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	<title>Pesquisa Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Pesquisa Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Pesquisa aponta que 64% dos consumidores querem ser atendidos imediatamente na relação com o pós-venda de concessionárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 13:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[concessionárias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em empresas comprometidas, relação com o cliente vai além da entrega das chaves, com pesquisas de satisfação ativas, suporte constante e ações de fidelização Nas estradas que ligam Palmas ao Jalapão, não é raro cruzar com picapes que transportam tanto equipamentos de trabalho quanto famílias em viagem. Esse uso duplo entre o campo e a [&#8230;]</p>
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<p><em>Em empresas comprometidas, relação com o cliente vai além da entrega das chaves, com pesquisas de satisfação ativas, suporte constante e ações de fidelização</em></p>



<p>Nas estradas que ligam Palmas ao Jalapão, não é raro cruzar com picapes que transportam tanto equipamentos de trabalho quanto famílias em viagem. Esse uso duplo entre o campo e a cidade vem transformando o perfil do motorista tocantinense e, com ele, o modo como as concessionárias encaram o relacionamento com o cliente. A compra de um carro novo é, para muitos tocantinenses, a realização de um sonho. Mas, para que essa experiência vá além da conquista inicial, o cuidado da concessionária após a venda se torna essencial.</p>



<p>É nesse ponto que o pós-venda estruturado ganha protagonismo, mostrando que o relacionamento com o cliente não termina na entrega das chaves. De acordo com a consultoria DT Network, 64% dos consumidores querem ser atendidos imediatamente quando entrarem em contato com uma empresa por mensagem. O retorno é positivo já que um bom programa de pós-venda pode aumentar a retenção de clientes em até 42%. Um outro levantamento da Bain &amp; Company aponta que elevar a fidelização em apenas 5% pode ampliar os lucros em até 95%.</p>



<p>Em Palmas, essa filosofia vem sendo reforçada por empresas do ramo, com ações que vão desde pesquisas de satisfação estruturadas até programas de acompanhamento técnico e de relacionamento. A gerente da Autovia Fiat, Maria Tereza Côrrea, explica que o pós-venda é um dos pilares da empresa e uma das principais razões do alto índice de satisfação entre os clientes. &#8220;A marca Fiat é reconhecida nacionalmente pela atenção ao consumidor. Realizamos pesquisas de satisfação (NPS) com quem adquire veículos novos, para compreender a experiência real e aplicar melhorias contínuas. Esse diálogo nos permite evoluir junto com o cliente e oferecer um atendimento cada vez mais completo&#8221;, afirma.</p>



<p>Esse compromisso é ainda mais evidente em momentos de lançamentos, como o da nova Fiat Titano 2026, que chega ao mercado tocantinense com um catálogo robusto. O novo modelo vem equipado com engate reboque de 3,5 toneladas, acessórios para tornar a caçamba ainda mais versátil como caixa e extensor de caçamba, além de carregador sem fio para smartphones, estribos e capota elétricos, entre outros. Além disso, a unidade possui suspensão elevada em 1,5 polegadas, pneus XBRI especiais nas medidas 285/65 com rodas aro 18 e apliques e adesivos exclusivos.</p>



<p>No Tocantins, onde o público costuma priorizar veículos robustos e duráveis, o cuidado com o pós-venda tem peso ainda maior, especialmente para quem utiliza o carro tanto no asfalto urbano quanto em estradas rurais. Por isso acompanhar o cliente desde o primeiro contato até o uso diário do veículo é essencial para manter a confiança e assegurar que a experiência supere as expectativas. &#8220;Queremos estar próximos em todas as etapas, desde a escolha até o momento da manutenção. Cada feedback é uma oportunidade de aprimorar nossos serviços e fortalecer esse vínculo de confiança&#8221;, destaca Maria Tereza.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria de Comunicação.</em></p>
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		<title>Pesquisa no Tocantins cria hidratante com óleo de buriti para cuidados com a pele de idosos e diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 12:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[hidradante]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[óleo de buriti]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Unitins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Universidade Estadual do Tocantins (Unitins)&#160;conquistou&#160;um avanço significativo no campo da inovação em saúde e valorização da biodiversidade amazônica. A aluna Giovanna Evelin Conceição Lima, do 5º período do curso de Enfermagem/Câmpus Augustinópolis, desenvolveu um creme hidratante com formulação inédita à base de óleo de buriti, voltado especialmente para a hidratação da pele de idosos e [&#8230;]</p>
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<p>A&nbsp;Universidade Estadual do Tocantins (Unitins)&nbsp;conquistou&nbsp;um avanço significativo no campo da inovação em saúde e valorização da biodiversidade amazônica. A aluna Giovanna Evelin Conceição Lima, do 5º período do curso de Enfermagem/Câmpus Augustinópolis, desenvolveu um creme hidratante com formulação inédita à base de óleo de buriti, voltado especialmente para a hidratação da pele de idosos e pessoas com diabetes.</p>



<p>O projeto foi realizado no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti), sob orientação da professora doutora Lunalva Aurélio Pedroso. A formulação do creme foi desenvolvida em parceria com a professora farmacêutica Márcia Guelma, da Unisulma, em Imperatriz (MA), e já tem como próximo passo o pedido de registro junto à Unitins, com vistas à futura aplicação prática e produção em escala.</p>



<p><em>“O óleo de buriti possui propriedades significativas para o cuidado com a pele, devido à sua concentração de ácidos graxos e outros nutrientes. O desenvolvimento de um creme hidratante com esse ingrediente valoriza as riquezas da nossa região, pois a inclusão de recursos naturais em formulações cosméticas pode contribuir para o fortalecimento econômico de comunidades locais. Além disso, buscamos apoio científico para comprovar os benefícios terapêuticos do óleo, sempre com responsabilidade social e ambiental”,&nbsp;</em>pontuou Giovanna.</p>



<p>Para a professora doutora Lunalva Aurélio Pedroso, o projeto representa uma importante convergência entre saúde, ciência e sustentabilidade.&nbsp;<em>“Eu vejo com grande entusiasmo, pois é um avanço significativo na intersecção entre a saúde, a biodiversidade amazônica e a tecnologia. O desenvolvimento de um creme co</em>m formulação inédita, a partir do óleo de buriti extraído na região do Bico do Papagaio, no Tocantins, evidencia o valor da nossa biodiversidade.”</p>



<p>O óleo de buriti é amplamente reconhecido por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e regeneradoras. Aliado a uma base tecnológica desenvolvida para maximizar seus efeitos, o produto une saberes tradicionais e inovação científica, com potencial de aplicação direta na enfermagem e no cuidado à saúde.</p>



<p>Outro diferencial do projeto é o uso de métodos sustentáveis de extração do buriti, que respeitam o meio ambiente e fortalecem comunidades locais, promovendo a economia solidária e a valorização dos saberes regionais.</p>



