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	<title>Produtores Rurais Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Produtores Rurais Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Produtores reduzem dependência de insumos importados e avançam em práticas sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Insumos Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento no custo dos insumos agrícolas e a forte dependência de produtos importados, produtores rurais têm buscado alternativas para manter a rentabilidade no campo. Entre as principais estratégias está a adoção da agricultura regenerativa e de modelos biossustentáveis, que prometem reduzir custos, preservar o meio ambiente e garantir produtividade. Na cidade de Chapecó, [&#8230;]</p>
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<p>Com o aumento no custo dos insumos agrícolas e a forte dependência de produtos importados, produtores rurais têm buscado alternativas para manter a rentabilidade no campo.</p>



<p>Entre as principais estratégias está a adoção da agricultura regenerativa e de modelos biossustentáveis, que prometem reduzir custos, preservar o meio ambiente e garantir produtividade.</p>



<p>Na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, a família Geller aposta na diversificação de culturas e no uso de práticas sustentáveis após enfrentar queda na produtividade com o sistema convencional.</p>



<p>A propriedade conta com cerca de 20 estufas de cultivo protegido e produção a céu aberto, só de morango, são aproximadamente 10 mil pés em sistema semi-hidropônico. Já nas hortaliças, a produção semanal de alface e rúcula varia entre 5 mil e 8 mil pés, além de outras culturas como couve, repolho e temperos.<a href="https://www.canalrural.com.br/aves-e-suinos/disparada-do-diesel-interrompe-queda-no-preco-do-frango/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1427726000&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p>Há 18 anos atuando na olericultura, a família decidiu investir em um modelo baseado na agricultura biossustentável. A mudança veio da necessidade de reduzir custos e buscar alternativas menos agressivas à saúde e ao solo.</p>



<p>“Com uma parceria entre faculdade e empresas privadas, estamos tentando buscar algo que seja menos impactante, primeiramente, para nós mesmos, para a saúde e para o bolso”, explica o produtor rural, Lucas Miotto Gheller.</p>



<p>A solução que está em fase de implantação na propriedade prioriza o uso de recursos biológicos com redução de insumos químicos e foco na saúde do solo.</p>



<p>“Nós trabalhamos exatamente o equilíbrio, 14 nutrientes adicionados para equilibrar esse solo. E o principal ácidos úmicos e fúlvicos. Você trabalha uma fórmula de nutrientes mais complemento, o famoso enchimento, um solo extremamente duro, com baixa absorção de água, seco e muito salino”, destaca Wanderlei Enderle.</p>



<p>“Se colocar isso aqui na boca, você vai achar que se colocou um grão de de cloreto de sódio, de sal, mas de verdade é cloreta de potássio e algum afloramento até de fósforo, fosfatos”, completa.</p>



<p><strong>Aplicação</strong></p>



<p>Em outra propriedade acompanhada por pesquisadores, o uso de fertilizantes produzidos dentro da própria fazenda apresentou desempenho superior ao sistema convencional. No cultivo de milho, a média de produtividade em quatro anos chegou a 163 sacas por hectare com manejo biológico, frente a 143 sacas no modelo tradicional.</p>



<p>Além da redução de custos, a produção dentro da fazenda diminui a dependência de insumos externos e aumenta a eficiência econômica. Segundo especialistas, esse é um dos pilares da agricultura regenerativa, que pode ser adotada de forma total ou combinada com o uso de insumos químicos.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Mais de 330 cabeças de gado apreendidas pelo Ibama são devolvidas em estado de desnutrição, dizem produtores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[330 cabeças de gado]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuaristas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Agricultura do Senado Federal recebeu denúncia de maus tratos de cabeças de gado que estavam sob responsabilidade do Ibama no estado do Pará. Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (4), em Brasília, produtores afirmaram que de 337 animais apreendidos, apenas 180 retornaram aos proprietários após decisão judicial. Os 157 restantes morreram enquanto [&#8230;]</p>
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<p>A Comissão de Agricultura do Senado Federal recebeu denúncia de maus tratos de cabeças de gado que estavam sob responsabilidade do Ibama no estado do Pará.</p>



<p>Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (4), em Brasília, produtores afirmaram que de 337 animais apreendidos, apenas 180 retornaram aos proprietários após decisão judicial. Os 157 restantes morreram enquanto estavam sob guarda de um depositário intermediário.<br><br>O rebanho foi apreendido em área de reserva desmatada durante a operação 8 segundos, conduzida no município paraense de Uruara em março de 2025.</p>



<p>Conforme as fotos registradas pelos pecuaristas, o gado que foi devolvido estava subnutrido, sem condições de ficar em pé, o que gerou acusações de falta de cuidados na alimentação dos animais, além de ausência de transparência do Ibama durante a custódia dos animais.</p>



