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	<title>pesca e piscicultura Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>pesca e piscicultura Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Defeso da piracema chega ao fim no Tocantins, mas pesca segue com regras e fiscalização reforçada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 13:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de defeso da Piracema no Tocantins encerrou nesse sábado, 28, conforme estabelece a Portaria nº 244/2025 do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). Com isso, a atividade pesqueira volta a ser permitida nos rios do estado, respeitando as normas e restrições previstas na legislação ambiental para assegurar a conservação das espécies e o equilíbrio [&#8230;]</p>
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<p>O período de defeso da Piracema no Tocantins encerrou nesse sábado, 28, conforme estabelece a Portaria nº 244/2025 do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). Com isso, a atividade pesqueira volta a ser permitida nos rios do estado, respeitando as normas e restrições previstas na legislação ambiental para assegurar a conservação das espécies e o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.</p>



<p>O gerente de Fiscalização do Naturatins, Cândido José, ressaltou que o fim do defeso não representa liberação irrestrita da pesca e que as equipes continuam atuando de forma intensiva. “A atividade está autorizada, mas dentro dos limites legais. Seguimos com fiscalização permanente para garantir o cumprimento das regras, coibir irregularidades e assegurar a exploração sustentável dos recursos pesqueiros”, afirmou.</p>



<p>Permanecem em vigor as normas estabelecidas na Portaria nº 34/2023, que dispõem sobre a proibição da captura, do transporte e da comercialização de determinadas espécies, além de definir os limites de tamanhos permitidos, conforme a Lista Nacional de Espécies Ameaçadas de Extinção.</p>



<p>De acordo com a portaria, segue permitida a pesca, desde que respeitados os tamanhos mínimos e máximos estabelecidos para espécies como lambari, pacu e pirarara, entre outras.</p>



<p>Por outro lado, a pesca de algumas espécies continua proibida, independentemente do tamanho do exemplar. Entre elas estão dourada de couro, rubinho, pacu-dente-seco e piabanha, além de outras espécies listadas na norma. O descumprimento das regras pode resultar em multas, apreensão de equipamentos e demais sanções previstas na legislação ambiental.</p>



<p>Também permanece vigente a Portaria nº 35/2023, que estabelece a proibição do transporte de pescado nas modalidades de pesca esportiva e amadora nas bacias dos rios Tocantins e Araguaia.</p>



<p>Estão excluídas das proibições a captura e estocagem de pescado exclusivamente para consumo no local da pesca, nas modalidades esportiva e amadora, limitada à quantidade máxima de até 3 quilos por pescador devidamente licenciado. Também é permitido o transporte, nessas modalidades, de um único exemplar de espécie nativa por pescador, desde que respeitados os tamanhos mínimos e máximos estabelecidos.</p>



<p>Para a pesca profissional, permanece autorizado o transporte de pescado mediante apresentação da&nbsp;<em>Autorização de Transporte e Comercialização de Pescado</em>, emitida pelo Naturatins, conforme a legislação vigente.</p>



<p>As restrições previstas nas Portarias nº 34 e 35/2023 não se aplicam à pesca de caráter científico, desde que previamente autorizada pelo órgão ambiental competente, nem à despesca, ao transporte, à comercialização, ao beneficiamento, à industrialização e ao armazenamento de pescado oriundo de pisciculturas devidamente licenciadas, mediante comprovação de origem.</p>



<p>O descumprimento das normas sujeita o infrator às penalidades previstas na legislação ambiental vigente, incluindo a Lei Federal nº 9.605/1998 e o Decreto Federal nº 6.514/2008.</p>



<p><a href="https://central.to.gov.br/download/320845" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a>&nbsp;para consultar as Portarias.</p>