<p>A iniciativa reforça o papel da Enfermagem como área estratégica para o desenvolvimento de soluções inovadoras e humanizadas, além de destacar a capacidade da Unitins em promover projetos que conectam ciência, tecnologia e responsabilidade social.<br><br><em>Por AF Notícias. </em></p>
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		<title>Gado resistente ao calor ganha certificação genética no Semiárido</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/gado-resistente-ao-calor-ganha-certificacao-genetica-no-semiarido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 12:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Genética]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos rebanhos mais adaptados às condições extremas do Semiárido brasileiro acaba de ser oficialmente reconhecido por sua pureza genética. Após quase dois anos de trabalho, a Embrapa Semiárido (PE) recebeu o registro de Pureza de Origem (PO) para seu rebanho da raça Sindi, concedido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). A certificação [&#8230;]</p>
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<p>Um dos rebanhos mais adaptados às condições extremas do Semiárido brasileiro acaba de ser oficialmente reconhecido por sua pureza genética. Após quase dois anos de trabalho, a Embrapa Semiárido (PE) recebeu o registro de Pureza de Origem (PO) para seu rebanho da raça Sindi, concedido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). A certificação é a segunda e última etapa de reconhecimento da qualidade genética dos 91 animais da unidade, entre machos e fêmeas, e abre caminho para sua utilização em programas de conservação e melhoramento genético da pecuária na região.</p>



<p>O registro chancela a origem dos animais e permite que a Embrapa amplie a oferta de material genético certificado — como sêmen, embriões e exemplares vivos — para pecuaristas que buscam animais mais adaptados ao clima quente e seco do Semiárido. A conquista é fruto de uma articulação técnica com a Associação Brasileira dos Criadores de Sindi (ABCSindi), que auxiliou a Embrapa nos trâmites exigidos pela ABCZ.</p>



<p>“O rebanho da Embrapa Semiárido é hoje um dos mais puros do Brasil. Com o registro, poderemos socializar esse material por meio da venda de sêmen, embriões e animais vivos, todos com documentação e certificação genética”, declara o pesquisador Rafael Dantas (foto à direita), responsável pelo Núcleo de Conservação da Raça Sindi.</p>



<p>Para o conselheiro da ABCZ José Kléber Calou Filho (foto à esquerda), é fundamental esse trabalho que a Embrapa, a ABCZ e a ABCSindi fizeram para oferecer à pecuária um rebanho com a genética tipicamente Sindi. “Ganha não só o Semiárido mas ganha toda a pecuária nacional”, destaca.</p>



<p>Calou ressalta que vai ser de grande interesse para os produtores de Sindi incluir no seu rebanho a genética que está recebendo esse registro. “É um material rico nessa genética zebuína, que vem fortalecer a cadeia do Sindi no Brasil, uma das raças que mais está crescendo no cenário da pecuária nacional”, afirma.</p>



<p><strong>Rigor técnico para a certificação</strong></p>



<p>O processo de registro seguiu todos os trâmites exigidos pela ABCZ. Dada a complexidade da escrituração inicial do rebanho, foi firmado um termo de cooperação técnica entre a Embrapa e a ABCSindi, que atuou como articuladora entre a Empresa e a ABCZ.</p>



<p>“A ABCSindi foi fundamental para demonstrar à ABCZ que os animais da Embrapa tinham potencial para serem registrados. Foi essa articulação que viabilizou o reconhecimento oficial do nosso rebanho como PO”, explica Dantas.</p>



<p>Para que um animal da raça Sindi seja oficialmente reconhecido como Puro de Origem (PO) pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), é necessário cumprir uma série de exigências técnicas e documentais. Os animais registrados nesta etapa seguiram dois trâmites diferentes: oito seguiram o rito normal e outros 29 foram de resgate. Os demais animais que compõem o rebanho já haviam sido registrados em 2015.</p>



<p>No rito normal, o primeiro passo é a comunicação formal da cobertura, ou seja, o registro de que determinada fêmea foi colocada em reprodução com um touro PO. Após o nascimento do bezerro, deve-se realizar a comunicação de nascimento, informando os dados completos dos pais, peso ao nascer, sexo e outras características básicas do animal. Em seguida, um técnico credenciado realiza uma inspeção para avaliar se o animal apresenta características compatíveis com a raça Sindi. Caso aprovado, o animal é marcado, recebe um registro provisório e, posteriormente, o definitivo.</p>



<p>Além disso, é obrigatória a realização de exames de DNA para confirmar a filiação do bezerro com pai e mãe puros. Mesmo que toda a documentação esteja correta, o animal só será registrado se apresentar as características raciais exigidas, sem deformidades ou desvios.</p>



<p>Já o processo de resgate foi feito com os animais que estavam sem os pais e mães identificados. Rafael Dantas conta que foi preciso um trabalho complexo: coletar o DNA dos animais e fazer o cruzamento em laboratório para identificar o pai e a mãe. Desse modo, foi possível resgatar os animais que não seguiram o rito normal. “Essa foi a etapa final, agora o rebanho é todo registrado como PO e, daqui para a frente, todos seguem o rito normal”, explica Dantas.</p>



<p>O cumprimento rigoroso de todas essas etapas, incluindo prazos e exigências formais da ABCZ, é essencial para validar o registro como PO. Esse processo garante a pureza genética, a identidade racial e a adaptabilidade dos animais, atributos fundamentais para a conservação e o melhoramento da raça Sindi, especialmente em regiões como o Semiárido.</p>



<p><strong>Rusticidade e desempenho</strong></p>



<p>Originária do Paquistão, a raça Sindi é reconhecida por sua rusticidade, resistência ao calor e capacidade de produzir carne e leite mesmo em condições adversas. De pequeno porte e com menor exigência nutricional, o gado é ideal para regiões com escassez de alimento e água, como o Semiárido brasileiro.</p>



<p>“Esse animal consegue converter alimentos de baixo valor nutricional em carne e leite, e pasteja em áreas onde outras raças não conseguem se alimentar. Sua rusticidade é estratégica para os cenários de mudanças climáticas”, ressalta Rafael Dantas.</p>



<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba, Mário Borba, é também criador de Sindi há mais de 20 anos, com um rebanho de cerca de 150 matrizes. “Eu estou satisfeito com isso, é um gado que se adapta bem a todo o clima. E se ele se mantém bem no Semiárido, imagina no Sul, no Sudeste. Então eu digo que é um gado universal, um gado de origem milenar, e que tem toda uma caracterização racial,que a gente tem que preservar”.</p>



