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	<title>Safra 2025/2026 Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Safra 2025/2026 Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Fundação ABC apresenta perspectivas climáticas para o Tocantins e reforça a importância do planejamento da próxima safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas destacaram a previsão de atuação do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026 Na última sexta-feira (3), cooperados, técnicos e colaboradores da Frísia Cooperativa Agroindustrial participaram de uma apresentação on-line promovida pela Fundação ABC sobre as perspectivas climáticas para o Tocantins. O encontro reuniu informações sobre as condições previstas para os [&#8230;]</p>
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<p><em>Especialistas destacaram a previsão de atuação do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026</em></p>



<p>Na última sexta-feira (3), cooperados, técnicos e colaboradores da Frísia Cooperativa Agroindustrial participaram de uma apresentação on-line promovida pela Fundação ABC sobre as perspectivas climáticas para o Tocantins. O encontro reuniu informações sobre as condições previstas para os próximos meses e seus possíveis impactos no planejamento da safra 2026/2027.</p>



<p>Durante a apresentação, os especialistas destacaram a previsão de atuação do fenômeno El Niño ao longo do segundo semestre de 2026, com maior intensidade entre novembro e janeiro. O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.</p>



<p>Segundo a equipe técnica da Fundação ABC, este episódio de El Niño apresenta características que merecem atenção. O rápido aquecimento observado na superfície do Pacífico despertou o interesse da comunidade científica e ainda gera discussões sobre sua intensidade, evolução e resposta da atmosfera. Esses fatores podem influenciar o comportamento das chuvas e das temperaturas, exigindo atenção no planejamento das atividades da safra 2026/2027.</p>



<p>Para o Tocantins, a atualização climática divulgada no fim de junho indica maior probabilidade de chuvas acima da média em agosto e setembro, seguida por maior probabilidade de precipitações abaixo da média entre outubro e dezembro de 2026. Como referência, a média histórica registrada pela estação meteorológica do INMET em Palmas é de aproximadamente 1 mm em agosto, 27 mm em setembro, 134 mm em outubro, 257 mm em novembro e 318 mm em dezembro. A previsão também indica temperaturas acima da média nesse período, condição que pode dificultar o estabelecimento inicial das culturas de verão.</p>



<p>As projeções reforçam a importância do monitoramento contínuo das condições climáticas para apoiar decisões relacionadas à intensificação de cultivos, escolha de genótipos, época de semeadura, população de plantas, manejo fitossanitário em contraponto com as altas temperaturas e risco de déficit hídrico na safra 20026/27. Nos próximos meses, também estão previstas reuniões com produtores e assistentes técnicos para discutir estratégias que permitam maximizar o desempenho dos principais sistemas de produção agropecuária da Frísia Tocantins.<br><br>&#8220;O clima é um dos principais fatores que influenciam o desempenho da safra e, por isso, acompanhar essas projeções é fundamental para o planejamento do produtor. A parceria com a Fundação ABC nos permite levar aos cooperados informações técnicas atualizadas e confiáveis, que contribuem para decisões mais assertivas, desde o planejamento da semeadura até o manejo da lavoura ao longo do ciclo produtivo.&#8221;, destaca Marcelo Cavazotti, gerente executivo da Frísia no Tocantins.&nbsp;</p>



<p>Parceira da Frísia, a Fundação ABC, por meio do Departamento de Engenharia de Biossistemas, desenvolve pesquisas e estudos voltados ao aprimoramento dos sistemas de produção. O objetivo é gerar informações técnicas que apoiem a tomada de decisão dos cooperados e contribuam para uma agricultura cada vez mais eficiente, sustentável e resiliente às condições climáticas.</p>



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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=a166fbe188&amp;attid=0.0.1&amp;permmsgid=msg-f:1870329251526715569&amp;th=19f4be8b7a45a8b1&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1870329251526715569&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ9rzvmaj5EPReAd1EKbYdPwSsmJbWmVtvhAxQdspYf7lefPNhgyOXH6_chZ_v5eUEFhG8AZUWTulsTOspPejw6XHjv5bTFz1NtZs-A1vGgXylCj88GWBiXmyBc&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_mrevizsi1&amp;zw" alt="Diagrama

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<p><em>Por Yuri Felipe Sousa, Antonio do Nascimento Oliveira e Rodrigo Yoiti Tsukahara (Fundação ABC)/Ascom</em></p>



<p></p>
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		<title>Produtor tocantinense é destaque no maior desafio de produtividade da soja do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campeão da região Norte, agricultor atribui desempenho ao manejo integrado e ao uso de tecnologias O agricultor Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Bela, em Goiatins (TO), conquistou a primeira colocação da região Norte na 18ª edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Com uma produtividade de [&#8230;]</p>
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<p><em>Campeão da região Norte, agricultor atribui desempenho ao manejo integrado e ao uso de tecnologias</em></p>



