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	<title>Meio Ambiente Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Meio Ambiente Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Após reduzir área queimada em 34%, Tocantins investe R$ 71 milhões no Foco no Fogo 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Foco no Fogo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última terça-feira, 7, aconteceu o lançamento da edição 2026 do Projeto Foco no Fogo, iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) que marca o início das ações integradas de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais no estado. A solenidade ocorreu no 22º Batalhão de Infantaria do [&#8230;]</p>
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<p>Nesta última terça-feira, 7, aconteceu o lançamento da edição 2026 do Projeto Foco no Fogo, iniciativa coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) que marca o início das ações integradas de prevenção, educação ambiental e combate às queimadas ilegais no estado. A solenidade ocorreu no 22º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro, em Palmas.</p>



<p>A nova edição foi lançada após resultados expressivos alcançados em 2025, quando o Tocantins registrou redução de aproximadamente 34% na área queimada e queda de 33,1% nos focos de incêndio.</p>



<p>Na ocasião, a primeira-dama Karynne Sotero acompanhou a apresentação das ações, que incluem a regulamentação do Programa Estadual de Prevenção e Educação Ambiental, instituído por decreto, e destacou o caráter social do projeto e o impacto direto nas comunidades. “O<em>&nbsp;Foco no Fogo&nbsp;</em>vai além de um projeto educativo. É uma ação que leva o Governo do Tocantins para perto das comunidades, com prevenção, orientação e presença contínua nos territórios. Nosso objetivo é proteger as famílias e ampliar a conscientização, sempre com foco no cuidado com as pessoas”, afirmou.</p>



<p>O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis, ressaltou o planejamento estratégico e a ampliação das ações. “Para 2026, o Tocantins passa a contar com o maior plano de combate ao fogo da sua história, construído de forma antecipada e com atuação integrada entre Governo, setor produtivo e diversas instituições. O fogo é o principal desafio ambiental do estado. Por isso, essa nova edição do&nbsp;<em>Foco no Fogo&nbsp;</em>reafirma a decisão do governador Wanderlei Barbosa de manter o enfrentamento às queimadas como prioridade permanente.”</p>



<p><strong>Estrutura operacional e apoio das Forças Armadas</strong></p>



<p>O comandante do 22º Batalhão de Infantaria, tenente-coronel Ribeiro Filho, destacou a importância da cooperação entre as instituições. “Para o Exército Brasileiro, é uma satisfação sediar um projeto tão relevante quanto o&nbsp;<em>Foco no Fogo</em>. Essa integração entre as instituições fortalece a atuação conjunta e contribui diretamente para a proteção da população e do meio ambiente no Tocantins”, pontuou.</p>



<p>O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, apresentou as metas para este ano. “Para 2026, estamos ampliando a capacidade de resposta com reforço no treinamento de brigadistas, expansão das equipes em campo e atuação integrada com os órgãos parceiros. A meta é avançar ainda mais na redução dos incêndios, por meio ações preventivas, resposta ágil e mobilização da população, especialmente nas áreas com maior incidência de queimadas&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Alcance do programa</strong></p>



<p>O projeto&nbsp;<em>Foco no Fogo&nbsp;</em>é desenvolvido com a participação de mais de 30 instituições, reunindo órgãos estaduais, federais, municipais e representantes do setor produtivo, em uma atuação coordenada de prevenção, monitoramento e combate às queimadas.</p>



<p>Com seis anos de execução, o programa já alcançou 119 municípios tocantinenses e aproximadamente 65 mil pessoas, consolidando-se como uma das principais políticas públicas de educação ambiental do estado.</p>



<p><strong>Cenário atual e estratégia para 2026</strong></p>



<p>Em 2026, no período de 1º de janeiro a 6 de abril, o Tocantins registrou 202 focos de calor, ocupando a 13ª posição no ranking nacional, um indicativo dos resultados das ações de prevenção e controle adotadas pelo estado. No ano anterior, o estado havia figurado na 5ª colocação, com 11.358 focos registrados.</p>



<p>O cenário demonstra a efetividade das medidas implementadas e reforça a importância da continuidade das ações antecipadas e direcionadas. Para este ano, as iniciativas serão intensificadas em municípios com histórico de maior incidência de queimadas, como Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Mateiros, Pium, Paranã, Aguiarnópolis e Lizarda.</p>



<p>As ações incluem a ampliação de visitas técnicas, palestras educativas e orientação direta a produtores e comunidades, com foco na prevenção e na redução dos focos de incêndio.</p>



<p><strong>Reconhecimento nacional</strong></p>



<p>O projeto<em>&nbsp;Foco no Fogo</em>&nbsp;foi reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do programa&nbsp;<em>Salas Verdes</em>, iniciativa que incentiva a criação de espaços voltados à formação e disseminação de informações ambientais.</p>



<p>A certificação reforça o alinhamento do Tocantins às diretrizes da Política Nacional de Educação Ambiental (Pnea) e amplia o alcance das ações de conscientização com a população.</p>



