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	<title>Safra Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Safra Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Alta da soja no Brasil é contida por queda dos prêmios e expectativa de safra maior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A soja voltou a subir no porto de Paranaguá (PR), porém a expectativa com a oferta impede altas mais robustas no preço. O indicador Cepea/Esalq subiu 0,38% nesta quarta-feira (11/3), a R$ 129,29 a saca. Na avaliação de Ênio Fernandes, analista da Terra Agronegócios, a soja subiu até R$ 3 nos portos nas últimas semanas. [&#8230;]</p>
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<p>A soja voltou a subir no porto de Paranaguá (PR), porém a expectativa com a oferta impede altas mais robustas no preço. O indicador Cepea/Esalq subiu 0,38% nesta quarta-feira (11/3), a R$ 129,29 a saca.</p>



<p>Na avaliação de Ênio Fernandes, analista da Terra Agronegócios, a soja subiu até R$ 3 nos portos nas últimas semanas. Mas o momento de safra abundante no país limita que essa valorização se consolide no mercado interno.</p>



<p>“A soja sobe, mas muito pouco, pois há muito grão chegando no mercado neste momento e produtores com necessidade de fazer caixa. Também é determinante para segurar esse movimento de alta a queda dos prêmios nos portos, que antes eram positivos, e agora estão até 40 pontos negativo”, disse Fernandes.</p>



<p>Na bolsa de Chicago, a disparada do petróleo voltou a direcionar as cotações da soja. Os lotes para maio subiram 1,02%, cotados a US$ 12,14 o bushel.</p>



<p>Nas demais praças brasileiras monitoradas pela AgRural, o preço da soja ficou estável em Ponta Grossa (PR), com a saca a R$ 124. Em Primavera do Leste (MT), a cotação chegou a R$ 107, alta de R$ 1 em relação ao dia anterior. Em Luis Eduardo Magalhães, a soja ficou em R$ 114, com alta de R$ 0,50.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Crise na safra: presidente da Aprosoja MT diz que 2025 pode ser o ano mais desafiador para a soja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 12:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja MT]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Aprosoja também destacou um fenômeno que tem frustrado os produtores ao longo da safra, que é a formação de nuvens que indicam chuva, mas que não precipitam. Para ele, trata-se de um dos anos mais atípicos já registrados. “Desde 2016 não vivíamos um cenário tão desafiador. Talvez este seja o ano mais [&#8230;]</p>
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<p>O presidente da Aprosoja também destacou um fenômeno que tem frustrado os produtores ao longo da safra, que é a formação de nuvens que indicam chuva, mas que não precipitam. Para ele, trata-se de um dos anos mais atípicos já registrados. “Desde 2016 não vivíamos um cenário tão desafiador. Talvez este seja o ano mais difícil para a soja em Mato Grosso dos últimos tempos”, comenta.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/25291981/i/58134455/0/pp/4/1?h=SUJYUHXnz2nmgKlNE-tJfaxuJXiGfVA1YknxCmt86eN18SOXODHdcp-R7W9Hi12dRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzCygQSHzQg18JgjLKiYYUZjDe_LUAnKeLStCcEf7lgG1&amp;rid=4a339a69-d10a-11f0-bc91-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40TotcHMnYqNGVwm8XjpUrIQqPPKawbSW7S6YgPj3OBZm0GlfS8nGnZYuA8zVOflJ4A**&amp;k=1804580fc*f!fZrpRc7sfZrpVPeAfMDc5YzBlNjg4NzdkOGY0YTVjMmJhOTUwMGZjYWQzY2M%3DfNjYx*DQzMA%3D%3Df!ff2~ff!ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvYWdyaWN1bHR1cmEvcHJvamV0by1zb2phLWJyYXNpbC90YWx2ZXotZXN0Z%241zZWphLW8tYW5vLW1haXMtZGlmaWNpbC1wYXJhLWEtc29qY%241kb3MtdWx0aW1vcy10ZW1wb3MtZGl6LW8tcHJlc2lkZW50Z%241kY%241hcHJvc29qY%241tdC8%3DfOzsvP3M9QXByb3NvamErfKysvfqfNjYx*DM3NjJ8NTQx*DM3NTY%3DfNQ%3D%3Df~f!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8NDI0fYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0Mi4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMHw4NA%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfas8Vb%3Dff*(Wijyp%3A&amp;wrst=1764851251&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>A preocupação não se limita à soja. Beber alerta que, devido aos atrasos e replantios, estão previstos impactos significativos também na segunda safra de milho, que deverá começar mais tarde em grande parte do estado.</p>



