos que influenciam a capacidade produtiva dos agricultores familiares do Sul vis-à-vis o restante do país. Por isso, talvez não seja razoável a gente esperar que haja uma equalização completa das condições de acesso a crédito”, destaca o pesquisador.</p>



<p>Ainda assim, ele ressalta a importância de políticas públicas paralelas ao crédito rural para garantir o acesso efetivo dos agricultores das demais regiões ao Pronaf.</p>



<p>De acordo com Juliano Assunção, o trabalho mostra que “a assistência técnica, assim como os demais fatores, tem uma capacidade de melhorar e complementar muito a política de crédito rural dessas regiões. Se elas vão chegar perto do Sul ou não, essa é uma outra questão que envolve levar em consideração outros fatores. Mas do ponto de vista quantitativo, aumentar mais de 50% o número de produtores com acesso a crédito é muita coisa”.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Camelos que chamaram atenção no Jalapão vieram de passeios turísticos no Nordeste</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/camelos-que-chamaram-atencao-no-jalapao-vieram-de-passeios-turisticos-no-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 13:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Camelos]]></category>
		<category><![CDATA[Jalapão]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os camelos que encantaram a web em fazenda do Jalapão já foram usados em passeios turísticos no Rio Grande do Norte, segundo reportagem da TV Anhanguera. Os animais vieram para o Tocantins em abril de 2024 e são mantidos de forma regular em uma fazenda situada em Rio Sono, em trecho que faz divisa com Lizarda, no leste [&#8230;]</p>
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<p>Os camelos <strong>que encantaram a web em fazenda do Jalapão</strong> já foram usados em passeios turísticos no Rio Grande do Norte, segundo reportagem da TV Anhanguera.</p>



<p>Os animais vieram para o Tocantins em abril de 2024 e são mantidos de forma regular em uma fazenda situada em Rio Sono, em trecho que faz divisa com Lizarda, no leste do Tocantins, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).</p>



<p>O órgão informou que, do ponto de vista sanitário, foram conferidos a Guia de Trânsito Animal (GTA) e os demais documentos exigidos.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>O vídeo dos animais descansando na fazenda repercutiu nas redes sociais ao mostrar os quatro camelos, uma cena incomum, já que não é comum encontrar essa espécie no Tocantins.</p>



<p>O morador que fez o registro se mostrou surpreso ao encontrar os animais: “<em>É diferenciada. Até camelo tem aqui”,&nbsp;</em>comentou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/G4q4P48zINci00WfEm2lP1G3GMw=/0x0:1300x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/J/pOVFlURvmcnkk7QZqpzw/foto-e-montagem-vertical-11-.png" alt="Camelos são vistos descansando em fazenda no Jalapão. — Foto: Divulgação/Instagram Jalapão_online"/></figure>



<p><em>Camelos são vistos descansando em fazenda no Jalapão. — Foto: Divulgação/Instagram Jalapão_online</em></p>



<p><strong>Entenda a diferença entre ‘dromedário e camelo’</strong></p>



<p>Segundo o biólogo Claudio Montenegro, dromedários e camelos são parentes, mas se diferenciam pela quantidade de corcovas, que são as curvaturas no dorso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os camelos (Camelus bactrianus) têm duas corcovas, enquanto os dromedários (Camelus dromedarius) possuem apenas uma”, disse.</p>
</blockquote>



<p>De acordo com o biólogo, camelos e dromedários foram importados para compor acervos de zoológicos, atrações de circo e outras atividades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eles são originários da Ásia, da África e do Oriente Médio. Há algum tempo, era possível importar esses animais, mas hoje a legislação proíbe. Ainda existem, porém, animais que são fruto dessas importações antigas. Eles vieram para acervos de zoológicos e para fins de atração circense. Muitos resorts do Nordeste também importaram para oferecer passeios nas dunas”, explicou.</p>
</blockquote>



<p>Segundo o Ibama, o dromedário consta na lista de espécies isentas de controle para fins de operacionalização, conforme a Portaria nº 2.489/2019. De acordo com o órgão, a espécie é considerada “doméstica”.<br><br><em>Por Eliane Barros, Stefani Cavalcante, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Mapa antecipa vacinação nos últimos cinco estados em busca do reconhecimento de território livre de febre aftosa sem vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 11:12:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa), no dia 15 de abril, enviou aos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, o Ofício Circular nº 28/2024 antecipando a campanha de vacinação contra febre aftosa para o mês de abril, com a meta de conclusão até o dia 30, sem possibilidade de [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa), no dia 15 de abril, enviou aos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, o Ofício Circular nº 28/2024 antecipando a campanha de vacinação contra febre aftosa para o mês de abril, com a meta de conclusão até o dia 30, sem possibilidade de prorrogação.</p>



<p>A decisão foi tomada pelo Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, após reunião com a equipe gestora do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PE-PNEFA) e avaliação das condições técnicas.<br><br>A expectativa é que a antecipação da vacinação juntamente com a realização das demais ações descritas no PE-PNEFA resultem em avanço sanitário, colaborando para o reconhecimento do território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação.</p>



