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	<title>Preço Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Preço Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Preços dos pescados variam até 105% em Palmas, aponta Procon Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Procon Tocantins realizou, nesta última terça-feira, 31, uma pesquisa de preços de pescados em estabelecimentos comerciais de Palmas, com o objetivo de auxiliar os consumidores na escolha dos produtos durante o período da Semana Santa, quando a procura por esse tipo de alimento aumenta significativamente. O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, destacou que [&#8230;]</p>
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<p>O Procon Tocantins realizou, nesta última terça-feira, 31, uma pesquisa de preços de pescados em estabelecimentos comerciais de Palmas, com o objetivo de auxiliar os consumidores na escolha dos produtos durante o período da Semana Santa, quando a procura por esse tipo de alimento aumenta significativamente.</p>



<p>O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, destacou que o objetivo da pasta é oferecer ao consumidor uma ferramenta que auxilie na hora da compra. “Pesquisas como esta são fundamentais, especialmente em períodos como a Semana Santa, quando a demanda por pescados aumenta. O levantamento mostra que é possível sim, economizar de forma significativa ao comparar os preços”, afirmou.</p>



<p>Ao todo, foram analisados 94 tipos de pescados, encontrados em supermercados atacados e peixarias da Capital, entre eles, camarão, bacalhau, salmão, lagosta, lula em anéis, caranha, pintado, filhote, tilápia, corvina e tucunaré.</p>



<p>A maior variação de preços foi identificada no produto Kani Kama de 200 gramas, que apresentou diferença de 105% entre os estabelecimentos pesquisados. O menor preço encontrado foi de R$ 8,99, enquanto o maior chegou a R$ 18,39.</p>



<p>Em seguida, o filé de tilápia congelado de 800 gramas, que registrou variação de 82%, sendo comercializado entre R$ 33,90 e R$ 61,59. Já o camarão rosa descascado e eviscerado, com 300 gramas de 20 a 25 unidades, apresentou variação de 81%, com preços entre R$ 59,99 e R$ 108,49.</p>



<p>Entre os peixes frescos, o destaque ficou para a posta de tambaqui, que apresentou variação de 79%, sendo encontrada entre R$ 23,99 e R$ 43,00 o quilo.</p>



<p>O diretor de fiscalização do órgão, Magno Silva, reforçou a necessidade de atenção à qualidade dos produtos. “Além de observar o preço, é fundamental que o consumidor verifique as condições de armazenamento e conservação dos pescados. Produtos mal acondicionados podem representar riscos à saúde”, alertou.</p>



<p><strong>Orientações ao consumidor</strong></p>



<p>O Procon Tocantins orienta que, no momento da compra, o consumidor deve ficar atento às condições de armazenamento e higiene dos produtos e do local de venda. Em supermercados, os pescados devem estar armazenados em balcões frigoríficos adequados. Já em feiras livres, é necessário que estejam conservados em gelo picado, protegidos do sol e de insetos.</p>



<p>No caso de peixes não industrializados, é importante verificar se a carne está firme, os olhos brilhantes, as guelras avermelhadas e se as escamas permanecem bem fixadas. Outro ponto de atenção é a elasticidade: ao pressionar levemente o peixe, ele deve retornar rapidamente ao formato original.</p>



<p>Para os produtos congelados, a recomendação é que sejam mantidos em temperaturas inferiores a -18ºC e, no caso dos resfriados, abaixo de 0ºC. O consumidor também deve observar se há presença de água ou piso úmido próximo aos freezers, o que pode indicar falhas na conservação e comprometer a qualidade do produto.</p>



<p>A pesquisa completa pode ser acessada por meio do link:<br><a href="https://central.to.gov.br/download/471787" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://central.to.gov.br/download/471787</a>.</p>