<p>A Aprosoja reforça seu compromisso de proximidade com o produtor. “Enquanto muitos relatórios de mercado apresentam dados de origem desconhecida, a Aprosoja Mato Grosso vai até a lavoura, observa a realidade e conversa com quem está vivenciando o problema”, afirma Beber.</p>



<p>Para ele, essa presença em campo é essencial. “Nosso compromisso é com a transparência e com o produtor. Estar na lavoura, ver e sentir a realidade ao lado dele faz toda a diferença”, conclui Lucas Beber.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Crise do arroz contrasta com o bom desempenho da safra de grãos no país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/crise-do-arroz-contrasta-com-o-bom-desempenho-da-safra-de-graos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 13:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Crise do arroz]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com o Brasil a caminho de uma nova safra recorde de grãos, o arroz vive o oposto – área e produção caem no momento em que o custo de produção supera o preço pago pela saca. O desânimo dos produtores gaúchos mostra o lado menos visível da bonança agrícola. No Rio Grande do Sul, que [&#8230;]</p>
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<p>Mesmo com o Brasil a caminho de uma nova safra recorde de grãos, o arroz vive o oposto – área e produção caem no momento em que o custo de produção supera o preço pago pela saca. O desânimo dos produtores gaúchos mostra o lado menos visível da bonança agrícola. No <strong>Rio Grande do Sul</strong>, que produz mais de 70% de todo arroz brasileiro, a previsão é de queda de 10% na área plantada.</p>



<p>O presidente da Associação dos Agricultores de Dom Pedrito, Edinho Fontoura, resume o dilema vivido pelos produtores. “A saca de arroz está na faixa de R$ 50, mas o custo de produção chega a R$ 90. O produtor sabe que está pagando caro para trabalhar, mas não deixa de plantar porque é persistente.”</p>



<p>Levantamento do Instituto Riograndense do Arroz (Irga) mostra que mais de 70% das áreas de cultivo no estado foram semeadas, cobrindo 640 mil hectares, indicando que a previsão de 920 mil hectares na safra 2025/26 não será atingida. Na anterior, o cultivo total chegou a 970 mil hectares. Além da redução na área plantada, muitos agricultores estão descapitalizados e investem menos em adubação devido ao alto custo dos insumos.</p>



<p>Os produtores gaúchos vêm de cinco anos agrícolas ruins: foram quatro estiagens severas e ao menos uma grande enchente.</p>



<p>Dados do Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas à Agricultura (Cepea) explicam o desalento do produtor gaúcho. A saca de 50 quilos teve média de R$ 58 em outubro, 6,2% inferior à do mês anterior e 51,4% abaixo do mesmo período do ano passado. No acumulado de 2025, a queda nominal é de 43,2%.</p>



<p>O agricultor Arno Walter Lausch, de Maçambará, no centro-oeste do estado, conclui o plantio de 1,2 mil hectares na Fazenda Celeiro e espera que até a safra ocorra uma reação nos preços. “Somos produtores de alta tecnologia, que tem um custo muito alto. O arroz é importante para a rotação de culturas, pois melhora o solo onde vamos plantar também milho e soja. A gente espera que os preços melhorem e nosso trabalho seja reconhecido.”</p>



<p>Referência do agro no centro-oeste gaúcho, o grupo Lausch cultiva em outras quatro áreas próprias e arrendadas. Cristiano Marques Lausch, filho de Arno e administrador do grupo, lembra que foram feitos altos investimentos para irrigar toda a produção de arroz. “Investimos quando os preços estavam bons e agora fica difícil pagar o investimento com os recursos da lavoura, devido aos preços baixos”, diz.</p>



