<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>trigo Archives - Tocantins Rural</title>
	<atom:link href="https://tocantinsrural.com.br/tag/trigo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/trigo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Dec 2025 12:38:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png</url>
	<title>trigo Archives - Tocantins Rural</title>
	<link>https://tocantinsrural.com.br/tag/trigo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Manejo hídrico adequado corta em 50% as emissões do trigo no Cerrado, segundo Embrapa</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/manejo-hidrico-adequado-corta-em-50-as-emissoes-do-trigo-no-cerrado-segundo-embrapa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 12:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Irrigação]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo hídrico]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=19908</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo inédito da Embrapa Cerrados (DF) revelou que ajustar o momento da irrigação no trigo pode reduzir pela metade as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) sem comprometer a produtividade. A pesquisa identificou que o ponto de equilíbrio ideal ocorre quando as plantas utilizam 40% da água disponível no solo, resultado que promete transformar o manejo do trigo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/manejo-hidrico-adequado-corta-em-50-as-emissoes-do-trigo-no-cerrado-segundo-embrapa/">Manejo hídrico adequado corta em 50% as emissões do trigo no Cerrado, segundo Embrapa</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um estudo inédito da Embrapa Cerrados (DF) revelou que ajustar o momento da irrigação no trigo pode reduzir pela metade as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) sem comprometer a produtividade. A pesquisa identificou que o ponto de equilíbrio ideal ocorre quando as plantas utilizam 40% da água disponível no solo, resultado que promete transformar o manejo do trigo irrigado em regiões tropicais, especialmente no Cerrado — área estratégica para a expansão da cultura no Brasil.</p>



<p>Publicado na revista&nbsp;<em>Sustainability</em>&nbsp;(MDPI), o estudo avaliou pela primeira vez como diferentes estratégias de irrigação afetam a produtividade do trigo, o uso da água, a emissão de gases como óxido nitroso (N₂O) e metano (CH₄), além da atividade biológica do solo.</p>



<p>O trabalho oferece um novo caminho para tornar a produção irrigada mais eficiente e ambientalmente responsável em um cenário de mudanças climáticas.</p>



<p><strong>O ponto ideal: 40% da água do solo</strong></p>



<p>Durante dois anos de experimentos, os pesquisadores compararam quatro níveis de depleção de água no solo: 20%, 40%, 60% e 80%. A reposição da água após o uso de&nbsp;<strong>40% da capacidade de água disponível (CAD)</strong>&nbsp;mostrou-se o ponto de equilíbrio — garantindo&nbsp;<strong>a maior produtividade (6,8 t/ha)</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>as menores emissões de óxido nitroso</strong>, gás quase 300 vezes mais potente que o CO₂.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://imagens-cdn.canalrural.com.br/2025/11/AIELZt50-image.png" alt="" class="wp-image-4142069"/></figure>



<p>Segundo a pesquisadora Alexsandra Oliveira, responsável pelo estudo, essa faixa de umidade no solo proporcionou “o melhor índice de Potencial de Aquecimento Global (PAG)”, reduzindo em&nbsp;<strong>41% as emissões</strong>&nbsp;quando comparada ao cenário de irrigação após o uso de 60% da CAD, que apresentou o maior pico de N₂O e o PAG mais elevado (1.185,8 kg de CO₂ equivalente).</p>



<p>“Irrigar no momento certo altera radicalmente a intensidade das emissões de gases de efeito estufa”, afirma Oliveira. “Manter a umidade intermediária, próxima dos 40%, oferece o melhor equilíbrio entre produtividade e sustentabilidade ambiental.”</p>



<p><strong>Por que irrigar tarde aumenta emissões?</strong></p>



<p>A explicação está nos chamados&nbsp;<strong>ciclos de reumidificação do solo</strong>. Quando a terra seca demais e depois recebe uma carga grande de água, ocorre um estímulo às reações microbianas que produzem óxido nitroso. Por isso, irrigar apenas após depleções de 60% ou 80% aumenta significativamente as emissões.</p>



