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	<title>pecuarista Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>pecuarista Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Operação investiga possível participação de agropecuaristas e policial militar na morte de brigadista do Ibama no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Civil cumpriu mandados contra dois produtores rurais e um policial militar suspeitos de envolvimento no assassinato ocorrido em Formoso do Araguaia. A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã desta segunda-feira, 1, uma operação para aprofundar as investigações sobre o assassinato do brigadista do Ibama Sidiney de Oliveira Silva, morto a tiros em junho [&#8230;]</p>
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<p><em>Polícia Civil cumpriu mandados contra dois produtores rurais e um policial militar suspeitos de envolvimento no assassinato ocorrido em Formoso do Araguaia.</em></p>



<p>A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã desta segunda-feira, 1, <a href="https://tocantinsrural.com.br/um-ano-apos-crime-em-formoso-do-araguaia-familia-de-brigadista-do-ibama-morto-segue-sem-respostas-e-suspeitos-presos/"><strong>uma operação para aprofundar as investigações sobre o assassinato do brigadista do Ibama Sidiney de Oliveira Silva</strong></a>, morto a tiros em junho de 2024, em Formoso do Araguaia. A ação teve como alvos dois agropecuaristas e um policial militar apontados como suspeitos de participação no crime.</p>



<p>Coordenada pela 3ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão em diferentes endereços. Durante as diligências, um dos investigados foi preso em flagrante por posse ilegal de munições. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.</p>



<p>De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o policial militar investigado já se encontra preso preventivamente em razão de outra investigação de homicídio. Na cela ocupada por ele, no 4º Batalhão da Polícia Militar, em Gurupi, foram apreendidos um aparelho celular e carregadores de pistola calibre .40.</p>



<p>Segundo a Polícia Civil, o inquérito foi transferido para a DHPP há cerca de um mês. Desde então, as investigações identificaram indícios que apontam para a participação de diferentes pessoas no planejamento, intermediação e execução do assassinato. Todo o material recolhido durante a operação será submetido à perícia e deverá contribuir para a conclusão do inquérito, que segue sob sigilo.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="563" class="wp-image-23926" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2025-04-08-at-13.10.30.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2025-04-08-at-13.10.30.webp 984w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2025-04-08-at-13.10.30-300x169.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2025-04-08-at-13.10.30-768x432.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/whatsapp-image-2025-04-08-at-13.10.30-750x422.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><br><strong>Relembre o caso</strong></p>



<p>Sidiney de Oliveira Silva foi assassinado na madrugada de 15 de junho de 2024, em frente à própria residência, em Formoso do Araguaia. Brigadista experiente do programa Prevfogo, do Ibama, ele foi atingido por disparos de arma de fogo e morreu no local. Casado e pai de três filhos, atuava no combate a incêndios florestais na região da Ilha do Bananal.</p>



<p>As investigações apontam que os disparos teriam sido efetuados a partir de uma casa abandonada localizada em frente à residência da vítima. A arma utilizada seria uma espingarda cartucheira. Testemunhas também relataram à polícia a presença de uma motocicleta com um ocupante observando o local antes do crime.</p>



<p>A família de Sidiney chegou a solicitar a federalização do caso junto ao STF, mas o pedido foi indeferido. O Ibama também havia solicitado que a investigação fosse conduzida em âmbito federal.</p>



<p>A Polícia Militar informou que prestou apoio ao cumprimento dos mandados e que irá apurar administrativamente as circunstâncias da presença dos objetos encontrados na cela do policial investigado. A corporação afirmou ainda que permanece à disposição das autoridades e que não compactua com desvios de conduta.<br><br><em>Com informações da Polícia Civil.</em></p>
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		<title>Morre Luciano Borges, um dos maiores pecuaristas do Brasil e referência nacional no nelore</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/morre-luciano-borges-um-dos-maiores-pecuaristas-do-brasil-e-referencia-nacional-no-nelore/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Nelore]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O empresário Luciano Borges morreu nesta segunda-feira (6). Ele fundou o Rancho da Matinha e se tornou uma das principais referências da pecuária brasileira. Conhecido pela atuação no melhoramento genético, Borges ganhou destaque como um dos maiores criadores de gado nelore do país. Além disso, ele impulsionou o avanço da seleção zebuína em diversas regiões. Até o momento, a instituição [&#8230;]</p>
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<p>O empresário Luciano Borges morreu nesta segunda-feira (6). Ele fundou o Rancho da Matinha e se tornou uma das principais referências da pecuária brasileira.</p>



