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	<title>Rio Grande do Sul Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Rio Grande do Sul Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Pouco mais de um ano depois da maior crise socioambiental, RS enfrenta novas chuvas intensas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 12:12:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas intensas]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase oito mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas no Rio Grande do Sul devido às chuvas intensas que atingem o estado, segundo boletim da Defesa Civil divulgado neste sábado (21). Das 497 cidades gaúchas, 121 registraram algum tipo de impacto, 18 decretaram situação de emergência e o município de Jaguari, estado de calamidade pública. Foram registradas três mortes [&#8230;]</p>
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<p>Quase oito mil pessoas estão desabrigadas ou desalojadas no Rio Grande do Sul devido às chuvas intensas que atingem o estado, segundo boletim da Defesa Civil divulgado neste sábado (21). Das 497 cidades gaúchas, 121 registraram algum tipo de impacto, 18 decretaram situação de emergência e o município de Jaguari, estado de calamidade pública. Foram registradas três mortes e uma pessoa está desaparecida.</p>



<p>De acordo com a Defesa Civil, 1.914 pessoas estão em abrigos e 6.058 desalojadas. Até o momento, 731 pessoas e 137 animais foram resgatados.</p>



<p>Segundo boletim recente da MetSul Meteorologia, um novo episódio de chuva forte, com risco de temporais, deve atingir o Sul do Brasil entre este fim de semana e a segunda-feira (23). A instabilidade, desta vez, afetará os três estados da região, ao contrário da chuva dos últimos dias, que se concentrou principalmente no Rio Grande do Sul.</p>



<p>Para o RS, a previsão indica que a frente fria trará chuva já no início da segunda-feira, especialmente na metade norte do estado. No entanto, o tempo deve melhorar ao longo do dia, com sol entre nuvens e ventos fortes e gelados.</p>



<p>“Uma vez que a instabilidade, no momento inicial, será efeito do avanço de ar quente sobre ar frio e, em um segundo momento, de ar polar avançando com ar quente em altitude à frente, a MetSul Meteorologia alerta para o risco de temporais isolados no Sul do Brasil neste fim de semana e na segunda-feira.”</p>



<p>A MetSul projeta volumes de chuva entre 50 mm e 100 mm nas nascentes dos rios Taquari e Caí, entre a Serra e os Campos de Cima da Serra, o que deve provocar nova elevação no nível dos dois rios. Porém, não se espera um grande repique de cheia. Também deve chover nas nascentes do rio Jacuí, próximo a Passo Fundo, mas sem impacto significativo na cheia atual – apenas prolongando o período de nível elevado. Não há expectativa de volumes extremos neste episódio.</p>



<p><strong>Efeitos da chuva no Guaíba</strong></p>



<p>De acordo com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o nível do Guaíba deve subir nos próximos dias devido às chuvas nas bacias dos rios Jacuí e Taquari, além das precipitações previstas para o final de semana.</p>



<p>A estimativa é que o Guaíba atinja até 3 metros na régua da Usina do Gasômetro, em Porto Alegre. O alerta é do professor Alfonso Risso, do IPH/UFRGS. Segundo ele, no pior cenário, o nível pode chegar a 3,5 metros. A cota de inundação, considerada crítica, é de 3,6 metros.</p>



<p>“A probabilidade de ultrapassar essa cota, como ocorreu em&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/05/02/a-emergencia-climatica-nao-vai-nos-poupar-de-novos-eventos-extremos-afirma-matheus-gomes/">2023 e 2024</a>, é baixa”, afirma Risso. Ele ressalta, no entanto, que efeitos como o vento sul podem provocar oscilações nos níveis do lago.</p>



<p>A recomendação é de atenção redobrada às comunidades que vivem em áreas baixas e são frequentemente atingidas por inundações, como as Ilhas de Porto Alegre e o município de Eldorado do Sul.</p>



<p>Conforme o professor, as projeções são feitas com base na análise de modelos meteorológicos, no cálculo das vazões das bacias que alimentam o Guaíba e na propagação dessas águas. “Essas projeções são atualizadas diariamente e divulgadas sempre que se percebe alguma tendência mais crítica”, explica.</p>



<p>Apesar da elevação dos níveis, Risso destaca que os alagamentos recentes na capital do estado têm relação principalmente com a sobrecarga do sistema de drenagem pluvial. “São problemas frequentes em Porto Alegre quando ocorrem chuvas mais intensas”, pontua.</p>



