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	<title>Plano Safra 2025/26 Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Plano Safra 2025/26 Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>BNDES já liberou R$ 10 bilhões em crédito pelo Plano Safra 2025/26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 12:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu R$ 10 bilhões em aprovações de crédito do Plano Safra 2025/2026 em menos de um mês desde a abertura das linhas. Os recursos começaram a ser liberados em 17 de julho e já beneficiaram agricultores familiares, médios e grandes produtores, além de cooperativas, em praticamente todo o país. As aprovações [&#8230;]</p>
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<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu R$ 10 bilhões em aprovações de crédito do Plano Safra 2025/2026 em menos de um mês desde a abertura das linhas. Os recursos começaram a ser liberados em 17 de julho e já beneficiaram agricultores familiares, médios e grandes produtores, além de cooperativas, em praticamente todo o país.</p>



<p>As aprovações envolvem recursos equalizados de programas agropecuários do governo federal, como Pronaf, Pronamp, PCA e Moderfrota, além do BNDES Crédito Rural, que somou R$ 812 milhões.</p>



<p><strong>Custeio e investimento no Plano Safra</strong></p>



<p>Nas linhas de custeio, abertas no dia 17, foram consumidos R$ 2,68 bilhões. Já nas linhas de investimento — destinadas a instalações e máquinas e liberadas no dia 24, foram aprovados R$ 7,37 bilhões.</p>



<p>Do total, R$ 9,1 bilhões foram direcionados a agricultores familiares, micro, pequenos e médios produtores e cooperativas. As 39 mil operações registradas até agora foram distribuídas entre 24 agentes financeiros credenciados, cobrindo mais de 20 linhas de financiamento.</p>



<p>Cerca de 70% dos recursos (R$ 6,9 bilhões) foram operados por bancos cooperativos e cooperativas de crédito. Segundo o BNDES, o modelo de atuação por meio de instituições parceiras garante a descentralização dos recursos, que já chegaram a 93% dos municípios brasileiros.</p>



<p><strong>Alta demanda e maior orçamento da história</strong></p>



<p>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que o desempenho reflete a elevada demanda do setor e a capacidade de resposta do banco.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“São recursos que atendem grandes e pequenos agricultores e mostram o nosso compromisso com o setor agropecuário sustentável e inovador. Dos R$ 10 bilhões aprovados até agora, cerca de R$ 3,3 bilhões foram para a agricultura familiar”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>Para o Plano Safra 2025/2026, o BNDES terá R$ 70 bilhões disponíveis até 30 de junho de 2026 — o maior orçamento da história do banco para o setor, 5% acima do ciclo anterior e 180% maior que o de 2022/2023.</p>



<p><strong>Condições de crédito</strong></p>



<p>Do total, R$ 39,7 bilhões serão recursos equalizáveis acessados via Programas Agropecuários do Governo Federal. Deste montante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>R$ 26,3 bilhões para médios e grandes produtores, com juros entre 8,5% e 14% ao ano;</li>



<li>R$ 13,4 bilhões para pequenos produtores da agricultura familiar, com juros entre 0,5% e 8% ao ano.</li>
</ul>



<p>Na agricultura empresarial, o BNDES oferece crédito via programas como Moderfrota, Pronamp, Renovagro, Inovagro, Proirriga, Prodecoop e PCA. Já a agricultura familiar conta com diversas linhas do Pronaf, que receberá R$ 13,4 bilhões, 9% a mais que no ciclo anterior.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Produtores já podem consultar os preços mínimos da safra 2025/26 divulgados pelo Mapa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (9), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria nº 812, que atualiza os preços mínimos para os produtos de verão e regionais da safra 2025/26 e 2026. A medida tem como objetivo garantir uma remuneração mínima aos produtores rurais, oferecendo maior segurança nas decisões de plantio e comercialização. Os novos valores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta quarta-feira (9), o Ministério da Agricultura e Pecuária (<a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Mapa</a>) publicou a Portaria nº 812, que atualiza os preços mínimos para os produtos de verão e regionais da safra 2025/26 e 2026. A medida tem como objetivo garantir uma remuneração mínima aos produtores rurais, oferecendo maior segurança nas decisões de plantio e comercialização.</p>



<p>Os novos valores, que podem ser consultados por meio deste&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mapa-n-812-de-7-de-julho-de-2025-640776008">link</a>, foram fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e serão utilizados como base para as ações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), um dos principais instrumentos do governo federal para a regulação de mercado e proteção do produtor rural frente à volatilidade de preços.</p>



<p>A lista de culturas contempladas inclui produtos como algodão em caroço e em pluma, arroz longo fino em casca, borracha natural cultivada, cacau, leite, milho, mandioca, feijão (cores e preto), farinha, látex, coágulo virgem a granal, entre outros. A medida abrange todas as regiões do país e tem validade entre julho de 2025 e maio de 2027, a depender da cultura.</p>



<p><strong>Segurança para o produtor</strong></p>



<p>O preço mínimo é definido com base em critérios técnicos e econômicos, como os custos de produção e as cotações nos mercados interno e externo. A proposta é elaborada anualmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que também responde pelos estudos técnicos da PGPM-Bio, voltada aos produtos da sociobiodiversidade.</p>



