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	<title>Novilhas com dieta energética Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Novilhas com dieta energética Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Novilhas com dieta energética produzem mais embriões e geram três vezes mais lucro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[embriões]]></category>
		<category><![CDATA[Novilhas com dieta energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado pela Embrapa Cerrados (DF) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) demonstrou que planos alimentares de alta densidade energética podem transformar a reprodução bovina. Em novilhas pré-púberes da raça nelore, a estratégia aumentou em 21% a produção de embriões in vitro e antecipou a puberdade, garantindo retorno financeiro até 2,8 vezes superior ao da dieta convencional. Novilhas mais jovens, maior eficiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um estudo realizado pela Embrapa Cerrados (DF) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) demonstrou que planos alimentares de alta densidade energética podem transformar a reprodução bovina. Em novilhas pré-púberes da raça nelore, a estratégia aumentou em 21% a produção de embriões in vitro e antecipou a puberdade, garantindo retorno financeiro até 2,8 vezes superior ao da dieta convencional.</p>



<p><strong>Novilhas mais jovens, maior eficiência</strong></p>



<p>A pesquisa partiu da hipótese de que o maior aporte de energia durante a fase inicial de crescimento das fêmeas poderia influenciar diretamente a qualidade dos ovócitos e a produção de embriões. Os resultados confirmaram que animais jovens suplementados com dietas energéticas atingem&nbsp;<strong>peso e deposição de gordura adequados mais cedo</strong>, o que antecipa a idade reprodutiva.</p>



<p>Segundo o pesquisador Carlos Frederico Martins, da Embrapa Cerrados, a antecipação do primeiro parto tem efeito direto na economia dos sistemas de corte e leite.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Se a primeira prenhez ocorre aos 14 meses, em vez dos 24 habituais, os custos caem. Isso representa maior retorno financeiro e ganhos para o melhoramento genético, já que reduz o intervalo entre gerações”, destacou.</p>
</blockquote>



<p><strong>O experimento na prática</strong></p>



<p>O estudo envolveu 34 novilhas nelore pré-púberes, com cerca de 160 quilos, submetidas a dois planos alimentares: um convencional (PN1) e outro de alta energia (PN2).</p>



<p>No tratamento tradicional, as novilhas permaneceram a pasto com suplementação moderada, alcançando ganhos de peso esperados de até 700 g/dia. Já no regime de alta energia, as bezerras foram alimentadas com silagem de milho e concentrados mais calóricos, chegando a ganhos de 1 kg/dia.</p>



<p>Os resultados foram expressivos, de acordo com a Embrapa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>49% mais ovócitos recuperados no PN2 em relação ao PN1;</li>



<li>42% mais ovócitos viáveis;</li>



<li>21% mais embriões produzidos in vitro;</li>



<li>Peso médio de 321 kg aos 12 meses, contra 309 kg do grupo convencional.</li>
</ul>



<p>Além disso, as novilhas do grupo energético teriam apresentado melhor acabamento de carcaça e alcançaram precocidade reprodutiva semelhante à de vacas adultas.</p>



<p><strong>Lucro maior mesmo com custos elevados</strong></p>



<p>Apesar de o plano de alta energia gerar custos 29% a 36% maiores na alimentação, o ganho na produção de embriões compensou os investimentos. Em média, cada novilha suplementada produziu 6,8 embriões, contra apenas 3,6 do grupo convencional.</p>



<p>A análise financeira mostrou que a receita média foi 77% superior no grupo PN2. A margem líquida chegou a ser 2,8 vezes maior na produção de embriões congelados para transferência direta (TD), considerada a mais rentável.</p>



<p>De acordo com a pesquisadora Isabel Ferreira, responsável pela avaliação econômica, o diferencial esteve na produtividade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mesmo com custos operacionais mais altos, o maior número de embriões por novilha garantiu margens positivas. Isso prova que a dieta energética pode ser financeiramente vantajosa em sistemas comerciais”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Melatonina potencializa os resultados</strong></p>



<p>Outro avanço foi a associação da dieta energética ao uso de melatonina, hormônio natural com ação antioxidante. O tratamento aumentou em até 13% a taxa de blastocistos, aproximando o desempenho de novilhas pré-púberes ao de vacas adultas.</p>



<p>Para Martins, este é um marco importante: “O uso da melatonina melhorou a competência ovocitária e elevou a qualidade embrionária. Isso abre espaço para unir nutrição e biotecnologia em prol da eficiência reprodutiva.”</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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