<p>Borba reforça que o registro e a preservação do rebanho da Embrapa “tem um ganho muito positivo, levando em consideração que é uma raça milenar, uma raça que vem dos desertos do norte da Índia, e do Paquistão, e que tem uma característica muito grande com a questão semiárida, com a questão Nordeste, pelo seu tamanho, pelo seu porte, pela sua rusticidade, pela sua fertilidade, de ganho de peso também, de desenvolvimento de carcaça. O Sindi é um gado completo”, completa Borba.</p>



<p>Além da conservação da raça, os animais do núcleo da Embrapa também são utilizados em experimentos científicos nas áreas de nutrição, sanidade e produção de forragem. Há ainda estudos em andamento sobre cruzamentos com outras raças para melhorar a produtividade e resistência dos rebanhos locais.</p>



<p><strong>História do rebanho</strong></p>



<p>O rebanho que compõe o Núcleo de Conservação da Raça Sindi da Embrapa Semiárido é constituído por descendentes diretos da importação de animais do Paquistão para o Brasil ocorrida em 1952. A empreitada foi liderada pelo pesquisador Felisberto Camargo, então diretor do Instituto Agronômico do Norte – IAN (atual Embrapa Amazônia Oriental), no estado do Pará .</p>



<p>Em 1996, parte desses rebanho foi transferida para a Embrapa Semiárido, passando a ser criada no Campo Experimental da Caatinga. Desde então, vem sido mantido como um rebanho fechado, sem cruzamento com outras linhagens, o que garante a conservação da sua pureza racial.</p>



<p><strong>Banco genético para o futuro</strong></p>



<p>A conservação do gado Sindi é uma das estratégias da Embrapa para garantir a segurança genética de raças adaptadas ao clima semiárido. Além de manter um rebanho em campo, a Empresa trabalha com material genético dos animais armazenado em um banco de germoplasma na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF).</p>



<p>“Estamos garantindo que as gerações futuras tenham acesso a uma genética adaptada às novas realidades de produção, especialmente frente aos desafios do clima. Esse é o papel do núcleo de conservação: preservar e compartilhar”, conclui o pesquisador.</p>



<p><em>Por Clarice Monteiro Rocha (Embrapa Semiárido) e Fernanda Birolo (Embrapa Semiárido).</em></p>
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		<title>Pesquisa do Procon Tocantins revela variação de até 177% nos preços das carnes em Araguaína</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pesquisa-do-procon-tocantins-revela-variacao-de-ate-177-nos-precos-das-carnes-em-araguaina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 12:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Araguaína]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Procon Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Procon Tocantins realizou nessa terça, 1º de abril, e na quarta-feira, 2, a pesquisa de preços de carnes em Araguaína. O levantamento abrangeu 32 cortes de carne, incluindo bovinos, suínos, frango, peixes e linguiças, em dez estabelecimentos comerciais da cidade, sendo sete açougues de supermercados e três casas de carnes. Na comparação dos preços [&#8230;]</p>
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<p>O Procon Tocantins realizou nessa terça, 1º de abril, e na quarta-feira, 2, a pesquisa de preços de carnes em Araguaína. O levantamento abrangeu 32 cortes de carne, incluindo bovinos, suínos, frango, peixes e linguiças, em dez estabelecimentos comerciais da cidade, sendo sete açougues de supermercados e três casas de carnes.</p>



<p>Na comparação dos preços praticados, o item que apresentou maior variação foi o quilo da costela dianteira, que registrou 177%, com o menor preço encontrado a R$ 12,99 e o maior a R$ 35,99.&nbsp;</p>



<p>Em seguida, o frango inteiro teve uma variação de 146%, com preços variando de R$ 10,99 a R$ 26,99. A linguiça de frango também se destacou, com variação de 114%, variando de R$ 13,99 a R$ 29,99.</p>



<p>Entre os cortes suínos, o pernil dianteiro com osso teve variação de 113%, sendo encontrado por valores entre R$ 14,99 e R$ 31,99. Já entre os peixes pesquisados, o pintado apresentou variação de 70%, custando entre R$ 28,99 e R$ 49,28.</p>



<p><strong>Para acessar a pesquisa completa, clique no link: <a href="https://central.to.gov.br/download/419102">Pesquisa de Preços</a>.</strong></p>



<p>“Esse trabalho de fiscalização constante do Procon tem como objetivo garantir uma maior segurança para o consumidor, evitando abusos nos preços e garantindo que os preços estejam dentro da legalidade”, destaca o superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia.</p>



<p>O órgão realiza mensalmente o monitoramento para garantir que os consumidores tenham acesso a informações transparentes e possam fazer escolhas mais econômicas e conscientes na hora da compra.</p>



<p><strong>Direitos e orientações ao consumidor</strong></p>



<p>O Procon também alerta os consumidores sobre os seus direitos na hora da compra. Entre as orientações, destaca-se o direito de decidir a quantidade de carne que deseja levar, seja meio quilo ou a peça inteira, e o atendimento deve ser realizado de forma que o consumidor não seja forçado a comprar mais do que o solicitado. “O consumidor pode exigir, ainda, que a carne moída seja feita na sua presença, o que garante maior transparência na hora da compra”, ressalta o diretor de Fiscalização do Procon Tocantins, Magno Silva.</p>



<p>Outro ponto importante é a obrigatoriedade dos estabelecimentos de exibir informações claras sobre os produtos, como razão social, número de inspeção do frigorífico fornecedor e prazo de validade.</p>



<p>Conforme a Lei Estadual nº 3.136, de 14 de setembro de 2016, açougues, supermercados e comerciantes de carne situados no estado do Tocantins são obrigados a expor, de maneira clara e legível, informações como razão social, nome de fantasia, telefone, endereço e número de inspeção do fornecedor dos produtos, além do prazo de validade.</p>



<p><strong>Denuncie</strong></p>



<p>Os consumidores que identificarem irregularidades, como carne estragada, falta de informações no rótulo ou problemas na conservação dos produtos, podem formalizar uma denúncia ao Procon Tocantins por meio do WhatsApp Denúncia, no número (63) 9 9216-6840, ou pelo Disque 151.</p>



<p><em>Por Waldenia Silva/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Fundação ABC realiza primeiro ensaio na área de atuação da Castrolanda no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/fundacao-abc-realiza-primeiro-ensaio-na-area-de-atuacao-da-castrolanda-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 12:52:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Castrolanda]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação ABC]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação ABC instalou o seu primeiro ensaio de pesquisa na área de atuação da Castrolanda, região norte do Tocantins. O experimento é pioneiro nesta safra e trata-se de uma competição de genótipos de soja com 30 cultivares semeadas na lavoura da Fazenda Tropical, município de Arapoema, pertencente ao produtor e cooperado da Castrolanda Igor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Fundação ABC instalou o seu primeiro ensaio de pesquisa na área de atuação da Castrolanda, região norte do Tocantins. O experimento é pioneiro nesta safra e trata-se de uma competição de genótipos de soja com 30 cultivares semeadas na lavoura da Fazenda Tropical, município de Arapoema, pertencente ao produtor e cooperado da Castrolanda Igor van den Broek. A abordagem prática irá garantir que os resultados reflitam diretamente na realidade local.</p>