<p>O agricultor Pedro Foresto Crispim, da Fazenda Bela, em Goiatins (TO), conquistou a primeira colocação da região Norte na 18ª edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Com uma produtividade de 136,64 sacas por hectare, o produtor registrou um dos principais resultados da safra 2025/2026, evidenciando o potencial produtivo da região e a importância do planejamento agronômico para a construção de altas produtividades.&nbsp;</p>



<p>O Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, ocorre entre os dias 07 e 08 de julho em Indaiatuba-SP e reconhece anualmente agricultores de diferentes regiões do país que se destacam pelo elevado desempenho de suas lavouras, contribuindo para a evolução técnica da sojicultura brasileira. &nbsp;</p>



<p><strong>Cuidados de manejo </strong></p>



<p>Para o agricultor campeão, o reconhecimento é resultado de acompanhamento técnico, monitoramento constante da lavoura e uma estratégia voltada para preservar o potencial produtivo da cultura em uma região marcada por desafios climáticos e fitossanitários. Um dos destaques do manejo é o controle de pragas e doenças que podem reduzir a produtividade da soja. &nbsp;</p>



<p>Na área campeã, houve um acompanhamento contínuo da incidência de fungos que podem causar doenças como a ferrugem asiática e a cercóspora. &nbsp;Por isso, foi realizada a aplicação de fungicidas para proporcionar maior sanidade das folhas. Neste contexto, as tecnologias Blavity® e Belyan® são aliadas dos agricultores para evitar que as doenças causem perdas nas lavouras. &nbsp;</p>



<p>O controle de pragas também foi fundamental para o sucesso da área premiada, com a aplicação da solução Pirate®, que atua sobre um amplo espectro de lagartas que podem atacar o cultivo. &nbsp;</p>



<p>“Em parceria com a equipe da BASF, desenvolvemos uma estratégia muito criteriosa para a proteção das plantas e tudo isso nos deu segurança de que havia potencial para alcançar esse nível de resultado”, afirma o campeão da região Norte.&nbsp;</p>



<p>Pedro também ressalta o agradecimento para os envolvidos na condução da área. “Eu gosto muito de trazer tanto a responsabilidade quanto os frutos para a equipe. Desde o time de plantio até a ponta comercial, todos fazem parte desse resultado. Faço questão de citar o nome da minha equipe técnica, do Luiz Gabriel, do Luiz Henrique e do Ângelo, que hoje estão na gestão da fazenda, além de todos os outros meninos que temos na operação.”&nbsp;</p>



<p><strong>Sistema produtivo da soja </strong></p>



<p>Para Rafael Vicentini, diretor de Marketing de Sistemas de Cultivo Soja no Brasil da BASF Soluções para Agricultura, os resultados reforçam como o manejo integrado da lavoura continua sendo determinante para altas produtividades. &nbsp;</p>



<p>“Os números desta edição mostram a evolução constante do agricultor brasileiro em planejamento, acompanhamento técnico e tomada de decisão no campo. Esse avanço é resultado não apenas da experiência acumulada nas propriedades, mas também da troca de conhecimento entre agricultores, consultores, pesquisadores e empresas do setor. A produtividade é construída ao longo de toda a safra, com estratégias adaptadas à realidade de cada área”, afirma.&nbsp;</p>



<p>Graciela Mognol, diretora de Marketing da BASF Soluções para Agricultura, acrescenta que a visão sobre o sistema produtivo é fundamental para entender a realidade do agricultor. “Após a soja, o agricultor também vai buscar um alto patamar de produtividade para o cultivo subsequente. A visão integrada sobre o manejo de uma cultura também deve considerar o cultivo seguinte, garantindo uma área com boa fitossanidade para dar continuidade ao legado da propriedade por mais uma safra”, finaliza. &nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Desafio de Produtividade do CESB contribui há mais de uma década para o avanço da sojicultura brasileira, e a BASF está entre as principais parceiras da iniciativa. Há 15 edições a empresa sobe no pódio junto com agricultores campeões, reforçando seu compromisso com a inovação no campo. Esse compromisso se traduz em investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento para apoiar agricultores diante dos desafios do campo. Somente em 2025, os investimentos globais da BASF em Pesquisa e Desenvolvimento para o segmento de Soluções para Agricultura somaram aproximadamente 1 bilhão de euros.&nbsp;</p>



<p>Com a convicção de que os melhores resultados são alcançados quando diferentes tecnologias atuam de forma integrada, a BASF oferece um portfólio voltado para todo o sistema de cultivo da soja. A companhia reúne soluções em genética, tratamento de sementes, proteção de cultivos e agricultura digital, apoiando os produtores na construção de estratégias de manejo adaptadas às diferentes realidades do campo e contribuindo para uma produção cada vez mais eficiente e sustentável.&nbsp;</p>



