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	<title>Agricultura Familiar Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Agricultura Familiar Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Agricultores familiares do Tocantins terão bônus de até 47,38% para produtos com preços abaixo da garantia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feijão-caupi registra maior percentual no estado; milho e sorgo também estão contemplados pelo PGPAF entre 10 de agosto e 9 de setembro Agricultores familiares do Tocantins que possuem operações de crédito rural enquadradas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) poderão contar com bônus de desconto para produtos que apresentaram preços de mercado [&#8230;]</p>
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<p><em>Feijão-caupi registra maior percentual no estado; milho e sorgo também estão contemplados pelo PGPAF entre 10 de agosto e 9 de setembro</em></p>



<p>Agricultores familiares do Tocantins que possuem operações de crédito rural enquadradas no P<a href="https://www.gov.br/conab/pt-br">rograma Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)</a> poderão contar com bônus de desconto para produtos que apresentaram preços de mercado inferiores aos valores de garantia. No estado, o benefício alcança o feijão-caupi, o milho e o sorgo, com percentuais que chegam a 47,38%.</p>



<p>Os valores constam na Portaria SAF/MDA nº 372/2026, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), publicada no <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-saf/mda-n-372-de-6-de-julho-de-2026-*-724094085">Diário Oficial da União</a>. O documento informa os percentuais do <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br">Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF)</a> que serão aplicados às parcelas ou à liquidação de operações de crédito rural do Pronaf entre <strong>10 de agosto e 9 de setembro de 2026</strong>. Os cálculos consideram os preços médios de mercado registrados em julho.</p>



<p>O maior percentual registrado para o Tocantins é o do <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=feij%C3%A3o-caupi">feijão-caupi</a>, com bônus de 47,38%</strong>. O preço de garantia da cultura foi estabelecido em R$ 285,06 por saca de 60 quilos, enquanto o preço médio de mercado considerado ficou em R$ 150, diferença de R$ 135,06 por saca.</p>



<p>O <strong>milho</strong> também aparece na relação. No estado, o preço de garantia é de R$ 52,39 por saca de 60 quilos, diante de um preço médio de mercado de R$ 47,74. Com a diferença entre os valores, o bônus definido pelo programa é de <strong>8,88%</strong>.</p>



<p>Para o <strong>sorgo</strong>, o percentual estabelecido é de <strong>8,37%</strong>. A saca de 60 quilos tem preço de garantia de R$ 39,29, enquanto o preço médio de mercado utilizado no cálculo foi de R$ 36.</p>



<p>A portaria também apresenta para o Tocantins bônus de <strong>2,22% para a cesta de produtos</strong>, indicador calculado a partir da média ponderada dos bônus de feijão, leite, mandioca e milho. Os dados utilizados na definição dos preços são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>



<p><strong>Como funciona o bônus</strong></p>



<p>O PGPAF funciona como um mecanismo de proteção para agricultores familiares que contrataram financiamentos do Pronaf. Quando o preço médio de mercado de determinado produto fica abaixo do preço de garantia estabelecido pelo programa, é calculado um percentual de bônus que pode ser aplicado no pagamento ou amortização das operações enquadradas nas regras.</p>



<p>A própria portaria determina que somente os produtos e estados relacionados em seu anexo possuem direito ao percentual divulgado para o período. Para agosto, os bônus são calculados com base nos preços observados em julho e permanecem válidos até 9 de setembro.</p>



<p>No Tocantins, a diferença observada principalmente no feijão-caupi chama atenção. O preço médio de R$ 150 por saca corresponde a pouco mais da metade dos R$ 285,06 estabelecidos como preço de garantia, o que explica o bônus de 47,38% previsto pelo programa.</p>



<p><strong>Alternativas de culturas</strong></p>



<p>Além do cenário de preços, o planejamento das culturas que sucedem a soja também exige atenção às condições climáticas e à janela disponível para o plantio no Tocantins.</p>



<p>De acordo com o engenheiro agrônomo <strong>Antônio Cássio</strong>, produtores devem avaliar estratégias de diversificação produtiva, especialmente nas áreas em que a colheita da soja ocorrer depois dos dias 20 ou 25 de fevereiro. Segundo ele, a partir desse período, o risco para o milho segunda safra se torna mais elevado diante da redução da janela de chuvas.</p>



<p>Uma das alternativas apontadas é o <strong>gergelim</strong>, cultura que vem crescendo no Tocantins e apresenta resistência ao estresse hídrico e ciclo adaptado ao período final da janela de chuvas.</p>



<p>Outra possibilidade é justamente o <strong>sorgo</strong>, uma das culturas contempladas pelo PGPAF no Tocantins neste mês. Mais rústico que o milho, apresenta tolerância a veranicos e a condições de menor reserva hídrica no solo, características que podem favorecer sua utilização em áreas plantadas mais tarde.</p>



<p>O <strong>feijão-caupi</strong>, que recebeu o maior bônus do PGPAF entre os produtos tocantinenses relacionados individualmente na portaria, também é apontado como alternativa. Tradicional nas regiões Norte e Nordeste, a cultura possui ciclo curto e boa adaptação às temperaturas elevadas do Tocantins, além de possibilitar um retorno financeiro em período mais curto.</p>