<p><em>Por Waldenia Silva/Governo do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Petrobras reajusta preço do diesel para distribuidoras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/petrobras-reajusta-preco-do-diesel-para-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[distribuidoras]]></category>
		<category><![CDATA[petrobas]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reajuste entra em vigor neste sábado (14) e altera o preço médio do diesel A vendido pela estatalA Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que vai reajustar o preço de venda do diesel A para as distribuidoras a partir deste sábado (14). O aumento será de R$ 0,38 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 85% [&#8230;]</p>
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<p><em>Reajuste entra em vigor neste sábado (14) e altera o preço médio do diesel A vendido pela estatal<br></em><br>A Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que vai reajustar o preço de venda do diesel A para as distribuidoras a partir deste sábado (14). O aumento será de R$ 0,38 por litro.<br><br>Considerando a mistura obrigatória de 85% de diesel A e 15% de biodiesel, o reajuste corresponde a R$ 0,32 por litro sobre o diesel B vendido nos postos.</p>



<p>Após o ajuste, o preço médio do diesel A comercializado pela companhia para as distribuidoras passará a R$ 3,65 por litro. A participação da Petrobras no valor do diesel B vendido ao consumidor final será, em média, de R$ 3,10 por litro.</p>



<p><strong>Histórico de reajustes<br></strong><br>Segundo a empresa, o último ajuste no preço do diesel para as distribuidoras ocorreu há 311 dias, em 6 de maio de 2025, quando houve redução.<br><br>O último aumento havia sido registrado em 1º de fevereiro de 2025.</p>



<p>Mesmo com a atualização anunciada, a Petrobras afirma que, no acumulado desde dezembro de 2022, o preço do diesel A vendido às distribuidoras apresenta redução de R$ 0,84 por litro. O recuo corresponde a 29,6%, considerando a inflação do período.</p>



<p><strong>Tributos federais<br></strong><br>De acordo com a companhia, o impacto do reajuste para o consumidor é atenuado pela desoneração de tributos federais.</p>



<p>O Governo Federal do Brasil zerou as alíquotas de PIS e Cofins sobre a comercialização de diesel.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Preço do feijão-carioca sobe forte e alcança patamar recorde no mercado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-feijao-carioca-sobe-forte-e-alcanca-patamar-recorde-no-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[feijão-carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de feijão encerrou fevereiro com forte valorização, especialmente no caso do feijão carioca, que alcançou recordes na série histórica do Cepea/CNA, iniciada em setembro de 2024. Já o feijão-preto também registrou avanço, com médias que foram as maiores desde janeiro de 2025. Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra [&#8230;]</p>
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<p>O mercado de feijão encerrou fevereiro com forte valorização, especialmente no caso do feijão carioca, que alcançou recordes na série histórica do Cepea/CNA, iniciada em setembro de 2024. Já o feijão-preto também registrou avanço, com médias que foram as maiores desde janeiro de 2025.</p>



<p>Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que, de janeiro para fevereiro, o valor médio do feijão carioca subiu expressivos 29,3%. Trata-se da maior variação mensal entre os tipos de feijão acompanhados pelo Cepea e também do aumento mais intenso já registrado para o produto.</p>



<p>Com esse desempenho, os preços médios de fevereiro superaram os de maio de 2025 e estabeleceram um novo patamar histórico.</p>



<p><strong>Oferta limitada sustenta mercado aquecido</strong></p>



<p>Na última semana do mês, a liquidez no mercado interno foi considerada moderada. Segundo pesquisadores do Cepea, os compradores atuaram de forma criteriosa, focando principalmente na reposição dos estoques do varejo.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a oferta da primeira safra permaneceu restrita, o que manteve o viés de alta nos preços. Esse cenário de disponibilidade limitada tem sido determinante para sustentar as cotações em níveis elevados.</p>



<p><strong>Colheita avança e segunda safra entra no radar</strong></p>



<p>No campo, a colheita da primeira safra avança em diversas regiões produtoras. Paralelamente, a semeadura da segunda safra segue em andamento, com atenção especial no Paraná, um dos principais estados produtores.</p>