<p><em>Por  BASF Soluções para Agricultura.</em></p>



<p></p>
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		<title>Produtor do Tocantins alcança produtividade de 76 sacas de soja por hectare na safra 2025/26</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtor-do-tocantins-alcanca-produtividade-de-76-sacas-de-soja-por-hectare-na-safra-2025-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cooperado da Castrolanda colheu cerca de 2,6 mil toneladas e se destaca pelos resultados obtidos na última safra.A Fazenda Tropical, propriedade de um cooperado da Castrolanda no Tocantins, encerrou a safra 2025/26 de soja com produtividade média de 76 sacas por hectare. O resultado corresponde a aproximadamente 4,56 toneladas por hectare e totaliza cerca de [&#8230;]</p>
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<p><em>Cooperado da Castrolanda colheu cerca de 2,6 mil toneladas e se destaca pelos resultados obtidos na última safra.<br></em><br>A Fazenda Tropical, propriedade de um cooperado da Castrolanda no Tocantins, encerrou a safra 2025/26 de soja com produtividade média de 76 sacas por hectare. O resultado corresponde a aproximadamente 4,56 toneladas por hectare e totaliza cerca de 2.600 toneladas produzidas em uma área de 570 hectares.</p>



<p>Apesar das dificuldades climáticas registradas ao longo do ciclo, a safra foi considerada satisfatória pela equipe técnica da cooperativa. Segundo o engenheiro agrônomo da Castrolanda no Tocantins, João Nestálio Teixeira Schuster, os principais desafios ocorreram durante a implantação da cultura.</p>



<p>“As primeiras chuvas começaram em outubro, mas não se consolidaram. Tivemos precipitações irregulares, o que trouxe dificuldades relacionadas às condições de clima e solo. Em algumas áreas houve perdas por falta de umidade durante o estabelecimento da lavoura”, explica.</p>



<p>O plantio foi realizado entre 13 de outubro e 10 de dezembro, estratégia adotada para aproveitar a janela ideal das culturas de segunda safra. A partir de dezembro, as condições climáticas se tornaram mais favoráveis, permitindo bom desenvolvimento das plantas e a execução do manejo fitossanitário dentro do planejado.</p>



<p>“No decorrer da safra, as condições foram relativamente tranquilas. As aplicações ocorreram conforme o programado e conseguimos manter as doenças em níveis aceitáveis”, afirma.</p>



<p><strong>Chuvas favoreceram grãos, mas dificultaram safrinha</strong></p>



<p>Na reta final do ciclo, o excesso de chuvas voltou a desafiar os produtores. Entre o fim de fevereiro e o início de abril, os volumes registrados ficaram acima do esperado. Embora tenham contribuído para o enchimento dos grãos, as precipitações dificultaram a implantação das culturas de segunda safra. A colheita teve início em 9 de fevereiro e foi concluída em abril, após cerca de 60 dias de trabalho.</p>



<p>Segundo o agrônomo, a produtividade ficou ligeiramente abaixo da registrada em safras anteriores, reflexo das condições climáticas enfrentadas na região. Ainda assim, o desempenho foi considerado positivo quando comparado ao cenário regional.</p>



<p>“Praticamente todos os produtores da região registraram produtividade menor do que em anos anteriores devido ao comportamento das chuvas. Mesmo assim, consideramos uma safra satisfatória e dentro do esperado para as condições que enfrentamos”, avalia.</p>



<p><strong>Diversificação amplia oportunidades</strong></p>



<p>Além da soja, a Fazenda Tropical mantém um sistema diversificado de produção. Atualmente, cerca de 320 hectares são destinados à segunda safra, com aproximadamente 60% da área ocupada por milho ou sorgo. O restante é cultivado com braquiária, além de uma área de 15 hectares destinada ao abacaxi, cultura com ciclo de aproximadamente 24 meses.</p>



<p>De acordo com Schuster, o Tocantins oferece condições favoráveis para a diversificação produtiva, especialmente para produtores que conseguem realizar o plantio da soja dentro da janela ideal, entre outubro e novembro.</p>



<p>O desempenho da propriedade acompanha o avanço da agricultura tocantinense. Segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2025/2026 do estado deve se aproximar de 10 milhões de toneladas de grãos, impulsionada principalmente pela produção de soja.</p>



<p><em>Por Revista Cultivar. </em></p>
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		<title>IBGE projeta crescimento da produção de soja na safra 2025/26</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ibge-projeta-crescimento-da-producao-de-soja-na-safra-2025-26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de soja no Brasil deve alcançar um recorde na safra 2025/26, com estimativa de 173,3 milhões de toneladas, em comparação 166,1 milhões de toneladas em 2025. A projeção de fevereiro ajustou a estimativa em 0,4% em relação ao levantamento de janeiro, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A produção de soja no Brasil deve alcançar um recorde na safra 2025/26, com estimativa de 173,3 milhões de toneladas, em comparação 166,1 milhões de toneladas em 2025. A projeção de fevereiro ajustou a estimativa em 0,4% em relação ao levantamento de janeiro, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),</p>