<p>Assim como a primeira semente de soja semeada pelo produtor Igor, o ensaio marca um momento importante, consolidando a presença da pesquisa como uma aliada estratégica desde o primeiro ano de cultivo. Trata-se de um marco significativo para essa nova fronteira agrícola, além de um passo importante para a Castrolanda que expande os seus horizontes com a construção do Entreposto Colinas do Tocantins.</p>



<p>O supervisor técnico da Castrolanda, Hebert Krupnishi de Lima, explica que na propriedade de Igor foi utilizado um talhão para o plantio do ensaio de genótipos de soja onde serão realizadas diversas avaliações durante todo o ciclo da cultura. As cultivares serão colhidas separadamente para avaliar o potencial produtivo, adaptação ao tipo de solo da região, susceptibilidade a doenças e nematóides, e tolerância a chuva na colheita.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Para os produtores e futuros cooperados essa é uma informação que não tem preço. A pesquisa é, sem dúvidas, muito importante para que a equipe técnica possa direcionar ao produtor qual a melhor cultivar para cada situação de acordo com a região e a fertilidade do solo. Isso também representa um grande respaldo técnico para os agrônomos”, destaca Hebert.</p>
</blockquote>



<p><strong>Pesquisa como aliada</strong></p>



<p>O pesquisador Helio Antonio Wood Joris, coordenador de Fitotecnia e Sistemas de Produção da Fundação ABC, explica que cada ambiente traz consigo uma diversidade de condições de solo e clima, e compreender essas particularidades é essencial para implementar tecnologias de forma eficiente e sustentável.</p>



<p>“Nesse contexto, a pesquisa aplicada torna-se uma ferramenta indispensável para oferecer suporte técnico aos produtores que chegam a essas novas fronteiras. Normalmente, a primeira pergunta a ser respondida em uma região agrícola emergente é: ‘quais cultivares são mais adaptadas a este ambiente’. Por isso, a avaliação de cultivares é o ponto de partida”, aponta.</p>



<p><strong>Teste de cultivares</strong></p>



<p>Mitigar riscos desde o início, utilizando cultivares adaptadas às condições de solo e clima locais, é fundamental para garantir a rentabilidade do produtor, segundo Helio. “Com esse ensaio, aliado aos dados acumulados desde 2016 em Tocantins, estamos entregando algo muito importante: a oportunidade de iniciar a produção agrícola com uma base sólida de informações, reduzindo incertezas e ampliando as chances de sucesso. Assim, os dados gerados terão impacto imediato e a longo prazo, ajudando tanto os produtores que já estão desbravando a região quanto aqueles que virão a cultivar novas áreas no futuro”, reforça.<br><br><em>Por Ascom Castrolanda. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/fundacao-abc-realiza-primeiro-ensaio-na-area-de-atuacao-da-castrolanda-no-tocantins/">Fundação ABC realiza primeiro ensaio na área de atuação da Castrolanda no Tocantins</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Propriedades rurais nos municipios de Silvanópolis e Darcinópolis no Tocantins recebem implantação de sistema que permite transformar pastos degradados em produtivos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/propriedades-rurais-nos-municipios-de-silvanopolis-e-darcinopolis-no-tocantins-recebem-implantacao-de-sistema-que-permite-transformar-pastos-degradados-em-produtivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Implantação]]></category>
		<category><![CDATA[Pastos Degradados]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Produtivos]]></category>
		<category><![CDATA[Silagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após quatro anos (2021/2024) de estruturação, desenvolvimento de projeto e validação científica a campo, a Embrapa e a Latina Seeds entregaram, no dia 12 de novembro, uma nova tecnologia para a pecuária brasileira e mundial. Trata-se do Sistema Diamantino, ferramenta que permite transformar pastos degradados em produtivos, com retorno econômico (produção de silagem), sem aumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após quatro anos (2021/2024) de estruturação, desenvolvimento de projeto e validação científica a campo, a Embrapa e a Latina Seeds entregaram, no dia 12 de novembro, uma nova tecnologia para a pecuária brasileira e mundial. Trata-se do Sistema Diamantino, ferramenta que permite transformar pastos degradados em produtivos, com retorno econômico (produção de silagem), sem aumento de área e sem conversão para lavoura.</p>



<p>Portanto, além de um pasto novo, o pecuarista ganha, com o sistema, a possibilidade restaurar a produção de forragem com os custos amortizados e, de quebra, colocar dinheiro no bolso. A viabilidade financeira é um grande apelo, uma vez que a renovação de pastagem exige a introdução de um novo capim em substituição ao anterior.</p>



<p>O “Diamantino”, neste aspecto, estabelece este processo a partir do plantio da forrageira consorciada com sorgo biomassa. A colheita – em um ou dois cortes – entrega significativo volume de silagem (para uso na alimentação de animais ou comercialização) e um pasto renovado com alto poder de lotação. Todo o estudo foi validado em áreas de pesquisa da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS) e em duas propriedades privadas, em parceria: Sítio Cantinho do Céu, Jateí, e Sítio Tropical, em Vicentina, em Mato Grosso do Sul. A pesquisa utilizou o Sorgão Gigante da Latina Seeds, a Braquiária Marandu e o Panicum Zuri.</p>



<p>De posse dos dados, foi elaborado um protocolo de implantação do sistema, adotado posteriormente por produtores dos Biomas Amazônia e Cerrado, com acompanhamento técnica do Latina Seeds. Estas áreas foram instaladas em propriedades nos municípios de Vera (MT), Canaã dos Carajás (PA), São Miguel do Guaporé (RO), Amarante do Maranhão (MA), Faina (GO), Campo Verde (MT), Silvanópolis e Darcinópolis, ambos no Tocantins.</p>



<p>Durante o lançamento oficial, transmitido no canal da Embrapa no Youtube (disponível no link&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=nsGAqMxDL-o" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=nsGAqMxDL-o</a>)&nbsp; foi apresentada a Circular Técnica 56 “Sistema Diamantino para produção de silagem e renovação de pastagem” da Embrapa, que consolida o estudo e valida a nova tecnologia –&nbsp;<a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/1168996/1/CT56-2024.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/1168996/1/CT56-2024.pdf</a>&nbsp;&nbsp;– assinada pelos pesquisadores da Embrapa, Marciana Retore e Gessi Ceccon; pelo analista da Embrapa, Rodrigo Arroyo Garcia e pelo diretor-executivo da Latina Seeds, Willian Sawa.</p>



