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	<title>prisão Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>prisão Archives - Tocantins Rural</title>
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	<item>
		<title>Operação da PF combate garimpo ilegal de ouro e resulta em prisão em Natividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:51:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Natividade]]></category>
		<category><![CDATA[Operação da PF]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ação contra o garimpo ilegal de ouro foi realizada nesta quarta-feira (3) no povoado do Príncipe, em Natividade, sudeste do Tocantins. Uma pessoa foi presa em flagrante e equipamentos utilizados na mineração foram apreendidos. A ação foi realizada pela Polícia Federal, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (DMA), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma ação contra o garimpo ilegal de ouro foi realizada nesta quarta-feira (3) no povoado do Príncipe, em Natividade, sudeste do Tocantins. Uma pessoa foi presa em flagrante e equipamentos utilizados na mineração foram apreendidos.</p>



<p>A ação foi realizada pela Polícia Federal, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (DMA), em conjunto com a Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>



<p>No local, as equipes flagraram o suspeito extraindo ouro, operando diversos equipamentos. Foram encontrados vestígios de extração mineral, como cavas abertas, áreas de beneficiamento e material extraído.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>A extração ilegal, inclusive, envolvia o uso de mercúrio, causando grave impacto ambiental, segundo a PF.</p>



<p>O suspeito preso foi levado para a Superintendência da Polícia Federal e autuado em flagrante pelos crimes de usurpação de bem da União e execução de lavra ou extração de recursos minerais sem autorização ou em desacordo.</p>



<p><em>Por g1 Tocantins.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça condena acusados de sequestrar e matar pecuarista a 170 anos de prisão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/justica-condena-acusados-de-sequestrar-e-matar-pecuarista-a-170-anos-de-prisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Araguaína]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuarista]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três homens e uma mulher foram condenados pela&#160;morte de Carloan Martins Araújo, de 62 anos, em Araguaína. As penas somadas passam de 170 anos de prisão. O crime aconteceu em outubro de 2024. A vítima foi sequestrada, torturada, assassinada e enterrada em uma cova rasa no quintal de uma casa no setor Jardim Mangabeira. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Três homens e uma mulher foram condenados pela&nbsp;morte de Carloan Martins Araújo, de 62 anos, em Araguaína. As penas somadas passam de 170 anos de prisão. O crime aconteceu em outubro de 2024. A vítima foi sequestrada, torturada, assassinada e enterrada em uma cova rasa no quintal de uma casa no setor Jardim Mangabeira.</p>



<p>A decisão foi assinada pelo juiz Carlos Roberto de Sousa Dutra, da 1ª Vara Criminal de&nbsp;Araguaína, no dia 22 de setembro de 2025, e cabe recurso.</p>



<p>Conforme o documento, cinco pessoas foram julgadas,&nbsp;sendo que quatro réus foram condenados.<strong>&nbsp;O quinto réu foi absolvido por falta de provas.&nbsp;</strong>Um sexto suspeito de envolvimento no crime segue foragido.</p>



<p>Os condenados devem cumprir as penas em regime fechado e pagar multas. Veja quem são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aleksandro José da Conceição</strong>&nbsp;&#8211; condenado a 38 anos e sete meses de prisão pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Lucas Ferreira de Brit</strong>o &#8211; condenado a 54 anos e um mês pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Domingos Morais da Silva Abreu&nbsp;</strong>&#8211; condenado a 48 anos e quatro meses pelos crimes de latrocínio, extorsão mediante sequestro e ocultação de cadáver;</li>



<li><strong>Maria Eduarda Vieira Sousa</strong>&nbsp;&#8211; condenada a 30 anos de prisão pelo crime de latrocínio.</li>
</ul>



<p>A defesa de Maria Eduarda informou que não concorda com a sentença e vai recorrer da decisão. &#8220;Maria Eduarda é ré primária, mãe de uma criança de apenas 4 anos, e não há elementos concretos que comprovem sua participação direta no crime&#8221;&nbsp;<em>(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<p>A Defensoria Pública informou que não comenta decisão da Justiça e que todas as pessoas têm direito à defesa, como prevê a Constituição Federal&nbsp;<em>(veja nota completa abaixo)</em>.</p>