<p>O estudo indica alta de 4,3% no volume esperado em comparação ao ano anterior. A área cultivada de soja deve crescer 0,8%, chegando a 48,2 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio por hectare deve subir 3,5%, alcançando 3.600 kg/ha. O gerente de Agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes, destacou que a recuperação da produção está relacionada à melhora em estados prejudicados por condições climáticas adversas em 2025, como Rio Grande do Sul, norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul.<br><br>Entre os estados produtores, o Paraná deve colher 22,3 milhões de toneladas, crescimento de 4,3% em relação a 2025. O Mato Grosso do Sul deve atingir 15,0 milhões de toneladas, alta de 14,0%, enquanto o Rio Grande do Sul projeta 20,8 milhões de toneladas. O Mato Grosso, maior produtor nacional, estima produção de 48,5 milhões de toneladas, queda de 3,3% sobre 2025, mas com aumento de 1,9% na área plantada; o rendimento médio no estado deve cair 5,0%.</p>



<p><strong>Cereais, leguminosas e oleaginosa<br></strong><br>A estimativa para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026 é de 344,1 milhões de toneladas, volume 0,6% menor que o de 2025, com aumento de 1,3 milhão de hectares na área cultivada, totalizando 82,9 milhões de hectares. Arroz, milho e soja concentram 92,8% da produção estimada e 87,5% da área cultivada.<br><br>Em relação à produção e área por produto, a soja apresenta crescimento de 4,3% na produção e 0,8% na área; o milho registra queda de 5,3% na produção total, com aumento de 12,2% na 1ª safra e redução de 9,1% na 2ª, e crescimento de 2,4% na área; já o arroz em casca apresenta redução de 8,0% na produção e 6,3% na área. O milho deve alcançar 134,3 milhões de toneladas, enquanto a produção de arroz em casca é estimada em 11,6 milhões de toneladas.</p>



<p>Por região, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas terá a seguinte distribuição em 2026: Centro-Oeste 167,9 milhões de toneladas (48,8%), Sul 95,2 milhões de toneladas (27,7%), Sudeste 30,5 milhões de toneladas (8,9%), Nordeste 28,9 milhões de toneladas (8,4%) e Norte 21,5 milhões de toneladas (6,2%).</p>



<p>A variação anual positiva é observada no Sul (+10,3%) e Nordeste (+4,2%), enquanto Centro-Oeste (-6,0%), Sudeste (-1,9%) e Norte (-3,5%) registram queda. Quanto à variação mensal, Norte (+0,2%), Centro-Oeste (+0,3%), Sudeste (+1,1%), Nordeste (+2,3%) e Sul (-0,1%).</p>



<p>Entre os estados, o Mato Grosso lidera a produção nacional com participação de 30,2%, seguido por Paraná (13,9%), Rio Grande do Sul (11,7%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Minas Gerais (5,5%). Juntos, esses seis estados respondem por 79,6% da produção nacional.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Com avanço de 16% nas lavouras, Tocantins projeta safra de 9,6 milhões de toneladas de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-avanco-de-16-nas-lavouras-tocantins-projeta-safra-de-96-milhoes-de-toneladas-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins consolida sua posição como uma das novas fronteiras do agronegócio brasileiro, com crescimento expressivo da produção agropecuária, fortalecimento das cadeias produtivas e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do campo. Os avanços registrados nos últimos anos reforçam a força do setor na economia estadual e refletem os investimentos realizados pelo Governo do Tocantins na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins consolida sua posição como uma das novas fronteiras do agronegócio brasileiro, com crescimento expressivo da produção agropecuária, fortalecimento das cadeias produtivas e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do campo. Os avanços registrados nos últimos anos reforçam a força do setor na economia estadual e refletem os investimentos realizados pelo Governo do Tocantins na modernização da agricultura e da pecuária.</p>



<p>O governador Wanderlei Barbosa afirma que o avanço da produção agropecuária demonstra o potencial produtivo do estado e a importância do setor para o desenvolvimento econômico e social. “O Tocantins tem um agronegócio forte, moderno e em constante crescimento. Estamos investindo em tecnologia, infraestrutura e políticas públicas para fortalecer o produtor rural e ampliar as oportunidades no campo. Esse avanço reflete diretamente na geração de emprego, renda e desenvolvimento para todos”, pontua.</p>



<p><strong>Produção</strong></p>



<p>Dados da produção agrícola apontam números robustos. A estimativa é de que o estado ultrapasse 9,6 milhões de toneladas de grãos, impulsionado principalmente pela soja, que deve alcançar aproximadamente 5,75 milhões de toneladas na safra 2025/2026, em uma área plantada estimada em 1,6 milhão de hectares, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>



<p>Outro destaque da produção agrícola tocantinense é a rizicultura irrigada. Dados do&nbsp; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam o Tocantins como o maior produtor de arroz da Região Norte, com municípios ocupando as primeiras posições no ranking regional. Entre os 20 maiores produtores da região, os quatro primeiros são tocantinenses: Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Pium e Dueré, formando o chamado&nbsp;<em>quadrilátero de ouro</em>&nbsp;da produção de arroz.</p>



<p>A estimativa da Conab é que a safra atual alcance 612 mil toneladas de arroz irrigado, com produtividade média crescente, resultado do investimento em tecnologia, manejo eficiente e modernização das lavouras.</p>



