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	<title>situação de emergência Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>situação de emergência Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Atrasos na soja e no milho levam 17 municípios de Mato Grosso à situação de emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[atraso na colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezessete municípios mato-grossenses decretaram situação de emergência por conta da intensidade das chuvas registradas em janeiro e fevereiro. Cenário que vem dificultando a entrada de máquinas nas lavouras para a finalização da colheita da soja, que até a última sexta-feira (27) estava em 78,34%, e a semeadura do milho, em 81,93%. Dados da Defesa Civil de Mato Grosso, apresentados em relatório técnico solicitado pela Comissão [&#8230;]</p>
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<p><strong>Dezessete municípios</strong> mato-grossenses <strong>decretaram situação de emergência</strong> por conta da intensidade das chuvas registradas em janeiro e fevereiro. Cenário que vem dificultando a entrada de máquinas nas lavouras para a finalização da <strong>colheita da soja</strong>, que até a última sexta-feira (27) estava em <strong>78,34%</strong>, e a <strong>semeadura do milho</strong>, em <strong>81,93%</strong>.</p>



<p>Dados da <strong>Defesa Civil de Mato Grosso</strong>, apresentados em relatório técnico solicitado pela Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (COPMAS) do Tribunal de Contas (TCE-MT), apontam que em <strong>janeiro</strong> o estado registrou um acumulado de <strong>277,72 milímetros de chuva</strong> e em <strong>fevereiro 204,83 milímetros</strong> (até a apresentação do relatório).</p>



<p>Os 17 municípios que decretaram emergência: Araputanga, Colíder, Cotriguaçu, Feliz Natal, General Carneiro, Guarantã do Norte, Juína, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondolândia, Rosário Oeste, Santa Carmem, Serra Nova Dourada e Vila Bela da Santíssima Trindade.</p>



<p>Ainda conforme o relatório, à nível estadual até a última semana apenas Cotriguaçu e Rosário Oeste haviam tido decretos homologados pelo Governo de Mato Grosso.</p>



<p><strong>Excesso de chuvas atrasam trabalhos no campo</strong></p>



<p>De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (<a href="https://imea.com.br/imea-site/#">Imea</a>), apesar da colheita da soja 2025/26 estar à frente da média das últimas cinco safras de 70,98%, os trabalhos em relação ao ciclo anterior estão 3,96 pontos percentuais atrasados. Até o dia 27 de fevereiro nenhuma região havia concluído a retirada do grão das lavouras. As regiões sudeste (53,63%) e nordeste (58,77%) são as mais atrasadas.</p>



<p>Em Rondonópolis, o mês de fevereiro registrou a maior concentração de chuva entre os dois primeiros meses de 2026. Até o dia 26 de fevereiro, o município registrava 176,6 milímetros de chuva, contra 133 milímetros de janeiro. Somente na última semana, mais de 80 milímetros, conforme a Defesa Civil do município, foram registrados.</p>



<p>“A gente vinha numa cadência de colheita muito boa. Estamos praticamente há uma semana com as máquinas paradas em campo. A gente imagina que vamos ter uma perda de 5% a 10% nas médias [produtividade] devido a essas chuvas prolongadas”, relatou o produtor Osvaldo Pasqualotto em recente entrevista ao Canal Rural Mato Grosso.</p>



<p>No município de Marcelândia, um dos que já decretaram situação de emergência, conforme o presidente do Sindicato Rural, Marcelo Cordeiro, o acumulado de chuva chegava a cerca de 2,3 mil milímetros, superando a média de 1,8 mil milímetros para o período produtivo. “Nós vivemos um ano atípico. Para fazer a colheita atola, para fazer o plantio do milho também atola, para o escoamento nas estradas não pavimentadas há muita dificuldade, então é um período com muita dificuldade para o produtor rural”, disse à reportagem recentemente.</p>



<p><strong>Chuvas apertam ainda mais as margens</strong></p>



<p>Segundo o Imea, em relação ao milho os trabalhos estão atrasados em comparação a safra 2024/25, que nesta época estava em 84,95%, e a média das últimas cinco safras de 86,29%.</p>



<p>Assim como na soja, a região sudeste é a mais atrasada com a semeadura do milho. Por lá apenas 57,34% do cereal foi cultivado até a última semana de fevereiro. Produtor na região de Itiquira, Gilmar Mattei, destacou ao Canal Rural que o setor está preocupado não somente com o relógio, mas também com <em>“a questão dos custos”</em>. <em>“Os custos estão elevados”</em>.</p>



<p>O milho, que é tido como uma <em>“salvaguarda”</em> da margem de lucro do produtor, diante das circunstâncias pode registrar queda de área, como salienta o produtor na região de Guiratinga, Valdir Martini. <em>“Não tem como escapar disso. O clima é uma incógnita. Está difícil, está muito complicado esse ano”</em>.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Situação de Emergência também foi declarada em Jaú do Tocantins devido a estiagem</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/situacao-de-emergencia-tambem-foi-declarada-em-jau-do-tocantins-devido-a-estiagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 03:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Jaú do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeita de Jaú do Tocantins Luciene Lourenço de Araújo também declarou situação de emergência no município nas áreas rurais da região. A medida foi oficializada por meio do Decreto Nº 043/2023, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE-TO) do dia 21 de dezembro de 2023. A medida visa enfrentar os desafios impostos pelo longo [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p>A Prefeita de Jaú do Tocantins Luciene Lourenço de Araújo também declarou situação de emergência no município nas áreas rurais da região. A medida foi  oficializada por meio do Decreto Nº 043/2023, publicado no <a href="https://doe.to.gov.br/diario/5063/download">Diário Oficial do Estado (DOE-TO) do dia 21 de dezembro de 2023.</a></p>