<p>O comportamento da nova safra e o ritmo da oferta nas próximas semanas devem continuar influenciando a dinâmica dos preços no mercado interno.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Produtores já podem consultar os preços mínimos da safra 2025/26 divulgados pelo Mapa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (9), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria nº 812, que atualiza os preços mínimos para os produtos de verão e regionais da safra 2025/26 e 2026. A medida tem como objetivo garantir uma remuneração mínima aos produtores rurais, oferecendo maior segurança nas decisões de plantio e comercialização. Os novos valores, [&#8230;]</p>
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<p>Nesta quarta-feira (9), o Ministério da Agricultura e Pecuária (<a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br">Mapa</a>) publicou a Portaria nº 812, que atualiza os preços mínimos para os produtos de verão e regionais da safra 2025/26 e 2026. A medida tem como objetivo garantir uma remuneração mínima aos produtores rurais, oferecendo maior segurança nas decisões de plantio e comercialização.</p>



<p>Os novos valores, que podem ser consultados por meio deste&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mapa-n-812-de-7-de-julho-de-2025-640776008">link</a>, foram fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e serão utilizados como base para as ações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), um dos principais instrumentos do governo federal para a regulação de mercado e proteção do produtor rural frente à volatilidade de preços.</p>



<p>A lista de culturas contempladas inclui produtos como algodão em caroço e em pluma, arroz longo fino em casca, borracha natural cultivada, cacau, leite, milho, mandioca, feijão (cores e preto), farinha, látex, coágulo virgem a granal, entre outros. A medida abrange todas as regiões do país e tem validade entre julho de 2025 e maio de 2027, a depender da cultura.</p>



<p><strong>Segurança para o produtor</strong></p>



<p>O preço mínimo é definido com base em critérios técnicos e econômicos, como os custos de produção e as cotações nos mercados interno e externo. A proposta é elaborada anualmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que também responde pelos estudos técnicos da PGPM-Bio, voltada aos produtos da sociobiodiversidade.</p>



<p>De acordo com o Decreto-Lei nº 79/1966, o preço mínimo serve como referência para o governo agir, caso os valores de mercado fiquem abaixo do estabelecido. Nesses casos, a União pode realizar a compra direta dos produtos ou conceder subvenções para compensar a diferença, protegendo a renda do agricultor.</p>



<p><strong>Referência para o planejamento</strong></p>



<p>A atualização dos preços mínimos ocorre antes do início da próxima safra e é essencial para o planejamento da produção agrícola. Com ela, o governo sinaliza seu compromisso com o setor e ajuda o produtor a tomar decisões mais informadas sobre o que plantar e quanto investir, especialmente em culturas mais sensíveis à oscilação de preços.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Com produção em alta, preços da melancia caem em Goiás e Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-producao-em-alta-precos-da-melancia-caem-em-goias-e-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temperaturas mais frias no Sul e no Sudeste têm enfraquecido a demanda, reforçando as baixas Os preços da melancia graúda (acima de 12 quilos) recuaram novamente na semana passada, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As sucessivas quedas que têm sido registradas desde o início do mês se devem ao aumento de oferta [&#8230;]</p>
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<p><em>Temperaturas mais frias no Sul e no Sudeste têm enfraquecido a demanda, reforçando as baixas</em><br><br>Os preços da melancia graúda (acima de 12 quilos) recuaram novamente na semana passada, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As sucessivas quedas que têm sido registradas desde o início do mês se devem ao aumento de oferta tanto em Uruana (GO) quanto no Tocantins. Além disso, termômetros mais amenos no Sul e no Sudeste têm enfraquecido a demanda, reforçando as baixas nos valores.</p>



<p>Levantamento do Cepea mostra que os preços das melancias de calibres médio e miúdo em Uruana (GO) foram de R$ 0,33/kg e de R$ 0,26/kg, respectivamente, patamares que, segundo produtores, são insuficientes para cobrir os principais custos de produção. Para a&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/melancia/">melancia</a>&nbsp;de maior calibre, os preços recuaram 26%, com a média semanal a R$ 0,44/kg.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea indicam que a disponibilidade da fruta deve seguir crescendo, devido ao avanço da colheita em Goiás. Assim, caso a demanda não volte a se aquecer, as cotações devem seguir enfraquecidas, pressionando ainda mais os resultados financeiros dos produtores em junho.</p>