<p><em>Por Kleidiane Araújo/Governo do Tocantins</em></p>
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		<title>Empresas do Tocantins podem se inscrever para participar da 20ª Pesca &#038; Companhia Trade Show</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[20ª Pesca & Companhia Trade Show]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado do Turismo (Setur), publicou nessa terça-feira, 10, no Diário Oficial do Estado (DOE) nº 6.997, o Edital de Chamamento Público nº 1/2026, que estabelece os critérios para seleção de empresas interessadas em participar como coexpositoras na 20ª Pesca &#38; Companhia Trade Show. O evento ocorrerá no período de 12 a 14 de [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>A Secretaria de Estado do Turismo (Setur), publicou nessa terça-feira, 10, no Diário Oficial do Estado (DOE) nº 6.997, o Edital de Chamamento Público nº 1/2026, que estabelece os critérios para seleção de empresas interessadas em participar como coexpositoras na <em>20ª Pesca &amp; Companhia Trade Show</em>. O evento ocorrerá no período de 12 a 14 de março, no Distrito Anhembi Centro de Eventos, em São Paulo/SP.</p>



<p>De acordo com o edital, serão disponibilizadas 14 vagas, sendo cinco para agências de viagens e/ou operadoras de turismo (receptivo); sete para meios de hospedagem especializados em pesca esportiva; e duas para organizadores de eventos de pesca esportiva. Os prestadores de serviços selecionados farão atendimento especificamente no estande do Estado, nos espaços e/ou balcões destinados à divulgação e comercialização da pesca esportiva do Tocantins.</p>



<p>Os interessados devem se inscrever exclusivamente por meio de formulário eletrônico disponível no edital, que pode ser acessado pelo&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/download/464386" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link.</a>&nbsp;Prazos, critérios de classificação e demais informações sobre o processo seletivo também estão detalhados no documento.</p>



<p><strong>Apoio financeiro</strong></p>



<p>Para fomentar o turismo estadual e fortalecer os prestadores de serviços selecionados, o Governo do Tocantins, por meio da Setur, disponibilizará o valor global de R$ 17.640,00, que será distribuído entre as 14 empresas selecionadas a título de auxílio financeiro de fomento institucional.</p>



<p><strong>Pesca &amp; Companhia Trade Show</strong></p>



<p>A&nbsp;<em>Pesca &amp; Companhia Trade Show</em>, há 20 anos, reúne as maiores marcas do setor e oferece uma atmosfera dinâmica e inspiradora, contribuindo para o crescimento e a evolução do cenário esportivo ao proporcionar uma plataforma propulsora de negócios destinada exclusivamente a profissionais.</p>



<p>A feira é a única especializada em esportes&nbsp;<em>outdoor&nbsp;</em>na América Latina, reunindo inovação, negócios e&nbsp;<em>networking</em>&nbsp;em um ambiente estratégico. A Pesca &amp; Companhia Trade nasceu com o propósito de atender a uma necessidade do segmento e, atualmente, é referência para indústrias, distribuidores e lojistas negociarem diretamente.</p>



<p><em>Por Wladimir Machado/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Entre oportunidades e desafios, piscicultura se fortalece no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/entre-oportunidades-e-desafios-piscicultura-se-fortalece-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 11:55:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[afya]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista da Afya explica por que a falta de planejamento e a dificuldade de acesso ao mercado ainda limitam o potencial do estado A piscicultura tem se consolidado como uma alternativa econômica em expansão no Tocantins, impulsionada pelas condições climáticas favoráveis e pela adaptação de espécies tropicais ao ambiente local. Os dados mais recentes sobre [&#8230;]</p>
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<p><em>Especialista da Afya explica por que a falta de planejamento e a dificuldade de acesso ao mercado ainda limitam o potencial do estado</em></p>



<p>A piscicultura tem se consolidado como uma alternativa econômica em expansão no Tocantins, impulsionada pelas condições climáticas favoráveis e pela adaptação de espécies tropicais ao ambiente local. Os dados mais recentes sobre o setor, disponibilizados pelo IBGE, indicam que a produção de peixes no estado cresceu mais de 30% em 2024, reforçando o potencial do setor.</p>



<p>O clima propício, a abundância de água e uma legislação menos burocrática fazem do Tocantins um produtor em potencial, principalmente de espécies nativas, como explica a zootecnista e professora dos cursos de Agronomia e Agronegócio da Afya Porto Nacional, Kétuly Ataides. “O nosso clima e as condições ambientais permitem que diversas espécies tropicais se adaptem muito bem. Hoje, o mercado do Tocantins está mais focado nos peixes nativos.”</p>