<p>O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) iniciou na tarde desta sexta-feira (20) o fechamento preventivo de três comportas do sistema de proteção contra cheias. As passagens 11, 13 e 14, localizadas na avenida Castelo Branco, estão em obras e serão protegidas por bags, preenchidos com material inerte.</p>



<p><strong>Líder do PT na Câmara exige informações</strong></p>



<p>A vereadora Natasha Ferreira (PT), líder da bancada do partido, protocolou um Pedido de Informação na Câmara Municipal de Porto Alegre solicitando esclarecimentos à Prefeitura sobre a ausência de medidas efetivas após a enchente histórica de maio de 2024. O documento cobra transparência sobre as ações prometidas e não executadas, especialmente diante das novas chuvas intensas que atingiram a capital em junho de 2025.</p>



<p>Segundo a MetSul Meteorologia, em apenas 24 horas Porto Alegre acumulou mais de 100 milímetros de chuva. Para Natasha, os efeitos da crise climática continuam sendo potencializados por falhas estruturais não resolvidas. “Mais de um ano depois de uma tragédia que poderia ter ensinado muito, Porto Alegre segue sofrendo com os mesmos problemas. Queremos saber: o que foi feito? Onde foram limpos os bueiros? A cidade não pode continuar afundando na lama da negligência”, criticou.</p>



<p>O Pedido de Informação nº 486/2025 requer dados detalhados sobre a limpeza de bueiros, manutenção de galerias e arroios, reformas no sistema de proteção contra cheias, campanhas educativas e cronogramas de prevenção. A vereadora também solicita o envio de mapas, relatórios técnicos e atualizações sobre dados públicos referentes à gestão da infraestrutura urbana.</p>



<p>Na justificativa, Natasha afirma que a omissão do poder público diante da emergência climática amplia os danos sociais e ambientais e compromete a segurança da população.</p>



<p>A deputada federal Fernanda Melchionna (Psol) encaminhou, na quarta-feira (18), um ofício ao prefeito Sebastião Melo solicitando informações sobre as ações adotadas pela Prefeitura de Porto Alegre para mitigar os impactos de novos alagamentos nas áreas mais atingidas pelas enchentes de maio de 2024.</p>



<p>No documento, a parlamentar pede esclarecimentos sobre medidas estruturais, preventivas e de médio e longo prazo que vêm sendo implementadas desde a tragédia climática. O objetivo, segundo ela, é assegurar que comunidades como as Ilhas, Humaitá, Vila Santo André e outras regiões vulneráveis não enfrentem inundações recorrentes a cada novo episódio de instabilidade climática.</p>



<p>“Entendemos que não se trata apenas de responder às emergências, mas de enfrentar, com planejamento e ação concreta, o novo regime climático que se impõe”, afirma Melchionna no ofício. “Se a cada novo período de chuva intensa há risco de transbordamento, alagamentos e prejuízos à vida das pessoas, é fundamental conhecer o planejamento da Prefeitura para evitar que essas regiões passem a conviver historicamente com enchentes e desastres anunciados.”</p>



<p><em>Por Thalita Pires/BrasideFato. </em></p>
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		<title>Ministério da Agricultura declara fim do estado de emergência zoossanitária no RS</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministerio-da-agricultura-declara-fim-do-estado-de-emergencia-zoossanitaria-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência Zoossanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Fim]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Newcastle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Ministério da Agricultura e Pecuária&#160;divulgou declaração do “fim do estado de emergência zoossanitária no estado do Rio Grande do Sul”, em virtude da detecção da infecção pelo vírus patogênico da doença de Newcastle em aves comerciais. A medida está publicada no&#160;Diário Oficial da União (DOU)&#160;desta terça-feira (6), por meio da&#160;Portaria número 706. O documento declara, [&#8230;]</p>
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<p>O&nbsp;<a href="https://www.canalrural.com.br/tag/mapa/">Ministério da Agricultura e Pecuária</a>&nbsp;divulgou declaração do “fim do estado de emergência zoossanitária no estado do Rio Grande do Sul”, em virtude da detecção da infecção pelo vírus patogênico da doença de Newcastle em aves comerciais. A medida está publicada no&nbsp;<em>Diário Oficial da União (DOU)</em>&nbsp;desta terça-feira (6), por meio da&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mapa-n-706-de-5-de-agosto-de-2024-576537836" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Portaria número 706</u></a>.</p>