<p>Para o presidente da Associação dos Produtores Rurais Independentes da Amazônia (Apria), Vinicius Domingues Borba, a devolução do rebanho em condições de “pele e osso” inverte a narrativa de quem é o verdade causador de crueldade animal.</p>



<p>Já o diretor de proteção Ambiental do Ibama, Jair Schmitt, argumentou que pela lei, quando alguém assume a posição de depositário e não cumpre com suas obrigações de cuidado do animal ou produto, cabe a ela arcar com os prejuízos. No entanto, no caso do gado apreendido em Uruara, não havia termo formal com a pessoa que reteve o rebanho, o que sugere que a relação de guarda foi estabelecida diretamente com a prefeitura local.</p>



<p>O presidente do Sindicato dos Produtores Rurais do município, Bruno Valle, solicitou que a Comissão de Agricultura fizesse um encaminhamento para que o Ibama suspenda imediatamente todas as apreensões de gado no país.</p>



<p>O senador Luis Carlos Heinze, que presidiu a audiência, garantiu que a Comissão acompanhará o caso e buscará esclarecimentos sobre o destino dos animais que foram apreendidos.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Sem pavimentação há três décadas, trecho da TO-134 depende de reparos improvisados no Bico do Papagaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[Bico do Papagaio]]></category>
		<category><![CDATA[pavimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores e produtores rurais realizaram reparos emergenciais na TO-134 diante da ausência de pavimentação que ultrapassa três décadas entre Axixá do Tocantins e o povoado de Jatobal, no município de Praia Norte, na região do Bico do Papagaio. A rodovia liga povoados e áreas produtivas no extremo norte do Tocantins, mas enfrenta trechos críticos que comprometem o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Moradores e produtores rurais realizaram reparos emergenciais na TO-134 diante da ausência de pavimentação que ultrapassa três décadas entre Axixá do Tocantins e o povoado de Jatobal, no município de Praia Norte, na região do Bico do Papagaio. A rodovia liga povoados e áreas produtivas no extremo norte do Tocantins, mas enfrenta trechos críticos que comprometem o tráfego, sobretudo no período chuvoso.</p>



<p>A promessa de asfalto atravessa diferentes gestões e permanece sem execução. Enquanto aguardam solução definitiva, comunidades organizam ações com máquinas próprias e recursos particulares para reduzir atoleiros e melhorar pontos considerados intransitáveis.</p>



<p>A enfermeira Daiane Felipe de Brito, 26 anos, nasceu e cresceu no povoado Morada Nova, onde viveu por 24 anos. Hoje mora em Palmas, mas mantém familiares na comunidade e acompanha a situação da estrada. Segundo ela, a precariedade da via compromete o acesso à educação, à saúde e ao trabalho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Passam máquinas e dizem que agora vai preparar para asfaltar, mas depois fica do mesmo jeito. É algo que deixa todo mundo indignado&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>



<p><strong>Estrada de chão e isolamento</strong></p>



<p>O trecho sem pavimentação apresenta buracos, lama e erosões. Em dias de chuva, veículos enfrentam dificuldade para passar e há relatos de caminhões que ficam presos. A situação impacta o escoamento da produção agrícola e o deslocamento de moradores para atendimento de saúde, escola e serviços básicos.</p>



<p>Produtores afirmaram que a precariedade eleva custos logísticos e compromete prazos de entrega. O transporte de grãos e insumos depende de condições mínimas da via, o que nem sempre ocorre.</p>



<p><strong>Reparos improvisados</strong></p>



<p>Sem intervenção definitiva do poder público, moradores se mobilizaram para nivelar trechos mais danificados. Tratores e caminhões espalharam cascalho e terra para amenizar os pontos críticos. As ações não substituem a pavimentação, mas permitem passagem temporária.</p>



<p>A comunidade cobra cronograma concreto para execução da obra e transparência sobre previsão orçamentária. O asfalto na TO-134 integra promessas antigas que ainda aguardam saída do papel.</p>



<p><strong>Impacto econômico</strong></p>



<p>A rodovia atende regiões com forte produção agropecuária. A falta de infraestrutura adequada afeta competitividade e encarece o frete. Produtores relatam prejuízos com desgaste de veículos e aumento no tempo de deslocamento.</p>



<p>A pavimentação aparece como medida estratégica para integrar povoados, fortalecer a economia local e garantir segurança no tráfego.</p>