<p>Conhecido pela atuação no melhoramento genético, Borges ganhou destaque como um dos maiores criadores de gado nelore do país. Além disso, ele impulsionou o avanço da seleção zebuína em diversas regiões.</p>



<p>Até o momento, a instituição não divulgou a causa da morte. No entanto, uma nota oficial confirmou a informação e destacou a trajetória do produtor em Uberaba.</p>



<p><strong>Trajetória no agronegócio</strong></p>



<p>Ao longo da carreira, Luciano Borges liderou projetos voltados à seleção de animais e à disseminação de tecnologias genéticas. Com isso, ele influenciou criatórios em várias partes do Brasil.</p>



<p>Além disso, o empresário investiu na formação de profissionais. Ele também apoiou iniciativas de capacitação e ensino técnico no setor agropecuário.</p>



<p><strong>Referência nacional</strong></p>



<p>Sob sua gestão, o Rancho da Matinha se consolidou como um centro de referência na pecuária nacional. Dessa forma, o local ganhou destaque na seleção genética de animais zebuínos.</p>



<p>O comunicado oficial reforçou a continuidade do legado deixado por Borges. Isso porque, a base genética desenvolvida por ele ainda sustenta diversos criatórios no país.</p>



<p><strong>Legado no setor</strong></p>



<p>A trajetória de Luciano Borges deixou um impacto duradouro no agronegócio brasileiro. Por fim, suas contribuições seguem influenciando o desenvolvimento da pecuária e a formação de novos profissionais.</p>



<p>Por Surgiu. </p>
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		<title>Pecuarista recebe multa de R$ 514 mil por desmatamento e perde acesso a crédito</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pecuarista-recebe-multa-de-r-514-mil-por-desmatamento-e-perde-acesso-a-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 13:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[acesso a crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuarista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou o pecuarista Leo Kronbauer Battirola a pagar uma multa de R$ 514,7 mil relativa a danos morais coletivos por ter desmatado ilegalmente uma área na Amazônia, e suspendeu o acesso do produtor a linhas de crédito oficiais. O desmatamento ocorreu entre 2002 e 2006 em uma área de [&#8230;]</p>
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<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou o pecuarista Leo Kronbauer Battirola a pagar uma multa de R$ 514,7 mil relativa a danos morais coletivos por ter desmatado ilegalmente uma área na Amazônia, e suspendeu o acesso do produtor a linhas de crédito oficiais.</p>



<p>O desmatamento ocorreu entre 2002 e 2006 em uma área de 983 hectares no município de Alta Floresta (MT). O produtor foi autuado pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis);</p>



<p>Com a autuação, a Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou ação civil pública contra o fazendeiro. Battirola já havia sido condenado em primeira instância em 2019, mas recorreu da decisão.</p>



<p>O valor da multa de R$ 514,7 mil representa 5% da multiplicação do número total de hectares derrubados pelo valor de R$ 10,4 mil, com base em parâmetro definido pelo Ibama em casos análogos e comumente adotado pelo tribunal.</p>



<p>Battirola também ficará sem acesso a linhas de financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito nem poderá obter incentivos e benefícios fiscais. Esses direitos só serão recuperados caso seja comprovada a efetiva reparação integral do dano ambiental.<br><br><em>Por Globo Rural.</em></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.ajinomotofoodservice.com.br/meu-negocio"></a></p>
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		<item>
		<title>Justiça condena acusados de sequestrar e matar pecuarista a 170 anos de prisão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/justica-condena-acusados-de-sequestrar-e-matar-pecuarista-a-170-anos-de-prisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Araguaína]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuarista]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três homens e uma mulher foram condenados pela&#160;morte de Carloan Martins Araújo, de 62 anos, em Araguaína. As penas somadas passam de 170 anos de prisão. O crime aconteceu em outubro de 2024. A vítima foi sequestrada, torturada, assassinada e enterrada em uma cova rasa no quintal de uma casa no setor Jardim Mangabeira. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Três homens e uma mulher foram condenados pela&nbsp;morte de Carloan Martins Araújo, de 62 anos, em Araguaína. As penas somadas passam de 170 anos de prisão. O crime aconteceu em outubro de 2024. A vítima foi sequestrada, torturada, assassinada e enterrada em uma cova rasa no quintal de uma casa no setor Jardim Mangabeira.</p>