<p>O documento declara, ainda, “como Zonas de Restrição à exportação de aves vivas, seus produtos e material genético avícola, as áreas perifocal e de vigilância, em um raio de 10 km a partir do foco da doença de Newcastle, detectado no município de Anta Gorda, no Estado do Rio Grande do Sul”.</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) encaminhou, no dia 25 de julho passado, a notificação da conclusão do foco da doença de Newcastle (DNC) para a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Com a medida, o governo brasileiro aguarda a retirada da suspensão, por parte dos países importadores, para retomada total das exportações de carnes de aves e seus produtos.</p>



<p>O foco de Doença de Newcastle no Brasil foi confirmado em 17 de julho em um estabelecimento de avicultura comercial de corte, localizado no município gaúcho de Anta Gorda, no Vale do Taquari.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Rio Grande do Sul completa nove meses sem seca; Tocantins se manteve estável</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rio-grande-do-sul-completa-nove-meses-sem-seca-tocantins-se-manteve-estavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 14:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre setembro de 2023 e junho de 2024, Santa Catarina manteve-se livre de seca, de acordo com a última atualização do Monitor de Secas. Esta é a maior sequência de meses consecutivos sem o fenômeno registrada no Brasil. O Rio Grande do Sul também permanece sem seca desde outubro de 2023. Em junho deste ano, [&#8230;]</p>
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<p>Entre setembro de 2023 e junho de 2024, Santa Catarina manteve-se livre de seca, de acordo com a última atualização do Monitor de Secas. Esta é a maior sequência de meses consecutivos sem o fenômeno registrada no Brasil. O Rio Grande do Sul também permanece sem seca desde outubro de 2023. Em junho deste ano, além de SC e RS, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe também não registraram áreas de seca.<br><br><strong>Paraná enfrenta agravamento da seca</strong></p>



<p>Enquanto isso, o Paraná vem enfrentando um agravamento da seca. A área com seca moderada no estado aumentou de 10% para 26% entre maio e junho de 2024, intensificando a severidade do fenômeno na região Sul. No entanto, a área total afetada pela seca no Paraná permaneceu estável em 60% do território estadual, com a região Sul mantendo-se com 20% de sua área total afetada pelo fenômeno em junho. Isso fez do Sul a região com a menor área de seca entre as cinco monitoradas pelo País no último mês.</p>



<p><strong>Abrandamento e intensificação da seca em outras regiões</strong></p>



<p>Entre maio e junho, a severidade da seca diminuiu em Mato Grosso, Pará e Roraima. Em contrapartida, Acre, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo registraram uma intensificação do fenômeno. Em termos de severidade, a seca manteve-se estável em Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins.</p>



<p><strong>Comparação de áreas afetadas entre maio e junho</strong></p>



<p>Sete estados, incluindo Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, registraram aumento na área afetada pela seca entre maio e junho. Em contraste, Amazonas, Ceará, Pará e Piauí apresentaram uma redução. Em dez unidades da Federação, a área de seca permaneceu estável, enquanto seis estados continuaram livres de seca: Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.</p>



<p><strong>Seca severa em quatro unidades da Federação</strong></p>



<p>Em maio, Acre, Amazonas, Distrito Federal e Roraima registraram seca em 100% de seus territórios. Nas demais unidades da Federação que registraram área com seca, os percentuais variaram de 11% a 98%. O Amazonas liderou a área total afetada, seguido por Pará, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás.</p>



<p>No total, a área com seca no Brasil aumentou de 5,68 milhões para 5,83 milhões de km² entre abril e maio, cobrindo 68% do território nacional, segundo a última atualização do Monitor de Secas.<br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="438" class="wp-image-6348" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f.jpg" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f.jpg 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-300x188.jpg 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-1024x641.jpg 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-768x480.jpg 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-1536x961.jpg 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-2048x1281.jpg 2048w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/07/c8a028de6cf4491e90441c27ab5f298f-750x469.jpg 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br><em>Por Agrolink. <br></em></p>
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		<title>Ministério da Agricultura descarta novos casos de doença aviária no RS</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministerio-da-agricultura-descarta-novos-casos-de-doenca-aviaria-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 11:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aviária]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou neste domingo (21) que três casos suspeitos de doença de Newcastle (DNC) no Rio Grande do Sul foram descartados, após as análises do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP) revelarem resultado negativo para o vírus. A doença viral atinge aves silvestres e comerciais e [&#8230;]</p>
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<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou neste domingo (21) que três casos suspeitos de doença de Newcastle (DNC) no Rio Grande do Sul foram descartados, após as análises do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP) revelarem resultado negativo para o vírus. A doença viral atinge aves silvestres e comerciais e é altamente contagiosa para os animais.</p>



