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	<title>rentabilidade Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>rentabilidade Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>CNA mapeia custos da pecuária de corte no Tocantins e aponta desafios de rentabilidade na produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento do projeto Campo Futuro analisou três sistemas de bovinocultura de corte no estado e identificou cenário de margem bruta negativa para a banana prata-anã em Bom Jesus da Lapa (BA). A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, nesta semana, levantamentos de custos de produção do projeto Campo Futuro para avaliar sistemas [&#8230;]</p>
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<p><em>Levantamento do projeto Campo Futuro analisou três sistemas de bovinocultura de corte no estado e identificou cenário de margem bruta negativa para a banana prata-anã em Bom Jesus da Lapa (BA).</em></p>



<p>A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, nesta semana, levantamentos de custos de produção do projeto Campo Futuro para avaliar sistemas da bovinocultura de corte no Tocantins e da banana na Bahia. Os painéis ocorreram em Araguaçu, Paraíso do Tocantins e Colinas do Tocantins, além de um encontro online com produtores de Bom Jesus da Lapa. Os dados reúnem informações sobre estrutura de custos, produtividade e resultado operacional das atividades.</p>



<p>Na segunda-feira (15), em Araguaçu (TO), o levantamento adotou como referência uma propriedade modal de cria com 340 hectares de pastagem e 245 matrizes, dedicada à produção de bezerros e bezerras. Segundo a CNA, a fazenda comercializa anualmente mais de 105 animais jovens, além de vacas e outros animais de descarte. O Custo Operacional Efetivo (COE) foi estimado em R$ 267,96 por arroba vendida. A suplementação e a alimentação responderam por 31% do COE, enquanto a mão de obra representou 19%.</p>



<p>Na terça-feira (16), em Paraíso do Tocantins (TO), a propriedade modal considerada possui 480 hectares de pastagem e 500 matrizes. São comercializados aproximadamente 483 animais por ano entre bezerros, vacas e touros de descarte. Nesse sistema, o COE foi calculado em R$ 189,20 por arroba vendida, com a suplementação alimentar como principal componente dos custos, equivalente a 24% do total.<br><br>Em Colinas do Tocantins (TO), na quarta-feira (17), o painel avaliou um sistema voltado à recria e parte da terminação. A propriedade modal compra bezerros desmamados, comercializa garrotes e destina cerca de 20% dos animais à engorda final. O volume anual de vendas é de aproximadamente 380 cabeças de garrotes e bois gordos. O COE foi estimado em R$ 294,54 por arroba vendida, e a aquisição de animais concentrou 68% dos custos operacionais. O assessor técnico Rafael Filho acompanhou os encontros.</p>



<p>Na banana, um painel online reuniu produtores de banana prata-anã em Bom Jesus da Lapa (BA). A fonte informa que o encontro ocorreu na terça-feira (15), sem detalhar a inconsistência entre dia da semana e data. A propriedade modal foi definida como uma unidade de 8 hectares, em sistema semimecanizado e irrigado, com produtividade média de 20 toneladas por hectare. No levantamento de 2023, a produtividade modal era de 25 toneladas por hectare.</p>



<p>Segundo os participantes, houve queda no desempenho produtivo nos últimos anos, atribuída ao aumento da incidência do mal do Panamá, à ocorrência de eventos climáticos adversos e à redução da vida útil dos bananais. Os produtores também relataram aumento dos custos de produção e menor remuneração da atividade. De acordo com o painel, com os preços atuais de comercialização da fruta, a atividade apresenta margem bruta negativa e exige aporte de recursos de outras fontes para manutenção no curto prazo. A assessora técnica Letícia Fonseca participou do encontro.</p>



<p>A CNA informou que o Campo Futuro é uma parceria com universidades e centros de pesquisa e que os levantamentos buscam fornecer informações para produtores, entidades do setor e formuladores de políticas públicas. O material divulgado não informa valores de comercialização da banana nem detalha prazos ou medidas para reversão do quadro produtivo apontado no painel.</p>



