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	<title>Tempo Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Tempo Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Sequência de chuvas pode comprometer calendário da soja e do milho em regiões produtoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 12:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O excesso de chuva nos próximos dias tende a atrasar a colheita de soja em Mato Grosso, sem sinal de uma janela consistente de tempo seco nos próximos 15 dias, aponta a agrometeorologista da Ampere Consultoria, Amanda Balbino. “Mesmo após o enfraquecimento da ZCAS [Zona de Convergência do Atlântico Sul], previsto a partir de domingo, [&#8230;]</p>
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<p>O excesso de chuva nos próximos dias tende a atrasar a colheita de soja em Mato Grosso, sem sinal de uma janela consistente de tempo seco nos próximos 15 dias, aponta a agrometeorologista da Ampere Consultoria, Amanda Balbino.</p>



<p>“Mesmo após o enfraquecimento da ZCAS [Zona de Convergência do Atlântico Sul], previsto a partir de domingo, dia 25, quando devem ocorrer períodos com maior abertura de sol, a chuva tende a persistir de maneira irregular, com possibilidade de formação de um novo canal de umidade no início de fevereiro. Esse padrão dificulta as operações no campo e aumenta o risco de atrasos na colheita e, por consequência, no plantio do milho safrinha”, ressalta.</p>



<p>Segundo ela, o principal desafio não está apenas no volume acumulado, mas na persistência das chuvas, que mantém o solo encharcado e limitam o uso do maquinário agrícola.</p>



<p>Amanda ressalta que o mesmo cenário tende a afetar as áreas produtoras de soja do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).</p>



<p>A profissional destaca que a atuação de um corredor de umidade nas regiões centrais do Brasil já resultou em volumes expressivos de chuva em áreas de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Tocantins e Mato Grosso. Em apenas quatro dias de atuação do sistema, entre 20 e 23 de janeiro, os acumulados ultrapassaram 200 mm no Cerrado Mineiro e superaram 100 mm no oeste da Bahia, em Goiás e no Médio-Norte mato-grossense.</p>



<p><strong>Cultivo de milho prejudicado</strong></p>



<p>O possível atraso na colheita da soja tende a refletir diretamente no plantio do milho de segunda safra. A janela ideal de plantio vai de meados de janeiro até o fim de fevereiro, sendo que qualquer atraso comprime esse período.</p>



<p>“Quando o plantio ocorre fora da janela ideal, o milho pode enfrentar déficit hídrico nas fases mais sensíveis do desenvolvimento, como o pendoamento e o enchimento de grãos”, lembra a agrometeorologista da Ampere.</p>



<p>Esse risco é ampliado pelo cenário climático previsto para os próximos meses, que indica o desenvolvimento de um El Niño e consequente aumento da probabilidade de déficit hídrico no final do ciclo do cereal em áreas do Centro-Oeste.</p>



<p>Historicamente, esse padrão está associado à elevação das temperaturas nessas regiões justamente em um período do ano que já apresenta menor frequência de chuvas.</p>



<p><strong>Atrasos também no Sul</strong></p>



<p>No Sul do país, o atraso na colheita da atual safra tende a ser mais significativo, uma vez que o seu próprio cultivo acabou começando mais tarde. Isso porque houve necessidade de replantio de diversas áreas devido ao excesso de chuvas no início de novembro e, com isso, a oleaginosa ainda ainda não se encontra no estágio adequado para a colheita.</p>



<p>A agrometeorologista destaca que em anos de El Niño, as fases mais sensíveis das culturas de verão no Sul tendem a ocorrer sob maior disponibilidade de chuva, o que favorece o desenvolvimento das lavouras. Por outro lado, o excesso de precipitação pode comprometer as janelas operacionais e dificultar a colheita.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Clima em outubro: o que esperar para o agro?</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/clima-em-outubro-o-que-esperar-para-o-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 11:56:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima em outubro]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de outubro deve marcar o retorno gradual das chuvas em parte do Brasil, mas com forte variabilidade regional. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), enquanto o Sudeste tende a registrar precipitações acima da média, áreas do Centro-Oeste, Norte e Sul podem enfrentar déficit hídrico, exigindo atenção redobrada de produtores rurais. Centro-Oeste No Centro-Oeste, a&#160;previsão é de [&#8230;]</p>
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<p>O mês de outubro deve marcar o retorno gradual das chuvas em parte do Brasil, mas com forte variabilidade regional.</p>