<p>Neste documento científico de oito páginas chama atenção a avaliação de retorno econômico da renovação de pastagem no “Diamantino”. Em condições de pesquisa e amplo acompanhamento (detalhados na circular), o sistema chegou a indicar um lucro de até R$ 10.144,86/ha, enquanto uma renovação exclusiva com capim apontou um resultado negativo (- R$ 1.648,74/ha).</p>



<p>O diretor-executivo da Latina Seeds enfatiza que, ao contrário de outros sistemas desenvolvidos e já em pleno uso, o Diamantino é um modelo da pecuária para a pecuária, uma vez que não prevê a conversão de área para a lavoura. “Quando visualizamos esta possibilidade, procuramos a Embrapa, que não teve medo de desafio. A degradação de pastagem é um problema gigante que exige uma solução gigante. Agora, estamos entregando os resultados para a sociedade”, enfatiza lembrando que a Latina Seeds é uma empresa com apenas sete anos de existência. “Fico feliz por termos dedicado boa parte deste tempo para o desenvolvimento de uma tecnologia tão importante para o Brasil e o mundo”, completa.</p>



<p>Menos de 48 horas após a&nbsp;<em>live</em>&nbsp;de apresentação, Sawa destacava a repercussão do lançamento em função da demanda pelo Sorgão Gigante: “Não tenho números ainda concretos, mas fui informado que novas áreas com o Diamantino estão sendo implantadas por pecuaristas em regiões distintas do País e também no Paraguai”.</p>



<p><strong>Chefe-geral da Embrapa ressalta parceria</strong></p>



<p><strong>e lembra relato de produtor</strong></p>



<p>Durante o lançamento do novo sistema, o chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Harley Nonato de Oliveira, classificou o Diamantino como “um ativo tecnológico de extrema importância” e fez questão lembrar um momento que, segundo ele, marcou bastante a trajetória de construção da ferramenta: “A história do produtor Heder Simões da Silva, do Sítio Cantinho do Céu, em Jateí, MS, mexeu profundamente com todos nós e deu a real dimensão do que é esta tecnologia”.</p>



<p>Oliveira se refere à transformação da realidade deste pecuarista que, em meados de 2021, se encaminhava para dar fim à sua pecuária leiteira, já que a baixa qualidade dos pastos estava inviabilizando seu negócio. A combinação de solo arenoso (12% de argila, em média), baixo conhecimento sobre cultivo e áreas com forte degradação, impedia uma produção rentável.</p>



<p>“Eu e minha esposa estávamos sentados debaixo do nosso pé de manga avaliando parar e vender tudo. Foi quando apareceu o ‘seu’ Gessi, da Embrapa, propondo fazer um experimento usando o Sorgão Gigante da Latina Seeds consorciado com os capins Zuri (Panicum) e Marandu (Braquiária). Foi Deus!”, disse o produtor, meses depois, emocionado.</p>



<p>Heder cedeu 2,4 ha para o experimento e até hoje comemora a decisão: “Nesta área, minha produtividade saiu de uma média de 7,4 litros/vaca/dia para algo na casa de 13 litros/vaca/dia. Quase dobrou. Além disso, o Diamantino me rendeu comida para alimentar a vacada nos meses secos” garante.</p>



<p>Este episódio, segundo o chefe-geral, é exemplo claro das possibilidades que a conjugação de esforços é capaz: “O relato do Heder mostra o que uma parceria pode fazer para mudar a vida do produtor rural, trazendo sustentabilidade ao seu modelo produtivo”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.portalveneza.com.br/wp-content/uploads/heder-021-red.jpg" alt="Pastagem renovada com lucro para o pecuarista" class="wp-image-6518894" title="Pastagem renovada com lucro para o pecuarista 20"/></figure>



<p><em>Por Lani Biehl. </em></p>
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		<title>Extrato de própolis mostra ação antiviral contra zika, chikungunya e mayaro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/extrato-propolis-mostra-acao-antiviral-contra-zika-chikungunya-e-mayaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 14:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Ação antiviral]]></category>
		<category><![CDATA[Extrato de própolis]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada por cientistas do Instituto Butantan, em São Paulo, constatou que o extrato aquoso de própolis é capaz de combater a replicação dos vírus zika, chikungunya e mayaro. Os três patógenos são transmitidos pela picada de mosquitos que circulam no Brasil e causam doenças infecciosas (arboviroses) para as quais ainda não existem vacina [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa realizada por cientistas do Instituto Butantan, em São Paulo, constatou que o extrato aquoso de própolis é capaz de combater a replicação dos vírus zika, chikungunya e mayaro.</p>



<p>Os três patógenos são transmitidos pela picada de mosquitos que circulam no Brasil e causam doenças infecciosas (arboviroses) para as quais ainda não existem vacina nem tratamento específico disponível, o que motiva a busca por compostos com potencial antiviral. O extrato foi testado in vitro e reduziu significativamente a carga viral dos três vírus.</p>



<p>O estudo, conduzido no Centro de Toxinas, Resposta-Imune e Sinalização Celular (CeTICS), foi liderado pelos pesquisadores Pedro Ismael Silva Júnior, do Laboratório de Toxicologia Aplicada, e Ronaldo Mendonça, do Laboratório de Parasitologia do Butantan. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports.</p>



<p>Esta não é a primeira vez que o grupo investiga o potencial antiviral e antibacteriano da própolis. Estudo anterior da equipe, feito com extrato hidroalcoólico da substância, já havia indicado intensa atividade contra os vírus herpes, influenza e rubéola. A partir dos primeiros resultados, os cientistas decidiram avaliar se o extrato aquoso teria a mesma atividade em outros tipos de vírus também importantes do ponto de vista de saúde pública no país.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-preparacao-do-extrato-e-analise"><strong>Preparação do extrato e análise</strong></h5>



<p>Para chegar aos resultados, o grupo utilizou a própolis produzida pelas <strong>abelhas</strong> nativas sem ferrão scaptotrigona aff postica, originadas de uma colônia na região de Barra do Corda, no Maranhão. A própolis foi obtida por meio da raspagem da caixa de meliponicultura, formando uma espécie de pasta. Esse material foi transportado e congelado a -20°C, formando uma pedra de própolis congelada.</p>



<p>Essa pedra foi macerada manualmente até se tornar um material granulado, que foi passado em peneiras. Em seguida, o produto foi moído de forma a se transformar num composto ainda mais fino, para novamente passar por peneiras granulométricas e se transformar em pó.</p>



<p>Por fim, os pesquisadores adicionaram água ultrapurificada ao pó e o material foi centrifugado por 30 minutos para haver a separação da cera do meio líquido. O sobrenadante (a fase líquida que fica por cima) foi filtrado e o produto foi considerado 100% purificado.</p>