<p><em>Por <a href="http://cnabrasil.org.br">cnabrasil.org.br</a>.</em></p>
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		<title>Datagro projeta 20 anos seguidos de rentabilidade na soja com a safra 25/26</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/datagro-projeta-20-anos-seguidos-de-rentabilidade-na-soja-com-a-safra-25-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:58:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[datagro]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 25/26]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um exercício preliminar realizado pela Datagro sobre a renda dos produtores brasileiros indica resultados favoráveis para a safra de soja 2025/26, embora com alguma deterioração em relação a 2024/25. Os dados registrados mantêm a lucratividade da oleaginosa pelo 20º ano consecutivo. Apesar do desempenho inferior ao do ano anterior, a lucratividade bruta da soja brasileira tende a permanecer majoritariamente positiva. Isso [&#8230;]</p>
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<p>Um exercício preliminar realizado pela Datagro sobre a renda dos produtores brasileiros indica resultados favoráveis para a safra de soja 2025/26, embora com alguma deterioração em relação a 2024/25. Os dados registrados mantêm a lucratividade da oleaginosa pelo 20º ano consecutivo.</p>



<p>Apesar do desempenho inferior ao do ano anterior, a lucratividade bruta da soja brasileira tende a permanecer majoritariamente positiva. Isso se deve graças à combinação entre custos de produção, produtividade e receita esperada, sustentando margens brutas relativamente favoráveis para os produtores.</p>



<p><strong>Combinação que beneficia a soja</strong></p>



<p>No campo da produtividade, as estimativas indicam bons rendimentos, apoiados no uso regular de tecnologia e em condições climáticas relativamente estáveis, mesmo diante da possibilidade de um La Niña fraco.</p>



<p>Destaca-se a recuperação da produtividade média no Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, áreas afetadas pela escassez de chuvas em 2024/25. Nos demais estados, a expectativa é de queda, mas ainda em níveis superiores à média histórica, permitindo alguma diluição dos elevados custos por hectare.</p>



<p><strong>Situação delicada em Mato Grosso</strong></p>



<p>Observa-se inicialmente uma notável elevação dos custos, especialmente em Mato Grosso, Paraná e Goiás, após dois anos consecutivos de retração. Além do aumento nos gastos com insumos, como sementes, fertilizantes e defensivos agrícolas, a variação cambial encareceu as compras externas, pressionando os resultados.</p>



<p><strong>Preços pressionados</strong></p>



<p>Quanto à receita, estima-se que os preços da oleaginosa permaneçam pressionados em 2025/26, em patamar inferior ao de 2024/25, limitando os resultados brutos dos produtores. O recuo reflete a perspectiva de safras cheias nos EUA e no Brasil, levando o mercado global a registrar seu quarto superávit consecutivo.</p>



<p><strong>Lucratividade para a soja</strong></p>



<p>Com base nesses fatores, projeta-se, ainda em caráter inicial, lucratividade bruta de 46% no oeste do Paraná (versus 47% em 2024/25), 17% no sul do Mato Grosso (versus 29% em 2024/25) e 25% no sudoeste de Goiás (versus 46% em 2024/25).</p>



<p>Já em relação às recuperações, acréscimos são previstos no norte do Rio Grande do Sul (25% em 2025/26 versus -7% em 2024/25) e no sul do Mato Grosso do Sul (21% em 2025/26 versus 13% em 2024/25).</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Especialista explica se descartar novilhas na primeira cria é realmente a melhor opção</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/especialista-explica-se-descartar-novilhas-na-primeira-cria-e-realmente-a-melhor-opcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 13:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Novilhas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[primeira cria]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gestão de rebanho na pecuária de corte é um desafio constante, e uma das decisões mais cruciais para a rentabilidade da fazenda é a seleção das matrizes.  Quando o assunto é novilha de primeira cria, a pergunta que muitos pecuaristas se fazem é: vale a pena manter um animal que não demonstrou boa habilidade materna ou a melhor [&#8230;]</p>
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<p><em>A gestão de rebanho na pecuária de corte é um desafio constante, e uma das decisões mais cruciais para a <strong>rentabilidade da fazenda</strong> é a seleção das matrizes. </em></p>



