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	<title>Soja Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Soja Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Safra brasileira de grãos deve alcançar 358,64 milhões de toneladas, estima Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nona estimativa Indica aumento da área cultivada e perspectivas positivas para culturas como soja, milho e sorgo, reforçando o potencial produtivo do agronegócio brasileiro. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, nesta quinta-feira (11), a previsão para a safra brasileira de grãos 2025/26 para 358,64 milhões de toneladas. O volume representa novo recorde e crescimento [&#8230;]</p>
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<p><em>Nona estimativa Indica aumento da área cultivada e perspectivas positivas para culturas como soja, milho e sorgo, reforçando o potencial produtivo do agronegócio brasileiro.</em><br><br>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, nesta quinta-feira (11), a previsão para a safra brasileira de grãos 2025/26 para 358,64 milhões de toneladas. O volume representa novo recorde e crescimento de 1,8% sobre a temporada 2024/25, quando a produção somou 352,27 milhões de toneladas. Em relação à estimativa de maio, o ajuste foi de 0,2%, equivalente a 664 mil toneladas.</p>



<p>Segundo a Conab, o resultado é sustentado pelo aumento da área cultivada, estimada em 83,5 milhões de hectares, alta de 2,2% sobre os 81,73 milhões de hectares da safra anterior, além de condições climáticas favoráveis. A produtividade média nacional, porém, foi projetada em 4.295 quilos por hectare, recuo de 0,3% frente aos 4.310 quilos por hectare de 2024/25.</p>



<p>A soja foi o principal destaque positivo da revisão. Com a colheita praticamente finalizada, a produção da oleaginosa foi estimada em 180,25 milhões de toneladas, ante 171,48 milhões de toneladas no ciclo anterior. O aumento de 8,8 milhões de toneladas, de acordo com o boletim, reflete expansão de área, bom pacote tecnológico e clima favorável.<br><br>No milho, a estimativa total das três safras ficou em 140,46 milhões de toneladas. A primeira safra, com colheita em 87,7% da área, deve alcançar 29,34 milhões de toneladas, avanço de 17,7% em relação ao mesmo período de 2024/25. A produtividade foi projetada em 7.110 quilos por hectare, alta de 7,6% e novo recorde da série histórica da Companhia para a primeira safra. Para a segunda safra, a expectativa é de 107,87 milhões de toneladas, enquanto a terceira foi estimada em 3,26 milhões de toneladas.</p>



<p>Entre outras culturas, o algodão teve produção prevista em 3,98 milhões de toneladas, queda de 2,5% ante 2024/25, influenciada por menor área semeada. O sorgo foi estimado em 7,62 milhões de toneladas, alta de 24,9% sobre a safra passada. Já o arroz deve somar 11,08 milhões de toneladas, recuo de 13,2%, enquanto o feijão foi projetado em 3,05 milhões de toneladas, baixa de 0,5%. No trigo, a semeadura atingia 45,3% da área prevista, e a produção foi estimada em 6,30 milhões de toneladas, 20% abaixo de 2025.</p>



<p>A Conab informou que, mesmo com a expectativa de menor produção de arroz e feijão, a estimativa atual garante o abastecimento do mercado interno. O material divulgado não detalha impactos econômicos adicionais para produtores por cultura além dos dados de área, produtividade e produção.</p>



<p><em>Por Estadão Conteúdo.</em></p>
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		<title>Colheita da soja chega a 99,8% no país, enquanto milho safrinha atinge 3%, aponta Conab</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 15:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita da soja]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, nesta terça-feira (9), que a colheita da soja da safra 2025/26 atingiu 99,8% da área semeada no país até sexta-feira (5). O avanço foi de 0,1 ponto porcentual em relação à semana anterior. No mesmo levantamento, o milho verão chegou a 87,7% da área colhida, enquanto o milho [&#8230;]</p>
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<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou, nesta terça-feira (9), que a colheita da soja da safra 2025/26 atingiu 99,8% da área semeada no país até sexta-feira (5). O avanço foi de 0,1 ponto porcentual em relação à semana anterior. No mesmo levantamento, o milho verão chegou a 87,7% da área colhida, enquanto o milho de inverno 2025/26, também chamado de safrinha, alcançou 3% da área plantada.</p>



<p>Segundo o boletim semanal de progresso de safra da Conab, a colheita da soja está praticamente concluída no país. O índice de 99,8% representa leve atraso de 0,1 ponto porcentual ante igual período da safra passada, quando 99,9% da área havia sido colhida. Em relação à média dos últimos cinco anos, o percentual está em linha. Entre os Estados com trabalhos ainda em andamento, o Maranhão registrava 96% da área colhida, o Piauí 99% e Santa Catarina 99,6%.</p>



<p>No milho verão, a colheita avançou 3,1 pontos porcentuais em uma semana, de 84,6% para 87,7% da área semeada. Apesar do avanço, o ritmo segue abaixo do observado em igual momento da safra 2024/25, quando o índice era de 90,6%, e também ligeiramente inferior à média de cinco anos, de 88%. São Paulo, Paraná e Santa Catarina já concluíram os trabalhos, enquanto o Rio Grande do Sul alcançava 98%.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/26723392/i/67325934/0/pp/4/1?h=lJAWJEjEBPidm8mw4azqR0eh9YKWCenhobspuhgtG32QwYv1HoyjLa4yladIqqeiGLmlLOEryayTNbere8D-eNbOWYcWbKbxXzQ8U6sYVCXN8pn7nfFBEXQ2uKa_-g48&amp;rid=809e3810-6415-11f1-ad07-d404e6fab000&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gUY7xz6ngZANgvdH78Z8qfNSUb3ZYrA3k-4AfRI3z4Sbg**&amp;mcca=0.0071&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para o milho de inverno 2025/26, a Conab apontou colheita de 3% da área, ante 0,6% na semana anterior, avanço de 2,4 pontos porcentuais. O percentual supera os 2% registrados no mesmo período da safra passada, mas permanece abaixo da média dos últimos cinco anos, de 3,8%. Mato Grosso liderava o andamento, com 6,1% da área colhida, seguido por Tocantins, com 3%, e Maranhão, com 2%.</p>