<p><strong>O que diz o governo</strong></p>



<p>Em nota, a Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura do Tocantins (Ageto) informou que o projeto de pavimentação da TO-134, no trecho entre Axixá e o povoado Jatobal, passa por revisão técnica. Segundo o órgão, o processo de licitação já conta com autorização e a previsão indica publicação do edital até a primeira quinzena de abril. A agência declara que mantém compromisso com a melhoria da infraestrutura viária estadual e com a ampliação da segurança e das condições de trafegabilidade para a população.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jornaldotocantins.com.br/image/policy:1.3376836:1771621071/image.jpg?&amp;f=default" alt="Promessa de investimento anunciada em 2021 ainda não resultou em asfalto na TO-134, segundo moradores dos povoados afetados (Divulgação/Carlos Daniel de Brito Conceição)"/></figure>



<p><em>Promessa de investimento anunciada em 2021 ainda não resultou em asfalto na TO-134, segundo moradores dos povoados afetados (Divulgação/Carlos Daniel de Brito Conceição)</em></p>



<p><em>Por Raphael Pontes/Jornal do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Produtores recebem caravana técnica com soluções para soja e arroz no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-recebem-caravana-tecnica-com-solucoes-para-soja-e-arroz-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 12:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caravana da Produção 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e de parceiros, iniciou nesta segunda-feira, 23, as atividades de campo da Caravana da Produção 2026, na Fazenda Nativa, no município de Guaraí, região central do estado.  A ação tem como objetivo conhecer as [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e de parceiros, iniciou nesta segunda-feira, 23, as atividades de campo da <em>Caravana da Produção 2026</em>, na Fazenda Nativa, no município de Guaraí, região central do estado. </p>



<p>A ação tem como objetivo conhecer as demandas, desafios e tecnologias adotadas na produção agrícola, com foco no cultivo de soja e arroz, tanto irrigado quanto de sequeiro. A expedição encerra na sexta-feira, 27, e irá percorrer 2.340 km, passando por cinco municípios tocantinenses.</p>



<p>Ao realizar a abertura da&nbsp;<em>Caravana da Produção</em>, a secretária-executiva da Seagro, Lilian Martins, apresentou uma explanação geral sobre a proposta das visitas técnicas às propriedades rurais. “A ideia da Caravana é justamente estar no campo, entender a realidade do produtor e promover a troca de conhecimentos sobre tecnologia e produção. É um espaço de diálogo aberto e o Governo do Tocantins tem o compromisso de apoiar as demandas e os desafios do setor produtivo”, destacou.</p>



<p>Atualmente, a Fazenda Nativa produz soja e arroz (irrigado e de sequeiro), sendo 150 hectares destinados ao arroz de sequeiro e 200 hectares ao arroz irrigado. O sistema de plantio adotado é o plantio direto, com aproveitamento da palhada do arroz e da soja. A expectativa de colheita é de 120 sacas por hectare de arroz irrigado e 70 sacas por hectare de soja. A propriedade também investiu na industrialização do arroz, com produção estimada em cerca de 10 mil fardos do grão por mês.</p>



<p>O proprietário da Fazenda Nativa, Mauro José Hendjes, explicou os avanços conquistados na propriedade ao longo de 40 anos de atuação no campo. “Chegamos aqui por volta de 1988, quando não existia energia elétrica. Hoje, conseguimos produzir soja e arroz. No início, tudo era muito difícil, mas com trabalho e investimento conseguimos prosperar e alcançar bons resultados na produção dessas culturas”, relatou.</p>



<p>Durante a visita, o pesquisador da Embrapa, Daniel Fragoso, realizou uma explanação técnica sobre as tecnologias e as variedades de arroz. Na apresentação, abordou temas como melhoramento genético, manejo, adubação, plantio, colheita e outras práticas produtivas adotadas no cultivo do grão.</p>



<p><em>Por Elmiro de Deus/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Produtores rurais de Cariri do Tocantins recebem kits de sementes em ação de apoio ao campo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-rurais-de-cariri-do-tocantins-recebem-kits-de-sementes-em-acao-de-apoio-ao-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cariri do Tocantins]]></category>
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		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores rurais de Cariri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato Rural de Gurupi realizou, ontem, a entrega de kits de sementes a produtores rurais do Assentamento Santa Rita, no município de Cariri do Tocantins. A ação foi conduzida pelo presidente da entidade, João Victor Stival, que esteve presente fazendo a distribuição diretamente aos produtores. A iniciativa foi viabilizada por meio de parceria com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sindicato Rural de Gurupi realizou, ontem, a entrega de kits de sementes a produtores rurais do Assentamento Santa Rita, no município de Cariri do Tocantins. A ação foi conduzida pelo presidente da entidade, João Victor Stival, que esteve presente fazendo a distribuição diretamente aos produtores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://atitudeto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/d4b79c7f-7d33-4dcd-b6b3-c1f444bc1a38.jpeg"><img decoding="async" src="https://atitudeto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/d4b79c7f-7d33-4dcd-b6b3-c1f444bc1a38.jpeg" alt="" class="wp-image-213250"/></a></figure></div>