<p>De acordo com o Decreto-Lei nº 79/1966, o preço mínimo serve como referência para o governo agir, caso os valores de mercado fiquem abaixo do estabelecido. Nesses casos, a União pode realizar a compra direta dos produtos ou conceder subvenções para compensar a diferença, protegendo a renda do agricultor.</p>



<p><strong>Referência para o planejamento</strong></p>



<p>A atualização dos preços mínimos ocorre antes do início da próxima safra e é essencial para o planejamento da produção agrícola. Com ela, o governo sinaliza seu compromisso com o setor e ajuda o produtor a tomar decisões mais informadas sobre o que plantar e quanto investir, especialmente em culturas mais sensíveis à oscilação de preços.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Plano Safra 2025/26 injeta R$ 516,2 bilhões no agro e prioriza crédito para custeio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 13:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal anuncia nesta terça-feira (1°) o Plano Safra 2025/26 voltado para a agropecuária empresarial. A apresentação completa ocorre às 11h no Palácio do Planalto, em Brasília, mas a reportagem do Canal Rural teve acesso antecipado a informações do programa. O montante total será de R$ 516,2 bilhões, alta de 1,5% em relação aos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo federal anuncia nesta terça-feira (1°) o Plano Safra 2025/26 voltado para a agropecuária empresarial. A apresentação completa ocorre às 11h no Palácio do Planalto, em Brasília, mas a reportagem do Canal Rural teve acesso antecipado a informações do programa.</p>



<p>O montante total será de R$ 516,2 bilhões, alta de 1,5% em relação aos R$ 508,6 bilhões da safra anterior. Mesmo com esse crescimento nominal, levando-se em conta a inflação de 5,32% do período desde o Plano Safra 2024/25 , não há aumento real no volume. Entretanto, o governo destaca o reforço em recursos equalizados, que subirão de R$ 92,8 bilhões para R$ 113,8 bilhões, somando R$ 189 bilhões com outras linhas controladas.</p>



<p><strong>Foco em custeio em meio a juros altos</strong></p>



<p>Diante do cenário de juros elevados, o governo priorizou as linhas de custeio e comercialização, que passam de R$ 401,3 bilhões para R$ 414,7 bilhões. Já os recursos para investimentos recuam de R$ 107,3 bilhões para R$ 101,5 bilhões, reflexo da cautela dos produtores rurais neste momento.</p>



<p>As taxas de juros também tiveram aumento, acompanhando a alta da&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/economia/">Selic</a></strong>&nbsp;de 10,5%, à época do lançamendo do Plano Safra passado, para 15% ao ano agora. Para custeio, médios produtores pagarão juros de 10%, enquanto demais produtores terão taxas de 14%. Já para investimentos, os juros vão variar entre 8,5% e 13,5% ao ano.</p>



<p>O governo afirma que, embora tenha havido alta de 1,5 a 2 pontos percentuais, o ajuste foi menor do que o incremento total da taxa básica de juros, como forma de conter o impacto no crédito rural.</p>



<p><strong>Pronamp ampliado</strong></p>



<p>O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) contará com R$ 69,1 bilhões em crédito, alta de 5,98% em comparação ao ciclo anterior.</p>



<p>O teto de renda anual para enquadramento no programa também foi ampliado, passando de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões.</p>



<p><strong>Planejamento fiscal e estratégia</strong></p>



<p>O novo Plano Safra foi elaborado em um contexto de restrição orçamentária e aumento da dívida pública, segundo fontes do governo, mas buscou gestão estratégica dos recursos.</p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a ampliação do orçamento para equalização de juros, justificando o apoio pela expectativa de safra recorde.</p>



<p><strong>Recomendações do Zarc</strong></p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou em seu site que, a partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Anteriormente restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares do Pronaf com enquadramento obrigatório no Proagro, a exigência agora se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido.</p>



<p>O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições. A exceção ocorre somente nos casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura financiada.</p>



<p>Outra novidade é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos.</p>



<p>O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, beneficiando iniciativas voltadas à preservação ambiental. Também será permitido o financiamento de insumos e tratos culturais voltados ao cultivo de plantas utilizadas para cobertura e proteção do solo no período de entressafra, incentivando práticas agrícolas sustentáveis.</p>



<p>Sem entrar em detalhes, o Mapa ainda informa que o novo Plano Safra vai trazer medidas para facilitar a renegociação de dívidas, oferecendo aos produtores que enfrentaram dificuldades em safras anteriores mais flexibilidade para reorganizar seus passivos e retomar o fluxo produtivo.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<item>
		<title>Plano Safra 2025/26 projeta investimentos e exige atenção estratégica dos produtores</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-26-projeta-investimentos-e-exige-atencao-estrategica-dos-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 11:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com R$ 89 bilhões destinados à agricultura familiar, o programa federal reforça a importância do planejamento e da gestão eficiente do crédito rural, mesmo em um cenário de juros mais altos O Plano Safra representa uma das principais estratégias de suporte ao agronegócio brasileiro, oferecendo recursos financeiros para fomentar a produção agrícola e pecuária e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com R$ 89 bilhões destinados à agricultura familiar, o programa federal reforça a importância do planejamento e da gestão eficiente do crédito rural, mesmo em um cenário de juros mais altos</em></p>



