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	<title>Rio Tocantins Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Rio Tocantins Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Bombeiro aponta que motor de barco pode ter atraído raio que causou morte de amigos no Rio Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 14:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O raio que caiu em um barco de pescadores no Rio Tocantins e matou duas pessoas pode ter sido atraído pelo motor. Segundo o sargento do Corpo de Bombeiros Thiago Silva, as embarcações possuem materiais metálicos que podem favorecer a atração de raios. O acidente aconteceu a cerca de 3 km de Filadélfia, no norte [&#8230;]</p>
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<p>O raio que caiu em um barco de pescadores no Rio Tocantins e matou duas pessoas pode ter sido atraído pelo motor. Segundo o sargento do Corpo de Bombeiros Thiago Silva, as embarcações possuem materiais metálicos que podem favorecer a atração de raios.</p>



<p>O acidente aconteceu a cerca de 3 km de Filadélfia, no norte do estado, na tarde de sábado (11). Murilo Guimarães Vinhal, de 33 anos, e Idael da Silva Farias, de 38 anos, foram atingidos pela descarga elétrica, caíram no rio e morreram. Ricardo Moacir Machado Vieira, de 40 anos, sobreviveu ao acidente.</p>



<p>De acordo com o sargento Silva, que esteve em Filadélfia para dar apoio à ocorrência, as vítimas estavam em um barco de pesca convencional, com um motor na parte frontal e outro traseiro. A descarga maior foi na frente da embarcação onde, segundo o sargento, deveriam estar próximos os dois mortos.</p>



<p>&#8220;Eles eram um ponto de atração, com certeza, no rio aberto. Eles estão com um material de alumínio ali, tende a chamar a descarga, procurar esse tipo de local&#8221;, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/UpVl0YRGqsyajWzf50jeZV4yU64=/0x0:1300x975/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/T/f/L7N2JZSqO7pB8kqWSqkg/whatsapp-image-2025-10-12-at-09.30.39.jpeg" alt="Bombeiros durante busca por pescadores que caíram no rio Tocantins após queda de raio — Foto: Márcio Novais/TV Anhanguera"/></figure>



<p><em>Bombeiros durante busca por pescadores que caíram no rio Tocantins após queda de raio — Foto: Márcio Novais/TV Anhanguera</em></p>



<p>O bombeiro comentou ainda que esse tipo de acidente é raro no estado. Entretanto, para evitar problemas semelhantes, é preciso ter planejamento antes de ir para o ambiente aquático.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Materiais energizados tendem a ter uma atração maior e aí a questão da segurança é você se planejar. Verificar a previsão do tempo antes de marcar alguma pescaria. Caso o tempo venha a mudar, venha a ficar fechado, procurar ir para a terra, procurar um ambiente seguro. Não entrar de barco embaixo de árvores, de lugar fechado. E caso saia daquilo que está previsível, que é um dia tranquilo, sem risco de chuva, sem risco de raios, e caso o clima venha a mudar, é parar a atividade e tentar buscar um lugar seguro&#8221;, alertou o sargento dos bombeiros.</p>
</blockquote>



<p>No caso dos pescadores, o sargento acredita que eles buscavam um local seguro no momento da tempestade, por estarem perto de Filadélfia. &#8220;Foi muito repentino, mas dentro da prevenção, que eu acredito que era o que eles iam tentar fazer, era ir procurar um lugar fechado, sair dessa área aberta. Mas infelizmente eles não conseguiram que isso acontecesse&#8221;, lamentou.</p>



<p><strong>Momento da descarga</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Cu_OCKkJTDjigGpUpBF5wEKHvJk=/0x0:1500x1038/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/D/2/4hHAnvTzS9rPkF592PTw/vale-este-pescadores.jpg" alt="Murilo Guimarães Vinhal e Idael da Silva Farias morreram após raio — Foto: Murilo Guimarães Vinhal/ Redes Sociais/ Reprodução"/></figure>



<p><em>Murilo Guimarães Vinhal e Idael da Silva Farias morreram após raio — Foto: Murilo Guimarães Vinhal/ Redes Sociais/ Reprodução</em></p>



<p>Ricardo Moacir Machado Vieira, que sobreviveu à descarga elétrica, contou que ele era amigo de Murilo e Idael havia mais de 15 anos e tinham o hábito de pescar juntos. Ele relembrou que os amigos caíram na água após o raio e que tentou salvá-los, mas ficou em pânico por causa da chuva e da ventania.</p>



<p>&#8220;Senti a descarga do raio na vara de pescar que estava em minhas mãos, como se fosse um choque, e aquele barulho tremendo. O raio caiu no barco, arremessando meus amigos na água&#8221;, relatou.</p>



<p>Ricardo retornou para a embarcação enquanto a chuva ficava mais intensa e a correnteza arrastava seus amigos. Ele conseguiu pedir socorro por ligação e aguardou o resgate. &#8220;Liguei para meu irmão, relatando o acontecido e implorando por socorro. Não sei quanto tempo se passou, se foram minutos ou horas de tormento”, contou.</p>



<p>Os bombeiros foram chamados por volta das 14h de sábado e deram início às buscas por Murilo e Idael no mesmo dia. Ao escurecer, as buscas foram suspensas e retomadas no domingo (12). Os corpos foram encontrados por volta das 11h50, a aproximadamente oito metros de profundidade, três quilômetros abaixo da cidade de Filadélfia. O Corpo de Bombeiros de Imperatriz (MA) deu apoio nas buscas.</p>



<p>Após serem levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína para os procedimentos periciais, o corpo de Idael foi levado para a cidade Fortaleza dos Nogueiras (MA), onde moram seus familiares. Murilo foi sepultado no Cemitério Jardim das Paineiras, em Araguaína, nesta segunda-feira (13).</p>



