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	<title>setor agropecuário Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>setor agropecuário Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Setor agropecuário pressiona Congresso para reverter veto à blindagem do seguro rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-agropecuario-pressiona-congresso-para-reverter-veto-a-blindagem-do-seguro-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo [&#8230;]</p>
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<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que blindava os recursos para essa política em 2026.</p>



<p>Em 2025, o orçamento inicial do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), de R$ 1,06 bilhão, teve redução de 47% e caiu para R$ 565,5 milhões. Com isso, a área segurada recuou para 3,2 milhões de hectares, o terceiro pior resultado da série histórica iniciada em 2007 e menos da metade das lavouras cobertas com subvenção federal no ano anterior, de 7 milhões de hectares. Cerca de 42 mil produtores rurais foram atendidos e a importância da produção assegurada foi de apenas R$ 17,7 bilhões, longe do pico registrado em 2021, de R$ 66,4 bilhões.</p>



<p><a href="https://portalmaterias.com/and3-xv-glice-gc3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para “proteger” os valores e viabilizar a aplicação total dos recursos anunciados, o Congresso Nacional aprovou uma emenda à LDO de 2026 que ressalvava o orçamento do PSR de cortes, bloqueios e contingenciamentos. O texto, no entanto, foi vetado.</p>



<p>O governo justificou que a “ampliação do rol de despesas discricionárias ressalvadas de eventual contingenciamento reduziria a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias” e “dificultaria o cumprimento das regras fiscais”.</p>



<p>Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), afirma que o veto pode piorar o “quadro de deterioração” do planejamento do PSR em um momento em que a produção agropecuária do Brasil cresce, mas a proteção financeira no campo encolhe.</p>



<p>“A retirada da blindagem orçamentária devolve ao agronegócio e ao mercado de seguros rurais a falta de previsibilidade e de tranquilidade para o planejamento de seguradoras, produtores e resseguradores, dificultando a oferta de produtos com custos compatíveis com a realidade de margens apertadas no campo”, diz ele. Neste ano, a Lei Orçamentária Anual (LOA), ainda não sancionada, prevê R$ 1,01 bilhão para o PSR.</p>



<p>A imprevisibilidade do mercado aumentou nos últimos cinco anos, reforça Toyama. O cenário ficou ainda mais prejudicado pela queda na rentabilidade dos produtores. Mesmo com a maior ocorrência de extremos climáticos, os agricultores ficam com margens comprimidas e não conseguem arcar com o custo das apólices, diz.</p>



<p>De janeiro a outubro de 2025, a arrecadação das seguradoras com seguro rural caiu 9,3%, para R$ 11,1 bilhões, e o pagamento de indenizações teve queda de 3,9%, para R$ 3,6 bilhões. Para Toyama, os números sinalizam o enfraquecimento do produto e o impacto direto sobre a renda e a estabilidade financeira do campo e expõem setor e governo um ciclo vicioso: o produtor tem quebras de safras e o poder público é forçado a renegociar dívidas de forma emergencial, o que aumenta a pressão sobre o orçamento e força novos cortes em outros programas, como o PSR.</p>



<p>Para o vice-presidente da Newe Seguros, Rodrigo Motroni, o veto amplia a vulnerabilidade de toda a cadeia. “O seguro rural garante segurança ao agricultor, dá estabilidade ao crédito, reduz perdas sistêmicas e contribui para a segurança alimentar e a competitividade do Brasil. Não é apenas uma pauta do setor de seguros, mas de política pública”, defende. Em 2025, a seguradora comercializou mais de 1,7 mil apólices com subvenção que somam mais de R$ 500 milhões em importância segurada.</p>



<p>Há um paradoxo no setor, avalia a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Enquanto a área plantada avança para cerca de 97 milhões de hectares, apenas cerca de 3% desse total conta hoje com cobertura de seguro rural. Há um “descompasso estrutural entre produtividade e mitigação de riscos”, afirma a entidade.</p>



<p>A “blindagem” aos recursos do PSR já havia sido incluída na LDO e vetada em outras oportunidades, como em 2025. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), avalia que o veto é “preocupante” para o setor produtivo e critica a ação do governo.</p>



<p>Procurado para tratar do tema, o Ministério da Agricultura disse que não há pendências orçamentárias para quitar e que a previsão para 2026 é aplicar o orçamento total, de R$ 1,01 bilhão. Assim, a projeção é atender 82 mil produtores, com a subvenção de até 130 mil apólices, cobrir 7 milhões de hectares e R$ 48 bilhões de importância segurada.</p>



