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	<title>operação Carbono Oculto Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Megaoperação desmonta esquema do PCC ligado ao mercado de combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 12:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma força-tarefa composta por cerca de 1.400 agentes cumpre mandados de busca, apreensão e prisão contra cerca de 350 alvos nesta 5ª feira (28.ago.2025). O objetivo da&#160;operação Carbono Oculto&#160;é desarticular um esquema do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis, com ramificações em empresas do setor financeiro.&#160; Autoridades falam em sonegação de mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma força-tarefa composta por cerca de 1.400 agentes cumpre mandados de busca, apreensão e prisão contra cerca de 350 alvos nesta 5ª feira (28.ago.2025). O objetivo da&nbsp;<strong>operação Carbono Oculto</strong>&nbsp;é desarticular um esquema do PCC (Primeiro Comando da Capital) no setor de combustíveis, com ramificações em empresas do setor financeiro.&nbsp;</p>



<p>Autoridades falam em sonegação de mais de&nbsp;<strong>R$ 7,6 bilhões</strong>&nbsp;em impostos federais, estaduais e municipais.&nbsp;De acordo com as investigações, foram identificadas irregularidades em diversas etapas do processo de produção e distribuição.&nbsp;A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional ingressou com ações judiciais cíveis de bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos, para a garantia do crédito tributário.<strong>alertas grátis</strong>&nbsp;do Poder360</p>



<p>Os mandados de busca, apreensão e prisão estão sendo cumpridos em 8 Estados. São eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.&nbsp;Leia&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/operacao-carbono-oculto-rrb-e-orgaos-parceiros-combatem-organizacao-responsavel-por-sonegacao-e-lavagem-de-dinheiro-no-setor-de-combustiveis/28-8-2025-numero-de-alvos-por-cidade-operacao-carbono-oculto-receita-federal.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>&nbsp;a lista divulgada pela Receita Federal com a quantidade de mandados por Estado.&nbsp;</p>



<p>“<em>A organização criminosa PCC está associada a uma rede de organizações criminosas, cujos vínculos são estabelecidos de forma permanente ou eventual, e convergente, de modo a assegurar a efetividade das atividades econômicas ilícitas, notadamente por meio da sua inserção na economia formal, como é o setor de combustível e o sistema financeiro</em>”, disse em&nbsp;<a href="https://www.mpsp.mp.br/w/megaoperacao-com-1-400-agentes-mira-setor-de-combustiveis">nota</a>&nbsp;o Ministério Público paulista.&nbsp;</p>



<p>Segundo a Receita Federal, essa é a maior operação contra o crime organizado da história do país em termos de cooperação institucional e amplitude.</p>



<p>Nesta mesma 5ª feira (28.ago), outras duas operações realizam buscas e cumprem mandados de prisão envolvendo negócios ligados ao crime organizado. A&nbsp;<strong>operação Quasar</strong>, com foco em São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto, realizou buscas em fintechs e fundos que atuam na avenida Faria Lima, centro financeiro da capital paulista. A&nbsp;<strong>operação Tank</strong>&nbsp;teve foco em esquemas no Paraná.</p>



<p><strong>Importação de metanol</strong></p>



<p>Segundo as investigações da&nbsp;<strong>operação Carbono Oculto</strong>, os 350 alvos da força-tarefa são suspeitos da prática de crimes contra a ordem econômica, adulteração de combustíveis, crimes ambientais, lavagem de dinheiro, fraude fiscal e estelionato. Um dos principais eixos da fraude investigada passa pela importação irregular de metanol. O produto, segundo os promotores, chega ao Brasil pelo Porto de Paranaguá, no Paraná, e não é entregue aos destinatários indicados nas notas fiscais.&nbsp;</p>



<p>“<em>Em vez disso, é desviado e transportado clandestinamente, com documentação fraudulenta e em desacordo com normas de segurança, colocando em risco motoristas, pedestres e o meio ambiente</em>”, disse o Ministério Público. “<em>O metanol, altamente inflamável e tóxico, é direcionado a postos e distribuidoras, onde é utilizado para adulterar combustíveis, gerando lucros bilionários à organização criminosa</em>”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Em&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/operacao-carbono-oculto-rrb-e-orgaos-parceiros-combatem-organizacao-responsavel-por-sonegacao-e-lavagem-de-dinheiro-no-setor-de-combustiveis" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunicado</a>, a Receita Federal disse que importadoras “<em>atuavam como interpostas pessoas, adquirindo no exterior nafta, hidrocarbonetos e diesel com recursos de formuladoras e distribuidoras vinculadas à organização criminosa</em>”. De 2020 a 2024, foram importados mais de R$ 10 bilhões em combustíveis pelos investigados.</p>