<p>As amostras foram coletadas na sexta-feira (19) em três propriedades suspeitas, localizadas na zona de proteção estabelecida para DNC pela equipe de vigilância e defesa sanitária animal do estado em conjunto com a equipe do Mapa.<br><br>Na última quarta-feira (18) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-07/ministerio-confirma-caso-de-doenca-de-newcastle-em-granja-no-rs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi identificado um foco</a> da doença em uma granja de criação comercial de aves para corte, localizada no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul. O diagnóstico positivo também foi feito pelo LFDA-SP.</p>



<p>“Os resultados negativos são uma sinalização extremamente positiva sobre a contenção desse evento sanitário, o que é importante para resolução rápida da situação, e reforça a robustez do sistema de defesa agropecuária do Brasil”, disse o ministério neste domingo.</p>



<p>O Mapa informou ainda que estão sendo montadas barreiras sanitárias na região do Vale do Taquari para controlar a movimentação e evitar a entrada e passagem de aves na área do foco, conforme determina o Plano Nacional de Contingência para DNC. Além disso, as investigações epidemiológicas continuam na zona de vigilância de proteção e em todo o Rio Grande do Sul.<br><br>“A população não deve se preocupar e pode continuar consumindo carne de frango e ovos, inclusive da própria região afetada. O Mapa reforça que o consumo de produtos avícolas inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) permanecem seguros e sem contraindicações”, continuou o ministério.</p>



<p>Após a confirmação do primeiro caso, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) divulgaram uma nota afirmando que estão acompanhando e dando suporte à ação do Mapa e da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul.</p>



<p>“As autoridades federais e do estado agiram rapidamente na identificação do caso com interdição da granja, garantindo que não houvesse saída de aves. Os protocolos oficiais estabelecidos para a mitigação da situação pontual foram acionados e o entorno segue monitorado”, disse a entidade.</p>



<p>Na última sexta-feira (19), o Ministério da Agricultura fez uma revisão dos protocolos de emissão de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-07/brasil-suspende-exportacoes-de-carne-de-aves-e-seus-produtos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">certificação para exportações</a> de carnes de aves e seus produtos. A restrição varia de acordo com os mercados, mas afeta as vendas para 44 países.<br><br><strong>Doença de Newcastle</strong></p>



<p>A DNC é causada pela infecção por vírus pertencente ao grupo paramixovírus aviário sorotipo 1 (APMV-1), virulento em aves de produção comercial. Além de aves, ela pode atingir répteis, mamíferos, e até mesmo seres humanos.</p>



<p>Os últimos casos confirmados no Brasil ocorreram em 2006 e em aves de subsistência, nos estados do Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.<br><br><em>Por Agência Brasil. <br></em><br></p>



<p><br><br></p>
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		<item>
		<title>Agentes de campo do Senar Tocantins estão a caminho do Rio Grande do Sul para ajudar produtores rurais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 11:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Senar Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro grupo de profissionais do Senar Tocantins está a caminho do Rio Grande do Sul para ajudar produtores rurais gaúchos na retomada de suas atividades no campo, nas áreas mais atingidas pelas enchentes. Integram nessa equipe os &#160;técnicos de campo, Genivaldo Santos e Paulo Sérgio Rodrigues e o instrutor Luiz Eduardo Almeida que ficarão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O primeiro grupo de profissionais do Senar Tocantins está a caminho do Rio Grande do Sul para ajudar produtores rurais gaúchos na retomada de suas atividades no campo, nas áreas mais atingidas pelas enchentes.</p>



<p>Integram nessa equipe os &nbsp;técnicos de campo, Genivaldo Santos e Paulo Sérgio Rodrigues e o instrutor Luiz Eduardo Almeida que ficarão cerca de 30 dias no estado. &#8220;Vejo como uma grande oportunidade de ajudar pessoas que estão precisando neste momento difícil. O nosso primeiro passo será realizar a coleta de solo nas propriedades para que assim a gente consiga traçar um planejamento de reconstrução das áreas&#8221;, explicou o agrônomo Genivaldo.</p>