<p><strong>Pecuária</strong></p>



<p>Na pecuária, o Tocantins mantém um dos maiores rebanhos bovinos do país, com mais de 11 milhões de cabeças. O desempenho do setor também se reflete no crescimento da cadeia da carne bovina. Apenas no primeiro trimestre de 2025, o Estado contabilizou 352 mil cabeças de bovinos abatidas, crescimento de 9% em relação ao mesmo período do ano anterior, além de 26,5 milhões de quilos de carne exportados.</p>



<p><strong>Melhoramento genético</strong></p>



<p>O fortalecimento da pecuária também passa pelo investimento em tecnologia e melhoramento genético. Nesse cenário, o programa<em>&nbsp;Mais Genética Tocantins</em>&nbsp;tem ampliado o acesso de produtores às tecnologias de reprodução assistida e melhoramento do rebanho, contribuindo para aumentar a produtividade e fortalecer a cadeia produtiva do leite e da carne no estado.</p>



<p><strong>Crédito fundiário e agricultura familiar</strong></p>



<p>Outro destaque é o fortalecimento da agricultura familiar e das políticas de acesso à terra. Atualmente, o Tocantins ocupa a 4ª colocação no ranking nacional de contratações do Programa Nacional de Crédito Fundiário, com 304 contratos firmados entre 2023 e 2025, totalizando cerca de R$ 57,3 milhões em investimentos para trabalhadores rurais e pequenos produtores.</p>



<p>Além do acesso à terra, o Governo do Tocantins também tem ampliado ações voltadas ao fortalecimento da produção de alimentos. Em 2025, o programa&nbsp;<em>Mesa Farta</em>&nbsp;atendeu 42 mil agricultores familiares com a entrega de kits de hortifrúti e sementes de arroz, feijão e milho em diversos municípios do estado, totalizando 200 toneladas de sementes distribuídas. Criado em 2019, o programa tem como objetivos fortalecer as comunidades rurais, ampliar a produção agrícola e contribuir para a segurança alimentar no campo.</p>



<p><strong>Agrotins: vitrine da força do agro tocantinense</strong></p>



<p>Esse avanço do agronegócio tocantinense também impulsionou o fortalecimento da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), que se consolidou como a maior feira agrotecnológica da Região Norte e uma das principais vitrines do setor no país. A feira reflete a evolução do agronegócio no estado ao reunir produtores rurais, empresas, instituições de pesquisa e representantes do setor produtivo em um ambiente voltado à inovação, à tecnologia e à geração de negócios.&nbsp;</p>



<p>Realizada anualmente em Palmas, no Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Mendanha, a feira ocupa uma área de aproximadamente 700 mil m², reúne mais de 1,1 mil expositores e recebe um público superior a 200 mil visitantes a cada edição. Nos últimos anos, o evento registrou crescimento expressivo na movimentação financeira, que saltou de aproximadamente R$ 254 milhões para mais de R$ 5 bilhões em volume de negócios.&nbsp;</p>



<p>O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, ressalta que a feira representa o ambiente onde tecnologia, conhecimento e oportunidades se encontram para impulsionar o desenvolvimento do agronegócio tocantinense. “A Agrotins é o reflexo da evolução do agronegócio em nosso estado. É um espaço onde produtores, empresas e instituições se conectam para compartilhar conhecimento, apresentar tecnologias e gerar novas oportunidades de negócios, fortalecendo ainda mais o potencial produtivo do Tocantins”, afirma.</p>



<p><strong>Desenvolvimento e inovação no campo</strong></p>



<p>Além de impulsionar negócios, a Agrotins também promove a difusão de tecnologias e a aproximação entre produtores, instituições de pesquisa e empresas do setor agrícola. Durante a feira, são apresentadas soluções de agricultura de precisão, genética animal, sistemas de irrigação, tecnologias digitais e práticas sustentáveis de produção.</p>



<p>A cada edição, o evento mobiliza produtores de todos os 139 municípios tocantinenses, reunindo também caravanas da agricultura familiar, técnicos, estudantes e profissionais do setor, consolidando-se como uma das principais plataformas de inovação e desenvolvimento do agronegócio brasileiro.&nbsp;</p>



<p>Com produção crescente, políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo e um ambiente cada vez mais favorável à inovação e aos negócios, o Tocantins segue ampliando sua participação no cenário agropecuário nacional e consolidando o setor como um dos principais pilares do desenvolvimento econômico do estado.</p>



<p><em>Por Hérica Rocha/Governo do Tocantins.<br></em></p>
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		<title>Safra de grãos avança em área no MATOPIBA, mas produção apresenta ritmos distintos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 13:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Soja lidera expansão de cultivo no ciclo agrícola 2025/2026, mas replantios e falhas de estande preocupam agricultores do Cerrado. A safra brasileira de grãos 2025/2026 segue em rota de crescimento, mas com desafios no curto prazo. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que o país deve cultivar&#160;84,1&#160;milhões&#160;de hectares, alta de 3,3% em relação [&#8230;]</p>
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<p><em>Soja lidera expansão de cultivo no ciclo agrícola 2025/2026, mas replantios e falhas de estande preocupam agricultores do Cerrado.</em></p>



