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	<title>Preservação Ambiental Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Preservação Ambiental Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins participa da COP30 com foco no equilíbrio entre desenvolvimento produtivo e preservação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:44:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 9, representantes do Tocantins partiram para Belém (PA), onde representarão o Estado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), o maior evento global de discussões e negociações sobre o clima. Durante o evento, que ocorre entre os dias 10 e 21 de novembro, o chefe do Executivo estadual participará [&#8230;]</p>
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<p>Neste domingo, 9, representantes do Tocantins partiram para Belém (PA), onde representarão o Estado na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), o maior evento global de discussões e negociações sobre o clima.</p>



<p>Durante o evento, que ocorre entre os dias 10 e 21 de novembro, o chefe do Executivo estadual participará de painéis oficiais na Blue Zone da Organização das Nações Unidas (ONU), ao lado dos demais governadores da Amazônia Legal, apresentando as políticas públicas que têm transformado o estado com equilíbrio entre produção e conservação.</p>



<p>A participação do governador também inclui reuniões bilaterais com organismos internacionais e investidores interessados em contribuir para o crescimento do Tocantins, com o objetivo de ampliar a captação de recursos e impulsionar novas oportunidades para o estado.</p>



<p>“O Tocantins mostra ao mundo que é possível produzir e preservar. Somos o elo entre a Amazônia e o Cerrado, e estamos provando que desenvolvimento e sustentabilidade não são caminhos opostos, são a mesma estrada percorrida com responsabilidade”, ressalta o governador Laurez Moreira.</p>



<p>Laurez Moreira levará à COP30 a defesa de um novo pacto de justiça climática, no qual estados subnacionais possam acessar diretamente os recursos dos fundos internacionais voltados à preservação ambiental. “O mundo cobra metas dos países tropicais e está certo em fazê-lo, mas é preciso garantir que os recursos cheguem a quem protege a floresta e produz de forma responsável. O Tocantins não veio para prometer, veio para mostrar resultados”, reforça o governador.</p>



<p><strong>Comitiva tocantinense</strong></p>



<p>Além do governador Laurez Moreira e da primeira-dama e desembargadora, Ângela Prudente, compõem a comitiva tocantinense o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Divaldo Rezende; a secretária de Estado dos Povos Originários e Tradicionais, Narubia Werreria; o presidente da Companhia Imobiliária de Participações, Investimentos e Parcerias (Tocantins Parcerias), Aleandro Lacerda; o presidente do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Cledson da Rocha Lima; o presidente da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), Paulo Ricardo Silva Machado; o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Vitor Teles, além de equipe de técnicos da área, totalizando 16 pessoas.</p>



<p><em>Por Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Vozes do Tocantins rumo à COP30: delegação leva Cerrado e justiça climática à Conferência do Clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 12:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[coalizão vozes do tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do Oscar do meio ambiente à Conferência da ONU, representantes de diferentes regiões do Estado pedem proteção para a savana mais biodiversa do planeta O maior evento de enfrentamento à crise climática começa no dia 10 de novembro, em Belém (PA), e reunirá chefes de Estado, sociedade civil e comunidades de todo o mundo para [&#8230;]</p>
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<p><em>Do Oscar do meio ambiente à Conferência da ONU, representantes de diferentes regiões do Estado pedem proteção para a savana mais biodiversa do planeta</em></p>



<p>O maior evento de enfrentamento à crise climática começa no dia 10 de novembro, em Belém (PA), e reunirá chefes de Estado, sociedade civil e comunidades de todo o mundo para debater alternativas ao colapso climático global. A Coalizão Vozes do Tocantins por Justiça Climática participa pela segunda vez da agenda internacional e anuncia sua delegação, formada por representantes de diferentes territórios do estado.&nbsp;</p>



<p>Entre os integrantes estão Genifer Oliveira, Edicleia Piabassa, Angélica Beatriz, Maurício Araújo, Laudeci Ribeiro e as juventudes Sarah Tamioso, Geniffe Kariny, Gabriel Cavalcante, Caylane Gleize, Gaby Sousa e Olavo Lisboa. Juntos, representam Palmas, Tocantinópolis, Mateiros, São Félix do Tocantins, Caseara, Porto Nacional e São Valério.&nbsp;</p>



