<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Nacional Archives - Tocantins Rural</title>
	<atom:link href="https://tocantinsrural.com.br/categoria/nacional/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tocantinsrural.com.br/categoria/nacional/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 02 Jun 2026 13:52:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cropped-favicon-1-32x32.png</url>
	<title>Nacional Archives - Tocantins Rural</title>
	<link>https://tocantinsrural.com.br/categoria/nacional/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>China reconhece Brasil como território livre de febre aftosa sem vacinação</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/china-reconhece-brasil-como-territorio-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=23929</guid>

					<description><![CDATA[<p>A&#160;China reconheceu o Brasil, o maior exportador de carne bovina e de frango do mundo,&#160;como livre de febre aftosa&#160;nesta terça-feira (02). Foram 20 anos de negociação entre os dois países. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, o reconhecimento do status sanitário de todo o território como livre de febre aftosa pela China&#160;amplia oportunidades para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/china-reconhece-brasil-como-territorio-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao/">China reconhece Brasil como território livre de febre aftosa sem vacinação</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;<strong>China reconheceu o Brasil</strong>, o maior exportador de carne bovina e de frango do mundo,&nbsp;<strong>como livre de febre aftosa&nbsp;</strong>nesta terça-feira (02). Foram 20 anos de negociação entre os dois países.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692045&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692045&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, o reconhecimento do status sanitário de todo o território como livre de febre aftosa pela China&nbsp;<strong>amplia oportunidades para as exportações de produtos bovinos e suínos do Brasil</strong>&nbsp;no mercado chinês, como miúdos e carne com osso.</p>



<p>No ano passado, o Brasil destinou ‌mais da metade das exportações de carne bovina à ⁠China, maior importadora mundial de carne bovina.</p>



<p>O anúncio acontece durante visita do Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, à China. &nbsp;</p>



<p>Os ministérios das Relações Exteriores e o da Agricultura e Pecuária trabalharam juntos para que o Brasil obtivesse esse reconhecimento.</p>



<p>No ano passado, O Brasil foi oficialmente&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2025-06/lula-recebe-certificado-de-pais-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">declarado livre da febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal</a>. &nbsp;</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/china-reconhece-brasil-como-territorio-livre-de-febre-aftosa-sem-vacinacao/">China reconhece Brasil como território livre de febre aftosa sem vacinação</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PEC da jornada deve garantir duas folgas semanais e limite de 40 horas de trabalho</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pec-da-jornada-deve-garantir-duas-folgas-semanais-e-limite-de-40-horas-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:18:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=23677</guid>

					<description><![CDATA[<p>O deputado Leo Prates (Republicanos-BA), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e amplia o descanso semanal, afirmou nesta quarta-feira (20) que pretende adotar a média mensal para calcular a carga horária em escalas diferenciadas. Segundo ele, o relatório deve ser apresentado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/pec-da-jornada-deve-garantir-duas-folgas-semanais-e-limite-de-40-horas-de-trabalho/">PEC da jornada deve garantir duas folgas semanais e limite de 40 horas de trabalho</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O deputado Leo Prates (Republicanos-BA), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e amplia o descanso semanal, afirmou nesta quarta-feira (20) que pretende adotar a média mensal para calcular a carga horária em escalas diferenciadas. Segundo ele, o relatório deve ser apresentado na próxima segunda-feira (25) na comissão especial da Câmara dos Deputados.</p>



<p>De acordo com o relator, a proposta deve preservar a estrutura atual do texto constitucional e promover mudanças pontuais. No dispositivo sobre duração do trabalho, a redação passaria de 44 para 40 horas semanais, mantido o limite de 8 horas diárias e a possibilidade de compensação por acordo ou convenção coletiva. No trecho sobre repouso semanal remunerado, seria incluído mais um dia de descanso.</p>



<p>Prates afirmou que o cálculo por média mensal busca acomodar jornadas com escalas específicas, como a 12×36. Nesse modelo, um trabalhador pode cumprir 42 horas em uma semana e menos de 40 em outra. A média mensal, segundo ele, serviria para ajustar essa variação sem alterar a lógica geral da proposta.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/pec-da-jornada-deve-garantir-duas-folgas-semanais-e-limite-de-40-horas-de-trabalho/">PEC da jornada deve garantir duas folgas semanais e limite de 40 horas de trabalho</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por unanimidade, STF valida limites à aquisição de terras por estrangeiros</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/por-unanimidade-stf-valida-limites-a-aquisicao-de-terras-por-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aquisição de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=23094</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter as restrições para a compra de terras rurais no Brasil por empresas nacionais controladas por estrangeiros. Os ministros negaram uma ação movida pela Sociedade Rural Brasileira (SRB) contra lei de 1971 que rege o tema, e acolheram o processo da Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/por-unanimidade-stf-valida-limites-a-aquisicao-de-terras-por-estrangeiros/">Por unanimidade, STF valida limites à aquisição de terras por estrangeiros</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter as restrições para a compra de terras rurais no Brasil por empresas nacionais controladas por estrangeiros. Os ministros negaram uma ação movida pela Sociedade Rural Brasileira (SRB) contra lei de 1971 que rege o tema, e acolheram o processo da Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia sua validação.<br><br>O julgamento havia sido suspenso em março por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, que reajustou seu voto, inicialmente contrário às restrições. Em seu voto atualizado, proferido nesta quinta-feira (23), Moraes disse que as restrições são necessárias para salvaguardar a soberania nacional e minerais críticos.</p>