<p>O zootecnista Paulo Sérgio Rodrigues é outro técnico do Senar Tocantins que compõe a comitiva. “Estamos preparados para o trabalho e esperamos contribuir e fazer o melhor para que o produtor gaúcho retome sua produção&#8221;. Já para o instrutor Luiz Eduardo Almeida, &#8220;não é uma tarefa fácil, mas nós estamos prontos para este desafio&#8221;.</p>



<p>Além dos três profissionais, o Senar ainda irá enviar outros sete agentes de campo nos próximos meses. De acordo o Diretor da Assistência Técnica do Tocantins, Fabricio Vasconcelos, o intuito é ajudar esses produtores rurais com assistência para a reconstrução de suas propriedades. &#8220;É uma forma de contribuir para a retomada da produção&#8221;.</p>



<p>A superintendente do Senar, Rayley Luzza, também avaliou a missão. &#8220;O Senar Tocantins tem a honra de participar desta ação. Ela demonstra o valor da nossa entidade, destaca a qualidade do nosso pessoal que transforma a vida das pessoas e a grandeza das instituições do nosso sistema em um momento desafiador como este&#8221;, disse.</p>



<p><strong>SuperAção da CNA</strong></p>



<p>O envio destes profissionais faz parte da “SuperAção”, promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil em parceria com federações, entre elas, o Sistema FAET/Senar.</p>



<p>Desde o início do projeto, o Sistema CNA/Senar já realizou outras ações para ajudar produtores gaúchos prejudicados pelas chuvas, como a doação de rolos de feno, limpeza de propriedades, além de visitas a várias propriedades para traçar diagnósticos da situação de cada produtor atingido pela tragédia das enchentes.</p>



<p>O SuperAção Agro Rio Grande do Sul está disponibilizando R$ 100 milhões em recursos para ajudar a recuperar a produção agropecuária no Estado.</p>



<p>Ao todo, de acordo com a CNA, a ação conta com 300 técnicos de campo e instrutores com expertise no atendimento no campo, capacidade e conhecimento das mais diversas cadeias produtivas, atuando diretamente no campo, realizando o diagnóstico de situação, no restabelecimento das propriedades e no apoio à volta da atividade produtiva.<br><br><em>Por Ascom.</em></p>
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		<title>Colheita de arroz se encerra no RS com 7,16 milhões de toneladas do grão</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/colheita-de-arroz-se-encerra-no-rs-com-716-milhoes-de-toneladas-do-grao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 11:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita do arroz se encerrou com uma produção de 7.162.674,9 toneladas no Rio Grande do Sul. Na safra 2023/2024, foram semeados 900.203 hectares de arroz irrigado. Destes, foram colhidos 851.664,22 hectares, correspondendo a 94,61% da área semeada, com uma média de produtividade de 8.410,21 kg\ha. Os dados estão no relatório final divulgado, na sexta-feira [&#8230;]</p>
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<p>A colheita do arroz se encerrou com uma produção de 7.162.674,9 toneladas no Rio Grande do Sul. Na safra 2023/2024, foram semeados 900.203 hectares de arroz irrigado. Destes, foram colhidos 851.664,22 hectares, correspondendo a 94,61% da área semeada, com uma média de produtividade de 8.410,21 kg\ha. Os dados estão no relatório final divulgado, na sexta-feira (14/6), pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).</p>



<p>Ainda estão em processo de colheita 1.548 hectares (0,17%). Com as enchentes registradas no Estado, foram perdidos 46.990,59 hectares (5,22% da área semeada), concentrados principalmente na Região Central do Estado. Esses dados são levantados semanalmente pelas equipes dos Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates) do Irga, junto aos produtores gaúchos, distribuídos pelas regiões arrozeiras do Rio Grande do Sul.</p>



<p>Na safra 2022/2023, foram semeados 839.972 hectares, com uma produção total de 7.239.000 toneladas.</p>



<p>O presidente do Irga, Rodrigo Machado, destacou que o Rio Grande do Sul responde por 70% da produção nacional do grão. “Os dados desta safra comprovam o que o Irga já vem manifestando desde o início do mês de maio, que a safra gaúcha de arroz, dentro da sua fatia de produção no mercado brasileiro, garante o abastecimento do país. Dessa forma, não há, tecnicamente, justificativa para a importação de arroz no Brasil”, garantiu Machado, ao avaliar que os números são muito similares ao da safra passada.</p>



