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	<title>Tecnologia Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Tecnologia Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Agrotins 2026 promete feira mais tecnológica do Norte com Wi-Fi ampliado e monitoramento digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agrotins 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última segunda-feira, 30, a Agência de Tecnologia da Informação (ATI), apresentou uma estrutura robusta e moderna de conectividade de alta densidade, segurança inteligente 360º e blindagem cibernética, com suporte técnico 24 horas, para assegurar o funcionamento contínuo dos serviços institucionais na Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins).  A solução foi desenhada para garantir [&#8230;]</p>
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<p>Nesta última segunda-feira, 30, a Agência de Tecnologia da Informação (ATI), apresentou uma estrutura robusta e moderna de conectividade de alta densidade, segurança inteligente 360º e blindagem cibernética, com suporte técnico 24 horas, para assegurar o funcionamento contínuo dos serviços institucionais na Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins). </p>



<p>A solução foi desenhada para garantir conectividade contínua aos visitantes, expositores, bem como às equipes técnicas, operacionais e administrativas do Governo do Tocantins. A infraestrutura preparada pela ATI inclui&nbsp;<em>backbone</em>&nbsp;de fibra óptica distribuído por toda a área da feira, rede cabeada dedicada aos órgãos governamentais,<em>&nbsp;switches</em>&nbsp;gerenciáveis,&nbsp;<em>VLANs</em>&nbsp;segmentadas por setor e internet de alta disponibilidade. Também estão previstos mais pontos de acesso Wi-Fi institucional, com gestão inteligente de banda, além de monitoramento em tempo real dos equipamentos e da rede.</p>



<p>No campo da segurança, a ATI vai operar um total de 25 câmeras de monitoramento, com capacidade de reconhecimento facial e leitura automática de placas,&nbsp;<em>firewall</em>, filtragem de tráfego e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O&nbsp;<em>Network Operation Center (</em>NOC) é um Centro de Operações que vai permanecer ativo 24 horas por dia, com suporte técnico presencial durante toda a feira, reforçando o controle de acessos, a integridade dos sistemas e a resposta a eventuais incidentes.</p>



<p>O presidente da ATI, Alírio Félix, explicou que a presença da pasta na Agrotins vai muito além da infraestrutura física. “Levamos segurança digital, conectividade confiável e suporte técnico de excelência para que visitantes, expositores e todos os órgãos do Governo do Tocantins estejam conectados e protegidos durante o evento. A atuação da ATI na Agrotins 2026 evidencia o compromisso do Estado com inovação, eficiência e proteção da informação, fortalecendo o ambiente institucional que apoia o desenvolvimento do agronegócio no território tocantinense”, ressaltou.</p>



<p>O superintendente de Infraestrutura e Serviços de Tecnologia da Informação, Anderson Menezes, destacou que o Governo leva os avanços da transformação digital do Estado para uma das maiores vitrines do agronegócio do Norte do Brasil, com foco em estabilidade operacional, proteção de dados e apoio às equipes governamentais.</p>



<p>“Estamos preparando uma estrutura robusta e moderna, com solução desenhada para garantir conectividade contínua, segurança inteligente 360º e blindagem cibernética. Com essa estrutura, o governo pretende assegurar alta disponibilidade dos serviços, apoiar a circulação de informações e contribuir para uma realização cada vez mais organizada e segura da feira”, reiterou o superintendente.</p>



<p>O diretor de Agrotecnologia, Tecnologias Sociais e Sociobiodiversidade da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Fernando Garcia, pontuou que o sistema de monitoramento integrado das forças policiais amplia a segurança para os expositores e visitantes.</p>



<p>“A Agrotins é uma feira já consolidada nacionalmente com uma estrutura grandiosa com mais de mil expositores. Nesta 26ª edição estamos reforçando a segurança em sistema integrado. E uma das novidades é a câmara de reconhecimento facial, ampliando ainda mais a segurança geral da feira e, este ano contaremos também com uma internet melhor, o que pode facilitar na comunicação e comercialização dos expositores e visitantes”, ressaltou o diretor.</p>



<p>O encontro contou com a presença da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins.&nbsp;</p>



<p><strong>Agrotins 2026</strong></p>



<p>A 26ª edição da Agrotins será realizada de 12 a 16 de maio, no Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Mendanha, em Palmas. O evento soma uma área total de 700 mil m² onde serão abrigados expositores, órgãos públicos, instituições e o público visitante de vitrines de grãos e insumos, expositores de máquinas gigantes, tecnologias de ponta e animais, além do pavilhão da agricultura familiar, entre outras dependências que movimentam o agronegócio do Tocantins.</p>



<p><em>Por Cleide Veloso/Governo do Tocantins.</em></p>



<p></p>
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		<title>Lagoa da Confusão lidera produção de arroz e reforça força das várzeas tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 12:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), celebra a consolidação do estado como principal produtor de arroz da Região Norte do Brasil. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam a liderança tocantinense na rizicultura irrigada, com municípios do estado ocupando as primeiras posições no ranking regional. O secretário de Estado [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), celebra a consolidação do estado como principal produtor de arroz da Região Norte do Brasil. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam a liderança tocantinense na rizicultura irrigada, com municípios do estado ocupando as primeiras posições no ranking regional.</p>



<p>O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, destaca que o resultado é fruto de planejamento, tecnologia e parceria com o setor produtivo. “O Tocantins mostra, mais uma vez, a força do seu agronegócio. Essa liderança na produção de arroz é resultado do investimento contínuo do Governo do Tocantins em tecnologia, manejo eficiente e políticas públicas que fortalecem o produtor rural. Estamos falando de geração de renda, segurança alimentar e desenvolvimento regional”, afirma.</p>



<p>Dados do IBGE revelam que, entre os 20 maiores municípios produtores da região, o&nbsp;<em>Top 4</em>&nbsp;é inteiramente tocantinense: Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Pium e Dueré lideram o ranking, reafirmando a vocação do Estado para a rizicultura irrigada.</p>