<p>Para determinar a ação antiviral do extrato de própolis, os pesquisadores infectaram células VERO (linhagem originária de rim de macaco, muito usada nesse tipo de estudo), que foram cultivadas a 37 °C em microplacas. O crescimento e a morfologia dessas células foram monitorados pela equipe diariamente.</p>



<p>“A gente contaminou as culturas com os três vírus em questão e aplicamos somente uma vez a substância que queríamos analisar, na proporção de 10% de volume. A partir de então, fizemos uma diluição seriada, ou seja, fomos diminuindo a quantidade dessa solução para ver qual quantidade impediria o vírus de se multiplicar”, explicou Silva Júnior.</p>



<p>Os pesquisadores observaram que o extrato aquoso de própolis purificado promoveu uma redução de 16 vezes na carga viral do zika e de 32 vezes na do vírus mayaro. No caso do chikungunya, a redução foi ainda mais significativa, de 512 vezes.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-mais-pesquisas"><strong>Mais pesquisas</strong></h5>



<p>Por enquanto, os resultados alcançados estão restritos ao ambiente de laboratório, mas a pesquisa continua. Numa segunda etapa do trabalho, o grupo coletou própolis mês a mês, para associar o produto final à florada de cada período.</p>



<p>Isso porque a abelha scaptotrigona aff postica utiliza as plantas da região do Maranhão, que são diferentes das plantas existentes no Sudeste, e, por isso, provavelmente, a própolis obtida tem componentes específicos relacionados às espécies endêmicas do local.</p>



<p>“Nós já observamos que existem diferenças ao longo do ano. Agora queremos identificar em que época aparece a substância com ação antiviral, porque queremos associar à planta que a abelha utiliza para a produção da própolis”, explicou Silva Júnior.</p>



<p>É importante destacar que a própolis do estudo é diferente da comercial encontrada nas farmácias. O produto vendido ao consumidor, em geral, é um extrato alcoólico que mistura todos os componentes da própolis e, na maioria das vezes, costuma vir da espécie apis mellifera (abelha europeia), que predomina nos apiários. Já a própolis usada nessa pesquisa vem da abelha nativa do Brasil scaptotrigona aff postica e os compostos com atividade antiviral são separados, purificados e isolados.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-bioativos"><strong>Bioativos</strong></h5>



<p>A busca por potenciais medicamentos na natureza – os famosos compostos bioativos – é um dos grandes focos da ciência. O Brasil tem uma área muito extensa com fauna e flora extremante variada e utilizar substâncias originadas da nossa floresta é muito importante, tanto do ponto de vista científico quanto econômico, pois isso pode reduzir os custos do produto final.</p>



<p>O pesquisador ressalta que o objetivo da pesquisa é tentar identificar um composto que possa ser usado tanto na prevenção quanto no tratamento de pessoas infectadas pelos vírus. “A gente ainda não tem elementos para chegar a esse ponto, mas a ideia é alcançar os dois objetivos”, afirmou Silva Júnior.</p>



<p>Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. “Se estamos pensando em criar um possível medicamento, muitos outros estudos terão de ser feitos. Essa é uma descoberta superimportante, mas os resultados foram obtidos in vitro. Ainda será preciso fazer pesquisas in vivo com camundongos e cobaias para verificar se o efeito antiviral se confirmaria e, só posteriormente, iniciar pesquisas em seres humanos”, finalizou.</p>



<p>O artigo Antiviral action of aqueous extracts of propolis from Scaptotrigona aff. postica (Hymenoptera; Apidae) against Zica, Chikungunya, and Mayaro virus pode ser lido <strong><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-024-65636-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></strong>.<br><br>Por Canal Rural. </p>
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		<title>UniCatólica realiza pesquisa com foco em sementes para a região</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/unicatolica-realiza-pesquisa-com-foco-em-sementes-para-a-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 14:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[UniCatolica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica) está realizando um projeto de pesquisa em parceria com a Nuseed, empresa global referência na produção de sementes. O foco principal é a adaptação e apresentação de sementes para a região, com a criação de uma área de demonstração e outra de pesquisa experimental que foram apresentadas recentemente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Centro Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica) está realizando um projeto de pesquisa em parceria com a Nuseed, empresa global referência na produção de sementes. O foco principal é a adaptação e apresentação de sementes para a região, com a criação de uma área de demonstração e outra de pesquisa experimental que foram apresentadas recentemente no Dia de Campo. A área de demonstração conta com uma vitrine de 10 variedades de sementes da Nuseed, todas comerciais, incluindo uma variedade pré-comercial já registrada. Essa vitrine possibilita aos produtores e pesquisadores observar as características agronômicas dos produtos em condições reais de campo, facilitando o entendimento sobre seu desempenho.</p>



<p>Na área experimental, liderada pelo estudante de Zootecnia, Cleidnon Rodrigues, estão sendo conduzidos estudos com dois tipos de sorgo granífero da Nuseed: o Turbo e o Nugrain 250. Ambos materiais, categorizados como superprecoce e hiperprecoce, estão sendo avaliados em quatro diferentes populações para analisar produtividade, incidência de pragas, resistência a doenças e outras características agronômicas. “Esses experimentos são fundamentais para posicionarmos nossos produtos com precisão no mercado”, comentou Cleidnon.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NaR_LjXY7ndm5agWbiSQQlSsGtAFZ-uDRSaywkQ5RYpOOEUn66UALbUNvygjFVDj2H98E-dmaGsZgq5dfqchI2cNo6kBi3I4t5mOm2E9MzqQoaw-ttPCKIzHCmHl0Qdi42xbJsshtRuHiJw2DI=s0-d-e1-ft#https://to.catolica.edu.br/portal/wp-content/uploads/2024/11/22-dsc_0034-1-1024x681.jpg" alt=""/></figure>



<p>Segundo Lucas da Rocha Carvalho, desenvolvedor de mercado e produto da Nuseed, a parceria com a UniCatólica é estratégica para ambas as instituições. “Essa colaboração nos permite ter um ponto de apoio de pesquisa qualificado, com professores e pesquisadores. Para a UniCatólica, é uma oportunidade de preparar os alunos para o mercado, fornecendo-lhes experiência prática e contato com o setor privado.” Além de contribuir com o desenvolvimento de novos produtos, a parceria também fortalece a formação dos alunos, que podem acompanhar o processo em campo, ganhar experiência prática e aplicar conhecimentos. “O campo nos mostra como a pesquisa é conduzida, e isso ajuda a formar pessoas que conhecem a empresa e geram resultados de pesquisa”, completou Carvalho.<br><br>Por Ascom UniCatólica. </p>
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		<item>
		<title>Embrapa quer saber como está adoção de plantas de cobertura por produtores rurais brasileiros</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/embrapa-quer-saber-como-esta-adocao-de-plantas-de-cobertura-por-produtores-rurais-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:13:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas de Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embrapa está realizando uma pesquisa de opinião sobre uso de plantas de cobertura pelos produtores rurais brasileiros. O objetivo é avaliar a adoção dessa prática no país, entender os critérios usados para tomada de decisão sobre sua adoção e o nível de conhecimento dos agricultores sobre seus benefícios e identificar as dificuldades em seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Embrapa está realizando uma pesquisa de opinião sobre uso de plantas de cobertura pelos produtores rurais brasileiros. O objetivo é avaliar a adoção dessa prática no país, entender os critérios usados para tomada de decisão sobre sua adoção e o nível de conhecimento dos agricultores sobre seus benefícios e identificar as dificuldades em seu uso.</p>