<p>A defesa de Lucas Ferreira não foi localizada.</p>



<p><strong>Sequestro, roubo e morte</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/_V9SPauNDnP9aUzPMTbnMhXa7sQ=/0x0:750x413/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/F/m/pzZd93TXmUupS9AdUg9Q/whatsapp-image-2024-10-21-at-19.05.53.jpeg" alt="Corpo estava em cova rasa, em Araguaína, no Tocantins — Foto: Divulgação/Alta Tensão-TO"/></figure>



<p><em>Corpo estava em cova rasa, em Araguaína, no Tocantins — Foto: Divulgação/Alta Tensão-TO</em></p>



<p>Conforme a decisão, o pecuarista buscava contratar pessoas para limpar e cercar um lote no setor Jardim Mangabeira. Ele teria sido atraído para a casa de Domingos e, quando chegou ao local, foi rendido por quatro homens, que o ameaçaram e torturaram, com o objetivo de conseguir dinheiro.</p>



<p>Carloan estava sem acesso à sua conta bancária e por isso foi obrigado pelos criminosos a pedir uma quantia de R$ 2.500 a um amigo. O dinheiro foi depositado na conta do suspeito foragido. Segundo a decisão, os sequestradores não ficaram satisfeitos com o valor e por isso roubaram a caminhonete e o cartão bancário da vítima.</p>



<p>Eles teriam colocado uma camiseta no pescoço do pecuarista e o sufocaram até a morte. O corpo foi enterrado no quintal da casa.</p>



<p>Segundo o documento, Maria Eduarda estava acompanhada de Aleksandro quando ele foi até um estabelecimento comprar bebidas com a caminhonete roubada. Ela também teria usado o cartão da vítima para fazer compras posteriormente.</p>



<p><strong>Desaparecimento do pecuarista</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/O62y898cZAcKMgFSsoYsDqR4O14=/0x0:1080x810/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/X/q/Hv4sUrRnSnZd9rtRUaHg/whatsapp-image-2024-10-23-at-14.41.55-1-.jpeg" alt="Carloan Martins Araújo, de 62 anos, com seus cinco netos e filha — Foto: Elma Barros/Arquivo pessoal"/></figure>



<p><em>Carloan Martins Araújo, de 62 anos, com seus cinco netos e filha — Foto: Elma Barros/Arquivo pessoal</em></p>



<p>O pecuarista desapareceu no dia 19 de outubro de 2024. O corpo dele foi encontrado no dia 21 do mesmo mês. Uma mulher, de 36 anos, relatou para a Polícia Militar que estava na casa de um parente quando ouviu o cachorro latir no fundo de um quintal. Ela foi até o local e visualizou o braço da vítima.</p>



<p>A denúncia feita na época, levou a polícia até o local onde o corpo estava enterrado, no Setor Jardim Mangabeira. Segundo a Polícia Militar, a vítima estava com as mãos amarradas, encapuzada e havia indícios de morte violenta.</p>



<p>Carloan Martins tinha 62 anos, era casado e trabalhava como pecuarista em sua própria fazenda. Em entrevista ao&nbsp;<strong>g1</strong>, a filha do pecuarista, Elma Barros, contou que o pai era &#8216;trabalhador, honesto e direito&#8217;.</p>



<p>&#8220;Meu pai foi um homem muito trabalhador, honesto, direito, uma pessoa de um coração enorme. Morávamos juntos. Sou filha única e meus filhos foram filhos dele também. Um amor único. Teve cinco netos, que eram a vida dele. Ele [Carloan] estava formando meu filho mais velho em medicina, que sempre foi o orgulho dele&#8221;, disse.</p>



<p>Na época, o delegado Márcio Lopes, informou que o crime teria acontecido após uma suposta contratação do grupo para prestação de serviços na propriedade rural da vítima. Os criminosos levaram o celular, a carteira e a caminhonete da vítima.</p>



<p><strong>Suspeitos presos em 2024</strong></p>



<p>As investigações na polícia apontaram que seis pessoas são suspeitas de matar Carloan.&nbsp;Três delas foram presas em Araguaína no dia 24 de outubro de 2025,&nbsp;sendo dois homens e uma mulher. Já o&nbsp;quarto suspeito foi preso no dia 27 do mesmo mês, em Wanderlândia.</p>



<p>O&nbsp;quinto suspeito foi localizado em Palmas, no setor Morada do Sol II, e preso em novembro de 2024. Conforme a PM, ele tem várias passagens criminais, incluindo crimes de homicídio, sequestro mediante cárcere privado, roubo, extorsão e tráfico de drogas.</p>



