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	<title>Queda Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Queda Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Helicóptero da dupla Henrique e Juliano cai em area rural de Porto Nacional, no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 17:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Fazenda Terra Prometida]]></category>
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		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Piloto e mecânico estavam na aeronave que caiu próximo à Fazenda Terra Prometida nesta sexta-feira, 8 Um helicóptero caiu na tarde desta sexta-feira, 8, em uma fazenda ligada à família do cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique &#38; Juliano, no Tocantins. As primeiras informações apontam que o acidente ocorreu nas proximidades da Fazenda Terra Prometida. [&#8230;]</p>
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<p><em>Piloto e mecânico estavam na aeronave que caiu próximo à Fazenda Terra Prometida nesta sexta-feira, 8</em></p>



<p>Um helicóptero caiu na tarde desta sexta-feira, 8, em uma fazenda ligada à família do cantor Henrique, da dupla sertaneja Henrique &amp; Juliano, no Tocantins.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="430" class="wp-image-18955" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp 1076w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-300x184.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-1024x629.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-768x472.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-750x461.webp 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p>As primeiras informações apontam que o acidente ocorreu nas proximidades da Fazenda Terra Prometida. Segundo informações apuradas pela reportagem, apenas o piloto e um mecânico estavam na aeronave no momento da queda.</p>



<p>O Corpo de Bombeiros confirmou que a ocorrência foi aberta e segue em atendimento. Até o momento, não há informações oficiais sobre mortos ou sobre o estado de saúde dos ocupantes.</p>



<p>Inicialmente, havia informação de que não existia acionamento registrado, mas a corporação confirmou posteriormente que a ocorrência está em andamento.</p>



<p>A reportagem apura se a aeronave pertence à família dos cantores e as circunstâncias do acidente.<br><br><em>Em atualização.</em></p>



<p></p>
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		<title>Plano integrado provoca queda histórica das queimadas no Cantão em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/plano-integrado-provoca-queda-historica-das-queimadas-no-cantao-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CANTÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Parque Estadual do Cantão (PEC) apresentou queda significativa nos focos de incêndio em 2025, conforme relatório técnico divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Governo do Tocantins, por meio do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma), da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Com base nas informações do [&#8230;]</p>
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<p>O Parque Estadual do Cantão (PEC) apresentou queda significativa nos focos de incêndio em 2025, conforme relatório técnico divulgado nesta terça-feira, 24, pelo Governo do Tocantins, por meio do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma), da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).</p>



<p>Com base nas informações do programa&nbsp;<em>Queimadas</em>, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a região registrou uma redução superior a 2.000% nos focos de queimadas, passando de 172 registros em 2024 para apenas oito em 2025.</p>



<p>De acordo com dados do MapBiomas, a área queimada dentro do parque também apresentou queda significativa. Em 2025, o fogo atingiu 64,3 hectares, enquanto em 2024 , considerado o ano mais crítico da história recente das queimadas no Brasil,&nbsp; foram queimados 9.474,1 hectares, o que representa uma redução superior a 14.600%.</p>



<p>Para o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, este resultado se deve ao trabalho conjunto e integrado entre o Governo do Estado, municípios, instituições parceiras e a comunidade.</p>



<p>Nesse sentido, destacam-se as ações do Plano Integrado de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais &#8211; 2025, coordenado pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO) e da Defesa Civil do Estado.</p>



<p>Para reforçar o trabalho, em julho de 2025, os brigadistas receberam treinamento básico em prevenção, controle e combate a incêndios florestais. A capacitação foi promovida pela Organização Não Governamental (ONG) Aliança da Terra, com apoio do Governo do Tocantins.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, reitera ainda a importância do projeto&nbsp;<em>Restaura Cantão,</em>&nbsp;que veio para fortalecer as ações de prevenção e combate ao fogo dentro do parque.</p>



<p>O projeto foi iniciado com a contratação de 11 novos brigadistas, que atuaram ao lado das equipes do Naturatins, dentro do parque e na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão, além da locação de veículos e da compra de equipamentos.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, o Manejo Integrado do Fogo (MIF), uma ação promovida pelo Naturatins, realizou 54 queimas prescritas dentro do parque,&nbsp;o que contribuiu para o controle do material combustível e a prevenção de incêndios de grandes proporções. ”Para este ano, a brigada segue fazendo o trabalho de prevenção e promovendo educação ambiental com a comunidade local [torrãozeiros]”, acrescentou.</p>



<p><strong>Cantão</strong></p>



<p>Localizado na região centro-oeste do estado, a 250 km de Palmas, o&nbsp;Cantão é uma unidade de proteção integral onde estão presentes três grandes rios, mais de 800 lagoas e onde há o encontro de três ecossistemas: Floresta Amazônica, Pantanal e Cerrado, formando um lugar sem igual em termos de biodiversidade. Compõem a região os municípios de Araguacema, Caseara e Pium.</p>