<p>Também votaram nesse sentido o relator, Marco Aurélio Mello (aposentado), Flávio Dino, Cristiano Zanin, Kássio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Edson Fachin.<br><br>O centro da controvérsia estava em definir se as empresas com capital majoritariamente estrangeiro devem se submeter às mesmas restrições impostas às empresas estrangeiras. De acordo com a lei questionada, as duas situações recebem o mesmo tratamento jurídico, o que foi contestado pela SRB.</p>



<p>Ao longo dos debates, ministros destacaram que praticamente todos os países do mundo têm algum controle sobre a aquisição de terras rurais por estrangeiros. Também consideraram que, apesar de ter sido editada antes de 1988, ela é compatível com a Constituição e necessária para proteger a soberania nacional.</p>



<p>“A lei não é anacrônica, pelo contrário”, disse o ministro Flávio Dino. “A apropriação de bases físicas dos países constitui uma dimensão fundamental da defesa da soberania, seja por conta dos recursos naturais, hídricos e os recursos do subsolo”, acrescentou.</p>



<p>Entre as restrições, está a exigência de autorização do Incra para aquisição de terras de até 100 módulos e aprovação do Congresso para compra de terras com mais de 100 módulos. O módulo é uma unidade medida em hectares, que varia para cada município.</p>



<p>Segundo o Incra, há 700 processos em curso e o prazo médio para análise dos pedidos de aquisição de terras é de seis meses.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/por-unanimidade-stf-valida-limites-a-aquisicao-de-terras-por-estrangeiros/">Por unanimidade, STF valida limites à aquisição de terras por estrangeiros</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Petrobras reajusta preço do diesel para distribuidoras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/petrobras-reajusta-preco-do-diesel-para-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[distribuidoras]]></category>
		<category><![CDATA[petrobas]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=22294</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reajuste entra em vigor neste sábado (14) e altera o preço médio do diesel A vendido pela estatalA Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que vai reajustar o preço de venda do diesel A para as distribuidoras a partir deste sábado (14). O aumento será de R$ 0,38 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 85% [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/petrobras-reajusta-preco-do-diesel-para-distribuidoras/">Petrobras reajusta preço do diesel para distribuidoras</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Reajuste entra em vigor neste sábado (14) e altera o preço médio do diesel A vendido pela estatal<br></em><br>A Petrobras informou nesta sexta-feira (13) que vai reajustar o preço de venda do diesel A para as distribuidoras a partir deste sábado (14). O aumento será de R$ 0,38 por litro.<br><br>Considerando a mistura obrigatória de 85% de diesel A e 15% de biodiesel, o reajuste corresponde a R$ 0,32 por litro sobre o diesel B vendido nos postos.</p>



<p>Após o ajuste, o preço médio do diesel A comercializado pela companhia para as distribuidoras passará a R$ 3,65 por litro. A participação da Petrobras no valor do diesel B vendido ao consumidor final será, em média, de R$ 3,10 por litro.</p>



<p><strong>Histórico de reajustes<br></strong><br>Segundo a empresa, o último ajuste no preço do diesel para as distribuidoras ocorreu há 311 dias, em 6 de maio de 2025, quando houve redução.<br><br>O último aumento havia sido registrado em 1º de fevereiro de 2025.</p>



<p>Mesmo com a atualização anunciada, a Petrobras afirma que, no acumulado desde dezembro de 2022, o preço do diesel A vendido às distribuidoras apresenta redução de R$ 0,84 por litro. O recuo corresponde a 29,6%, considerando a inflação do período.</p>



<p><strong>Tributos federais<br></strong><br>De acordo com a companhia, o impacto do reajuste para o consumidor é atenuado pela desoneração de tributos federais.</p>



<p>O Governo Federal do Brasil zerou as alíquotas de PIS e Cofins sobre a comercialização de diesel.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/petrobras-reajusta-preco-do-diesel-para-distribuidoras/">Petrobras reajusta preço do diesel para distribuidoras</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conflito no Irã pode afetar temporariamente exportações de carne do Brasil, diz MDIC</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-afetar-temporariamente-exportacoes-de-carne-do-brasil-diz-mdic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 13:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=22070</guid>

					<description><![CDATA[<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão. Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-afetar-temporariamente-exportacoes-de-carne-do-brasil-diz-mdic/">Conflito no Irã pode afetar temporariamente exportações de carne do Brasil, diz MDIC</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O agravamento das tensões no Oriente Médio pode trazer impactos temporários para as exportações brasileiras de alimentos, especialmente para mercados importantes da região, como o Irã. A avaliação é do diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Herlon Brandão.</p>