<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), uma sexta pessoa com participação no homicídio foi identificada e está foragida. Contra ela, há um mandado de prisão em aberto, expedido em dezembro de 2024.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><em><strong>Íntegra da nota da defesa de Maria Eduarda Vieira</strong></em></p>



<p><em>Informa a defesa de Maria Eduarda Vieira Sousa, que não concorda com a condenação imposta no processo em que foi sentenciada a 30 anos de reclusão, por entender que a decisão não reflete corretamente as provas dos autos.</em></p>



<p><em>Ressaltamos que Maria Eduarda é ré primária, mãe de uma criança de apenas 4 anos, e não há elementos concretos que comprovem sua participação direta no crime que resultou na morte da vítima.</em></p>



<p><em>Por essa razão, será interposta apelação criminal perante o Tribunal de Justiça do Tocantins, buscando a reforma da sentença. A defesa pleiteia, em primeiro plano, a absolvição por insuficiência de provas; de forma subsidiária, a desclassificação para crime menos grave ou o reconhecimento de participação de menor importância, com a consequente redução da pena.</em></p>



<p><em>Reafirmamos nosso compromisso em garantir que o processo seja analisado de maneira justa, respeitando os princípios constitucionais da ampla defesa, presunção de inocência e individualização da pena.</em></p>



<p><strong><em>Íntegra da nota da Defensoria Pública</em></strong></p>



<p><em>A Defensoria Pública do Estado do Tocantins não comenta decisões da Justiça envolvendo julgamento de pessoas assistidas. Importante informar que todas as pessoas têm direito à defesa, como prevê a Constituição Federal. Nesse sentido, a Defensoria Pública atua de forma a garantir aos seus assistidos que não apresentam defesa particular um julgamento justo e com amplo direito ao contraditório.</em></p>



<p><em>Por Stefani Cavalcante, g1 Tocantins</em>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Um ano após crime em Formoso do Araguaia, família de brigadista do Ibama morto segue sem respostas e suspeitos presos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/um-ano-apos-crime-em-formoso-do-araguaia-familia-de-brigadista-do-ibama-morto-segue-sem-respostas-e-suspeitos-presos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Brigadista]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Formoso do Araguaia]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano se passou desde o assassinato do brigadista do Ibama Sidiney de Oliveira Silva, de 44 anos, e a família segue sem respostas sobre possíveis suspeitos do crime. Segundo Cleide de Oliveira Silva, irmã da vítima, a família tem cobrado um posicionamento das autoridades, mas não teve retorno. “Não temos atualizações, nenhuma resposta, nada. [&#8230;]</p>
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<p>Um ano se passou desde o <a href="https://tocantinsrural.com.br/associacao-solicita-investigacao-pela-policia-federal-do-assassinato-de-brigadista-assista-ao-video/">assassinato do brigadista do Ibama Sidiney de Oliveira Silva</a>, de 44 anos, e a família segue sem respostas sobre possíveis suspeitos do crime. Segundo Cleide de Oliveira Silva, irmã da vítima, a família tem cobrado um posicionamento das autoridades, mas não teve retorno.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não temos atualizações, nenhuma resposta, nada. A única coisa que recebemos é que está em investigação com o pessoal da inteligência”, afirmou Cleide de Oliveira.</p>
</blockquote>



<p>O crime aconteceu por volta das 7h do dia 15 de junho de 2024, em Formoso do Araguaia, região sudoeste do estado. Sidiney era contratado pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), ligado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p>Ele foi baleado a tiros na porta de casa e morreu no local. “Meu pai que encontrou o meu irmão caído no chão, quando fui ver o que tinha acontecido, ele [pai] estava em estado de choque e disse que viu apenas o Sidiney caindo na porta da minha casa”.</p>



<p>As equipes do serviço de saúde da cidade foram chamadas e uma ambulância foi até a casa, mas os socorristas apenas constataram a morte. A Polícia Militar e a perícia também estiveram no local na época do crime.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Minha família está em pedaços, incompleta. Meu pai não aguentou e desenvolveu ansiedade e depressão, e foi embora daqui [cidade] com a minha mãe, a família toda. Restou apenas eu, na casa onde meu irmão [Sidiney] foi morto”, contou Cleide de Oliveira.</p>
</blockquote>