<p>O Plano Safra representa uma das principais estratégias de suporte ao agronegócio brasileiro, oferecendo recursos financeiros para fomentar a produção agrícola e pecuária e promover a sustentabilidade do setor. Trata-se de um conjunto de políticas e programas do governo federal voltado ao apoio direto aos produtores rurais, com linhas de financiamento que possuem taxas subsidiadas, prazos longos para pagamento e, em muitos casos, parcelas anuais.</p>



<p>Essas linhas de crédito abrangem custeio, investimento, comercialização e industrialização da produção agropecuária. No entanto, para acessar e utilizar esses recursos com eficácia, é fundamental ter planejamento detalhado e conhecimento técnico sobre crédito rural.</p>



<p>&#8220;Os recursos do Plano Safra são essenciais para que os produtores possam investir em tecnologia, insumos e infraestrutura, garantindo uma produção mais eficiente e competitiva&#8221;, afirma Romário Alves, CEO e fundador da Sonhagro, rede especializada em soluções completas de crédito rural. &#8220;No entanto, é fundamental que os produtores saibam como acessar e utilizar esses recursos de forma estratégica&#8221;, complementa.</p>



<p>No Brasil, todas as operações de crédito rural seguem as diretrizes do Manual de Crédito Rural (MCR), do Banco Central do Brasil, e são operacionalizadas pelo Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR). Este sistema envolve bancos, cooperativas de crédito, agentes técnicos e articuladores como a Sonhagro, que atuam no suporte aos produtores durante todo o processo.</p>



<p>Para pequenos produtores, o primeiro passo é obter o Cadastro de Agricultor Familiar (CAF), documento emitido por entidades credenciadas pelo governo federal. A partir daí, inicia-se a etapa de elaboração e entrega dos projetos técnicos às instituições financeiras.</p>



<p>&#8220;Ajudamos os produtores desde a coleta e organização dos documentos até a execução dos projetos técnicos, laudos e croquis das áreas beneficiadas, que são exigências formais dos bancos e cooperativas&#8221;, explica Romário. &#8220;Nosso objetivo é facilitar o processo e permitir que o produtor foque no que sabe fazer: produzir.&#8221;</p>



<p>Outro ponto importante é que o CPF deve estar regular, pois restrições cadastrais inviabilizam o acesso ao crédito. O produtor também precisa justificar a aplicação dos recursos por meio de um orçamento e projeto técnico detalhado, além de apresentar documentação do imóvel rural beneficiado.</p>



<p>Após a aprovação do crédito, sua utilização deve ser rigorosamente fiel ao que foi previsto no projeto. Instituições financeiras e o Banco Central fiscalizam a aplicação dos recursos. Por isso, a gestão responsável e o bom planejamento são indispensáveis.</p>



<p>&#8220;É essencial pensar no médio e longo prazo, reservar recursos para imprevistos e adotar práticas sustentáveis&#8221;, orienta Romário Alves. &#8220;Isso contribui para a continuidade do negócio e aumenta a resiliência da produção rural.&#8221;</p>



<p>Na safra anterior o governo destinou R$ 78,2 bilhões para o Pronaf. Para a temporada 25/26, o governo anunciou R$ 89 bilhões destinados exclusivamente à agricultura familiar, sinalizando a continuidade do apoio ao segmento, ainda que em um contexto de juros mais elevados.</p>



<p><strong>Sobre a Sonhagro</strong><strong>:</strong></p>



<p>Especializada em soluções completas de crédito rural, a rede visa facilitar os processos burocráticos para os produtores, atuando no gerenciamento de suas negociações e na execução dos projetos técnicos que os bancos exigem.  Fazendo a sua história há mais de 11 anos, com mais de 90 unidades que facilitam o financiamento do crédito rural para os produtores em 25 estados do país.<br><br><em>Por Lucky Assessoria.</em></p>
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		<item>
		<title>Plano Safra 2025/26 será anunciado hoje com expectativa de ampliação de crédito; confira os detalhes preliminares</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-26-sera-anunciado-hoje-com-expectativa-de-ampliacao-de-credito-confira-os-detalhes-preliminares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ampliação de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O anúncio do Plano Safra 25/26, marcado para esta segunda-feira (30/6) para a agricultura familiar &#8211; e 1º de julho para a empresarial -, chega com expectativas de um orçamento que pode se aproximar dos&#160;R$ 600 bilhões&#160;e ser novamente recorde. A temporada atual (24/25) contabilizou R$ 584,5 bilhões. Desse valor, R$ 400,5 bilhões foram à agricultura empresarial, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O anúncio do Plano Safra 25/26, marcado para esta segunda-feira (30/6) para a agricultura familiar &#8211; e 1º de julho para a empresarial -, chega com expectativas de um orçamento que pode se aproximar dos&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2025/06/novo-plano-safra-pode-ter-recorde-de-r-600-bi-em-recursos.ghtml">R$ 600 bilhões</a>&nbsp;e ser novamente recorde. A temporada atual (24/25) contabilizou R$ 584,5 bilhões.</p>



<p>Desse valor, R$ 400,5 bilhões foram à agricultura empresarial, R$ 76 bilhões do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e R$ 108 bilhões das Cédulas de Produto Rural (CPRs) direcionadas — que passou a compor o saldo final do governo.</p>