<p><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Mosaic registra queda na demanda por fertilizantes no fim de 2025, mas projeta melhora em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[mosaic fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mosaic divulgou nesta sexta-feira (16/1) uma atualização sobre o mercado global de fertilizantes, com números preliminares de vendas do quarto trimestre de 2025. De acordo com o relatório, a demanda por fertilizantes na América do Norte caiu muito além da sazonalidade típica do período. A companhia informou que as aplicações foram pressionadas pela piora [&#8230;]</p>
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<p><em>A Mosaic divulgou nesta sexta-feira (16/1) uma atualização sobre o mercado global de fertilizantes, com números preliminares de vendas do quarto trimestre de 2025.</em></p>



<p>De acordo com o relatório, a demanda por fertilizantes na América do Norte caiu muito além da sazonalidade típica do período. A companhia informou que as aplicações foram pressionadas pela piora na rentabilidade dos produtores e agravadas pelo início precoce do inverno, que encurtou a janela de aplicação.</p>



<p>Informou ainda que as condições foram especialmente desafiadoras para os fosfatados, devido à menor acessibilidade em relação ao potássio. Os embarques de fosfato na América do Norte recuaram cerca de 20% no quarto trimestre, segundo a empresa.</p>



<p>Nesse cenário, as vendas de fosfato ficaram em aproximadamente 1,3 milhão de toneladas, enquanto as vendas de potássio somaram cerca de 2,2 milhões de toneladas.</p>



<p>Com isso, a Mosaic informou que ajustou seu plano de produção de fosfatados e o mix de produtos no período, além de redirecionar volumes para mercados com maior demanda. Com isso, os volumes de produção permaneceram em linha com o trimestre anterior, segundo a empresa.</p>



<p>No Brasil, segundo a empresa, o mercado de fertilizantes se deteriorou no quarto trimestre, diante de restrições de crédito e aumento da competição entre fornecedores. No acumulado do ano, as vendas somaram cerca de 9 milhões de toneladas, estáveis em relação a 2024, mas refletindo a retração mais ampla do mercado, informou a empresa.</p>



<p>A perspectiva para 2026, porém, é mais positiva. De acordo com o comunicado da empresa, a expectativa é de que os produtores recomponham os nutrientes retirados do solo após a forte safra do ano passado, além de estímulos adicionais por meio de pagamentos governamentais nos Estados Unidos, que devem impulsionar a demanda no período de aplicação da primavera.<br><br><em>Por Globo Rural.</em></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://saibasobreverao.com/air-pulse"></a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Tocantins registra queda de 28,7% na área queimada com plano de combate</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-registra-queda-de-287-na-area-queimada-com-plano-de-combate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins registra queda de 28]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins registrou redução de 27,7% nos focos de queimadas e de 28,7% na área queimada entre janeiro e julho de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. Os dados são da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins registrou redução de 27,7% nos focos de queimadas e de 28,7% na área queimada entre janeiro e julho de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024. Os dados são da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma), divulgados no Boletim Mensal do Fogo nº 9/2025.</p>



<p>Essa diminuição é resultado de ações estratégicas implementadas pelo Governo do Tocantins, como o Plano Integrado de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais 2025, que recebeu investimento de R$ 17.195.620,45. Além disso, o governador Wanderlei Barbosa assinou, em 20 de agosto, contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de R$ 44.994.287,00, por meio do Fundo Amazônia. Os recursos serão destinados ao fortalecimento do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO), ampliando a capacidade operacional de prevenção e combate às queimadas e aos incêndios florestais em todo o estado.</p>



<p>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destaca que a redução dos focos de queimadas reflete o compromisso da gestão estadual com a preservação ambiental. “A redução das queimadas no Tocantins é uma conquista de todos nós. Esse resultado é fruto de planejamento, de investimentos importantes e, principalmente, da união de esforços entre os órgãos do Governo e a sociedade. Esse trabalho vai continuar e será cada vez mais firme, porque cuidar do nosso estado é a nossa prioridade”, afirma o chefe do Executivo.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Marcello Lelis, comemorou os resultados positivos no combate às queimadas no Tocantins. “É um avanço comemorarmos essa redução dos índices de incêndios em relação a 2024 e é muito importante ressaltarmos que isso se deve à determinação do governador Wanderlei Barbosa de construir o maior Plano de Combate ao Fogo da história do Tocantins, envolvendo a Semarh, o Corpo de Bombeiros e o Naturatins. Além disso, outros órgãos, como a Seplan [Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento], também participaram, contribuindo com o envio de veículos. É importante destacar também a força da educação ambiental, especialmente com o projeto&nbsp;<em>Foco no Fogo</em>”, reforça o secretário da Semarh.</p>



<p>O monitoramento das queimadas no estado é realizado pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma), da Semarh, que reúne cálculos comparativos da área queimada com dados do Monitor do Fogo do MapBiomas, além de registros de focos de incêndio do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p><strong>Redução de focos de queimadas</strong></p>