<p>A combinação entre condições de mercado e riscos climáticos reforça a importância do planejamento antes da definição da segunda safra. A escolha entre milho, sorgo, feijão-caupi, gergelim ou outras culturas deve considerar a época de plantio, disponibilidade hídrica, características da propriedade, custos de produção e possibilidades de comercialização.</p>
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		<title>Manifestantes bloqueiam Ferrovia Norte-Sul em Palmeirante e cobram conclusão de assentamento</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/manifestantes-bloqueiam-ferrovia-norte-sul-em-palmeirante-e-cobram-conclusao-de-assentamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 100 pessoas participam da mobilização nesta segunda-feira; protesto interrompe circulação de trens de carga e cobra liberação de recursos federais para aquisição de área rural Mais de 100 manifestantes bloquearam, na manhã desta segunda-feira (10), um trecho da Ferrovia Norte-Sul nas proximidades do terminal de Palmeirante, no Tocantins. A mobilização interrompeu a circulação [&#8230;]</p>
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<p><em>Mais de 100 pessoas participam da mobilização nesta segunda-feira; protesto interrompe circulação de trens de carga e cobra liberação de recursos federais para aquisição de área rural</em></p>



<p>Mais de 100 manifestantes bloquearam, na manhã desta segunda-feira (10), um trecho da Ferrovia Norte-Sul nas proximidades do terminal de Palmeirante, no Tocantins. A mobilização interrompeu a circulação de trens de carga no trecho entre Estreito (MA) e Colinas do Tocantins.</p>



<p>As informações foram divulgadas pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) Regional Araguaia-Tocantins. Segundo a entidade, participam do ato integrantes de aproximadamente 15 comunidades camponesas, mobilizadas pela Articulação Camponesa de Luta pela Terra e Defesa dos Territórios do Tocantins e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).</p>



<p>De acordo com a CPT, a manifestação ocorre de forma pacífica e foi iniciada por tempo indeterminado. Os participantes afirmam que permanecerão mobilizados até que seja estabelecido diálogo com representantes do Governo Federal.</p>



<p><strong>Manifestantes cobram conclusão de processo</strong></p>



<p>A principal reivindicação está relacionada à situação de 27 famílias do Acampamento Gabriel Filho. Os manifestantes cobram a conclusão, pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da aquisição da Fazenda Recreio/Freitas, área de 969 hectares localizada em Palmeirante, para a implantação do Projeto de Assentamento Gabriel Filho.</p>



<p>Segundo a CPT, o processo ocorre no âmbito do Decreto nº 433/1992, que trata da aquisição de imóveis rurais para fins de reforma agrária.</p>



<p>A entidade informa ainda que a aquisição da propriedade foi autorizada pela Portaria Incra nº 48/2026, mas que a conclusão do processo depende da liberação de recursos orçamentários.</p>



<p>Conforme a organização, o procedimento teria sido afetado pelo bloqueio de despesas do orçamento federal estabelecido pelo Decreto nº 12.990/2026. Os movimentos defendem que o Governo Federal disponibilize os recursos necessários para concluir a compra da propriedade e formalizar a criação do assentamento.</p>



<p><strong>Grupos pedem reunião com órgãos federais</strong></p>



<p>Entre as reivindicações apresentadas durante a mobilização está a realização de uma reunião interinstitucional envolvendo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a Presidência do Incra, a Ouvidoria Agrária Nacional e os ministérios do Planejamento e da Fazenda.</p>



<p>Os manifestantes querem que sejam definidos prazos e compromissos para a liberação dos recursos, aquisição da propriedade, lavratura e registro da escritura e posterior criação do assentamento.</p>



<p>Ainda segundo a CPT, a área é alvo de um conflito fundiário que se estende há mais de 15 anos. O acampamento recebeu o nome de Gabriel Vicente de Souza Filho, trabalhador rural morto em outubro de 2010. A organização relata que, ao longo dos anos, as famílias enfrentaram episódios de ameaças, despejos, intimidações e destruição de casas e plantações.</p>



<p>As entidades também manifestaram preocupação com possíveis conflitos durante a ocupação da ferrovia e solicitaram aos órgãos de segurança pública que garantam a integridade dos participantes e o caráter pacífico da manifestação.</p>



<p><strong>Ferrovia já foi alvo de protesto na região</strong></p>



<p>A CPT Araguaia-Tocantins lembra que a Ferrovia Norte-Sul já foi utilizada como ponto de mobilização por movimentos sociais na região. Em outubro de 2017, famílias camponesas, indígenas e quilombolas participaram de uma paralisação no trecho de Palmeirante para reivindicar atendimento a diferentes demandas.</p>



<p>Segundo a entidade, naquela ocasião, a manifestação foi encerrada após a Ouvidoria Agrária Nacional garantir uma reunião com órgãos responsáveis pelas reivindicações apresentadas.</p>