<p>De acordo com o IBGE, o tambaqui é o pescado mais produzido, respondendo por cerca de 48,5% da produção, seguido pelo tambacu e pela tambatinga, com aproximadamente 25,7%, enquanto o pintado e espécies semelhantes representam cerca de 12,4%.</p>



<p>Já a tilápia ainda tem participação menor, em torno de 4,3%, embora apresente crescimento percentual significativo. No entanto, fatores mercadológicos e logísticos ainda dificultam a competitividade frente a polos produtores dessa espécie já consolidados em outras regiões do país.</p>



<p><strong>Desafios<br></strong>Para quem deseja iniciar na atividade, a professora destaca que o planejamento técnico é decisivo para o sucesso do empreendimento. Um dos erros mais comuns, segundo ela, está na escolha inadequada do sistema de produção para a espécie cultivada e no dimensionamento incorreto da quantidade de peixes.</p>



<p>“Muitos produtores acreditam que, enquanto couber peixe no viveiro, dá para colocar. Mas o peixe cresce, a demanda por oxigênio aumenta e a quantidade de matéria orgânica também. Quando o sistema não comporta mais aquela biomassa, o produtor acaba perdendo grande parte do lote”, alerta a zootecnista. Uma falha que “faz com que muitos produtores desistam logo no início”.</p>



<p>Outro ponto crítico é o cuidado com a qualidade da água, que deve começar antes mesmo da chegada dos peixes. De acordo com Kétuly, esse preparo inicial é frequentemente negligenciado. “O planejamento da qualidade da água precisa acontecer antes do povoamento e ser mantido ao longo de todo o ciclo produtivo. Infelizmente, muitos piscicultores ainda não trabalham de forma preventiva, não possuem equipamentos para monitorar a água e só tentam resolver o problema quando ele já está instalado”, afirma.</p>



<p>A adoção de boas práticas de manejo e sanidade também aparece como um desafio recorrente. Mesmo com a presença de órgãos de extensão rural que oferecem suporte técnico gratuito ou a baixo custo, ainda há resistência por parte de muitos produtores. “É muito mais uma questão cultural. Muitos não ajustam corretamente o uso da ração, jogam mais ou menos do que deveriam, o peixe não apresenta o desempenho esperado, fica mais tempo no sistema e o custo final aumenta”, observa Kétuly. Para ela, a solução passa por mudanças dentro da propriedade, com maior abertura à orientação técnica e à gestão adequada do manejo.</p>



<p><strong>Mercado<br></strong>Além dos desafios técnicos, o acesso ao mercado ainda é considerado um dos principais gargalos da piscicultura no Tocantins. A professora aponta a deficiência na estrutura de frigoríficos como um entrave para a consolidação da cadeia produtiva. “Não temos frigoríficos suficientes e, quando existem, muitas vezes pagam um valor abaixo do esperado. O pequeno produtor, que já tem um custo elevado, acaba não conseguindo competir”, explica. Diante disso, muitos recorrem à venda direta ao consumidor final, prática que envolve riscos sanitários e de fiscalização, mas que se torna uma alternativa diante da falta de opções estruturadas de beneficiamento.</p>



<p>Nesse cenário, a formação de profissionais qualificados é apontada como estratégica para o fortalecimento da piscicultura no estado. “O Tocantins ainda tem uma grande deficiência de técnicos especializados em piscicultura. Não temos cursos específicos no estado, então as universidades acabam assumindo esse papel. A Afya Porto Nacional tem disciplinas voltadas à piscicultura, setor próprio para acompanhamento do ciclo produtivo, oportunidades de estágio e eventos técnicos, o que permite que os alunos saiam preparados para atender às demandas do produtor rural”, afirma.</p>