<p>A safra brasileira de grãos 2025/2026 segue em rota de crescimento, mas com desafios no curto prazo. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que o país deve cultivar&nbsp;84,1&nbsp;milhões&nbsp;de hectares, alta de 3,3% em relação ao ciclo anterior, com produção estimada em&nbsp;354,4&nbsp;milhões&nbsp;de toneladas de grãos, representando crescimento de&nbsp;0,6%.</p>



<p>Mato Grosso, maior produtor nacional, deve ampliar sua área cultivada em 2,3%, contudo a produção total pode cair 3,8%. “A redução está ligada ao início irregular do plantio, marcado por chuvas mal distribuídas e altas temperaturas, o que levou a replantios e a estabelecimento menos uniforme da soja. No milho, o avanço ocorre principalmente em áreas irrigadas”, explica Manoel Álvares, gerente de inteligência da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada para o Cerrado.</p>



<p>Em Rondônia, a área cultivada cresce 1,3%, com avanço otimista da soja, favorecido pelas boas precipitações. Já no Pará, a área deve aumentar expressivos 10,6%, chegando a 2,24 milhões de hectares, com produção estimada em 7,33 milhões de toneladas. A soja segue liderando esse movimento, com plantio acelerado nas regiões da Rodovia BR-163 e dos municípios de Redenção e Santana do Araguaia. O milho tem perspectivas regulares para a primeira safra.<a href="https://www.comprerural.com/a-arroba-do-boi-vai-chegar-a-r-1-000-e-isso-e-um-pessimo-sinal-para-o-brasil-video/"></a></p>



<p>No MATOPIBA, a tendência também é de expansão. O Maranhão deve aumentar a área agrícola em&nbsp;4,4%e a produção em 0,6%, impulsionado pelo milho da primeira safra. No Piauí, a área cresce 3,4% e a produção 8,5%, com avanço acelerado da soja após chuvas no início de novembro. O Tocantins projeta aumento de&nbsp;6,1%na área e&nbsp;3,7%na produção, com ampliação do milho em substituição ao arroz. Já a Bahia deve crescer&nbsp;4,6%em área e&nbsp;4,4%&nbsp;em produção, com avanços tanto na soja irrigada quanto no sequeiro.</p>



<p>“Mesmo com diferenças entre os estados, a soja continua como protagonista da safra 2025/2026. A Conab projeta volume recorde e boa parte desse crescimento vem da ocupação de áreas antes degradadas ou de culturas que perderam força. Mas o início da temporada foi marcado por chuvas irregulares, o que deixou algumas lavouras desuniformes e até exigiu replantio. Isso ainda pode influenciar a produtividade final”, destaca o especialista da ORÍGEO.</p>



<p>Segundo Álvares, esse início de ciclo exige atenção. “Os dados mostram que a expansão segue firme, mas o clima ainda é o principal fator de incerteza. No Mato Grosso e em Rondônia, o início irregular do plantio trouxe impactos importantes”, explica. “Para MATOPIBA e Pará, as lavouras também sofreram a influência do fenômeno La Niña, que ainda pode afetar o estabelecimento das culturas. Será um ciclo em que cada decisão fará diferença no resultado final.”</p>



<p><em>Por Myllena Seifarth/Compre Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Apesar do atraso das chuvas, Tocantins e mais sete estados concluem plantio da soja, aponta Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 12:25:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[plantio da soja]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plantio da safra de soja no Brasil chegou a 98,2% da área prevista, segundo o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). O índice representa avanço de 0,3 ponto percentual em relação à semana anterior, quando a semeadura estava em 97,9%. Na comparação com a média dos últimos cinco anos, estimada em 97,6%, o ritmo atual [&#8230;]</p>
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<p>O plantio da safra de soja no Brasil chegou a 98,2% da área prevista, segundo o mais recente levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). O índice representa avanço de 0,3 ponto percentual em relação à semana anterior, quando a semeadura estava em 97,9%.</p>



<p>Na comparação com a média dos últimos cinco anos, estimada em 97,6%, o ritmo atual está 0,6 ponto percentual acima, indicando um andamento mais acelerado dos trabalhos no campo em relação ao padrão histórico.</p>



<p><strong>Plantio de soja pelo Brasil</strong></p>



<p>Entre as regiões, vários estados já concluíram integralmente o plantio da oleaginosa. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia e Tocantins registram 100,0% da área semeada, consolidando o encerramento dos trabalhos nessas localidades.</p>