<p>Até a divulgação das informações pela CPT, nesta segunda-feira, os manifestantes afirmavam que permaneceriam no local até a abertura de diálogo e a formalização de compromissos por parte do Governo Federal.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Comercialização de frutas e hortaliças movimenta R$ 68,7 bilhões nas Ceasas brasileiras em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/comercializacao-de-frutas-e-hortalicas-movimenta-r-687-bilhoes-nas-ceasas-brasileiras-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:02:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Conab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Conab aponta estabilidade no volume negociado, apesar dos impactos climáticos sobre a produção; exportações de frutas cresceram quase 20% no ano As Centrais de Abastecimento (Ceasas) brasileiras comercializaram 16,6 milhões de toneladas de frutas e hortaliças em 2025, movimentando R$ 68,7 bilhões em negócios. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), [&#8230;]</p>
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<p><em>Levantamento da Conab aponta estabilidade no volume negociado, apesar dos impactos climáticos sobre a produção; exportações de frutas cresceram quase 20% no ano</em></p>



<p>As Centrais de Abastecimento (Ceasas) brasileiras comercializaram <strong>16,6 milhões de toneladas de frutas e hortaliças</strong> em 2025, movimentando <strong>R$ 68,7 bilhões</strong> em negócios. Os dados são da <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br">Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</a>, divulgados nesta semana por meio do<a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/hortigranjeiros-prohort/publicacoes-do-setor-hortigranjeiro/Comercializa_total_2025"> Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort)</a>, e mostram que, apesar dos desafios climáticos enfrentados ao longo do ano, o setor manteve praticamente estável o volume de produtos comercializados.</p>



<p>De acordo com o levantamento, a quantidade de hortigranjeiros negociada nos entrepostos atacadistas recuou apenas <strong>0,82%</strong> em relação a 2024. Já o valor financeiro das operações apresentou redução de <strong>9,29%</strong>, reflexo da acomodação dos preços após o aumento registrado no ano anterior, quando eventos climáticos adversos pressionaram a oferta e elevaram as cotações.</p>



<p>O Sudeste concentrou a maior parte da movimentação nacional, respondendo por <strong>52% do volume comercializado</strong> e <strong>54% do valor negociado</strong> nas Ceasas avaliadas pela pesquisa.</p>



<p><strong>Hortaliças sentem efeitos do clima</strong></p>



<p>Entre as hortaliças, a Conab identificou redução de <strong>2,8%</strong> no volume comercializado em 2025. Segundo a Companhia, o resultado está diretamente relacionado aos impactos das condições climáticas sobre a produção agrícola em diversas regiões do país.</p>



<p>Mesmo com o recuo nacional, algumas centrais registraram crescimento na movimentação, com destaque para <strong>Rio Branco (AC)</strong>, que avançou <strong>44,9%</strong>, seguida por <strong>Belo Horizonte (MG)</strong>, com alta de <strong>4,4%</strong>, e <strong>Foz do Iguaçu (PR)</strong>, com crescimento de <strong>4,2%</strong>.</p>



<p><strong>Mercado de frutas mostra resiliência</strong></p>



<p>Nas frutas, o cenário foi semelhante. A comercialização apresentou queda de <strong>1,52%</strong> no comparativo anual, mas a Conab avalia que o mercado manteve resiliência diante das oscilações climáticas, especialmente em razão das variações de temperatura e do regime de chuvas, que influenciaram diretamente a oferta de produtos.</p>



<p>Entre as 26 Ceasas monitoradas pelo Sistema de Informações do Mercado Atacadista de Hortigranjeiros (Simab), <strong>11 registraram aumento na movimentação de frutas</strong>, com destaque para <strong>Rio Branco (AC)</strong>, que cresceu <strong>24,11%</strong>, e <strong>Goiânia (GO)</strong>, com avanço de <strong>21,04%</strong>.</p>



<p><strong>Exportações batem novo recorde</strong></p>



<p>Enquanto o mercado interno apresentou estabilidade, o comércio exterior registrou forte expansão. O Brasil exportou aproximadamente <strong>1,3 milhão de toneladas de frutas</strong> em 2025, crescimento de <strong>19,7%</strong> em relação ao ano anterior.</p>



<p>O faturamento das exportações alcançou <strong>US$ 1,56 bilhão</strong>, alta de <strong>29%</strong> no período. Segundo a Conab, o desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de <strong>manga, melão, melancia, limão e lima</strong>, que responderam por mais de <strong>73,5%</strong> do volume exportado.</p>



<p>A <strong>União Europeia</strong> permaneceu como o principal destino das frutas brasileiras, consolidando-se como o maior mercado consumidor da produção nacional.</p>



<p><strong>Maiores Ceasas do país</strong></p>



<p>Entre os entrepostos atacadistas, a <strong>Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp)</strong>, na capital paulista, manteve a liderança nacional, com <strong>2,99 milhões de toneladas</strong> comercializadas e movimentação financeira de <strong>R$ 13,9 bilhões</strong>.</p>



<p>Na sequência aparecem o <strong>Mercado Municipal de Juazeiro (BA)</strong>, com <strong>1,62 milhão de toneladas</strong> e <strong>R$ 6,11 bilhões</strong> em negócios; a <strong>CeasaMinas</strong>, em Contagem (MG), com <strong>1,49 milhão de toneladas</strong> e <strong>R$ 6 bilhões</strong>; e a <strong>Ceasa do Rio de Janeiro</strong>, também com aproximadamente <strong>1,49 milhão de toneladas</strong> comercializadas e movimentação de <strong>R$ 6,11 bilhões</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Codevasf destina trator e carreta agrícola para associação de produtores no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/codevasf-destina-trator-e-carreta-agricola-para-associacao-de-produtores-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimento de R$ 123,5 mil busca fortalecer a agricultura familiar e ampliar a capacidade produtiva da Comunidade do Príncipe A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) oficializou a doação de um trator agrícola e uma carreta para a Associação dos Produtores da Comunidade do Príncipe, no Tocantins. O investimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Investimento de R$ 123,5 mil busca fortalecer a agricultura familiar e ampliar a capacidade produtiva da Comunidade do Príncipe</em></p>