<p>A decisão foi assinada pelo juiz Carlos Roberto de Sousa Dutra, da 1ª Vara Criminal de&nbsp;Araguaína, no dia 22 de setembro de 2025, e cabe recurso.</p>



<p>Conforme o documento, cinco pessoas foram julgadas,&nbsp;sendo que quatro réus foram condenados.<strong>&nbsp;O quinto réu foi absolvido por falta de provas.&nbsp;</strong>Um sexto suspeito de envolvimento no crime segue foragido.</p>



<p>Os condenados devem cumprir as penas em regime fechado e pagar multas. Veja quem são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aleksandro José da Conceição</strong>&nbsp;&#8211; condenado a 38 anos e sete meses de prisão pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Lucas Ferreira de Brit</strong>o &#8211; condenado a 54 anos e um mês pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Domingos Morais da Silva Abreu&nbsp;</strong>&#8211; condenado a 48 anos e quatro meses pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Maria Eduarda Vieira Sousa</strong>&nbsp;&#8211; condenada a 30 anos de prisão pelo crime de latrocínio.</li>
</ul>



<p>A defesa de Maria Eduarda informou que não concorda com a sentença e vai recorrer da decisão. &#8220;Maria Eduarda é ré primária, mãe de uma criança de apenas 4 anos, e não há elementos concretos que comprovem sua participação direta no crime&#8221;&nbsp;<em>(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<p>A Defensoria Pública informou que não comenta decisão da Justiça e que todas as pessoas têm direito à defesa, como prevê a Constituição Federal&nbsp;<em>(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<p>A defesa de Lucas Ferreira não foi localizada.</p>



<p><strong>Sequestro, roubo e morte</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/_V9SPauNDnP9aUzPMTbnMhXa7sQ=/0x0:750x413/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/F/m/pzZd93TXmUupS9AdUg9Q/whatsapp-image-2024-10-21-at-19.05.53.jpeg" alt="Corpo estava em cova rasa, em Araguaína, no Tocantins — Foto: Divulgação/Alta Tensão-TO"/></figure>



<p><em>Corpo estava em cova rasa, em Araguaína, no Tocantins — Foto: Divulgação/Alta Tensão-TO</em></p>



<p>Conforme a decisão, o pecuarista buscava contratar pessoas para limpar e cercar um lote no setor Jardim Mangabeira. Ele teria sido atraído para a casa de Domingos e, quando chegou ao local, foi rendido por quatro homens, que o ameaçaram e torturaram, com o objetivo de conseguir dinheiro.</p>



<p>Carloan estava sem acesso à sua conta bancária e por isso foi obrigado pelos criminosos a pedir uma quantia de R$ 2.500 a um amigo. O dinheiro foi depositado na conta do suspeito foragido. Segundo a decisão, os sequestradores não ficaram satisfeitos com o valor e por isso roubaram a caminhonete e o cartão bancário da vítima.</p>



<p>Eles teriam colocado uma camiseta no pescoço do pecuarista e o sufocaram até a morte. O corpo foi enterrado no quintal da casa.</p>



<p>Segundo o documento, Maria Eduarda estava acompanhada de Aleksandro quando ele foi até um estabelecimento comprar bebidas com a caminhonete roubada. Ela também teria usado o cartão da vítima para fazer compras posteriormente.</p>



<p><strong>Desaparecimento do pecuarista</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/O62y898cZAcKMgFSsoYsDqR4O14=/0x0:1080x810/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/X/q/Hv4sUrRnSnZd9rtRUaHg/whatsapp-image-2024-10-23-at-14.41.55-1-.jpeg" alt="Carloan Martins Araújo, de 62 anos, com seus cinco netos e filha — Foto: Elma Barros/Arquivo pessoal"/></figure>