<p>Os números da Conab ajudam a dimensionar o ritmo de entrada da produção no mercado e o estágio operacional das lavouras nas principais regiões produtoras. No caso do milho safrinha, o acompanhamento das próximas semanas seguirá relevante, já que essa etapa concentra parte importante da oferta nacional do cereal.</p>



<p>Com a soja praticamente encerrada e o milho em fases distintas de colheita, o monitoramento semanal da Conab tende a indicar se os atuais atrasos em relação à média histórica serão mantidos ou reduzidos. O boletim não detalha, neste recorte, impactos adicionais sobre produtividade ou qualidade dos grãos.</p>



<p><em>Por Estadão Conteúdo.</em></p>
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		<title>Feira da Soja 2026 é cancelada em meio às dificuldades enfrentadas pelo agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 15:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Campos Lindos]]></category>
		<category><![CDATA[Feira da Soja 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prefeito e agropecuarista afirma que produtores enfrentam um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos, marcado por altos custos, queda na rentabilidade e dificuldades financeiras. Pela primeira vez em anos, Campos Lindos, um dos maiores produtores de grãos do Tocantins e referência do agronegócio na região norte do estado, ficará sem a realização da tradicional [&#8230;]</p>
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<p><em>Prefeito e agropecuarista afirma que produtores enfrentam um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos, marcado por altos custos, queda na rentabilidade e dificuldades financeiras.</em><br><br>Pela primeira vez em anos, Campos Lindos, um dos maiores produtores de grãos do Tocantins e referência do agronegócio na região norte do estado, ficará sem a realização da tradicional Feira da Soja. O cancelamento da 19ª edição do evento foi confirmado pelo prefeito Romeu Kalugin (Republicanos) após meses de expectativa e incertezas sobre a programação que tradicionalmente movimenta a economia local nesta época do ano.</p>



<p>A ausência de informações sobre a feira já vinha despertando questionamentos entre produtores rurais, empresários, comerciantes e moradores. A expectativa era ainda maior porque a própria Prefeitura havia anunciado, no início do ano, a realização do evento e divulgado atrações musicais, incluindo o cantor Rey Vaqueiro.</p>



<p>No entanto, à medida que os meses avançaram sem novas divulgações, cresceram as dúvidas sobre a realização da festa que se consolidou como uma das principais vitrines do agronegócio tocantinense.</p>



<p>Em entrevista à reportagem, Romeu Kalugin confirmou que a feira foi cancelada após consultas com produtores rurais e lideranças do setor agropecuário, que relataram dificuldades econômicas e defenderam o adiamento do evento.</p>



<p>Segundo o prefeito, a queda na rentabilidade da atividade agrícola, somada à baixa procura de empresas interessadas em expor produtos e serviços, inviabilizou a realização da feira nos moldes tradicionais.</p>



<p>&#8220;<em>O agro está vivendo um momento muito difícil. Nós tínhamos expectativa de realizar a feira, buscamos recursos e organizamos toda a estrutura necessária, mas os próprios produtores nos procuraram para informar que não conseguiriam participar neste momento</em>&#8220;, afirmou.</p>



<p><strong>Baixa adesão comprometeu realização do evento</strong></p>



<p>De acordo com a gestão municipal, um dos principais fatores para o cancelamento foi a ausência das empresas que historicamente formam a base da feira. Em edições anteriores, o evento reunia fabricantes de máquinas agrícolas, implementos, defensivos, sementes, fertilizantes e prestadores de serviços ligados ao agronegócio.</p>



<p>Neste ano, porém, o cenário foi diferente. A baixa adesão de expositores comprometeu a viabilidade econômica e comercial da programação.</p>



<p>Representantes da Associação Planalto, entidade que reúne produtores rurais da região, também manifestaram preocupação com a atual conjuntura do setor e defenderam a suspensão temporária do evento para preservar sua credibilidade e importância.</p>



<p><strong>Evento movimenta a economia de toda a região</strong></p>



<p>Mais do que uma feira agropecuária, a Feira da Soja se transformou ao longo dos anos em um dos eventos mais aguardados do calendário econômico e cultural de Campos Lindos.</p>



<p>Além da geração de negócios, a programação impulsiona hotéis, restaurantes, supermercados, postos de combustíveis, vendedores ambulantes e diversos segmentos do comércio local. O evento também atrai visitantes de várias cidades do Tocantins e de estados vizinhos, fortalecendo a economia regional.</p>



<p>A suspensão ocorre justamente em um município que ocupa posição de destaque na produção de grãos do estado e cuja economia possui forte dependência da cadeia do agronegócio.</p>



<p>Para Kalugin, realizar uma edição sem a participação efetiva dos produtores e das empresas do setor comprometeria a essência da feira.</p>



<p><em>&#8220;Não seria uma Feira da Soja sem a participação efetiva dos produtores e das empresas do agro. A essência do evento está justamente nessa integração entre negócios, tecnologia e produção rural&#8221;</em>, destacou.</p>



<p><strong>Show de Rey Vaqueiro também foi cancelado</strong></p>



<p>Com a suspensão da feira, a Prefeitura também cancelou o contrato firmado para a apresentação do cantor Rey Vaqueiro, uma das atrações anunciadas para a edição deste ano.</p>



<p>Segundo Kalugin, o distrato foi realizado de forma consensual e sem prejuízos financeiros ao município. O empresário do artista teria compreendido a situação após ser informado sobre o cancelamento do evento.</p>



<p>O prefeito informou ainda que os recursos destinados à realização da Feira da Soja permanecem vinculados ao projeto e não poderão ser utilizados para outras finalidades. Os valores deverão ser preservados para uma futura edição do evento.</p>



<p><strong>Prefeitura avalia programação alternativa</strong></p>



<p>Apesar da suspensão da Feira da Soja, a administração municipal estuda a realização de uma programação alternativa para movimentar a cidade durante o período. Entre as possibilidades analisadas está a promoção de festividades juninas voltadas ao entretenimento da população.</p>



<p>Enquanto isso, produtores, empresários e moradores já voltam suas atenções para o planejamento da próxima edição da feira, considerada uma das mais importantes vitrines do agronegócio no norte do Tocantins.</p>