<p>A bancada ruralista pode derrubar o veto presidencial em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para isso, precisa de maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41) computados separadamente.</p>



<p>“Recompor as verbas do PSR e fortalecer o seguro rural é condição básica para garantir renda, crédito e continuidade da produção. A agenda de 2026 passa, necessariamente, pela derrubada do veto presidencial no Congresso Nacional”, defende Toyama.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://saibasobreverao.com/air-pulse"></a></p>
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		<title>Setor agropecuário do Tocantins deve registrar o segundo maior crescimento do país em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 11:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2025/2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins segue consolidando sua posição como uma das principais potências do agronegócio brasileiro. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil (outubro/2025), o estado deve registrar crescimento de 16,4% no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, o segundo maior avanço do país, atrás apenas de Mato Grosso do Sul (17,9%). O resultado [&#8230;]</p>
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<p>O Tocantins segue consolidando sua posição como uma das principais potências do agronegócio brasileiro. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil (outubro/2025), o estado deve registrar crescimento de 16,4% no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, o segundo maior avanço do país, atrás apenas de Mato Grosso do Sul (17,9%).</p>



<p>O resultado reflete a força da produção de grãos, o avanço da pecuária intensiva e o fortalecimento da agroindústria, pilares de um crescimento sustentado pela tecnologia e pela eficiência no campo.</p>



<p>O governador Laurez Moreira destaca que o Tocantins está cada vez mais preparado para crescer com responsabilidade e competitividade. “Esse crescimento é fruto de um trabalho conjunto, com foco em inovação, sustentabilidade e melhoria da infraestrutura”, pontua.</p>



<p>“Atualmente, o Tocantins é um exemplo de expansão produtiva com equilíbrio ambiental. Temos um modelo de crescimento sustentável, com resultados expressivos tanto na agricultura quanto na pecuária. Isso mostra que a política agropecuária do Governo do Estado está no caminho certo, valorizando o produtor e garantindo segurança alimentar e competitividade”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, César Halum.</p>



<p><strong>Safra 2025/26: produção de grãos se aproxima de 10 milhões de toneladas</strong></p>



<p>O primeiro levantamento da safra 2025/26 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirma o bom momento do campo tocantinense. A área plantada deve alcançar 2,57 milhões de hectares, um aumento de 6,7% em relação à safra anterior, com produção estimada em 9,63 milhões de toneladas de grãos, crescimento de 4,8%.</p>



<p>A soja, principal cultura, deve atingir 1,68 milhão de hectares e 5,74 milhões de toneladas, enquanto o milho deve crescer 7,8% em área e chegar a 2,74 milhões de toneladas.</p>



<p>O engenheiro agrônomo da Seagro, Thadeu Teixeira Júnior, explica que o desempenho da safra é reflexo direto da adoção de tecnologias e do planejamento técnico dos produtores. “O produtor tocantinense vem se profissionalizando e investindo em manejo de solo, genética e irrigação. A expectativa é de uma safra equilibrada, com boas perspectivas de produtividade, desde que o regime de chuvas se mantenha regular”, enfatiza.</p>



<p><strong>Exportações e cooperativismo fortalecem o campo</strong></p>



<p>Entre janeiro e setembro de 2025, o Tocantins exportou US$ 2,5 bilhões, aumento de 25,4% em relação a 2024. O superávit comercial chegou a US$ 2,3 bilhões, com destaque para soja em grão (58,8%), carne bovina (18,1%) e milho (4,4%).</p>



<p>A China segue como principal destino das exportações (59,5%), seguida por Espanha, Egito, Países Baixos e Estados Unidos.</p>



<p>O titular da Seagro, César Halum, salienta que o desempenho é resultado de políticas públicas voltadas à competitividade e à agregação de valor. “Estamos incentivando o cooperativismo e a verticalização da produção para manter o Tocantins competitivo no mercado global. Nosso compromisso é fortalecer o agro com base em inovação, sustentabilidade e união dos elos da cadeia produtiva”, evidencia.</p>



<p><strong>Agro tocantinense e o futuro</strong></p>



<p>Com 4,8 milhões de hectares irrigáveis, crescente uso de biotecnologia e expansão das cooperativas, o Tocantins desponta como um dos estados mais promissores do país. A combinação entre produtividade, sustentabilidade e diversificação faz do agro tocantinense um modelo de desenvolvimento equilibrado.</p>