<p>A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que as investigações sobre a morte do brigadista Sidiney seguem em andamento por meio de uma força-tarefa composta pela 84ª Delegacia de Polícia de Formoso do Araguaia e pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi&nbsp;<em>(veja a nota completa abaixo).</em></p>



<p><strong>Pedido de federalização do assassinato</strong></p>



<p>Em abril de 2025, a família do brigadista entregou pedido de federalização do caso ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a abertura da 1ª Edição da Semana Nacional de Saúde, na região da Ilha do Bananal.</p>



<p>Porém, segundo Cleide de Oliveira a solicitação foi indeferida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Entregamos uma cópia de um pedido de federalização feito pelo Ibama, em que não sei explicar o motivo pelo qual esse pedido foi realizado. Mas não foi aceito ou não, acharam que não houvesse necessidade, mas não fomos informados o motivo”, afirmou a irmã.</p>
</blockquote>



<p>Em julho de 2024, o Ibama também chegou a pedir a federalização do caso junto ao Ministério da Justiça. O&nbsp;<strong>g1</strong>, na época, questionou o Ministério da Justiça sobre o pedido, mas não teve resposta.</p>



<p>O Ministério voltou a ser questionado nesta segunda-feira (11), mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.</p>



<p><strong>Pilar da família</strong></p>



<p>Casado e pai, Sidiney de Oliveira era ambientalista e brigadista experiente contratado do programa Prevfogo. Ele atuava no combate a incêndios florestais, em defesa da região da Ilha do Bananal e dentro dos territórios indígenas do Parque Nacional do Araguaia.</p>



<p>Conforme Cleide, o irmão era o pilar e o suporte da família. “Ele era muito alegre, o tempo todo, muito carinhoso, ele gostava de estar presente em tudo, amava a profissão dele e queria cuidar de tudo, o meu irmão amava ser brigadista era a vida dele”.</p>



<p>Sidiney nasceu em Crixás (GO), mas morava no interior do Tocantins com a família, e era o filho mais velho entre quatro irmãos. O brigadista deixou quatro filhos e a esposa, segundo a irmã.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando meu irmão foi morto ele não sabia que seria pai novamente, a esposa dele estava grávida, mas não sabia, e após o crime que descobrimos. Ela [esposa], não aguentou morar na mesma casa que eles viviam e foi embora daqui [cidade]”, relatou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Relembre o crime</strong></p>



<p>No dia do crime, Sidiney de Oliveira foi encontrado caído pela irmã. Ela relatou ter ouvido duas &#8221;explosões” e ao chegar à porta da casa viu um homem caído perto do portão.</p>



<p>De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação apontou que a arma utilizada foi uma espingarda cartucheira. Os tiros foram disparados de uma casa abandonada que fica em frente ao local que o brigadista estava.</p>



<p>Um vizinho relatou à polícia que antes de amanhecer, viu uma motocicleta parada na esquina. Nela estava um homem de jaqueta e capacete observando o local.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p><em>Íntegra da nota da Secretaria da Segurança Pública</em></p>



<p><em>A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informa que seguem em andamento as investigações sobre a morte do brigadista Sidiney de Oliveira Silva. Os trabalhos estão sendo conduzidos por uma força-tarefa composta pela 84ª Delegacia de Polícia de Formoso do Araguaia e pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi.</em></p>



<p><em>Estão sendo realizadas diversas diligências e representações, além da oitiva de possíveis testemunhas. A SSP/TO reforça que todos os esforços estão sendo empregados para a completa elucidação do caso.</em></p>



<p><em>Mais informações serão divulgadas em momento oportuno.</em></p>



<p><em>Por Andressa Ribeiro/g1 Tocantins. </em></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça decreta prisão de mais um suspeito de ataque em assentamento do MST</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/justica-decreta-prisao-de-mais-um-suspeito-de-ataque-em-assentamento-do-mst/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 13:28:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Assentamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça de São Paulo acatou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão temporária de mais um suspeito envolvido no ataque ao assentamento Olga Benário, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Tremembé (SP). O crime, ocorrido na noite de sexta-feira (10), deixou dois homens mortos e outras seis pessoas feridas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça de São Paulo acatou o pedido da Polícia Civil e decretou a prisão temporária de mais um suspeito envolvido n<strong>o ataque ao assentamento Olga Benário, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Tremembé (SP)</strong>. O crime, ocorrido na noite de sexta-feira (10), deixou dois homens mortos e outras seis pessoas feridas.</p>