<p>A iniciativa foi viabilizada por meio de parceria com o Governo do Tocantins, Secretaria de Agricultura e Pecuária, FAET/SENAR e apoio do deputado estadual Eduardo Fortes, além do apoio da Prefeitura Municipal de Cariri do Tocantins e da Secretaria da Mulher.</p>



<p>Os kits, compostos por sementes e insumos essenciais para o plantio, irão contribuir diretamente para o fortalecimento da agricultura familiar, permitindo que diversos produtores iniciem ou ampliem suas lavouras, aumentem a produtividade e garantam mais sustentabilidade às atividades no campo.</p>



<p>Durante a ação, João Victor Stival destacou a importância da união entre as instituições para que os benefícios cheguem de forma concreta ao produtor rural:</p>



<p>“Nosso compromisso é apoiar o produtor com ações práticas. Essas sementes representam oportunidade de produção, geração de renda e mais segurança para as famílias do campo.”</p>



<p>A entrega reforça o papel das parcerias no desenvolvimento rural e evidencia o trabalho conjunto em favor do homem e da mulher do campo, promovendo mais condições de produção, dignidade e crescimento para as comunidades da região.</p>



<p>Ao desenvolvermos as seções de Agronegócio, Cidades, Opinião, Social, Cultura, Educação e Esporte, Meio Ambiente e Política procuramos atender a necessidade do público em ser informado sobre os acontecimentos locais, regionais ou próximos à comunidade.<br><br><em>Por Atitude Tocantins. </em></p>
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		<item>
		<title>Produtores rurais recebem cartilha com orientações sobre a reforma tributária</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-rurais-recebem-cartilha-com-orientacoes-sobre-a-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 12:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Faep lançou uma cartilha gratuita para orientar produtores rurais sobre as mudanças previstas na reforma tributária. O material traz explicações simplificadas sobre os tributos que estão sendo alterados e os procedimentos que deverão ser adotados pelos produtores durante o período de transição. Nesta primeira fase, a reforma trata principalmente dos impostos sobre consumo, como IPI, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sistema Faep lançou uma cartilha gratuita para orientar produtores rurais sobre as mudanças previstas na reforma tributária. O material traz explicações simplificadas sobre os tributos que estão sendo alterados e os procedimentos que deverão ser adotados pelos produtores durante o período de transição.</p>



<p>Nesta primeira fase, a reforma trata principalmente dos impostos sobre consumo, como IPI, ICMS, ISS, PIS e Cofins. A cartilha apresenta quais são as alterações e o que o produtor precisa fazer para se adequar às novas regras, com orientações práticas sobre a parte tributária.</p>



<p>Segundo o técnico do departamento jurídico do Sistema Faep, Eleunério Czornei, 2026 será um ano de testes para o novo modelo.</p>



<p>“Nesse ano de 2026, o produtor rural deve ficar atento à sua nota fiscal eletrônica emitida. Então, nesse primeiro momento, é informada a nota fiscal do produtor, se ele é contribuinte ou não dos novos impostos”, explica Czornei.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/23614082/i/58134455/0/pp/2/1?h=zdAbaP8zSOefex4J_qSWE-QYhn5KFdShpuaq7nKN74rGhOgQxUJreqPselqoSpstRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzLmvsTK7rrqVUsCRl-Dj0ET_GHVUhmxCZG7jrPaZh3Gz&amp;rid=02ee7234-08d5-11f1-9a5c-d404e6f9ac40&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40TotcHMnYqNGVwm8XjpUrIQqPPKawbSW7S6YgPj3OBZm0GlfS8nGnZYuA8zVOflJ4A**&amp;k=1804580fc*f!fZ1WwQZlfZ1W-D9wfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNjU4*DM0Mw%3D%3Df!ffMBff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly9wbGFuZXRhY2FtcG8uY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvY2FydGlsaGEtb3JpZW50Y%241wcm9kdXRvcmVzLXJ1cmFpcy1zb2JyZ%241tdWRhbmNhcy1kY%241yZWZvcm1hLXRyaWJ1dGFyaWEvfaHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvfKysvf*fNjU4*DI3ODJ8NTQx*DI2Njc%3DfNA%3D%3DfNf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MjI5fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0NC4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMHwzMg%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfMj4Wh%2BfCf*(Uvh7V%24&amp;crst=1770984645&amp;wrst=1770985635&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O documento passará a exigir a informação se o produtor é ou não contribuinte dos novos tributos, o IBS e a CBS, para que a tributação seja definida ao longo da cadeia.</p>



<p><strong>Regime tributário mais adequado</strong></p>



<p>O material também ajuda o produtor a identificar o regime tributário mais adequado. Produtores com faturamento anual acima de R$ 3,6 milhões anuais serão contribuintes obrigatórios do IBS e da CBS e deverão ter CNPJ para fins de cadastro. Já quem fatura abaixo desse valor poderá optar por aderir ao novo sistema.</p>