<p>“Os dados trazidos no relatório superam, inclusive, com pequena margem, as estimativas que tínhamos antes das enchentes. Isso nos dá segurança para manter o posicionamento de que nunca houve justificativa técnica que comprovasse a tendência de desabastecimento de arroz no Brasil, em função da calamidade pública do Estado”, afirmou o secretário-interino da Seapi, Márcio Madalena. <br><br><em>Por Rádio Fandango.</em></p>
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		<title>Redução de chuvas permite avanço da colheita da soja no RS</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/reducao-de-chuvas-permite-avanco-da-colheita-da-soja-no-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 11:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita de soja atinge 91% da área no Rio Grande do Sul. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural gaúcha (Emater-RS), na semana passada os trabalhos abrangiam 85% da área. Em igual momento do ano passado, a ceifa já havia ocupado 96% das lavouras, enquanto a média para o momento nas últimas cinco safras é de [&#8230;]</p>
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<p>A colheita de soja atinge<strong> 91%</strong> da área no Rio Grande do Sul. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural gaúcha <strong>(Emater-RS)</strong>, na semana passada<strong> os trabalhos abrangiam 85% da área</strong>.</p>



<p>Em igual momento do ano passado, a ceifa já havia ocupado 96% das lavouras, enquanto a média para o momento nas últimas cinco safras é de 97%.</p>



<p>De acordo com o órgão, apesar do predomínio de dias nublados, a ocorrência de chuvas foi menos frequente e em volumes acumulados baixos nas regiões Sul, Centro e Oeste do estado, o que possibilitou a retomada da colheita, justamente onde a operação estava mais atrasada.<br><br>Por outro lado, na metade Norte, região em que os trabalhos estavam próximos da finalização, houve comprometimento das lavouras devido às garoas e ao excesso de umidade. “No entanto, mesmo nas regiões onde as precipitações foram menores, os solos permanecem saturados de umidade, prejudicando a atividade”, diz a Emater-RS.</p>



<p><strong>Custos elevados<br></strong><br>Nas áreas em colheita, além das perdas por grãos germinados, mofados e pela debulha natural, que aumentam a cada dia de atraso, os custos têm sido elevados em razão da realização da colheita em solo úmido, levando à utilização parcial dos graneleiros, em função do excesso de peso, para evitar danos na locomoção.</p>



<p>Segundo a Emater-RS, a entrega da soja nas unidades de secagem e armazenamento também foi impactada, especialmente nos primeiros dias de retomada da colheita, em razão da alta umidade dos grãos, muitas vezes próxima a 30%.</p>



<p><strong>Armazenagem adequada da soja<br></strong><br>Para a armazenagem adequada, é necessário reduzir a umidade para cerca de 14%, mas a capacidade dos secadores é limitada.</p>



<p>As cooperativas com unidades de recebimento nas regiões Central e Campanha têm transportado os grãos para realizar a secagem nas sedes localizadas no Planalto Médio em decorrência da alta demanda de tempo e lenha para a combustão nos locais de colheita.</p>



<p><strong>Redução de produtividade<br></strong><br>As perdas nas lavouras colhidas, após o período chuvoso, são elevadas, mas observa-se que naquelas implantadas mais tardiamente, cujo ciclo se encerrou há poucos dias, o índice de grãos avariados ou germinados é menor.</p>



<p>A estimativa de produtividade projetada inicialmente era de 3.329 kg/ha, porém deverá variar negativamente, dependendo dos resultados dos levantamentos que estão sendo realizados nas áreas a serem colhidas e perdidas.<br><br><em>Por Agência Safras. </em></p>
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		<title>Nova data para o &#8216;Enem dos concursos é definida&#8217;; CNU será em 18 de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 12:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliaç;ão]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNU]]></category>
		<category><![CDATA[Enem dos concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Nova data]]></category>
		<category><![CDATA[Prova]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Gestão divulgou, nesta quinta-feira (23), a nova data para o Concurso Público Nacional Unificado (CNPU), que ficou conhecido como o &#8216;Enem dos concursos&#8217;. As avaliações vão acontecer dia 18 de agosto, em 228 cidades do país. Ao todo, mais de 2,1 milhões de pessoas se inscreveram no &#8220;Enem dos concursos&#8221;. Os candidatos vão concorrer a 6.640 vagas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Gestão divulgou, nesta quinta-feira (23), a nova data para o Concurso Público Nacional Unificado (CNPU), que ficou conhecido como o <strong>&#8216;Enem dos concursos&#8217;</strong>. <strong>As avaliações vão acontecer dia 18 de agosto, em 228 cidades do país</strong>.<br><br>Ao todo, mais de <strong>2,1 milhões de pessoas se inscreveram no &#8220;Enem dos concursos&#8221;</strong>. Os candidatos vão concorrer a <strong>6.640 vagas em 21 órgãos do governo federal</strong>. Segundo o Ministério da Gestão, um novo <strong>cronograma completo será divulgado em breve</strong>.</p>



