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	<title>reconhecimento internacional Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Brasil chega a 20 anos sem focos de febre aftosa após reconhecimento internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após conquistar o reconhecimento internacional como país livre da doença sem vacinação, o Brasil reforça a importância da vigilância sanitária e do controle nas fronteiras. Reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação no ano passado, o Brasil comemora em 2026 o marco de duas décadas sem registro de focos da doença. O país não [&#8230;]</p>
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<p><em>Após conquistar o reconhecimento internacional como país livre da doença sem vacinação, o Brasil reforça a importância da vigilância sanitária e do controle nas fronteiras.</em></p>



<p>Reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação no ano passado, o Brasil comemora em 2026 o marco de duas décadas sem registro de focos da doença. O país não apresenta casos desde 2006, quando foram identificados focos no Paraná e em Mato Grosso do Sul.</p>



<p>“A febre aftosa continua sendo uma preocupação em diversos países. Mesmo nações que já haviam controlado a doença voltaram a registrar surtos nos últimos anos. Isso demonstra que a vigilância não pode ser relaxada”, observa o auditor fiscal federal agropecuário João Cavallero.<br><br><br>É o caso do Uruguai, país que faz fronteira com a região Sul do Brasil. Lá, a febre aftosa chegou a ser erradicada, com a obtenção do certificado de livre sem vacinação assim como o Brasil obteve, mas voltou a ocorrer levando à retomada da imunização – mantida até hoje.</p>



<p>Mais recentemente, em abril deste ano, a China anunciou a detecção de dois focos de febre aftosa em duas províncias do país envolvendo mais de seis mil bovinos dos quais 219 apresentaram sintomas da doença.</p>



<p>Na Europa, a Eslováquia identificou em março do ano passado o primeiro foco depois de 50 anos livre da doença em uma fazenda com 1,4 mil animais. Na Ásia, a Coreia do Sul também identificou casos de febre aftosa no último ano.</p>



<p>&#8220;O status sanitário brasileiro não é permanente nem acontece por acaso. Ele depende de um sistema estruturado, baseado em vigilância ativa e análise de risco para impedir a entrada de enfermidades que possam comprometer a pecuária nacional&#8221;, explica Cavallero.</p>



<p>A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa que afeta bovinos, suínos, ovinos e outros animais de casco fendido. Com rápida disseminação, a sua identificação gera impactos econômicos importantes devido aos custos de contenção e ao impedimento das exportações.<br><br><strong>Mercado do boi gordo tem poucos negócios e cotações pressionadas</strong><br><br>De acordo com o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Saúde Animal (Sindan), Emílio Salani, o reaparecimento do vírus é tido como certo. A dúvida é “quando” isso ocorrerá e se o Brasil estará devidamente preparado para enfrentar a emergência sanitária para controle dos focos. “A dúvida não é se a aftosa vai reaparecer no Brasil, mas quando ela vai retornar e como vamos reagir”, afirma.</p>



<p>Nos países vizinhos, a principal preocupação é a Venezuela, que não tem status oficial para a aftosa nem clareza nas informações. A Bolívia também obteve a certificação de livre sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) há duas semanas. Argentina e Paraguai não têm registros de casos, mas mantêm a vacinação.</p>



<p>Na avaliação dos auditores fiscais agropecuários do Brasil, o status de livre de febre aftosa sem vacinação conquistado pelo país eleva a responsabilidade do setor com a prevenção da doença.</p>



<p>&#8220;A credibilidade sanitária do Brasil é um ativo estratégico. A manutenção desse status depende de investimentos contínuos, estrutura adequada e valorização dos auditores fiscais federais agropecuários que atuam na proteção dos rebanhos, da economia e da imagem do país perante o mundo&#8221;, completa o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), Janus Pablo Macedo.</p>



<p><em>Por Globo Rural.</em></p>
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