<p>Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), enquanto o Sudeste tende a registrar precipitações acima da média, áreas do Centro-Oeste,</p>



<p>Norte e Sul podem enfrentar déficit hídrico, exigindo atenção redobrada de produtores rurais.</p>



<p><strong>Centro-Oeste</strong></p>



<p>No Centro-Oeste, a&nbsp;<strong>previsão é de chuvas abaixo da média</strong>&nbsp;em grande parte do Mato Grosso, no noroeste de Goiás e no Distrito Federal.</p>



<p>Em áreas do oeste e extremo sul do Mato Grosso, assim como no centro-leste do Mato Grosso do Sul, os volumes tendem a superar a média.</p>



<p>As temperaturas devem permanecer elevadas, especialmente no norte e leste do Mato Grosso e no oeste do Mato Grosso do Sul, onde podem ultrapassar 28 °C.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://news.agrofystatic.com/calor-agricultura3.jpg?d=600x338" alt="estiagem2"/></figure>



<p><strong>Sudeste</strong></p>



<p>Para o Sudeste, o prognóstico aponta chuvas acima da média&nbsp;<strong>em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em parte de São Paulo</strong>. Nas demais áreas, os acumulados devem ficar próximos da média climatológica.</p>



<p>As temperaturas médias devem se manter acima de 22 °C, com registros superiores a 25 °C no interior de Minas Gerais e de São Paulo.</p>



<p><strong>Sul</strong></p>



<p>O&nbsp;<strong>Paraná e o norte e oeste de Santa Catarina</strong>&nbsp;devem ter chuvas acima da média.</p>



<p>Já o Rio Grande do Sul deve enfrentar déficit de até 75 milímetros em algumas áreas, principalmente na faixa de fronteira entre as mesorregiões Sudoeste, Noroeste e Centro-Ocidental. </p>



<p>As temperaturas ficarão abaixo da média no centro do estado gaúcho, enquanto no norte e leste do Paraná devem se manter acima de 24 °C.</p>



<p><strong>Norte</strong>&nbsp;</p>



<p>No Norte, a previsão indica chuvas até 50 milímetros abaixo da média em grande parte do Pará, centro do Tocantins e porções do Amazonas.</p>



<p>Em contrapartida, volumes acima da climatologia são esperados no Amapá, no extremo norte do Pará, no oeste do Acre, no norte de Rondônia e em áreas de fronteira do Amazonas com Peru e Colômbia. A</p>



<p>s temperaturas devem ficar até 1,5 °C acima da média, especialmente no sudeste do Pará e no Tocantins, onde os termômetros podem variar de 27 °C a 32 °C.&nbsp;</p>



<p><strong>Nordeste</strong>&nbsp;</p>



<p>A região deve registrar chuvas próximas da média histórica, com exceções no norte da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, onde os acumulados podem ficar acima do normal.</p>



<p>As temperaturas estarão elevadas em praticamente todos os estados, com destaque para o oeste baiano, sul do Maranhão e Piauí, onde os valores podem ultrapassar 28 °C.&nbsp;</p>



<p><strong>Impactos na agricultura</strong></p>



<p>As condições climáticas projetadas para outubro terão efeitos diretos sobre as lavouras.</p>



<p>No&nbsp;<strong>Norte</strong>, a combinação de calor e chuvas abaixo da normalidade em áreas como sudoeste do Pará e parte do Amazonas pode comprometer culturas permanentes como cacau, açaí e fruticultura tropical, reduzindo frutificação e qualidade dos frutos. Já em locais onde o volume de chuvas será maior, como Amapá e Rondônia, a umidade deve favorecer o desenvolvimento agrícola e das pastagens.</p>



<p>No&nbsp;<strong>Nordeste</strong>, a regularidade das chuvas tende a sustentar lavouras de feijão e milho em fase de enchimento de grãos, mas o calor acima da média aumenta a evapotranspiração, exigindo maior cuidado com irrigação e podendo afetar áreas de sequeiro mais vulneráveis.</p>