<p>Segundo Czornei, a opção pode trazer vantagens, como o aproveitamento de créditos tributários sobre insumos adquiridos, algo que antes não era possível em muitos casos. No entanto, a orientação é que o produtor faça simulações e procure apoio de profissionais ou do sindicato rural para avaliar se a adesão é vantajosa.</p>



<p>A cartilha está disponível gratuitamente no site do Sistema Faep e pode ser acessada mediante cadastro, com envio direto pelo WhatsApp. O objetivo é facilitar o entendimento das mudanças e ajudar o produtor a se preparar para a nova realidade tributária.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/produtores-rurais-recebem-cartilha-com-orientacoes-sobre-a-reforma-tributaria/">Produtores rurais recebem cartilha com orientações sobre a reforma tributária</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Câmara avança com projeto que amplia royalties e provoca reação no campo</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/camara-avanca-com-projeto-que-amplia-royalties-e-provoca-reacao-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 12:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Proteção de Cultivares]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que altera a Lei de Proteção de Cultivares, em vigor desde 1997. A proposta amplia o prazo de proteção das cultivares anuais e perenes, o que estenderia o período de cobrança de royalties pagos pelos produtores às empresas responsáveis pelo desenvolvimento das tecnologias. A iniciativa tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que altera a Lei de Proteção de Cultivares, em vigor desde 1997. A proposta amplia o prazo de proteção das cultivares anuais e perenes, o que estenderia o período de cobrança de royalties pagos pelos produtores às empresas responsáveis pelo desenvolvimento das tecnologias.</p>



<p>A iniciativa tem como objetivo alinhar o Brasil a padrões internacionais de propriedade intelectual e incentivar novos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e melhoramento genético. Entidades ligadas ao setor de inovação avaliam que a atualização da legislação pode estimular a concorrência e reduzir a concentração de mercado.</p>



<p>O projeto de lei 1702/2019 prevê que, no caso das culturas anuais, como soja e milho, o prazo de proteção passe de 15 para 20 anos. Já para culturas perenes, como frutíferas e cana-de-açúcar, o período seria ampliado de 18 para 25 anos.</p>



<p>Segundo defensores da proposta, o desenvolvimento de novas variedades pode levar mais de uma década e exige investimentos elevados, o que, sem garantias jurídicas adequadas, acaba desestimulando empresas a investir em novas tecnologias.</p>



<p><strong>Uso de semente salva é mantido</strong></p>



<p>O projeto já foi aprovado na Comissão de Agricultura e atualmente tramita na Comissão de Assuntos Econômicos da Câmara. A Aprosoja Brasil participou diretamente do debate e esclarece que a proposta não proíbe o uso de semente salva.</p>



<p>Produtores com até quatro módulos fiscais não pagariam royalties sobre a semente produzida na própria propriedade, desde que não haja comercialização. Acima desse limite, a cobrança seria, em média, de 7% sobre o valor da saca de semente comercial. Como exemplo, se a saca de soja custar R$ 1.000, o valor do royalty seria em torno de R$ 70.</p>



<p>O texto não altera a Lei de Patentes e trata exclusivamente do melhoramento genético vegetal. Também prevê regras mais rigorosas para combater a pirataria de sementes e aumentar a segurança jurídica no setor.</p>



<p><strong>Debate ganha força no Rio Grande do Sul</strong></p>



<p>O debate sobre a proposta ganhou força entre produtores do Rio Grande do Sul, que demonstram preocupação com o impacto financeiro da ampliação do prazo de cobrança, especialmente em um momento de crise no campo.</p>



<p>Produtores relatam descapitalização após sucessivas safras com problemas climáticos e defendem mudanças na forma de cobrança dos royalties. Atualmente, a cobrança é baseada na projeção da colheita. A sugestão apresentada por representantes do setor é que o pagamento ocorra no momento da comercialização, como já aconteceu no passado.</p>



<p>Segundo os produtores, esse modelo seria mais justo, pois ajustaria o valor pago ao desempenho real da lavoura: quem colhe menos paga menos, e quem colhe mais paga mais, conforme a entrega da tecnologia utilizada.</p>



<p>A Associação de Produtores e Empresários Rurais do Rio Grande do Sul (Aper) avalia que o debate deveria ser temporariamente suspenso, já que a prioridade do setor ainda é a busca por soluções para o endividamento rural, sem avanços nos projetos de securitização.</p>