<p><strong>O quadrilátero de ouro do arroz</strong></p>



<p>A liderança é puxada por Lagoa da Confusão, que deve produzir cerca de 299 mil toneladas em 2026. Somados, os quatro primeiros municípios, que também incluem Formoso do Araguaia, Cristalândia e Dueré, demonstram a força do sistema de produção em várzeas tropicais.</p>



<p>De acordo com o boletim da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de janeiro de 2026, a produção estimada de arroz irrigado para a safra atual no estado é de 612,06 mil toneladas.</p>



<p><strong>Diferencial: ganho de produtividade</strong></p>



<p>Mais do que a extensão de área, o que tem feito a diferença no campo é o investimento em tecnologia e manejo. O boletim da Conab aponta crescimento na eficiência produtiva: a produtividade média do arroz irrigado no Tocantins saltou de 6.060 kg/ha na safra 2024/2025 para estimativa de 6.358 kg/ha na safra 2025/2026.</p>



<p>No principal município produtor, Lagoa da Confusão, a produtividade estimada chega a 6.420 kg/ha, reflexo direto do uso de sementes de qualidade e do monitoramento mais eficiente das lavouras, permitindo otimização no uso da água e de insumos.</p>



<p>O engenheiro agrônomo da Seagro, Thadeu Teixeira Júnior, responsável pela análise técnica do levantamento, avalia que os resultados refletem um avanço consistente do setor no Estado. “A evolução dos índices produtivos demonstra maturidade técnica. O próximo passo é garantir equilíbrio entre custo de produção e preço de mercado, assegurando sustentabilidade econômica à atividade”, afirmou.</p>



<p><strong>Desafios e mercado</strong></p>



<p>Apesar de uma redução pontual na área plantada de arroz irrigado nesta safra, com parte da área migrando para soja e milho, produtores que investem em qualidade e agregação de valor demonstram otimismo com a rizicultura.</p>



<p>Com o suporte de programas estaduais como o<em>&nbsp;Mesa Farta</em>, destinado à distribuição de sementes de grãos e hortaliças para a agricultura familiar, o Tocantins garante não apenas o abastecimento comercial de grandes indústrias, mas também a segurança alimentar local, reafirmando que a combinação de tradição, tecnologia e gestão estratégica é o motor do agronegócio no Norte do país.</p>



<p><em>Por Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Internet via Starlink será monitorada no Tocantins como ferramenta contra crimes ambientais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/internet-via-starlink-sera-monitorada-no-tocantins-como-ferramenta-contra-crimes-ambientais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de janeiro de 2026, usuários da empresa Starlink localizados no Tocantins e demais estados da Amazônia Legal deverão apresentar dados de identificação obrigatórios para aquisição ou reativação de terminais de internet via satélite. A exigência está prevista em um termo de compromisso firmado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a empresa de [&#8230;]</p>
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<p>A partir de janeiro de 2026, usuários da empresa Starlink localizados no Tocantins e demais estados da Amazônia Legal deverão apresentar dados de identificação obrigatórios para aquisição ou reativação de terminais de internet via satélite. A exigência está prevista em um termo de compromisso firmado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a empresa de tecnologia, com o objetivo de prevenir o uso da conectividade em atividades ilegais, como o garimpo em áreas protegidas.</p>



<p>O Tocantins, embora não concentre as maiores áreas de garimpo do país, está inserido na Amazônia Legal. A iniciativa busca ampliar a rastreabilidade e o controle sobre o uso dos equipamentos em territórios sensíveis, como terras indígenas e unidades de conservação, inclusive aquelas localizadas em território tocantinense.</p>



<p>O acordo, classificado pelo MPF como “pioneiro”, estabelece que a Starlink deverá fornecer às autoridades, mediante requisição, dados cadastrais e de localização de equipamentos suspeitos de uso em práticas criminosas. Caso confirmada a utilização em garimpos ilegais, a empresa deverá bloquear o terminal e encerrar o contrato vinculado ao CPF investigado. A medida também vale para equipamentos utilizados no Tocantins.</p>



<p>Além disso, o documento prevê a transferência facilitada de terminais apreendidos durante operações de fiscalização para órgãos públicos, como a Polícia Federal e órgãos ambientais, sem necessidade de processos judiciais ou administrativos complexos.</p>



<p>Assinado pela representante da Starlink, Patrícia Helena Marta Martins, e pelo procurador da República André Porreca, o termo tem validade inicial de dois anos, podendo ser renovado. O compromisso é resultado de um inquérito civil instaurado pelo MPF para investigar o uso de internet via satélite no suporte logístico ao garimpo ilegal. Com o cumprimento das medidas, o procedimento será arquivado.</p>



<p>Para o MPF, a conectividade que antes facilitava a exploração ilegal de áreas remotas da Amazônia, agora também passa a ser acompanhada de medidas de responsabilidade ambiental e legal.<br><br><em>Por ESTADÃO. </em></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia digital impulsiona a produção agropecuária no Matopiba</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tecnologia-digital-impulsiona-a-producao-agropecuaria-no-matopiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 15:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adoção de tecnologias digitais e práticas sustentáveis está promovendo uma transformação na produção de alimentos e biocombustíveis no Matopiba, região que abrange áreas do Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A modernização do setor agrícola tem impulsionado o crescimento da produção, consolidando a região como um dos principais polos do agronegócio [&#8230;]</p>
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<p>A adoção de tecnologias digitais e práticas sustentáveis está promovendo uma transformação na produção de alimentos e biocombustíveis no Matopiba, região que abrange áreas do Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A modernização do setor agrícola tem impulsionado o crescimento da produção, consolidando a região como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.</p>