<p>As agendas do grupo incluem a participação na Zona Azul, Zona Verde e na Cúpula dos Povos, evento paralelo e simultâneo criado para garantir a manifestação de movimentos sociais nas pautas climáticas. Delegação da Associação Pyka Mex (Apinajé), do Movimento Estadual de Direitos Humanos e Ambientais (MEDHA) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também devem se unir ao grupo.</p>



<p>A participação da rede, composta por quinze organizações, ocorre em um momento importante para o Cerrado, bioma que ocupa cerca de 90% do estado e que é conhecido por sua capilaridade hídrica, distribuindo água para os demais biomas. “A presença do Tocantins na COP30 é estratégica, pois o estado ocupa posição decisiva nas discussões climáticas por estar no bioma Cerrado, um dos principais reguladores do regime hídrico do Brasil. Nossa participação reforça a visibilidade do território e amplia nossa capacidade de incidência pela valorização e proteção desse bioma essencial”, afirma Ediclea Piabassa, bióloga e diretora da Associação Onça D’água.&nbsp;</p>



<p><strong>Pela defesa do povo no campo</strong></p>



<p>Segundo dados do ISPN e WWF-Brasil, o Cerrado já perdeu cerca de 50% da vegetação nativa e pode ser considerado o bioma mais ameaçado da atualidade devido ao rápido avanço do agronegócio, do fogo e uso intensivo de defensivos sobre os territórios. Em roda de conversa com lideranças comunitárias foram relatados períodos de seca mais severos, longas distâncias para acessar água potável, aumento na carga de trabalho para as mulheres e impactos na saúde com o aumento das temperaturas. Problemas respiratórios, alergias, contaminação da água e doenças crônicas são observados pelas comunidades como mais frequentes e entre os jovens cresce a pressão para deixar o campo, sendo a permanência no território um desejo, mas também um desafio devido à falta de políticas de educação. cultura e geração de renda no campo.</p>



<p><strong>Cerrado e Amazônia: biomas interdependentes</strong></p>



<p>O Tocantins é um ecótono, um encontro dos biomas Cerrado e Amazônia, uma zona de transição e interdependência em que os biomas interagem e se complementam. Não existe Amazônia sem Cerrado e nem Cerrado sem Amazônia, por isso políticas integradas são essenciais para garantir segurança hídrica, biodiversidade e soberania alimentar.</p>



<p>O avanço das fronteiras agrícolas, a expansão da monocultura irrigada e o desmonte de mecanismos de proteção ambiental ameaçam esse equilíbrio e colocam em risco os rios, os territórios e os modos de vida. A crise climática não atinge todas as populações da mesma forma, os povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos, agricultores familiares, juventudes periféricas e mulheres sentem os impactos com mais intensidade. Ao mesmo tempo em que esses grupos são verdadeiros guardiões de conhecimentos, práticas e tecnologias sociais capazes de construir uma transição justa.</p>



<p>“A COP30 vem num momento estratégico e importante para as vozes do Cerrado que clamam por justiça climática. Os mais afetados são as mulheres e os jovens, que muitas vezes não têm ferramentas para lidar com seca, fogo e enchentes”, afirma Genifer Oliveira, articuladora da Coalizão. “Estamos aqui para garantir que nossas vozes tenham lugar e que nossos territórios não sejam invisibilizados”, complementa.</p>



<p><strong>A juventude quer ser ouvida</strong></p>



<p>Como grupo que será mais afetado devido à tendência de eventos climáticos cada vez mais extremos e frequentes, a juventude tocantinense se mostra engajada. “As expectativas para a COP30 passam por defender o Cerrado e denunciar o avanço do desmatamento e das queimadas. Queremos um Cerrado em pé e uma juventude viva, presente e protagonista nessa luta. Sem a presença das juventudes negras, periféricas e indígenas, não há justiça climática possível”, afirma Olavo Lisboa, representante da juventude da Coalizão e participante do Earthshot Generation 2025.&nbsp;</p>