<p><em>Por Patricia Lauris, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Após tragédia, corpos de amigos atingidos por raio são localizados no Rio Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/apos-tragedia-corpos-de-amigos-atingidos-por-raio-sao-localizados-no-rio-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 13:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[corpos de amigos]]></category>
		<category><![CDATA[raios]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os corpos de Murilo Vinhal e Idael Farias foram encontrados neste domingo (12). Os dois amigos estavam desaparecidos no rio Tocantins, após um raio atingir a embarcação em que eles estavam. As buscas foram feitas por mergulhadores, bombeiros, Marinha e amigos das vítimas. Um professor que estava com os pescadores sobreviveu ao acidente. Segundo os Bombeiros, os corpos foram [&#8230;]</p>
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<p>Os corpos de Murilo Vinhal e Idael Farias foram encontrados neste domingo (12). Os dois amigos estavam desaparecidos no rio Tocantins, após um raio atingir a embarcação em que eles estavam. As buscas foram feitas por mergulhadores, bombeiros, Marinha e amigos das vítimas. Um professor que estava com os pescadores sobreviveu ao acidente.</p>



<p>Segundo os Bombeiros, os corpos foram localizados por volta das 11h50, a aproximadamente oito metros de profundidade, três quilômetros abaixo da cidade de Filadélfia. Uma equipe da perícia de Araguaína foi chamada.</p>



<p>Os dois pescadores caíram do barco e desapareceram no rio na tarde de sábado (11). Neste domingo, amigos e parentes das vítimas foram até o rio ajudar nas buscas com moto aquática.</p>



<p><strong>Buscas pelos pescadores</strong></p>



<p>O acidente aconteceu próximo de Filadélfia na tarde de sábado, pouco depois das 14h, quando a equipe do 2º Batalhão de Araguaína foi acionada. No mesmo dia, os mergulhadores iniciaram as buscas. Eles procuraram em uma área com profundidade de 10 metros no rio.</p>



<p>Por causa da pouca visibilidade no rio, os mergulhadores não conseguiram localizar as vítimas no sábado. Os bombeiros informaram que os trabalhos ocorreram em conjunto com o Corpo de Bombeiros do Maranhão, da cidade de Carolina.</p>



<p>Segundo os militares, o homem que sobreviveu conseguiu chegar até a margem do rio e ancorar o barco. No sábado, ele disse aos militares que os outros dois pescadores haviam caído no rio.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/UpVl0YRGqsyajWzf50jeZV4yU64=/0x0:1300x975/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/T/f/L7N2JZSqO7pB8kqWSqkg/whatsapp-image-2025-10-12-at-09.30.39.jpeg" alt="Bombeiros retomam segundo dia de busca por pescadores que caíram no rio Tocantins após queda de raio — Foto: Márcio Novais/TV Anhanguera"/></figure>



<p><em>Bombeiros retomam segundo dia de busca por pescadores que caíram no rio Tocantins após queda de raio — Foto: Márcio Novais/TV Anhanguera</em></p>
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		<title>Após 7 meses, operação retoma retirada de agrotóxicos do Rio Tocantins deixados por desabamento de ponte</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/apos-7-meses-operacao-retoma-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins-deixados-por-desabamento-de-ponte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotóxicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil&#160;galões de agrotóxicos&#160;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024. Documentos obtidos pela&#160;Repórter Brasil&#160;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação [&#8230;]</p>
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<p>Ao longo do mês de julho, uma equipe técnica do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) vem retomando os trabalhos para a remoção de mais de mil<a href="https://www.brasildefato.com.br/2024/12/24/9-toneladas-de-agrotoxicos-proibidos-na-uniao-europeia-foram-derramados-no-rio-tocantins-eles-nao-somem-alerta-especialista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;galões de agrotóxicos</a>&nbsp;alojados no fundo do rio Tocantins desde dezembro de 2024.</p>



<p>Documentos obtidos pela&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;via LAI (Lei de Acesso à Informação) revelam que o cronograma da operação prevê atividades contínuas até setembro.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>São 219 dias desde o acidente com três caminhões que transportavam defensivos agrícolas e ácido sulfúrico. Os veículos caíram no rio após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO). Apenas 29 bombonas foram retiradas até agora.</p>



<p>As cargas transportavam substâncias como 2,4-D, picloram e acetamiprido, agrotóxicos classificados como perigosos para a saúde humana e para o meio ambiente. No entanto, a maior parte desse material segue submersa até hoje, sob risco de vazamento.</p>



<p>As ações de retirada começaram logo após o acidente, mas foram&nbsp;<a href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/assuntos/notas/2025/retirada-das-bombonas-de-agrotoxicos-no-rio-tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener">suspensas no início de janeiro</a>, após o aumento do nível do rio devido às chuvas e à abertura das comportas da Usina Hidrelétrica Estreito, localizada a 3 km do ponto do acidente. O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) interrompeu os trabalhos alegando risco à segurança das equipes de mergulho.</p>



<p>Desde então, o processo segue com lentidão. Em maio, o Dnit informou à&nbsp;<em>Repórter Brasil</em>&nbsp;que a retomada das atividades dependia de fatores externos, como clima, força da correnteza e atividade da barragem. Somente no início de julho – pouco mais de seis meses após a suspensão – o órgão confirmou a retomada dos trabalhos.</p>



<p>Em resposta enviada à reportagem, o Ibama afirmou que está elaborando um relatório sobre o tema após visita de equipes ao local.&nbsp;</p>



<p>Já o Dnit informou que uma equipe técnica reiniciou as inspeções no rio no dia 1º de julho, utilizando sonares e equipamentos não tripulados para localizar os veículos e as cargas submersas. A próxima etapa é a de mergulhos técnicos.</p>



<p>Após essa fase, será feito o mapeamento completo do local e um plano de remoção individualizado para cada carga, considerando profundidade, escombros e riscos associados.&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/integra-das-respostas-enviadas-para-reportagem-sobre-as-operacoes-de-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leia aqui</a>&nbsp;a nota completa.</p>



<p><strong>Análises ainda não detectaram contaminação do rio</strong></p>



<p>Boletins hidrometeorológicos consultados pela<em>&nbsp;Repórter Brasil</em><strong>&nbsp;</strong>mostram que as condições atuais do rio Tocantins são favoráveis para a execução dos mergulhos e da retirada dos galões.</p>



<p>Análises de vazão e nível da água feitas pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) e pela ANA (Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico) indicam que o rio está sob regime estável, com baixa pluviosidade e correnteza reduzida – cenário oposto ao que justificou a paralisação das atividades em janeiro. A turbidez da água também está baixa, o que favorece a visibilidade subaquática necessária para a operação.</p>