<p>Nos últimos 20 anos, a produção de soja no Matopiba quintuplicou, refletindo o avanço das tecnologias aplicadas ao campo. Soluções digitais voltadas para a otimização de processos, assistência técnica e planejamento estratégico têm permitido ganhos de produtividade e redução de impactos ambientais. Além das culturas tradicionais, como soja, milho e algodão, a diversificação agrícola tem ganhado espaço, incentivando o cultivo de espécies como a mamona, com grande potencial para o mercado de biocombustíveis.</p>



<p>O desenvolvimento da agricultura regenerativa é um dos pilares dessa evolução, com práticas que incluem rotação de culturas, uso de bioinsumos e fertilizantes sustentáveis. Essas estratégias não apenas aumentam a produtividade, mas também favorecem a recuperação do solo e a redução da dependência de fertilizantes químicos.</p>



<p>A incorporação de ferramentas tecnológicas tem possibilitado um monitoramento preciso da produção, permitindo que os agricultores otimizem a gestão das lavouras e tomem decisões estratégicas com base em dados. Soluções de agricultura de precisão, softwares de gestão e plataformas de análise climática estão entre as inovações que contribuem para uma produção mais eficiente e sustentável.</p>



<p>Além disso, alternativas de financiamento, como o barter (troca de insumos por colheitas futuras), têm facilitado o acesso dos produtores a novas tecnologias, promovendo maior estabilidade financeira e segurança no planejamento das safras.</p>



<p>A mamona, tradicionalmente cultivada no Nordeste, ressurge como uma cultura estratégica no Matopiba, impulsionada pelo crescimento da demanda por biocombustíveis. Com baixa exigência hídrica e capacidade de recuperar solos degradados, a cultura tem se destacado como uma opção viável para diversificação da produção. Além de contribuir para a sustentabilidade das propriedades, o cultivo da mamona gera novas oportunidades econômicas para os agricultores da região.</p>



<p>Apesar do avanço tecnológico, a expansão da produção no Matopiba enfrenta desafios estruturais. A infraestrutura de transporte e logística ainda apresenta limitações, dificultando o escoamento da produção. Investimentos em rodovias, ferrovias e terminais hidroviários têm sido discutidos como alternativas para melhorar a competitividade da região.</p>



<p>Outro desafio relevante é a necessidade de equilibrar o crescimento agrícola com a preservação ambiental. A região está inserida majoritariamente no bioma Cerrado, exigindo práticas de manejo responsável para garantir a sustentabilidade da produção. Muitas propriedades têm adotado estratégias alinhadas ao Código Florestal, promovendo o uso eficiente da terra e a conservação dos recursos naturais.</p>



<p>A ampliação das práticas de agricultura regenerativa e o avanço da digitalização no campo devem continuar moldando o futuro do agronegócio no Matopiba. Com investimentos em tecnologia, infraestrutura e capacitação, a região se consolida como um dos principais motores do crescimento agropecuário no Brasil, aliando produtividade e sustentabilidade em um cenário de constante evolução.</p>



<p><em>Por Pensar Agro. </em></p>
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		<title>Em Paraíso do Tocantins, 5ª edição do Show Tecnológico do Cerrado apresenta tecnologias e tendências de mercado para o agronegócio tocantinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 19:06:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O 5º Show Tecnológico do Cerrado, realizado no dia 30 de janeiro de 2025, no Entreposto da Frísia Cooperativa Agroindustrial, em Paraíso do Tocantins, reuniu produtores rurais, especialistas e empresas do setor para apresentação das principais tendências e tecnologias do agronegócio. O evento, promovido pela Cooperativa Frísia em parceria com a Fundação ABC, superou as [&#8230;]</p>
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<p>O 5º Show Tecnológico do Cerrado, realizado no dia 30 de janeiro de 2025, no Entreposto da Frísia Cooperativa Agroindustrial, em Paraíso do Tocantins, reuniu produtores rurais, especialistas e empresas do setor para apresentação das principais tendências e tecnologias do agronegócio. O evento, promovido pela Cooperativa Frísia em parceria com a Fundação ABC, superou as expectativas de público e inovação, consolidando-se como um dos mais importantes encontros do setor na região.</p>



<p>Com uma programação diversificada, a edição deste ano trouxe discussões sobre produtividade e sustentabilidade no campo. Os participantes acompanharam palestras de especialistas renomados, como Matheus Pereira, analista de mercado e fundador da PÁTRIA AgroNegócios, além de paineis temáticos interativos sobre manejo de solos, produção de forragens e sistemas agrícolas.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="675" class="wp-image-10989" style="width: 900px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-scaled.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-scaled.webp 2560w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-300x225.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-1024x768.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-768x576.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-1536x1152.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-2048x1536.webp 2048w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-750x563.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-1140x855.webp 1140w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>



<p>“O evento é fundamental para nossos cooperados e para a agricultura do Tocantins, pois traz pesquisas e soluções que auxiliam na tomada de decisões”, destacou o diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus. Ele ressaltou que, por meio da parceria com a Fundação ABC e outras cooperativas, as informações geradas podem ser aplicadas diretamente no campo, aumentando a eficiência e os resultados. “Investir em conhecimento e pesquisa sempre fez parte da cooperativa, e contar com um órgão de pesquisa aqui no Tocantins é de extrema importância”, afirmou.</p>



<p><strong>Inovações e tecnologia para o campo</strong></p>



<p>As dinâmicas de campo e exposições trouxeram uma visão prática sobre as mais recentes tecnologias do setor. Foram apresentados novos modelos de manejo do solo, estratégias para o aumento da produtividade e ferramentas digitais para otimização da gestão agrícola. Empresas do setor também participaram, expondo soluções inovadoras capazes de transformar a produção rural no Cerrado.<br><br><img decoding="async" width="900" height="600" class="wp-image-10990" style="width: 900px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3.webp 1600w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-1024x682.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-1536x1023.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-3-1140x760.webp 1140w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>