<p><strong>Afya Amazônica<br><br></strong>A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Tocantins conta com três instituições de graduação: Afya Palmas, Afya Porto Nacional e Afya Unitpac (em Araguaína) e uma unidade de pós-graduação na capital tocantinense. Tem ainda nove escolas de Medicina em outros estados da Região: Acre (1) Amazonas (2), Rondônia (2) e Pará (4). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Porto Velho (RO).</p>



<p><strong>Sobre a Afya</strong><br><strong><br></strong>A Afya, maior hub de educação e tecnologia para a prática médica no Brasil, reúne 38 instituições de ensino superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades que promovem pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq, em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 — Saúde e Bem-Estar. Mais informações em<a href="http://www.afya.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> http://www.afya.com.br</a> e <a href="http://ir.afya.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ir.afya.com.br</a>.<br><br><em>Por Cênicas Comunicação.</em></p>



<p></p>
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		<title>Conabio adia divulgação de lista que equiparava tilápia a espécie invasora e amplia consultas ao setor produtivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conabio]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tilápia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidência da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), suspendeu temporariamente o processo de elaboração da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil. Na prática, o documento colocava espécies de interesse comercial, como a tilápia, em mesmo patamar do javali, classificando-a como invasora. A iniciativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A presidência da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), suspendeu temporariamente o processo de elaboração da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil.</p>



<p>Na prática, o documento colocava espécies de interesse comercial, como a tilápia, em mesmo patamar do javali, classificando-a como invasora. <strong>A iniciativa havia sido fortemente criticada pelo setor</strong>, como a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) e sido alvo de pedido de esclarecimentos pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).</p>



<p>De acordo com o MMA, o adiamento visa ampliar as consultas aos setores econômicos que utilizam essas espécies, a fim de definir medidas adequadas à formulação de políticas e procedimentos de controle do escape no ambiente natural, compatíveis com a atividade produtiva.</p>



<p>“A análise será retomada após a consolidação das contribuições de todos os seguimentos interessados, que será submetida à apreciação da Conabio, formada por 12 ministérios, autarquias e representantes dos setores produtivos da agricultura, pecuária e indústria, órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, universidades e institutos de pesquisa, agricultura familiar, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades tradicionais, entre outros”, destaca o MMA, em nota.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/ciclone-extratropical-deve-trazer-250-mm-de-chuva-veja-onde-e-quando/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1385264209&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682098/i/58134455/0/pp/2/1?h=7_uH7efD0kD64DFrWrwAOsQnKrzbNfN1LwvbevaFnuQ9oHbRnSiqaVobrAkA85mcIO0JD1KqC17-DxhAtJrNqLB-WG5r1jJn9ldU19dA6YoLIFYIXqcDeNR8-DhlGd0W&amp;rid=0d4a2266-d1d3-11f0-a0a6-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0qPPKawbSW7S6YgPj3OBZmoOc46G-wMdzWZWAcrrqf7A**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>A pasta ainda reforça que o estabelecimento da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil decorre de um processo técnico, lastreado em informações científicas aprofundadas, e possui caráter preventivo, não implicando no banimento, proibição de uso ou cultivo.</p>



<p>“O reconhecimento e identificação dessas espécies visa permitir a detecção precoce e resposta rápida em caso de invasões biológicas, que evitem impactos negativos sobre a biodiversidade nativa”, afirma.</p>



<p>O adiamento da divulgação da lista atende a pedido da Peixe BR, que havia divulgado em nota do dia 17 de outubro, ver a proposta com “extrema preocupação, uma vez que sua fundamentação carece de debate técnico amplo e de estudos atualizados e imparciais.”</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Produção de peixes em Rio Sono é fortalecida com visita técnica em piscicultura</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/producao-de-peixes-em-rio-sono-e-fortalecida-com-visita-tecnica-em-piscicultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 12:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Sono]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visando o fortalecimento da sanidade dos animais aquáticos, a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), por meio da equipe do Programa Estadual de Sanidade dos Animais Aquáticos (PESAA), realizou nesta quarta-feira, 24, uma visita técnica a uma piscicultura no município de Rio Sono, na região nordeste do Estado. De acordo com o responsável técnico do PESAA, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Visando o fortalecimento da sanidade dos animais aquáticos, a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), por meio da equipe do Programa Estadual de Sanidade dos Animais Aquáticos (PESAA), realizou nesta quarta-feira, 24, uma visita técnica a uma piscicultura no município de Rio Sono, na região nordeste do Estado.</p>