<p><strong>Esquema nas bombas</strong></p>



<p>Auditores-fiscais da Receita Federal identificaram irregularidades em mais de 1.000 postos de combustíveis distribuídos em 10 Estados: São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.</p>



<p>“<em>A maioria desses postos tinha o papel de receber dinheiro em espécie ou via maquininhas de cartão e transitar recursos do crime para a organização criminosa por meio de suas contas bancárias no esquema de lavagem de dinheiro</em>”, disse a Receita Federal. De 2020 a 2024, a movimentação financeira desses postos foi de R$ 52 bilhões, “<em>com recolhimento de tributos muito baixo e incompatível com suas atividades</em>”.</p>



<p>O órgão declarou que cerca de 140 postos eram usados de outra forma. Eles não tiveram qualquer movimentação de 2020 a 2024, mas foram destinatários de mais de R$ 2 bilhões em notas fiscais de combustíveis. “<em>Possivelmente, essas aquisições simuladas serviram para ocultar o trânsito de valores ilícitos depositados nas distribuidoras vinculadas à organização criminosa”</em>, disse a Receita Federal.</p>



<p>Segundo o Ministério Público Estadual de São Paulo, os consumidores estariam pagando por volumes inferiores ao informado pelas bombas –fraude quantitativa– ou por combustíveis adulterados fora das especificações técnicas exigidas pela&nbsp;<a href="https://www.gov.br/anp/pt-br">ANP</a>&nbsp;(Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) –fraude qualitativa.&nbsp;</p>



<p>“<em>Vale destacar, ainda, que proprietários de postos de gasolina, que venderam seus estabelecimentos comerciais, não receberam os valores da transação e foram ameaçados de morte caso fizessem qualquer tipo de cobrança</em>”, disseram os promotores.</p>



<p>Eles descrevem&nbsp;uma “c<em>omplexa rede de interpostas pessoas que ocultam os verdadeiros beneficiários em camadas societárias e financeiras, especialmente em ‘shell companies’, fundos de investimento e instituições de pagamento</em>”.&nbsp;</p>



<p><strong>Compra de usinas</strong></p>



<p>Ainda segundo a&nbsp;<strong>operação Carbono Oculto</strong>, uma parcela substancial dos recursos sem lastro financiou a aquisição de usinas sucroalcooleiras e potencializou a atuação do grupo que “<em>absorveu em sua estrutura criminosa distribuidoras, transportadoras e postos de combustíveis</em>”.</p>



<p>As transações financeiras transitam por fintechs controladas pelo crime organizado. De acordo com os responsáveis pela investigação, a escolha por uma instituição de pagamento –em vez de bancos tradicionais– visa a dificultar o rastreamento dos recursos.&nbsp;</p>



<p>As fintechs operavam com contabilidade paralela, permitindo transferências entre empresas e pessoas físicas sem que os beneficiários finais fossem identificados.</p>



<p>A Receita Federal disse ter identificado que uma fintech de pagamento atuava como banco paralelo da organização criminosa, tendo movimentado mais de R$ 46 bilhões de 2020 a 2024.&nbsp;</p>



<p>“<em>As mesmas pessoas controlavam outras instituições de pagamento menores, usadas para criar uma dupla camada de ocultação. A fintech também recebia diretamente valores em espécie</em>”, afirmou o órgão. De 2022 a 2023, foram efetuados mais de 10.900 depósitos em espécie, totalizando mais de R$ 61 milhões. “<em>Este é um procedimento completamente estranho à natureza de uma instituição de pagamento, que opera apenas dinheiro escritural</em>”, declarou a Receita Federal.</p>



<p>A Receita Federal informou ter identificado pelo menos 40 fundos de investimentos (multimercado e imobiliários), com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pelo PCC.&nbsp;</p>



<p>“<em>Em sua maioria, são fundos fechados com um único cotista, geralmente outro fundo de investimento, criando camadas de ocultação</em>”, disse.&nbsp;</p>



<p>Entre os bens adquiridos por esses fundos estão um terminal portuário, 4 usinas produtoras de álcool (mais duas usinas em parceria ou em processo de aquisição), 1.600 caminhões para transporte de combustíveis e mais de 100 imóveis, dentre os quais 6 fazendas no interior do Estado de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.<br><br><em>Por Poder 360.</em></p>



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