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	<title>novidade Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>novidade Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Rastreabilidade bovina avança no Brasil e deve transformar a pecuária nos próximos anos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rastreabilidade-bovina-avanca-no-brasil-e-deve-transformar-a-pecuaria-nos-proximos-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sistema que monitora origem e movimentação dos animais ganha força diante das exigências sanitárias, ambientais e comerciais do mercado internacional A rastreabilidade bovina tem ganhado espaço no debate sobre o futuro da pecuária brasileira diante das novas exigências do mercado internacional por maior controle da origem da produção. O sistema, que permite acompanhar o animal [&#8230;]</p>
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<p><em>Sistema que monitora origem e movimentação dos animais ganha força diante das exigências sanitárias, ambientais e comerciais do mercado internacional</em></p>



<p>A <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Rastreabilidade+bovina"><strong>rastreabilidade bovina</strong></a> tem ganhado espaço no debate sobre o futuro da pecuária brasileira diante das novas exigências do mercado internacional por maior controle da origem da produção. O sistema, que permite acompanhar o animal desde o nascimento até o abate, passou a ser visto como ferramenta estratégica para garantir transparência, segurança sanitária e acesso a mercados mais exigentes.<br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM.webp" alt="" class="wp-image-23614" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/aV4Cm_IM-750x500.webp 750w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Analista de mercado da Scot Consultoria, Stéfany Souza. (Foto: Bela Magrela)<br></em><br>Segundo a analista de mercado da Scot Consultoria, Stéfany Souza, a<a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=Rastreabilidade+bovina"> rastreabilidade</a> funciona como um acompanhamento individual dos animais ao longo de toda a vida produtiva. “Cada animal recebe uma identificação única, por meio de brinco, chip ou tatuagem, reunindo informações como origem, sanidade, alimentação e movimentações ao longo da vida produtiva”, explica.</p>



<p>Na prática, o sistema registra informações como vacinações, alimentação, ganho de peso, tratamentos sanitários e movimentações entre propriedades. Os dados ficam armazenados em plataformas digitais e acompanham o animal até a etapa de comercialização da carne.</p>



<p>O avanço das exigências ambientais internacionais tem sido um dos principais fatores para o fortalecimento da rastreabilidade no setor pecuário. Conforme destaca a especialista, países e blocos econômicos passaram a exigir comprovação de origem de produtos livres de desmatamento, aumentando a pressão por mecanismos de controle dentro da cadeia produtiva.</p>



<p>“A capacidade de comprovar a origem dos animais e monitorar sua movimentação tornou-se um dos principais drivers da pauta da rastreabilidade no Brasil”, afirma analista.<br><br><img decoding="async" width="11000" height="6284" class="wp-image-23587" style="width: 11000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg.webp 1600w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-300x171.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1024x585.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-768x439.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1536x877.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-750x428.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/f3_tocantins_realiza_a_primeira_brincagem_simbolica_de_rastreabilidade_na_agrotins_2026_foto_majuh_souza_governo_do_tocantinsjpg-1140x651.webp 1140w" sizes="(max-width: 11000px) 100vw, 11000px" /><br><em>Tocantins realiza a primeira brincagem simbólica de rastreabilidade na Agrotins 2026. (Foto: Majuh Souza/Governo do Tocantins).</em></p>



<p>No Tocantins, o avanço da rastreabilidade bovina também já começou a ganhar espaço dentro das políticas públicas do setor. Durante a <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=agrotins+2026"><strong>Agrotins 2026</strong></a>, o Governo do Estado realizou a primeira brincagem simbólica de identificação individual de um bovino, marcando o início da implantação da rastreabilidade individual do rebanho tocantinense. <br><br>A iniciativa integra o <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/mais-de-5-mil-pessoas-visitam-espaco-de-defesa-agropecuaria-durante-a-agrotins-2026/">programa Rastreia Tocantins</a></strong>, criado por decreto estadual e alinhado ao Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB). Com um rebanho estimado em 11,7 milhões de animais e cerca de 70 mil propriedades rurais, o estado busca fortalecer o controle sanitário, ampliar a transparência da cadeia produtiva e abrir novos mercados para a pecuária tocantinense.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="670" height="414" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656.webp" alt="" class="wp-image-23615" style="width:1170px;height:auto" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656.webp 670w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/478656-300x185.webp 300w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></figure>