<p>Para o anúncio desta segunda-feira, a expectativa de que medidas estruturais, como maior exigibilidade das Letras de Crédito do Agronegócios (LCAs) e depósitos à vista, devem complementar o orçamento e viabilizar um plano “robusto”, nas palavras do governo.</p>



<p>Do total destinado à atual safra, até abril, foram desembolsados R$  298,6 bilhões em crédito rural — quase 80 % do total previsto, distribuídos entre custeio, comercialização e investimento.</p>



<p>Porém, o desembolso apresentou desaceleração nos meses iniciais, com queda de 40 % no primeiro bimestre, em parte atribuída a exigências ambientais e maior cautela por parte de produtores. A alta persistente da taxa Selic, atualmente em 14,75 %, pressionou significativamente o custo da equalização de juros, tornando o novo Plano o mais difícil dos últimos anos, conforme avaliação recente do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.</p>



<p><strong>Valores das taxas de juros já foram definidos; veja quanto será</strong></p>



<p>A mesma preocupação foi reforçada por técnicos que estimam gastos extras com custeio de juros em valores até 150 % superiores ao patamar anterior.</p>



<p>Como alternativa para viabilizar o crédito, o governo deve ampliar a exigibilidade de depósitos à vista (hoje 31,5 %) e das LCAs (de 50 % para 60 %), o que pode liberar cerca de R$ 64 bilhões adicionais sem custo direto ao Tesouro.</p>



<p>No âmbito da agricultura familiar, o volume também deve bater recorde, de acordo com o ministro Paulo Teixeira, com anúncio oficial às 10h de hoje. Espera-se que as condições — valores e juros — sejam divulgados não apenas para a agricultura familiar, mas também para a empresarial até o começo de julho.</p>



<p>Segundo o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, em entrevista recente à Globo Rural, o foco deve continuar voltado ao apoio ao custeio — frente ao cenário de juros altos — com prioridade aos médios produtores via Pronamp e atenção especial ao Pronaf na agricultura familiar.</p>



<p>Enquanto isso, instituições financeiras como o Sicredi já estimam liberar R$ 22 bilhões em crédito rural no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, cerca de 20 % acima do montante da safra anterior.</p>



<p><strong>Componentes do Plano Safra 25/26</strong></p>



<p>Para compor o montante total do Plano Safra, o governo ainda precisa adicionar a esse somatório os recursos liberados via Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé); os valores operacionalizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), captados via Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), recursos ordinários da instituição e letras de crédito; e a previsão orçamentárias dos Fundos Constitucionais do Centro-Oeste (FCO), Norte (FNO) e Nordeste (FNE).</p>



<p>Os recursos próprios das instituições financeiras aplicados em linhas a juros livres também são contabilizados. Na temporada 2024/25, essa modalidade corresponde a 5% do dinheiro desembolsado até maio. A aplicação desses valores desde julho de 2024, somados à linha de recursos livres do BNDES e de captação externa, foi de R$ 17,9 bilhões.</p>



<p><strong>CPRs</strong></p>



<p>Quase metade do valor já computado (R$ 455,2 bilhões) deverá ser desembolsado por meio de CPRs de produtores financiadas pelos bancos a partir de recursos captados pela emissão das LCAs. Nos cálculos do Ministério da Fazenda, o direcionamento dessa fonte será de R$ 200 bilhões para aquisição desses títulos.</p>



<p>A Pasta já informou que vai incluir as CPRs direcionadas no cômputo total do Plano Safra. O montante não inclui títulos emitidos no mercado de capitais ou em favor de revendas ou tradings, na chamada operação de barter, contou a Globo Rural na última quinta-feira (26/6). As LCAs vão injetar às linhas de crédito rural tradicionais mais R$ 128,7 bilhões, em financiamentos a juros livres.</p>



<p><strong>Três pontos e cobranças do setor</strong></p>



<p><strong>1. Juros altos</strong></p>



<p>Na última sexta-feira (27/6), a equipe do governo que atua na formulação do Plano Safra 25/26 definiu que haverá alta de juros entre 1,5 ponto percentual e 2,5 pontos percentuais em praticamente todas as linhas de crédito rural para pequenos, médios e grandes produtores.</p>



<p>Segundo fontes do governo, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), as linhas vão aumentar no máximo 2 pontos percentuais. Já o Pronamp, destinado aos médios produtores, deve ter alta quase generalizada de 2 pontos percentuais e chegar a 10%.</p>



<p>A linha para agroecologia também deve ficar em 2%, em sinal de valorização da pauta ambiental e sustentável em ano de COP30 no Brasil.</p>



<p><a class="" href="https://globorural.globo.com/economia/noticia/2025/06/selic-puxara-alta-dos-juros-no-plano-safra.ghtml"><strong>Entenda os detalhes das taxas de juros que serão aplicadas no Plano Safra 25/26</strong></a></p>



<p><strong>2. Tensão entre demanda e orçamento</strong></p>



<p>Há forte demanda por ampliação dos recursos, inclusive por parte de bancos, cooperativas e entidades do agro. Ao mesmo tempo, o governo enfrenta limitações fiscais, o que tornou o desenho do plano especialmente tenso este ano. O volume final é muito aguardado para ver se as expectativas do setor serão ou não atendidas — especialmente nas linhas com juros controlados (Pronaf, Pronamp e investimentos).</p>