<p>No&nbsp;<strong>Centro-Oeste</strong>, a menor pluviosidade em partes do Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal pode prejudicar a germinação das lavouras de verão.</p>



<p>A situação contrasta com a colheita de milho segunda safra e algodão, que deve ser beneficiada pela menor frequência de chuvas, assegurando qualidade dos grãos e fibras.</p>



<p>No&nbsp;<strong>Sudeste</strong>, a previsão de chuvas dentro ou acima da média cria cenário favorável para café e cana-de-açúcar, além de recompor a umidade do solo para o início do plantio de verão.&nbsp;</p>



<p>Já no&nbsp;<strong>Sul</strong>, a estiagem prevista no Rio Grande do Sul pode favorecer o trigo e outras culturas de inverno, pois reduz a incidência de doenças fúngicas e melhora a formação dos grãos.</p>



<p>Em contrapartida, em Santa Catarina e Paraná, o excesso de umidade tende a favorecer a semeadura da soja, garantindo condições adequadas de germinação.</p>



<p><em>Por Agrofy News.</em></p>
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		<title>Tempestade e tempo seco: saiba como o clima se comporta</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tempestade-e-tempo-seco-saiba-como-o-clima-se-comporta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 16:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil aponta para uma continuidade de boas condições de umidade, com destaque para o avanço de chuvas sobre a região do Matopiba, Mato Grosso e Goiás. Essas áreas recebem boas precipitações, o que tem sido fundamental para manter a umidade do solo ideal para o desenvolvimento [&#8230;]</p>
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<p>A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no Brasil aponta para uma continuidade de boas condições de umidade, com destaque para o avanço de chuvas sobre a região do Matopiba, Mato Grosso e Goiás. Essas áreas recebem boas precipitações, o que tem sido fundamental para manter a umidade do solo ideal para o desenvolvimento das lavouras de soja.</p>



<p>Por outro lado, o Centro-Sul do país ainda enfrenta a necessidade urgente de mais chuvas, especialmente nas áreas mais secas, que incluem o sul de Mato Grosso do Sul e o interior de São Paulo. Nos próximos cinco dias, a tendência é que a frente fria, que vem avançando da região Sul, traga volumes de chuva de até 50 mm para o Mato Grosso do Sul.<br><br><strong>O tempo no Matopiba e região Norte</strong></p>



<p>No Matopiba, que inclui os estados da Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins, a chuva continua sendo um pilar importante para manter a boa umidade do solo. As precipitações também devem avançar para o norte da Bahia e o interior de Pernambuco, com acumulados previstos na casa dos 30 mm. No Tocantins, a chuva se distribui de forma mais moderada, mas ainda assim será benéfica para o desenvolvimento das lavouras. Além disso, as chuvas devem chegar ao estado de Rondônia.<br><br><strong>Região Sul: temporais e acúmulo de chuva</strong></p>



<p>Na região Sul, os volumes de chuva devem aumentar, especialmente entre terça e quarta-feira, com destaque para Santa Catarina e Paraná, onde os acumulados podem chegar a 50-80 mm. Esse aumento de precipitações ajudará a manter a umidade do solo e contribuirá para o crescimento saudável das lavouras de soja. No entanto, é importante ressaltar que essas chuvas podem vir acompanhadas de temporais, o que pode interromper os trabalhos em campo.<br><br><strong>Sudeste: tempo mais seco e firme</strong></p>



<p>No Sudeste, o clima permanece mais firme, com tempo seco predominando no Centro-Norte de Minas Gerais, o que deve acelerar os trabalhos de campo. Porém, em São Paulo e no Centro-Sul de Minas Gerais, a expectativa é que as chuvas retornem a partir de quinta ou sexta-feira, quando o sistema da região Sul deve avançar para essas áreas, trazendo precipitações que ajudarão a melhorar a umidade do solo.<br><br><strong>Projeções para o dezembro</strong></p>