<p><strong>Mão dupla</strong></p>



<p>Mesmo sendo o segundo maior exportador de arroz fora da Ásia, o Brasil ainda precisa importar o grão em períodos de escassez. A dualidade revela gargalos de competitividade e logística.</p>



<p>Na safra passada, o país produziu 12,8 milhões de toneladas, acima do consumo interno, na faixa de 11 milhões. Na próxima, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume deve cair para 11,4 milhões, cerca de 10% menos.</p>



<p>Com os baixos preços internos, o país pode ampliar as exportações de arroz. A Conab prevê um crescimento de 31% para 2,1 milhões de toneladas no volume enviado para o exterior este ano devido ao excedente no mercado interno. Este ano, o arroz brasileiro foi levado principalmente para países africanos, como&nbsp;<strong>Senegal e Gâmbia</strong>, e americanos, como&nbsp;<strong>Cuba e Peru.</strong></p>



<p>Do outro lado, as importações devem se manter estáveis, em 1,4 milhão de toneladas. O país compra arroz principalmente de vizinhos, como Argentina, Paraguai e Uruguai, nossos principais fornecedores.</p>



<p>Conforme a companhia, a importação de arroz é necessária para regular o mercado interno, evitando que haja escassez e alta excessiva de preços quando nossa produção não atinge o volume esperado.</p>



<p>Quando ocorre o inverso, com excesso de produção e queda de preços, o governo pode realizar leilões de compras para aumentar seu estoque do cereal e ajudar o agricultor a desencalhar sua produção. Neste ano, foram investidos R$ 300 milhões em operações de contratos para compra de 200 mil toneladas do cereal. O preço pago é maior que o do mercado.</p>



<p><strong>Abastecimento</strong></p>



<p>O arroz é um componente indispensável na cesta básica do brasileiro e há esforços para aumentar o consumo. No dia 27 de outubro, a Associação Brasileira da Indústria de Arroz (Abiarroz) lançou a campanha Arroz Combina, voltada à valorização do produto no mercado doméstico.</p>



<p>Além de colocar o alimento no centro do prato do brasileiro, a ação busca equilibrar oferta e demanda no país: o consumo interno se manteve estável nos últimos anos, enquanto a produção aumentou, gerando desequilíbrio nos preços.</p>



<p>Em outra frente, a indústria trabalha para abrir novos mercados. Por meio do projeto de exportação&nbsp;<em>Brazilian Rice,</em>&nbsp;desenvolvido em parceria com ApexBrasil, a Abiarroz atua em missões e feiras internacionais e realiza ações de aproximação com compradores estrangeiros.</p>



<p>Nos últimos meses, representantes do setor industrial orizícola participaram de agendas em países como&nbsp;<strong>México e Nigéria</strong>&nbsp;integrando missões organizadas pelo governo. Também foram recebidos importadores mexicanos no Rio Grande do Sul.</p>



<p>Em outubro, o arroz brasileiro esteve com estande próprio na Foodex Saudi Expo, em Riad, na Arábia Saudita, e participa, ainda este ano, da US Private Label Trade Show, nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Etanol</strong></p>



<p>Enquanto o arroz perde espaço nas lavouras, ganha novas aplicações industriais. Casca e farelo viram fonte de energia e biodiesel, e o grão busca novo valor em uma economia de baixo carbono. De acordo com o presidente do Irga, Eduardo Bonotto, o arroz tem potencial para entrar na cadeia produtiva do etanol de cereal, com o milho e o trigo.</p>



<p>A produção do combustível já acontece em algumas plantas com o aproveitamento do arroz quebrado no processo de beneficiamento, que tem menor valor comercial.</p>



<p>Além disso, subprodutos do beneficiamento de arroz podem ser melhor aproveitados: o farelo na produção de biodiesel e a casca, na queima direta como combustível para as caldeiras.</p>