<p><em>(Foto: Majuh Souza/Governo do Tocantins).<br></em><br>Além da questão ambiental, a rastreabilidade também contribui para a gestão das propriedades rurais. O monitoramento individual permite maior controle sobre desempenho, histórico sanitário e produtividade do rebanho, auxiliando na tomada de decisão dentro das fazendas.</p>



<p>Na comercialização, o sistema também passou a ser associado à valorização da carne brasileira e à abertura de novos mercados. “Ao comprovar origem e qualidade, o produtor ganha mais poder de negociação, fortalece a confiança com compradores e aumenta sua competitividade no mercado”, ressalta.</p>



<p>O governo federal também já iniciou medidas para ampliar o controle do rebanho nacional. O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, prevê a implementação gradual da identificação individual dos animais no Brasil até 2032.</p>



<p>Apesar do avanço do tema, desafios como custos iniciais, necessidade de capacitação e adaptação das propriedades ainda limitam a adesão em parte do setor. Mesmo assim, a expectativa é de que a rastreabilidade se torne cada vez mais presente na pecuária brasileira.</p>



<p>“A tendência é de maior digitalização, redução de custos tecnológicos e aumento da pressão por transparência. A rastreabilidade tende a deixar de ser diferencial para se tornar padrão”, conclui Stéfany Souza.</p>



<p></p>
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		<title>Camelos que chamaram atenção no Jalapão vieram de passeios turísticos no Nordeste</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/camelos-que-chamaram-atencao-no-jalapao-vieram-de-passeios-turisticos-no-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 13:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Camelos]]></category>
		<category><![CDATA[Jalapão]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os camelos que encantaram a web em fazenda do Jalapão já foram usados em passeios turísticos no Rio Grande do Norte, segundo reportagem da TV Anhanguera. Os animais vieram para o Tocantins em abril de 2024 e são mantidos de forma regular em uma fazenda situada em Rio Sono, em trecho que faz divisa com Lizarda, no leste [&#8230;]</p>
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<p>Os camelos <strong>que encantaram a web em fazenda do Jalapão</strong> já foram usados em passeios turísticos no Rio Grande do Norte, segundo reportagem da TV Anhanguera.</p>



<p>Os animais vieram para o Tocantins em abril de 2024 e são mantidos de forma regular em uma fazenda situada em Rio Sono, em trecho que faz divisa com Lizarda, no leste do Tocantins, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).</p>



<p>O órgão informou que, do ponto de vista sanitário, foram conferidos a Guia de Trânsito Animal (GTA) e os demais documentos exigidos.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>O vídeo dos animais descansando na fazenda repercutiu nas redes sociais ao mostrar os quatro camelos, uma cena incomum, já que não é comum encontrar essa espécie no Tocantins.</p>



<p>O morador que fez o registro se mostrou surpreso ao encontrar os animais: “<em>É diferenciada. Até camelo tem aqui”,&nbsp;</em>comentou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/G4q4P48zINci00WfEm2lP1G3GMw=/0x0:1300x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/J/pOVFlURvmcnkk7QZqpzw/foto-e-montagem-vertical-11-.png" alt="Camelos são vistos descansando em fazenda no Jalapão. — Foto: Divulgação/Instagram Jalapão_online"/></figure>



<p><em>Camelos são vistos descansando em fazenda no Jalapão. — Foto: Divulgação/Instagram Jalapão_online</em></p>



<p><strong>Entenda a diferença entre ‘dromedário e camelo’</strong></p>



<p>Segundo o biólogo Claudio Montenegro, dromedários e camelos são parentes, mas se diferenciam pela quantidade de corcovas, que são as curvaturas no dorso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os camelos (Camelus bactrianus) têm duas corcovas, enquanto os dromedários (Camelus dromedarius) possuem apenas uma”, disse.</p>
</blockquote>



<p>De acordo com o biólogo, camelos e dromedários foram importados para compor acervos de zoológicos, atrações de circo e outras atividades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Eles são originários da Ásia, da África e do Oriente Médio. Há algum tempo, era possível importar esses animais, mas hoje a legislação proíbe. Ainda existem, porém, animais que são fruto dessas importações antigas. Eles vieram para acervos de zoológicos e para fins de atração circense. Muitos resorts do Nordeste também importaram para oferecer passeios nas dunas”, explicou.</p>
</blockquote>



<p>Segundo o Ibama, o dromedário consta na lista de espécies isentas de controle para fins de operacionalização, conforme a Portaria nº 2.489/2019. De acordo com o órgão, a espécie é considerada “doméstica”.<br><br><em>Por Eliane Barros, Stefani Cavalcante, g1 Tocantins.</em></p>
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