<p>“As inovações apresentadas no evento mostram o compromisso da Frísia em levar tecnologia e conhecimento aos produtores. Nosso objetivo é oferecer soluções que tornem a produção mais eficiente e sustentável, garantindo maior produtividade e assertividade na gestão agrícola”, destacou o gerente executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti.</p>



<p>Ele também ressaltou a importância da participação dos expositores, que incluíram fabricantes de máquinas agrícolas, insumos, plataformas de gestão no campo, instituições de crédito rural e imobiliárias especializadas no mercado fundiário, ampliando as oportunidades para os produtores da região.</p>



<p><strong>Comemoração do Centenário da Frísia</strong></p>



<p>O evento marcou o início das comemorações pelos 100 anos da Frísia no Brasil. Presente no Tocantins desde 2016, a Cooperativa reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio regional durante uma cerimônia especial, destacando a importância da colaboração entre produtores e instituições de pesquisa para o avanço sustentável do setor.<br><br><img decoding="async" width="900" height="600" class="wp-image-10991" style="width: 900px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-scaled.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-scaled.webp 2560w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-1024x683.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-1536x1024.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-2048x1365.webp 2048w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Divulgacao-Kiw-Assessoria-1-compressed-1140x760.webp 1140w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>



<p>“O cooperativismo, que começou no Paraná em 1925, chegou ao Tocantins em 2016 e segue como um pilar para o desenvolvimento do setor”, afirmou Renato Greidanus.<br><br>Para ele, a comemoração do centenário não se trata apenas da história da cooperativa, mas também da valorização da pesquisa e da inovação como ferramentas fundamentais para fortalecer os produtores. “É um orgulho iniciar essas festividades aqui, reafirmando nosso compromisso em levar conhecimento e cooperação para o campo”, concluiu.</p>



<p><em>Por Ascom Frísia. </em></p>
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		<title>Pequenos produtores apostam em tecnologia para Impulsionar o Agronegócio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pequenos-produtores-apostam-em-tecnologia-para-impulsionar-o-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 11:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenos Produtores]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Tocantins, a união entre tecnologia e sustentabilidade está transformando a realidade dos produtores no campo. Os pequenos empreendedores têm adotado inovações nos negócios para aumentar a produtividade e conquistar novos mercados, destacando-se em um setor cada vez mais exigente. Bruno Vieira, gerente do&#160;Sebrae Tocantins, explica que a instituição desempenha um papel fundamental ao fornecer ferramentas necessárias para [&#8230;]</p>
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<p>No Tocantins, a união entre tecnologia e sustentabilidade está transformando a realidade dos produtores no campo. Os pequenos empreendedores têm adotado inovações nos negócios para aumentar a produtividade e conquistar novos mercados, destacando-se em um setor cada vez mais exigente.</p>



<p>Bruno Vieira, gerente do&nbsp;<a href="https://to.agenciasebrae.com.br/arquivo/inovacoes-tecnologicas-impulsionam-o-mercado-agropecuario-no-tocantins/">Sebrae Tocantins</a>, explica que a instituição desempenha um papel fundamental ao fornecer ferramentas necessárias para que os produtores compreendam como novas tecnologias podem ser aplicadas no dia a dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&nbsp;“Nosso objetivo é apoiar os pequenos produtores na adoção de tecnologias que aumentem a produtividade e melhorem a gestão, além de promover práticas sustentáveis”, afirma Vieira.</p>
</blockquote>



<p>Drones, sistemas automatizados de irrigação e equipamentos de precisão estão entre as tecnologias que têm revolucionado as propriedades. </p>



<p>Além disso, práticas sustentáveis como a agricultura de baixo carbono, compostagem e rotação de culturas ajudam a reduzir o impacto ambiental e a preservar os recursos naturais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Estamos oferecendo as condições necessárias para que eles possam expandir seus negócios, tanto no Brasil quanto no exterior, com&nbsp; produtos diferenciados e sustentáveis”, explica o gerente do Sebrae.</p>
</blockquote>



<p>O Sebrae Tocantins conta com diversos projetos que podem ajudar a expandir seus negócios. Muitos especialistas atendem de forma online e gratuita. Acesse <a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/to/institucional/projetos-no-tocantins,ced85d7752c1c510VgnVCM1000004c00210aRCRD?codUf=24">aqui</a> para saber mais.<br><br><em>Por Ascom Sebrae.</em></p>
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		<title>Tecnologia da Embrapa eleva a produtividade do milho em Marianópolis, Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tecnologia-da-embraa-eleva-a-produtividade-do-milho-em-marianopolis-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 13:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em estudo desenvolvido no município tocantinense de Marianópolis, foi observado que o cultivo intercalar de milho, antes da colheita da soja, aumenta a produtividade e reduz os riscos da segunda safra tardia. Chamada de Antecipe, a técnica desenvolvida pela Embrapa promoveu aumento do número de espigas e da produtividade de grãos de milho em 287%, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em estudo desenvolvido no município tocantinense de Marianópolis, foi observado que o cultivo intercalar de milho, antes da colheita da soja, aumenta a produtividade e reduz os riscos da segunda safra tardia. Chamada de Antecipe, a técnica desenvolvida pela Embrapa promoveu aumento do número de espigas e da produtividade de grãos de milho em 287%, comparado ao plantio convencional desse cereal pós-soja. Com a tecnologia, os pesquisadores registraram a média de 3.062 quilos por hectare nos experimentos realizados no Tocantins.</p>



<p>O estudo comparou três sistemas de cultivo: intercalar do milho antes da colheita da soja (o Antecipe), a semeadura do milho após a colheita da soja e um terceiro sistema denominado “padrão do produtor”, em que o milho foi semeado após a colheita da soja no mesmo dia do Antecipe. A pesquisa foi executada em parceria por três Unidades da empresa: Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), Embrapa Milho e Sorgo (MG) e Embrapa Pecuária Sudeste (SP).</p>