<p><strong>Investimento e ampliação da capacidade operacional</strong></p>



<p>Além dos resultados já alcançados, o Governo do Tocantins amplia, em 2026, a capacidade de prevenção e resposta aos incêndios florestais. O Plano prevê investimento na ordem de R$ 26.014.388,96 por parte do Estado, além de cerca de R$ 45 milhões viabilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>



<p>Os recursos são destinados para aquisição de equipamentos, capacitação de brigadistas e fortalecimento das equipes de campo, ampliando a atuação nos municípios e nas áreas mais críticas.</p>



<p>Com a edição 2026, o Governo do Tocantins fortalece uma política pública baseada em integração institucional, planejamento antecipado e educação ambiental, com foco na redução das queimadas, na proteção das comunidades e na preservação dos recursos naturais.</p>



<p><em>Por Leydiane Lima/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Periquito azul raro é registrado no Tocantins por servidora do Ibama; alteração genética chama atenção de especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[alteração genética]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Periquito azul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma servidora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou um caso raro de alteração genética em uma ave silvestre no Tocantins. O flagrante mostra um periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul, resultado de uma condição genética conhecida como cianismo. A foto foi feita pela analista ambiental Bianca Montanaro durante uma atividade [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>Uma servidora do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou um caso raro de alteração genética em uma ave silvestre no Tocantins. O flagrante mostra um periquito-de-encontro-amarelo com coloração azul, resultado de uma condição genética conhecida como cianismo.</p>



<p>A foto foi feita pela analista ambiental Bianca Montanaro durante uma atividade de observação de aves em São Félix do Tocantins, no leste do estado. Segundo a servidora, registros desse tipo em vida livre são raros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Flagrantes desse tipo em vida livre são raros e valiosos, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a variabilidade natural das espécies e reforçar a importância da conservação da biodiversidade”, afirmou.</p>
</blockquote>



<p>O periquito-de-encontro-amarelo é uma espécie comum no Brasil, especialmente em áreas abertas, regiões do Cerrado e ambientes urbanos. A ave foi identificada em meio a um bando que se alimentava em uma plantação de milho.</p>



<p><strong>Condição genética rara</strong></p>



<p>O cianismo está relacionado à ausência de pigmentos responsáveis pelas cores amarelas, laranjas e vermelhas nas penas, chamados de psitacina.</p>



<p>Como a coloração verde das aves resulta da combinação entre o amarelo e o azul, a falta desses pigmentos faz com que o animal apresente tonalidade predominantemente azul.</p>



<p>De acordo com o Ibama, o cianismo afeta apenas a coloração da ave, sem evidências de prejuízos diretos à saúde.</p>



<p>No entanto, na natureza, a alteração pode representar desvantagens, como menor camuflagem, maior exposição a predadores, dificuldades de reconhecimento entre indivíduos e possíveis impactos no sucesso reprodutivo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Ntdh86pEmYFI4c8l_TFb2AD5ccI=/0x0:1300x900/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/N/n/rDgE38T3yLoYqald1fTg/2-2-.png" alt="Periquito-de-encontro-amarelo sem a condição genética — Foto: Bianca Montanaro/Ibama"/></figure>



<p><em>Periquito-de-encontro-amarelo sem a condição genética — Foto: Bianca Montanaro/Ibama</em></p>



<p>A condição é genética, assim como o albinismo em seres humanos, e tende a permanecer rara em populações naturais. Isso ocorre porque indivíduos com essa característica podem ter menor taxa de sobrevivência e reprodução.</p>



<p>No Tocantins, a ave é frequentemente observada e apresenta coloração bastante estável, o que torna variações como o cianismo ainda mais incomuns.</p>



<p><em>Por Brenda Santos, g1 Tocantins.</em></p>
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		<title>Nova regra ambiental trará mais segurança ao crédito rural, diz Banco do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/nova-regra-ambiental-trara-mais-seguranca-ao-credito-rural-diz-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Regra Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil, principal financiador do agronegócio brasileiro, afirmou que a nova regra de monitoramento socioambiental para concessão de crédito rural fortalece a agenda de sustentabilidade do país e reduz riscos nas operações de financiamento. &#8220;Entendemos que a iniciativa aprimora a destinação dos recursos, fortalece a agenda de sustentabilidade e contribui para a redução de riscos [&#8230;]</p>
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<p>O Banco do Brasil, principal financiador do agronegócio brasileiro, afirmou que a nova regra de monitoramento socioambiental para concessão de crédito rural fortalece a agenda de sustentabilidade do país e reduz riscos nas operações de financiamento.</p>



<p>&#8220;Entendemos que a iniciativa aprimora a destinação dos recursos, fortalece a agenda de sustentabilidade e contribui para a redução de riscos na concessão de crédito ao mitigar a exposição a produtores que possam vir a sofrer embargos ou restrições futuras. Sua implementação tende, ainda, a estimular uma postura mais pro-ativa dos produtores no processo de regularização ambiental&#8221;, informou o BB, em resposta à reportagem.</p>