<p>O cancelamento da edição de 2026 marca um momento simbólico para Campos Lindos e reflete os desafios enfrentados por um setor que sustenta grande parte da economia local. A ausência do evento neste ano representa não apenas a interrupção de uma tradição, mas também um retrato das dificuldades vividas por uma das regiões mais produtivas do estado.<br><br><em>Por AF Notícias. <br></em><br></p>
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		<item>
		<title>Novo tarifaço dos EUA preocupa agronegócio e acende alerta para perdas nas exportações</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/novo-tarifaco-dos-eua-preocupa-agronegocio-e-acende-alerta-para-perdas-nas-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após os Estados Unidos proporem novas tarifas sobre produtos brasileiros no âmbito de investigações comerciais conduzidas pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR), entidades do agronegócio que podem ser impactadas pela medida passaram a defender que eventuais divergências comerciais sejam tratadas por meio do diálogo e da negociação entre os dois países. No setor sucroenergético, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após os Estados Unidos proporem novas tarifas sobre produtos brasileiros no âmbito de investigações comerciais conduzidas pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR), entidades do agronegócio que podem ser impactadas pela medida passaram a defender que eventuais divergências comerciais sejam tratadas por meio do diálogo e da negociação entre os dois países.</p>



<p>No setor sucroenergético, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e a Bioenergia Brasil afirmaram que a tarifa aplicada pelo Brasil ao etanol importado segue regras do Mercosul e não representa uma medida direcionada aos Estados Unidos. As entidades também destacaram que os americanos mantêm há décadas mecanismos de proteção ao açúcar, com tarifas e cotas que limitam as exportações brasileiras ao mercado norte-americano.</p>



<p>Segundo as associações, o etanol brasileiro é reconhecido internacionalmente pela baixa intensidade de carbono e pela contribuição para a descarbonização dos transportes. O setor defendeu que as divergências sejam tratadas por negociação diplomática, preservando a relação comercial entre os dois países.</p>



<p>No setor cafeeiro, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) avaliou como positiva a exclusão da maior parte dos cafés brasileiros da proposta de tarifa adicional de 25% anunciada pelo Escritório de Comércio dos EUA (USTR).<br><br>De acordo com a entidade, cafés verdes, torrados, descafeinados, extratos e derivados ficaram fora da lista de produtos afetados. A preocupação, porém, permanece sobre o café solúvel brasileiro, que poderá passar da tarifa atual de 10% para 25% caso a medida seja confirmada após 15 de julho de 2026.</p>



<p>A BSCA afirmou que seguirá em contato com autoridades brasileiras e representantes americanos para tentar ampliar a isenção ao café solúvel e evitar impactos em toda a cadeia produtiva do setor. A entidade também ressaltou que a proposta ainda está em fase regulatória e passará por consulta pública até o início de julho.</p>



<p>Já a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) manifestou preocupação com a possibilidade de aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos.</p>



<p>A entidade afirmou que, embora os setores efetivamente impactados ainda estejam em discussão, a proposta gera insegurança para cadeias exportadoras e pode comprometer a competitividade dos produtos brasileiros em um dos principais mercados consumidores do mundo.</p>



<p>Segundo a Peixe BR, medidas que aumentem custos ou criem restrições comerciais devem ser analisadas com cautela, principalmente em um momento em que o Brasil amplia sua presença global na produção de alimentos e no agronegócio. A associação informou ainda que seguirá acompanhando os desdobramentos da proposta e os possíveis impactos para a piscicultura brasileira.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que 25 safras revelam sobre o El Niño na soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/o-que-25-safras-revelam-sobre-o-el-nino-na-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[El niño]]></category>
		<category><![CDATA[safras]]></category>
		<category><![CDATA[Scot Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás. A importância da soja para o Brasil dispensa apresentações. Trata-se da principal cultura agrícola do país, com peso direto na renda do produtor, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Análise de todas as safras de soja desde 2000 mostra que o fenômeno tende a favorecer o vigor das lavouras no Sul, e aumenta o risco climático em Mato Grosso e Goiás.</em><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/cartas/60514/carta-gr%C3%A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%3Cem%3Eel-ni%C3%B1o%3Cem%3E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/cartas/60514/carta-gr%C3%A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%3Cem%3Eel-ni%C3%B1o%3Cem%3E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/share?url=https%3A%2F%2Fwww.scotconsultoria.com.br%2Fnoticias%2Fcartas%2F60514%2Fcarta-gr%25C3%25A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%253Cem%253Eel-ni%25C3%25B1o%253Cem%253E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://t.me/share/url?url=https%3A%2F%2Fwww.scotconsultoria.com.br%2Fnoticias%2Fcartas%2F60514%2Fcarta-gr%25C3%25A3os-e-agricultura---o-que-25-safras-revelam-sobre-o-%253Cem%253Eel-ni%25C3%25B1o%253Cem%253E-na-soja.ht" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.scotconsultoria.com.br/imprimir/noticias/432" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>A importância da soja para o Brasil dispensa apresentações. Trata-se da principal cultura agrícola do país, com peso direto na renda do produtor, na balança comercial, na demanda por fretes, armazenagem, insumos e no funcionamento de boa parte da cadeia do agronegócio. Por isso, qualquer sinal de mudança no clima durante a safra naturalmente ganha atenção.</p>



<p>Nos últimos meses, também não faltaram textos sobre formação de um super&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;no Pacífico. O tema já entrou no radar do mercado, dos produtores e dos analistas, principalmente porque o fenômeno costuma alterar o padrão de chuvas no Brasil durante a primavera e o verão.</p>



<p>O problema é que boa parte da discussão costuma parar na constatação mais óbvia: “<em>El Niño</em>&nbsp;pode afetar a safra”. Isso é verdade, mas diz pouco. A pergunta relevante é outra: afeta onde, de que forma e com que intensidade?</p>



<p>Foi com esse objetivo que esta análise comparou 25 safras de soja, separando anos de&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade, para observar como o vigor das lavouras respondeu nos principais estados produtores do Brasil.</p>