<p><em>Por <a href="https://globorural.globo.com/autores/marcelo-beledeli/">Marcelo Beledeli</a>/Globo Rural.</em></p>
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		<title>Variação nos preços da carne em Araguaína chega a 101%, alerta Procon</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/variacao-nos-precos-da-carne-em-araguaina-chega-a-101-alerta-procon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 11:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Açougues]]></category>
		<category><![CDATA[Araguaína]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Procon Tocantins realizou, entre os dias 19 e 20 de maio, uma pesquisa de preços da carne em Araguaína. O levantamento apresentou 33 cortes, incluindo bovinos, suínos, frango e linguiças, em dez estabelecimentos da cidade. Durante a pesquisa, o item que apresentou maior variação foi o quilo do chambari, que registrou 101%, com o [&#8230;]</p>
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<p>O Procon Tocantins realizou, entre os dias 19 e 20 de maio, uma pesquisa de preços da carne em Araguaína. O levantamento apresentou 33 cortes, incluindo bovinos, suínos, frango e linguiças, em dez estabelecimentos da cidade.</p>



<p>Durante a pesquisa, o item que apresentou maior variação foi o quilo do chambari, que registrou 101%, com o menor preço encontrado a R$ 17,90 e o maior a R$ 35,90. Em seguida, a linguiça suína mostrou variação de 95%, com preços entre R$ 20,00 e R$ 38,97. A costela dianteira teve variação de 80%, com preços entre R$ 15,00 e R$ 26,99.</p>



<p>Entre os cortes de frango, a moela foi o item com maior variação (74%), sendo encontrada por valores entre R$ 10,90 e R$ 18,98. Já em cortes suínos, a maior variação (40%) foi encontrada no pernil dianteiro com osso, vendido entre R$ 22,90 e R$ 31,98. Entre os peixes pesquisados, o tambaqui apresentou a maior variação (25%), custando entre R$ 19,98 e R$ 24,99.</p>



<p>“É importante identificar as variações de preços e orientar o consumidor para que faça a melhor compra possível, evitando gastos desnecessários e aproveitando as melhores ofertas do mercado”, destaca o diretor de Fiscalização do Procon Tocantins, Magno Silva.</p>



<p>O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, reforça que o objetivo da pesquisa é ajudar o consumidor a fazer escolhas mais econômicas. “A variação de preços pode ser significativa e estamos aqui para garantir que os direitos do consumidor sejam respeitados”, ressalta.&nbsp;</p>



<p>Para acessar a pesquisa completa, clique no&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/download/425621">link</a>.</p>



<p><strong>Denuncie</strong></p>



<p>Caso o consumidor identifique alguma irregularidade no mercado de consumo, pode formalizar sua denúncia pelo WhatsApp Denúncia (63) 99216-6840 ou pelo Disque Procon 151.<br><br><em>Por Fabíolla Cirqueira/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Preço do peixe varia até 132% em Palmas, aponta levantamento do Procon Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-peixe-varia-ate-132-em-palmas-aponta-levantamento-do-procon-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 15:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade da Semana Santa, o Procon Tocantins realizou uma pesquisa de preços de pescados nessa segunda, 7, e terça-feira, 8, em supermercados, atacados e peixarias de Palmas. Foram pesquisados 82 tipos de pescados, como camarão, bacalhau, salmão, lagosta, lula em anéis, caranha, pintado, filhote, tilápia, corvina e tucunaré, entre outros. Na comparação dos [&#8230;]</p>
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<p>Com a proximidade da Semana Santa, o Procon Tocantins realizou uma pesquisa de preços de pescados nessa segunda, 7, e terça-feira, 8, em supermercados, atacados e peixarias de Palmas. Foram pesquisados 82 tipos de pescados, como camarão, bacalhau, salmão, lagosta, lula em anéis, caranha, pintado, filhote, tilápia, corvina e tucunaré, entre outros.</p>