<p>A primeira semana de dezembro promete ser marcada por chuvas volumosas em todas as principais áreas produtoras de soja. Esse cenário é positivo para a agricultura, pois ajuda a reverter o quadro de déficit hídrico, especialmente em estados como Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. As chuvas intensas devem colaborar para a recuperação das lavouras e garantir um bom desenvolvimento da soja para a próxima safra.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Agricultores apostam em novas tecnologias para superar a instabilidade climática; veja dicas para planejar a safra</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agricultores-apostam-em-novas-tecnologias-para-superar-a-instabilidade-climatica-veja-dicas-para-planejar-a-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 11:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Instabilidade Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ferramentas tecnológicas, além de ajudarem a reduzir os impactos do clima nas lavouras, auxiliam os produtores na tomada de decisões mais assertivas Com um começo de safra bem conturbado, principalmente pelo atraso no plantio nas principais regiões produtoras devido à instabilidade climática, aos poucos os agricultores brasileiros seguem avançando com a semeadura da temporada 2024/25. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ferramentas tecnológicas, além de ajudarem a reduzir os impactos do clima nas lavouras, auxiliam os produtores na tomada de decisões mais assertivas</em></p>



<p>Com um começo de safra bem conturbado, principalmente pelo atraso no plantio nas principais regiões produtoras devido à instabilidade climática, aos poucos os agricultores brasileiros seguem avançando com a semeadura da temporada 2024/25. Mesmo com as adversidades iniciais, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mantém a estimativa de produção de 322,47 milhões de toneladas de grãos. Diante deste cenário de incertezas recorrentes, causadas pelas mudanças climáticas, cada vez mais se faz necessário estar preparado para as adversidades. E a forma mais segura é com um rigoroso planejamento.</p>



<p>De acordo com Wellington Sena, executivo técnico de negócios da GAtec, unidade de negócios da Senior Sistemas – multinacional referência em soluções de gestão, o atraso de plantio, como vivenciado em muitas regiões, pode gerar muitos reflexos não somente na safra a ser semeada, mas também para as futuras. “Ou seja, quanto maior o adiamento do plantio, mais estreito será a janela da próxima semeadura, seja safrinha ou cultura de inverno. Esse problema causa um efeito em cadeia, comprometendo o cronograma original planejado”, destacou.</p>



<p>Em cenários assim, o produtor precisa agir rápido, refazer as contas, recalcular a rota, analisar as possibilidades de minimizar esses impactos e ainda recuperar o tempo perdido. “Quando existe atraso maior no plantio da cultura principal, há a possibilidade de o agricultor, por exemplo, trocar o milho safrinha por outra cultura de ciclo mais curto. Contudo, é preciso fazer as contas da rentabilidade para ver se é viável”, explica Sena.</p>



<p><strong>Tecnologias como aliadas</strong></p>



<p>Para ser assertivo nessas escolhas, é fundamental, primeiramente, que o produtor tenha acesso aos dados de sua fazenda. Desta forma, com auxílio de tecnologias de gestão já disponíveis no mercado, ele terá subsídios para escolhas corretas e decisões rápidas. Entre essas soluções, a GAtec by Senior disponibiliza o&nbsp;<em>SimpleFarm</em>, um software multiplataforma que atende, em uma única base, produtores de culturas anuais, semi-perenes e perenes.</p>



<p>Com o módulo de Gestão de Safra, por exemplo, o produtor consegue armazenar as informações cadastrais com o objetivo de rastrear todos os processos. A ferramenta possibilita ainda o controle do levantamento de pragas, traz informações do clima, auxilia no controle de produção, área plantada, entre outros benefícios. Todas as informações contidas nas áreas agrícolas são divididas em seis níveis: por empresa, safra, setor, fazenda, bloco e talhões, sendo o talhão a menor unidade de controle. “O nosso sistema foi desenvolvido pensando justamente em proporcionar agilidade ao produtor e sua equipe nos momentos mais difíceis do dia a dia no campo”, detalhou o especialista.</p>



<p>Ainda segundo Sena, a empresa também oferece ferramentas que auxiliam desde o começo do planejamento até a organização do uso dos recursos, tanto de hora-máquina quanto de mão de obra e insumos. Desta maneira, é possível reorganizar o planejamento e simular novos cenários com o ambiente atual, alterar o ciclo da cultura, mudar a variedade, reorganizar a compra de insumos, entre outras possibilidades. “Com o sistema atualizado e bem alimentado de informações, o agricultor pode fazer todos os ajustes necessários no decorrer da safra com segurança e maior assertividade”, destacou.</p>