<p><strong>Relembrando rapidamente o que é ENSO</strong></p>



<p>Antes de avançar para os dados, vale relembrar rapidamente o que é o ENSO, sigla usada para descrever as variações de temperatura no Oceano Pacífico equatorial. Quando essa região do oceano fica mais quente que o normal, temos o&nbsp;<em>El Niño</em>. Quando fica mais fria, temos a&nbsp;<em>La Niña</em>. Quando as temperaturas ficam próximas da média, o cenário é considerado neutro.</p>



<p>Essas mudanças na temperatura do Pacífico alteram a circulação atmosférica e, com isso, influenciam o padrão de chuvas e temperaturas em diferentes regiões do Brasil.</p>



<p>De forma geral, anos de&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;costumam estar associados a maior volume de chuvas na região Sul, temperaturas mais elevadas e maior risco de irregularidade das precipitações no Centro-Oeste, além de atraso no início da estação chuvosa e maior risco de seca em áreas do Norte e do Nordeste. A&nbsp;<em>La Niña</em>, por sua vez, tende a provocar efeitos opostos nessas mesmas regiões.</p>



<p>O ponto central, porém, é que o ENSO não determina o que vai acontecer em uma safra específica. Ele altera probabilidades. Em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, por exemplo, é comum chover melhor no Sul, mas isso não impede que alguma região do Rio Grande do Sul enfrente estiagem. Da mesma forma, um&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;não significa, automaticamente, quebra de safra no Centro-Oeste.</p>



<p>Por isso, olhar apenas uma safra pode levar a conclusões erradas. Mas, quando várias safras são comparadas em conjunto, separando anos de&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade, as tendências médias ficam claras.</p>



<p><strong>Método</strong></p>



<p>Para avaliar a relação entre ENSO e vigor das lavouras, a análise utilizou o EVI (<em>Enhanced Vegetation Index</em>, ou Índice de Vegetação Aprimorado), um indicador de sensoriamento remoto usado para medir a saúde, a densidade e o vigor da vegetação. Em termos práticos, quanto maior o EVI, mais verde e ativa tende a estar a lavoura, quanto menor, maior o indício de estresse ou perda de vigor.</p>



<p>O recorte considerou cinco dos principais estados produtores de soja do Brasil: Paraná, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Goiás. Além da relevância produtiva, esses estados têm uma característica importante para este tipo de análise, já possuindo áreas consolidadas de soja no início dos anos 2000, o que permite comparar uma série longa com menor distorção.</p>



<p>Para evitar confundir o efeito do clima com o efeito da abertura de novas áreas agrícolas, a coleta do EVI foi restrita aos talhões que já eram classificados como soja em 2000 e continuaram sendo soja em 2024, segundo o MapBiomas. Ou seja, a comparação foi feita sempre sobre uma base relativamente estável de áreas produtivas, e não sobre regiões que passaram a produzir soja apenas nos anos recentes.</p>



<p>Com isso, a análise observa como o vigor médio dessas mesmas áreas variou ao longo de 25 safras, separando os anos entre&nbsp;<em>El Niño</em>,&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;e neutralidade. O objetivo não é avaliar cada propriedade individualmente, mas identificar se existe um padrão estadual médio de resposta das lavouras aos diferentes cenários do ENSO.</p>



<p>A figura 1 mostra a área estável com soja considerada na análise, com destaque para os estados selecionados.</p>



<p><strong>Figura 1</strong>.&nbsp;<br>Área com soja considerada na análise<br><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos1.png" alt="" width="253" height="428"><br><strong>Fonte:</strong>&nbsp;IBGE, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</p>



<p>O EVI foi analisado nos meses de dezembro e janeiro, fase em que a soja está, em geral, entre o crescimento vegetativo e o enchimento de grãos, período decisivo para a formação da produtividade.</p>



<p>A classificação de cada safra foi feita com base na tabela oficial da NOAA, que acompanha a temperatura do Pacífico equatorial pelo índice ONI, durante o período dezembro-janeiro-fevereiro.</p>



<p>Das 25 safras analisadas, 9 foram de&nbsp;<em>El Niño</em>, 5 neutras e 11 de&nbsp;<em>La Niña</em>. Com essa divisão, foi possível comparar o vigor médio das lavouras em cada cenário climático.</p>



<p><strong>O que os números mostram</strong></p>



<p>A tabela 1 resume o vigor médio da lavoura em cada estado, separado pelos três grupos. Lembre que a escala vai de zero a um, quanto maior, mais verde e saudável estava a lavoura na média daquele grupo de safras.</p>



<p><strong>Tabela 1.</strong>&nbsp;<br>Vigor médio da soja (EVI dez-jan) por estado e grupo ENSO.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Estado</strong></th><th><strong><em>La Niña</em>&nbsp;(n=11)</strong></th><th><strong>Neutro (n=5)</strong></th><th><strong><em>El Niño</em>&nbsp;(n=9)</strong></th><th><strong>Diferença&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;−&nbsp;<em>La Niña</em></strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>RS</strong></td><td>0,466</td><td>0,482</td><td><strong>0,505</strong></td><td>+0,039 (+8%) →&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;favorece o Sul</td></tr><tr><td><strong>PR</strong></td><td>0,600</td><td>0,634</td><td>0,621</td><td>+0,021 (+3%) → sinal fraco</td></tr><tr><td><strong>MS</strong></td><td>0,619</td><td>0,620</td><td>0,600</td><td>−0,019 (−3%) → sinal fraco</td></tr><tr><td><strong>GO</strong></td><td><strong>0,639</strong></td><td>0,590</td><td>0,584</td><td>−0,055 (−9%) →&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;favorece o CO</td></tr><tr><td><strong>MT</strong></td><td><strong>0,650</strong></td><td>0,636</td><td>0,613</td><td>−0,037 (−6%) →&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;favorece o CO</td></tr></tbody></table></figure>



<p><em><strong>Fonte</strong>: NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>Nos dados, o Rio Grande do Sul é o caso mais claro. Em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, o EVI médio ficou em 0,505, em anos de La Niña, caiu para 0,466, diferença de 8,0%. A relação também aparece visualmente na figura 2, em que a tendência entre a intensidade do ENSO e o EVI é positiva, quanto mais aquecido o Pacífico, maior tende a ser o vigor médio da soja no estado.</p>