<p>Soma-se também a contenção de despesas do governo, que foi anunciada no dia 18 de junho, reascendeu o alerta sobre o anúncio poder deixar de fora a informação do que o Planalto irá disponibilizar na safra 2025/26. Além disso, o congelamento de R$ 455,1 milhões no orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) pode atrapalhar os planos do Ministério da Agricultura de mudar a política de gestão de risco.</p>



<p><strong>3. Previsibilidade</strong></p>



<p>Em 2024/25, a liberação dos recursos foi mais lenta, com atrasos na operacionalização de linhas e dúvidas regulatórias, como as relacionadas ao CAR e critérios ambientais. Para 25/26, o setor vem cobrando mais clareza, previsibilidade e agilidade desde o primeiro dia, conforme apurou a reportagem.</p>



<p><strong>Como foi o anúncio do Plano Safra 24/25? Relembre</strong></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-globorural.glbimg.com/tZ3ZGgdspuLDY52PetIasDKykIY=/0x0:768x512/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afe5c125c3bb42f0b5ae633b58923923/internal_photos/bs/2025/u/P/f15T85QPmICYN5M6aQmA/plano-safra-ano-passado.jpeg" alt="Anúncio do Plano Safra 24/25, em julho do ano passado — Foto: Divulgação/Mapa" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Anúncio do Plano Safra 24/25, em julho do ano passado — Foto: Divulgação/Mapa</em></figcaption></figure>



<p><a class="" href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/ao-vivo/plano-safra-2425-agricultura-familiar-e-empresarial.ghtml">O Plano foi lançado em 3 de julho de 2024, depois de a data oficial de 26 de junho ter sido postergada.</a> A Globo Rural fez a cobertura em tempo real.<br> <br>Confira o <strong>resumo</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Para a <strong>agricultura empresarial </strong>foram R$ 508,59 bilhões, dos quais R$ 400,59 bilhões destinados para financiamentos, 10% a mais em relação à safra anterior, e R$ 108 bilhões em recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), para emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR), recursos complementares.</li>



<li>Dos R$ 400,59 bilhões em crédito para a agricultura empresarial, R$ 293,29 bilhões (8% a mais) foi anunciado para custeio e comercialização e R$ 107,3 bilhões (16,5% a mais) para investimentos.</li>



<li>Para a <strong>agricultura familiar,</strong> os recursos totalizaram R$ 76 bilhões destinados via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).</li>



<li>Na ocasião, houve redução de juros para 3% ao ano para produção de alimentos básicos e 2% para práticas sustentáveis.</li>



<li>Também no anúncio, o governo detalhou a alteração das regras do Pronaf. Veja<a class="" href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/plano-safra-2425-regras-de-credito-do-pronaf-sao-alteradas.ghtml"> aqui</a>.</li>



<li>Outro anúncio foi a linha de crédito para a agricultura familiar<a class="" href="https://globorural.globo.com/credito-e-investimento/noticia/2024/07/plano-safra-2425-agricultura-familiar-tera-nova-linha-para-maquinas-e-microcredito.ghtml"> investir em máquinas</a>.</li>
</ul>



<p><em>Por <strong>Por </strong><a href="https://globorural.globo.com/autores/rafael-walendorff/">Rafael Walendorff</a><strong>, </strong><a href="https://globorural.globo.com/autores/isadora-camargo/">Isadora Camargo</a><strong>, </strong><a href="https://globorural.globo.com/autores/izabel-gimenez/">Izabel Gimenez</a><strong> e </strong><a href="https://globorural.globo.com/autores/gabriella-weiss/">Gabriella Weiss</a>.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-26-sera-anunciado-hoje-com-expectativa-de-ampliacao-de-credito-confira-os-detalhes-preliminares/">Plano Safra 2025/26 será anunciado hoje com expectativa de ampliação de crédito; confira os detalhes preliminares</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Plano Safra 2025/26 promete crédito mais acessível, mas enfrenta pressão por mudanças no IOF e nas LCAs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anúncio oficial deve ocorrer até o fim de junho; setor cobra menor carga tributária e reforço no seguro rural para garantir competitividade no agro O agronegócio brasileiro vive a expectativa da divulgação do Plano Safra 2025/2026, com previsão de lançamento até o final de junho, segundo o Ministério da Agricultura (Senado Notícias, 28/05/2025). Com juros [&#8230;]</p>
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<p><em>Anúncio oficial deve ocorrer até o fim de junho; setor cobra menor carga tributária e reforço no seguro rural para garantir competitividade no agro</em></p>



<p>O agronegócio brasileiro vive a expectativa da divulgação do Plano Safra 2025/2026, com previsão de lançamento até o final de junho, segundo o Ministério da Agricultura (Senado Notícias, 28/05/2025). Com juros altos, riscos climáticos crescentes e entraves burocráticos, o setor tem feito pressão junto ao governo por um programa robusto, com crédito ampliado, seguro fortalecido e ambiente regulatório mais ágil.</p>



<p>Em audiência na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do próprio Ministério da Agricultura apresentaram propostas para garantir a sustentabilidade do crédito rural no país.</p>