<p>Na comparação dos preços em peixarias, supermercados e atacados, o item que apresentou maior variação foi o quilo do peixe panga, que registrou 132%, com o menor preço encontrado a R$ 9,90 e o maior a R$ 23. &nbsp;Em seguida, vem a o quilo do tucunaré que registrou uma variação de 127%, com o menor preço de R$ 18,49 e o maior preço de R$ 42 e o quilo do bacalhau salgado, que registrou uma variação de 100%, com o menor preço de R$ 126,00 e o maior preço de R$ 251,49.</p>



<p>A pesquisa completa pode ser acessada pelo link:&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/download/419880">Clique aqui para conferir</a></p>



<p>O órgão ressalta que essa variação encontrada nos itens pesquisados mostra a necessidade de o consumidor pesquisar cada vez mais, antes de fazer a compra de qualquer produto, e é importante sempre se atentar para a qualidade do pescado.</p>



<p>O superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia, destaca a importância da pesquisa como uma ferramenta para garantir economia e segurança ao consumidor. “Nosso objetivo é fornecer informações que ajudem o consumidor a tomar decisões mais conscientes. A variação de preços entre os estabelecimentos é significativa, por isso reforçamos a importância de sempre comparar valores e verificar a procedência e a qualidade dos produtos”, pontua.</p>



<p><strong>Cuidados na hora da compra</strong></p>



<p>O consumidor deve estar bastante atento em relação às condições de armazenamento e higiene dos produtos e do local. No supermercado, o pescado deve estar exposto em balcão frigorífico e na feira, envolto em gelo picado, sempre protegido do sol e de insetos.</p>



<p>Com relação ao peixe não industrializado, é necessário verificar se a carne está firme, olhos brilhantes, guelras avermelhadas e escamas que não soltem com tanta facilidade. Uma leve pressionada com o dedo na barriga do peixe deve fazer com que o formato original volte rapidamente, caso contrário pode ser um sinal de que o produto não esteja adequado ao consumo.</p>



<p>Os produtos congelados devem ser conservados sempre a temperaturas inferiores a -18ºC e resfriados abaixo de 0ºC. O consumidor pode checar se há presença de água ou piso úmido próximo ao freezer, pois isso pode indicar falhas no resfriamento, prejudicando a qualidade do produto.</p>



<p>“Além de buscar o melhor preço, o consumidor deve ficar atento às condições de armazenamento e conservação dos pescados. Produtos mal acondicionados ou armazenados de forma incorreta podem representar riscos à saúde”, enfatiza o diretor de fiscalização, Magno Silva.</p>



<p><em>Por Waldenia Silva/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Cultivo de algodão enfrenta oscilações que podem comprometer a qualidade</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/cultivo-de-algodao-enfrenta-oscilacoes-que-podem-comprometer-a-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 11:21:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo de algodão]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos três meses, o setor registrou variações nos preços e levantou alertas, especialmente devido a práticas de armazenamento inadequadas vistas à campo Nos primeiros meses deste ano, o mercado brasileiro de algodão registrou oscilações nos preços e uma crescente preocupação com a qualidade da fibra. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia [&#8230;]</p>
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<p><em>Nos últimos três meses, o setor registrou variações nos preços e levantou alertas, especialmente devido a práticas de armazenamento inadequadas vistas à campo</em></p>



<p>Nos primeiros meses deste ano, o mercado brasileiro de algodão registrou oscilações nos preços e uma crescente preocupação com a qualidade da fibra. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em Março (14/03/25) o indicador de precificação do algodão em pluma chegou em 429,08 centavos R$/LP (em arroba R$141,5), representando um aumento de 1,95% em relação ao mês anterior.</p>



<p>Apesar da valorização, especialistas do setor alertam que o algodão brasileiro tem sido comprometido por práticas inadequadas de armazenamento, especialmente no enfardamento, um fator determinante para preservar sua integridade. Essa preocupação é crescente, especialmente por que está cada vez mais fácil encontrar nas lavouras contaminação por plásticos e deterioração da fibra.</p>