<p>Entre janeiro e julho de 2025, o Tocantins registrou 3.998 focos de queimadas, contra 5.533 no mesmo período de 2024, representando uma queda de 27,7%. A redução manteve-se consistente ao longo dos sete meses analisados, com quedas percentuais mensais variando entre 4,6% e 62,3%. No último mês, apesar de ter concentrado o maior número de focos do período, observou-se uma diminuição de 28,5% em relação a julho de 2024.</p>



<p>Do total de ocorrências registradas, a maior parte correspondeu a queimadas não autorizadas, com 54,3% (2.172 focos), seguida pelos incêndios florestais, que representaram 8,7% (349 focos). As ações autorizadas incluíram as queimas prescritas, com 22,4% (896 focos); e as queimas controladas, que somaram 14,5% (581 focos).</p>



<p><strong>Redução na área queimada</strong></p>



<p>A área queimada reduziu de 656,6 mil hectares entre janeiro a julho de 2024 para 468 mil hectares no mesmo período de 2025, uma redução de 28,7%. Dessa área, 5,1% (24 mil hectares) correspondem a queima controlada; 49,8% (233 mil hectares) a queima prescrita; e 45,1% (211 mil hectares) a queima não autorizada.</p>



<p>A redução, constatada a partir do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Monitor do Fogo do MapBiomas, foi registrada tanto no número de ocorrências quanto na extensão territorial.</p>



<p><strong>Atuação do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil</strong></p>



<p>A redução nos focos de queimadas em 2025 é resultado de medidas coordenadas pelo Governo do Tocantins. Entre as iniciativas, destacam-se o projeto&nbsp;<em>Foco no Fogo</em>, a formação de brigadas e a intensificação das orientações para a comunidade, por meio de ações em escolas e campanhas em mídias institucionais.</p>



<p>“O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Estadual também assinaram Termos de Cooperação Técnica com 131 dos 139 municípios tocantinenses, garantindo a contratação e a capacitação de brigadistas municipais. Investimos de R$ 7 a 8 milhões para contratação de brigadistas, compra de EPIs [Equipamentos de Proteção Individual] e de combate”, explica o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Tocantins, coronel Peterson Queiroz de Ornelas.</p>



<p>A partir da Portaria nº 23 de 2025, o Corpo de Bombeiros Militar instituiu a Sala de Crise, um centro de comando que integra os líderes das operações e centraliza as decisões estratégicas. Esse espaço garante que cada ação, desde a prevenção até a resposta em campo, seja planejada de forma integrada, tornando a união das forças mais ágil e eficiente.</p>



<p>A Defesa Civil desempenha papel importante na prevenção e no gerenciamento desses incêndios, atuando na formação de brigadas municipais e estaduais e realizando a gestão de riscos e desastres de forma integrada com o Comitê do Fogo e demais parceiros em âmbitos municipal, estadual e federal.</p>



<p><strong>Plano Integrado de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais</strong></p>



<p>Com investimento superior a R$ 17 milhões, o Governo do Tocantins lançou, em maio deste ano, o Plano Integrado de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, desenvolvido em parceria entre a Semarh, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO) e o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). O Plano é estruturado em três eixos: prevenção, monitoramento e combate; e tem como objetivos fortalecer as ações de preparação e ampliar a estrutura e a capacidade operacional dos órgãos responsáveis, bem como intensificar a responsabilização por crimes ambientais.</p>



<p><strong>Foco no Fogo</strong></p>



<p>Criado em 2020, o&nbsp;<em>Foco no Fogo</em>&nbsp;realiza trabalhos em territórios propensos às queimadas, alertando a população sobre os riscos e os prejuízos causados pelas queimadas irregulares, bem como pelos incêndios florestais. A iniciativa tem como objetivos principais promover a educação ambiental e conscientizar os proprietários rurais sobre os riscos e os prejuízos das queimadas e ganha ainda mais força ao unir, de forma simultânea, palestras em escolas e visitas técnicas às propriedades rurais com histórico de focos de incêndio. A proposta é envolver diretamente tanto quem produz no campo quanto os estudantes, que representam o futuro das decisões ambientais no Tocantins.</p>



<p>Em 2025, o<em>&nbsp;Foco no Fogo</em>&nbsp;realizou 2.541 visitas e promoveu 48 eventos/palestras, totalizando 2.589 ações educativas, atingindo diretamente 15.739 pessoas em 59 municípios tocantinenses. Caseara, Angico e Esperantina foram os municípios com maior número de ações realizadas.</p>



<p><strong>Orientação à população</strong></p>



<p>O Governo reforça que a participação da população é essencial para reduzir os focos de calor. Os canais para denúncia incluem o Linha Verde do Ibama (0800 61 8080), o telefone 193 do Corpo de Bombeiros, 199 da Defesa Civil e a Ouvidoria-Geral do Estado (162).</p>