<p><strong>Detalhes que fazem a diferença</strong></p>



<p>O planejamento de safra de grãos exige um olhar atento a diversos fatores. Além das tecnologias utilizadas, como mencionado, vale atenção desde o pré-plantio até o pós-colheita. A chave para o sucesso é a integração de práticas agrícolas eficientes, o uso inteligente das ferramentas disponíveis e uma boa gestão de riscos. Ao seguir algumas dicas, a fazenda estará mais próxima de atingir uma safra produtiva, rentável e sustentável.</p>



<p><strong>Análise do solo e definição de culturas</strong></p>



<p>Este manejo consiste em um conjunto de procedimentos que avaliam as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Quando equilibrados, fornecem às plantas as condições necessárias para melhor desenvolvimento. Quanto à escolha da cultura, o agricultor pode definir o que será plantado com base em fatores como demanda de mercado, resistência a doenças e pragas, clima da região e capacidade de adaptação do solo. Além disso, pode por aquelas culturas que se adaptem melhor às condições climáticas e ao tipo de solo da sua região.</p>



<p>É fundamental também, atenção à semente adquirida. Este insumo precisa ser de alta qualidade e, se possível, com tecnologia de resistência a pragas ou herbicidas, o que pode reduzir custos com defensivos e ajudar a ter eficiência no plantio.</p>



<p><strong>Rotação de culturas</strong></p>



<p>Planejar uma rotação de culturas é importante para a preservação do solo e para evitar o esgotamento dos nutrientes. Além disso, este manejo ajuda a reduzir o risco de doenças e pragas. O uso de culturas de cobertura no período entre safra também pode ajudar a proteger o solo contra erosão, aumentar a matéria orgânica e controlar plantas daninhas.</p>



<p><strong>Gestão do clima e irrigação</strong></p>



<p>Acompanhe as previsões climáticas e prepare-se para eventos como secas ou chuvas excessivas. Isso pode influenciar a escolha do melhor período de plantio e o uso de sistemas de irrigação. Se a região depende de irrigação, invista em sistemas eficientes (como gotejamento ou pivô central) para garantir o uso racional da água.</p>



<p><strong>Planejamento de insumos</strong></p>



<p>Elabore um planejamento de compra de fertilizantes e defensivos agrícolas. A compra antecipada pode ajudar a reduzir custos, mas também é importante ajustar conforme as necessidades da safra. Tenha ainda um controle rigoroso sobre os custos de produção, incluindo insumos, mão de obra, combustível e outros gastos. Isso ajuda a garantir que o planejamento financeiro esteja alinhado com as projeções de receita.</p>



<p><strong>Controle de pragas e doenças</strong></p>



<p>Realize um monitoramento constante das lavouras para identificar sinais de pragas e doenças o mais cedo possível. A prevenção é sempre mais eficaz do que o controle posterior. Entre as técnicas disponíveis, destaca-se o Manejo Integrado de Pragas (MIP). A estratégia de manejo utilizando métodos químicos, biológicos e culturais ajuda a minimizar os danos causados por pragas.</p>



<p><strong>Previsão de colheita e mercado</strong></p>



<p>Defina o período de colheita com antecedência e tenha um plano para armazenar ou comercializar a produção. Se possível, faça acordos com compradores antecipados para garantir melhores preços. Paralelamente, acompanhe o mercado e as tendências de preços. Isso pode ajudar a decidir o momento certo para vender ou armazenar a produção, buscando maximizar a rentabilidade.</p>