<p>A Usina Hidrelétrica Estreito, responsável pela barragem que influencia o nível do rio, afirmou que opera no modelo “a fio d’água” e que a vazão segue as regras da Resolução ANA nº 070/2021. Segundo o consórcio, qualquer ajuste depende de solicitação e autorização dos órgãos reguladores.</p>



<p>De acordo com o relatório de monitoramento da água do&nbsp;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2025/04/28/galoes-de-agrotoxico-viajam-300-km-pelo-rio-tocantins-e-sao-encontrados-no-para/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rio Tocantins</a>, obtido pela&nbsp;Repórter Brasil&nbsp;por meio de LAI, as análises realizadas até o dia 10 de abril não detectaram a contaminação da água por agrotóxicos acima do limite permitido.&nbsp;</p>



<p>Contudo, o risco ambiental persiste. A permanência prolongada dos galões no fundo do rio aumenta as chances de vazamento e de impactos ao ecossistema aquático e às populações que dependem do Tocantins para abastecimento e pesca.</p>



<p><strong>Comunidades se queixam da falta de diálogo com o poder público</strong></p>



<p>O rio Tocantins nasce em Goiás e percorre os estados do Tocantins, Maranhão e Pará. Ele é uma das principais fontes de água da região, utilizado no abastecimento de municípios, na irrigação de lavouras, no sustento de comunidades pesqueiras e até como espaço de lazer para a população.</p>



<p>Apesar da importância do rio para as populações locais, lideranças se queixam da falta de diálogo do poder público com comunidades próximas ao ponto do acidente.</p>



<p>“Não houve, em nenhum momento, nenhum tipo de conversa ou de aproximação dos órgãos responsáveis pela retirada dos materiais que estão no fundo do rio com as comunidades Apinayé”, afirma Ricardo Murakami, representante de uma associação da Terra Indígena Apinayé, na região de Tocantinópolis (TO).</p>



<p>Especialistas apontam que há riscos do consumo contínuo de pequenas quantidades de agrotóxicos, mesmo quando estão dentro dos limites considerados seguros.</p>



<p>Logo após o acidente, a ANA chegou a dizer que a alta vazão do rio Tocantins ajudaria a diluir rapidamente os pesticidas, o que diminuiria os riscos para a população. Para Fábio Kummrow, professor de toxicologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não é possível garantir essa afirmação sem que os resultados sejam divulgados à população.</p>



<p>“É muito fácil assumir que está chovendo, que a vazão está alta e que não há risco. É um discurso válido, mas sem dados numéricos, é um discurso vazio”, afirma. “Se está tudo normal, por que não divulgam os dados?”, disse o pesquisador em reportagem publicada em abril, na qual a<em>&nbsp;Repórter Brasil</em>&nbsp;revelou que parte dos galões foi&nbsp;<a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/04/galoes-agrotoxicos-viajam-rio-tocantins/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">arrastada pela correnteza e chegou a municípios do Pará</a>, a mais de 300 km do local do acidente. Alguns foram recolhidos por prefeituras e devolvidos à empresa responsável pela carga.</p>



<p><em>Conteúdo originalmente publicado em <a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/07/retirada-agrotoxicos-submersos-7-meses-rio-tocantins-retomada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Repórter Brasil</a></em>.</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/apos-7-meses-operacao-retoma-retirada-de-agrotoxicos-do-rio-tocantins-deixados-por-desabamento-de-ponte/">Após 7 meses, operação retoma retirada de agrotóxicos do Rio Tocantins deixados por desabamento de ponte</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ibama autoriza início das obras do derrocamento no Pedral do Lourenço</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibama-autoriza-inicio-das-obras-do-derrocamento-no-pedral-do-lourenco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Derrocamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu nesta segunda-feira (26) a licença ambiental ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para as obras do derrocamento do Pedral do Lourenço, em Itupiranga, no sudeste do Pará. A obra, que tem recursos previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), consiste na retirada [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) emitiu nesta segunda-feira (26) a licença ambiental ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para as obras do derrocamento do Pedral do Lourenço, em Itupiranga, no sudeste do Pará.</p>



<p>A obra, que tem recursos previstos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), consiste na retirada de rochas submersas, com uso de explosivos, em um trecho no Rio Tocantins para viabilizar a navegabilidade de grandes embarcações.</p>



<p>A intenção é que a obra torne o trecho de cerca de 35 quilômetrôs do rio em Itupiranga navegável o ano todo, mesmo nos períodos de seca, para instalação da hidrovia Araguaia-Tocantins.</p>



<p>O derrocamento é discutido há anos e preocupa ambientalistas e ribeirinhos. Na área do Pedral do Lourenço tem muitas comunidades, incluindo pesqueiras. O Ministério Público Federal (MPF) se manifestou após a liberação pelo Ibama e informou que considera &#8220;a licença de instalação para a hidrovia Araguaia-Tocantins ilegal&#8221;.</p>



<p>Já o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), se manifestou comemorando a licença: &#8220;Isso posiciona para que consigamos garantir a navegabilidade do rio Tocantins o ano todo e fazer de que o rio navegável de Marabá a Barcarena, impulsionando a economia, gerando emprego e renda&#8221;, disse.</p>



<p>A medida era analisada desde 2014 e o documento com a liberação do Ibama tem validade de cinco anos. A ordem de serviço para início das obras deve ser assinada nos próximos dias.</p>



<p>Entre as condicionantes estão a implementação de 32 planos e programas ambientais, proibição de retirada de vegetação nativa e fauna silvestre e a criação de programas de educação ambiental. O Dnit deve destinar ainda cerca de R$ 4 milhões para compensação ambiental.</p>



<p><strong>Retirada de rochas para hidrovia</strong></p>



<p>O projeto prevê tráfego de embarcações e de comboios na hidrovia Araguaia-Tocantins. Para isso um canal de navegação deve ser criado por meio da dragagem e do derrocamento, que é a retirada ou destruição das rochas submersas com explosivos.</p>



<p>A licença do Ibama é para &#8220;Derrocamento da Via Navegável do Rio Tocantins &#8211; Trecho 2, entre Santa Teresinha do Tauiri (em Itupiranga) e a Ilha do Bogéa, com 35 km de extensão, incluindo a instalação dos canteiros de apoio, industrial<strong>&nbsp;e paiol de explosivos&#8221;</strong>, diz o documento do Ibama com a licença.</p>