<p><strong>Earthshot Generation</strong></p>



<p>Juventudes da Coalizão Vozes do Tocantins, Sarah Tamioso e Olavo Lisboa, foram selecionados para participar do Earthshot Generation, programa que reuniu lideranças entre 18 e 30 anos entre os dias 02 e 06 de novembro no Rio de Janeiro. Os jovens, 50 brasileiros, 15 asiáticos e 15 africanos tiveram a oportunidade de se conectar e conhecer iniciativas de impacto que culminaram no Earthshot Prize, premiação fundada pelo príncipe William, da coroa britânica, para apoiar iniciativas de combate à crise climática.&nbsp;</p>



<p>A premiação, considerada o Oscar do meio ambiente, foi apresentada por Luciano Hulk e contou com a presença de celebridades nacionais e internacionais como Cafu, Anitta, Gilberto Gil, Rebeca Andrade, Shawn Mendes, Kylie Minogue, entre outros.<br><br><em>Por Assessoria de Comunicação/Coalizão Vozes do Tocantins</em>.</p>
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		<title>Uso da terra no Brasil mostra equilíbrio entre produção agropecuária e preservação ambiental, segundo ABPA</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/uso-da-terra-no-brasil-mostra-equilibrio-entre-producao-agropecuaria-e-preservacao-ambiental-segundo-abpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 11:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ABPA]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[produção agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de sua forte vocação agropecuária, o Brasil mantém a maior parte de seu território coberta por vegetação nativa protegida. De acordo com dados reunidos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), FUNAI, EMBRAPA (2018), IBGE (2019) e Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SFB/SICAR, 2021), 66,3% do território brasileiro é ocupado por áreas destinadas à vegetação [&#8230;]</p>
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<p>Apesar de sua forte vocação agropecuária, o Brasil mantém a maior parte de seu território coberta por vegetação nativa protegida. De acordo com dados reunidos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), FUNAI, EMBRAPA (2018), IBGE (2019) e Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SFB/SICAR, 2021), <strong>66,3% do território brasileiro é ocupado por áreas destinadas à vegetação protegida e preservada</strong>.</p>



<p>Esse percentual é composto por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>33,2%</strong> de áreas destinadas à preservação da vegetação no mundo rural, conforme declaradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR),</li>



<li><strong>13,8%</strong> de terras indígenas,</li>



<li><strong>9,9%</strong> de vegetação nativa em áreas militares e terras devolutas,</li>



<li><strong>9,4%</strong> de unidades de conservação integral.</li>
</ul>



<p>Já o <strong>uso agropecuário corresponde a apenas 30,2% da área total do país</strong>, sendo subdividido em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>21,2%</strong> de pastagens,</li>



<li><strong>7,8%</strong> de lavouras,</li>



<li><strong>1,2%</strong> de florestas plantadas.</li>
</ul>



<p>Outros usos, como infraestrutura urbana e industrial, representam somente <strong>3,5%</strong> do território nacional.</p>



<p>Esses dados reforçam o papel da legislação ambiental brasileira, em especial o <strong>Código Florestal</strong>, considerado uma das normas ambientais mais completas do mundo. A legislação exige que todas as propriedades rurais mantenham <strong>Áreas de Preservação Permanente (APPs)</strong> e <strong>Reservas Legais</strong>, que variam entre <strong>20% e 80% da área da propriedade</strong>, dependendo do bioma em que está inserida.</p>



<p>Mesmo em regiões distantes da Amazônia, setores como a avicultura e a suinocultura seguem rigorosamente essas normas, demonstrando que é possível produzir proteína animal em larga escala com responsabilidade ambiental.</p>



<p><em>Com informações da Associação Brasileira de Proteção Animal. </em></p>
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		<title>Dia da Terra reforça papel estratégico do agronegócio na preservação ambiental</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/dia-da-terra-reforca-papel-estrategico-do-agronegocio-na-preservacao-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 13:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Setor agropecuário brasileiro é protagonista na produção sustentável e na conservação de recursos naturais Nesta terça-feira (22 de abril), o mundo celebra o Dia da Terra, uma data dedicada à conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente e promover o uso responsável dos recursos naturais. No Brasil, o agronegócio se destaca como um [&#8230;]</p>
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<p><em>Setor agropecuário brasileiro é protagonista na produção sustentável e na conservação de recursos naturais</em></p>



<p>Nesta terça-feira (22 de abril), o mundo celebra o Dia da Terra, uma data dedicada à conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente e promover o uso responsável dos recursos naturais. No Brasil, o agronegócio se destaca como um dos principais agentes desse compromisso, conciliando produtividade e sustentabilidade.</p>