<p>Essas informações ajudarão a orientar políticas públicas, novas pesquisas e ações de divulgação e transferência de tecnologia, além do desenvolvimento de práticas agrícolas que possam reduzir as dificuldades de manejo nos sistemas de produção em todo o país.</p>



<p>A pesquisa de opinião é uma das atividades do projeto “Redução da dependência de fertilizantes por meio do uso de leguminosas como plantas de cobertura em sistemas de integração lavoura e pecuária”. Segundo o líder do projeto, o pesquisador da Embrapa Cerrados, Marcelo Ayres, a iniciativa faz parte do Programa&nbsp;Fertilize for Life, em parceria com o&nbsp;Agricultural Research Service&nbsp;(ARS/USDA) e a Universidade da Flórida, com financiamento do&nbsp;USDA Foreign Agricultural Service&nbsp;(USDA/FAS). O USDA realiza pesquisa semelhante em nível nacional há mais de dez anos com os produtores rurais dos Estados Unidos, com atualizações anuais.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-estrategia-de-divulgacao"><strong>Estratégia de divulgação</strong></h5>



<p>A pesquisa é realizada por meio de formulário on-line e está sendo distribuída com o apoio das Unidades da Embrapa que atuam com plantas de cobertura e/ou no bioma Cerrado, além de empresas, associações e instituições parcerias que atuam diretamente com o setor produtivo, que estão sendo convidadas para apoiar na divulgação da pesquisa, como é o caso da Rede ILPF, Unipasto, Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Federação da Agricultura e Pecuária do estado de Mato Grosso (Famato), Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), além de empresas privadas e grupos empresariais do agronegócio.</p>



<p>“Outras instituições estão sendo contatadas para nos fornecer esse apoio. Pensamos em envolver diversos atores, já que essas informações serão de grande valia para entendermos o cenário que temos no Brasil”, conta Ayres. O público-alvo são prioritariamente produtores rurais e gerentes agrícolas, que lidam diretamente com a tecnologia. Algumas questões também são apresentadas aos consultores técnicos, representantes de sistema público de assistência e extensão rural, técnicos de empresas privadas relacionadas à agropecuária e representantes de universidade e ensino.</p>



<p>O questionário é composto por perguntas fechadas e as questões estão divididas nos blocos identificação, caracterização da propriedade, caracterização das tecnologias utilizadas, manejo das plantas de cobertura na propriedade, visão sobre o uso e informações sobre plantas de cobertura. “Além de quantificar a área com uso dessa tecnologia pelo produtor rural brasileiro, a pesquisa vai nos indicar como o produtor percebe as vantagens do uso das plantas de cobertura e os gargalos para a sua expansão, pontos importantes para o avanço das pesquisas científicas”, explica o pesquisador.</p>



<p>O participante precisará de, no máximo, dez minutos para responder a pesquisa. Quem tiver interesse em participar,<a href="https://bit.ly/489gAoZ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;clique aqui</a>&nbsp;para acessar o questionário.</p>



<p>As opiniões são confidenciais e as respostas coletadas serão utilizadas de forma agrupada, assegurando o sigilo dos respondentes.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-beneficios-do-uso-de-plantas-de-cobertura"><strong>Benefícios do uso de plantas de cobertura</strong></h5>



<p>É critica a necessidade de se encontrar alternativas para substituir os fertilizantes sintéticos utilizados na agricultura brasileira e que afetam a produção nacional devido as constantes variações de preços, à competição global por esses recursos limitados e a dependência nacional de importações desses insumos.</p>



<p>O uso de plantas de cobertura é uma prática de manejo que pode substituir ou complementar o uso de fertilizantes nitrogenados sintéticos, se a opção for por leguminosas, além de promover a ciclagem de outros elementos minerais no solo, aumentando a eficiência de uso dos fertilizantes em geral.</p>



<p>Essa tecnologia se insere em uma estratégia mais ampla para alcançar a sustentabilidade e resiliência dos sistemas agrícolas nacionais, uma das prioridades do Governo Federal para colaborar com a adaptação às mudanças climáticas e o controle de gases de efeito estufa, promovendo ganhos de eficiência nas cadeias produtivas agropecuárias do Brasil. Embora seu uso traga muitos benefícios para os sistemas de produção, sua adoção ainda é limitada.</p>



<p>Entre as plantas de cobertura mais usadas no Brasil estão as gramíneas, que podem ser utilizados para pastejo, como é caso das braquiárias, crotalária, aveia, amendoim-forrageiro e estilosantes, e as leguminosas que contribuem para a fixação de nitrogênio no solo. Elas podem ser usadas em rotação de culturas ou semeadas entre as linhas do cultivo principal.</p>



<p>Essas plantas atuam na proteção do solo, evitando erosão, e ainda ajudam a suprimir plantas invasoras, reduzem pragas e doenças do solo, atraem insetos polinizadores e melhoram a microbiota do solo. “Ao entendermos quais são os fatores que estimulam a adoção das plantas de cobertura por parte dos produtores rurais, bem como os entraves para a disseminação da tecnologia, poderemos orientar os programas de melhoramento genético para o desenvolvimento de cultivares que atendam essa demanda e principalmente subsidiar as ações de transferência de tecnologia, para que cheguem a um maior número de propriedades rurais no Brasil”, informa o pesquisador da Embrapa Cerrados.</p>



<p><em>Por Assessoria Embrapa</em>.</p>
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		<title>Pesquisa sobre sustentabilidade aplicada no Acre utiliza conceito de Carbono Social, que teve origem no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 14:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono Social]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Extrativista Chico Mendes]]></category>
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<p>A&nbsp;<a href="https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/populacoes-tradicionais/producao-e-uso-sustentavel/uso-sustentavel-em-ucs/reserva-extrativista-chico-mendes">Reserva Extrativista Chico Mendes</a>, na região sudeste do estado do Acre, criada no final dos anos 1980, surgiu como uma tentativa de integrar o desenvolvimento sustentável — contemplando os pilares ambiental, social e econômico — à conservação da floresta e ao bem-estar das populações locais. Recentemente, uma pesquisa realizada por pesquisadores da Unicamp, Universidade Federal do Acre (UFAC), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e Embrapa, utilizou a metodologia de Análise de Decisão Multicritério (MCDA) interconectada com o conceito de Carbono Social para mensurar a sustentabilidade da reserva.&nbsp;</p>