<p>Para explicar bem o experimento, a Embrapa propõe comparar o solo a uma caixa d’água<br>subterrânea. Quando os pesquisadores falam em “depleção de 60%”, significa que essa<br>caixa foi esvaziada em 60%. Irrigar demais desperdiça água, irrigar de menos causa<br>estresse nas plantas.</p>



<p>“O segredo é monitorar a água do solo como se fosse uma caixa d’água subterrânea”, afirma o pesquisador Jorge Antonini. “Quando ela fica muito vazia, as plantas sofrem. Quando enchemos demais, desperdiçamos água e estimulamos emissões.”</p>



<p><strong>Produtividade alta com menor impacto</strong></p>



<p>Os dados mostram que, ao respeitar o limite dos 40%, é possível manter&nbsp;<strong>produtividades próximas a 7 t/ha</strong>, com melhor uso dos insumos e menor impacto climático. Para Antonini, isso reforça a necessidade da agricultura tropical avançar em&nbsp;<strong>precisão hídrica</strong>.</p>



<p>“Não é irrigar mais ou menos, é irrigar com precisão. O Cerrado pode produzir trigo competitivo e de baixo impacto climático”, resume.</p>



<p><strong>Metano vira aliado no Cerrado</strong></p>



<p>Outro achado importante do estudo foi o comportamento do metano. Em vez de emitir CH₄, o solo do Cerrado atuou como&nbsp;<strong>um dreno natural</strong>, absorvendo o gás da atmosfera nas condições ideais de irrigação — algo raro em sistemas irrigados.</p>



<p>Isso ocorre porque os solos tropicais apresentam boa drenagem, alta aeração e ausência de encharcamento, favorecendo microrganismos que consomem metano.</p>



<p><strong>Como o estudo foi conduzido</strong></p>



<p>O experimento ocorreu entre 2022 e 2024 em Planaltina (DF), em sistema de plantio direto com sucessão soja–trigo, modelo comum entre produtores da região. O monitoramento da umidade foi feito com sondas instaladas a 70 cm de profundidade, enquanto as emissões foram quantificadas por câmaras estáticas, método adotado pelo IPCC.</p>



<p>As cultivares usadas foram BRS 4782 RR (soja) e BRS 264 (trigo), amplamente adotadas no Cerrado.</p>



<p><strong>Impactos para a agricultura sustentável</strong></p>



<p>O trigo irrigado já ocupa mais de&nbsp;<strong>30 mil hectares no Cerrado</strong>&nbsp;e é uma alternativa para reduzir a dependência das importações. Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça que&nbsp;<strong>é possível combinar alta produtividade com baixa emissão</strong>, marcando um passo importante para a agricultura tropical de baixo carbono.</p>



<p>“Ajustar o momento da irrigação otimiza o uso da água e do nitrogênio, garantindo rendimento elevado e menor impacto ambiental”, destaca Oliveira.</p>



<p>A equipe continuará avaliando o efeito da irrigação em outras culturas tropicais, como milho, café e soja, para ampliar a adoção de práticas clim smart no campo.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/manejo-hidrico-adequado-corta-em-50-as-emissoes-do-trigo-no-cerrado-segundo-embrapa/">Manejo hídrico adequado corta em 50% as emissões do trigo no Cerrado, segundo Embrapa</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trigo brasileiro sob pressão: queda na moagem, excesso de estoque e cenário internacional preocupam setor</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/trigo-brasileiro-sob-pressao-queda-na-moagem-excesso-de-estoque-e-cenario-internacional-preocupam-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 14:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[excessp de estoque]]></category>
		<category><![CDATA[moagem]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
		<category><![CDATA[trigo brasileiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=13689</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, os moinhos lidam com desafios distintos, enquanto o aumento da produção no Canadá e o bom desempenho das lavouras nos Estados Unidos aumentam a oferta global e pressionam ainda mais os preços. Capacidade de moagem segue abaixo do ideal no Sul do Brasil De [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/trigo-brasileiro-sob-pressao-queda-na-moagem-excesso-de-estoque-e-cenario-internacional-preocupam-setor/">Trigo brasileiro sob pressão: queda na moagem, excesso de estoque e cenário internacional preocupam setor</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, os moinhos lidam com desafios distintos, enquanto o aumento da produção no Canadá e o bom desempenho das lavouras nos Estados Unidos aumentam a oferta global e pressionam ainda mais os preços.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-capacidade-de-moagem-segue-abaixo-do-ideal-no-sul-do-brasil"><strong>Capacidade de moagem segue abaixo do ideal no Sul do Brasil</strong></h5>