<p><em>Por Rafael Oliveira e Débora Gomes/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Tocantins registra queda de 20,7% no desmatamento nos primeiros seis meses de 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-registra-queda-de-207-no-desmatamento-nos-primeiros-seis-meses-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 12:27:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins registrou nesta última sexta-feira, 11, a redução de 20,7% no desmatamento do primeiro semestre de 2025, com a soma 748,3km² de área desmatada, resultado da comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 943,2 km² de área desmatada.  A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins registrou nesta última sexta-feira, 11, a redução de 20,7% no desmatamento do primeiro semestre de 2025, com a soma 748,3km² de área desmatada, resultado da comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 943,2 km² de área desmatada. </p>



<p>A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) publicou o&nbsp;<a href="https://central.to.gov.br/download/434394">Boletim Mensal de Desmatamento nº 10/2025</a>, consolidado pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma/Semarh), com dados da área desmatada no período de janeiro a junho deste ano.</p>



<p>Do total de área desmatada no semestre, 72,9% ocorreram com autorização ambiental vigente e outros 6,1% em áreas autorizadas com deslocamento e em processo de regularização. Já o desmatamento não autorizado representa somente 21% do total registrado no período e o Estado tem a meta de desmatamento ilegal zero até 2030.</p>



<p>“Esta redução de 20,7% da área desmatada do Tocantins no primeiro semestre de 2025 é resultado de um conjunto de medidas adotadas pelo Governo do Tocantins, com destaque para o Pacto pelo Desmatamento Ilegal Zero até 2030, firmado entre a gestão estadual e o setor produtivo; outro ponto foi o fortalecimento institucional e o fomento das ações de prevenção, comando e controle, combate e monitoramento previstos no Plano de Prevenção e Combate aos Desmatamentos e Incêndios Florestais. É importante ressaltar o investimento de cerca de R$ 5 milhões no fortalecimento da estrutura tecnológica, aquisição de equipamentos, desenvolvimento do módulo de análise da regularização ambiental e na integração de sistemas de monitoramento, além do incentivo à produção sustentável”, ponderou Marcello Lelis.</p>



<p>Conforme dados do boletim, os meses de abril, maio e junho concentraram os maiores registros de desmatamento no semestre, coincidindo com a estação seca, período que é mais propício para intervenções no solo.</p>



<p>A distribuição por bioma revela que a maior parte do desmatamento se concentrou no Bioma Cerrado, com 747,2km², enquanto o Bioma Amazônico, localizado na região norte do estado, registrou apenas 1,1km² de supressão vegetal.</p>



<p><strong>Boletim mensal</strong></p>



<p>Os dados apresentados neste boletim são provenientes do sistema Deter (Avisos) do Inpe, de Detecção de Desmatamento em Tempo Real e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e consolidados pelo Cigma/Semarh, uma ferramenta estratégica do Órgão no acompanhamento e controle das mudanças de uso do solo em todo o estado.</p>



<p><em>Por Cleide Veloso/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Vazão da Bacia do Rio Tocantins caiu 35% desde os anos 1970, aponta levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 11:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia do Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A bacia do rio Tocantins perdeu 35% da sua vazão de segurança desde a década de 1970. Esses são alguns dos resultados de uma análise de dados inédita realizada no projeto especial Cerrado – O Elo Sagrado das Águas do Brasil, após 12 meses de investigação conduzida pela Ambiental Media com base em dados da Agência Nacional [&#8230;]</p>
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<p>A bacia do rio Tocantins perdeu 35% da sua vazão de segurança desde a década de 1970. Esses são alguns dos resultados de uma análise de dados inédita realizada no projeto especial Cerrado – O Elo Sagrado das Águas do Brasil, após 12 meses de investigação conduzida pela Ambiental Media com base em dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do MapBiomas, nas bacias do Araguaia, Paraná, Parnaíba, São Francisco, Taquari e Tocantins.</p>



<p>Entre as analisadas, a bacia do Tocantins ocupa o segundo lugar no ranking de perda de vazão de segurança, atrás apenas da bacia do São Francisco. A posição é a mesma quando se fala em avanço da soja irrigada: houve um crescimento de 138 vezes na área destinada ao grão entre 1985 e 2022, de acordo com dados do MapBiomas.</p>



<p>Há outros dados preocupantes quando se fala nas águas da bacia. Houve uma redução de 23% na quantidade de chuvas desde a década de 1970 e alta de 8% na evapotranspiração potencial, que indica a quantidade de água que o solo e a vegetação devolvem à atmosfera devido à radiação solar (e está diretamente ligada às mudanças climáticas).</p>



<p><strong>Síntese de dados da bacia do Tocantins</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução de 35% na vazão mínima de segurança (de 1.415 m³/s para 924 m³/s)</li>



<li>Aumento de 13.765% na área de produção de soja (de 10.322 ha para 1.431.190 ha)</li>



<li>Redução de 22% na vegetação nativa (de 22.276.543 ha para 17.270.091 ha)</li>



<li>Pluviosidade: queda de 23% (de 143,38 mm/ano para 110,57 mm/ano)</li>



<li>Evapotranspiração potencial: aumento de 8% (de 119,12 mm/ano para 128,46 mm/ano)</li>
</ul>