<p>A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) oficializou a doação de um trator agrícola e uma carreta para a Associação dos Produtores da Comunidade do Príncipe, no Tocantins. O investimento total é de R$ 123,5 mil e foi formalizado por meio do Termo de Doação nº 10.0096.00/2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU).</p>



<p>Os equipamentos, pertencentes ao patrimônio da Codevasf, incluem um trator agrícola de 75 cavalos de potência (CV) e uma carreta agrícola com capacidade para transportar até 4 mil quilos. Segundo a companhia, a iniciativa faz parte das ações voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e ao apoio à infraestrutura produtiva das comunidades rurais.</p>



<p>O termo foi assinado no último dia 14 de julho pelo superintendente regional da Codevasf no Tocantins, Cesar Felix Fragoso.</p>



<p><strong>Mais produtividade no campo</strong></p>



<p>Com a chegada dos equipamentos, a expectativa é de aumento da eficiência nas atividades desenvolvidas pela associação.</p>



<p>O trator poderá ser utilizado em operações como preparo do solo, plantio, manejo das lavouras e transporte de insumos, reduzindo o tempo de execução dos serviços e aumentando a produtividade das propriedades atendidas.</p>



<p>Já a carreta agrícola facilitará o transporte da produção, contribuindo para reduzir custos logísticos, otimizar o escoamento das colheitas e diminuir perdas durante o deslocamento até os pontos de comercialização.</p>



<p><strong>Apoio à agricultura familiar</strong></p>



<p>A Codevasf destaca que a doação integra a política de apoio ao desenvolvimento regional conduzida pelo Governo Federal, que busca ampliar as condições de produção e fortalecer associações e pequenos produtores rurais.</p>



<p>Para receber os equipamentos, a Associação dos Produtores da Comunidade do Príncipe precisou atender aos requisitos legais previstos no processo administrativo nº 59506.000206/2026-39, demonstrando capacidade para utilizar os bens em benefício coletivo e de interesse social.</p>



<p>A Codevasf é vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e atua em diversas regiões do país, incluindo o Tocantins, por meio da 10ª Superintendência Regional. Entre suas ações estão investimentos em infraestrutura, mecanização agrícola, segurança hídrica e fortalecimento da agricultura familiar.</p>



<p>A companhia destaca que iniciativas como essa contribuem para ampliar a mecanização no campo, aumentar a competitividade da produção rural e oferecer melhores condições de trabalho aos agricultores familiares, promovendo desenvolvimento econômico nas comunidades atendidas.</p>



<p><em>Com informações do<a href="https://www.otempo.com.br/politica/2026/7/16/codevasf-destina-r-1235-mil-em-equipamentos-para-produtores-no-tocantins.amp"> Portal O Tempo.</a> </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/codevasf-destina-trator-e-carreta-agricola-para-associacao-de-produtores-no-tocantins/">Codevasf destina trator e carreta agrícola para associação de produtores no Tocantins</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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		<item>
		<title>Produtora transforma frutos do Cerrado em agroindústria familiar e leva polpas produzidas no Tocantins para a merenda escolar</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtora-transforma-frutos-do-cerrado-em-agroindustria-familiar-e-leva-polpas-produzidas-no-tocantins-para-a-merenda-escolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Vayrene Milhomem da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtora rural de Barrolândia trocou o comércio pela vida no campo, criou a Font&#8217;Fruit Polpas Naturais e teve sua trajetória reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como exemplo de empreendedorismo feminino rural. O que antes se perdia no chão do Cerrado hoje gera renda, fortalece a agricultura familiar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Produtora rural de Barrolândia trocou o comércio pela vida no campo, criou a Font&#8217;Fruit Polpas Naturais e teve sua trajetória reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como exemplo de empreendedorismo feminino rural.</em></p>



<p>O que antes se perdia no chão do Cerrado hoje gera renda, fortalece a agricultura familiar e chega à mesa de milhares de estudantes. Em Barrolândia, região central do Tocantins, a <strong>produtora rural Vayrene Milhomem da Silva</strong> transformou frutos nativos em uma agroindústria familiar de polpas e se tornou referência em empreendedorismo no campo. Sua história ganhou reconhecimento internacional ao ser destacada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como exemplo do protagonismo das mulheres rurais.</p>



<p>À frente da <strong>Font&#8217;Fruit Polpas Naturais</strong>, Vayrene conduz, ao lado da família, uma agroindústria registrada no Ministério da Agricultura que comercializa polpas de frutas para consumidores, feiras livres e programas governamentais, incluindo a alimentação escolar.</p>



<p><strong>Do comércio para a produção rural</strong></p>



<p>Antes de ingressar na atividade rural, Vayrene administrava um pequeno mercado. A mudança aconteceu há cerca de 20 anos, quando herdou dos pais a Fazenda São Jorge, uma propriedade de 135,5 hectares localizada em Barrolândia.</p>



