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	<title>Safra 2025/26 Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Safra 2025/26 Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tocantins mantém protagonismo na safra 2025/26 com avanço do milho 2ª safra e bom desempenho da soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta crescimento moderado da produção brasileira e confirma o Tocantins entre os estados com desempenho relevante, especialmente no milho segunda safra e na soja. No cenário nacional, a área plantada deve atingir 83,3 milhões de hectares, alta de 1,9% em [&#8230;]</p>
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<p>Segundo o <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos/5o-levantamento-safra-2025-26/5o-levantamento-safra-2025-26">5º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26</a> da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta crescimento moderado da produção brasileira e confirma o Tocantins entre os estados com desempenho relevante, especialmente no milho segunda safra e na soja.</p>



<p>No cenário nacional, a área plantada deve atingir 83,3 milhões de hectares, alta de 1,9% em relação ao ciclo anterior, enquanto a produção total de grãos está estimada em 353,4 milhões de toneladas, crescimento de 0,3%. O avanço é puxado principalmente pela soja e pelo milho.</p>



<p><strong>Milho 2ª safra: Tocantins entre os mais adiantados no plantio</strong></p>



<p>O Tocantins aparece entre os estados com maior ritmo de implantação do milho segunda safra. No início de fevereiro, o plantio nacional havia alcançado 21,6% da área prevista, com Mato Grosso liderando e o Tocantins figurando logo na sequência, ao lado de Paraná, Pará e Mato Grosso do Sul.</p>



<p>A estimativa nacional para o milho 2ª safra é de 17,89 milhões de hectares e produção de 109,3 milhões de toneladas. O desempenho tocantinense está diretamente ligado à colheita da soja, que abre janela para a semeadura do cereal. O avanço do plantio no estado foi favorecido pela melhoria das chuvas na segunda quinzena de janeiro, após um início de mês com precipitações abaixo da média.</p>



<p>Soja impulsiona segunda safra e reforça papel do estado</p>



<p>A soja segue como principal cultura do país, com produção estimada em 177,9 milhões de toneladas, alta de 3,8% frente à safra anterior. No Tocantins, a colheita avança e contribui para a intensificação do plantio do milho safrinha, aproveitando a boa umidade do solo.</p>



<p>O levantamento também revisou para cima o esmagamento nacional da oleaginosa, com reflexos na produção de farelo e óleo, indicando um cenário de demanda aquecida e estoques ajustados para 2026.</p>



<p><strong>Algodão no sudoeste do estado</strong></p>



<p>Para o algodão, o cenário nacional aponta redução de área de 3,2% e queda de 6,7% na produção, influenciada pela conjuntura de mercado. No Tocantins, a cultura está concentrada no sudoeste, majoritariamente sob irrigação, com bom desenvolvimento vegetativo. A colheita está prevista para começar em maio.</p>



<p>Apesar de problemas localizados de encharcamento e doenças em algumas áreas, o estado mantém áreas tecnificadas e produtivas, sobretudo nas regiões irrigadas.</p>



<p><strong>Feijão e arroz</strong></p>



<p>No feijão segunda safra, o Tocantins figura entre os estados produtores, com calendário avançando conforme as condições climáticas. Já o arroz apresenta redução nacional de área e produção, mas no estado a colheita já supera 80% nas áreas irrigadas, com expectativa de produtividade superior à da temporada passada, especialmente nas várzeas.</p>



<p><strong>Clima segue como fator decisivo</strong></p>



<p>O levantamento destaca que o desempenho das lavouras tocantinenses depende da regularidade das chuvas nos próximos meses, principalmente para consolidar o potencial produtivo do milho segunda safra. A janela de plantio e o regime hídrico serão determinantes para confirmar as estimativas atuais.</p>



<p>Com avanço tecnológico, expansão de áreas consolidadas e integração entre soja, milho e algodão, o Tocantins mantém papel estratégico no crescimento da produção agrícola nacional na safra 2025/26.</p>



<p></p>
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		<title>Safra recorde amplia déficit de armazenagem e pressiona produtores de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-recorde-amplia-deficit-de-armazenagem-e-pressiona-produtores-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[déficit de armazenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Silos]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[supersafra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A capacidade de armazenagem de grãos foi ampliada no Brasil no último ano, com investimentos de agricultores e indústrias, mas o cenário segue crítico, com um déficit de mais de 120 milhões de toneladas, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Esse gargalo complica a estratégia de vendas dos produtores, que tiveram [&#8230;]</p>
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<p>A capacidade de armazenagem de grãos foi ampliada no Brasil no último ano, com investimentos de agricultores e indústrias, mas o cenário segue crítico, com um déficit de mais de 120 milhões de toneladas, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Esse gargalo complica a estratégia de vendas dos produtores, que tiveram atrasos no plantio da soja da safra 2025/26, com as chuvas irregulares no fim do ano passado e terão uma colheita concentrada em fevereiro e março.</p>