<p><strong>Gestão de riscos</strong></p>



<p>Considere a contratação de seguros agrícolas para se proteger contra perdas decorrentes de fenômenos climáticos extremos, como secas prolongadas ou geadas. Também é recomendável uma reserva financeira para enfrentar imprevistos durante o ano, como quebras de safra, flutuação de preços ou aumento inesperado de custos.<br><br><em>Por RuralPress.</em></p>
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		<title>Mapa demonstra qualidade de ar &#8220;insalubre&#8221; no Tocantins e demais sete estados brasileiros e DF</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mapa-demonstra-qualidade-de-ar-insalubre-no-tocantins-e-demais-sete-estados-brasileiros-e-df/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 12:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[Fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com os últimos dias marcados por incêndios em parte da região Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a qualidade do ar em algumas regiões está afetada. Os dados da empresa suíça de tecnologia IQAir, que monitora as condições da atmosfera no mundo, apontam oito estados brasileiros e o Distrito Federal com qualidade descrita como &#8220;insalubre&#8221;. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com os últimos dias marcados por incêndios em parte da região Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, a qualidade do ar em algumas regiões está afetada.<br><br>Os dados da empresa suíça de tecnologia IQAir, que monitora as condições da atmosfera no mundo, apontam oito estados brasileiros e o Distrito Federal com qualidade descrita como &#8220;insalubre&#8221;.</p>



<p>Entre os estados estão São Paulo, que registrou alta no caso de incêndios desde a última quinta-feira, além de Goiás, Minas Gerais, Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Tocantins.<br><br>De acordo com a medição, a qualidade do ar é boa com índices entre 0 a 40, moderada de 41 a 80, ruim de 81 a 120, muito ruim de 121 a 200, e péssima acima de 200. O mapa demonstra esses locais em cor vermelha acentuada.</p>



<p>Os piores índices estão em Rondônia e Acre, com índices acima de 200 nas capitais Porto Velho e Rio Branco. Em Brasília os índices são de 131, Goiânia, 151 e Uberaba, no Triângulo Mineiro, 154.</p>



<p>Brasília amanheceu neste domingo coberta de fumaça. E a causa desse fenômeno não pode ser atribuída à seca no Distrito Federal, onde não chove há mais de 120 dias. Segundo o centro de comunicação social do Corpo de Bombeiros, esse cenário se deve aos incêndios que devastam parte do Pantanal, da Amazônia e de estados como São Paulo.</p>



<p>Em um balanço divulgado pelos bombeiros, de janeiro a meados deste mês, houve 4.073 ocorrências de incêndios em todo o DF. O número corresponde a um total de 24 a mais que no mesmo período do ano passado e atingiu 8.893 hectares, o correspondente a quase 9 mil campos de futebol.</p>



<p>Já em São Paulo, o governo estadual de São Paulo confirmou ontem que 21 cidades enfrentam focos ativos de incêndio, e, ao todo, 46 municípios estão em alerta máximo para queimadas e são monitorados. A região de Ribeirão Preto segue como uma das mais críticas, e chegou a fechar o aeroporto na manhã de domingo.</p>



<p>Em Goiânia, ao menos 26 voos foram cancelados ou desviados neste domingo devido a fumaça que tomou a capital de Goiás.<br><br><em>Por Agência O Globo</em>.</p>
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		<title>Tocantins registrou mais de 1.6 milhão de raios no primeiro quadrimestre de 2024  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 12:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrimestre]]></category>
		<category><![CDATA[raios]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Região Norte do estado tem previsão de chuva com descargas atmosféricas a partir de domingo, 26 O Tocantins registrou 1.641.833 descargas atmosféricas no primeiro quadrimestre do ano, com uma média mensal de 410.458 raios. É como se, em cada dia do ano, tivessem caído 13.681 raios no Estado. O número apesar de ser elevado, é [&#8230;]</p>
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<p><em>Região Norte do estado tem previsão de chuva com descargas atmosféricas a partir de domingo, 26</em></p>



<p>O Tocantins registrou 1.641.833 descargas atmosféricas no primeiro quadrimestre do ano, com uma média mensal de 410.458 raios. É como se, em cada dia do ano, tivessem caído 13.681 raios no Estado. O número apesar de ser elevado, é 38% menor do que o registrado no primeiro quadrimestre de 2023, quando foram contabilizadas 2.664.110 descargas atmosféricas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>As informações foram divulgadas neste sábado (25) pela Energisa Tocantins.&nbsp; Confira os dados mensais:&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Janeiro: 485.343&nbsp;</p>