<p><strong>Figura 2.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, no Rio Grande do Sul. <br><img decoding="async" width="660" height="351" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos2.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>No Centro-Oeste, o sinal muda de direção. Em Mato Grosso, o EVI médio foi maior em anos de&nbsp;<em>La Niña</em>&nbsp;do que em anos de&nbsp;<em>El Niño</em>, 0,650 contra 0,613. A figura 3 mostra essa relação negativa entre o ONI e o EVI, sugerindo que anos de&nbsp;<em>El Niño</em>&nbsp;tendem a estar associados a condições menos favoráveis ao vigor da soja no estado. Esse efeito está ligado à irregularidade das chuvas, a temperaturas elevadas ou à combinação dos dois fatores.</p>



<p><strong>Figura 3.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, em Mato Grosso.<br><img decoding="async" width="660" height="357" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos3.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>No Paraná e Mato Grosso do Sul, o sinal é mais fraco. A diferença entre os grupos climáticos é menor e a relação visual com o ONI aparece menos definida, como mostra a figura 3. Isso sugere que, na média estadual, o ENSO tem influência limitada, possivelmente porque os estados estão em uma zona de transição entre os padrões climáticos do Sul e do Centro-Oeste.</p>



<p><strong>Figura 3.</strong> <br>EVI dez/jan <em>versus</em> intensidade do ENSO, no Mato Grosso do Sul. <br><img loading="lazy" decoding="async" width="660" height="363" src="https://scotconsultoria.com.br/bancoImagensUP/260601-CartaGraos4.png" alt=""><br><em><strong>Fonte:</strong> NASA, Mapbiomas / Elaborado por Scot Consultoria</em></p>



<p>O produtor do Rio Grande do Sul pode trabalhar com a expectativa de uma safra com perfil hídrico mais favorável do que a média, não vai chover em todo lugar, mas a probabilidade joga a favor.</p>



<p>Já o produtor de Mato Grosso e Goiás deve dar atenção redobrada ao risco de veranico no enchimento de grãos. Cuidados como escalonamento da data de semeadura, escolha de variedades mais resistentes a estresse hídrico e atenção à previsão de curto prazo passam a pesar mais. No Paraná e Mato Grosso do Sul, o efeito esperado é mais atenuado e outros fatores, como padrão de chuvas de curto prazo e manejo tendem a pesar mais.</p>



<p>Ressalta-se que as tendências apontadas aqui devem entrar na conta como mais uma informação no planejamento, e não como uma previsão certeira.</p>



<p><em>Por <strong><a href="https://www.scotconsultoria.com.br/noticias/autor-ver/432/lorenzo-cracco/1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lorenzo Cracco</a></strong>/Scot Consultoria. </em></p>
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		<title>Soja encontra suporte na demanda por óleo e na disputa pela originação, apesar de ampla oferta global</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/soja-encontra-suporte-na-demanda-por-oleo-e-na-disputa-pela-originacao-apesar-de-ampla-oferta-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:13:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Óleo]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[supersafra sul-americana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto a supersafra sul-americana amplia a disponibilidade do grão, o fortalecimento das margens de esmagamento e as incertezas climáticas seguem no radar dos investidores O mercado da soja segue sustentado por fatores ligados à demanda por óleo vegetal e à forte competição pela matéria-prima, mesmo diante de um cenário global de ampla oferta. É o [&#8230;]</p>
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<p><em>Enquanto a supersafra sul-americana amplia a disponibilidade do grão, o fortalecimento das margens de esmagamento e as incertezas climáticas seguem no radar dos investidores</em></p>



<p>O mercado da soja segue sustentado por fatores ligados à demanda por óleo vegetal e à forte competição pela matéria-prima, mesmo diante de um cenário global de ampla oferta. É o que aponta o mais recente relatório de Inteligência de Mercado da MerX, que avalia que o viés para os preços no curto prazo permanece altista, enquanto o horizonte de médio prazo é considerado neutro.</p>



<p>Entre os fatores que limitam uma valorização mais intensa da commodity está a confirmação de uma safra recorde na América do Sul. A produção combinada da região deve alcançar 244,3 milhões de toneladas, crescimento de 5,9% em relação ao ciclo anterior. Na Argentina, a colheita avançou para 74,8% da área, com produtividade média de 3,3 toneladas por hectare, o melhor desempenho dos últimos cinco anos.</p>



<p>Além da grande disponibilidade de soja sul-americana, os Estados Unidos também caminham para uma safra promissora. O plantio atingiu 74% da área prevista, acima dos 67% registrados no mesmo período do ano passado e da média histórica de 62%. As condições climáticas seguem favoráveis, reduzindo preocupações com riscos produtivos neste estágio inicial da temporada.</p>



<p>Outro elemento de pressão sobre o mercado continua sendo o elevado nível de estoques norte-americanos. Dados trimestrais apontam volumes recordes tanto nos armazéns das propriedades rurais quanto nas estruturas comerciais, reforçando a percepção de um quadro global de oferta confortável.</p>



<p>Por outro lado, a demanda por óleo de soja continua oferecendo importante sustentação ao complexo. Nos Estados Unidos, os mandatos de biocombustíveis aprovados pela Agência de Proteção Ambiental (EPA) garantem consumo robusto para os próximos anos, enquanto o programa B50 da Indonésia amplia a demanda global por óleos vegetais. Como resultado, as margens de esmagamento permanecem atrativas e incentivam a disputa entre exportadores e indústrias processadoras pela soja disponível.</p>



<p>No Brasil, essa concorrência tem contribuído para a firmeza dos prêmios e do basis. Segundo a MerX, mesmo com a consolidação da supersafra e a estabilidade cambial observada nas últimas semanas, a demanda chinesa continua concentrada no produto brasileiro, sustentando o mercado físico. A consultoria destaca ainda que o avanço dos custos logísticos, impulsionado pela alta do diesel, e os preços elevados dos fertilizantes reforçam a resistência dos produtores em ampliar as vendas.</p>



<p>No cenário internacional, os investidores seguem acompanhando as negociações entre Estados Unidos e China. A visita do presidente Donald Trump a Pequim reacendeu especulações sobre um possível aumento das compras chinesas de soja norte-americana, embora ainda não exista confirmação oficial dos volumes envolvidos. A indefinição mantém o mercado em compasso de espera e limita movimentos mais expressivos nos preços.</p>