<p>Para realizar a transição de status sanitário, os estados e o Distrito Federal precisam atender aos critérios definidos no Plano Estratégico, que está alinhado com as diretrizes do Código Terrestre da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A meta é que o Brasil se torne totalmente livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.</p>



<p>Além dos cinco estados do nordeste, também vacinam pela última vez até o dia 30 de abril, as unidades da Federação da Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e parte do estado do Amazonas.<br><br>As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 mL na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.</p>



<p>Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada nos prazos estipulados pelo serviço veterinário estadual.</p>



<p>Em caso de dúvidas, a orientação é buscar esclarecimentos junto ao órgão executor de defesa sanitária animal de seu estado. <br><br><em>Por Mapa. </em></p>



<p><br><br></p>
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		<title>Embrapa apresenta portfólio de arroz para os Estados do Maranhão e Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/embrapa-apresenta-portfolio-de-arroz-para-os-estados-do-maranhao-e-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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		<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embrapa realizou dois Dias de Campo sobre arroz nas Região Norte/Nordeste do País: no dia 15 de março, na Fazenda São João II, Município de Lagoa da Confusão, no Tocantins; e em 05 de abril, na Fazenda Soledade, município de São Mateus do Maranhão. Os eventos tiveram por objetivo a apresentação dos portfólios de [&#8230;]</p>
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<p>A Embrapa realizou dois Dias de Campo sobre arroz nas Região Norte/Nordeste do País: no dia 15 de março, na Fazenda São João II, Município de Lagoa da Confusão, no Tocantins; e em 05 de abril, na Fazenda Soledade, município de São Mateus do Maranhão. Os eventos tiveram por objetivo a apresentação dos portfólios de cultivares de arroz BRS indicadas para esses dois estados, tanto em sistema irrigado quanto de sequeiro. Foram, ainda, oportunidades de compartilhar as novidades da genética Embrapa para esses ambientes e discutir o uso de alta tecnologia, visando ao alcance de produtividades elevadas, com excelência na qualidade de grãos.&nbsp;</p>



<p>Com o título “Arroz irrigado tropical para o Tocantins”, foco em produtores rurais e consultores técnicos e a participação da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), o evento na Lagoa da Confusão contou com cerca de 200 inscritos. A organização foi da Embrapa Arroz e Feijão, com a colaboração da Brazeiro Sementes, Uniggel Sementes, Sementes Simão e AHL Agro. A Embrapa realizou palestras com tema baseado no desempenho agronômico de cultivares de arroz irrigado de seu portfólio, destinadas para a região, além de uma breve e sucinta apresentação em campo da BRS A709, novidade a ser lançada oficialmente no mês de maio. Os palestrantes foram todos do quadro do centro de pesquisa: Raimundo Nonato Rocha, José Colombari Filho, Inocêncio Oliveira, Mábio Lacerda e Paulo Hideo. O Dia de Campo teve a participação de Danielle de Bem, chefe-Geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Unidade da Empresa no Tocantins, em que está sediado um Núcleo Regional da Embrapa Arroz e Feijão, para estudos dessas culturas naquele Estado.</p>



<p>Em abril, a Embrapa Cocais e a Prefeitura Municipal de São Mateus realizaram o Dia de Campo “Cultivares de arroz BRS para o Maranhão”. Com cerca de 150 pessoas presentes, o evento teve a colaboração da Brazeiro Sementes, do Banco do Brasil, Sementes Agroverdes, AeroRio Aviação Agrícola, Cooperja Agropecuária e Sementes Ceratti. As palestras foram realizadas por Raimundo Rocha, Inocêncio Oliveira (Embrapa Arroz e Feijão) e Carlos Santiago (Embrapa Cocais), também com a apresentação do portfólio de cultivares BRS com indicação para a Região. A Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e a Embrapa Meio Norte também estiveram presentes nessa oportunidade.<br><br>O pesquisador Inocêncio Oliveira destacou nos eventos a força do portfólio da Embrapa, que pode colaborar, com a adoção correta das variedades, no controle de doenças. “Os produtores perceberam, também, a importância da diversificação, do uso de diferentes cultivares de arroz na lavoura, para contribuir no manejo da brusone, pois cada uma possui tolerância a diferentes raças do fungo causador dessa doença. Da mesma forma, cada uma tem alguma especificidade, como por exemplo: onde se tem problema de arroz vermelho e alta incidência de plantas daninhas, recomenda-se o uso da BRS A706 CL e, onde se tem histórico de acamamento, recomenda-se a cultivar BRS A704”, explicou o Inocêncio.</p>



<p>Nos dois Dias de Campo, foram demonstradas as características agronômicas das cultivares BRS A704, BRS A705 e BRS A706 CL além da BRS Pampeira e BRS Catiana, todas também com apresentação em campo (<em>em São Mateus, teve ainda a demonstração da BRS A502</em>). Os eventos foram ações prévias do lançamento oficial da BRS A709, que ocorrerá em Goiânia, no dia 09 de maio, e do Seminário da Cadeia Produtiva do Arroz no Tocantins, na Lagoa da Confusão, em 19 e 20 de junho. <br><br><em>Por Embrapa.</em></p>



<p><br><br></p>
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