<p>A última estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra de grãos 2025/26 é de uma produção de 354,4 milhões de toneladas. Já a capacidade de armazenagem de produtos agrícolas no Brasil atingiu 231,1 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2025, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um aumento de 1,8% em relação ao semestre anterior. Se toda a colheita 2025/26 fosse armazenada, essa capacidade seria suficiente para estocar 67% da produção esperada.<a href="https://globorural.globo.com/agricultura/cana/noticia/2026/01/acucar-organico-do-brasil-ainda-sofre-com-tarifas.ghtml"></a></p>



<p>“A capacidade efetiva é ainda menor, se consideramos que parte desses armazéns já está com estrutura obsoleta sem condições adequadas para conservação dos produtos agrícolas”, diz Paulo Bertolini, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Armazenagem de Grãos (Cseag) da Abimaq.</p>



<p>Ele estima que, por ano, o déficit de armazenagem cresce uma média de 5 milhões de toneladas de grãos, já que as safras crescem em ritmo mais acelerado que a infraestrutura. “O cenário para 2026 é bastante desafiador para investimento em infraestrutura, com juros altos, aumento da inadimplência do agronegócio, queda na renda do produtor”, avalia Bertolini.</p>



<p>Por outro lado, observa, a instalação de usinas de etanol de milho, com suas estruturas próprias de armazenagem de matérias-primas, cria uma nova demanda de milho em regiões de fronteira agrícola, o que ajuda a reduzir a pressão por infraestrutura. “Ainda assim, o nível de armazenagem dentro das fazendas continua muito baixo, de 15% a 16% do total”, diz Bertolini.</p>



<p>O descasamento entre capacidade de armazenagem e produção influencia diretamente a formação de preços. Sem estrutura de estocagem, os produtores se veem obrigados a vender boa parte da safra logo após a colheita, com descontos mais expressivos nas principais praças, segundo Cesar de Castro Alves, chefe da consultoria agro do Itaú BBA. “Essa volatilidade pode ser maior neste ano se considerarmos que as vendas futuras de soja estão atrasadas em relação à safra passada”, observa.</p>



<p>Bernardo Nogueira, CEO da Kepler Weber, maior empresa do segmento no país, diz que a demanda por armazéns por parte de usinas de etanol de milho e biodiesel cresce enquanto há uma retração nas encomendas por parte de agricultores. A empresa registrou queda de 3,3% na receita operacional líquida de vendas de soluções para fazendas nos nove primeiros meses de 2025, somando R$ 377,3 milhões, e recuo de 12,2% na receita de vendas para agroindústrias, a R$ 360,9 milhões.</p>



<p>As causas foram a queda nos preços das commodities, os custos atrelados ao dólar, o crédito escasso e os juros altos que afetam a capacidade de investimento do setor. A companhia informou que as negociações foram mais tardias em 2025 e houve uma carteira “mais interessante” para agroindústrias na virada do ano.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A expectativa para 2026 é de uma demanda aquecida. O volume de silos, secadores e máquinas de limpeza está no nível recorde. Será um ano de volume recorde de equipamentos para armazenagem. As margens vão ser mais apertadas, mas com volume robusto”, afirma Nogueira.</p>
</blockquote>



<p>Entre projetos que têm demandado equipamentos para silagem e armazenagem ele cita o da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, de Maringá (PR), que investe R$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2027 em um complexo de esmagamento de soja e produção de biodiesel, com terminal rodoferroviário e armazéns para 400 mil toneladas de capacidade estática de grãos.</p>



<p>Outro exemplo citado por ele é o da usina de etanol de trigo e de DDG (Grãos Secos de Destilaria) da Be8 em Passo Fundo (RS), um projeto orçado em R$ 1,1 bilhão, que inclui um complexo de beneficiamento e armazenagem de grãos com capacidade para 160 mil toneladas de trigo.</p>



<p>Ricardo Marozzin, presidente da Grain &amp; Protein Tecnologies, detentora das marcas GSI, Cumberland, AP e Agromarau, diz que no segmento de proteína animal, a perspectiva é de demanda aquecida com a agroindústria buscando ganho de escala e inovação na exportação.</p>



<p>“No segmento de grãos, os fazendeiros seguirão muito desafiados em função das margens apertadas e do alto custo de produção, além de obrigações contratadas em ciclos anteriores que reduzem a disponibilidade de fluxo de caixa”, afirma Marozzin.</p>