<p>Fevereiro: 180.394&nbsp;</p>



<p>Março: 659.913&nbsp;</p>



<p>Abril: 316.183&nbsp;</p>



<p>Total: 1.641.833&nbsp;</p>



<p>Apesar do período de calor, o estado ainda deve receber precipitações na próxima semana. “<em>A tendência indica condições para chuva moderada a localmente intensa, que pode vir acompanhada de descargas atmosféricas no Norte do Tocantins, a partir de domingo, dia 26, até terça-feira, dia 28</em>”, explica a meteorologista e consultora do Grupo Energisa, Ana Paula Paes.&nbsp;</p>



<p><strong>Segurança e rede elétrica</strong></p>



<p>De acordo com o coordenador da Energisa, Tony Franco,&nbsp;as descargas atmosféricas, geralmente acompanhadas de fortes rajadas de vento, podem lançar objetos na rede elétrica, prejudicando o fornecimento de energia.<em>&nbsp;“Embora estejamos entrando em um período de estiagem, é fundamental manter os cuidados com a rede elétrica. Chuvas torrenciais são mais raras nesta época, mas ainda podem ocorrer. Por isso, é importante estar sempre atento aos equipamentos na tomada, desligando-os em caso de chuvas inesperadas, e buscar abrigo em local seguro”,&nbsp;</em>explicou.&nbsp;</p>



<p>O coordenador acrescentou que, além disso, o Estado está entrando no período de estiagem, o que pode resultar em queimadas próximas da rede.<em>&nbsp;“Reforçamos que nunca se deve provocar queimadas para eliminar lixo ou limpar terrenos. Busque alternativas mais seguras e sustentáveis para a eliminação de resíduos. Em caso de dúvidas pesquisa sobre os cuidados que devem ser tomados ou peça orientações aos bombeiros. Lembre-se, não jogue pontas de cigarro em áreas naturais; descarte-as adequadamente em lixeiras apropriadas&#8221;,</em>&nbsp;destacou.&nbsp;</p>



<p>A Energisa recomenda ainda que os clientes comuniquem ocorrências envolvendo a rede elétrica por meio dos seus&nbsp;canais de atendimento: por telefone, discando para o número 0800 721 3330; através do aplicativo Energisa On, disponível tanto na Google Play quanto na App Store; pela Agência Digital no site&nbsp;<strong><a href="https://nam02.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fenergisa.com.br%2F&amp;data=05%7C02%7Cjoseazevedo%40energisaterceiros.com.br%7C1c162a7a027e434ca6f908dc7cad3beb%7Cf8c68086b95c49cb9d38ed37940abef5%7C0%7C0%7C638522330705686477%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=IrtLE8aXF4asJOM1Jty46NiLAs%2Fa8u5dh17FKFd8fPo%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">energisa.com.br</a></strong>; e via atendente virtual pelo WhatsApp (Gisa) acessível em&nbsp;<strong><a href="http://www.gisa.energisa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.gisa.energisa.com.br</a></strong>.</p>
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		<title>Chuvas afetam colheita de soja pelo Brasil; Região Centro-Norte permanece livre de contratempos climáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 13:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Centro-Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[colheita]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o Boletim Semanal da Conab, as chuvas intensas estão dificultado a colheita em grande parte do país, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. No entanto, o cenário é diferente em áreas do Centro-Norte, onde as condições climáticas favorecem o avanço das operações de colheita da soja. Em Mato Grosso, as chuvas significativas têm [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com o Boletim Semanal da Conab, as chuvas intensas estão dificultado a colheita em grande parte do país, principalmente nas regiões Sul e Centro-Oeste. No entanto, o cenário é diferente em áreas do Centro-Norte, onde as condições climáticas favorecem o avanço das operações de colheita da soja.<br><br>Em Mato Grosso, as chuvas significativas têm sido um obstáculo para a colheita, dificultando o processo e afetando a eficiência das operações agrícolas. Situação semelhante é observada no Paraná e no Rio Grande do Sul, onde a persistência de dias chuvosos tem desacelerado tanto a colheita quanto o manejo das culturas.</p>



<p>No contraste regional, enquanto a metade Norte do país apresenta mais de 60% da área colhida, a Região Sul, especificamente as áreas de Campanha e Central, ainda estão próximas de 30%, revelando uma disparidade significativa no progresso das operações de colheita entre diferentes partes do Brasil. No Mato Grosso do Sul, o período chuvoso também tem retardado a colheita, complicando os calendários agrícolas.</p>