<p>Na sequência aparecem os estados com índices ainda em fase final. O Maranhão apresenta 99,0% da área plantada, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul registram 96,0%, mantendo o plantio próximo da conclusão.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/24695466/i/58134455/0/pp/2/2?h=0wo7F5pPPD62FtQx44rs_szA3SX_M-zKaNyXY76NOReFZLiHsa8Irkq8IXqKvc1R3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqGp8yKbGFQClCLB9sRQua3hPJte1kZZMOVzQn3rc13FU&amp;rid=aa590462-ebc2-11f0-b39c-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/25835036/i/58134455/0/pp/3/2?h=0wo7F5pPPD62FtQx44rs_rqe234ZVQSXSLO32nZNOqg3p3HDhpSFhi3QzLaW4tKC3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqJHamr1kmyF0KhzHcIIY978YFzFj0M4yTFJcopZha7Nu&amp;rid=aa590462-ebc2-11f0-b39c-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O Piauí é o estado com o menor percentual entre os avaliados, com 66,0% da área semeada até o momento, refletindo um ritmo mais lento em comparação às demais regiões produtoras do país.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Chuvas irregulares impactam safras de soja e milho no Brasil; o que esperar em 2026?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas irregulares]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O produtor brasileiro, que está sempre de olho na previsão do tempo, conhece bem os efeitos dos fenômenos climáticos. A safra 2024/25 foi regida pela influência do El Niño, com estiagem e sucessivas ondas de calor; já a temporada 2025/26 ocorre sob efeito do La Niña. Apesar das temperaturas mais amenas, o período foi marcado [&#8230;]</p>
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<p>O produtor brasileiro, que está sempre de olho na previsão do tempo, conhece bem os efeitos dos fenômenos climáticos. A safra 2024/25 foi regida pela influência do El Niño, com estiagem e sucessivas ondas de calor; já a temporada 2025/26 ocorre sob efeito do La Niña. Apesar das temperaturas mais amenas, o período foi marcado pela irregularidade das chuvas.</p>



<p>“Essa foi a grande diferença”, afirma Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural. Estiagem e quebra de safra, especialmente no Rio Grande do Sul, estão entre os destaques negativos da safra passada. Também houve impactos no Sudeste e no Centro-Oeste. No Matopiba, foi a chuva irregular que provocou perdas pontuais nas lavouras.</p>



<p>O meteorologista, no entanto, avalia que o país conseguiu alcançar uma boa produção geral. Nessa safra, a maior preocupação é com o alto índice de replantio, situação provocada justamente pela falta de regularidade das chuvas.</p>



<p><strong>Chuvas retornam no 1º trimestre</strong></p>



<p>Enquanto 2025 terminou com a irregularidade das precipitações, a expectativa agora é que as chuvas retornem com mais intensidade, principalmente em janeiro, fevereiro e março. Segundo Müller, as condições vão ajudar as lavouras de soja semeadas mais tardiamente, com exceção de quem já está colhendo e plantando milho.</p>



<p>“O produtor acaba perdendo a janela ideal de umidade para o desenvolvimento do milho segunda safra”, diz.</p>



<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que o plantio da soja está praticamente finalizado, com 97,9% da área total semeada. Para o milho verão, a estatal aponta que a semeadura atingiu 85,6%. Conforme o resultado, as duas culturas estão com os trabalhos adiantados na comparação com a média dos últimos cinco anos.</p>



<p>O meteorologista do Canal Rural destaca que a soja deve manter um bom patamar de produção. Segundo estimativa da Conab, a colheita da oleaginosa deve atingir 177,1 milhões de toneladas, um aumento de 3,3% em relação à temporada anterior. Contudo, ele faz uma ressalva sobre os impactos do replantio na produção da segunda safra de milho, que é a principal no Brasil.</p>



<p>“Há um comprometimento relevante do volume do milho de segunda safra, porque nas áreas onde houve replantio, muito provavelmente o produtor vai optar por outro cultivo”, afirma. Entre o fim de abril e o início de maio, que marca o fim do plantio da cultura, a tendência é de diminuição nos volumes de chuva.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Com cinco estados concluídos, plantio da soja 25/26 atinge 94,1% da área nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 14:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plantio da safra 2025/26 de soja atingiu 94,1% da área no Brasil, conforme relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados até 13 de dezembro. Na comparação com a semana passada, quando a semeadura alcançava 90,3% da área, houve avanço de 3,8 pontos percentuais. Em relação ao mesmo período da safra anterior, quando o plantio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O plantio da safra 2025/26 de soja atingiu 94,1% da área no Brasil, conforme relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (<a href="https://www.gov.br/conab/pt-br">Conab</a>), com dados até 13 de dezembro. Na comparação com a semana passada, quando a semeadura alcançava 90,3% da área, houve avanço de 3,8 pontos percentuais.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="467" class="wp-image-18386" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/plantio-de-soja-no-Parana.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/plantio-de-soja-no-Parana.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/plantio-de-soja-no-Parana-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/plantio-de-soja-no-Parana-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/plantio-de-soja-no-Parana-750x500.webp 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br>Em relação ao mesmo período da safra anterior, quando o plantio somava 96,8%, o ritmo atual está 2,7 pontos percentuais abaixo. Já na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 90,6%, o índice atual está 3,5 pontos percentuais acima.</p>