<p><strong>O projeto</strong>&nbsp;</p>



<p>Em uma cooperação técnica (não comercial) focada no processamento de dados, o time da Ambiental teve acesso a grandes volumes de dados da ANA com informações desde a década de 1970. Também foram analisados 37 anos de dados de uso e ocupação do solo do MapBiomas.</p>



<p>O trabalho foi realizado sob a coordenação científica de Yuri Salmona – geógrafo, doutor em Ciências Florestais pela Universidade de Brasília (UnB) e diretor-executivo do Instituto Cerrados.</p>



<p><strong>Dados de vazão de segurança, pluviosidade e evapotranspiração potencial</strong>&nbsp;</p>



<p>As seis grandes bacias tiveram redução de 27%, em média, da vazão mínima de segurança (Q90) entre as décadas de 1970 (1970–1979) e 2010 (2012–2021). A perda equivale a 1.300 m³/s – ou 30 piscinas olímpicas por minuto – e representa um alerta grave sobre a crise hídrica no coração das águas do Brasil. Em apenas um dia, o volume perdido seria suficiente para abastecer o país inteiro por mais de três dias.</p>



<p>O Q90 representa o volume mínimo de água que flui por um rio em 90% dos registros. Os dados de chuva revelaram uma diminuição média de 21% na precipitação considerando as seis bacias hidrográficas estudadas. Paralelamente, a evapotranspiração potencial registrou aumento de 8% em todas as bacias analisadas. Em suma, o cenário no Cerrado é claro: chove menos, a vazão dos rios diminuiu significativamente e mais água está evaporando.</p>



<p><strong>Dados de uso do solo</strong>&nbsp;</p>



<p>Para compreender a crescente demanda por água no Cerrado, o time da Ambiental analisou o avanço do desmatamento e das monoculturas de soja de 1985 a 2022. Considerando as seis grandes bacias, os dados do MapBiomas indicam redução de 22% na vegetação nativa e aumento em quase 20 vezes da área plantada de soja, passando de 620 mil hectares para mais de 12 milhões de hectares.</p>



<p><strong>As águas por um fio</strong>&nbsp;</p>



<p>Conhecido como o &#8220;coração das águas do Brasil&#8221;, o Cerrado é o segundo maior bioma do país, ocupando 25% do território nacional e abastecendo 8 das 12 regiões hidrográficas brasileiras. Situado, em grande parte, em altitudes elevadas, seu relevo favorece o fluxo de rios e aquíferos. É responsável por 90% da vazão do rio São Francisco e por praticamente toda a água do Pantanal. Sustenta, inclusive, gigantes da Amazônia, como os rios Xingu e Tapajós.</p>



<p>Uma das reportagens do projeto mostra, por meio de um<strong>&nbsp;<a href="https://ambiental.media/cerrado-jornada-das-aguas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">infográfico ilustrado e interativo</a></strong>, a intrincada e interdependente relação entre os ciclos hidrológicos dos dois biomas.</p>



<p>Apesar disso, o Cerrado se tornou o principal palco da expansão do agronegócio exportador de commodities, que já ocupa quase metade de sua extensão, segundo o MapBiomas. A situação é agravada pelas mudanças climáticas. Por possuir legislação ambiental menos rigorosa do que a da Amazônia, o Cerrado ficou conhecido como bioma do sacrifício. “<em>Quando o Cerrado é devastado, estamos colocando em risco os recursos hídricos do Brasil, afetando a todos nós</em>”, alerta Salmona.</p>



<p><strong>O desafio de traduzir dados complexos</strong>&nbsp;</p>



<p>&nbsp;“<em>É comum encontrar pessoas indignadas com a escassez de água nas torneiras, ou agricultores temerosos de uma queda de safra diante da irregularidade do clima. Uma dona de casa ou uma proprietária de restaurante se incomodam com a alta de preço dos alimentos. Todos esses públicos, no entanto, não associam essas questões problemáticas com o desmatamento do Cerrado, mas deveriam”</em>, diz Yuri Salmona.</p>



<p>Transformar as extensas bases de dados em conteúdo acessível para um público amplo foi um dos desafios do projeto, desenvolvido ao longo de mais de um ano. “<em>Mais do que o uso de novas tecnologias, o diferencial está na união de especialistas de áreas distintas – jornalistas, cientistas ambientais, analistas de dados espaciais, designers e programadores – para produzir uma narrativa acessível, engajante e assertiva sobre o Cerrado”</em>, explica Thiago Medaglia, diretor-executivo da Ambiental e idealizador do projeto.</p>



<p>As principais descobertas da análise são apresentadas em uma narrativa baseada em mapas 3D e em um <a href="https://cerrado.ambiental.media/pt/dashboard/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dashboard com gráficos inéditos</a>, com dados detalhados das diferentes bacias e camadas analisadas. </p>