<p>Em Minas Gerais, as condições climáticas têm sido mais favoráveis, colaborando com a colheita, enquanto na Bahia, o avanço é notado com uma colheita acelerada. No Tocantins, a fase de colheita está quase concluída, e no Maranhão, especificamente na região dos Gerais de Balsas, a colheita já foi finalizada.</p>



<p>A análise do Boletim Semanal da Conab destaca também que as chuvas têm sido um desafio comum em várias outras regiões, incluindo o Piauí, onde as operações de colheita enfrentaram paralisações devido às precipitações. No Pará, a intensidade e periodicidade das chuvas aumentaram a umidade do solo, o que, por sua vez, diminuiu a eficiência de colheita e elevou o índice de grãos ardidos. Em Santarém, algumas lavouras na fase de colheita foram abandonadas devido ao excesso de chuvas.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="716" class="wp-image-4376" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/8e1b2be8f4dd40479df5086a20cabaea.jpg" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/8e1b2be8f4dd40479df5086a20cabaea.jpg 574w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/8e1b2be8f4dd40479df5086a20cabaea-293x300.jpg 293w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><em>Fonte: Conab</em><br><br>Com apenas 13,1% das lavouras ainda em campo, a colheita da soja caminha para a reta final. Todo o estado de São Paulo e boa parte de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná já finalizaram as operações de colheita, restando apenas aquelas áreas plantadas mais tardiamente no ciclo.<br><br>As condições de tempo devem contribuir com a finalização da colheita em áreas do Brasil central, enquanto algumas instabilidades ainda limitam o avanço mais expressivo no Rio Grande do Sul, Santa CAtarina e Maranhão.<br><br><img decoding="async" width="700" height="643" class="wp-image-4377" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a.jpg" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a.jpg 1140w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a-300x276.jpg 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a-1024x941.jpg 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a-768x706.jpg 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a-600x551.jpg 600w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2024/04/28a26ccbd705420c967e3fcb209c8e2a-750x689.jpg 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><em>Fonte: Conab. Elaboração: Agrotempo.</em><br><br><strong>Progresso da colheita</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tocantins: Aumento de 3% na colheita esta semana (de 90,0% para 93,0%). Comparado com a safra anterior, ainda está 7% abaixo (100,0%).</li>



<li>Maranhão: Avanço de 6% na colheita (de 54,0% para 60,0%). Em relação à safra passada, está 6% atrás (66,0%).</li>



<li>Piauí: Crescimento de 8% na colheita (de 76,0% para 84,0%). Ainda 6% abaixo da safra anterior (90,0%).</li>



<li>Bahia: Colheita aumentou 10% esta semana (de 75,0% para 85,0%). Comparado ao ano passado, está 5% abaixo (90,0%).</li>



<li>Mato Grosso: Pequeno avanço de 0,9% na colheita (de 98,6% para 99,5%). Próximo ao total da safra anterior (100,0%).</li>



<li>Mato Grosso do Sul: Aumento de 1% na colheita (de 98,0% para 99,0%). Ainda 1% abaixo do total da safra passada (100,0%).</li>



<li>Goiás: Aumento de 5% na colheita (de 87,0% para 92,0%). Comparado à safra anterior, está 8% abaixo (100,0%).</li>



<li>Minas Gerais: Aumento de 5% (de 87,0% para 92,0%). Ainda 6% abaixo da safra passada (98,0%).</li>



<li>São Paulo: Manutenção dos 100% de colheita, igual à safra anterior.</li>



<li>Paraná: Ligeiro aumento de 1% (de 97,0% para 98,0%). Ainda 1% abaixo da safra anterior (97,0%).</li>



<li>Santa Catarina: Aumento de 4,8% (de 49,5% para 54,3%). Está 8,7% abaixo da safra passada (63,0%).</li>



<li>Rio Grande do Sul: Recuperação significativa de 9% (de 38,0% para 47,0%). Ainda no mesmo nível da safra anterior (47,0%).<br><br></li>
</ul>



<p><em>Por Gabriel Rodrigues.</em><br><br></p>
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