<p><strong>Equalização de juros: prioridade imediata</strong></p>



<p>Com a Selic próxima dos 15% ao ano, o crédito rural tradicional tem se tornado inviável para muitos produtores. A expectativa é de que o Governo Federal destine mais recursos para a equalização de juros, viabilizando operações com taxas mais competitivas, especialmente para médios e pequenos produtores.</p>



<p><strong>IOF em debate: setor pede revisão urgente</strong></p>



<p>Outro ponto sensível nas discussões é o impacto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de crédito rural. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, afirmou que a substituição do IOF é “essencial” para a sobrevivência do Plano Safra. Em entrevista à CNN Brasil, ele defendeu a criação de um novo mecanismo tributário que preserve a atratividade do crédito e a competitividade da produção agrícola nacional.</p>



<p><strong>Taxação das LCAs pode agravar o cenário</strong></p>



<p>A recente possibilidade de taxação das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) gerou novas críticas do setor produtivo. Em nota pública, a CNA avaliou que a medida desestimula investidores e impacta negativamente a oferta de crédito rural no país.</p>



<p>Atualmente isentas de tributação para o investidor, as LCAs são fundamentais para captar recursos para o financiamento do agro. Caso a proposta de taxação avance, especialistas afirmam que o efeito será a redução da atratividade desses papéis e o encarecimento dos financiamentos, especialmente nas instituições privadas.</p>



<p><strong>Seguro rural e Proagro ganham protagonismo</strong></p>



<p>A CNA também propôs um aporte de R$ 4 bilhões no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), além da criação de um fundo de catástrofe e do fortalecimento do Proagro como resposta aos impactos crescentes de eventos climáticos extremos.</p>



<p><strong>Simplificação e crédito externo como alternativas</strong></p>



<p>Produtores também apontam a burocracia e a lentidão dos processos regulatórios como entraves recorrentes. O setor reivindica a simplificação das exigências ambientais e fundiárias e a digitalização completa da contratação de crédito rural (CNA, Propostas Prioritárias).</p>



<p>Enquanto isso, muitos produtores já buscam linhas de financiamento internacionais, com taxas de juros entre 6% e 8% ao ano, como alternativa ao crédito doméstico, cujas condições têm se tornado menos atrativas devido à Selic alta, ao IOF e ao possível fim da isenção das LCAs.</p>



<p><strong>O que esperar para os próximos dias?</strong></p>



<p>O lançamento oficial do Plano Safra 2025/26 deve ocorrer até o fim de junho, segundo o Ministério da Agricultura. A proposta deve refletir parte das sugestões recebidas em audiências públicas e relatórios técnicos enviados por entidades representativas, como CNA, FPA, FAEP e cooperativas estaduais.</p>



<p>O novo Plano Safra será decisivo para o futuro do agro brasileiro. A manutenção de incentivos como as LCAs e a revisão urgente do IOF estão no centro do debate sobre a viabilidade do crédito rural. Com custos em alta e riscos climáticos crescentes, o setor cobra agilidade, previsibilidade e segurança jurídica para continuar produzindo, empregando e exportando. O que está em jogo não é apenas o crédito, é a capacidade do Brasil de manter sua liderança global no agronegócio.</p>



<p><em>Por Pedro Fraz, Advogado inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil desde 2017, é especialista em Direito Processual Civil (Faculdade Damásio), em Direito e Processo do Trabalho (Faculdade ATAME/GO) e em Direito Agrário e do Agronegócio (FMP/RS). Concluinte da 27ª turma de Treinamento de Competências Interpessoais da Dale Carnegie Course. Diretor Comercial do escritório Fraz Advocacia – Advogados Associados.<br></em><br></p>
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		<title>Plano Safra 2025/2026 será tema de audiência pública da Comissão de Agricultura nesta quarta, 28</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-2026-sera-tema-de-audiencia-publica-da-comissao-de-agricultura-nesta-quarta-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 12:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Agricultura e Reforma Agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai debater nesta quarta-feira (28), às 14h, o Plano Safra para o biênio 2025-2026. O&#160;programa do governo federal oferece linhas de crédito e incentivos para o setor agropecuário, visando apoiar a produção e a comercialização de alimentos, para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira, especialmente da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) vai debater nesta quarta-feira (28), às 14h, o Plano Safra para o biênio 2025-2026. O&nbsp;programa do governo federal oferece linhas de crédito e incentivos para o setor agropecuário, visando apoiar a produção e a comercialização de alimentos, para promover o desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira, especialmente da agricultura familiar e empresarial, por meio do oferecimento de crédito rural, apoio à comercialização, investimentos em inovação, seguro agrícola e assistência técnica.</p>



<p>Em seu requerimento para a audiência (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168438" target="_blank" rel="noreferrer noopener">REQ 20/2025)</a>, Zequinha Marinho (Podemos-PA)argumenta que instabilidades climáticas e econômicas representam grandes desafios para a agropecuária brasileira. Zequinha defendeu maior segurança jurídica para a área, com respaldo técnico e financeiro.</p>



<p>“A proposta apresentada pelo setor produtivo, com apoio da bancada ruralista, contempla medidas estruturantes como a destinação de R$ 25 bilhões para equalização de juros, a aplicação de 1% do valor total do Plano Safra (R$ 5,99 bilhões) para subvenção ao seguro rural e a regulamentação de um Fundo de Catástrofe”, esclarece.</p>