<p>“O Antecipe é uma tecnologia com potencial de aumentar a produção de milho na segunda safra no Tocantins, respeitando a janela de recomendação para o milho safrinha no estado”, declara o agrônomo da Embrapa Francelino Peteno de Camargo, responsável pelo experimento no estado (veja no quadro abaixo como a técnica funciona).</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-antecipe-e-sucesso-em-oito-estados"><strong>Antecipe é sucesso em oito estados</strong></h5>



<p>O Tocantins é um dos oito estados em que o Antecipe gerou bons resultados. “O sistema foi validado em várias regiões do País que adotam a safrinha, como Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul e Maranhão”, relata o pesquisador Décio Karam, líder do projeto. Ele conta que os resultados têm sido promissores, tanto nas operações de plantio intercalar do milho como na colheita da soja. Em Goiás, por exemplo, ocorreram os resultados expressivos na segunda safra de 2021. Em um experimento conduzido em Rio Verde (GO), o Antecipe entregou 66 sacas de milho por hectare. Na semeadura tradicional, com o milho semeado após a colheita da soja, a produtividade foi de 28 sacas por hectare.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-como-funciona-o-sistema-antecipe"><strong>Como funciona o sistema Antecipe</strong></h5>



<p>Essa técnica permite a semeadura mecanizada do milho nas entrelinhas da soja durante a fase de enchimento de grãos da leguminosa, a partir do estádio R6. O milho é cortado durante o processo de colheita da soja, reduzindo a área foliar das plantas. Porém, como o ponto de crescimento encontra-se abaixo da superfície do solo, a planta continua seu crescimento, sem prejuízo à produtividade de grãos. Porém, essa desfolha deve ocorrer até o estádio de desenvolvimento V5 do milho, pois, se realizada após esse período, há perda de produtividade.</p>



<p>Essa estratégia permite ao produtor antecipar o plantio do milho safrinha em até 20 dias antes da colheita da soja, reduzindo os riscos de perdas por condições climáticas desfavoráveis, típicas do final do verão e início do outono. Com o plantio antecipado, a cultura do milho aproveita melhor as chuvas do início da estação, resultando em ganhos significativos de produtividade e rentabilidade.</p>



<p>De acordo com Karam, a técnica também reduz os custos de produção da soja, eliminando a necessidade de dessecação da cultura para antecipar a colheita, o que beneficia o produtor em aspectos operacionais, econômicos e ambientais. Além disso, em regiões com maior experiência no cultivo da safrinha, é possível utilizar cultivares de soja de ciclo mais longo e maior potencial produtivo, sem comprometer o desempenho do milho.</p>



<p>Outra vantagem do sistema é a possibilidade de implantar o milho safrinha em áreas onde a segunda safra ainda não está consolidada, expandindo as janelas de cultivo para regiões antes consideradas inviáveis. Essa flexibilidade amplia o potencial agrícola, permitindo maior eficiência no uso da terra e contribuindo para a sustentabilidade do sistema produtivo.</p>



<p>O pesquisador Emerson Borghi explica que os cultivos intercalares antecipados nas entrelinhas da soja, antes de sua colheita, permitem semear a segunda cultura, que pode ser de milho, sorgo, milheto, gergelim ou pastagens, de acordo com a região e o negócio da propriedade. A colheita da soja é feita sem causar danos às plantas dessas culturas. “Desse modo, com melhores condições, a garantia de segunda safra pode ampliar o retorno econômico. Isso pode acontecer na produção de grãos, silagem ou, em casos em que o produtor adota a ILPF, ganho de peso na pecuária de carne ou leite, pois o pasto semeado nas entrelinhas da soja permite a entrada do gado mais cedo na área”, exemplifica Borghi que ainda ressalta o impacto ambiental da tecnologia: “tudo isso feito em plantio direto, garantindo uma pegada de carbono ainda mais efetiva e colocando o Brasil ainda mais na vanguarda da produção sustentável de alimentos para o mundo”.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/9eb2f314-b8d3-4362-bce2-35253be54fd7.jpg" alt="Foto: Sandra Brito" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Sandra Brito</em></figcaption></figure>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-a-historia-do-antecipe"><strong>A história do Antecipe</strong></h5>



<p>Lançado em 2020, o pacote tecnológico Antecipe apresenta uma abordagem inovadora para a produção de grãos. Desenvolvido pela Embrapa, o sistema combina um método inédito de cultivo, uma semeadora-adubadora, que já conta com pedido de patente pela Embrapa, e comercializada em parceria com a empresa Jumil.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/35d2b36d-9b7d-47bc-88f6-f6af2e188463.jpg" alt="Foto: Sandra Brito" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Sandra Brito</em></figcaption></figure>



<p>A técnica consiste em semear o milho nas entrelinhas da soja (veja detalhes no quadro acima). Para isso, a lavoura deve estar no estádio fenológico R6 pois, antes disso, o milho não se desenvolve pelo sombreamento causado pela soja. Durante a colheita da soja, sem a necessidade de adaptações no maquinário, o equipamento corta simultaneamente as plantas das duas culturas, reduzindo a parte aérea do milho.</p>



<p>Mesmo com a passagem pela colhedora reduzindo a área foliar e os pneus da máquina amassando algumas plantas, o ponto de crescimento do milho não é afetado e, assim, a planta continua seu desenvolvimento. Os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento da tecnologia alertam para o estádio fenológico que o milho deve estar nesse momento, o que não pode ocorrer após a emissão da sexta folha com bainha visível (conhecido como estádio fenológico V6).</p>



<p>O plantio intercalar antecipado oferece vantagens estratégicas, garantindo um ganho de até 20 dias no ciclo de cultivo e permitindo que o milho se beneficie de condições climáticas mais favoráveis, otimizando a produtividade, quando comparado ao plantio do milho fora do calendário agrícola preconizado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).</p>