<p>Em setembro de 2023, nove líderes comunitários da reserva participaram de uma oficina na Universidade Federal do Acre (UFAC), onde discutiram e ajustaram os indicadores do Índice Multicritério de Sustentabilidade (IMS) da unidade de conservação. O IMS obtido foi de 0,73, considerado satisfatório, com destaque positivo para os indicadores de governança e agronômico. No entanto, os aspectos social, ambiental e econômico apresentaram níveis de sustentabilidade, porém próximos da escala moderada.</p>



<p>A segunda etapa da pesquisa foi a aplicação do IMS junto aos moradores do Seringal Porongaba, uma das áreas da reserva. Nesta região específica, o IMS registrado foi de 0,66, um pouco abaixo da média geral da reserva. Os resultados indicaram que os critérios social, econômico, ambiental e agronômico do Porongaba requerem maior atenção e investimentos para garantir a sustentabilidade a longo prazo. Entre os desafios apontados, destaca-se a necessidade de fortalecimento da governança local, a implementação de medidas mais eficazes no combate ao desmatamento e a criação de incentivos para a geração de renda por meio de produtos florestais, como a borracha e a castanha-do-pará.</p>



<p>De acordo com os autores, a falta de um monitoramento sistemático e a busca por indicadores que avaliem o desenvolvimento sustentável na reserva se tornaram questões centrais, principalmente após a conferência Eco-92.</p>



<p>Desde os anos 1970, a Floresta Amazônica tem sido alvo de intensas discussões sobre sua sustentabilidade socioeconômica e ambiental, devido, sobretudo, ao desmatamento causado pela expansão da pecuária e da agricultura extensivas. Além disso, as comunidades tradicionais que habitam a região têm enfrentado desestruturação, o que acentuou a necessidade de medidas que equilibrassem o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa de campo foi fundamentada no conceito de Carbono Social, que busca mensurar o carbono absorvido ou reduzido em projetos de combate às mudanças climáticas, levando em consideração também a melhoria das condições de vida das populações envolvidas. A metodologia utilizada, instrumentalizada pela Análise de Decisão Multicritério (MCDA), é uma ferramenta que extrai os pontos de vista fundamentais dos moradores da Resex e facilita a identificação de níveis de sustentabilidade, permitindo a adequação das políticas públicas às necessidades específicas dos residentes. Esse tipo de abordagem é crucial para promover um desenvolvimento sustentável que atenda tanto às demandas socioeconômicas quanto ambientais.</p>



<p>A criação da Reserva Extrativista Chico Mendes, assim como outras iniciativas semelhantes, foi uma resposta aos impactos das políticas desenvolvimentistas que, ao longo das décadas, transformaram profundamente a Amazônia. Essas políticas provocaram a desarticulação das atividades extrativistas tradicionais e contribuíram significativamente para o aumento do desmatamento. No final dos anos 1980, a união entre os movimentos seringueiros e ambientalistas culminou na criação dessas reservas, que são vistas como uma forma de conciliar a resolução de conflitos agrários com a preservação dos recursos naturais.</p>



<p>“A pesquisa realizada destacou a relevância das Reservas Extrativistas para a proteção dos ecossistemas e a manutenção do bem-estar das populações tradicionais, especialmente em um momento em que essas áreas enfrentam crescentes pressões de desmatamento e queimadas”, destacou o professor Ademar Romeiro, do Instituto de Economia da Unicamp.</p>



<p>“A contínua avaliação dos serviços ecossistêmicos fornecidos pelas reservas é essencial para sua resiliência e para garantir que políticas públicas eficazes sejam implementadas para proteger a biodiversidade e os modos de vida locais”, complementou o professor Raimundo Maciel, da UFAC.</p>



<p>O conceito de desenvolvimento sustentável tem suas raízes em debates sobre a relação entre a economia e a natureza, e ganhou visibilidade em temas como desmatamento, aquecimento global e poluição. As atividades humanas, em especial a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento, têm contribuído para o aumento das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), o que, por sua vez, está acelerando as mudanças climáticas e elevando as temperaturas globais.</p>



<p>A Eco-92, realizada no Rio de Janeiro, foi um marco importante na conscientização mundial sobre os impactos ambientais do desenvolvimento econômico. A conferência resultou em importantes acordos internacionais, como as convenções sobre biodiversidade e mudanças climáticas. Posteriormente, o Protocolo de Kyoto, estabelecido durante a COP-3, fixou metas para a redução das emissões de GEE, mas encontrou limitações devido à falta de adesão de grandes emissores, como os Estados Unidos. Em 2015, o Acordo de Paris, firmado na COP-21, substituiu o Protocolo de Kyoto e ampliou os compromissos, estabelecendo metas tanto para países desenvolvidos quanto para os em desenvolvimento, com o objetivo de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2°C.</p>



<p>O conceito de &#8220;Carbono Social&#8221; tem se destacado como uma abordagem relevante no debate sobre desenvolvimento sustentável. Implementado inicialmente em projetos do Instituto Ecológica na Ilha do Bananal, no Tocantins, essa metodologia alia a redução de emissões de carbono à melhoria das condições de vida das comunidades locais, sem degradar os recursos naturais. Diferente de outras iniciativas de compensação de carbono, o &#8220;carbono social&#8221; promove uma avaliação participativa dos impactos sociais e ambientais nas áreas beneficiadas, o que o torna uma ferramenta transparente e inclusiva.</p>



<p>Conforme Raimundo Maciel, professor da UFAC, a sustentabilidade do conceito de &#8220;carbono social&#8221; tem sido aplicada na Reserva Extrativista Chico Mendes, onde políticas públicas têm promovido a agricultura familiar como uma atividade crucial para a conservação ambiental e o desenvolvimento socioeconômico.&nbsp;</p>



<p>Além disso, a metodologia de Análise de Decisão Multicritério (MCDA) tem sido empregada para monitorar o impacto de ações sustentáveis e fortalecer o desenvolvimento regional, contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), explica o pesquisador Lucas Lima, do Instituto de Economia da Unicamp.&nbsp;</p>



<p>Os autores do estudo são Lucas Lima (Unicamp), Raimundo Maciel (UFAC), João Mangabeira (MDA), Ademar Romeiro (Unicamp), Sérgio Tôsto (MDA), Mitali Maciel (Unicamp), Oscar Sarcinelli (Unicamp), Oleides Oliveira (UFAC) e Lauro Pereira (Embrapa).</p>



<p><em>Cristina Tordin/Embrapa Meio Ambiente.</em></p>
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