<p>Segundo o governo federal, a hidrovia do rio Tocantins se estende por mais de 1.700 quilômetros, entre Peixe (TO) e a Grande Belém, &#8220;mas tem sua capacidade reduzida neste trecho rochoso de aproximadamente 40 quilômetros&#8221; no Pará.</p>



<p>No Pará, o rio tem cerca de 560 quilômetros, desde o município de Marabá, na região sudeste do estado, até a sua foz na Baía do Marajó, onde fica o porto de Vila do Conde, em Barcarena, na região metropolitana de Belém &#8211; que é área portuária de exportações.</p>



<p>A expectativa é ampliar o transporte de grãos e minérios entre o Centro-Oeste e os portos da Grande Belém.</p>



<p>No entanto, segundo o MPF, a licença viola uma decisão anterior, em que se pedia mais documentos para o projeto, incluindo &#8220;apresentação dos estudos do desembarque pesqueiro.</p>



<p>Ainda segundo o MPF, &#8220;a licença de instalação também viola a licença prévia e suas condicionantes emitidas pelo próprio Ibama e viola o direito de povos e comunidades tradicionais à consulta, livre, prévia e informada&#8221;.<br><br>Em abril, o MPF destacou a preocupação de comunidades por causa do risco de impactos da hidrovia. “Existe comunidade tradicional no território do Pedral do Lourenção: nós estamos aqui. O Pedral do Lourenção somos nós. Nós somos o rio e, se mexer com o rio, se destruir o Pedral, eles vão estar destruindo as nossas vidas”, disse a liderança comunitária Eva Moraes.</p>



<p><strong>Entenda</strong></p>



<p>Desde 1995, o poder público tenta aumentar a capacidade de navegação no Rio Tocantins, no sudeste do Pará. O Dnit chegou a desencadear a tramitação simultânea de dois processos diferentes de licenciamento, sendo um no Ibama e outro na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Pará (Semas).</p>



<p>Em 2009, apesar de a Justiça Federal ter acolhido pedido do MPF e ter impedido o fracionamento ilegal do licenciamento, a Semas emitiu licença prévia para o empreendimento. A licença foi anulada e o processo de licenciamento foi arquivado.</p>



<p>Já em 2013, o Dnit voltou a pedir ao Ibama a autorização para as obras. A nova licença foi concedida em outubro de 2022 e&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/03/10/mpf-recomenda-suspensao-de-licenca-de-obra-em-hidrovia-no-para.ghtml">o MPF recomendou a suspensão</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/EayjWPmiQVQzh5bW3ytTuJi5Mno=/0x0:552x310/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/K/a/y4H2uvQUG9IXS2PeRXaQ/lourenco.jpg" alt="Derrocagem do Pedral do Lourenço preocupa ambietalistas no Pará — Foto: TV Liberal Reprodução"/></figure>



<p><em>Derrocagem do Pedral do Lourenço preocupa ambietalistas no Pará — Foto: TV Liberal Reprodução</em></p>



<p><em>Por g1 Pará. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/ibama-autoriza-inicio-das-obras-do-derrocamento-no-pedral-do-lourenco/">Ibama autoriza início das obras do derrocamento no Pedral do Lourenço</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<title>Veículos submersos no Rio Tocantins após queda de ponte serão retirados em abril, afirma DNIT</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/veiculos-submersos-no-rio-tocantins-apos-queda-de-ponte-serao-retirados-em-abril-afirma-dnit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 13:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos submersos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços. A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito [&#8230;]</p>
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<p>Os veículos submersos no Rio Tocantins desde o desabamento da Ponte JK, na BR-226, serão retirados na segunda quinzena de abril, conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Três caminhões que transportavam ácido sulfúrico e defensivos agrícolas estão entre os destroços.</p>



<p>A ponte Juscelino Kubitschek, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), caiu em dezembro de 2024 após o vão central da estrutura ceder. Um homem sobreviveu, 14 pessoas morreram e três ainda estão desaparecidas.</p>



<p>Dez veículos, entre carros, motos, caminhonetes e caminhões caíram no rio Tocantins. Dois dos caminhões carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e outro 22 mil litros de defensivos agrícolas.</p>



<p>Segundo o DNIT, a data prevista para a remoção dos veículos foi selecionada considerando a diminuição das chuvas na região e a redução do nível das águas. O departamento afirma que a etapa segue o cronograma de ações para a entrega da nova ponte ainda em 2025.</p>



<p>O DNIT informou que a remoção dos destroços foi finalizada e após a demolição do que sobrou da Ponte JK, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios da nova estrutura do lado do município de Estreito.</p>



<p>Em janeiro desde ano o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que os tanques com ácido sulfúrico no leito do rio apresentaram um pequeno vazamento. Mas a carga derramada teria sido diluída na água e não apresentava grandes preocupações.</p>



<p>Na época, o Ministério da Saúde informou não haver indícios de contaminação da água. Mas o risco de dano ambiental só será totalmente eliminado após a retirada dos tanques. A pasta publicou uma série de recomendações à população e agentes de saúde em caso de contaminação do rio.</p>



<p><strong>Rotas alternativas sobrecarregadas</strong></p>



<p>As rodovias que viraram rotas alternativas estão sofrendo com o grande trânsito de veículos, principalmente os pesados. Moradores e caminhoneiros que passam por Axixá, São Miguel, Sítio Novo e Tocantinópolis reclamam dos problemas causados pelo aumento do movimento. Na vias o asfalto cedeu em menos de um mês.</p>



<p>Questionado sobre as situações das rodovias no norte do Tocantins, o DNIT afirmou que desenvolve ações necessárias para minimizar os impactos aos usuários, inclusive nas rodovias estaduais, por meio de contratações emergenciais e licitações.</p>



<p>Em março, o órgão informou que houve a contratação emergencial para recuperação de um trecho de 82,2 quilômetros na TO-134, do km 26,3 ao 73,3 (47 quilômetros), e na TO-201, do km 0 ao km 35,2. O início das manutenções será em junho de 2025.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.jornaldotocantins.com.br/image/policy:1.3213255:1734971720/image.jpg?&amp;f=default" alt="Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)"/></figure>