<p>Segundo dados da Embrapa, aproximadamente 66,3% do território brasileiro continua coberto por vegetação nativa, protegida por uma das legislações ambientais mais rigorosas do planeta — o Código Florestal Brasileiro. Dentro das propriedades rurais, os produtores preservam cerca de 25,6% do território nacional, o que representa mais de 218 milhões de hectares de vegetação nativa.</p>



<p>O país também é referência em práticas agrícolas de baixa emissão de carbono. Por meio do Plano ABC+, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Brasil tem como meta reduzir em 1,1 bilhão de toneladas de CO₂ equivalente até 2030, utilizando técnicas como integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), plantio direto, fixação biológica de nitrogênio e recuperação de pastagens degradadas.</p>



<p>Outro dado que reforça o protagonismo do setor é o crescimento da produção sem avanço sobre áreas de vegetação nativa. Nos últimos dez anos, a produção de grãos aumentou 87%, enquanto a área plantada cresceu apenas 35%, de acordo com o Mapa. Esse avanço revela ganhos expressivos em produtividade e uso eficiente da terra.</p>



<p>Neste Dia da Terra, o agronegócio brasileiro mostra que é possível produzir de forma competitiva e, ao mesmo tempo, contribuir significativamente para a conservação ambiental. Com inovação tecnológica e práticas sustentáveis, o setor reafirma seu papel como aliado da natureza e parte da solução para os desafios ambientais globais.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Estado reforça preservação ambiental com comitê técnico para recuperação de áreas degradadas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/estado-reforca-preservacao-ambiental-com-comite-tecnico-para-recuperacao-de-areas-degradadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 12:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação de áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins instituiu o Comitê Técnico para acompanhamento dos estudos destinados a subsidiar a criação do Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa do Tocantins (CT-Peveg). O objetivo é garantir a troca de informações, o alinhamento de metodologias e a definição de diretrizes para a recuperação da vegetação nativa, visando fortalecer a formulação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins instituiu o Comitê Técnico para acompanhamento dos estudos destinados a subsidiar a criação do Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa do Tocantins (CT-Peveg). O objetivo é garantir a troca de informações, o alinhamento de metodologias e a definição de diretrizes para a recuperação da vegetação nativa, visando fortalecer a formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental no estado.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, explicou que a iniciativa reforça o compromisso do Estado com a sustentabilidade e a preservação ambiental. &#8220;A criação do CT-Peveg é um passo fundamental para a construção de um plano sólido e eficiente para a recuperação da nossa vegetação nativa. Queremos que o Tocantins seja referência na preservação ambiental &#8220;, destacou.</p>



<p>Criado por meio do Decreto nº 6.905, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), de 27 de fevereiro, o CT-Peveg será responsável por analisar e sugerir aprimoramentos aos estudos técnicos que embasarão a implantação do plano, atuando em conjunto com diversos órgãos e entidades públicas e privadas.&nbsp;</p>



<p>O decreto já está em vigor desde sua publicação no DOE. Cabe à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) tomar as providências necessárias para a estruturação e funcionamento do Comitê, garantindo o avanço dos estudos e a concretização do Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa.&nbsp;</p>



<p>A elaboração do Plano dever ser iniciada, nos próximos dias, em parceria com a organização Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil). As reuniões do CT-Peveg podem ocorrer de forma presencial ou remota, com convocação realizada com no mínimo cinco dias úteis de antecedência, garantindo ampla participação dos envolvidos. O Comitê atuará até a aprovação final do Plano Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa do Tocantins, passando por todas as fases de ajustes e validação necessárias.</p>



<p><strong>Membros</strong></p>



<p>A composição do Comitê inclui representantes do Poder Executivo estadual, como a Semarh, que coordenará os trabalhos, além da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan), Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). Também foram convidados a participar instituições como a Universidade Federal do Tocantins (UFT), o Ministério Público Estadual (MPTO), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet), a Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Perene.</p>



<p>Os membros do CT-Peveg serão indicados pelos dirigentes das instituições participantes e designados por ato do Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Outras entidades, especialistas e técnicos também poderão ser convidados para contribuir com os trabalhos do comitê.</p>



<p><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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