<p>“Já temos várias plantas de biocombustível operando no Rio Grande do Sul, e outras estão em processo de instalação. Algumas já queimam a casca do arroz, o que reduz o consumo de árvores nesse processo. É um novo mercado sustentável que se abre para o produtor de arroz”, diz Bonotto.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Produtores de café apostam nas próximas chuvas para salvar o potencial da safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-de-cafe-apostam-nas-proximas-chuvas-para-salvar-o-potencial-da-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os produtores de café arábica estão à espera de mais chuvas, essenciais para garantir o pegamento e o desenvolvimento dos grãos da safra brasileira 2026/27, destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Por enquanto, as condições climáticas têm favorecido esta etapa inicial da temporada, com maior umidade e temperaturas amenas ao longo [&#8230;]</p>
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<p>Os produtores de café arábica estão à espera de mais chuvas, essenciais para garantir o pegamento e o desenvolvimento dos grãos da safra brasileira 2026/27, destaca o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Por enquanto, as condições climáticas têm favorecido esta etapa inicial da temporada, com maior umidade e temperaturas amenas ao longo de outubro, diferentemente do observado em anos recentes.</p>



<p>Segundo colaboradores do Cepea, floradas expressivas foram abertas nas principais regiões produtoras de arábica na primeira quinzena deste mês. Embora a última precipitação volumosa em boa parte do estado de São Paulo e no Sul de Minas Gerais tenha sido observada há pouco mais de uma semana &#8211; o que começa a deixar produtores em alerta -, há previsão de chuvas para os próximos dias no Sudeste do Brasil.</p>



<p>Em relação aos preços, o indicador Cepea/Esalq do café arábica registrou, nesta terça-feira (28/10), a cotação de R$ 2.214,00 a saca de 60 quilos, uma queda diária de 2,30%. Desde o início de outubro, o indicador acumula alta de 4,07%.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Safra 24/25 de milho deve alcançar quase 140 milhões de toneladas, aponta consultoria</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-24-25-de-milho-deve-alcancar-quase-140-milhoes-de-toneladas-aponta-consultoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:42:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra brasileira de milho 2024/25 foi apontada em 138,2 milhões de toneladas pela consultoria Hedgepoint Global Markets. A nova estimativa aumenta a produção do cereal em 3,7 milhões de toneladas em relação à projeção anterior. De acodo com análise da empresa, o avanço da colheita da segunda safra revelou grandes produtividades médias em diversos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A safra brasileira de milho 2024/25 foi apontada em 138,2 milhões de toneladas pela consultoria Hedgepoint Global Markets. A nova estimativa aumenta a produção do cereal em 3,7 milhões de toneladas em relação à projeção anterior.</p>



<p>De acodo com análise da empresa, o avanço da colheita da segunda safra revelou grandes produtividades médias em diversos dos principais estados produtores do centro-sul do país, o que, somado a uma área maior, levou a um recorde de produção na chamada “safrinha”.</p>



<p>Segundo o coordenador de Inteligência de Mercado da Hedgepoint, Luiz Roque, o clima positivo registrado na maior parte do desenvolvimento das lavouras da segunda safra compensou o risco trazido pelo atraso da semeadura, que iniciou e terminou em um período considerado fora do ideal devido aos atrasos registrados no plantio e na colheita da soja.</p>



<p>“Diante disso, os estados do <strong>Paraná</strong>, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás registraram produtividades superiores a 100 sacas por hectare, garantindo uma grande produção”, afirma.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/09/unnamed-23.png" alt="estimativa produção milho " class="wp-image-4121653"/></figure>



<p>Roque informa que os trabalhos de colheita dessa supersafra estão na reta final, o que indica que quase toda a produção de milho brasileira da temporada 2024/25 já está disponível no mercado. Até o dia 29 de agosto, 97% das lavouras da segunda safra do Centro-Sul do país estavam colhidas.</p>



<p><strong>Comercialização do milho</strong></p>



<p>Em relação à comercialização, os dados atuais apontam para uma venda mais lenta por parte dos produtores em relação ao mesmo período do ano anterior e à média das últimas cinco safras para este período.</p>