<p>Quando o assunto é novilha de primeira cria, a pergunta que muitos pecuaristas se fazem é: vale a pena manter um animal que não demonstrou boa habilidade materna ou a melhor opção é descartá-lo? Segundo o zootecnista Ricardo Abreu, a resposta é categórica: o descarte é a decisão mais estratégica e lucrativa. Veja o vídeo abaixo.</p>



<p>Ao programa Giro do Boi desta segunda-feira (22), Abreu afirmou que a habilidade materna, definida pela capacidade de uma fêmea criar um bezerro com alto peso à desmama, é uma característica de forte herança genética e, por isso, dificilmente melhora de forma significativa ao longo das gestações.</p>



<p>Insistir em uma novilha que teve dificuldade para criar seu primeiro bezerro é uma aposta arriscada, que pode comprometer a eficiência de todo o rebanho.</p>



<p><strong>A importância do descarte estratégico</strong></p>



<p>Manter uma novilha de primeira cria com baixa produtividade é, na prática, manter um animal que consome recursos sem gerar o retorno esperado. Ela ocupa espaço no pasto, demanda suplementação e manejo, mas não entrega o resultado financeiro necessário, que se traduz em um bezerro pesado e de qualidade. Essa ineficiência prejudica a margem de lucro e a sustentabilidade do negócio.</p>



<p>A habilidade materna é uma característica decisiva em todas as categorias de fêmeas do rebanho, seja ela novilha (primípara), vaca secundípara ou multípara. Em qualquer cenário, a fêmea que consistentemente produz um bezerro mais pesado está comprovando a sua capacidade produtiva. Esse é um indicativo claro de que ela possui a genética desejada e deve ser mantida.</p>



<p>Para otimizar a genética do seu rebanho e aprimorar a habilidade materna, Ricardo Abreu, especialista no assunto, recomenda o investimento em melhoramento genético. Na hora de selecionar touros para a estação de monta, é fundamental buscar por DEPs (Diferença Esperada na Progênie) que indiquem uma alta Habilidade Materna à Desmama, representada pela sigla DEP HD. Esse índice é crucial para garantir que as futuras crias herdem essa característica valiosa.</p>



<p>Ferramentas como o PMGZ (Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos) da ABCZ são essenciais para auxiliar nessas decisões. Eles fornecem dados confiáveis sobre o desempenho genético de touros e matrizes, permitindo que o pecuarista tome decisões baseadas em ciência e estratégia, não apenas na intuição.</p>



<p><strong>Descarte não é prejuízo, é receita</strong></p>



<p>A decisão de descartar uma novilha de primeira cria que não cumpriu sua missão produtiva é mais do que se livrar de um animal improdutivo; é uma ferramenta para gerar receita. Ao vender essa fêmea, o pecuarista transforma um custo em capital, que pode ser reinvestido na compra de novas matrizes de maior qualidade ou em genética superior. Esse movimento estratégico eleva a média de produtividade do rebanho e potencializa os lucros.</p>



<p>Para o especialista, o critério de descarte para novilhas de primeira cria deve ser rigoroso. Uma matriz só deve ser mantida se atender a dois requisitos: ter produzido um bezerro de alta qualidade e ter emprenhado novamente dentro da estação de monta. Se ela não atingir esses objetivos, a decisão mais acertada é descartá-la.</p>