<p><em>Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira após desabamento (Francisco Sirianno/Grupo Mirante)</em></p>



<p><em>Íntegra da nota do DNIT</em></p>



<p><em>O DNIT informa que a obra de reconstrução da nova ponte sobre o Rio Tocantins, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), na BR-226/MA/TO, segue o cronograma previsto, para entrega no final deste ano.</em></p>



<p><em>A autarquia esclarece que a remoção dos destroços foi finalizada e a retirada dos veículos e cargas submersos está prevista para a segunda quinzena de abril, quando diminui as chuvas na região e uma redução do nível das águas do Rio Tocantins é prevista. A topografia da região influencia na vazão e interfere diretamente na execução dos trabalhos de retirada dos veículos.</em></p>



<p><em>Após a demolição mecanizada dos detritos remanescentes da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira e remoção dos destros, as equipes deram início às escavações mecanizadas para implantação das fundações dos apoios do lado do município de Estreito e continuam com os serviços de implantação do canteiro de obras e mobilizações de equipamento e pessoal. As sapatas de fundação serão concretadas in loco e na sequência serão executados os pilares.</em></p>



<p><em>Por Brenda Santos e Ana Paula Rehbein, g1 Tocantins e TV Anhanguera.</em></p>
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		<title>Confira estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental no Rio Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/confira-estrategias-para-mitigar-impactos-a-saude-animal-e-ambiental-no-rio-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 12:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Animal]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou uma nota conjunta com orientações sobre estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental nas proximidades do Rio Tocantins. A medida ocorreu devido a queda da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, localizada entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), em que caminhões que transportavam agrotóxicos e ácido sulfúrico caíram no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Saúde publicou uma nota conjunta com orientações sobre estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental nas proximidades do Rio Tocantins.</p>



<p>A medida ocorreu devido a queda da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, localizada entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), em que caminhões que transportavam agrotóxicos e ácido sulfúrico caíram no rio.</p>



<p><strong> Estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental</strong></p>



<figure class="wp-block-image is-resized" id="attachment_28928"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Rio-Tocantins.jpg" alt="Rio Tocantins" class="wp-image-28928" style="width:1170px;height:auto" title="Veja as estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental no Rio Tocantins 2"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Divulgação/Polícia Militar</em></figcaption></figure>



<p>A nota informativa contém estratégias para a mitigação de possíveis impactos à saúde humana, animal e ambiental da região, além de orientar equipes dos serviços de saúde locais para eventuais casos de intoxicação.</p>



<p>Além disso, no dia 8 de janeiro, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicaram uma&nbsp;<a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/nota-conjunta-ana-ibama-mma-sobre-a-qualidade-da-agua-do-rio-tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota conjunta</a>&nbsp;sobre a qualidade da água do rio.</p>



<p>De acordo com a nota, nos&nbsp;resultados das análises das amostras coletadas entre 24 e 29 de dezembro de 2024, não foram encontrados indícios de contaminação da água do rio Tocantins pelos agrotóxicos transportados.</p>



<p>Em contrapartida, os órgãos ressaltaram que, enquanto o material químico estiver depositado no rio Tocantins, persiste o risco de eventual rompimento dos recipientes e consequente contaminação da água, com possíveis impactos sobre o meio ambiente e usos múltiplos, incluindo abastecimento público de comunidades ribeirinhas e cidades ao longo do rio.</p>



<p>Devido a isso, a situação segue sendo acompanhada por técnicos com o intuito de minimizar eventuais danos.</p>



<p><strong>Confira as recomendações aos profissionais de saúde da vigilância em saúde ambiental</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_28929"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2025/01/queda-de-ponte.jpg" alt="Queda de ponte" class="wp-image-28929" title="Veja as estratégias para mitigar impactos à saúde animal e ambiental no Rio Tocantins 3"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Ministério dos Transportes</em></figcaption></figure>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificação de áreas de risco potencial para contaminação da água;</li>



<li>Emissão de alertas sobre a necessidade de restrição do uso de água em regiões afetadas;</li>



<li>Monitoramento de resíduos de agrotóxicos em água para consumo humano, segundo diretrizes para o monitoramento de agrotóxicos em água para consumo humano;</li>



<li>Desenvolvimento de estratégias de comunicação de risco para a população exposta ou potencialmente exposta (por exemplo, aproveitando os canais de comunicação utilizados pela Atenção Primária à Saúde nos territórios via Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN), como grupos de WhatsApp e afins).</li>
</ul>



<p><em>Por <a href="https://agro2.com.br/autor/arieny/">Arieny Alves</a>.</em></p>
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		<title>Governo Federal alerta sobre riscos de contaminação no Rio Tocantins e reforça medidas de prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 13:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aguiarnópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte Jk]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica com orientações para a população que vive próxima ao Rio Tocantins, onde a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em dezembro de 2023, causando a morte de 14 pessoas; três ainda seguem desaparecidas. Durante o colapso, caminhões transportando defensivos agrícolas e ácido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica com orientações para a população que vive próxima ao Rio Tocantins, onde a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em dezembro de 2023, causando a morte de 14 pessoas; três ainda seguem desaparecidas.</p>



<p>Durante o colapso, caminhões transportando defensivos agrícolas e ácido sulfúrico caíram no rio. Embora não haja indícios de contaminação, o governo mantém o monitoramento da qualidade da água e recomenda precaução.</p>



<p><strong>Risco ambiental e impacto na população</strong></p>



<p>Segundo o ministério, os produtos químicos permanecem no leito do rio, representando potencial risco de vazamento. Uma contaminação da água poderia afetar a subsistência de comunidades indígenas, ribeirinhas e quilombolas, além dos moradores da região.</p>



<p><strong>Principais recomendações</strong></p>



<p>O governo recomenda que, em caso de confirmação de contaminação, a população:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite contato com a água do Rio Tocantins</li>



<li>Não utilize a água para consumo ou lazer</li>



<li>Siga apenas informações de órgãos ambientais e sanitários</li>



<li>Busque atendimento médico em caso de exposição aos produtos químicos</li>
</ul>



<p>Além disso, profissionais de saúde foram orientados a monitorar sintomas de intoxicação, como náuseas, tontura, irritação na pele e dificuldades respiratórias.</p>