<p>A entidade reforça que os produtores não são contrários à tecnologia nem à pesquisa, mas defendem maior equilíbrio na proposta. Para a associação, o investimento em pesquisa é uma atribuição constitucional do Estado, enquanto a iniciativa privada deve atuar de forma complementar, e não como principal responsável pelo financiamento do desenvolvimento tecnológico.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Produtores se unem para construir estradas e garantir o escoamento da safra no TO</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-se-unem-para-construir-estradas-e-garantir-o-escoamento-da-safra-no-to/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 11:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[escoamento agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com safra recorde à vista, setor produtivo assume obras de infraestrutura viária para evitar gargalos logísticos A proximidade de mais uma grande safra no Tocantins reacende um debate antigo no estado: a necessidade de estradas em boas condições para garantir o escoamento da produção agrícola. Com a colheita de soja prevista para começar no final [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com safra recorde à vista, setor produtivo assume obras de infraestrutura viária para evitar gargalos logísticos</em></p>



<p>A proximidade de mais uma grande safra no Tocantins reacende um debate antigo no estado: a necessidade de estradas em boas condições para garantir o escoamento da produção agrícola. Com a colheita de soja prevista para começar no final de janeiro e ganhar força entre fevereiro e março, produtores rurais têm se organizado para enfrentar um dos principais desafios do agro tocantinense fora da lavoura: a infraestrutura viária.</p>



<p>A estimativa para a safra 2025/2026 é de aproximadamente 5,75 milhões de toneladas de soja, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume deve contribuir para que a produção total de grãos do estado ultrapasse 9,6 milhões de toneladas, um novo recorde histórico. Para que essa produção chegue aos mercados consumidores e aos portos, o caminho começa nas estradas vicinais e nas rodovias estaduais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/3c_4j7vfOxI5irEpeU21fTATgJk=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/x/B/2uy5ZMQN6QKPZ12oupWg/foto-1-foto-yuri-felipe-sousa-.jpeg" alt="Estradas vicinais são fundamentais para garantir o escoamento da safra e reduzir custos logísticos no agro tocantinense. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>Estradas vicinais são fundamentais para garantir o escoamento da safra e reduzir custos logísticos no agro tocantinense. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p>Na região conhecida como Garganta, na divisa entre Tocantins e Bahia, a mobilização dos produtores avançou para um novo patamar. Ao todo, a estrada que marca a divisa entre os dois estados soma cerca de 90 quilômetros. A atuação direta da associação de produtores ocorre no trecho da Garganta, enquanto há também estradas no lado baiano que dão acesso às fazendas. Nesse caso, o asfalto foi executado pelos próprios produtores, em parceria com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), entidade que atua em todo o Oeste da Bahia.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/RZ0ykBFCUiC0HbYVfZTvkGAt7n4=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/U/d/V1jsY2R6OPGC8v7BTzzA/foto-2-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="Trechos asfaltados pelos próprios produtores evidenciam a organização do setor produtivo diante dos gargalos históricos de infraestrutura no estado. — Foto: Arquivo/APROSOJA TOCANTINS"/></figure>



<p><em>Trechos asfaltados pelos próprios produtores evidenciam a organização do setor produtivo diante dos gargalos históricos de infraestrutura no estado. — Foto: Arquivo/APROSOJA TOCANTINS</em></p>



<p>O produtor rural Martin Dowich explicou que a iniciativa surgiu da necessidade prática de manter a produção circulando. “Essa estrada da divisa Tocantins-Bahia tem aproximadamente 90 quilômetros. A nossa associação atua diretamente na Garganta, mas existem também estradas no lado da Bahia que dão acesso às fazendas. Lá, o asfalto foi feito pelos produtores em parceria com a AIBA”, relatou.</p>



<p>Segundo Dowich, um dos trechos mais estratégicos do corredor logístico foi implantado recentemente pelos próprios produtores. “Os 40 quilômetros que hoje dão sustentação a esse eixo não foram apenas recuperados. Eles foram feitos do zero, com asfalto novo, construído pelos produtores, porque não havia mais condições de depender de estrada de terra em uma região que escoa volumes cada vez maiores de grãos”, afirmou.</p>



<p>Ele destaca que esse trecho já mudou a dinâmica do transporte na região. “A estrada que segue em direção a Mateiros é uma continuidade desses 40 quilômetros já asfaltados. A previsão agora é avançar com mais 13 quilômetros de asfalto novo e realizar a manutenção de outros 40 quilômetros, garantindo condições adequadas de tráfego em todo o corredor”, acrescentou.</p>



<p>Com o avanço das obras, os reflexos já são percebidos no dia a dia de quem transporta produção e insumos. “Hoje sentimos o retorno em conforto, segurança e redução de custos. Por ali passa muito carregamento de soja, milho, algodão e também todos os insumos. E não é só o agro. A estrada melhora o acesso entre cidades e beneficia toda a região”, completou Dowich.</p>