<p>De acordo com o responsável técnico do PESAA, Elias Mendes de Sousa Neto, a ação teve como objetivo realizar vigilância ativa, com orientações aos produtores sobre as boas práticas de manejo sanitário na piscicultura. “Estas visitas são importantes para o setor e aproveitamos também para informar sobre a legalidade do trânsito, mediante a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) de peixes, e sobre a atualização cadastral junto à Adapec”, destacou.</p>



<p>A piscicultura visitada está localizada na Fazenda Nossa Senhora da Conceição, de propriedade do senhor José Roberto Rosado Batista, que atua na produção de peixes para engorda e comercialização. Entre as espécies cultivadas estão o pintado e a tambatinga.</p>



<p>Atualmente, o Tocantins possui mais de 1.500 pisciculturas cadastradas na Adapec, todas recebendo atenção sanitária do órgão.<br><br><em>Por Welcton de Oliveira / Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Piscicultura é tema da 5ª edição do AgroNorte, em Palmas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/piscicultura-e-tema-da-5a-edicao-do-agronorte-em-palmas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 11:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronorte]]></category>
		<category><![CDATA[pesca e piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante dois dias, técnicos do Senar participaram de aulas teóricas e práticas ministradas pelo engenheiro de pesca e consultor da CNA, Jenner Menezes. O treinamento trouxe uma atualização de práticas aplicáveis diretamente no campo e faz parte do programa AgroNorte, uma iniciativa do Senar Central. O conteúdo abordou temas como manejo, controle e qualidade de [&#8230;]</p>
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<p>Durante dois dias, técnicos do Senar participaram de aulas teóricas e práticas ministradas pelo engenheiro de pesca e consultor da CNA, Jenner Menezes.</p>



<p>O treinamento trouxe uma atualização de práticas aplicáveis diretamente no campo e faz parte do programa AgroNorte, uma iniciativa do Senar Central.</p>



<p>O conteúdo abordou temas como manejo, controle e qualidade de água, alimentação de peixes, sanidade, engenharia aquícola e sistemas de produção que contribuem para reduzir custos e ampliar resultados.</p>



<p>Também foram apresentadas técnicas modernas, como biorremediação e integração da aquicultura com plantas e animais.</p>



<p>Segundo Jenner, o objetivo foi equipar os técnicos do Senar com conhecimento atualizado para que se tornem referenciais no campo, ajudando a transformar a realidade dos produtores assistidos. “Queremos sair do ‘mais do mesmo’ e levar aos produtores novas estratégias e ferramentas que aumentem a eficiência produtiva”.</p>



<p>A parte prática foi na Chácara São Francisco, municipio de Porto Nacional, de um assistido pelo Senar. No local, os técnicos conheceram o sistema de produção e realizaram análises como drenagem, manejo alimentar, capacidade de carga e qualidade da água.</p>



<p>O técnico Felipe Torquato destacou: “Aprendemos aqui sobre o controle de matéria orgânica e me chamou atenção também os cuidados com o acúmulo de ração e a forma correta de fornecimento”.</p>



<p>Já o técnico Admar Cardoso Júnior ressaltou a importância das análises: “Um dos parâmetros que usamos aqui foi a análise da qualidade da água, para saber se o ambiente está sendo apropriado para a criação dos peixes”.</p>



<p>Para a técnica Maiara Pereira, a experiência prática será essencial no trabalho diário: “Com certeza vamos levar tudo o que aplicamos aqui para as fazendas que atendemos e observar a evolução”.</p>



<p>O supervisor de campo Vicente Júnior destacou a importância da análise dos testes realizados: “Fizemos a medição de parâmetros químicos da água, como a alcalinidade, verificando tudo o que está presente para manter o equilíbrio do ambiente”.<br><br><em>Por Sistema Faet/Senar. </em></p>
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