<p>Foi então que decidiu trocar o comércio pela produção rural. Observando a grande quantidade de frutos nativos que se perdiam durante a safra, enxergou uma oportunidade de agregar valor à produção e criar uma nova fonte de renda para a família.</p>



<p><strong>Frutos do Cerrado ganharam valor agregado</strong></p>



<p>A ideia de produzir polpas surgiu da abundância de espécies típicas do Cerrado, como buriti, murici, pequi, cagaita, tamarindo e araçá-boi, que antes eram pouco aproveitadas e muitas vezes acabavam se perdendo no campo.</p>



<p>Hoje, a Font&#8217;Fruit processa uma ampla variedade de frutas, entre elas acerola, banana, goiaba, manga, caju, cupuaçu, graviola, maracujá, abacaxi, buriti, murici, pequi, cagaita, tamarindo e araçá-boi. A produção combina frutas cultivadas na propriedade com o extrativismo sustentável de espécies nativas do Cerrado.</p>



<p>Além de reduzir o desperdício, o processamento permitiu ampliar o período de comercialização e agregar valor aos produtos da agricultura familiar.</p>



<p><strong>Agroindústria foi construída aos poucos</strong></p>



<p>Transformar o projeto em realidade exigiu planejamento e persistência. Sem capital suficiente para construir a fábrica, Vayrene iniciou o negócio adquirindo apenas uma despolpadeira para processar os frutos produzidos na propriedade.</p>



<p>Ao mesmo tempo, passou a investir na criação de gado. A estratégia era simples: comprar um bezerro a cada dois meses e utilizar o recurso obtido com a venda dos animais para financiar, gradativamente, a construção da agroindústria e a compra de equipamentos.</p>



<p>Com o crescimento da estrutura, a família conquistou o registro junto ao Ministério da Agricultura, etapa fundamental para ampliar a comercialização e atender novos mercados.</p>



<p><strong>Produção abastece escolas públicas</strong></p>



<p>Com a regularização da agroindústria, a Font&#8217;Fruit passou a fornecer produtos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), iniciativas que priorizam a compra da agricultura familiar para abastecer escolas da rede pública.</p>



<p>O processo de adequação da fábrica contou com apoio da Secretaria Municipal de Agricultura de Barrolândia e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Tocantins, por meio da Gerência de Fomento à Agroindústria, responsável pela orientação técnica para obtenção do registro sanitário.</p>



<p><strong>Reconhecimento da FAO</strong></p>



<p>A trajetória da produtora foi escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para integrar a campanha <strong>&#8220;15 dias de iniciativas transformadoras&#8221;</strong>, realizada em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres Rurais.</p>



<p>A iniciativa reúne histórias de agricultoras que contribuem para o desenvolvimento sustentável, a segurança alimentar e o fortalecimento da agricultura familiar em diferentes regiões do mundo.</p>



<p>Além de comandar a agroindústria, Vayrene também atua como tesoureira da Associação dos Produtores Rurais e Gastronômicos de Paraíso do Tocantins (AFEIPAR), incentivando o fortalecimento da produção regional e o protagonismo feminino no campo.</p>



<p><strong>Planos para o futuro</strong></p>



<p>Após consolidar a agroindústria, a produtora planeja ampliar a área cultivada, atualmente com cerca de um alqueire e meio, implantar sistemas de irrigação e investir em novas tecnologias para aumentar a produtividade.</p>



<p>A expectativa é continuar agregando valor aos frutos do Cerrado e ampliar as oportunidades para outras famílias que vivem da agricultura familiar e do extrativismo sustentável na região.</p>



<p>Para Vayrene, fortalecer a produção local também significa incentivar outras mulheres rurais a empreender e transformar os recursos naturais do Cerrado em desenvolvimento, renda e qualidade de vida para suas comunidades.</p>



<p><a href="https://clickpetroleoegas.com.br/no-interior-do-tocantins-uma-ex-comerciante-largou-o-balcao-do-mercadinho-embrenhou-se-no-cerrado-e-transformou-buriti-pequi-e-cagaita-frutos-que-apodreciam-no-chao-da-roca-em-uma-fab-mhbb01/#utm_campaign=compartilhar&amp;utm_medium=compartilhamento&amp;utm_source=whatsapp"><em>Por Maria Heloisa Barbosa Borges. </em></a></p>
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		<title>Governo estuda ajustes no enquadramento de agricultores familiares no Pronaf</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/governo-estuda-ajustes-no-enquadramento-de-agricultores-familiares-no-pronaf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 13:43:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os pontos em discussão está a revisão do limite de renda bruta anual, critério que define o enquadramento de agricultores familiares nas linhas de crédito com juros reduzidos. O governo federal debate a possibilidade de ajustes nas regras de enquadramento do público da agricultura familiar para acesso às políticas públicas. Um dos pontos em discussão é [&#8230;]</p>
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<p><em>Entre os pontos em discussão está a revisão do limite de renda bruta anual, critério que define o enquadramento de agricultores familiares nas linhas de crédito com juros reduzidos.</em></p>