<p><strong>Plantio de soja por região</strong></p>



<p>Regionalmente, os estados com 100% da área plantada são Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Na sequência aparece o estado de Tocantins, com 98%, Goiás e Bahia, ambos com 97%, Piauí, com 88%, Santa Catarina, com 86%, Rio Grande do Sul, com 81%, e Maranhão, com 42% da área semeada.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Abertura da Colheita 25/26: presidente da Aprosoja-TO reforça convite para evento em Porto Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 12:37:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Abertura da Colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Caroline Barcellos]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra de soja 2025 terá seu início simbólico celebrado no dia 30 de janeiro, às 9h, durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). O evento marca o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reforça o papel estratégico do [&#8230;]</p>
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<p>A safra de soja 2025 terá seu início simbólico celebrado no dia 30 de janeiro, às 9h, durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). O evento marca o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reforça o papel estratégico do Tocantins como uma das regiões mais promissoras para o avanço da produção nacional de grãos.</p>



<p>Segundo a presidente da<a href="https://aprosojato.com.br/">&nbsp;Aprosoja Tocantins</a>, Caroline Schneider, receber a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. “Tocantins é hoje um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre campo e cidade.” Segundo ela, sediar o evento “é reconhecer o trabalho de cada produtor que impulsiona o desenvolvimento do país e reafirmar o potencial do estado como protagonista do agro brasileiro.”</p>



<p>O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também destaca a importância da escolha do Tocantins para sediar a cerimônia. “A cada safra, o Tocantins consolida sua importância na produção de soja e milho, com tecnologia, gestão e sustentabilidade.” Ele afirma ainda que “este evento é uma celebração ao esforço do produtor brasileiro e uma oportunidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força do nosso agro.”</p>



<p>A cerimônia será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.<a href="https://www.canalrural.com.br/tempo/chuvas-de-ate-150-mm-e-ciclone-primeira-semana-de-dezembro-promete-temporais-e-calor-intenso-saiba-onde/?utm_source=canalrural.com.br_internal&amp;utm_medium=internal&amp;utm_campaign=canalrural.com.br_internal&amp;utm_content=1385911849&amp;utm_term=1804580"></a></p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/d/11885110/i/58134455/pp/4/1?h=MgX-6Eu_BV1hpUpuXTHTIkgcFiXpiPCNqzhp-NEq8aspZ3dxrRitKZSGtXKw6Afmg2i1lK6Xmdiao-9iOD-b-Sot5xvSk8qe17iTYZqjMfuXqDTBYhG6WPtNlN7ZaQ8v&amp;rid=1aa1f955-cf77-11f0-9144-d404e6f9f440&amp;u=RRf6FgnlXh7OpIUvJ40S3fzFefJ5iarvIOKLwDwqqxB56u5BEdFu_YvQufsf_bUX38HPxbVRMg5eF3ii-Bt3xyqCmnXUoJAaGEF4RUSK3wLFkpJIxKj-sZRaLylg-HHJrYcFpKLJRNkF4gNJ_W7p6KGRNonuESjmWM9JkGOE3qvl1op-7YCpqrWknwmsZTrmJ_txP44IEkNcVKjqaJ12ckM-lrElHynatol0FUv-E_-SX__Wa9CeJ-Xn0YipHHuPVcuhAOVCTNtHfTzmMIz5afmUKltEF7WoOVFV7yvTQsUyS0P_UkGHMwB0R6pOExIkK0eeGfx5cF3GgJx7mh_dXbGq3F586hmPBc7FNT2wSUq0uep-7Ub75-5K49Ylq8Es8X2hPv3xoUhV0lRvTZfIGJDgwv8t_YBNFg0zcffEvNCpOS4PtXDOnhlBB85_0o-7YmNU61ZnBPf6U5lTLB3jFKr9CpyUJp-Uez5NiJvaxbZkXbCUEObhpeJJp9Vn8S1WTLfAotdsyEYKqpWAYsar12QLjqewIv-9YxD-O6z2hOt22YRl0ZaalP-r4xi37nMLo54AsGPKDGx9zIMj6TBmuPcb_eRgJ6bDX30cMIIkcfOeGikyeS31Li9Jv3nBD2sWGf7QBCUYLjE9Hy_fyVO_tfwMC7pyu_Ossf2JP8I6qPosPazRXeaR4bN9YPbHwSg2ZTqLD6cDfAoCg5G8nuq0Typ-IpDuC90WpidsOfdQ7VwJzHhVh2bsqPhv34nZWGZaj-kiPTueS_cpkmOZp_bK6W3DUFAbaKNIz6Qu4ObfwxCMZ2zhr_3CheV2CghAbswoDg6GO_yZ04ExvFPYQdlfdA**&amp;ts=google.com&amp;tt=OrganicSearch&amp;att=8&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40WQyrF--LIeJ3PL9_U_PtqsY7xz6ngZANgvdH78Z8qfN2u6WjN04iZI3kWhmiyW7TQ**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a abertura nacional reforça a relevância econômica e social da soja para o Brasil e celebra o início da colheita de uma das culturas mais importantes do agronegócio brasileiro.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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