<p>A medida visa enfrentar os desafios impostos pelo longo período de estiagem, afetando severamente as atividades agropecuárias e a sustentabilidade das famílias da agricultura familiar.</p>



<p>O documento foi fundamentado na falta de chuvas no município. <em>&#8220;O a insuficiência de água pluvial e sua escassez neste período que historicamente já restava com chuvas regulares vem atingindo de forma abrupta criadores e agricultores, comprometendo a produção substancialmente&#8221;, </em>diz um trecho do Decreto. A falta de precipitação pluvial ocasionou prejuízos significativos, incluindo a perda de animais, especialmente gado e outros semoventes, além de comprometer a safra 2023/2024, acarretando danos de ordem econômica ainda incalculáveis.</p>



<p>Ainda conforme o Decreto, a estiagem prolongada também tem afetado gravemente as famílias da agricultura familiar, inviabilizando a produção regular e, consequentemente, afetando sua subsistência. A insuficiência hídrica, durante um período historicamente marcado por chuvas regulares, tem impactado drasticamente criadores e agricultores locais, comprometendo a produção de forma substancial.<em> &#8220;A situação vem se agravando devido à continuidade do período de estiagem com redução significativa do volume de chuva, acarretando em morte de animais, especialmente semoventes, bem como, comprometendo a safra 2023/2024, com prejuízos imensuráveis&#8221;,</em> diz outro trecho do documento oficial.</p>



<p>Visando atender às demandas emergenciais resultantes dessa situação, o decreto também autoriza a mobilização de todos os órgãos municipais, com destaque para as Secretarias de Agricultura e Pecuária, bem como a Secretaria de Meio Ambiente e Turismo, para atuarem de forma coordenada no enfrentamento dessa emergência.</p>



<p>O decreto prevê ainda a convocação de voluntários e estabelece a possibilidade de parcerias com a comunidade, visando facilitar as ações de assistência à população afetada. Autoridades administrativas e agentes da defesa civil estadual são igualmente autorizados a agir em casos de risco iminente, conforme determinado pela Constituição Federal.</p>



<p>No que diz respeito às medidas administrativas e contratuais, o decreto estabelece a dispensa de licitação para contratações relacionadas à aquisição de bens e serviços necessários à reabilitação dos cenários identificados em relatório, desde que sua conclusão possa ocorrer dentro do prazo máximo de 180 dias consecutivos e ininterruptos, vedada a prorrogação dos respectivos contratos.</p>
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		<title>Situação de Emergência é declarada em Santa Rosa do Tocantins devido a estiagem severa</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/situacao-de-emergencia-e-declarada-em-santa-rosa-do-tocantins-devido-a-estiagem-severa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 03:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[santa rosa do tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prefeito Municipal de Santa Rosa do Tocantins, Levi Teixeira de Oliveira, assinou o Decreto nº 481 em que declara situação de emergência no município devido ao longo período de estiagem. A medida foi tomada após considerar o impacto significativo da seca na região, afetando gravemente a safra de grãos 2023/2024 e resultando na perda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>O Prefeito Municipal de Santa Rosa do Tocantins, Levi Teixeira de Oliveira, assinou o Decreto nº 481 em que declara situação de emergência no município devido ao longo período de estiagem. A medida foi tomada após considerar o impacto significativo da seca na região, afetando gravemente a safra de grãos 2023/2024 e resultando na perda de animais, especialmente semoventes, causando prejuízos imensuráveis. A oficialização foi publicada no <a href="https://diariooficial.santarosa.to.gov.br/pdf/DO20231228.pdf">Diário Oficial do Município desta quinta-feira (28).</a></p>



<p>De acordo com o Decreto a estiagem prolongada está causando sérios danos às famílias da agricultura familiar de subsistência, além de desencadear um período de chuvas atípico para a região. Com base nessas considerações, o decreto classifica a situação como ESTIAGEM &#8211; COBRADE 1.4.1.1.0, permitindo a implementação de medidas de emergência.</p>



<p>Dentre as ações autorizadas pelo decreto, destacam-se:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Mobilização de recursos:</strong> Os órgãos competentes estão autorizados a mobilizar recursos humanos e materiais para atender às demandas emergenciais.</li>



<li><strong>Campanhas educativas:</strong> Serão realizadas campanhas informativas e educativas para conscientização sobre a utilização consciente dos recursos hídricos.</li>



<li><strong>Apoio às atividades agrícolas e pecuárias:</strong> Serão implementadas ações para minimizar os impactos econômicos nas atividades agrícolas e pecuárias afetadas.</li>



<li><strong>Busca de parcerias:</strong> Procura-se cooperação com órgãos estaduais e federais para obtenção de recursos adicionais.</li>



<li><strong>Dispensa de licitação:</strong> Com base na Lei n.º 8.666/93, as contratações relacionadas à aquisição de bens e serviços destinados à reabilitação dos cenários identificados no relatório serão dispensadas de licitação. Contudo, devem ser concluídas em até 180 dias consecutivos e ininterruptos, vedada a prorrogação dos contratos.</li>
</ol>



<p>O decreto também autoriza a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta ao período de estiagem e a realização de parcerias com a comunidade para facilitar a assistência à população afetada.</p>
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