<p>A equipe técnica do Ministério da Saúde segue acompanhando a situação, com reuniões semanais entre representantes dos estados do Tocantins e Maranhão para atualizar o cenário e definir novas ações de mitigação.</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
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		<item>
		<title>Novo corredor logístico no Rio Tocantins impulsionará Portos do Arco Norte</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/novo-corredor-logistico-no-rio-tocantins-impulsionara-portos-do-arco-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 11:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
		<category><![CDATA[Portos do Arco Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os portos do Arco Norte terão nova via hidroviária na região amazônica a partir de 2025, com o início da navegação comercial e de passageiros no Rio Tocantins. Isso porque foram expedidas pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretária de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), as licenças de Operação das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os portos do Arco Norte terão nova via hidroviária na região amazônica a partir de 2025, com o início da navegação comercial e de passageiros no Rio Tocantins. Isso porque foram expedidas pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretária de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), as licenças de Operação das eclusas de Tucuruí, o que permitirá a navegação no Rio Tocantins entre sua Foz e Marabá (PA).</p>



<p>Segundo o diretor presidente da Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica (AMPORT), Flávio Acatauassú, esse momento é histórico, pois possibilitará não só o transporte de cargas, como também o deslocamento de passageiros pelo baixo Tocantins. “Estamos muito felizes com essa notícia que tanto irá agregar ao desenvolvimento comercial da navegação na região, como também possibilitará uma nova rota de transporte para as comunidades que residem ou trabalham às margens do Rio Tocantins”, explicou.</p>



<p>Acatauassú afirmou que já há empresas interessadas em iniciar a navegação no corredor logístico do Rio Tocantins, movimentando grãos provenientes de Mato Grosso e Tocantins no período das cheias do rio, de janeiro a junho, mesmo sem as intervenções de dragagem e derrocamento previstas, percorrendo a rota que se inicia em Marabá e termina em Vila do Conde. “Prevemos uma boa movimentação de granéis neste corredor já no primeiro semestre de 2025, com destaque para a soja”.</p>



<p>A notícia vem movimentar ainda mais o Arco Norte, que vem crescendo ano a ano na última década e já conta com capacidade instalada de 52 milhões de toneladas. “Teremos capacidade para movimentar cerca de 100 milhões de toneladas nos próximos cinco anos. Isso só comprova a eficiência dos portos da região amazônica, que investem forte em eficiência e inovação, aliadas à sustentabilidade”, finalizou Flávio Acatauassú.</p>



<p><em>Por AMPORT.</em></p>
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		<item>
		<title>Ministério do Meio Ambiente: Amostras do Rio Tocantins não detectam contaminação por defensivos agrícolas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministerio-do-meio-ambiente-amostras-do-rio-tocantins-nao-detectam-contaminacao-por-defensivos-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 12:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amostras coletadas no rio Tocantins, entre 24 e 29 de dezembro de 2024, não apontaram indícios de contaminação pelos defensivos agrícolas transportados pelos caminhões que estavam na Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226) que desabou. As análises foram feitas entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Amostras coletadas no rio Tocantins, entre 24 e 29 de dezembro de 2024,<strong> não apontaram indícios de contaminação pelos defensivos agrícolas</strong> transportados pelos caminhões que estavam na Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226) que desabou.</p>



<p>As análises foram feitas entre a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p>Os órgãos alertam que<strong>&nbsp;ainda há risco de contaminação</strong>&nbsp;caso os recipientes que envolvem o material químico transportado, que foi depositado no rio, se rompa. O risco envolve desde impactos ambientais até o abastecimento público de comunidades ribeirinhas e cidades ao longo do rio. A ponte liga as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA).</p>



<p>Monitoramento da qualidade da água deve ser mantido até que o material seja totalmente removido da água, de acordo com os órgãos. Os três caminhões transportavam 22 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico, um produto químico corrosivo.<br><br><em>Por CNN.</em></p>
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		<item>
		<title>Nota Conjunta ANA/Ibama/MMA sobre a qualidade da água do Rio Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nota-conjunta-ana-ibama-mma-sobre-a-qualidade-da-agua-do-rio-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 12:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade da Água]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 22 de dezembro de 2024, a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226), localizada sobre o Rio Tocantins e ligando as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), sofreu um desabamento parcial. Caminhões que transportavam agrotóxicos e outros compostos químicos, como ácido sulfúrico, caíram no rio, o que levou ao início de um monitoramento emergencial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 22 de dezembro de 2024, a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (BR-226), localizada sobre o Rio Tocantins e ligando as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), sofreu um desabamento parcial. Caminhões que transportavam agrotóxicos e outros compostos químicos, como ácido sulfúrico, caíram no rio, o que levou ao início de um monitoramento emergencial da qualidade da água na região&nbsp;para garantir a segurança ambiental e a proteção das comunidades afetadas pelo incidente.</p>



<p>A análise emergencial da qualidade da água do Rio Tocantins está sendo&nbsp;conduzida sob a coordenação&nbsp;Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com apoio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),&nbsp;da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Meio Ambiente&nbsp;, do Serviço Geológico do Brasil (SGB), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Maranhão (SEMA/MA)&nbsp;.&nbsp;A iniciativa envolve órgãos e instituições das esferas federal e estaduais do Maranhão e do Tocantins. O monitoramento tem como objetivo principal garantir a segurança do abastecimento de água a jusante (rio abaixo) do local do acidente.</p>



<p>C&nbsp;om base nos resultados das análises das amostras coletadas entre 24 e 29 de dezembro de 2024,&nbsp;não foram encontrados indícios de contaminação da água&nbsp;do rio Tocantins pelos agrotóxicos transportados.</p>



<p>Contudo, ressalta-se que, enquanto o material químico estiver depositado no rio Tocantins, persiste o risco de eventual rompimento dos recipientes e consequente contaminação da água, com possíveis impactos sobre o meio ambiente e usos múltiplos, incluindo abastecimento público de comunidades ribeirinhas e cidades ao longo do rio&nbsp;. Por essa&nbsp;razão&nbsp;,&nbsp;o monitoramento&nbsp;da qualidade da água será mantido&nbsp;até&nbsp;que o material seja totalmente removido&nbsp;.</p>