<p>O governo federal debate a possibilidade de ajustes nas regras de enquadramento do público da agricultura familiar para acesso às políticas públicas. Um dos pontos em discussão é a definição da renda bruta anual, índice que determina se o produtor pode ou não contratar crédito rural com juros mais acessíveis. Mudanças no perfil familiar e no nível de tecnificação também são alvo de análise.</p>



<p>A ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, afirma que o debate depende da interpretação da Lei da Agricultura Familiar (11.326/2006) e ressalta que a Pasta não quer “perder” os produtores no momento em que eles melhoram de vida. Especialistas, por outro lado, apontam que a política atual é cara para a União — são quase R$ 20 bilhões por ano — e que o governo deve promover o desenvolvimento e a evolução do público, com um “desmame” natural e migração para outros programas.</p>



<p>“Antes, as famílias tinham muitos filhos e, com isso, poderiam garantir toda a produção da propriedade. Hoje, a realidade é outra. O número de filhos é menor, nem todos querem continuar na atividade agrícola”, disse a ministra, em entrevista recente. A discussão é sobre a predominância das pessoas no campo e a necessidade de adaptação ao contexto demográfico, acrescentou.</p>



<p>Uma das consequências da mudança do perfil das famílias produtoras é o aumento da renda da casa e a sua origem. “Muitas vezes, em uma família menos estruturada, quando um membro da família tem um trabalho fora da propriedade e ganha um salário mínimo, isso já dificulta que a família possa acessar as linhas de Pronaf. Também temos debate para esse redesenho”, afirmou Machiaveli.</p>



<p>A Lei da Agricultura Familiar e o Manual do Crédito Rural (MCR) preveem que, para ter acesso ao Pronaf, ao menos 50% da renda bruta familiar precisa vir de atividades vinculadas à propriedade rural. A regra também define que os imóveis não podem ter mais de quatro módulos fiscais, medida que muda conforme o município.</p>



<p>A discussão no governo inclui a definição da renda bruta anual (RBA) para fins de acesso ao Pronaf. Hoje, o valor está em R$ 500 mil, mas muitos produtores superam esse faturamento e, por regra, podem ser obrigados a acessar linhas destinadas a médios produtores, com juros mais elevados.</p>



<p>“Agora há esse debate sobre o perfil da agricultura mais estruturada, até quando temos que ir. Nosso entendimento é justamente esse: fazemos todo esse trabalho para a estruturação da agricultura familiar, quando estamos em um nível ótimo passamos o agricultor para o outro ministério”, observou Machiaveli. Ela fez referência aos agricultores familiares que extrapolam a renda anual e precisam ser enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), gerido pelo Ministério da Agricultura.</p>



<p>Ela disse que estão sendo debatidas as condições a serem oferecidas para o que agricultor cresça e não tenha que, “do dia para a noite, passar de juros de até 5% para juros de pelo menos 9% ao ano porque aumentou um pouco sua renda”.</p>



<p>Segundo ela, não há debate sobre mudanças no número de módulos fiscais para enquadramento, mas a ministra reconheceu que algumas características da agricultura familiar precisam ser atualizadas para “refletir uma agricultura que está cada vez mais estruturada, cada vez mais potente e que vai depender cada vez mais de mecanização e tecnificação para dar conta de garantir a sua produção”.</p>



<p>José Henrique da Silva, diretor de Financiamento, Proteção e Apoio à Inclusão Produtiva Familiar do MDA, disse que a discussão tem que caminhar junto com a avaliação dos rumos do Pronamp para “calibrar” as ações. “É natural que o agricultor, quando aumenta sua renda, vá para outros programas. A discussão que tentamos travar é até que ponto fazemos essa conexão melhor com o Pronamp”.</p>



<p>Segundo ele, houve propostas inclusive para criar uma faixa intermediária entre os programas.</p>



<p>Na formulação do Plano Safra 2026/27, houve pedidos para ampliar a renda bruta de enquadramento do agricultor familiar de R$ 500 mil para até R$ 750 mil e para elevar o teto dos médios de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões.</p>



<p>Desde 2025, ocorreu uma flexibilização na regra para produtores de leite, café, frutas e olerícolas. Nesses casos, o faturamento anual pode se aproximar de R$ 700 mil e, mesmo assim, eles não perdem o acesso ao Pronaf. A mudança atendeu a pedidos da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag).</p>



<p>Na época, o governo justificou que a inclusão visava a “ampliar o público a ser atendido pelas linhas de crédito do Pronaf, com foco nas famílias que produzem alimentos básicos” e que a medida considerava “o peso de tais alimentos na inflação” e a importância da manutenção do acesso ao Pronaf para ampliar a oferta desses itens.</p>



<p>Para 2026/27, a Federação da Agricultura e Pecuária do Paraná (Faep) pediu um rebate de 50% na renda bruta da atividade bovinocultura de leite para efeito de enquadramento ao Pronaf, mas não foi atendida. Na prática, o pecuarista com faturamento de até R$ 1 milhão anual poderia acessar as linhas da agricultura familiar. Já a Contag sugeriu ampliar o limite para R$ 650 mil e manter o rebate de 30% para atividade produtiva de leite, horticultura e fruticultura.</p>