<p>O projeto <a href="https://cerrado.ambiental.media/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cerrado – O Elo Sagrado das Águas do Brasil</a>, segundo Medaglia, tem o potencial de colocar a savana mais biodiversa do planeta no centro do debate público. Medaglia ressalta que o bioma, historicamente ofuscado pela Amazônia em discussões e políticas, precisa se tornar protagonista na pauta ambiental. Ele enfatiza a relevância do Cerrado para o abastecimento, a agricultura e a resiliência hídrica do país: &#8220;<em>Seja na balança comercial, na torneira de casa ou na conservação de espécies, sem Cerrado, não há futuro viável para o Brasil.</em>&#8220;</p>



<p><em>Por AF Notícias. </em></p>
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		<title>Veículos submersos no Rio Tocantins após queda de ponte serão retirados em abril, afirma DNIT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 13:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos submersos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços. A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito [&#8230;]</p>
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<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços.</p>



<p>A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), caiu em dezembro de 2024 após o vão central da estrutura ceder. Um homem sobreviveu, 14 pessoas morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Dez veículos, entre carros, motos, caminhonetes e caminhões caíram no rio Tocantins. Dois dos caminhões carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outro 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Segundo o DNIT, a data prevista para a remoção dos veículos foi selecionada considerando a diminuição das chuvas na região e a redução do nível das águas. O departamento afirma que a etapa segue o cronograma de ações para a entrega da nova ponte ainda em 2025.</p>



<p>O DNIT informou que a remoção dos destroços foi finalizada e após a demolição do que sobrou da Ponte JK, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios da nova estrutura do lado do município de Estreito.</p>



<p>Em janeiro desde ano o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que os tanques com ácido sulfúrico no leito do rio apresentaram um pequeno vazamento. Mas a carga derramada teria sido diluída na água e não apresentava grandes preocupações.</p>



<p>Na época, o Ministério da Saúde informou não haver indícios de contaminação da água. Mas o risco de dano ambiental só será totalmente eliminado após a retirada dos tanques. A pasta publicou uma série de recomendações à população e agentes de saúde em caso de contaminação do rio.</p>



<p><strong>Rotas alternativas sobrecarregadas</strong></p>



<p>As rodovias que viraram rotas alternativas estão sofrendo com o grande trânsito de veículos, principalmente os pesados. Moradores e caminhoneiros que passam por Axixá, São Miguel, Sítio Novo e Tocantinópolis reclamam dos problemas causados pelo aumento do movimento. Na vias o asfalto cedeu em menos de um mês.</p>



<p>Questionado sobre as situações das rodovias no norte do Tocantins, o DNIT afirmou que desenvolve ações necessárias para minimizar os impactos aos usuários, inclusive nas rodovias estaduais, por meio de contratações emergenciais e licitações.</p>



<p>Em março, o órgão informou que houve a contratação emergencial para recuperação de um trecho de 82,2 quilômetros na TO-134, do km 26,3 ao 73,3 (47 quilômetros), e na TO-201, do km 0 ao km 35,2. O início das manutenções será em junho de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jornaldotocantins.com.br/image/policy:1.3213255:1734971720/image.jpg?&amp;f=default" alt="Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)"/></figure>



<p><em>Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)</em></p>



<p><em>Íntegra da nota do DNIT</em></p>



<p><em>O DNIT informa que a obra de reconstrução da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), na BR-226/MA/TO, segue o cronograma previsto, para entrega no final deste ano.</em></p>



<p><em>A autarquia esclarece que a remoção dos destroços foi finalizada e a retirada dos veículos e cargas submersos está prevista para a segunda quinzena de abril, quando diminui as chuvas na região e uma redução do nível das águas do Rio Tocantins é prevista. A topografia da região influencia na vazão e interfere diretamente na execução dos trabalhos de retirada dos veículos.</em></p>



<p><em>Após a demolição mecanizada dos detritos remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira e remoção dos destros, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios do lado do município de Estreito e continuam com os serviços de implantação do canteiro de obras e mobilizações de equipamento e pessoal. As sapatas de fundação serão concretadas in loco e na sequência serão executados os pilares.</em></p>



<p><em>Por Brenda Santos e Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Desmatamento no Tocantins cai 38,3%, aponta Boletim Mensal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 12:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins registrou uma significativa redução de 38,3% no desmatamento entre janeiro e fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024, de acordo com dados do Boletim Mensal do Desmatamento. A diminuição abrange tanto o bioma Cerrado quanto o Amazônico, refletindo avanços no controle da devastação florestal no estado. Os números, analisados [&#8230;]</p>
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<p>O Tocantins registrou uma significativa redução de 38,3% no desmatamento entre janeiro e fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024, de acordo com dados do Boletim Mensal do Desmatamento. A diminuição abrange tanto o bioma Cerrado quanto o Amazônico, refletindo avanços no controle da devastação florestal no estado.<br><br>Os números, analisados pelo Centro de Inteligência Geográficas em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), foram obtidos a partir do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em termos absolutos, a área desmatada foi de 170,65 km², enquanto no mesmo período de 2024 o desmatamento havia atingido 276,80 km².</p>