<p>Segundo, Bruno Rossafa, formado em Ciências Agrícolas e técnico em plasticultura na Nortène, um dos principais fatores que causam este cenário é o uso de filmes com baixa qualidade em seus componentes e aditivação. “A má qualidade deles comprometem sua estrutura dos fardos à campo, permitindo a entrada de umidade e poeira, prejudicando a preservação da pluma e gerando perdas diretas no bolso do cotonicultor”, diz.</p>



<p>Para evitar isso e ajudar o produtor, a Nortene, empresa especializada em soluções para o agronegócio, destaca a importância da escolha correta do material de enfardamento. “A proteção da fibra começa no campo, e o armazenamento inadequado pode comprometer todo o investimento feito durante o cultivo. É essencial utilizar matéria prima virgem e produtos que garantam&nbsp; &nbsp;um fechamento eficiente e resistência mecânica, protegendo o algodão de fatores externos como umidade, radiação solar e sujeira”, afirma o especialista.</p>



<p>Além disso, a umidade excessiva durante o armazenamento tem sido um fator crítico. Estudos indicam que manter a umidade entre 6% e 8% durante o enfardamento é essencial para preservar a qualidade da fibra. Níveis inadequados de umidade podem favorecer o crescimento de fungos e resultar em coloração indesejada no algodão, como o amarelamento, indicativo de problemas durante o armazenamento.</p>



<p>Diante desse cenário, entidades como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) têm reforçado a necessidade de adoção de práticas eficientes no armazenamento, incluindo o uso de materiais de qualidade e o monitoramento das condições dos fardos. “A fibra brasileira tem grande reputação no mercado externo, mas para manter essa credibilidade, é fundamental investir em tecnologias que garantam um algodão limpo e preservado”, endossa o profissional da Nortène.</p>



<p><strong>Opção no mercado</strong></p>



<p>Um exemplo de tecnologia voltada à proteção da pluma é a Polimanta Wrap, solução desenvolvida para assegurar a integridade da fibra desde a colheita até o beneficiamento. O produto conta com uma estrutura de múltiplas camadas, composta por um filme adesivo e um filme não adesivo, que garante maior resistência mecânica, vedação eficiente e proteção contra intempéries.</p>



<p>“Diferente de filmes comuns, esta possui uma técnica avançada na separação de Wraps que facilita a formação dos fardos e impedem a contaminação da pluma e reduzem os riscos na operação, preservando a qualidade do algodão brasileiro no mercado nacional e internacional”, reforça Bruno Rossafa. A solução é confeccionada da Polimanta Wrap em material 100% virgem, sem a utilização de recicláveis em sua composição”, ressalta Rossafa.</p>



<p><strong>Grupo Nortène</strong> <br><br>Fundada em 1981 e sediada em Barueri/SP, a Nortène é pioneira no fornecimento de: reservatórios de geomembrana, filmes agrícolas, mulching, telas plásticas tecidas, telas plásticas termo-soldadas, silo-bolsa, lonas para silagem. A Nortène contribui também com sua tecnologia exclusiva em plásticos na fabricação e na comercialização dos produtos das empresas: Engepol Geossintéticos, Santeno Irrigação, Tecnofil Soluções em telas e Silox armazenagem. </p>



<p><em>Por Rural Press. </em></p>
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		<title>Sabor amargo: Após alta do café, preço do açúcar também deve subir</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sabor-amargo-apos-alta-do-cafe-preco-do-acucar-tambem-deve-subir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 14:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espera-se que o mercado de açúcar fique mais apertado, uma vez que a produção decepcionante da Índia, o segundo maior produtor mundial, ameaça os preços mais altos para fornecimentos imediatos. A produção do país na temporada atual pode cair para 26 milhões de toneladas, após doenças terem afetado a colheita de cana na sua principal [&#8230;]</p>
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<p>Espera-se que o mercado de açúcar fique mais apertado, uma vez que a produção decepcionante da Índia, o segundo maior produtor mundial, ameaça os preços mais altos para fornecimentos imediatos.</p>