<p><em>Por </em><a href="https://globorural.globo.com/autores/rafael-walendorff/"><em>Rafael Walendorff</em></a><em>/Globo Rural. </em></p>
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		<title>PGPAF libera bônus para produtos do Pronaf no período de 10 de julho a 9 de agosto</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pgpaf-libera-bonus-para-produtos-do-pronaf-no-periodo-de-10-de-julho-a-9-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 12:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Pronaf]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida reduz o saldo devedor do financiamento quando os preços de mercado caem abaixo do valor de garantia A lista de produtos que receberão bônus nas parcelas de financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) em julho já está disponível, conforme comunicado divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (8/7). [&#8230;]</p>
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<p><em>Medida reduz o saldo devedor do financiamento quando os preços de mercado caem abaixo do valor de garantia</em></p>



<p>A lista de produtos que receberão bônus nas parcelas de financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) em julho já está disponível, conforme comunicado divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (8/7). Segundo a Companhia, a medida vale de 10 de julho a 9 de agosto e busca compensar preços de mercado inferiores aos valores estabelecidos pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF).</p>



<p>Neste mês, têm direito à bonificação produtores de açaí no Amapá (18,03%), arroz longo fino em casca no Tocantins (4,37%), banana em Goiás (14,73%) e borracha natural cultivada no Tocantins (2,05%). A lista também contempla produtores de cana-de-açúcar no Piauí (4,08%), feijão-caupi no Pará (0,42%) e em Roraima (0,55%), além de leite na Bahia (2,18%) e no Ceará (0,87%).https://d</p>



<p>Também recebem o benefício os produtores de maracujá em Santa Catarina (14,63%), milho no Tocantins (0,74%) e no Piauí (0,36%), além de raiz de mandioca no Paraná (2,28%) e em Santa Catarina (7,15%).</p>



<p>O comunicado informa ainda que alguns produtos deixaram de integrar a relação de itens contemplados. É o caso do alho no Paraná, da batata em Santa Catarina, da borracha natural cultivada em Mato Grosso, do cacau cultivado (amêndoa) no Pará e em Rondônia e do feijão no Rio Grande do Sul. Também saíram da lista o feijão-caupi no Amapá, na Bahia e em Pernambuco, a juta embonecada no Amazonas, o mel de abelha em Alagoas e a uva em Santa Catarina.</p>



<p>Entre os 37 itens que compõem a relação, os maiores percentuais de bônus concentram-se na laranja em Sergipe (80,63%), no Pará (62,76%), na Bahia (43,95%) e no Rio Grande do Sul (41,83%). Na sequência aparecem o feijão-caupi em Mato Grosso (52,23%), Tocantins (47,38%) e Maranhão (45,04%); o alho no Rio Grande do Sul (49,19%); a raiz de mandioca no Espírito Santo (47,92%); e o mel de abelha em São Paulo (46,14%) e no Rio Grande do Sul (41,77%).</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<item>
		<title>Programa fortalece agricultura familiar e já distribuiu mais de 15 toneladas de alimentos em Palmas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/programa-fortalece-agricultura-familiar-e-ja-distribuiu-mais-de-15-toneladas-de-alimentos-em-palmas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[PAA]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa garante mercado para pequenos produtores e amplia o acesso a alimentos por famílias em situação de vulnerabilidade social O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem fortalecido a agricultura familiar e ampliado o acesso a alimentos em Palmas. Desde o início das atividades, em maio deste ano, mais de 15 toneladas de produtos cultivados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa garante mercado para pequenos produtores e amplia o acesso a alimentos por famílias em situação de vulnerabilidade social</em></p>



<p>O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem fortalecido a agricultura familiar e ampliado o acesso a alimentos em Palmas. Desde o início das atividades, em maio deste ano, mais de 15 toneladas de produtos cultivados por pequenos agricultores já foram distribuídas a famílias em situação de vulnerabilidade social na capital.</p>



<p>Coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), em parceria com a Secretaria de Agricultura e Região Metropolitana, o programa compra alimentos diretamente dos produtores rurais e os destina à rede socioassistencial do município.</p>



<p>Além de contribuir para a segurança alimentar, a iniciativa representa uma importante oportunidade de geração de renda para agricultores familiares, que passam a contar com a garantia da comercialização da produção.</p>



<p>O produtor Alfredo Neres destaca que o programa trouxe mais tranquilidade para quem vive da agricultura. Segundo ele, antes era comum perder parte da produção devido às dificuldades de transporte e comercialização. Com o PAA, os alimentos são recolhidos diretamente nas propriedades, facilitando o escoamento da produção.</p>



<p>A presidente da Associação dos Pequenos Produtores Agrofamiliares e Agroindustriais de Palmas (AsproAgro), Régila Lima, também avalia que o programa tem contribuído para fortalecer os produtores da região. De acordo com ela, a venda da produção por meio da iniciativa permite que muitas famílias invistam nas propriedades e cubram despesas do dia a dia.</p>



<p><strong>Como funciona o programa</strong></p>



<p>O Programa de Aquisição de Alimentos é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Para a execução da ação em Palmas, foram destinados R$ 500 mil.</p>



<p>Os alimentos adquiridos são distribuídos a famílias identificadas em situação de insegurança alimentar pelas equipes da Sedes, com base na Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia). As entregas também abastecem os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e entidades socioassistenciais cadastradas.</p>



