<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>terras públicas Archives - Tocantins Rural</title>
	<atom:link href="https://tocantinsrural.com.br/tag/terras-publicas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/terras-publicas/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Apr 2026 12:53:27 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png</url>
	<title>terras públicas Archives - Tocantins Rural</title>
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/terras-publicas/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>STF anula lei que favorecia a legalização de terras públicas com títulos contestados no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/stf-anula-lei-que-favorecia-a-legalizacao-de-terras-publicas-com-titulos-contestados-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Grilagem do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[terras públicas]]></category>
		<category><![CDATA[TÍTULOS]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=22516</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público. A&#160;decisão&#160;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/stf-anula-lei-que-favorecia-a-legalizacao-de-terras-publicas-com-titulos-contestados-no-tocantins/">STF anula lei que favorecia a legalização de terras públicas com títulos contestados no Tocantins</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">A&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/469008/conteudo.pdf">decisão</a>&nbsp;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário virtual encerrada em 27 de março.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">A legislação questionada no STF equiparava título de domínio a registros paroquiais ou possessórios devidamente inscritos em cartório até a data de publicação da norma, incluindo desmembramentos e remembramentos.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">O Lei 3.525/2019 previa exceções para imóveis com domínio jurídico fora do Estado, áreas sob questionamento administrativo ou judicial, terras em processo de desapropriação para reforma agrária e aquelas localizadas em reservas indígenas ou quilombolas.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-27">Segundo o STF, Tocantins invadiu a competência da União para legislar sobre direito civil e registros públicos. Os ministros decidiram que transferir terras públicas para domínio privado deve observar normas federais e o sistema constitucional de bens públicos, sendo vedada a aquisição por usucapião.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-28">O STF entendeu que a norma permitia alienar terras públicas à margem das diretrizes nacionais de desenvolvimento agrário e do princípio da função social da propriedade. Argumentos apresentados no processo indicaram que a validação desses títulos poderia agravar conflitos fundiários e prejudicar o bioma do Cerrado.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-29">O Supremo destacou a necessidade de procedimentos administrativos de discriminação de terras devolutas antes de qualquer processo de regularização e a vedação constitucional de alienação de terras públicas com área superior a 2.500 hectares sem a aprovação prévia do Congresso Nacional.</p>



<p><strong>Matopiba</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://obrasilianista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cmn-amplia-credito-rural-1024x683.jpg" alt="CMN aprova concessões de crédito rural" class="wp-image-15463"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>(Foto: Freepik)</em></figcaption></figure>



<p>A ação analisada pelo STF foi&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/467793/conteudo.pdf">apresentada</a>&nbsp;pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). A entidade alegou que a principal região afetada pela lei de TO seria o Matopiba, um dos principais polos agrícolas do Brasil.</p>



<p>Em 2023 e 2024, o Matopiba, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, concentrou a maioria de ocorrências ligadas a desmatamento, devido à conversão de vegetação nativa em áreas de monocultivo, principalmente soja e milho.</p>



<p>Dados do MapBiomas&nbsp;<a href="https://brasil.mapbiomas.org/2025/05/15/mapbiomas-desmatamento-caiu-em-todos-os-biomas-brasileiros-em-2024/">indicam</a>&nbsp;que 90% do desmatamento na região possui indícios de irregularidade, seja por falta de autorização ambiental ou por sobreposição com áreas protegidas. Essa supressão da vegetação nativa compromete a recarga de aquíferos, afetando as chuvas e as comunidades locais.</p>



<p>Um fenômeno crescente no Matopiba é legalização fraudulenta de terras públicas ou territórios tradicionais, muitas vezes usando a reserva legal da propriedade, que é exigida por lei, como pretexto para ocupar áreas habitadas por povos da região.</p>



<p>O avanço das cercas é acompanhado por&nbsp;<a href="https://ipam.org.br/grilagem-verde-e-motor-da-violencia-no-cerrado-do-matopiba/">ameaças</a>&nbsp;de milícias rurais e o&nbsp;<a href="https://observatorio-matopiba.com.br/quem-somos">uso</a>&nbsp;de agrotóxicos como para forçar o êxodo rural.</p>



<p><em>Por Brenno Grillo.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/stf-anula-lei-que-favorecia-a-legalizacao-de-terras-publicas-com-titulos-contestados-no-tocantins/">STF anula lei que favorecia a legalização de terras públicas com títulos contestados no Tocantins</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