<p>A produção do país na temporada atual pode cair para 26 milhões de toneladas, após doenças terem afetado a colheita de cana na sua principal região produtora, Uttar Pradesh, de acordo com Ravi Gupta, diretor executivo da grande produtora Shree Renuka Sugars, que falou durante a Dubai Sugar Conference na semana passada.</p>



<p>Isso é cerca de 1 milhão de toneladas a menos do que as estimativas da maioria da indústria levantadas no evento.</p>



<p>Também os preços do&nbsp;<a class="" href="https://oglobo.globo.com/tudo-sobre/assunto/cafe/">café</a>&nbsp;robusta iniciaram 2025 da mesma forma que terminaram 2024, com preços em alta e patamares recordes. O principal fator da valorização da commodity está ligado a dificuldades na produção cafeicultora do Vietnã, o segundo maior produtor do mundo, atrás do Brasil.</p>



<p>Uma seca severa assola o país asiático. No Brasil, o&nbsp;<a class="" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/06/11/com-cotacao-internacional-do-cafe-em-alta-preco-ao-consumidor-no-brasil-sobe-acima-da-inflacao.ghtml">preço ao consumidor do café no varejo brasileiro já sobe mais que a inflação.</a></p>



<p>Embora se espere que a produção de açúcar se recupere na próxima temporada, a partir de outubro, levando o mundo a um superávit, os fornecimentos podem continuar apertados no curto prazo, já que a produção em outro grande produtor, a Tailândia, também está prevista para ser menor nesta temporada. Isso ajudou a impulsionar os futuros do açúcar branco a mais de 8% até agora neste mês.</p>



<p>“Vejo uma forte demanda por açúcar branco e menor oferta da UE e da Tailândia,” disse Gupta. “Estamos vendo a possibilidade de uma colheita muito baixa no Paquistão, que parece precisar de açúcar branco para atender à demanda.”</p>



<p>A oferta restrita de açúcar refinado aumentará o prêmio do açúcar branco sobre o açúcar bruto, após um período de preços baixos, acrescentou ele.</p>



<p>Em janeiro, o governo indiano permitiu que os moinhos enviassem até 1 milhão de toneladas nesta temporada, flexibilizando as restrições que limitaram as vendas para o exterior por mais de um ano. No entanto, o ritmo das exportações tem sido lento, já que os usineiros antecipam preços mais altos no mercado internacional.</p>



<p>Os preços mundiais do açúcar precisam se manter acima de US$ 530 por tonelada (R$ 3.028) para incentivar as exportações, disse Gupta. “Para que as exportações de 1 milhão de toneladas aconteçam, o mercado mundial precisa subir para precificar o açúcar indiano.”&#8221;</p>



<p>Nesta segunda-feira, os preços do açúcar branco subiram 1,5%, para US$ 545,40 a tonelada em Londres. Os mercados de Nova York fecharam devido ao feriado público nos EUA. Os futuros do café robusta subiram 0,3%.</p>



<p><em>Por O Globo. </em></p>
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		<item>
		<title>Preço do café dispara e atinge maior alta em 28 anos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/preco-do-cafe-dispara-e-atinge-maior-alta-em-28-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 15:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço do café bateu recorde no mês de janeiro nas cotações, chegando a 335 dólares (cerca de R$ 1,9 mil) por saca de 60 quilos de grãos. Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço do café bateu recorde no mês de janeiro nas cotações, chegando a 335 dólares (cerca de R$ 1,9 mil) por saca de 60 quilos de grãos. Os dados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p>Em janeiro de 2024 o valor era de 174 dólares (cerca de R$ 1 mil). Desde então o preço do café começou a subir nas prateleiras dos mercados e não parou mais, assustando os brasileiros.</p>



<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em um ano, a alta do café, que é um dos principais itens da mesa do brasileiro foi de 40%.</p>



<p>Foi o maior aumento da série histórica, que se iniciou em 1997, perdendo apenas para dezembro de 2021.</p>



<p>O levantamento do Cepea mostra também que, segundo estimativas do mercado, a alta nos preços em 2025 ainda pode chegar a cerca de mais 20%.</p>



<p><em>Por Monique Mello/Pleno News.</em></p>



<p></p>
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