<p><strong>ATUAÇÃO EMERGENCIAL</strong></p>



<p>D&nbsp;esde 24 de dezembro de 2024, técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA/MA) e do Serviço Geológico do Brasil (SGB) estão realizando análises de parâmetros básicos em campo&nbsp;e coletando amostras em cinco pontos do rio Tocantins, sendo:<br><br>(i)&nbsp; &nbsp; &nbsp;um situado imediatamente a jusante da barragem de Estreito e a montante da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, denominado ponto de controle&nbsp;,&nbsp;por não estar sujeito a eventuais impactos do acidente;<br>(ii)&nbsp; &nbsp; um localizado nas imediações da ponte que desabou, ou seja, no local do acidente; e;<br>(iii)&nbsp; &nbsp; três localizados rio abaixo, sendo um no município de Porto Franco&nbsp;(&nbsp;MA&nbsp;)&nbsp;e dois&nbsp;em&nbsp;Imperatriz&nbsp;(&nbsp;MA&nbsp;)&nbsp;. As coordenadas geográficas dos pontos mencionados são apresentadas na Tabela 1.</p>



<p><strong>T&nbsp;abela 1 –&nbsp;Pontos de monitoramento e coleta de amostras&nbsp;.</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Ponto de Monitoramento</td><td colspan="2">Coordenadas Geográficas</td></tr><tr><td>P1 &#8211; Barragem da UHE Estreito (não afetada pelo acidente)</td><td>6°35&#8217;16.52&#8243;S</td><td>47°27&#8217;43.63&#8243;O</td></tr><tr><td>P2 &#8211; Ponte sobre a BR&nbsp;&#8211;&nbsp;226 (local do acidente)</td><td>6°33&#8217;36.41&#8243;S</td><td>47°27&#8217;36.20&#8243;O</td></tr><tr><td>P3 &#8211; Porto Franco/MA (30 km rio abaixo)</td><td>6°20&#8217;9.06&#8243;S</td><td>47°24&#8217;33.31&#8243;O</td></tr><tr><td>P4 &#8211; Captação da&nbsp;C&nbsp;aema&nbsp;para Imperatriz&nbsp;(&nbsp;MA&nbsp;)</td><td>5°33&#8217;11.47&#8243;S</td><td>47°29&#8217;4.90&#8243;O</td></tr><tr><td>P5 – Captação S&nbsp;uzano,&nbsp;em Imperatriz&nbsp;(&nbsp;MA&nbsp;)</td><td>5°27&#8217;28.12&#8243;S</td><td>47°33&#8217;54.61&#8243;O</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Os resultados dos parâmetros básicos determinados em campo e das análises de laboratório das coletas são apresentados nas Tabelas 2 a 5&nbsp;abaixo.</p>



<p><strong>Tabela 2&nbsp;– Parâmetros básicos de qualidade da água determinados&nbsp;in loco&nbsp;entre 24/12/2024 e 6/1/2025&nbsp;pela SEMA/MA,&nbsp;pelo&nbsp;SGB (Nota Técnica nº 27/2024/DEHID/DHT/PR/CA) e&nbsp;pela&nbsp;Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (&nbsp;ANA&nbsp;)&nbsp;.</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Loca&nbsp;l</td><td>Data</td><td>Temp&nbsp;Ar (&nbsp;o&nbsp;C&nbsp;)</td><td>Temp&nbsp;Água (&nbsp;o&nbsp;C&nbsp;)</td><td>SpCond&nbsp;(µS/cm</td><td>p&nbsp;H</td><td>Turbidez (NTU)</td><td>OD (mg/L)</td><td>Vazão (m³/s)</td><td>Responsáve&nbsp;l</td></tr><tr><td>P1</td><td>24/12/2024</td><td>26,0</td><td>29,7</td><td>64,8</td><td>6,1</td><td>0,4</td><td>6,8</td><td>&nbsp;</td><td>SEMA/MA</td></tr><tr><td>P1</td><td>26/12/2024</td><td>&nbsp;</td><td>29,9</td><td>61,1</td><td>7,6</td><td>&nbsp;</td><td>6,9</td><td>950</td><td>SGB</td></tr><tr><td>P1</td><td>03/01/2025</td><td>28,2</td><td>29,5</td><td>62,1</td><td>6,4</td><td>0,7</td><td>6,4</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P1</td><td>04/01/2025</td><td>28,6</td><td>29,4</td><td>61,6</td><td>7,0</td><td>0,2</td><td>6,4</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P1</td><td>05/01/2025</td><td>27,5</td><td>29,3</td><td>60,4</td><td>6,6</td><td>0,6</td><td>6,5</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P1</td><td>06/01/2025</td><td>24,6</td><td>29,3</td><td>58,7</td><td>6,5</td><td>1,4</td><td>6,4</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P2</td><td>24/12/2024</td><td>26,3</td><td>29,6</td><td>61,6</td><td>6,1</td><td>0,5</td><td>6,7</td><td>&nbsp;</td><td>SEMA/MA</td></tr><tr><td>P2</td><td>03/01/2025</td><td>28,2</td><td>29,7</td><td>62,1</td><td>6,3</td><td>0,6</td><td>6,5</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P2</td><td>04/01/2025</td><td>26,7</td><td>29,4</td><td>61,5</td><td>7,0</td><td>0,2</td><td>6,5</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P2</td><td>05/01/2025</td><td>27,2</td><td>29,3</td><td>60,4</td><td>6,6</td><td>1,2</td><td>6,6</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P2</td><td>06/01/2025</td><td>24,6</td><td>29,3</td><td>58,8</td><td>6,6</td><td>1,5</td><td>6,4</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P3</td><td>24/12/2024</td><td>27,4</td><td>30,4</td><td>64,4</td><td>6,7</td><td>3,4</td><td>7,7</td><td>&nbsp;</td><td>SEMA/MA</td></tr><tr><td>P3</td><td>26/12/2024</td><td>&nbsp;</td><td>30,3</td><td>61,2</td><td>8,0</td><td>&nbsp;</td><td>7,8</td><td>1035</td><td>SGB</td></tr><tr><td>P3</td><td>29/12/2024</td><td>&nbsp;</td><td>29,3</td><td>58,7</td><td>7,6</td><td>&nbsp;</td><td>7,2</td><td>1791</td><td>SGB</td></tr><tr><td>P3</td><td>03/01/2025</td><td>28,2</td><td>29,7</td><td>62,5</td><td>7,1</td><td>0,4</td><td>7,0</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P3</td><td>04/01/2025</td><td>26,1</td><td>29,0</td><td>61,9</td><td>7,1</td><td>0,4</td><td>6,6</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P3</td><td>05/01/2025</td><td>27,0</td><td>29,2</td><td>60,8</td><td>6,6</td><td>1,1</td><td>6,7</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P3</td><td>06/01/2025</td><td>25,5</td><td>29,2</td><td>59,4</td><td>6,8</td><td>0,9</td><td>6,8</td><td>&nbsp;</td><td>ANA/SEMA</td></tr><tr><td>P4</td><td>24/12/2024</td><td>29,0</td><td>30,0</td><td>69,1</td><td>7,2</td><td>3,4</td><td>7,3</td><td>&nbsp;</td><td>SEMA/MA</td></tr><tr><td>P4</td><td>27/12/2024</td><td>&nbsp;</td><td>30,3</td><td>64,1</td><td>8,1</td><td>&nbsp;</td><td>7,9</td><td>2465</td><td>SGB</td></tr><tr><td>P5</td><td>28/12/2024</td><td>&nbsp;</td><td>30,4</td><td>65,1</td><td>7,9</td><td>&nbsp;</td><td>7,5</td><td>2117</td><td>SGB</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Tabela 3 –&nbsp;Resultados das análises de princípios ativos de agrotóxicos realizadas pela Embrapa Meio Ambiente, com base em coletas efetuadas em 24 de dezembro de 2024, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Substância</td><td>P1</td><td>P2</td><td>P3</td><td>P4</td><td>VMP*</td></tr><tr><td>Acetamiprido&nbsp;(&nbsp;1)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>ND</td><td>ND</td><td>(4)</td></tr><tr><td>Picloram&nbsp;(&nbsp;2)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>ND</td><td>ND</td><td>60 µg/L</td></tr><tr><td>2,4-&nbsp;D&nbsp;(&nbsp;3)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>0,2 µg/L</td><td>ND</td><td>30 µg/L</td></tr></tbody></table></figure>