<p>De acordo com dados da TF Agroeconômica divulgados nesta quinta-feira (8), os moinhos do Rio Grande do Sul operaram com apenas 70,2% da capacidade instalada em 2024. Embora tenha havido um leve aumento na moagem, o estado utilizou apenas 1,25 milhão de toneladas das 1,78 milhão possíveis.</p>



<p>A maior parte dos moinhos gaúchos são de médio porte e, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), optam por reduzir a produção em vez de operar no prejuízo. Já os grandes grupos industriais, mesmo aumentando o volume processado, têm registrado perdas significativas que impactam seus resultados financeiros.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-comercializacao-acelerada-pressiona-precos"><strong>Comercialização acelerada pressiona preços</strong></h5>



<p>A venda de trigo tem sido intensa nas últimas semanas. Produtores vêm comercializando o cereal com cooperativas, que por sua vez buscam repassar os volumes aos moinhos. A pressão sobre os preços se intensifica: há negócios pontuais sendo fechados a R$ 1.400 por tonelada, com ofertas chegando a R$ 1.390 para trigo PH 76. Estima-se que cerca de 50 mil toneladas ainda estejam disponíveis no mercado.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-santa-catarina-opera-com-capacidade-ainda-mais-baixa"><strong>Santa Catarina opera com capacidade ainda mais baixa</strong></h5>



<p>O cenário é ainda mais desafiador em Santa Catarina, onde os moinhos utilizaram apenas 65,7% da capacidade instalada em 2024. O estado processou 409,95 mil toneladas de um total possível de 624,3 mil.</p>



<p>A principal dificuldade enfrentada pelos moinhos catarinenses é a concorrência com grandes grupos de outras regiões do país. Apesar disso, há estudos em andamento para ampliar a comercialização da farinha produzida no estado, segundo a TF Agroeconômica.</p>



<p>Nas principais praças catarinenses, os preços se mantêm estáveis, variando entre R$ 75 e R$ 80 por saca, dependendo da cidade. Moinhos locais estão cautelosos diante da oferta de trigo vinda do Rio Grande do Sul a preços mais baixos.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-mercado-paranaense-se-mantem-firme-mas-safra-nova-ainda-e-incerta"><strong>Mercado paranaense se mantém firme, mas safra nova ainda é incerta</strong></h5>



<p>No Paraná, os preços do trigo continuam firmes, variando entre R$ 1.600 e R$ 1.650 por tonelada (FOB), com alguns negócios CIF chegando a R$ 1.700. Esses valores ainda estão acima dos preços dos trigos importados.</p>



<p>Em relação à safra nova, o mercado permanece sem grandes movimentações. Compradores estão oferecendo entre R$ 1.450 e R$ 1.500 por tonelada CIF moinho, patamar semelhante ao registrado no início da safra anterior, o que equivale a aproximadamente R$ 82,78 por saca no mercado de lotes.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-oferta-internacional-cresce-com-destaque-para-canada-e-eua"><strong>Oferta internacional cresce com destaque para Canadá e EUA</strong></h5>