<p>Há receios no setor produtivo de que a regra poderá travar o acesso a produtores que cumprem a legislação.</p>



<p>A nova norma, que entrou em vigor nesta quarta-feira (1/4), promoveu ajustes no sistema de avaliação de desmatamento ilegal, que passou a considerar a base oficial de dados consolidada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a partir das informações do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>&#8220;O direcionamento da medida é a mitigação do desmatamento ilegal. Nesse sentido, produtores que comprovem a regularidade da intervenção, mediante a apresentação da documentação prevista no próprio normativo, poderão dar prosseguimento à proposta de crédito&#8221;, avaliou o BB.</p>



<p>O Ministério do Meio Ambiente já disponibilizou orientações sobre o tema e ferramentas de consulta ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) a ser considerado nas operações.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>STF anula lei que favorecia a legalização de terras públicas com títulos contestados no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Grilagem do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[terras públicas]]></category>
		<category><![CDATA[TÍTULOS]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público. A&#160;decisão&#160;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, por unanimidade, uma do Tocantins (TO) que permitia a convalidação de registros imobiliários de imóveis rurais sem título de alienação ou concessão expedido pelo poder público.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-25">A&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/469008/conteudo.pdf">decisão</a>&nbsp;foi tomada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.550, relatada pelo ministro Nunes Marques. A ADI foi analisada durante a sessão do plenário virtual encerrada em 27 de março.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">A legislação questionada no STF equiparava título de domínio a registros paroquiais ou possessórios devidamente inscritos em cartório até a data de publicação da norma, incluindo desmembramentos e remembramentos.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-26">O Lei 3.525/2019 previa exceções para imóveis com domínio jurídico fora do Estado, áreas sob questionamento administrativo ou judicial, terras em processo de desapropriação para reforma agrária e aquelas localizadas em reservas indígenas ou quilombolas.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-27">Segundo o STF, Tocantins invadiu a competência da União para legislar sobre direito civil e registros públicos. Os ministros decidiram que transferir terras públicas para domínio privado deve observar normas federais e o sistema constitucional de bens públicos, sendo vedada a aquisição por usucapião.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-28">O STF entendeu que a norma permitia alienar terras públicas à margem das diretrizes nacionais de desenvolvimento agrário e do princípio da função social da propriedade. Argumentos apresentados no processo indicaram que a validação desses títulos poderia agravar conflitos fundiários e prejudicar o bioma do Cerrado.</p>



<p id="p-rc_0909dc0d47a27949-29">O Supremo destacou a necessidade de procedimentos administrativos de discriminação de terras devolutas antes de qualquer processo de regularização e a vedação constitucional de alienação de terras públicas com área superior a 2.500 hectares sem a aprovação prévia do Congresso Nacional.</p>



<p><strong>Matopiba</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://obrasilianista.com.br/wp-content/uploads/2025/12/cmn-amplia-credito-rural-1024x683.jpg" alt="CMN aprova concessões de crédito rural" class="wp-image-15463"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>(Foto: Freepik)</em></figcaption></figure>



<p>A ação analisada pelo STF foi&nbsp;<a href="https://digital.stf.jus.br/decisoes-monocraticas/api/public/votos/467793/conteudo.pdf">apresentada</a>&nbsp;pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). A entidade alegou que a principal região afetada pela lei de TO seria o Matopiba, um dos principais polos agrícolas do Brasil.</p>



<p>Em 2023 e 2024, o Matopiba, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, concentrou a maioria de ocorrências ligadas a desmatamento, devido à conversão de vegetação nativa em áreas de monocultivo, principalmente soja e milho.</p>



<p>Dados do MapBiomas&nbsp;<a href="https://brasil.mapbiomas.org/2025/05/15/mapbiomas-desmatamento-caiu-em-todos-os-biomas-brasileiros-em-2024/">indicam</a>&nbsp;que 90% do desmatamento na região possui indícios de irregularidade, seja por falta de autorização ambiental ou por sobreposição com áreas protegidas. Essa supressão da vegetação nativa compromete a recarga de aquíferos, afetando as chuvas e as comunidades locais.</p>



<p>Um fenômeno crescente no Matopiba é legalização fraudulenta de terras públicas ou territórios tradicionais, muitas vezes usando a reserva legal da propriedade, que é exigida por lei, como pretexto para ocupar áreas habitadas por povos da região.</p>



<p>O avanço das cercas é acompanhado por&nbsp;<a href="https://ipam.org.br/grilagem-verde-e-motor-da-violencia-no-cerrado-do-matopiba/">ameaças</a>&nbsp;de milícias rurais e o&nbsp;<a href="https://observatorio-matopiba.com.br/quem-somos">uso</a>&nbsp;de agrotóxicos como para forçar o êxodo rural.</p>