<p>“Esse fato liga um sinal de alerta para a ponta vendedora devido ao grande volume disponível para negociação nos próximos meses. Até o início de agosto, aproximadamente 43% da segunda safra de milho estava comercializada. Em mesmo período do anterior o percentual era 48%, enquanto a média de cinco safras para o período é de 50%”, diz o coordenador.</p>



<p>Segundo Roque, no lado da demanda, o destaque vai para o forte crescimento do consumo de milho para a produção de biocombustível nesta temporada, com novas indústrias entrando em operação.</p>



<p>“A estimativa da Hedgepoint aponta para uma demanda de 23,7 milhões de toneladas de milho destinada à produção de etanol na temporada 2024/25, com aumento importante frente às 17,4 milhões de toneladas da temporada anterior”, afirma.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Safra brasileira de milho projeta 131 milhões de toneladas e movimenta mercado internacional de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-brasileira-de-milho-projeta-131-milhoes-de-toneladas-e-movimenta-mercado-internacional-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 11:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/26]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Internacional de Grãos (IGC) elevou sua projeção para a produção global de grãos na safra 2025/26 para 2,375 bilhões de toneladas, um acréscimo de 2 milhões em relação à estimativa anterior. A revisão reflete principalmente as melhores expectativas para a produção de milho no Brasil, que deve atingir 131 milhões de toneladas, com [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Internacional de Grãos (IGC) elevou sua projeção para a produção global de grãos na safra 2025/26 para 2,375 bilhões de toneladas, um acréscimo de 2 milhões em relação à estimativa anterior. A revisão reflete principalmente as melhores expectativas para a produção de milho no Brasil, que deve atingir 131 milhões de toneladas, com base em estimativas do próprio IGC.</p>



<p>Embora os dados se refiram à próxima temporada agrícola, eles já sinalizam o papel decisivo do Brasil no cenário mundial de grãos. O desempenho do país contribui diretamente para o equilíbrio da oferta global, destacando sua relevância na segurança alimentar internacional e a eficácia de suas estratégias tecnológicas no campo.</p>



<p>A estimativa para o consumo global de grãos também foi ajustada para cima, alcançando o recorde de 2,372 bilhões de toneladas. Os estoques finais devem encerrar o período com 585 milhões de toneladas, representando um crescimento de 4% em relação à safra anterior (2023/24). Já o comércio internacional foi revisado para baixo, estimado agora em 581 milhões de toneladas — o menor volume registrado na última década.</p>



<p>Entre os principais grãos, o milho lidera o movimento de alta, com projeção global de 1,277 bilhão de toneladas. As previsões para soja (428 milhões) e trigo (806 milhões) foram mantidas. A produção de arroz também apresentou revisão positiva, devendo atingir 541 milhões de toneladas.</p>



<p>A perspectiva de safra positiva reforça a importância da adoção de práticas agrícolas baseadas em ciência, tecnologia e uso eficiente de insumos. O manejo nutricional adequado e o uso correto de fertilizantes têm se mostrado essenciais para garantir altas produtividades e qualidade nas lavouras. O fornecimento balanceado de nutrientes ao solo é determinante para o desenvolvimento das plantas, especialmente em um contexto de aumento da demanda global por alimentos e necessidade de produção sustentável.</p>



<p><em>“A perspectiva de uma boa safra, como a que estamos vivenciando, é fundamental não apenas para o equilíbrio do abastecimento global, mas também para impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções para o campo. Um cenário favorável estimula investimentos em pesquisa, inovação e no aprimoramento de produtos voltados à produtividade, sustentabilidade e rentabilidade do produtor rural”</em>, afirma Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro.&nbsp;</p>