<p>O mercado internacional do trigo, embora estável, enfrenta tendência de queda nos preços devido à expansão da oferta em importantes países produtores. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a cotação do trigo na Bolsa de Chicago recuou de US$ 5,19 para US$ 5,13 por bushel entre as duas últimas semanas.</p>



<p>Nos Estados Unidos, o plantio do trigo de primavera avançou de forma acelerada e já atinge 44% da área prevista, superando a média histórica de 34%. Além disso, 51% das lavouras de trigo de inverno foram classificadas entre boas e excelentes até o início de maio.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-producao-canadense-deve-alcancar-maior-volume-desde-2013"><strong>Produção canadense deve alcançar maior volume desde 2013</strong></h5>



<p>O grande destaque da semana foi o Canadá. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta que a produção canadense de trigo crescerá 2% em 2025/26, totalizando 35,6 milhões de toneladas — o maior volume desde a safra histórica de 2013/14. A área plantada deve aumentar 2,6%, com um incremento de 193 mil hectares destinados ao trigo de primavera.</p>



<p>Com esse crescimento, as exportações canadenses também devem subir 2%, alcançando novo recorde de 26 milhões de toneladas. A ampliação da oferta global tende a intensificar a pressão sobre os preços internacionais.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-fatores-internos-e-cambio-seguirao-influenciando-o-mercado-brasileiro"><strong>Fatores internos e câmbio seguirão influenciando o mercado brasileiro</strong></h5>



<p>De acordo com a CEEMA, o câmbio e as condições internas dos países importadores seguirão sendo determinantes para as cotações internacionais nos próximos meses. No Brasil, a moagem cresceu 3% em 2024, sendo que metade do trigo utilizado no país veio do exterior.</p>



<p>A evolução do clima nas principais regiões produtoras do hemisfério norte e o comportamento dos grandes exportadores serão decisivos para a formação dos preços globais e, consequentemente, para o posicionamento do mercado brasileiro.<br><br><em>Por Portal do Agronegócio. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/trigo-brasileiro-sob-pressao-queda-na-moagem-excesso-de-estoque-e-cenario-internacional-preocupam-setor/">Trigo brasileiro sob pressão: queda na moagem, excesso de estoque e cenário internacional preocupam setor</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil projeta safra de trigo de 7,53 milhões de toneladas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-projeta-safra-de-trigo-de-753-milhoes-de-toneladas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 11:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 24/25]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=10322</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em relação à temporada anterior, o volume representa um recuo de 7% em meio a problemas climáticos. Confira também outros destaques do AgronegócioA safra de trigo do Brasil em 2024/25 foi estimada em 7,53 milhões de toneladas, com uma leve queda ante as 7,58 milhões de toneladas previstas em dezembro, publicou a consultoria StoneX na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/brasil-projeta-safra-de-trigo-de-753-milhoes-de-toneladas/">Brasil projeta safra de trigo de 7,53 milhões de toneladas</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em relação à temporada anterior, o volume representa um recuo de 7% em meio a problemas climáticos. Confira também outros destaques do Agronegócio<br></em><br>A safra de trigo do Brasil em 2024/25 foi estimada em 7,53 milhões de toneladas, com uma leve queda ante as 7,58 milhões de toneladas previstas em dezembro, publicou a consultoria StoneX na quinta-feira (9). Na comparação com a temporada anterior, o volume representa um recuo de 7% em meio a problemas climáticos.</p>



<p>“Os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina foram os últimos a encerrarem as atividades no campo, podendo haver ainda algumas revisões eventualmente, mas pouco expressivas na conjuntura geral”, disse a StoneX. Em breve, os agricultores devem dar início ao planejamento para o novo ciclo, acrescentou a consultoria. Minas Gerais é o quinto maior produtor de trigo do País, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Seapa-MG).</p>