<p><em>Carloan Martins Araújo, de 62 anos, com seus cinco netos e filha — Foto: Elma Barros/Arquivo pessoal</em></p>



<p>O pecuarista desapareceu no dia 19 de outubro de 2024. O corpo dele foi encontrado no dia 21 do mesmo mês. Uma mulher, de 36 anos, relatou para a Polícia Militar que estava na casa de um parente quando ouviu o cachorro latir no fundo de um quintal. Ela foi até o local e visualizou o braço da vítima.</p>



<p>A denúncia feita na época, levou a polícia até o local onde o corpo estava enterrado, no Setor Jardim Mangabeira. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava com as mãos amarradas, encapuzada e havia indícios de morte violenta.</p>



<p>Carloan Martins tinha 62 anos, era casado e trabalhava como pecuarista em sua própria fazenda. Em entrevista ao&nbsp;<strong>g1</strong>, a filha do pecuarista, Elma Barros, contou que o pai era &#8216;trabalhador, honesto e direito&#8217;.</p>



<p>&#8220;Meu pai foi um homem muito trabalhador, honesto, direito, uma pessoa de um coração enorme. Morávamos juntos. Sou filha única e meus filhos foram filhos dele também. Um amor único. Teve cinco netos, que eram a vida dele. Ele [Carloan] estava formando meu filho mais velho em medicina, que sempre foi o orgulho dele&#8221;, disse.</p>



<p>Na época, o delegado Márcio Lopes, informou que o crime teria acontecido após uma suposta contratação do grupo para prestação de serviços na propriedade rural da vítima. Os criminosos levaram o celular, a carteira e a caminhonete da vítima.</p>



<p><strong>Suspeitos presos em 2024</strong></p>



<p>As investigações na polícia apontaram que seis pessoas são suspeitas de matar Carloan.&nbsp;Três delas foram presas em Araguaína no dia 24 de outubro de 2025,&nbsp;sendo dois homens e uma mulher. Já o&nbsp;quarto suspeito foi preso no dia 27 do mesmo mês, em Wanderlândia.</p>



<p>O&nbsp;quinto suspeito foi localizado em Palmas, no setor Morada do Sol II, e preso em novembro de 2024. Conforme a PM, ele tem várias passagens criminais, incluindo crimes de homicídio, sequestro mediante cárcere privado, roubo, extorsão e tráfico de drogas.</p>



<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), uma sexta pessoa com participação no homicídio foi identificada e está foragida. Contra ela, há um mandado de prisão em aberto, expedido em dezembro de 2024.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><em><strong>Íntegra da nota da defesa de Maria Eduarda Vieira</strong></em></p>



<p><em>Informa a defesa de Maria Eduarda Vieira Sousa, que não concorda com a condenação imposta no processo em que foi sentenciada a 30 anos de reclusão, por entender que a decisão não reflete corretamente as provas dos autos.</em></p>



<p><em>Ressaltamos que Maria Eduarda é ré primária, mãe de uma criança de apenas 4 anos, e não há elementos concretos que comprovem sua participação direta no crime que resultou na morte da vítima.</em></p>



<p><em>Por essa razão, será interposta apelação criminal perante o Tribunal de Justiça do Tocantins, buscando a reforma da sentença. A defesa pleiteia, em primeiro plano, a absolvição por insuficiência de provas; de forma subsidiária, a desclassificação para crime menos grave ou o reconhecimento de participação de menor importância, com a consequente redução da pena.</em></p>



<p><em>Reafirmamos nosso compromisso em garantir que o processo seja analisado de maneira justa, respeitando os princípios constitucionais da ampla defesa, presunção de inocência e individualização da pena.</em></p>



<p><strong><em>Íntegra da nota da Defensoria Pública</em></strong></p>



<p><em>A Defensoria Pública do Estado do Tocantins não comenta decisões da Justiça envolvendo julgamento de pessoas assistidas. Importante informar que todas as pessoas têm direito à defesa, como prevê a Constituição Federal. Nesse sentido, a Defensoria Pública atua de forma a garantir aos seus assistidos que não apresentam defesa particular um julgamento justo e com amplo direito ao contraditório.</em></p>



<p><em>Por Stefani Cavalcante, g1 Tocantins</em>.</p>
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