<p>Para a sua efetividade, o Antecipe tem que ser programado com antecedência, iniciando antes da semeadura da cultura de verão, segundo ressalta Borghi. “Ele também depende da semeadora-adubadora específica, que pode ser utilizada para a semeadura de todas as culturas, independentemente da época do ano. Suas configurações atendem produtores de diferentes proporções, para diferentes finalidades, tornando essa tecnologia acessível a todos&#8221;, declara o pesquisador</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-o-antecipe-no-tocantins"><strong>O Antecipe no Tocantins</strong></h5>



<p>As áreas em sequeiro, manejo que predomina no Tocantins, sofrem de alto risco climático, principalmente a partir do fim do período de verão, tornando a segunda safra bastante desafiadora. “Com a antecipação do plantio do milho, promovida pelo Antecipe, a semeadura em segunda safra é feita em época mais favorável, promovendo incrementos de produtividade quando comparada a semeaduras realizadas fora do calendário agrícola preconizado pelo Zarc”, detalha Camargo.</p>



<p>O estado do Tocantins é o principal produtor de grãos da região Norte do Brasil. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), considerando apenas as culturas da soja e do milho, são 1,7 milhão de hectares e, desse total, 74% são destinados à cultura da soja. No entanto, o cultivo de milho após a colheita da soja em segunda safra ainda é bastante incipiente na região – apenas 28% da área de soja recebe o milho safrinha.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-uma-semeadora-adubadora-inovadora-para-cultivo-intercalar"><strong>Uma semeadora-adubadora inovadora para cultivo intercalar</strong></h5>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.revistacultivar.com.br/eec788d7-b46f-43a0-a27a-50a74a8669c9.jpg" alt="Foto: Guilherme Viana" style="width:1170px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Guilherme Viana</em></figcaption></figure>



<p>A viabilização do Antecipe exigiu o desenvolvimento de um novo equipamento. Criada e patenteada pela Embrapa, a semeadora-adubadora combina plantio e adubação de milho nas entrelinhas da soja sem causar danos mecânicos, amassamento ou perda de área foliar da cultura sucessora e ainda preservando a produtividade da oleaginosa.</p>



<p>O projeto, iniciado em 2007, resultou na criação de um protótipo, que também realiza as operações tradicionais de plantio convencional. Durante a safra 2020/2021, o equipamento foi testado em condições reais de produção para ajustes finais.</p>



<p>“O desenvolvimento foi pensado para atender pequenos e médios produtores, oferecendo a eles maior competitividade, redução de riscos e aumento de produtividade”, enumera Fabrício Rosa de Morais, diretor-presidente da Jumil, empresa que levou a tecnologia ao mercado.<br><br><em>Por Revista Cultivar.</em></p>
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		<title>Agricultores apostam em novas tecnologias para superar a instabilidade climática; veja dicas para planejar a safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agricultores-apostam-em-novas-tecnologias-para-superar-a-instabilidade-climatica-veja-dicas-para-planejar-a-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 11:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Instabilidade Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramentas tecnológicas, além de ajudarem a reduzir os impactos do clima nas lavouras, auxiliam os produtores na tomada de decisões mais assertivas Com um começo de safra bem conturbado, principalmente pelo atraso no plantio nas principais regiões produtoras devido à instabilidade climática, aos poucos os agricultores brasileiros seguem avançando com a semeadura da temporada 2024/25. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ferramentas tecnológicas, além de ajudarem a reduzir os impactos do clima nas lavouras, auxiliam os produtores na tomada de decisões mais assertivas</em></p>



<p>Com um começo de safra bem conturbado, principalmente pelo atraso no plantio nas principais regiões produtoras devido à instabilidade climática, aos poucos os agricultores brasileiros seguem avançando com a semeadura da temporada 2024/25. Mesmo com as adversidades iniciais, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mantém a estimativa de produção de 322,47 milhões de toneladas de grãos. Diante deste cenário de incertezas recorrentes, causadas pelas mudanças climáticas, cada vez mais se faz necessário estar preparado para as adversidades. E a forma mais segura é com um rigoroso planejamento.</p>



<p>De acordo com Wellington Sena, executivo técnico de negócios da GAtec, unidade de negócios da Senior Sistemas – multinacional referência em soluções de gestão, o atraso de plantio, como vivenciado em muitas regiões, pode gerar muitos reflexos não somente na safra a ser semeada, mas também para as futuras. “Ou seja, quanto maior o adiamento do plantio, mais estreito será a janela da próxima semeadura, seja safrinha ou cultura de inverno. Esse problema causa um efeito em cadeia, comprometendo o cronograma original planejado”, destacou.</p>



<p>Em cenários assim, o produtor precisa agir rápido, refazer as contas, recalcular a rota, analisar as possibilidades de minimizar esses impactos e ainda recuperar o tempo perdido. “Quando existe atraso maior no plantio da cultura principal, há a possibilidade de o agricultor, por exemplo, trocar o milho safrinha por outra cultura de ciclo mais curto. Contudo, é preciso fazer as contas da rentabilidade para ver se é viável”, explica Sena.</p>



<p><strong>Tecnologias como aliadas</strong></p>



<p>Para ser assertivo nessas escolhas, é fundamental, primeiramente, que o produtor tenha acesso aos dados de sua fazenda. Desta forma, com auxílio de tecnologias de gestão já disponíveis no mercado, ele terá subsídios para escolhas corretas e decisões rápidas. Entre essas soluções, a GAtec by Senior disponibiliza o&nbsp;<em>SimpleFarm</em>, um software multiplataforma que atende, em uma única base, produtores de culturas anuais, semi-perenes e perenes.</p>



<p>Com o módulo de Gestão de Safra, por exemplo, o produtor consegue armazenar as informações cadastrais com o objetivo de rastrear todos os processos. A ferramenta possibilita ainda o controle do levantamento de pragas, traz informações do clima, auxilia no controle de produção, área plantada, entre outros benefícios. Todas as informações contidas nas áreas agrícolas são divididas em seis níveis: por empresa, safra, setor, fazenda, bloco e talhões, sendo o talhão a menor unidade de controle. “O nosso sistema foi desenvolvido pensando justamente em proporcionar agilidade ao produtor e sua equipe nos momentos mais difíceis do dia a dia no campo”, detalhou o especialista.</p>