<p>Antes, as avaliações iriam acontecer no dia 05 de maio, mas<strong> foram adidas devido às fortes chuvas no Rio Grande do Sul</strong>. Por isso, todos os 18.757 malotes de prova foram recolhidos em todo o Brasil e enviados para um local seguro.</p>



<p>Ainda segundo o ministério,&nbsp;<strong>os malotes foram checados, um a um, por membros da rede de segurança, e foi identificado que não houve qualquer violação</strong>. Agora, o órgão vai começar o diálogo institucional para garantir os locais de prova, priorizando a manutenção dos já definidos anteriormente.</p>



<p>No caso do Rio Grande do Sul, haverá um diálogo especial para garantir o acesso das pessoas inscritas no estado. Agora, os candidatos terão de acessar novamente os cartões de prova, para confirmar se o local de prova foi mantido ou alterado.</p>



<p>Um novo cartão de confirmação de inscrição do &#8216;Enem dos Concursos&#8217;, com os detalhes sobre os locais de provas,&nbsp;<strong>será divulgado no dia 7 de agosto</strong>.</p>



<p>O documento estará disponível na Área do Candidato, mesma <strong>página da Internet</strong> em que o candidato fez a inscrição. Para acessar, é preciso fazer login com os dados da conta GOV.BR.<br><br></p>
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		<title>Campanha solidária lançada pelo Sindicato Rural de Araguaína recebe mais de 130 toneladas em doações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 11:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Doação]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo com cerca de 30 voluntários trabalhou incansavelmente na  triagem dos itens que chegavam a todo instante na sede do Sindicato Rural de Araguaína (SRA).  Foram recebidos:  Água, alimentos não perecíveis, colchões, ração para animais, material de higiene, roupas, cobertores e calçados, somando mais de 130 toneladas de donativos enviados para o Rio Grande [&#8230;]</p>
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<p>Um grupo com cerca de 30 voluntários trabalhou incansavelmente na  triagem dos itens que chegavam a todo instante na sede do Sindicato Rural de Araguaína (SRA).  Foram recebidos:  Água, alimentos não perecíveis, colchões, ração para animais, material de higiene, roupas, cobertores e calçados, somando mais de 130 toneladas de donativos enviados para o Rio Grande do Sul.  </p>



<p>A campanha para arrecadar doações lançada pelo SRA, superou as expectativas &nbsp;e foram &nbsp;necessárias &nbsp;mais três carretas para conseguir transportar todas as doações até o &nbsp;povo gaúcho, atingidos pelas enchentes &nbsp;<br><br>“Nosso povo atendeu nosso chamado, prova da força e credibilidade do SRA. Que Deus ampare a todos. Foram &nbsp;cento e trinta toneladas de donativos &nbsp;transportados por doação de três carretas da transportadora Kothe, um caminhão bitruck dos irmãos Veronese e uma carreta do grupo Campelo.<br><br>Obrigado a todos por atender nosso pedido e sensibilidade pela gravidade do momento que o povo do Rio Grande do Sul está passando!&#8221;, disse, agradecido, o presidente do Sindicato Rural, Wagner Borges.</p>



<p>Hélio Gomes se voluntariou desde o primeiro dia de campanha. Ele foi um dos que ajudou no armazenamento da carga nos caminhões: “O momento é de pensar no próximo, nossos &nbsp;irmãos do rio Grande do Sul estão precisando de nossa ajuda e, se cada um fizer um pouquinho, a ajuda chegará mais rápido” disse o voluntário. &nbsp;<br><br>Uma corrente de solidariedade transformou o pátio do Parque de Exposições Dair José Lourenço em uma espécie de drive-thru, onde a todo instante carro e motos chegavam com &nbsp;as doações, mostrando a força e a grandeza do coração generoso dos araguainenses e de pessoas de cidades vizinhas. &nbsp;</p>



<p>Essa foi a maior ação de ajuda humanitária realizada por Araguaína e região, cada um que participou da campanha doou não apenas itens materiais, mas sim um pouquinho de esperança &nbsp;para aqueles que perderam tudo nessa triste catástrofe no Sul. &nbsp;</p>