<p>Segundo ele, esses recursos vão evitar a interrupção do crédito rural e proteger produtores rurais dos eventos climáticos extremos, especialmente no Rio Grande do Sul e no Centro-Oeste. Seria um modelo mais estável e moderno, com planejamento de longo prazo, como o praticado pelos Estados Unidos.</p>



<p>Já confirmaram presença na audiência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Guilherme Campos Júnior;</li>



<li>secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello;</li>



<li>subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt;</li>



<li>assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Augusto Costa Rios;</li>



<li>presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), Maurício Buffon;</li>



<li>coordenador do Ramo Agropecuário da Organização das Cooperativas do Brasil &#8211; OCB, João José Prieto Flávio.</li>
</ul>



<p>E por videoconferência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coordenador-geral de Financiamento à Produção Rural da Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Robson Lopes</li>
</ul>



<p><strong>Convite a Wellington Dias</strong></p>



<p>Após a audiência pública será realizada sessão deliberativa para votação do requerimento ( <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168746" target="_blank" rel="noreferrer noopener">REQ 27/2025</a> ) do senador Marcos Rogério (PL-RO) que convoca o ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, para explicar a mudança de posição do governo quanto a Projeto de Lei (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/164303" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PL) 715/2023</a> que exclui os valores recebidos por trabalhadores rurais em contratos por safra do cálculo da renda familiar mensal usada para definir quem tem direito a benefícios sociais. O projeto também propõe que as informações sobre os contratos de safra sejam obrigatoriamente registradas no sistema eSocial — plataforma do governo que concentra dados trabalhistas, previdenciários e fiscais.</p>



<p><em>Por Câmara Senado.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/plano-safra-2025-2026-sera-tema-de-audiencia-publica-da-comissao-de-agricultura-nesta-quarta-28/">Plano Safra 2025/2026 será tema de audiência pública da Comissão de Agricultura nesta quarta, 28</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Safra brasileira de milho projeta 131 milhões de toneladas e movimenta mercado internacional de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-brasileira-de-milho-projeta-131-milhoes-de-toneladas-e-movimenta-mercado-internacional-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 11:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Internacional de Grãos (IGC) elevou sua projeção para a produção global de grãos na safra 2025/26 para 2,375 bilhões de toneladas, um acréscimo de 2 milhões em relação à estimativa anterior. A revisão reflete principalmente as melhores expectativas para a produção de milho no Brasil, que deve atingir 131 milhões de toneladas, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Conselho Internacional de Grãos (IGC) elevou sua projeção para a produção global de grãos na safra 2025/26 para 2,375 bilhões de toneladas, um acréscimo de 2 milhões em relação à estimativa anterior. A revisão reflete principalmente as melhores expectativas para a produção de milho no Brasil, que deve atingir 131 milhões de toneladas, com base em estimativas do próprio IGC.</p>



<p>Embora os dados se refiram à próxima temporada agrícola, eles já sinalizam o papel decisivo do Brasil no cenário mundial de grãos. O desempenho do país contribui diretamente para o equilíbrio da oferta global, destacando sua relevância na segurança alimentar internacional e a eficácia de suas estratégias tecnológicas no campo.</p>



<p>A estimativa para o consumo global de grãos também foi ajustada para cima, alcançando o recorde de 2,372 bilhões de toneladas. Os estoques finais devem encerrar o período com 585 milhões de toneladas, representando um crescimento de 4% em relação à safra anterior (2023/24). Já o comércio internacional foi revisado para baixo, estimado agora em 581 milhões de toneladas — o menor volume registrado na última década.</p>



<p>Entre os principais grãos, o milho lidera o movimento de alta, com projeção global de 1,277 bilhão de toneladas. As previsões para soja (428 milhões) e trigo (806 milhões) foram mantidas. A produção de arroz também apresentou revisão positiva, devendo atingir 541 milhões de toneladas.</p>



<p>A perspectiva de safra positiva reforça a importância da adoção de práticas agrícolas baseadas em ciência, tecnologia e uso eficiente de insumos. O manejo nutricional adequado e o uso correto de fertilizantes têm se mostrado essenciais para garantir altas produtividades e qualidade nas lavouras. O fornecimento balanceado de nutrientes ao solo é determinante para o desenvolvimento das plantas, especialmente em um contexto de aumento da demanda global por alimentos e necessidade de produção sustentável.</p>



<p><em>“A perspectiva de uma boa safra, como a que estamos vivenciando, é fundamental não apenas para o equilíbrio do abastecimento global, mas também para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para o campo. Um cenário favorável estimula investimentos em pesquisa, inovação e no aprimoramento de produtos voltados à produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do produtor rural”</em>, afirma Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro.&nbsp;</p>