<p>Com base nas previsões atuais e no desempenho robusto do setor, a expectativa é de que o Brasil continue ampliando sua relevância como um dos principais players do agronegócio mundial, combinando inovação, eficiência e compromisso com a sustentabilidade.<br><br><em>Por Fábio Bouças/Press FC Assessoria e Consultoria.</em></p>
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		<title>Tocantins deve registrar recorde na produção de soja com 5,12 milhões de toneladas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 12:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[2025]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A safra de grãos do Tocantins na temporada 2024/2025 deve atingir 5,12 milhões de toneladas de soja, conforme projeções da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro). O resultado positivo também abrange outras culturas, como arroz e milho, que contribuíram para o crescimento da produção no estado. De acordo com a pasta, o resultado representa um [&#8230;]</p>
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<p>A safra de grãos do Tocantins na temporada 2024/2025 deve atingir 5,12 milhões de toneladas de soja, conforme projeções da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro). O resultado positivo também abrange outras culturas, como arroz e milho, que contribuíram para o crescimento da produção no estado.</p>



<p>De acordo com a pasta, o resultado representa um aumento de 2,9% na área plantada e um crescimento de 11,4% na produção em relação à safra anterior.</p>



<p>Os números recordes em área e produção de soja no estado se devem às condições climáticas favoráveis, com chuvas bem distribuídas e bom manejo das lavouras.</p>



<p><strong>Destaques da safra 2024/2025</strong></p>



<p>O 5º levantamento da Conab estima uma produção total de grãos de 8,57 milhões de toneladas no Tocantins. A soja, principal cultura, deve ocupar 1,483 milhão de hectares, com produção estimada em 5,12 milhões de toneladas. Já o milho segunda safra está projetado para 382 mil hectares, com produção de 2 milhões de toneladas.</p>



<p>A área total destinada ao cultivo de grãos deve alcançar 2,67 milhões de hectares, consolidando o Tocantins como um dos principais produtores do país.</p>



<p><strong>Logística e armazenagem sob pressão</strong></p>



<p>O aumento da produção trouxe desafios logísticos e de armazenagem. Segundo a Seagro, a sobrecarga no sistema de transporte resultou em escassez de caminhões para escoamento da safra, impactando diretamente os produtores.</p>



<p>Com os armazéns lotados, os agricultores recorreram ao uso de silos-bolsas para armazenar a soja e evitar perdas. Para a Seagro, isso reflete não só o volume expressivo da produção, mas também a necessidade de investimentos em infraestrutura.</p>



<p>A Associação de Produtores de Soja e Milho do Tocantins (Aprosoja) relatou filas de até 72 horas nos silos devido à falta de veículos para transporte. A associação destacou ainda que as chuvas excessivas aumentaram o nível de umidade da soja, o que dificultou o processo de armazenagem e logística.</p>



<p>Além disso, segundo a Aprosoja, embora haja aumento na produtividade, os problemas logísticos e os custos adicionais &#8211; como o aumento do frete e a incidência de tributos como o FET (Fundo Estadual de Transporte) &#8211; podem comprometer a rentabilidade dos produtores.</p>



<p><strong>Perspectivas para outras culturas</strong></p>



<p>O levantamento da Conab também apontou crescimento na área destinada ao arroz irrigado, impulsionado pelas chuvas de dezembro de 2024, que possibilitaram o plantio até janeiro de 2025. Já o arroz de sequeiro expandiu-se em áreas abertas para o cultivo de soja.</p>



<p>O milho, por sua vez, deve recuperar parte de sua área plantada, graças às condições climáticas favoráveis que permitiram aos produtores finalizarem o plantio da soja em tempo hábil. A estimativa é de uma área total de 2,26 milhões de hectares dedicados ao milho.</p>



<p><strong>Produtividade</strong></p>



<p>A produtividade média da soja no Tocantins pode atingir 65 sacas por hectare em áreas consolidadas. O arroz irrigado também apresenta boas condições de desenvolvimento, com os produtores focados em manter a saturação de água no solo para garantir ganhos produtivos.</p>



<p>As condições climáticas continuarão sendo fator decisivo para as operações no campo, especialmente com a colheita da soja prevista para o fim de janeiro e início de fevereiro de 2025.</p>