<p>A maior queda foi observada no bioma Cerrado, que teve uma redução de 38,4%. O bioma Amazônico também apresentou uma diminuição, em menor escala, com uma queda de 5,7%.<br><br>O Boletim Mensal de Desmatamento, divulgado pelo Cigma, oferece uma análise detalhada do desmatamento no Tocantins, com dados segmentados por oito microrregiões: Bico do Papagaio, Araguaína, Miracema do Tocantins, Porto Nacional, Jalapão, Rio Formoso, Gurupi e Dianópolis. O boletim traz gráficos e mapas que ilustram a distribuição do desmatamento, permitindo uma visualização clara dos dados tanto por região quanto por bioma.<br><br>Dianópolis, situada na região sudeste do Tocantins, destaca-se como a principal área de desmatamento no período, representando 44,22% da área desmatada do estado. Em seguida, está a microrregião do Rio Formoso, que responde por 18,77% do total desmatado. No mesmo período de 2024, Dianópolis já ocupava a liderança, com 30,07%, enquanto o Jalapão figurava em segundo lugar, com 29,29% da área desmatada.</p>



<p><em>Por Nandyala Writirre/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Ministro dos Transportes revela imagens da nova estrutura que substituirá ponte entre Tocantins e Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras imagens de como deve ficar a estrutura que irá substituir a ponte que desabou entre o Tocantins e o Maranhão foram divulgadas pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho.&#160;A nova ponte terá 100 metros a mais de extensão e contará ainda com um vão livre de 150 metros. Imagens foram divulgadas nesta segunda-feira (17), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>As primeiras imagens de como deve ficar a estrutura que irá substituir a ponte que desabou entre o Tocantins e o Maranhão foram divulgadas pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho.&nbsp;A nova ponte terá 100 metros a mais de extensão e contará ainda com um vão livre de 150 metros.</p>



<p>Imagens foram divulgadas nesta segunda-feira (17), nas redes sociais do Ministro dos Transportes. A <strong>dispensa de licitação de quase R$ 172 milhões prevê que a obra seja finalizada até o dia 22 de dezembro de 2025.</strong></p>



<p>A ponte JK, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou no dia 22 de dezembro. 14 pessoas mortas foram retiradas do rio Tocantins e três continuam desaparecidas. Além destas vítimas, um homem foi resgatado com vida <em>(veja quem são as vítimas abaixo).</em></p>



<p>Segundo o ministro, a nova ponte deverá ser construída com 100 metros a mais de extensão que a anterior. O comprimento total da estrutura será de 630 metros, com um vão livre de 150 metros.</p>



<p>Além disso, a ponte deverá ter uma largura de 19 metros, ou seja, sete metros mais larga que a anterior, a serem distribuídos em duas faixas de rolamento de 3,60 metros cada. A estrutura terá dois acostamentos de 3 metros cada, duas barreiras de proteção tipo New Jersey de 40 centímetros cada, dois passeios de 2,3 metros cada, e guarda-corpo em cada extremidade do tabuleiro.</p>



<p><strong>Implosão da ponte</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XBwMTKGYPMHr0dmZP6gNqfemDXg=/0x0:1280x720/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/c/T/ifZyWoR2iGEu7Ga9AUFQ/dorne-implosao.jpg" alt="Drone mostra momento de implosão da ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera"/></figure>



<p><em>Drone mostra momento de implosão da ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera</em></p>



<p>Os trabalhos para retirada do entulho após a implosão do restante da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira continuam. Segundo o DNIT, das 14 mil toneladas de concretos e ferro, a metade já foi removida pelas máquinas. A previsão é que o serviço seja concluído até a primeira quinzena de março.</p>



<p>O concreto retirado está sendo utilizado nos acessos provisórios construídos para que as equipes possam fazer o transporte do material e maquinário necessário para levantar a nova ponte. Enquanto a limpeza do local é realizada, técnicos trabalham na elaboração de projetos de engenharia e sondagem do solo.</p>



<p>Segundo o DNIT, os detritos não sofrem transformações físicas, químicas ou biológicas quando entram em contato com a água ou solo e que após as obras, todo o material será destinado para local de descarte licenciado.</p>



<p>Para fazer a travessia de pedestres e veículos por bolsas, uma nova empresa foi contratada pelo Departamento. Serão disponibilizadas três balsas e quatro reboques para transporte de caminhões de carga e outras duas balsas e dois rebocadores para veículos menores e passageiros.</p>



<p><strong>Veja quem são as vítimas:</strong></p>



<p><strong>Desaparecidos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Salmon Alves Santos, 65 anos;</li>



<li>Felipe Giuvannucci Ribeiro, 10 anos;</li>



<li>Gessimar Ferreira, 38 anos.</li>
</ul>



<p><strong>Mortos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lorranny Sidrone de Jesus, de 11 anos</li>