<p>Ainda segundo Sena, a empresa também oferece ferramentas que auxiliam desde o começo do planejamento até a organização do uso dos recursos, tanto de hora-máquina quanto de mão de obra e insumos. Desta maneira, é possível reorganizar o planejamento e simular novos cenários com o ambiente atual, alterar o ciclo da cultura, mudar a variedade, reorganizar a compra de insumos, entre outras possibilidades. “Com o sistema atualizado e bem alimentado de informações, o agricultor pode fazer todos os ajustes necessários no decorrer da safra com segurança e maior assertividade”, destacou.</p>



<p><strong>Detalhes que fazem a diferença</strong></p>



<p>O planejamento de safra de grãos exige um olhar atento a diversos fatores. Além das tecnologias utilizadas, como mencionado, vale atenção desde o pré-plantio até o pós-colheita. A chave para o sucesso é a integração de práticas agrícolas eficientes, o uso inteligente das ferramentas disponíveis e uma boa gestão de riscos. Ao seguir algumas dicas, a fazenda estará mais próxima de atingir uma safra produtiva, rentável e sustentável.</p>



<p><strong>Análise do solo e definição de culturas</strong></p>



<p>Este manejo consiste em um conjunto de procedimentos que avaliam as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Quando equilibrados, fornecem às plantas as condições necessárias para melhor desenvolvimento. Quanto à escolha da cultura, o agricultor pode definir o que será plantado com base em fatores como demanda de mercado, resistência a doenças e pragas, clima da região e capacidade de adaptação do solo. Além disso, pode por aquelas culturas que se adaptem melhor às condições climáticas e ao tipo de solo da sua região.</p>



<p>É fundamental também, atenção à semente adquirida. Este insumo precisa ser de alta qualidade e, se possível, com tecnologia de resistência a pragas ou herbicidas, o que pode reduzir custos com defensivos e ajudar a ter eficiência no plantio.</p>



<p><strong>Rotação de culturas</strong></p>



<p>Planejar uma rotação de culturas é importante para a preservação do solo e para evitar o esgotamento dos nutrientes. Além disso, este manejo ajuda a reduzir o risco de doenças e pragas. O uso de culturas de cobertura no período entre safra também pode ajudar a proteger o solo contra erosão, aumentar a matéria orgânica e controlar plantas daninhas.</p>



<p><strong>Gestão do clima e irrigação</strong></p>



<p>Acompanhe as previsões climáticas e prepare-se para eventos como secas ou chuvas excessivas. Isso pode influenciar a escolha do melhor período de plantio e o uso de sistemas de irrigação. Se a região depende de irrigação, invista em sistemas eficientes (como gotejamento ou pivô central) para garantir o uso racional da água.</p>



<p><strong>Planejamento de insumos</strong></p>



<p>Elabore um planejamento de compra de fertilizantes e defensivos agrícolas. A compra antecipada pode ajudar a reduzir custos, mas também é importante ajustar conforme as necessidades da safra. Tenha ainda um controle rigoroso sobre os custos de produção, incluindo insumos, mão de obra, combustível e outros gastos. Isso ajuda a garantir que o planejamento financeiro esteja alinhado com as projeções de receita.</p>



<p><strong>Controle de pragas e doenças</strong></p>



<p>Realize um monitoramento constante das lavouras para identificar sinais de pragas e doenças o mais cedo possível. A prevenção é sempre mais eficaz do que o controle posterior. Entre as técnicas disponíveis, destaca-se o Manejo Integrado de Pragas (MIP). A estratégia de manejo utilizando métodos químicos, biológicos e culturais ajuda a minimizar os danos causados por pragas.</p>



<p><strong>Previsão de colheita e mercado</strong></p>



<p>Defina o período de colheita com antecedência e tenha um plano para armazenar ou comercializar a produção. Se possível, faça acordos com compradores antecipados para garantir melhores preços. Paralelamente, acompanhe o mercado e as tendências de preços. Isso pode ajudar a decidir o momento certo para vender ou armazenar a produção, buscando maximizar a rentabilidade.</p>



<p><strong>Gestão de riscos</strong></p>



<p>Considere a contratação de seguros agrícolas para se proteger contra perdas decorrentes de fenômenos climáticos extremos, como secas prolongadas ou geadas. Também é recomendável uma reserva financeira para enfrentar imprevistos durante o ano, como quebras de safra, flutuação de preços ou aumento inesperado de custos.<br><br><em>Por RuralPress.</em></p>
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		<title>Bioinsumos podem gerar economia de US$ 5,1 bilhões por ano ao agro brasileiro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/bioinsumos-podem-gerar-economia-de-us-51-bilhoes-por-ano-ao-agro-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 12:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de bioinsumos em culturas como arroz, milho, trigo, cana-de-açúcar e pastagens pode gerar economia de até US$ 5,1 bilhões de dólares para o Brasil. É o que aponta um estudo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) e o Instituto Senai de Inovação em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O uso de bioinsumos em culturas como arroz, milho, trigo, cana-de-açúcar e pastagens pode gerar economia de até US$ 5,1 bilhões de dólares para o Brasil. É o que aponta um estudo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) e o Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras.</p>



<p>O trabalho “Bioinsumos como alternativa a fertilizantes químicos em gramíneas: uma análise sobre os aspectos de inovação do setor”, foi lançado com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) nesta terça-feira (24), em Brasília (DF).<br><br><strong>Uso de bioinsumos gera economia</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_26997"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/09/estudo-foi-apresentado-pelo-Mapa-e-IICA.jpg" alt="Estudo foi apresentado pelo Mapa e IICA. " class="wp-image-26997" title="Bioinsumos podem gerar economia de US$ 5,1 bilhões por ano ao agro brasileiro 2"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Estudo foi apresentado pelo Mapa e IICA. Foto: Divulgação/Mapa e IICA</em></figcaption></figure>