<p><em>Por Brenno Grillo.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rede Transformar anuncia projeto selecionado no Tocantins pelo edital “Floresta em Pé”</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/rede-transformar-anuncia-projeto-selecionado-no-tocantins-pelo-edital-floresta-em-pe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 11:56:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta em Pé]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Transformar]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa fortalece geração de renda e conservação da floresta A Rede Transformar anunciou os projetos selecionados no Tocantins na terceira edição do edital “Floresta em Pé”. A iniciativa reúne empresas para apoiar cadeias da sociobiodiversidade, fortalecer a bioeconomia e incentivar a conservação da floresta. As propostas selecionadas atuam em dois eixos: Meio Ambiente, com foco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa fortalece geração de renda e conservação da floresta</em></p>



<p>A Rede Transformar anunciou os projetos selecionados no Tocantins na terceira edição do edital “Floresta em Pé”. A iniciativa reúne empresas para apoiar cadeias da sociobiodiversidade, fortalecer a bioeconomia e incentivar a conservação da floresta. As propostas selecionadas atuam em dois eixos: Meio Ambiente, com foco na redução do desmatamento e enfrentamento das mudanças climáticas; e Desenvolvimento Econômico, voltado à geração de trabalho e renda e ao fortalecimento do empreendedorismo local.</p>



<p>Na terceira edição do “Floresta em Pé, foi aprovado no Tocantins o projeto “Raízes do Futuro”, da Associação Porto Real. Fundada em 1998 na cidade de Porto Nacional (TO), a Associação atende famílias em situação de vulnerabilidade social, sendo referência em ações de sustentabilidade e de impacto transformador. Com o projeto Raízes do Futuro classificado no edital, a Associação Porto Real irá realizar capacitações para estimular o empreendedorismo, palestras sobre educação financeira e cidadania, oficinas de agricultura sustentável, produção e plantio de mudas nativas para reflorestamento, ações de conscientização ambiental e articulação com parceiros para fortalecimento comunitário.</p>



<p>Os projetos aprovados irão receber aporte financeiro para execução em até seis meses. “Nesta edição, foram inscritas 145 propostas, o que evidencia o interesse e o engajamento das comunidades em iniciativas que promovem o desenvolvimento sustentável. Esse volume de inscrições reforça a importância de iniciativas colaborativas que valorizem soluções locais e contribuam para fortalecer os territórios onde atuamos”, afirma Priscilla Alvarenga, gerente de Transformação Social da Votorantim Cimentos.</p>



<p>A terceira edição do edital “Floresta em Pé” é uma das frentes da Rede Transformar que conta com a participação das empresas Ambipar, Analista Brasil Comércio de Artigos, Auren Energia, Braslog, Calmom, Conceptum, Enaex Brasil, Fagundes Construção e Mineração, GCP Brasil, GreenChem, Haver &amp; Boecker, Headservice, Instituto Impactarte, Klabin, Magotteaux, Manserv, MC Química, MMC Metalúrgica, Orica, PMI Montagens Industriais, Sinoma Brazil, Sodexo,&nbsp;Instituto&nbsp;Sotreq, Sulaço, Xavier,&nbsp;Fundação&nbsp;Salvador Arena e Votorantim Cimentos.</p>



<p><strong>Resultado de edição anterior do “Edital Floresta em Pé”</strong></p>



<p>Na segunda edição do edital “Floresta em Pé”, realizada em 2024, o projeto aprovado para ser impulsionado no Tocantins foi o “Sabores Ancestrais: Cultura, Renda e Sustentabilidade no Beneficiamento da Jaca”, idealizado pela empresa Carne de Jaca, de Palmas (TO). A empresa realiza ações voltadas à bioeconomia e ao fortalecimento socioeconômico local, oferecendo oportunidades de geração de renda para mulheres, jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+ de comunidades quilombolas.</p>



<p>Segundo a CEO da empresa Carne da Jaca, Maria Edivângela da Silva, o edital contribuiu para estruturar melhor o beneficiamento da jaca verde e ensinar o preparo de receitas saudáveis e saborosas para comercialização. Maria Edivângela destaca ainda que o que antes estava restrito a poucas pessoas agora pode ser compartilhado com outras mulheres e suas famílias. “O apoio do ‘Floresta em Pé’ foi essencial para reunir as participantes e oferecer o suporte necessário para que elas aprendessem com tranquilidade e segurança. Ver essas mulheres ganhando segurança e percebendo que podem gerar renda com algo que também valoriza o território e os saberes locais foi um dos resultados mais importantes dessa jornada”, afirma Maria Edivângela.</p>



<p><strong>Números do edital terceiro edital “Floresta em Pé” – Rede Transformar</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inscrição de 145 propostas nos estados do Amazonas, Pará e Tocantins</li>