<p><a href="https://afnoticias.com.br/estado/producao-de-soja-no-tocantins-deve-bater-recorde-com-5-12-milhoes-de-toneladas-em-2025">Por AF Notícias. </a></p>
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		<title>Direito do produtor: como obter a prorrogação do prazo de pagamento de empréstimos e financiamentos em casos de frustração de safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 15:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do produtor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista explica como renegociar financiamentos e proteger a propriedade O Boletim de Monitoramento de Cultivos de Verão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado no início deste ano, aponta que as chuvas intensas favoreceram a semeadura e o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho em diversas regiões. No entanto, o excesso de precipitação [&#8230;]</p>
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<p><em>Especialista explica como renegociar financiamentos e proteger a propriedade</em></p>



<p>O Boletim de Monitoramento de Cultivos de Verão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado no início deste ano, aponta que as chuvas intensas favoreceram a semeadura e o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho em diversas regiões. No entanto, o excesso de precipitação em alguns estados pode prejudicar a maturação dos grãos e atrasar a colheita, trazendo mais um desafio climático para os produtores rurais.</p>



<p>No agronegócio, financiamentos e empréstimos são práticas comuns, uma vez que o investimento no plantio é de alto custo e diretamente relacionado ao potencial de lucro. No entanto, mesmo com um planejamento bem estruturado, os produtores estão sujeitos a riscos externos, como variações climáticas, pragas e oscilações do mercado internacional. Diante de tantos desafios, o que fazer quando a safra não sai como o esperado?</p>



<p>O especialista em Direito Agrário, Danilo Amâncio, explica que os produtores rurais brasileiros contam com mecanismos de proteção financeira. “O Manual de Crédito Rural permite a renegociação dos termos do contrato de financiamento quando o pagamento se torna inviável devido a dificuldades na comercialização, frustração de safra ou outros fatores que impactam a produção. Afinal, grande parte do que produzimos é destinada à exportação e qualquer desequilíbrio pode comprometer a atividade do agricultor”, esclarece o advogado.</p>



<p>De acordo com o Manual de Crédito Rural, o produtor tem direito de solicitar a prorrogação do débito até que sua capacidade de pagamento seja restabelecida. Além disso, ele pode exigir que a taxa de juros do financiamento permaneça inalterada. No entanto, para que esses direitos sejam garantidos, é necessário seguir alguns procedimentos. “O agricultor deve comprovar o prejuízo e sua extensão por meio de um laudo técnico elaborado por um profissional qualificado logo após a ocorrência do dano”, alerta Dr. Amâncio.</p>



<p>Com o laudo em mãos e a comprovação dos prejuízos, o próximo passo é apresentar um pedido formal de renegociação às instituições financeiras credoras. Embora o procedimento, a princípio, possa ser realizado de forma extrajudicial, contar com a assessoria de um advogado especializado pode facilitar o processo. Caso o banco se recuse a conceder a prorrogação do pagamento, o produtor pode recorrer à Justiça e ter um bom suporte jurídico se torna essencial para garantir seus direitos e a continuidade da atividade agrícola.</p>



<p><em>Por Precisa Assessoria. </em></p>
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		<title>Safra recorde ganha força enquanto colheita da soja avança pelo país</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/safra-recorde-ganha-forca-enquanto-colheita-da-soja-avanca-pelo-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 13:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita de Soja]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A colheita de soja segue de maneira intensa nas principais áreas produtoras do grão no Brasil. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a maior produtividade vem se confirmando em muitas praças, o que reforça a estimativa de produção recorde no país. De acordo com o Centro de Estudos, “com a oferta [&#8230;]</p>
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<p>A colheita de soja segue de maneira intensa nas principais áreas produtoras do grão no Brasil. Segundo análise do <strong>Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)</strong>, a maior produtividade vem se confirmando em muitas praças, o que reforça a estimativa de produção recorde no país.</p>



<p>De acordo com o Centro de Estudos, “com a oferta do grão aumentando e compradores mais ativos, os negócios para entrega imediata se aqueceram”, informou em nota publicada hoje (17) no site da entidade.</p>



<p><strong>Preço da soja</strong></p>



<p>Na sexta-feira (14), o indicador da soja Cepea/Esalq – Paranaguá (PR) negociava a saca de 60 kg do grão por R$134,36, uma leve baixa de -0,04% em comparação com o mesmo período do mês passado.</p>