<p>Municípios como Lagoa da Confusão, Cristalândia, Pium, Formoso do Araguaia, Santa Rita do Tocantins e Dueré dependem diretamente das estradas vicinais e das rodovias estaduais para levar a produção até as vias principais. Nessas regiões, qualquer problema na malha viária se traduz em atraso, aumento de custos e risco de perdas.</p>



<p>Grande parte desse fluxo converge para a BR-153, principal corredor logístico do estado, responsável por conectar a produção tocantinense aos mercados do Sul e Sudeste e aos portos do Arco Norte. Além dela, rodovias estaduais cumprem papel estratégico no acesso aos terminais multimodais de Palmeirante, Porto Nacional e Alvorada, onde a carga segue por outros modais até os portos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/2AtA0X5v8TFMPg3u5YenLmimbcY=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/h/H/9fTYh3Rnqh6mMYeJxMUQ/foto-3-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="Rodovias que conectam as áreas produtivas à BR-153 sustentam a competitividade do agro e a integração com os mercados nacionais. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>Rodovias que conectam as áreas produtivas à BR-153 sustentam a competitividade do agro e a integração com os mercados nacionais. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p>A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, avalia que a mobilização dos produtores evidencia a urgência de soluções diante da falta de infraestrutura adequada. “Com uma safra desse tamanho, não dá para pensar só na produção. A estrada também é parte da lavoura. Quando o produtor se organiza para construir ou manter uma estrada, não é por satisfação, mas porque precisa garantir o escoamento da produção diante da ausência do poder público”, afirmou.</p>



<p>Para o setor produtivo, o recado é claro. A competitividade do agro tocantinense passa, necessariamente, pela capacidade de transformar gargalos históricos em soluções coletivas. Com a safra se aproximando, cada quilômetro asfaltado ou mantido representa menos custo, mais segurança e mais desenvolvimento ao longo das rotas que sustentam a economia do estado.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Ue0Aq1BrqIDgopky4TjjkQ95x3k=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/H/Y/0SP7StRDGNpYBWWsbhpw/foto-4-foto-yuri-felipe-sousa-..jpeg" alt="A melhoria das estradas é parte estratégica da lavoura e impacta diretamente a segurança, a logística e o desenvolvimento regional. — Foto: Yuri Felipe Sousa"/></figure>



<p><em>A melhoria das estradas é parte estratégica da lavoura e impacta diretamente a segurança, a logística e o desenvolvimento regional. — Foto: Yuri Felipe Sousa</em></p>



<p><em>Por Ascom Aprosoja Tocantins. </em><a href="https://aprosojato.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>
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		<title>Produtores rurais têm até 2027 para regularizar CNPJ; veja o que isso implica</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-rurais-tem-ate-2027-para-regularizar-cnpj-veja-o-que-isso-implica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 11:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[2027]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNPJ]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que muda para os produtores rurais com o novo modelo tributário A partir de 2026, o CNPJ passará a ser a principal forma de identificação do produtor rural no sistema tributário nacional. A mudança, prevista na reforma tributária, altera a forma de registro, fiscalização e integração da atividade rural a programas públicos. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Saiba o que muda para os produtores rurais com o novo modelo tributário</em></p>



<p>A partir de 2026, o CNPJ passará a ser a principal forma de identificação do produtor rural no sistema tributário nacional. A mudança, prevista na reforma tributária, altera a forma de registro, fiscalização e integração da atividade rural a programas públicos. O período de adaptação vai até 2027, mas especialistas recomendam que a adequação seja encarada como inevitável.</p>



<p>Segundo a advogada Mariana Cisneros, da área de agronegócios da Lima &amp; Pegolo Advogados Associados, a centralização do CNPJ segue a lógica de padronização cadastral, integração de sistemas e rastreabilidade das operações, pilares do IBS e da CBS. O ano de 2026 será de transição, com ajustes operacionais e convivência de modelos, enquanto a implementação plena está prevista para 2027.</p>



<p>A mudança não altera a natureza da atividade rural nem os tributos incidentes, mas impacta diretamente a estrutura fiscal. O CNPJ passa a ser a base da identificação do produtor, influenciando a emissão de documentos fiscais, o cumprimento de obrigações acessórias, a organização contábil e o cruzamento de dados entre Receita Federal, estados e municípios.</p>



<p>Na prática, a nova rotina exige maior formalização e separação entre pessoa física e atividade econômica, com controle mais rigoroso de receitas, custos e resultados. A atuação deixa de ser tratada de forma simplificada e passa a integrar um ambiente fiscal mais estruturado e integrado.</p>



<p>Produtores que não se adequarem até 2027 podem enfrentar restrições operacionais e fiscais, como impedimentos na emissão de notas fiscais, inconsistências cadastrais, autuações por descumprimento de obrigações acessórias e limitações no acesso a crédito, benefícios fiscais e programas governamentais. A irregularidade pode, inclusive, comprometer a continuidade da atividade.</p>