<p>O relatório também chama atenção para os riscos climáticos da próxima temporada. Indicadores atmosféricos apontam elevada probabilidade de formação de um evento El Niño durante o ciclo 2026/27, aumentando o risco de estiagens no Sul do Brasil e na Argentina. Caso o cenário se confirme, os contratos da nova safra poderão incorporar um prêmio climático adicional nos próximos meses.</p>



<p>Diante desse conjunto de fatores, a MerX avalia que o mercado da soja segue equilibrado entre uma oferta abundante e uma demanda estruturalmente fortalecida pelo setor de biocombustíveis. No curto prazo, a tendência permanece de sustentação dos preços, enquanto o comportamento da demanda chinesa e a evolução do clima serão determinantes para a direção do mercado na próxima safra.</p>



<p><strong>Sobre a MerX</strong></p>



<p>A MerX é uma agfintech que integra rastreabilidade, crédito e trading para o agronegócio. Com uma plataforma digital que combina inteligência de mercado, serviços financeiros e gestão de contratos, a empresa empodera produtores rurais e cerealistas, promovendo sustentabilidade e eficiência na cadeia produtiva. Para mais informações: <a href="https://merx.tech/">https://merx.tech/</a> <br><br><em>Por Ascom MerX. </em></p>
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		<title>Bloqueio de ponte entre Pedro Afonso e Tupirama preocupa produtores e pode afetar escoamento agrícola na região</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bloqueio-de-ponte-entre-pedro-afonso-e-tupirama-preocupa-produtores-e-pode-afetar-escoamento-agricola-na-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Coapa]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Afonso]]></category>
		<category><![CDATA[Ponte]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato rural de Pedro Afonso]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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		<category><![CDATA[Tupirama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interdição altera logística e amplia preocupação no Médio Norte A interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235/TO, entre Pedro Afonso e Tupirama, realizada na última quarta-feira, 20 de maio, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), acendeu um alerta entre produtores rurais, transportadores e moradores da região. Segundo o DNIT, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Interdição altera logística e amplia preocupação no Médio Norte</em></p>



<p>A interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235/TO, entre Pedro Afonso e Tupirama, realizada na última <strong>quarta-feira, 20 de maio</strong>, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), acendeu um alerta entre produtores rurais, transportadores e moradores da região.</p>



<p>Segundo o DNIT, a decisão foi tomada de forma preventiva após vistoria técnica identificar manifestações estruturais que exigem avaliação aprofundada. O órgão informou que ainda realiza estudos e inspeções para definir as causas e as medidas necessárias para recuperação da estrutura.</p>



<p>Como alternativa, o DNIT definiu um novo trajeto para circulação entre os municípios: seguir pela <strong>BR-153 até Guaraí</strong>, acessar a <strong>TO-239 em direção a Tupiratins</strong>, realizar a <strong>travessia por balsa até Itaperatins</strong>, seguir pela <strong>TO-239 passando por Itacajá</strong>, continuar pela <strong>BR-010 até Santa Maria do Tocantins</strong> e acessar a <strong>TO-010 no sentido de Pedro Afonso</strong>. O órgão também informou que estuda ampliar a operação de balsas para reduzir os impactos.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="733" class="wp-image-23718" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a.webp 573w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2f5d9dc7-f6d6-435e-af5f-b49d5c25ac5a-300x220.webp 300w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>(Foto: DNIT).</em></p>



<p><strong>Mobilidade e serviços essenciais já sentem reflexos</strong></p>



<p>Os efeitos da interdição já começam a aparecer na rotina da população. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram pacientes sendo transportados em pequenas embarcações improvisadas para cruzar o Rio Tocantins.</p>


<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DYnRoCDO3Cn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DYnRoCDO3Cn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por Tocantins Rural / Notícias &amp; Agro (@tocantinsrural)</a></p>
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</blockquote>
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<p>Diante da situação, o governador Wanderlei Barbosa determinou medidas emergenciais para apoiar a região, entre elas a mobilização de embarcações e manutenção das rotas alternativas.</p>



<p>Segundo o Governo do Estado, equipes da Ageto já iniciaram trabalhos nas estradas utilizadas como desvio para evitar o isolamento de moradores de Pedro Afonso, Tupirama, Bom Jesus do Tocantins e municípios vizinhos.</p>



<p><strong>Agro teme aumento de custos e atraso na próxima safra</strong></p>



<p>Para o setor produtivo, a principal preocupação está nos impactos sobre logística, abastecimento e competitividade.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="666" class="wp-image-23716" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1.webp 1280w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Foto-3-Simone-Sandri-Presidente-do-Sindicato-Rural-de-Pedro-Afonso-1-1140x760.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>Simone Sandri, Presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso</em></p>



<p>A presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, Simone Sandri, afirma que os efeitos já atingem produtores, trabalhadores e empresas que dependem da travessia.</p>



<p><em>“A interdição da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, que liga os municípios de Tupirama e Pedro Afonso, representa um duro golpe para toda a região. Os prejuízos já começam a ser sentidos diretamente pela população, pelos produtores rurais, transportadores, comerciantes e trabalhadores que dependem diariamente dessa ligação. O desvio imposto aumenta significativamente as distâncias, eleva os custos logísticos, atrasa o transporte de insumos e o escoamento da produção agrícola, além de comprometer o abastecimento e a mobilidade regional”, afirma.</em></p>



<p>Ela também destaca que a estrutura é estratégica para o agronegócio regional.</p>



<p><em>“A ponte é considerada estratégica para o agronegócio tocantinense, especialmente para o escoamento de grãos, transporte de defensivos, fertilizantes, máquinas agrícolas e circulação de trabalhadores do setor produtivo. Sua paralisação afeta diretamente a economia regional e coloca em risco a competitividade do agro no Médio Norte do Tocantins”, completa.</em></p>



<p><strong>FAET e entidades rurais pedem resposta rápida</strong></p>



<p>Em nota, o Sistema FAET/SENAR e o Sindicato Rural de Pedro Afonso afirmaram que compreendem a necessidade da interdição por segurança, mas alertam para os impactos em um período importante para o escoamento da safra.</p>