<p>(1) Limite de quantificação: 25 mg/L<br>(2) Limite de quantificação: 15 µg/L<br>(3) Limite de quantificação: 0,05 µg/L<br>(4) Não há limite de detecção definido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada</p>



<p>* VMP = Valor máximo permitido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada<br>ND: não detectado</p>



<p><strong>Tabela 4&nbsp;– Resultados das análises de princípios ativos de agrotóxicos&nbsp;pela Cetesb (coleta em 24/12/2024)&nbsp;.</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Substância</td><td>P1</td><td>P2</td><td>P3</td><td>P4</td><td>VMP*</td></tr><tr><td>Acetamiprido&nbsp;(&nbsp;1)</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>(4)</td></tr><tr><td>Picloram&nbsp;(&nbsp;2)</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>&lt; 10,0 µg/L</td><td>60 µg/L</td></tr><tr><td>2,4-&nbsp;D&nbsp;(&nbsp;3)</td><td>&lt; 2,0 µg/L</td><td>&lt; 2,0 µg/L</td><td>&lt; 2,0 µg/L</td><td>&lt; 2,0 µg/L</td><td>30 µg/L</td></tr></tbody></table></figure>



<p>(1) Limite de quantificação: 25 mg/L<br>(2) Limite de quantificação: 15 µg/L<br>(3) Limite de quantificação: 0,05 µg/L<br>(4) Não há limite de detecção definido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada</p>



<p>* VMP = Valor máximo permitido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada<br>ND: não detectado</p>



<p><strong>Tabela 5 –&nbsp;Resultados das análises de princípios ativos de agrotóxicos&nbsp;pela Embrapa Meio Ambiente (coletas em 26/12/2024) por meio da colaboração&nbsp;,&nbsp;em forma de&nbsp;Termo de Execução Descentralizada (TED)&nbsp;,&nbsp;com o&nbsp;MMA&nbsp;.</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Substância</td><td>P1</td><td>P3</td><td>VMP*</td></tr><tr><td>Acetamiprido&nbsp;(&nbsp;1)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>(4)</td></tr><tr><td>Picloram&nbsp;(&nbsp;2)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>60 µg/L</td></tr><tr><td>2,4-&nbsp;D&nbsp;(&nbsp;3)</td><td>ND</td><td>ND</td><td>30 µg/L</td></tr></tbody></table></figure>



<p>(1) Limite de quantificação: 25 mg/L<br>(2) Limite de quantificação: 15 µg/L<br>(3) Limite de quantificação: 0,05 µg/L<br>(4) Não há limite de detecção definido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada</p>



<p>* VMP = Valor máximo permitido pela Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, para água tratada<br>ND: não detectado</p>



<p>Considerando os dados apresentados nas Tabelas, verifica-se que, embora tenha havido detecção da substância 2,4-D na amostra referente ao Ponto 3&nbsp;,&nbsp;em 24/12/2024, seu valor é significativamente inferior à concentração máxima permitida pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria GM/MS nº 888, de 4 de maio de 2021, que estabelece padrões de potabilidade da água.</p>



<p>As análises realizadas pelo Laboratório Federal da Defesa Agropecuária em Goiás, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) , em 10 amostras de água do rio Tocantins , coletadas entre 26 e 29/12/2024 na barragem de Estreito (2 amostras), na captação Suzano (2), na captação da C aema /Imperatriz (2) e em Porto Franco (4) , não detectaram a presença de Acetamiprido para o Limite de Detecção de 1,460 µg/L (Nota Técnica nº 1/2025/RCA-GO/SELAB LFDA-GO/LFDA-GO/CGAÇ/DTEC/DAS/MAPA).<br><br><a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/nota-conjunta-ana-ibama-mma-sobre-a-qualidade-da-agua-do-rio-tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link: https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/nota-conjunta-ana-ibama-mma-sobre-a-qualidade-da-agua-do-rio-tocantins</a></p>



<p><em>Por Agência Gov.</em></p>
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