<p>Com base nas previsões atuais e no desempenho robusto do setor, a expectativa é de que o Brasil continue ampliando sua relevância como um dos principais players do agronegócio mundial, combinando inovação, eficiência e compromisso com a sustentabilidade.<br><br><em>Por Fábio Bouças/Press FC Assessoria e Consultoria.</em></p>
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		<item>
		<title>Alta dos juros deve impactar o crédito rural oficial em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/alta-dos-juros-deve-impactar-o-credito-rural-oficial-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 13:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A elevação dos juros vai dificultar o cenário do crédito rural oficial em 2025. Sem folga no orçamento da União, será mais difícil para o governo encontrar um equilíbrio entre a oferta de recursos subsidiados e as taxas finais a serem cobradas dos produtores na construção do próximo Plano Safra (2025/26), afirmou o subsecretário de Política Agrícola [&#8230;]</p>
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<p>A elevação dos juros vai dificultar o cenário do crédito rural oficial em 2025. Sem folga no orçamento da União, será mais difícil para o governo encontrar um equilíbrio entre a oferta de recursos subsidiados e as taxas finais a serem cobradas dos produtores na construção do próximo Plano Safra (2025/26), afirmou o subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt.</p>



<p>“Vamos ter um aumento nos custos de equalização em relação ao que previmos. Teremos que buscar um ajuste para isso”, disse Bittencourt ao Valor. Ele evitou fazer qualquer sinalização antecipada, mas concordou que a escalada da Selic pressiona o gasto com a equalização dos juros do crédito rural subsidiado. Até o momento, a contratação desses recursos com subvenção do Tesouro Nacional segue normal, garantiu.</p>



<p>Sem muito espaço para manobras, a decisão do governo deverá ficar entre aumentar as taxas dos financiamentos a partir de julho de 2025 ou diminuir o alcance dos recursos equalizados. No Plano Safra 2024/25, o orçamento para equalização e manutenção dos juros já cresceu, em um movimento que exigiu articulação da área agrícola no governo. As alíquotas oficiais balizam o preço do crédito no mercado em geral.</p>



<p>Em 2024, o orçamento para a subvenção de juros do crédito rural foi de R$ 11,8 bilhões. Desse montante, R$ 3,4 bilhões foram para financiamentos de investimentos, R$ 1 bilhão para o custeio agropecuário, R$ 6,8 bilhões para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e R$ 621 milhões para o alongamento de dívidas do crédito rural. Esse dinheiro é usado para bancar a diferença entre o custo que os bancos têm para captar e operar as linhas — e essa despesa subiu nos últimos meses — e as alíquotas que agricultores e pecuaristas pagam pelos empréstimos.</p>



<p>O cenário ficou nebuloso já na reta final de 2024. Quando o Plano Safra 2024/25 foi elaborado, a expectativa da equipe econômica do governo era de que a taxa básica de juros cairia, aproximando-se de um dígito em dezembro. Mas a Selic tomou o caminho oposto: ela era de 10,5% em julho, quando o plano foi lançado, chegou a 12,25%, e há perspectiva de que aumente mais dois pontos percentuais no início de 2025. A conta ficou mais apertada, mas foi paga, disse Bittencourt.</p>



<p>O orçamento é usado para equalizar taxas de operações de 2024 e as contratadas em anos anteriores, que também ficam mais caras quando o juro sobe. Por isso, o Tesouro sempre tenta prever uma “sobra”. Para 2025, há dúvidas sobre o orçamento ser suficiente, mesmo que cresça. Como a lei orçamentária será votada só em fevereiro, existe a possibilidade de negociação para que o montante cresça. A proposta inicial do governo, ainda pendente de votação no Congresso Nacional, é aumentar a verba para R$ 14,8 bilhões.</p>



<p>“Como agora vai ter um gasto maior, na elaboração do próximo Plano Safra, o residual que vai sobrar em relação ao que já terá sido comprometido com pagamento das operações contratadas em anos anteriores vai ser menor. Com isso, vamos ter mais dificuldade para fechar o Plano Safra”, afirmou Bittencourt. “Em certos aspectos, será ainda mais restritivo em termos de orçamento. Vamos ter que tentar construir o Plano Safra com um cenário mais arrochado em termos de disponibilidade de equalização”, completou.</p>



<p>De julho a novembro de 2024, nos cinco primeiros meses da safra, a contratação de recursos equalizados cresceu, disse o subsecretário. O número de contratos aumentou 48%, para 404,5 mil, e o montante financiado, 32%, para R$ 67,4 bilhões. O desembolso das instituições financeiras e o pagamento da equalização ocorreram normalmente, disse Bittencourt.</p>



<p>O cenário será monitorado, afirmou o subsecretário, para se identificar uma eventual necessidade de suplementação depois de julho. Dos R$ 476,6 bilhões anunciados para o Plano Safra 2024/25, menos de um terço tem equalização. São R$ 133,6 bilhões com subsídio direto do Tesouro. Desse montante, R$ 42,5 bilhões são para a agricultura familiar e R$ 91,1 bilhões para médios e grandes produtores.</p>



<p>O valor orçado inicialmente para subsidiar os financiamentos da temporada 2024/25 foi de R$ 16,3 bilhões, divididos em orçamentos de vários anos: R$ 5,9 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 10,4 bilhões para a agricultura familiar.</p>



<p>Bittencourt disse que iniciativas como o programa de conversão de pastagens, que tenta criar uma linha de crédito pelo Ecoinvest, fora do Plano Safra, podem ser alternativas para dar tração a determinados financiamentos. “Mas não tem mágica, não faz fluir dinheiro a taxas baixas. Já dissemos que estávamos chegando quase no limite das fontes direcionadas (poupança rural, depósitos à vista e LCAs), e já estamos no limite”, comentou.<br><br>Por Glo</p>
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