<p>Já as indústrias de processamento de grãos e de biocombustíveis, acrescenta, devem seguir investindo em aumento da capacidade estática de armazenagem, como forma de proteção de custeio ou para uso de insumos ao longo do ano. “Então, entendemos que o ambiente de armazenagem vai ser neutro, não mudam muito os fundamentos em relação ao que vivenciamos, confrontamos ao longo de 2025”, diz o executivo.</p>



<p><em>Por Globo Rural.</em></p>
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		<title>Safra 2025/26 deve ter queda na produção e na oferta de algodão, indicam estimativas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-2025-26-deve-ter-queda-na-producao-e-na-oferta-de-algodao-indicam-estimativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 13:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção brasileira de algodão na safra 2025/26 deve recuar 11% em relação ao ciclo anterior, segundo a StoneX. A empresa estima que o país colherá 3,7 milhões de toneladas de pluma no próximo ano, cerca de 1% abaixo do previsto no levantamento anterior. A revisão é consequência direta da redução da área plantada, principalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A produção brasileira de algodão na safra 2025/26 deve recuar 11% em relação ao ciclo anterior, segundo a StoneX. A empresa estima que o país colherá 3,7 milhões de toneladas de pluma no próximo ano, cerca de 1% abaixo do previsto no levantamento anterior. A revisão é consequência direta da redução da área plantada, principalmente na Bahia, que deve semear 393 mil hectares, queda de 5% na comparação com 2024/25.</p>



<p>O analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Raphael Bulascoschi, afirmou que a retração está associada à perda de expectativa de rentabilidade. Segundo ele, a queda nos preços internacionais reduziu a atratividade da cultura para os produtores. No Mato Grosso, a estimativa permanece em 1,42 milhão de hectares, embora represente diminuição de 90 mil hectares em relação ao ciclo anterior. O cenário ainda é incerto devido à possibilidade de atrasos na semeadura da soja, que podem afetar o plantio do algodão de segunda safra no início de 2026.<br><br><em>Por Agrolink. </em></p>
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		<title>Safra 2025/26 começa com otimismo e inovação tecnológica no campo tocantinense, segundo Seagro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 11:27:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/26]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins iniciou o plantio da safra 2025/26 de grãos com otimismo e boas perspectivas entre os produtores rurais. De acordo com o 1º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estado deve registrar crescimento de 6,7% na área cultivada e 4,8% na produção total em relação à safra anterior, alcançando 9,63 milhões de [&#8230;]</p>
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<p>O Tocantins iniciou o plantio da safra 2025/26 de grãos com otimismo e boas perspectivas entre os produtores rurais. De acordo com o 1º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estado deve registrar crescimento de 6,7% na área cultivada e 4,8% na produção total em relação à safra anterior, alcançando 9,63 milhões de toneladas de grãos, um novo recorde histórico para a agricultura tocantinense.</p>



<p>A soja continua sendo o principal produto da pauta agrícola, representando cerca de 60% da área plantada e 66% da produção total. O milho também apresenta desempenho promissor, com aumento de 7,8% na área cultivada, impulsionado pela expansão das indústrias de etanol de milho na região do Matopiba. Esse movimento tem agregado valor à cadeia produtiva e fortalecido a economia local, com geração de empregos e novas oportunidades no campo.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), professor Thadeu Teixeira Júnior, o cenário atual é de estabilidade e confiança. “Os produtores tocantinenses estão cada vez mais tecnificados e atentos às boas práticas de manejo. O uso do plantio direto, da palhada e da rotação de culturas tem garantido melhor conservação do solo e maior eficiência no uso da água, o que se reflete em produtividade mesmo diante de desafios climáticos”, destacou.</p>



<p><strong>Avanço do plantio e condições climáticas</strong></p>



<p>O plantio da soja avança em ritmo satisfatório nas principais regiões produtoras. Na região central, que abrange municípios como Palmas e Porto Nacional, cerca de 70% da área prevista já foi semeada. No Vale do Araguaia, o avanço chega a 40%, e em Pedro Afonso e entorno, um dos polos mais tradicionais do Estado, o percentual já ultrapassa 45%.</p>



<p>Apesar das chuvas irregulares em outubro, o desenvolvimento das lavouras tem sido considerado positivo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê volumes de chuva abaixo da média no centro-leste, mas dentro da normalidade nas demais regiões durante o mês de novembro. “O Tocantins vem demonstrando maturidade técnica. Mesmo em um início de safra desafiador, os relatos de replantio são poucos, o que comprova o preparo dos produtores e a eficiência das práticas conservacionistas”, explicou Thadeu Teixeira Júnior.</p>