<p>Os caminhões foram para &nbsp;a capital, Palmas, de &nbsp;onde seguem em comboio escoltados pela Polícia Militar do Estado até o ponto de entrega em Porto Alegre. <br><br><em>Por Assessoria.</em></p>
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		<title>História de amor e sobrevivência: entenda a relação do RS com o cavalo; resgate em Canoas emocionou o país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/historia-de-amor-e-sobrevivencia-entenda-a-relacao-do-rs-com-o-cavalo-resgate-em-canoas-emocionou-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 13:44:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase 10 mil animais já foram resgatados no Rio Grande do Sul desde o início das enchentes, que vitimaram 107 pessoas. Dois episódios, em especial, envolvendo o cavalo Caramelo e outro que quase se afogou, emocionaram o país. A mobilização da população e de forças de segurança para salvar os equinos sintetiza a relação histórica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quase 10 mil animais já foram resgatados no Rio Grande do Sul desde o início das enchentes, que vitimaram 107 pessoas. Dois episódios, em especial, envolvendo o cavalo Caramelo e outro que quase se afogou, emocionaram o país. A mobilização da população e de forças de segurança para salvar os equinos sintetiza a relação histórica do cavalo com o povo gaúcho, marcada pela paixão e pelo companheirismo.</p>



<p>Uma das mais emblemáticas imagens da tragédia que assola o estado foi o cavalo Caramelo, que ficou entre a vida e a morte, por centímetros, sobre o telhado de uma casa em Canoas. Após quase 100 horas, foi salvo em uma força-tarefa. Em outro caso marcante, o vice-prefeito de Santo Antônio da Patrulha desafiou a natureza para salvar um animal das águas turvas.</p>



<p>Para alívio do Rio Grande do Sul e do Brasil, Caramelo e outras dezenas de cavalos foram salvos e estão em recuperação. Eles se tornam um símbolo poderoso da resistência e bravura do gaúcho em meio às tragédias das chuvas.</p>



<p>&#8220;O cavalo teve um papel central em ocupação na formação do estado somado aos muitos anos de companheirismo nas guerras, no trabalho e no lazer. O cavalo também representa, além da força do gaúcho, uma paixão para as pessoas que lidam com ele&#8221;, relata Edilson Villagran, poeta e escritor.<br><br>O cavalo crioulo é animal-símbolo do Rio Grande do Sul e considerado patrimônio cultural desde 2002, assim como o quero-quero, ave de médio a pequeno porte. A relação com o animal é uma tradição que faz parte do DNA do povo gaúcho.</p>



<p>&#8220;Foi do lombo do cavalo, por exemplo, que os farrapos, em 1835 a 1845, puderam trilhar o RS resistindo a duros embates, não só contra as forças imperiais melhores preparadas para a luta, mas também contra as duras privações resistindo a todos os revezes para deixar seu nome na história&#8221;, acrescenta Villagran.</p>



<p>Para o poeta, &#8220;o cavalo passou a ser figura central nas atividades relacionados às artes, poesia, escultura, transporte, lazer e esporte. Portanto, esse animal tem importância tanto socio-cultural quanto econômica&#8221;.</p>



<p>Nico Fagundes, cantor e compositor tradicionalista, escreveu um verso retratando a importância do animal: &#8220;de a cavalo lá na Serra, eu tô mais perto de Deus, até os pássaros são meus&#8221;. A poesia sinaliza que o homem, quando está sobre o cavalo, fica mais alto e mais próximo dos céus.</p>



<p>&#8220;Falar de um gaúcho a cavalo é falar da imagem do nosso estado. Sempre lembro do tio Nico quando escreveu o verso dos Cavaleiros da Paz: &#8216;são esses homens e seus cavalos, lá vão os galos, são os centauros, vivem assim&#8217;. O gaúcho e o cavalo têm uma relação de história, de amor e de vida&#8221;, declarou o tradicionalista Neto Fagundes.<br><br>Neto Fagundes é filho de Bagre Fagundes e sobrinho de Nico Fagundes, compositores de &#8220;Canto Alegretense&#8221;, canção em homenagem ao município de Alegrete. A música foi tocada pela primeira vez no programa Galpão Crioulo, da RBS TV.<br><br><em>Por Bruno Ravazzolli, Eduardo Paganella, g1 RS e RBS TV.</em></p>
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