<p>O sucesso na pecuária moderna está diretamente ligado ao&nbsp;<strong>planejamento</strong>&nbsp;e ao conhecimento do seu rebanho. Saber quais animais geram lucro e quais não, e agir de forma estratégica, é o que separa um negócio rentável de um que apenas sobrevive. Investir em genética de ponta e em programas de melhoramento é um passo fundamental para construir um rebanho mais produtivo, lucrativo e resiliente.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com maior rentabilidade, confinamento renova otimismo dos produtores</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-maior-rentabilidade-confinamento-renova-otimismo-dos-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 12:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores]]></category>
		<category><![CDATA[rentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pecuária brasileira vive um momento de alta rentabilidade, impulsionada pelo confinamento de gado. Dados recentes mostram que o investimento na engorda intensiva está proporcionando margens de lucro robustas, mesmo em um cenário de custos de nutrição animal mais elevados.  O sucesso do setor, aliado a uma safra de grãos recorde e à valorização da arroba, [&#8230;]</p>
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<p>A pecuária brasileira vive um momento de alta rentabilidade, impulsionada pelo confinamento de gado. Dados recentes mostram que o investimento na engorda intensiva está proporcionando margens de lucro robustas, mesmo em um cenário de custos de nutrição animal mais elevados. </p>



<p>O sucesso do setor, aliado a uma safra de grãos recorde e à valorização da arroba, reforça a importância da intensificação da produção como caminho para o sucesso. Confira o vídeo.</p>



<p>De acordo com informações da consultoria Ponta Agro, que monitora cerca de sete milhões de cabeças em confinamento no país, o cenário atual é um dos melhores já registrados.</p>



<p>Os sócios da empresa, o zootecnista Paulo Dias e o médico veterinário Marcelo Ribas, destacam que, apesar do aumento no custo da nutrição, a valorização do produto final compensa e garante uma margem de lucro significativa.</p>



<p>O ICAP (Índice de Custo Alimentar Ponta), uma das principais métricas do mercado, revela o motivo do otimismo. Enquanto o custo com a nutrição animal registrou um leve aumento em relação ao ano passado, a combinação de uma safra de grãos recorde e a valorização contínua da arroba impulsionaram a rentabilidade.</p>



<p><strong>Lucro por cabeça impressiona e reforça potencial do setor</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/09/2-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-4124176"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>A Ponta Agro divulgou os dados de agosto da engorda intensiva. Foto: Divulgação.</em></figcaption></figure>



<p>A análise da Ponta Agro aponta para resultados expressivos em diferentes regiões do Brasil. No Centro-Oeste, o lucro por cabeça em confinamento atingiu a marca de R$ 780. Já na região Sudeste, o valor foi ainda maior, chegando a impressionantes R$ 840 por animal.</p>



<p>É importante ressaltar que esses números consideram apenas o preço de balcão, sem contabilizar as bonificações adicionais por rastreabilidade e protocolos de mercado, o que poderia elevar ainda mais a lucratividade.</p>



<p>Para os especialistas, esse cenário positivo é resultado de uma combinação de fatores. A busca por&nbsp;<strong>eficiência produtiva</strong>&nbsp;e a adoção de&nbsp;<strong>tecnologia na pecuária</strong>&nbsp;são fundamentais para alcançar esses resultados. A conversa com os sócios da Ponta Agro reforçou que a&nbsp;<strong>genética</strong>&nbsp;de ponta e o uso de ferramentas de monitoramento são cruciais para aprimorar o desempenho.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tecnologia e Genética:</strong> O uso de touros com <strong>DEP (Diferença Esperada da Progênie)</strong> para <strong>CAR (Consumo Alimentar Residual)</strong> permite aos pecuaristas produzir mais arrobas em menos tempo, com um custo de produção reduzido. Essa abordagem tecnológica garante que a produção seja mais sustentável e economicamente viável.</li>



<li><strong>Mercado Favorável:</strong> A queda recente nos preços de insumos e a valorização crescente da carne brasileira no mercado internacional fortalecem a tese de que a intensificação da produção é o caminho para a rentabilidade no longo prazo.</li>
</ul>



<p>A Ponta Agro disponibiliza o catálogo&nbsp;<em>Ponteiros da Eficiência</em>, que lista os touros mais eficientes e a genética que pode garantir esses resultados. O material está disponível para download em&nbsp;<a href="https://contato.pontaagro.com/catalogo-ponteiros-da-eficiencia">https://contato.pontaagro.com/catalogo-ponteiros-da-eficiencia</a>&nbsp;e é uma fonte de informações valiosas para pecuaristas que buscam aprimorar seus resultados.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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