<p>A <strong>Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</strong> estima a produção nacional de soja em 167,37 milhões de toneladas, 0,8% a mais que a apontada em fevereiro e 13,3% superior à da safra 2023/24 – deste total, 56,3% já haviam sido colhidos até 9 de março, de acordo com a Companhia.</p>



<p><strong>Trabalho do Cepea</strong></p>



<p>O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP) e suas atividades consistem no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, na realização de trabalhos inéditos com teor econômico-administrativo e na divulgação ampla dos resultados que obtêm.</p>



<p>O Cepea também realiza pesquisas sobre a dinâmica de cadeias produtivas e sobre o funcionamento integrado do agronegócio, o que abrange questões (transversais) de defesa sanitária, políticas comerciais externas e influência de novas tecnologias.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Concessionária utiliza tecnologia para otimizar a colheita da safra 2025 de soja no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 11:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>GrandTec impulsiona eficiência na colheita da soja com tecnologia FieldOps da Case IH A colheita da safra 2025 de soja no Tocantins segue em ritmo acelerado, com cerca de 28% da área plantada já colhida, superando os 15% registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado da [&#8230;]</p>
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<p><em>GrandTec impulsiona eficiência na colheita da soja com tecnologia FieldOps da Case IH</em><br><br>A colheita da safra 2025 de soja no Tocantins segue em ritmo acelerado, com cerca de 28% da área plantada já colhida, superando os 15% registrados no mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro). Esses números refletem o ritmo acelerado da colheita da safra 2025, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis e pelo uso de tecnologias avançadas no campo. O bom desempenho das lavouras, resultado de um período chuvoso bem distribuído, mantém a produtividade média em torno de 60 sacas por hectare.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="900" class="wp-image-12257" style="width: 900px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops.webp 1200w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-300x300.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-1024x1024.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-150x150.webp 150w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-768x768.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-75x75.webp 75w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-350x350.webp 350w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-750x750.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/03/case-field-ops-1140x1140.webp 1140w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>



<p>No entanto, para garantir a qualidade dos grãos e a eficiência operacional, os produtores contam com o apoio da GrandTec, concessionária oficial da Case IH no estado, que oferece soluções tecnológicas de ponta, como o sistema FieldOps.</p>



<p>O FieldOps é uma plataforma avançada que armazena informações de toda a frota conectada, proporcionando uma gestão simplificada e integrada dos equipamentos agrícolas. Com essa tecnologia, os produtores têm acesso a dados em tempo real, incluindo monitoramento contínuo, localização precisa das máquinas, status de serviço e tempo estimado para conclusão das operações. Além disso, o sistema permite o monitoramento proativo da integridade das máquinas, identificação rápida de problemas e notificações personalizadas, garantindo maior eficiência e redução de custos.</p>



<p>O diretor comercial da GrandTec, Adoniran Mengeas, conta que a tecnologia é um aliado essencial para os produtores que buscam maximizar a eficiência e minimizar os impactos dos desafios logísticos. “Com o FieldOps, os produtores podem visualizar dados de qualquer parâmetro operacional ao longo de uma safra ou de várias safras, o que ajuda a aumentar a eficiência operacional e a tomar decisões mais assertivas. Essa tecnologia é um diferencial para os agricultores do Tocantins, especialmente em um momento de colheita intensa, onde a precisão e a agilidade são fundamentais”, explica.</p>



<p>Além de otimizar a colheita, o FieldOps contribui para o manejo adequado das lavouras, que estão na fase final de maturação fisiológica. Com o monitoramento em tempo real, os produtores podem intensificar o controle de doenças de final de ciclo e pragas, como percevejos, garantindo a aplicação adequada de fungicidas e inseticidas seletivos. A tecnologia também auxilia na dessecação no momento certo, uniformizando a maturação e preservando a qualidade dos grãos.<br><br><em>Por Kiw Assessoria de Comunicação. </em></p>
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