<p>Para produtores com propriedades em diferentes estados, será necessário registrar filiais vinculadas ao CNPJ principal, já que cada estabelecimento rural é considerado um local autônomo de operação fiscal. A centralização indevida de atividades em um único estado pode gerar questionamentos e autuações do Fisco.</p>



<p>A exigência do CNPJ também impacta o acesso ao crédito rural e a políticas públicas. Embora não seja fator automático de exclusão, a regularidade cadastral se torna elemento essencial de elegibilidade, controle e rastreabilidade no novo ambiente regulatório.</p>



<p>Outro ponto de atenção é a criação do CNPJ alfanumérico pela Receita Federal, inicialmente para novos registros. A mudança exige atualização de sistemas contábeis, ERPs e softwares fiscais, sob risco de rejeições, falhas de integração e interrupções na emissão de documentos.</p>



<p>Estados como São Paulo, que já adotam o CNPJ para produtores rurais, mostram que os principais desafios não estão na exigência em si, mas em inconsistências cadastrais e na falta de alinhamento entre pessoa física e operação rural. Produtores que se anteciparam passaram a operar com mais segurança jurídica e previsibilidade.</p>



<p>Embora seja esperado suporte gradual da União e dos estados durante a transição, a orientação técnica permanece essencial. Abrir um CNPJ rural sem planejamento pode gerar erros como escolha inadequada do regime tributário, confusão patrimonial, centralização incorreta de operações e perda de benefícios fiscais. A atuação conjunta de contador e advogado é considerada fundamental.</p>



<p>Para Mariana Cisneros, o novo modelo representa um avanço para o setor ao promover padronização, integração de informações e rastreabilidade, aumentando a segurança jurídica e a previsibilidade tributária. Nesse cenário, o CNPJ deixa de ser apenas um número e se consolida como peça-chave na profissionalização da gestão rural e na estabilidade das relações fiscais e comerciais.</p>



<p><em>Por Agrolink.</em></p>
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		<item>
		<title>Novo sistema digital garante mais segurança às informações dos produtores rurais do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/novo-sistema-digital-garante-mais-seguranca-as-informacoes-dos-produtores-rurais-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Novo sistema digital]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para modernizar e garantir mais segurança e confiabilidade nas informações dos produtores rurais, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), anuncia que a partir desta segunda-feira, 15, entra em funcionamento a 2ª fase do novo Sistema Informatizado de Defesa Agropecuária do Tocantins (Sidato 2.0). O sistema está sendo implementado para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para modernizar e garantir mais segurança e confiabilidade nas informações dos produtores rurais, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), anuncia que a partir desta segunda-feira, 15, entra em funcionamento a 2ª fase do novo Sistema Informatizado de Defesa Agropecuária do Tocantins (Sidato 2.0).</p>



<p>O sistema está sendo implementado para as espécies animais em três etapas. A primeira já foi implantada para atendimento na movimentação de abelhas, animais silvestres, codornas, emas, javali, peru e outras aves; nesta segunda fase, estará disponível exclusivamente para produtores que desejam transitar as seguintes espécies animais: equídeos, caprinos e ovinos, suínos, peixes e alevinos.</p>



<p>Segundo a gerente de Avaliação, Controle e Fiscalização da Adapec, Laudicéia Teles, os produtores rurais que já utilizam a plataforma Produtor Online e que necessitam realizar a movimentação de peixes e alevinos devem recuperar a senha para acessar o novo Sidato 2.0, no endereço eletrônico&nbsp;<a href="http://sidato2.adapec.to.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://sidato2.adapec.to.gov.br</a>. Ao acessar a plataforma, o passo a passo para a recuperação da senha estará disponível no próprio sistema.</p>



<p>“Vale destacar que, neste momento, o acesso ao novo Sidato 2.0 para usuários do Produtor Online é exclusivo para produtores das espécies de peixes e alevinos”, reforça Laudicéia Teles.</p>



<p>A implantação do Sidato 2.0 traz avanços e melhorias que fortalecem o sistema de vigilância e defesa sanitária do Tocantins, pois trata-se de uma potente ferramenta de modernização e inovação tecnológica para a defesa agropecuária. A conquista é fruto de uma parceria entre a Adapec e a Agrodefesa de Goiás, formalizada por meio de termo de cooperação técnica.</p>



<p><strong>Sidato 2.0</strong></p>



<p>O Sidato 2.0 traz mais segurança, agilidade e modernização aos serviços prestados pela Adapec. Ele permite que serviços antes presenciais sejam realizados on-line, facilitando a rotina do produtor e do responsável técnico. A terceira e última fase da implantação do sistema está prevista para janeiro e incluirá bovinos, bubalinos e aves.</p>



<p><em>Por Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins.</em></p>
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