<p>Além de ser uma tecnologia mais barata, há ainda a possibilidade de redução de até 18,5 milhões de toneladas de emissões de CO₂ equivalente na produção dessas principais culturas de gramíneas.</p>



<p>A pesquisa é o passo inicial do Projeto Nitro+, que pretende elaborar uma estratégia para a ampliação do uso de tecnologias de inoculantes em gramíneas, da forma que aconteceu com as leguminosas como a soja, o que deve deve reduzir a dependência brasileira de fertilizantes importados.</p>



<p>Segundo o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Neto, a formulação e entrega desse estudo estratégico, visa alavancar a produção, tornando o setor agropecuário brasileiro cada vez mais resiliente, sustentável e competitivo internacionalmente.</p>



<p><strong>Mercado de bioinsumos cresceu 15% na safra 2023/2024</strong></p>



<figure class="wp-block-image" id="attachment_26996"><img decoding="async" src="https://agro2.com.br/wp-content/uploads/2024/09/bioinsumos-ja-alcancaram-12-por-cento-dos-produtos-utilizados-nas-lavouras-do-Brasil.jpg" alt="Bioinsumos já alcançaram 12% dos produtos utilizados nas lavouras do Brasil. " class="wp-image-26996" title="Bioinsumos podem gerar economia de US$ 5,1 bilhões por ano ao agro brasileiro 3"/><figcaption class="wp-element-caption">Bioinsumos já alcançaram 12% dos produtos utilizados nas lavouras do Brasil. Foto: Envato</figcaption></figure>



<p>O mercado brasileiro de bioinsumos, que inclui produtos de controle, inoculantes, bioestimulantes e solubilizadores, cresceu 15% na safra 2023/2024, com relação à safra anterior, segundo dados da CropLife Brasil.</p>



<p>Os produtos biológicos para a agricultura registraram vendas de R$ 5 bilhões, considerando o preço final para o produtor. Nos últimos três anos, o mercado de bioinsumos agrícolas cresceu a uma taxa média anual de 21%, quatro vezes acima da média global.</p>



<p>A área tratada no Brasil por produtos químicos ou biológicos cresceu 15% em relação à safra 2021/2022. Nesta mesma área, a adoção de bioinsumos agrícolas cresceu acima dos 35%, com participação total na safra 2022/2023 de 12%.</p>



<p>Do total de uso de bioinsumos utilizados nas lavouras brasileiras, 55% são destinados para soja, 27% para milho, 12% para cana-de-açúcar e 6% para algodão, café, citrus e hortifruti (HF).<br><br>Por </p>
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		<title>Entreposto da Frísia em Dois Irmãos do Tocantins é o mais tecnológico espaço desenvolvido pela cooperativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 11:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[Entreposto]]></category>
		<category><![CDATA[frisia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidade foi projetada para otimizar o recebimento e armazenamento de grãos, com foco na segurança e na qualidade dos produtos. Com o início das operações em maio de 2022, o entreposto da Frísia Cooperativa Agroindustrial, localizado em Dois Irmãos do Tocantins, se destaca como o mais avançado e tecnológico entre as unidades da cooperativa. Projetado [&#8230;]</p>
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<p><em>Unidade foi projetada para otimizar o recebimento e armazenamento de grãos, com foco na segurança e na qualidade dos produtos.</em></p>



<p>Com o início das operações em maio de 2022, o entreposto da Frísia Cooperativa Agroindustrial, localizado em Dois Irmãos do Tocantins, se destaca como o mais avançado e tecnológico entre as unidades da cooperativa. Projetado com o que há de mais moderno em infraestrutura e eficiência, o entreposto foi concebido para otimizar o recebimento e armazenamento de grãos, com foco na segurança e na qualidade dos produtos.</p>



<p>Com capacidade estática para armazenar 42 mil toneladas de grãos, o entreposto possui duas linhas independentes de recebimento e secagem, cada uma com capacidade para 300 toneladas por hora (t/h), acelerando significativamente o processo de descarga, resultando em maior produtividade e agilidade nas operações, beneficiando diretamente os cooperados e toda a cadeia de abastecimento.</p>



<p>De acordo com Rossano Fagundes, coordenador operacional da unidade, o grande diferencial do entreposto é a segurança. &#8220;A operação é totalmente automatizada e controlada remotamente, eliminando a necessidade de contato direto dos operadores com dispositivos elétricos. O sistema supervisório, integrado a um banco de dados, registra todo o histórico das operações e gera relatórios detalhados de produção, paradas, alarmes e falhas, garantindo monitoramento preciso&#8221;, explica.</p>



<p>Outro aspecto importante do entreposto é o seu design ao nível do solo, que elimina a necessidade de poços e túneis subterrâneos. Essa característica não apenas aumenta a segurança dos colaboradores, ao afastá-los de espaços confinados, como também melhora o controle de qualidade dos grãos armazenados. A ausência de túneis previne o acúmulo de poeira, reduzindo os riscos de explosão, além de evitar a proliferação de roedores, fatores que podem comprometer a integridade do produto.</p>



<p>Com essas inovações, o entreposto de Dois Irmãos do Tocantins reafirma o compromisso da Frísia em investir continuamente em tecnologia e segurança, melhorando os processos produtivos e garantindo a entrega de produtos com alto padrão de qualidade. &#8220;Todos os silos possuem sistemas automatizados de termometria e aeração, controlados remotamente, em conformidade com os requisitos da Instrução Normativa nº 29 do Ministério da Agricultura&#8221;, acrescenta Fagundes.<br><br><em>Por Kiw Assessoria. </em></p>
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