<p><em>Com informaçoes da Prefeitura de Palmas. </em></p>
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		<item>
		<title>Novos tratores e pá-carregadeira ampliam apoio à agricultura familiar em Palmas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/novos-tratores-e-pa-carregadeira-ampliam-apoio-a-agricultura-familiar-em-palmas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Palmas]]></category>
		<category><![CDATA[Promaq]]></category>
		<category><![CDATA[Trator]]></category>
		<category><![CDATA[Tratores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investimentos beneficiam produtores rurais e fortalecem o trabalho de 16 associações do município A agricultura familiar de Palmas passa a contar com novos equipamentos para apoiar o trabalho no campo. Nesta terça-feira (30), o município recebeu uma pá-carregadeira e quatro tratores que serão utilizados no atendimento aos pequenos produtores rurais. Os equipamentos foram entregues em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Investimentos beneficiam produtores rurais e fortalecem o trabalho de 16 associações do município</em></p>



<p>A agricultura familiar de Palmas passa a contar com novos equipamentos para apoiar o trabalho no campo. Nesta terça-feira (30), o município recebeu uma pá-carregadeira e quatro tratores que serão utilizados no atendimento aos pequenos produtores rurais.</p>



<p>Os equipamentos foram entregues em solenidade promovida pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), por meio do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq).</p>



<p>Além dos maquinários destinados ao município, 16 associações rurais de Palmas também foram contempladas com tratores, grades aradoras e carretinhas. As entidades atendem produtores de diversas comunidades da zona rural, entre elas Serra de Taquaruçu, Vale do Taquaruçu, Vale do Aratu, Vale do Lajeado, São João, Jaú e outras localidades.</p>



<p>Os equipamentos serão utilizados para fortalecer a assistência aos agricultores familiares, auxiliando no preparo do solo, na ampliação da capacidade produtiva e na melhoria das condições de trabalho no campo.</p>



<p>O acesso aos maquinários será realizado por meio da secretaria municipal responsável ou das associações rurais beneficiadas, que farão o encaminhamento das demandas dos produtores.</p>



<p>Os equipamentos entregues às associações foram adquiridos com recursos destinados por emendas parlamentares.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Associação convida produtores do Projeto Rio Preto para encontro sobre crédito rural e fortalecimento da produção</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/associacao-convida-produtores-do-projeto-rio-preto-para-encontro-sobre-credito-rural-e-fortalecimento-da-producao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:42:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Rio Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento promovido com apoio do Sebrae e do programa ALI Rural contará com a participação da Cooperativa Sicoob Tocantins para orientar agricultores sobre oportunidades de financiamento e desenvolvimento no campo A Associação dos Pequenos Produtores Agrícolas do Projeto Rio Preto realiza neste sábado, 27 de junho, um encontro coletivo voltado aos produtores rurais, famílias e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Evento promovido com apoio do Sebrae e do programa ALI Rural contará com a participação da Cooperativa Sicoob Tocantins para orientar agricultores sobre oportunidades de financiamento e desenvolvimento no campo</em></p>



<p>A Associação dos Pequenos Produtores Agrícolas do Projeto Rio Preto realiza neste sábado, 27 de junho, um encontro coletivo voltado aos produtores rurais, famílias e trabalhadores da região. A programação acontece a partir das 9h, na Escola Municipal José Nogueira, no Projeto de Assentamento (P.A.) Rio Preto, e terá como foco o acesso ao crédito rural e o fortalecimento da agricultura familiar.</p>



<p>O encontro contará com a participação da Cooperativa Sicoob Tocantins, por meio da gerência da unidade de Araguaína, que apresentará informações sobre linhas de crédito, condições de financiamento e alternativas para apoiar o desenvolvimento das propriedades rurais. A proposta é criar um espaço para esclarecimento de dúvidas, troca de experiências e construção de soluções coletivas que contribuam para o crescimento da produção no campo.</p>



<p>Com o tema <strong>&#8220;Cultivando Futuros: Como o PRONAF e o Sicoob impulsionam sua produção&#8221;</strong>, a iniciativa busca aproximar os agricultores das oportunidades de crédito disponíveis, especialmente aquelas voltadas aos pequenos produtores atendidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF).</p>



<p>A ação integra as atividades do programa <strong>ALI Rural</strong>, desenvolvido pelo Sebrae, que tem como objetivo impulsionar a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade dos pequenos negócios rurais. A iniciativa busca ampliar a renda dos produtores por meio da adoção de boas práticas de gestão, inovação e acesso a oportunidades de mercado, contribuindo também para a permanência qualificada das famílias no meio rural.</p>



<p>A organização reforça o convite para que todos os produtores da região participem do encontro, considerado uma oportunidade para obter informações, conhecer alternativas de financiamento e fortalecer o desenvolvimento da agricultura local.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Encontro Coletivo – Projeto Rio Preto</strong><br><strong>Data:</strong> 27 de junho de 2026 (sábado)<br><strong>Horário:</strong> 9h<br><strong>Local:</strong> Escola Municipal José Nogueira – P.A. Rio Preto<br><strong>Tema:</strong> <em>Cultivando Futuros: Como o PRONAF e o Sicoob impulsionam sua produção.</em></p>
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