<p>Segundo as entidades, <strong>mais de 100 carretas utilizam diariamente a travessia para transporte de grãos, insumos e mercadorias</strong>. A FAET informou ainda que acionou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para acompanhar o caso e buscar medidas emergenciais junto ao Governo Federal.</p>



<p><strong>COAPA alerta para exportação e aumento do frete</strong></p>



<p>Com sede em Pedro Afonso e atuação em 21 municípios, a COAPA avalia que o bloqueio afeta diretamente a competitividade da produção regional.<br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1265" class="wp-image-23717" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38.webp 1265w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-237x300.webp 237w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-810x1024.webp 810w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-768x971.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1214x1536.webp 1214w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-750x949.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-10.14.38-1140x1442.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><br><em>Presidente da Coapa, Ricardo Khouri. </em></p>



<p>Para o presidente da cooperativa, Ricardo Khouri, existe preocupação imediata com os grãos armazenados na margem direita do Rio Tocantins que ainda precisam seguir até Palmeirante para embarque ferroviário com destino à exportação.</p>



<p><em>“Essas empresas que compram nossa produção trabalham com uma cadeia logística muito bem dimensionada e, diante de um gargalo tão sério como esse, existe o risco de renegociação e desvalorização do produto produzido aqui na região, porque aumenta o custo para ele chegar ao mercado consumidor”, afirma.</em></p>



<p>Khouri também alerta para impactos na próxima safra.</p>



<p><em>“Dificulta a chegada dos insumos para a próxima safra de verão. Fertilizantes, sementes e produtos químicos dependem dessa logística. O que a gente espera é que sejam colocadas balsas capazes de transportar grandes caminhões o mais rápido possível”, destaca.</em></p>



<p>Segundo a estimativa da cooperativa, o novo trajeto adiciona cerca de 120 a 130 quilômetros ao percurso e pode elevar o custo logístico entre R$ 8 e R$ 10 por tonelada transportada.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova etapa da TO-134 fortalece logística e escoamento agrícola no Bico do Papagaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bico do Papagaio]]></category>
		<category><![CDATA[escoamento agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura rodoviária]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), deu mais um importante passo para fortalecer a infraestrutura rodoviária do estado com a abertura do processo licitatório para implantação da Rodovia TO-134, no trecho entre Axixá e o povoado de Jatobal, no município de Praia Norte, na região do Bico do Papagaio. Com investimento de aproximadamente [&#8230;]</p>
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<p>A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), deu mais um importante passo para fortalecer a infraestrutura rodoviária do estado com a abertura do processo licitatório para implantação da Rodovia TO-134, no trecho entre Axixá e o povoado de Jatobal, no município de Praia Norte, na região do Bico do Papagaio. Com investimento de aproximadamente R$ 43 milhões, os recursos serão destinados à implantação e pavimentação do trecho.</p>



<p>A obra contempla uma extensão de 27,23 km e representa um avanço histórico para a mobilidade, segurança viária e desenvolvimento econômico da região, beneficiando diretamente produtores rurais, comerciantes, estudantes e toda a população que utiliza a rodovia diariamente.&nbsp;<br><br>A licitação será realizada na modalidade Concorrência Eletrônica nº 90017/2026, com abertura marcada para o dia 24 de junho de 2026, às 10 horas, por meio da plataforma oficial do Governo Federal.</p>



<p>O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, reforça o compromisso da gestão estadual com os investimentos em infraestrutura e desenvolvimento regional. “Nosso governo segue trabalhando para levar desenvolvimento a todas as regiões do Tocantins. Essa obra é fundamental para melhorar o acesso, fortalecer a economia local e garantir mais dignidade para a população”.  <br><br>O presidente da Ageto, Túlio Labre, destaca a importância estratégica da obra para o fortalecimento da malha viária estadual e a qualidade de vida da população. “Essa é uma obra aguardada há muitos anos pelos moradores da região. A implantação da TO-134 representa mais segurança, mais desenvolvimento e melhores condições de trafegabilidade para quem vive e trabalha no Bico do Papagaio”, afirma. <br><br><strong>Infraestrutura na TO-405 </strong><br><br>O Governo do Tocantins também avança nas ações de infraestrutura da TO-405, ampliando os investimentos em obras rodoviárias que contribuem para o crescimento econômico e integração regional. Para este trecho, está prevista para iniciar esta semana a fase de elaboração dos projetos de pavimentação da rodovia, marcando mais uma importante etapa para o desenvolvimento da região.<br><br><em>Por Hérica Valim/Governo do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Mais CO2 e calor podem impulsionar produção de soja, mas reduzir qualidade alimentar</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mais-co2-e-calor-podem-impulsionar-producao-de-soja-mas-reduzir-qualidade-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa alerta que mudanças climáticas tendem a aumentar rendimento das lavouras enquanto diminuem nutrientes do grão De acordo com os cientistas, os grãos produzidos sob esse cenário apresentaram redução de 20% no teor de amido e queda de 6% na quantidade de proteína. Em contrapartida, houve aumento de 175% no teor de aminoácidos. O coordenador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Pesquisa alerta que mudanças climáticas tendem a aumentar rendimento das lavouras enquanto diminuem nutrientes do grão</em></p>



<p>De acordo com os cientistas, os grãos produzidos sob esse cenário apresentaram redução de 20% no teor de amido e queda de 6% na quantidade de proteína. Em contrapartida, houve aumento de 175% no teor de aminoácidos.</p>



<p>O coordenador do Lafieco, Marcos Buckeridge, afirma que os resultados acendem um alerta para a nutrição animal, já que a soja é uma das principais fontes proteicas utilizadas na alimentação de rebanhos.</p>



<p>“Essa proteína diminui nos cenários drásticos de mudanças climáticas. Além disso, o grão perde amido, o que significa menos energia”, resume o pesquisador</p>



<p><strong>Efeito do CO2 sobre a planta surpreendeu pesquisadores</strong></p>



<p>Segundo o estudo, o aumento do CO2 atmosférico tende a estimular o crescimento das plantas e aumentar a produção de sementes. Além disso, o gás também ajuda a reduzir os efeitos da seca, já que provoca fechamento parcial dos estômatos das folhas, diminuindo a perda de água.</p>