<p><em>Por Claúdia Duarte/Diário do Comércio. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/brasil-projeta-safra-de-trigo-de-753-milhoes-de-toneladas/">Brasil projeta safra de trigo de 7,53 milhões de toneladas</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia do Pão: mitos e verdades sobre o alimento que faz parte da mesa brasileira</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/dia-do-pao-mitos-e-verdades-sobre-o-alimento-que-faz-parte-da-mesa-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 14:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Pão]]></category>
		<category><![CDATA[Grão]]></category>
		<category><![CDATA[trigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=8432</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (16), é celebrado o Dia do Pão, um alimento presente diariamente na vida dos brasileiros. Seja no café da manhã ou nos lanches, o pão continua sendo um dos alimentos mais consumidos e apreciados em todo o mundo. No entanto, apesar de sua popularidade, ele também é cercado de dúvidas e mitos sobre [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/dia-do-pao-mitos-e-verdades-sobre-o-alimento-que-faz-parte-da-mesa-brasileira/">Dia do Pão: mitos e verdades sobre o alimento que faz parte da mesa brasileira</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta quarta-feira (16), é celebrado o Dia do Pão, um alimento presente diariamente na vida dos brasileiros. Seja no café da manhã ou nos lanches, o pão continua sendo um dos alimentos mais consumidos e apreciados em todo o mundo. No entanto, apesar de sua popularidade, ele também é cercado de dúvidas e mitos sobre seus benefícios e impacto na saúde.</p>



<p>Para esclarecer esses pontos e ajudar na escolha do tipo de pão ideal, a marca Jasmine, referência em alimentação saudável, trouxe alguns mitos e verdades, com dicas da nutricionista Karla Maciel. A seguir, confira algumas dessas orientações.</p>



<p><strong>1. O pão deve ser excluído da dieta para emagrecer?</strong></p>



<p><em>Mito.</em>&nbsp;O emagrecimento não depende de excluir o pão ou outros alimentos isoladamente, mas sim de um balanço calórico equilibrado. O pão pode ser parte de uma dieta saudável, desde que seja consumido com moderação e em versões mais nutritivas, como pães integrais e de grãos.</p>



<p><strong>2. O tipo de pão interfere no índice glicêmico?</strong></p>



<p><em>Verdade.</em> Pães integrais, de centeio ou multigrãos, por exemplo, têm índice glicêmico menor, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue, o que é importante para pessoas com diabetes.</p>



<p><strong>3. Pão francês tem o mesmo valor nutricional que o pão de forma?</strong></p>



<p><em>Mito.</em>&nbsp;Embora ambos sejam feitos de farinha refinada, o pão francês é menos processado, com menos aditivos, enquanto o pão de forma pode conter conservantes e açúcares. A escolha entre eles depende dos ingredientes e do tipo de pão de forma escolhido.</p>



<p><strong>4. Pães doces dificultam o emagrecimento?</strong></p>



<p><em>Verdade.</em>&nbsp;Pães doces contêm alto teor de açúcar e farinhas refinadas, sendo menos nutritivos. Seu consumo excessivo pode levar ao ganho de peso e aumento dos níveis de glicose.</p>



<p><strong>5. O pão de forma pode ajudar no ganho de massa muscular?</strong></p>



<p><em>Verdade.</em>&nbsp;O pão de forma pode ser incluído em dietas para ganho muscular, já que é uma boa fonte de carboidratos, essenciais para fornecer energia durante os treinos.</p>



<p>Ao escolher o pão ideal para seu consumo, o importante é prestar atenção nos ingredientes, valor nutricional e moderação. Além disso, combinar o alimento com proteínas e gorduras saudáveis pode melhorar ainda mais os benefícios à saúde.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/dia-do-pao-mitos-e-verdades-sobre-o-alimento-que-faz-parte-da-mesa-brasileira/">Dia do Pão: mitos e verdades sobre o alimento que faz parte da mesa brasileira</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