<li>Kecio Francisco Santos Lopes, de 42 anos</li>



<li>Lorena Ribeiro Rodrigues, de 25 anos</li>



<li>Ansio Padilha Soares, de 43 anos</li>



<li>Silvana dos Santos Rocha, de 53 anos</li>



<li>Andreia Maria de Sousa, de 45 anos</li>



<li>Elisangela Santos das Chagas, de 50 anos</li>



<li>Alison Gomes Carneiro, de 57 anos</li>



<li>Rosimarina da Silva Carvalho, de 48 anos</li>



<li>Cássia de Sousa Tavares, de 34 anos</li>



<li>Cecília Tavares Rodrigues, de 3 anos</li>



<li>Beroaldo dos Santos, de 56 anos</li>



<li>Alessandra do Socorro Ribeiro, 50 anos;</li>



<li>Marçon Gley Ferreira, de 42 anos.</li>
</ul>



<p><em>Por Andressa Ribeiro, Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Exportações do agro alcançam quase US$ 11 bilhões, mas recuam 5,3% em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 13:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)&#160;informou, em nota, que as exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em janeiro US$ 10,999 bilhões. O valor é o segundo maior registrado para o mês, mas 5,3% inferior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a uma queda de US$ 616 milhões ante US$ 11,615 bilhões [&#8230;]</p>
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<p>O&nbsp;<strong><a href="https://www.canalrural.com.br/tag/mapa/">Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)</a></strong>&nbsp;informou, em nota, que as exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em janeiro US$ 10,999 bilhões. O valor é o segundo maior registrado para o mês, mas 5,3% inferior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a uma queda de US$ 616 milhões ante US$ 11,615 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 43,7% dos embarques totais do país no último mês, em comparação com 43,5% de janeiro de 2024.</p>



<p>No mês, segundo o ministério, houve redução nas exportações de soja, milho e do complexo sucroalcooleiro, o que afetou o resultado de janeiro. “A queda ocorreu em função, principalmente, da redução do índice de quantidade das exportações, que caiu 10,1%”, afirmou a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) da pasta, em nota técnica.</p>



<p>“Por outro lado, houve elevação no índice de preço das exportações em 5,3%, compensando, em parte, a queda no volume exportado. Uma análise dos preços internacionais de diversas commodities agropecuárias revela aumento de preços de diversos produtos exportados pelo Brasil: café, celulose, carnes, suco de laranja, fumo, cacau, dentre outros”, ponderou a secretaria.</p>



<p>O Mapa destacou que seis setores superaram a cifra de US$ 1 bilhão em exportação cada um: carnes (18,9% do total), produtos florestais (13,8%), café (13,2%), complexo soja (10,1%), complexo sucroalcooleiro (10,0%) e cereais, farinhas e preparações (9,1%). Juntos, representaram 75,1% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês e foram os principais produtos vendidos ao exterior em janeiro.</p>



<p>Todos os demais setores exportadores embarcaram ao exterior o equivalente a US$ 2,7 bilhões, cifra que significou um crescimento nas vendas externas de 32,5% na comparação com os US$ 2,1 bilhões exportados em janeiro de 2024.</p>



<p>“Pode-se dizer, desta forma, que houve uma desconcentração das exportações dentre os demais setores exportadores”, observou a secretaria na nota técnica. No mês, também houve recorde nas exportações brasileiras de café verde, celulose, algodão e carne suína, segundo o ministério.</p>



<p><strong>Principais destinos</strong></p>



<p>A China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em janeiro, seguida pela União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China, contudo, caíram 31,1% em janeiro, com as vendas externas recuando para US$ 2,05 bilhões.</p>



<p>A queda nas vendas reduziu a participação da China de 25,6% para 18,6% em um ano. “A queda nas vendas de soja em grãos (-US$ 677,2 milhões); milho (-US$ 230,4 milhões); algodão não cardado e não penteado (-US$ 175,6 milhões) e açúcar de cana em bruto (-US$ 143,1 milhões) foi o que mais contribuiu para o resultado observado”, explicou a secretaria na nota técnica.</p>



<p>No último mês, os principais produtos exportados para o mercado chinês foram celulose, carne bovina in natura, soja em grãos, fumo não manufaturado e algodão não cardado e nem penteado, que, juntos, representaram 83,9% de tudo que foi comercializado ao país asiático no período.</p>



<p>As importações de produtos agropecuários cresceram 9,5% no primeiro mês do ano em relação a janeiro de 2024, para US$ 1,841 bilhão, equivalente a 8% do total internalizado pelo País no período.</p>



<p>Entre os principais produtos importados, houve crescimento de 113,7% na aquisição de produtos do complexo sucroalcooleiro; de 36,5% de produtos florestais; de 33,8% de óleo de palma e de 18,7% de malte.</p>



<p>“Além das aquisições desses produtos, houve importações de inúmeros insumos necessários à produção agropecuária no Brasil: fertilizantes (US$ 931,3 milhões; +15,5%) e defensivos (US$ 409,9 milhões; +11,4%)”, destacou a pasta.</p>



<p>O saldo da balança comercial do setor em janeiro ficou positivo em US$ 9,158 bilhões, abaixo dos US$ 9,934 bilhões de igual período de 2024.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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