<p>Os pesquisadores afirmam que o comportamento da soja diante da combinação dos três fatores surpreendeu a equipe.</p>



<p>“Eu esperava que os três fatores de estresse se anulassem e o crescimento da planta não se alterasse muito. Me surpreendeu o fato de ela crescer mais sob três fatores de pressão”, afirmou Buckeridge.</p>



<p>Apesar do aumento na produção, os cientistas observaram que a planta passa a direcionar mais carbono para fibras estruturais, como celulose e hemicelulose, reduzindo o teor de amido no grão.</p>



<p><strong>Inteligência artificial ajudou a prever impactos</strong></p>



<p>O estudo utilizou dados obtidos em experimentos controlados com soja submetida a condições de seca, calor e aumento de CO2. Com essas informações, ferramentas de inteligência artificial foram usadas para prever o comportamento da planta diante do chamado “triplo impacto”.</p>



<p>Os testes foram realizados em câmaras especiais que simulavam concentração elevada de dióxido de carbono, aumento de temperatura em até 5°C e redução da irrigação.</p>



<p>Os pesquisadores utilizaram um cultivar da Embrapa, o MG/BR-46 (Conquista), amplamente estudado para simulações de seca em condições semelhantes às do campo.</p>



<p><strong>Próximo passo será identificar genes ligados à adaptação</strong></p>



<p>Agora, o grupo pretende identificar quais genes estão relacionados às respostas da soja aos diferentes fatores de estresse climático. O objetivo é desenvolver plantas mais adaptadas às mudanças climáticas, sem perda significativa de proteína e energia nos grãos.</p>



<p>Os pesquisadores também querem aplicar a metodologia em outras culturas agrícolas, como a cana-de-açúcar, para aprimorar modelos de previsão dos impactos climáticos sobre a produção agrícola mundial.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Mercado de soja encontra suporte em custos e derivados apesar da pressão de oferta </title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mercado-de-soja-encontra-suporte-em-custos-e-derivados-apesar-da-pressao-de-oferta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de soja]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estoques recordes nos Estados Unidos e safras robustas na América do Sul pressionam o mercado, enquanto custos elevados, valorização do óleo de soja e margens de esmagamento sustentam os preços O mercado global de soja mantém viés altista no curto e médio prazo, mesmo diante de um cenário de ampla disponibilidade de grãos. A avaliação [&#8230;]</p>
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<p><em>Estoques recordes nos Estados Unidos e safras robustas na América do Sul pressionam o mercado, enquanto custos elevados, valorização do óleo de soja e margens de esmagamento sustentam os preços</em></p>



<p>O mercado global de soja mantém viés altista no curto e médio prazo, mesmo diante de um cenário de ampla disponibilidade de grãos. A avaliação consta no Relatório de Inteligência de Mercado da Soja, divulgado esta semana pela <strong>MerX</strong>, que destaca a combinação entre custos elevados de produção, dinâmica do óleo de soja e fatores geopolíticos como elementos de sustentação das cotações.</p>



<p>Entre os principais vetores altistas está o desempenho do óleo de soja, que mantém trajetória de valorização expressiva ao longo do ano, com preços próximos a US$ 72, ante cerca de US$ 50 no início do período. Segundo o relatório, esse movimento está diretamente relacionado ao cenário geopolítico no Oriente Médio e à alta do petróleo, fatores que sustentam as margens de esmagamento em nível global e intensificam a disputa entre esmagadores e exportadores pelo grão disponível .</p>



<p>Do lado da oferta, o cenário permanece pressionado. Nos Estados Unidos, os estoques atingiram níveis recordes, com volumes on-farm de 24,5 milhões de toneladas e off-farm de 32,8 milhões de toneladas, reforçando a percepção de abundância global. Na América do Sul, tanto Brasil quanto Argentina contribuem para esse quadro, com safras robustas e rendimentos acima da média recente.</p>



<p>No Brasil, a colheita alcança 88,1% da área, próxima à média histórica, com destaque para rendimentos elevados na maior parte das regiões produtoras. No entanto, as condições climáticas seguem como fator de atenção, especialmente no Sul e em partes do Centro-Oeste, onde as chuvas têm dificultado o avanço das operações e elevado o risco de deterioração da qualidade dos grãos, com impacto potencial sobre os padrões de exportação e os prêmios no mercado físico.</p>



<p>Na Argentina, a colheita avança mais lentamente, atingindo 10,2% da área, abaixo da média histórica. Ainda assim, os rendimentos iniciais indicam produtividade superior à dos últimos anos, e as condições climáticas permanecem favoráveis, sustentando a expectativa de uma safra robusta e com baixo risco produtivo.</p>



<p>No mercado internacional, o fluxo comercial segue influenciado pela demanda chinesa. Desde o início de 2026, a China já adquiriu cerca de 11,5 milhões de toneladas de soja americana, frente a uma meta de 25 milhões de toneladas para o ano, mantendo o país como importante direcionador dos fluxos globais.</p>



<p>No mercado físico brasileiro, a supersafra segue pressionando as origens, enquanto fatores como câmbio apreciado, aumento dos custos logísticos — especialmente do diesel — e disputa entre esmagadores e exportadores contribuem para sustentar o basis. O relatório destaca que o encarecimento do diesel, com alta próxima de 40%, tem impacto direto sobre os fretes e a formação de preços no interior.</p>



<p>De forma geral, a análise indica que, apesar da pressão estrutural da oferta, o mercado de soja permanece sustentado por fatores externos e pela dinâmica do complexo soja, com destaque para o óleo — variável-chave para as margens de esmagamento e para a formação de preços no curto e médio prazo.</p>



<p><strong>Sobre a MerX</strong></p>



<p>A MerX é uma agfintech que integra rastreabilidade, crédito e trading para o agronegócio. Com uma plataforma digital que combina inteligência de mercado, serviços financeiros e gestão de contratos, a empresa empodera produtores rurais e cerealistas, promovendo sustentabilidade e eficiência na cadeia produtiva. Para mais informações: <a href="https://merx.tech/">https://merx.tech/</a>&nbsp;</p>



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