<li>14 iniciativas finalistas</li>



<li>5 projetos selecionados</li>



<li>2 finalistas do Tocantins | 1 projeto aprovado no estado</li>



<li>Desde a primeira edição, em 2023, o edital já apoiou 15 projetos</li>
</ul>



<p><em>Por Rosana Terra.</em></p>
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		<title>Acordo ambiental: produtor rural no Tocantins se compromete a restaurar área equivalente a 12 campos de futebol</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/acordo-ambiental-produtor-rural-no-tocantins-se-compromete-a-restaurar-area-equivalente-a-12-campos-de-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Tocantins (MPTO) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com um proprietário rural para garantir a recuperação de áreas degradadas e a regularização ambiental de um imóvel localizado em Santa Maria do Tocantins, na região centro-norte do estado. Inquérito civil e passivos ambientais O TAC foi celebrado no âmbito de um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério Público do Tocantins (MPTO) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com um proprietário rural para garantir a recuperação de áreas degradadas e a regularização ambiental de um imóvel localizado em Santa Maria do Tocantins, na região centro-norte do estado.</p>



<p><strong>Inquérito civil e passivos ambientais</strong></p>



<p>O TAC foi celebrado no âmbito de um inquérito civil instaurado pelo promotor de Justiça Rodrigo de Souza, atuante junto à Promotoria Regional Ambiental da Bacia do Alto e Médio do Tocantins, com sede em Miracema do Tocantins, que apura danos ambientais em vegetação nativa e área de reserva legal.</p>



<p>Na propriedade foram identificados passivos ambientais, ou seja, áreas degradadas, que somam&nbsp;8,90 hectares, o equivalente a cerca de 12 campos de futebol. Quase metade dessa área é de vegetação nativa.</p>



<p>Conforme o promotor de Justiça, o acordo tem como objetivo assegurar a recomposição das áreas degradadas, além da regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR), licenças ambientais e eventuais outorgas para uso de recursos hídricos.</p>



<p><strong>Compromissos e prazos</strong></p>



<p>O proprietário, que reconheceu a existência de crime ambiental, deverá apresentar, em até 60 dias, a retificação do CAR e comprovar o pedido de análise junto ao órgão ambiental estadual. Já no prazo de 90 dias, deverá encaminhar as licenças ambientais ou os requerimentos necessários para a regularização da propriedade, além de apresentar projeto de restauração das áreas protegidas, caso os passivos sejam confirmados.</p>



<p><strong>Recomposição e compensação</strong></p>



<p>A recomposição ambiental deverá ser concluída em até dois anos, com acompanhamento e validação do órgão ambiental competente. O acordo também estabelece a obrigação de envio de relatórios anuais ao Ministério Público, detalhando as medidas adotadas para recuperação e preservação ambiental.</p>



<p>Como forma de compensação pelos danos causados, foi fixado o pagamento de&nbsp;R$ 7 mil. Os valores serão destinados ao Fundo de Modernização e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público (FUMP).</p>



<p><strong>Sanções e fiscalização</strong></p>



<p>O TAC prevê ainda sanções em caso de descumprimento, que inclui&nbsp;multa fixa de R$ 10 mil, acrescida de&nbsp;multa diária de R$ 1 mil, além de penalidades adicionais em caso de novos desmatamentos ilegais. O documento também autoriza a fiscalização contínua da área, inclusive por meio de imagens de satélite.</p>



<p>Com vigência de três anos, o acordo é extrajudicial e poderá resultar em ação civil pública caso as obrigações não sejam cumpridas.</p>



<p><em>Por Ascom/MPTO.</em></p>



<p></p>
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		<title>Operação apreende mais de 4 mil metros de redes de pesca no norte do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/operacao-apreende-mais-de-4-mil-metros-de-redes-de-pesca-no-norte-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Naturatins]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu nesta segunda-feira, 30, uma operação de fiscalização intensiva voltada ao cumprimento das normas que regulamentam a pesca no estado. A ação ocorreu de forma estratégica nos rios Araguaia e Tocantins e resultou na apreensão de 4,3 mil metros&#160;de redes de emalhar, 20 kg de pescado,&#160;além da aplicação de [&#8230;]</p>
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<p>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu nesta segunda-feira, 30, uma operação de fiscalização intensiva voltada ao cumprimento das normas que regulamentam a pesca no estado. A ação ocorreu de forma estratégica nos rios Araguaia e Tocantins e resultou na apreensão de 4,3 mil metros&nbsp;de redes de emalhar, 20 kg de pescado,&nbsp;além da aplicação de multa no valor de R$ 300.</p>



<p>A operação buscou cumprir a Instrução Normativa Interministerial nº 12/2011 e as Portarias Naturatins nº 44/2026 e nº 47/2026, que regulamentam a atividade pesqueira nas bacias hidrográficas dos rios Tocantins e Araguaia e estabelecem a política de Cota Zero no Tocantins.&nbsp;</p>