<p>“O futuro do campo no Tocantins está na integração entre tecnologia, organização e sustentabilidade. Esse tripé garante renda ao produtor, competitividade ao estado e segurança alimentar ao país”, reforça o engenheiro agrônomo da Seagro, Thadeu Teixeira Júnior.<br><br><em>Por Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Boi gordo em alta anima produtores e aquece o setor agropecuário no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/boi-gordo-em-alta-anima-produtores-e-aquece-o-setor-agropecuario-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 12:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[setor agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cotação do boi gordo apresentou avanço significativo nas últimas semanas, impulsionando a rentabilidade de produtores em diversas regiões do Brasil, especialmente no Tocantins. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a valorização da arroba bovina chegou a R$ 11 nas praças do Sul, enquanto no Norte do Tocantins os valores variam entre R$ 298 e R$ [&#8230;]</p>
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<p>A cotação do boi gordo apresentou avanço significativo nas últimas semanas, impulsionando a rentabilidade de produtores em diversas regiões do Brasil, especialmente no Tocantins. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a valorização da arroba bovina chegou a R$ 11 nas praças do Sul, enquanto no Norte do Tocantins os valores variam entre R$ 298 e R$ 300, podendo atingir até R$ 307 em negociações voltadas ao mercado internacional, como no caso do chamado “boi China”.</p>



<p>A análise é de Pedro Gonçalves, engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria. Em entrevista ao&nbsp;<em>Diário Tocantinense</em>, o especialista apontou uma combinação de fatores que contribuem para esse movimento de alta. Entre eles, destacam-se o aumento da demanda interna por carne bovina, o ritmo acelerado das exportações e a menor oferta de animais prontos para abate.</p>



<p>“Abril começou muito bem. Estamos vendo uma média de 11 mil toneladas de carne bovina sendo exportadas diariamente. Isso mostra a força do mercado internacional e uma retomada do consumo interno que estava retraído”, afirma Gonçalves.</p>



<p><strong>Oferta controlada e clima favorecem valorização</strong></p>



<p>A escassez de oferta no mercado físico, aliada à melhoria nas condições climáticas, tem garantido maior poder de barganha ao produtor. As chuvas prolongadas no Centro-Norte do país contribuíram para que o pecuarista consiga manter o gado por mais tempo no pasto, evitando a pressão de venda e negociando com preços mais vantajosos.</p>



<p>Com isso, os frigoríficos se veem obrigados a elevar suas propostas de compra diante da dificuldade em encontrar volume suficiente de animais terminados. “O frigorífico está tendo que pagar mais pelo boi, e isso favorece diretamente o pecuarista”, analisa o especialista.</p>



<p><strong>Exportações mantêm ritmo forte</strong></p>



<p>Dados consolidados da primeira quinzena de abril apontam para um patamar expressivo de exportações. A média diária de embarques se mantém acima de 11 mil toneladas, com destaque para mercados como China, Emirados Árabes, Egito e Chile.</p>



<p>A valorização do dólar e o aumento na demanda global por proteína animal brasileira reforçam esse cenário. De acordo com a Scot Consultoria, a tendência é que o Brasil mantenha o protagonismo nas exportações de carne bovina no segundo trimestre de 2025, beneficiando diretamente estados com vocação pecuária consolidada, como o Tocantins.</p>



<p><strong>Expectativas para os próximos meses</strong></p>



<p>Com a chegada do outono e a manutenção do clima favorável à pastagem, a expectativa é que os preços se mantenham firmes no curto prazo. A continuidade das exportações em patamar elevado e a retomada gradual do consumo doméstico reforçam a perspectiva de estabilidade e valorização.</p>



<p>Especialistas recomendam, no entanto, atenção ao planejamento de vendas e às oscilações do mercado internacional. Questões logísticas, sanitárias e mudanças nos protocolos de exportação podem impactar a cadeia produtiva, exigindo estratégias mais refinadas de comercialização.</p>



<p><em><a href="http://[shorturl]https://diariotocantinense.com.br/economia/2025/04/17/alta-na-arroba-do-boi-gordo-anima-pecuaristas-no-tocantins-e-reforca-otimismo-no-setor-agropecuario/[/shorturl]">Por Diário Tocantinense.</a></em></p>
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