<p>Antônio Martins, conhecido como “Nero do Piseiro”, foi detido no sábado (11) e teve a prisão temporária decretada por 30 dias. Apontado como mentor intelectual do ataque, Nero já possuía antecedentes criminais por porte ilegal de arma de fogo. Segundo a investigação, a motivação para o crime teria sido um desentendimento relacionado à negociação de um terreno dentro da área do assentamento.</p>



<p>Testemunhas identificaram Nero entre os responsáveis pelo ataque. Elas relataram que os criminosos chegaram ao local em carros e motos, e começaram a atirar momentos depois.</p>



<p><strong>Mais uma prisão e andamento das investigações</strong></p>



<p>Um terceiro homem foi preso pela Polícia Militar logo após o crime, por porte ilegal de arma de fogo. Contudo, de acordo com a Polícia Civil, não há ligação direta dele com o ataque, já que há indícios de que ele estaria no local para prestar socorro às vítimas.</p>



<p>A investigação segue sob a responsabilidade da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Taubaté.</p>



<p><strong>Proteção</strong></p>



<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Macaé Evaristo, informou que a partir desta segunda-feira (13), a equipe do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), vinculado à pasta, prestará atendimento individualizado no assentamento para dar apoio às famílias.</p>



<p>Desde a ocorrência, a Deic trabalha para identificar e prender todos os envolvidos, além de esclarecer completamente as circunstâncias do ataque. O caso foi registrado como homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, no plantão da Delegacia Seccional de Taubaté.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Avião com mais de 400kg de cocaína faz pouso de emergência em Rio Sono: destino da droga seria propriedade rural do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 20:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Cocaína]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite do último sábado (6), mais de 420 kg de cocaína foram apreendidos após um avião realizar um pouso forçado em uma propriedade localizada a quarenta quilômetros da cidade de Rio Sono, no nordeste do Estado. O piloto, um homem de 54 anos, foi preso em flagrante no local da apreensão, que ocorreu após [&#8230;]</p>
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<p>Na noite do último sábado (6), mais de 420 kg de cocaína foram apreendidos após um avião realizar um pouso forçado em uma propriedade localizada a quarenta quilômetros da cidade de Rio Sono, no nordeste do Estado. O piloto, um homem de 54 anos, foi preso em flagrante no local da apreensão, que ocorreu após uma denúncia anônima.</p>



<p>Equipes do 3º Batalhão de Polícia Militar se dirigiram ao local após receberem informações sobre o pouso de emergência da aeronave. Ao chegar lá, encontraram o piloto com escoriações na cabeça devido ao impacto do pouso forçado. A carga ilícita, totalizando 420,9 kg de cocaína divididos em dez pacotes de aproximadamente 40 kg cada, estava escondida no interior do avião.</p>



<p>O indivíduo detido, cujo nome não foi divulgado, confirmou aos policiais que havia coletado a carga em Corumbá, no Mato Grosso do Sul (MS), com destino a uma propriedade rural de uma cidade tocantinense. Descobriu-se que o piloto, natural de Ponta Porã (MS), já tinha sido preso anteriormente por envolvimento com o tráfico de drogas.</p>



<p>O homem e os produtos ilícitos apreendidos foram conduzidos e apresentados na Superintendência da Polícia Federal em Palmas (TO), para demais procedimentos legais.</p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/361521?w=670&amp;h=383"></p>



<p>A substância análoga à cocaína era transportada em pacotes de quarenta quilos no interior da aeronave. &#8211; Ascom 3º BPM&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/image/361521?f=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>file_download</em></a></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/361520?w=670&amp;h=383"></p>



<p>Ao total, 420,9 quilogramas de entorpecentes foram apreendidos &#8211; Ascom 3º BPM&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/image/361520?f=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>file_download</em></a></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/361523?w=670&amp;h=383"></p>



<p>&#8211; Ascom 3º BPM&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/image/361523?f=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>file_download</em></a></p>



<p><img decoding="async" src="https://central.to.gov.br/image/361524?w=670&amp;h=383"></p>



<p>&#8211; Ascom 3º BPM</p>
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