<p>O gerente de Fiscalização Ambiental do Naturatins, Cândido José, explicou que a operação reforça a atuação do órgão no combate à pesca irregular. “A ação foi estratégica para intensificar a fiscalização nos rios e lagos do nosso estado, garantindo o cumprimento da legislação e a preservação dos recursos pesqueiros. Também buscamos orientar a população sobre a importância da pesca legal e sustentável”, destacou.</p>



<p><strong>Norte</strong></p>



<p>A operação teve início na terça-feira, 24,&nbsp;e abrangeu os municípios de Couto Magalhães, Juarina, Bernardo Sayão, Arapoema, Pau D’Arco e Araguaína, com o objetivo de coibir a pesca predatória. Além disso, a equipe do Naturatins adotou uma estratégia mista, combinando abordagens terrestres e patrulhamento aquático. No posto fiscal de Couto Magalhães, foi realizada uma blitz com vistoria em veículos leves e ônibus interestaduais, visando identificar o transporte irregular de pescado e caça.</p>



<p>Paralelamente, os fiscais ambientais realizaram patrulhamento nos rios Araguaia e Jenipapo, além de seus afluentes, lagoas e ilhas, monitorando áreas estratégicas e divisas municipais.&nbsp;</p>



<p>Ao final da operação, foram apreendidos 2,6 mil metros de redes de emalhar de diversas malhas, uma armadilha para captura de peixes e 20 kg de pescado, armazenados em uma caixa de isopor de 80 litros.&nbsp;Além disso, foi aplicado um Auto de Infração no valor de R$ 300.&nbsp;</p>



<p>O material apreendido foi encaminhado à sede do Naturatins em Arapoema e, após os trâmites legais, será destinado a uma associação habilitada para reciclagem. Já os pescados foram destinados ao Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do município.</p>



<p>Além das ações repressivas, a operação teve caráter educativo. Durante as abordagens, os fiscais orientaram pescadores e a população sobre a legislação ambiental vigente, destacando a importância da pesca legal e sustentável, bem como as penalidades previstas para o descumprimento das normas.</p>



<p><strong>Bico do Papagaio</strong></p>



<p>Na região do Bico do Papagaio, as atividades ocorreram&nbsp;nos rios Araguaia e Tocantins, abrangendo os municípios de Araguatins, São Miguel, Carrasco Bonito, Praia Norte, Sampaio, São Sebastião e Esperantina, e resultaram na apreensão de aproximadamente 1,7 mil metros de redes de emalhar.</p>



<p><em>Por Kleidiane Araújo/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Confira o calendário de recebimento itinerante de embalagens vazias de defensivos no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), em parceria com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) e das associações de revendedores de insumos agropecuários, divulgou nesta quarta-feira, 18, o calendário anual de Recebimento Itinerante (RI) de embalagens vazias de agrotóxicos. A programação começa em maio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), em parceria com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) e das associações de revendedores de insumos agropecuários, divulgou nesta quarta-feira, 18, o calendário anual de Recebimento Itinerante (RI) de embalagens vazias de agrotóxicos. A programação começa em maio e segue até novembro de 2026.</p>



<p>Neste ano, estão previstas 51 edições do projeto em 50 municípios, o que representa um aumento de 30% em relação ao ano passado. Em 2025, a Adapec e os parceiros realizaram 40 edições no Tocantins, beneficiando diretamente mais de 1.600 pequenos e médios produtores rurais em todas as regiões do estado. Ao todo, foram devolvidas 61,3 toneladas de embalagens.</p>



<p>O Recebimento Itinerante atende exclusivamente pequenos e médios produtores rurais localizados em regiões distantes das centrais e postos fixos de recebimento. O principal objetivo é garantir a destinação correta das embalagens, retirando esse passivo ambiental do campo.</p>



<p><strong>Confira o calendário&nbsp;</strong></p>



<p>Abreulandia&nbsp;18/05</p>



<p>Divinópolis &nbsp;&nbsp; 19/05</p>



<p>Pium&nbsp; 20/05</p>



<p>Paraíso do TO&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 21/05</p>



<p>Peixe&nbsp; 29/05</p>



<p>Araguacema&nbsp;02/06</p>



<p>Dois Irmãos&nbsp;&nbsp; 03/06</p>



<p>Sitio Novo do Tocantins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;03/06</p>



<p>São Miguel do Tocantins&nbsp;&nbsp; 04/06</p>



<p>Itaguatins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 05/06</p>



<p>Paranã&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 05/06</p>



<p>Palmeirópolis&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 06/06</p>



<p>Miranorte&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 09/06</p>



<p>Augustinópolis&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 10/06</p>



<p>Filadélfia&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 11/06</p>



<p>Buriti do Tocantins&nbsp; 11/06</p>



<p>Tocantinópolis&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12/06</p>



<p>Jaú do TO à confirmar&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 12/06</p>



<p>Palmeiras do Tocantins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 13/06</p>