<p><strong>Perspectivas para a safra 2025/26</strong></p>



<p>Com o avanço tecnológico, o uso racional da água e a adoção de práticas sustentáveis, as projeções apontam para uma safra equilibrada e produtiva. Caso as condições climáticas se mantenham, o Tocantins poderá ultrapassar pela primeira vez a marca de 9,6 milhões de toneladas de grãos, consolidando-se entre os principais produtores do Matopiba. “O Tocantins vive um momento de consolidação do seu potencial agrícola. O Estado reúne condições naturais favoráveis, produtores qualificados e políticas públicas que incentivam a produção sustentável. Temos todas as condições para continuar crescendo com responsabilidade e eficiência”, concluiu o engenheiro agrônomo da Seagro.</p>



<p><em>Por Governo do Tocantins. </em></p>
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		<title>Safra 2025/26 de soja no Tocantins será de grandes números, mas exige cautela do produtor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Soja Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plantio inicia com aumento da área cultivada, dentro da janela oficial, mas com desafios de custos, crédito e logísticaA safra 2025/26 de soja no Tocantins tem início em 1º de outubro, logo após o término do vazio sanitário em 30 de setembro. Conforme a Instrução Normativa nº 12/2023 da Adapec-TO, esse é o período oficial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Plantio inicia com aumento da área cultivada, dentro da janela oficial, mas com desafios de custos, crédito e logística</em><strong><br></strong><strong><br></strong>A safra 2025/26 de soja no Tocantins tem início em 1º de outubro, logo após o término do vazio sanitário em 30 de setembro. Conforme a Instrução Normativa nº 12/2023 da Adapec-TO, esse é o período oficial autorizado para a semeadura no Estado, que historicamente se intensifica a partir do dia 10 de outubro.</p>



<p>De acordo com a Conab, a área cultivada no Estado deve alcançar 1,56 milhão de hectares, crescimento de 2 a 3% em relação à safra anterior. A produção está estimada em 5,76 milhões de toneladas, consolidando o Tocantins como um dos pólos agrícolas mais relevantes do Norte do Brasil.</p>



<p>O resultado esperado acompanha a tendência nacional. Para o ciclo 2025/26, a Conab projeta que a soja no Brasil ocupará 49 milhões de hectares, alta de 3,7% em relação à safra passada, com produção estimada em 177,6 milhões de toneladas, crescimento de 3,6% no comparativo anual.</p>



<p>O vice-presidente da Aprosoja Tocantins, Thiago Facco, reforça que a comercialização deve ser um dos principais pontos de atenção. “As margens estão muito apertadas e os preços seguem estáveis. Qualquer detalhe na compra de insumos ou na venda da produção pode fazer grande diferença no resultado final. É essencial planejar bem”, comenta.</p>



<p>Thiago também alertou para os efeitos do crédito restrito e do clima sobre a safra. “Estamos diante de um ciclo de custos elevados e escassez de crédito. Não há margem para erros. O produtor precisa respeitar a janela de plantio e executar cada etapa com precisão para garantir o sucesso da produção”, aponta.<br><br>Cleovan Barbosa, engenheiro agrônomo e inspetor de Defesa Agropecuária da Adapec, destacou que alguns cuidados são determinantes para assegurar a sanidade e a produtividade das lavouras. “É essencial utilizar sementes de alto vigor, fazer o tratamento adequado com fungicidas multissítio e sistêmico e aplicar inseticidas quando houver risco. Também é importante garantir a inoculação fresca e homogênea, eliminar tigueras e ajustar o uso de pré-emergentes conforme o solo. A limpeza das máquinas, o descarte correto dos restos culturais e o cumprimento integral das janelas legais completam esse processo”, destacou.</p>



<p>Ele reforçou ainda que a sanidade da soja no Tocantins depende do esforço conjunto entre produtores, Aprosoja Tocantins e Adapec.&nbsp; “O cumprimento do vazio sanitário e da janela de semeadura reduz a presença de inóculos e a pressão de resistência. A rede de monitoramento, aliada a alertas e capacitações, eleva a sanidade e a produtividade, além de consolidar a reputação da soja tocantinense”, diz</p>



<p>Entre os principais pontos de atenção para esta safra estão os altos custos de insumos e serviços, o sistema logístico ainda precário em grande parte do Estado e a dificuldade de acesso ao crédito oficial, muitas vezes oferecido a taxas de juros consideradas inviáveis. Por outro lado, as previsões climáticas indicam condições favoráveis, com a possibilidade de influência do fenômeno La Niña trazendo bons índices pluviométricos para o Tocantins.</p>



<p><em>Por Ascom Aprosoja Tocantins. </em></p>
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