<p>Axixá do Tocantins&nbsp;17/06</p>



<p>Araguatins&nbsp;&nbsp;&nbsp; 18/06</p>



<p>Arapoema&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 23/06</p>



<p>Palmeirante&nbsp; 24/06</p>



<p>Riachinho&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 24/06</p>



<p>Bernardo Sayão&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 24/06</p>



<p>Angico&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 25/06</p>



<p>Aguiarnópolis&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 27/06</p>



<p>Riachinho&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 30/06</p>



<p>Dueré&nbsp;11/07</p>



<p>Dianópolis&nbsp;&nbsp;&nbsp; 21/07</p>



<p>Taguatinga&nbsp;&nbsp; 22/07</p>



<p>Combinado&nbsp;&nbsp; 23/07</p>



<p>Araguaçu&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 25/07</p>



<p>São Valério&nbsp;&nbsp; 22/08</p>



<p>Itapiratins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 02/09</p>



<p>Itacajá&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 03/09</p>



<p>Recursolândia&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 09/09</p>



<p>Nova Olinda&nbsp;11/09</p>



<p>Goiatins&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 16/09</p>



<p>Povoado Cartucho&nbsp; 17/09</p>



<p>Colinas&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 23/09</p>



<p>Presidente Kenedy&nbsp;24/09</p>



<p>Palmas&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 08/10</p>



<p>Ponte Alta do TO&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 09/10</p>



<p>Miracema&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 08/10</p>



<p>Pequizeiro&nbsp;&nbsp;&nbsp; 22/10</p>



<p>Miranorte&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 03/11</p>



<p>Xambioá&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 04/11</p>



<p>Muricilândia&nbsp; 10/11</p>



<p>Santa Fé&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 11/11</p>
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		<title>Adapec reforça prevenção e alerta produtores para praga que afeta a produção de grãos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/adapec-reforca-prevencao-e-alerta-produtores-para-praga-que-afeta-a-producao-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ADM T. Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), emitiu nesta segunda-feira, 23, um alerta fitossanitário sobre o risco de entrada da praga&#160;Amaranthus palmeri, conhecida como caruru-gigante, que afeta grãos como soja e milho,no território tocantinense, com orientações aos produtores rurais sobre medidas preventivas. Atualmente, o Tocantins é considerado livre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), emitiu nesta segunda-feira, 23, um alerta fitossanitário sobre o risco de entrada da praga&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>, conhecida como caruru-gigante, que afeta grãos como soja e milho,no território tocantinense, com orientações aos produtores rurais sobre medidas preventivas. Atualmente, o Tocantins é considerado livre dessa praga.</p>



<p>O alerta da Adapec foi motivado pela detecção de novos focos da praga nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A espécie apresenta resistência a diferentes mecanismos de ação de herbicidas, o que dificulta o controle químico e pode causar prejuízos econômicos significativos. Diante desse cenário, a identificação precoce é essencial para o manejo adequado.</p>



<p>“A Adapec já realiza, em seus monitoramentos de rotina, levantamentos quanto à presença do&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>&nbsp;no Estado, considerando que Mato Grosso e Mato Grosso do Sul já registram ocorrência da praga. Com a confirmação recente em São Paulo e Santa Catarina, a Agência reforça o alerta aos produtores rurais para evitar sua introdução no Tocantins”, ressaltou o gerente de Sanidade Vegetal da Adapec, Marley Camilo.</p>



<p>O responsável técnico pelo Programa Estadual de Grandes Culturas da Adapec, Deyvid Rocha Brito, explica que uma das principais vias de dispersão da praga é o trânsito de máquinas agrícolas contaminadas, como colhedoras, plantadeiras e implementos, provenientes de estados com ocorrência.<br>“Sementes muito pequenas podem se alojar em partes dos maquinários e ser transportadas por longas distâncias, mantendo viabilidade para germinação”, destacou.</p>



<p><strong>Medidas preventivas</strong></p>



<p>Para reduzir o risco de introdução da praga no Tocantins, a Adapec orienta os produtores rurais a adotarem as seguintes medidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Higienização na origem</strong> – Solicitar que maquinários provenientes de outros estados, especialmente de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina, passem por limpeza criteriosa antes do transporte. </li>



<li><strong>Inspeção na chegada</strong> – Realizar verificação cuidadosa antes da entrada na propriedade, observando partes internas, pneus, chassis e plataformas de corte, principalmente em pontos de acúmulo de resíduos. </li>



<li><strong>Área de limpeza</strong> – Sempre que possível, realizar a limpeza final em local isolado da área de cultivo, permitindo o controle de eventuais plantas emergentes. </li>



<li><strong>Monitoramento contínuo</strong> – Observar carreadores, bordas de lavoura, estradas e áreas de apoio, com atenção a plantas suspeitas. </li>



<li><strong>Caso suspeito</strong> – Ao identificar planta com suspeita de <em>Amaranthus palmeri</em>, não arrancar ou descartar de forma inadequada. Isolar a área e comunicar imediatamente a unidade local da Adapec ou o responsável técnico. </li>
</ul>



<p><em><strong>Amaranthus palmeri</strong></em></p>



<p>Trata-se de uma praga quarentenária presente no Brasil, com focos confirmados nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e, recentemente, em São Paulo e Santa Catarina. Conhecida como caruru-gigante, é uma planta de alto potencial de competição, com crescimento rápido, podendo atingir de 2 a 3 centímetros por dia.</p>



<p>Para mais informações, entrar em contato com a gerencia de sanidade animal pelo contato (63) 3027-1527 ou pelo 0800 000 4733.</p>
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		<item>
		<title>Propostas para desenvolvimento do Jalapão começam a ser construídas com participação da comunidade</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/propostas-para-desenvolvimento-do-jalapao-comecam-a-ser-construidas-com-participacao-da-comunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Jalapão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Participação da comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Propostas]]></category>
		<category><![CDATA[Semarh]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) e do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), reuniu prefeitos, secretários municipais de meio ambiente, lideranças comunitárias, operadores ambientais e representantes do trade turístico do Jalapão para debater os impactos do avanço [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) e do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), reuniu prefeitos, secretários municipais de meio ambiente, lideranças comunitárias, operadores ambientais e representantes do trade turístico do Jalapão para debater os impactos do avanço da infraestrutura viária na região. O encontro teve como foco as oportunidades e os desafios trazidos pela pavimentação das rodovias e pela implantação do aeroporto em São Félix, que vêm transformando a dinâmica econômica, social e ambiental do território.</p>



<p>Durante o encontro, foi criada uma comissão formada pelos participantes com a finalidade de elaborar uma minuta de propostas voltadas ao desenvolvimento sustentável do Jalapão. O documento será validado em um seminário a ser realizado na própria região, reunindo os mesmos atores e a comunidade local. A data do evento será definida posteriormente.</p>



<p>O encontro foi oportuno para discutir o novo momento que se aproxima para o Jalapão, com a chegada do asfalto e da implantação do aeroporto, que &nbsp;representam marcos estruturantes de uma nova fase de desenvolvimento do Jalapão, neste sentido, torna-se essencial promover um diálogo integrado e responsável.</p>



<p>O secretário da Semarh, Marcello Lelis, reiterou que o governador Wanderlei Barbosa está deixando um legado na história do Jalapão. “Precisamos construir juntos um plano para potencializar as oportunidades que vão surgir. Um novo Jalapão se aproxima e a responsabilidade é de todos nós”, afirmou.</p>



<p>Gerido pelo Naturatins, o Parque Estadual do Jalapão (PEJ) registrou, no último ano, a visita de cerca de 50 mil turistas, representando um aumento de 16,63% em relação a 2024, quando foram contabilizados 43.131 visitantes.</p>



<p>“Este é o momento de planejar, de discutir, e principalmente, de pensar no desenvolvimento sustentável e responsável do Jalapão com a participação de todos”, reiterou a superintendente de Operações Turísticas e Projetos Estratégicos da Secretaria de Turismo do Estado, Kleyrianne Aguiar.</p>



<p>O presidente do Naturatins, Cledson Lima, destacou a atuação integrada do Estado com os atores estratégicos da região diante do novo cenário de desenvolvimento do Jalapão. Segundo ele, os investimentos em infraestrutura são resultado da visão estratégica do governador Wanderlei Barbosa, que reconhece o potencial da região e tem atuado para fortalecer o turismo e promover o desenvolvimento socioeconômico de forma sustentável e com a participação da comunidade.</p>



<p>A representante do Quilombo Mumbuca, Núbia Matos, ressaltou a importância da comunidade está participando da discussão, “Hoje, estou tendo o privilégio de discutir este novo Jalapão que não é mais uma utopia, é uma realidade” destacou.</p>



<p>Para o presidente do Consórcio dos Municípios da Região do Jalapão e prefeito de São Félix, Gercimar Xavier, a responsabilidade dos gestores municipais é grande diante desta nova realidade. “O Jalapão é uma região importante e a chegada do asfalto vai trazer grandes oportunidades para a nossa gente”, frisou.</p>



<p><strong>Presença</strong></p>



<p>A reunião contou ainda com a presença dos &nbsp;prefeitos Jesy Vieira (Mateiros), &nbsp;Kedson Alves (Ponte Alta) e Mateus Coelho (Novo Acordo); do comandante de Policiamento da Capital, tenente-coronel Valdeone Dias; do presidente da Associação dos Extrativistas de Pequenos Produtores do Povoado do Prata, Osvaldo Francisco de Sousa; do presidente da Cooperativa de Empresários de Turismo, Guias Nacionais e Condutores Ambientais do Estado do Tocantins, Otávio Augusto; além de secretários municipais de meio ambiente e empresários do trade turístico.</p>



<p><em>Por Fábia Lázaro/Governo do Tocantins.</em></p>
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