<p>Segundo o diretor, conflitos geopolíticos tendem a gerar instabilidade nas rotas comerciais e nas relações econômicas com países da região, que são grandes compradores de produtos do agronegócio brasileiro, como carnes, milho, açúcar e itens produzidos conforme as normas halal.</p>



<p>Apesar do possível impacto no curto prazo, Brandão avalia que a demanda por alimentos nesses mercados deve se manter no médio prazo.</p>



<p>“Mesmo com instabilidades, a necessidade de alimentos continua existindo. Os fluxos comerciais tendem a se reorganizar e se normalizar com o tempo”, afirmou o diretor ao comentar os dados recentes da balança comercial brasileira.<br><br><strong>Oriente Médio é destino relevante para alimentos brasileiros<br></strong><br>O Oriente Médio tem participação importante no comércio exterior do agronegócio brasileiro. Dados do Mdic indicam que cerca de 32% das exportações brasileiras de milho têm como destino países da região.</p>



<p>A participação também é significativa em outros produtos agropecuários. Aproximadamente 30% das exportações de carne de frango do Brasil são direcionadas ao Oriente Médio. No caso do açúcar, a região responde por cerca de 17% das vendas externas, enquanto a carne bovina representa cerca de 7%.</p>



<p>Além da relevância econômica, a região também é estratégica para produtos certificados como halal, produzidos conforme as exigências religiosas islâmicas, especialmente no segmento de carnes.</p>



<p>Petróleo pode compensar perdas no curto prazo<br>Se por um lado o conflito pode trazer impactos para as exportações de alimentos, por outro o cenário tende a favorecer as vendas externas de petróleo brasileiro.</p>



<p>Isso porque tensões no Oriente Médio costumam pressionar os preços internacionais do petróleo, o que pode beneficiar países exportadores do produto, como o Brasil.</p>



<p>“O Brasil é um exportador líquido de petróleo. Se o preço da commodity subir no mercado internacional, o saldo do comércio de combustíveis tende a aumentar”, explicou Brandão.</p>



<p><strong>Mudanças nas exportações para principais parceiros<br></strong><br>Os dados mais recentes da balança comercial também mostram mudanças relevantes no desempenho das exportações brasileiras para alguns dos principais parceiros comerciais.</p>



<p>As vendas para os Estados Unidos somaram US$ 2,52 bilhões em fevereiro, queda de 20,3% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações também recuaram 16,5%, totalizando US$ 2,78 bilhões, o que resultou em déficit de US$ 265 milhões na balança comercial com o país.</p>



<p>Segundo o Mdic, essa foi a sétima queda consecutiva nas exportações brasileiras para os Estados Unidos. O movimento está associado à sobretaxa de 50% aplicada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros em 2025.</p>



<p>Embora a Suprema Corte dos Estados Unidos tenha derrubado a medida no fim de fevereiro, os efeitos positivos dessa decisão devem aparecer apenas nos próximos meses.</p>



<p>China amplia participação no comércio brasileiro<br>Na direção oposta, o comércio com a China registrou crescimento expressivo. Em fevereiro, as exportações brasileiras para o país asiático somaram US$ 7,22 bilhões, alta de 38,7% em relação ao mesmo mês de 2025.</p>



<p>As importações vindas da China, por outro lado, caíram 31,3%, totalizando US$ 5,49 bilhões. Com isso, o Brasil registrou superávit de US$ 1,73 bilhão na relação comercial com o principal parceiro comercial do país.</p>



<p><strong>União Europeia e Argentina<br></strong><br>As exportações brasileiras para a União Europeia também apresentaram avanço. Em fevereiro, as vendas ao bloco chegaram a US$ 4,23 bilhões, crescimento de 34,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Já as importações provenientes da Europa recuaram 10,8%, para US$ 3,30 bilhões, gerando superávit de US$ 931 milhões.</p>



<p>No comércio com a Argentina, houve retração tanto nas exportações quanto nas importações. As vendas brasileiras caíram 26,5%, somando US$ 1,05 bilhão, enquanto as compras recuaram 19,2%, para US$ 850 milhões.</p>



<p>Mesmo assim, o Brasil manteve saldo positivo de US$ 207 milhões na balança comercial com o país vizinho.</p>



<p>China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina continuam entre os principais parceiros comerciais do Brasil e exercem forte influência sobre o desempenho da balança comercial brasileira.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-afetar-temporariamente-exportacoes-de-carne-do-brasil-diz-mdic/">Conflito no Irã pode afetar temporariamente exportações de carne do Brasil, diz MDIC</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo Mercosul–União Europeia é aprovado pelo Senado e avança para entrada em vigor</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/acordo-mercosul-uniao-europeia-e-aprovado-pelo-senado-e-avanca-para-entrada-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo Mercosul-UE]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=22009</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4), em votação unânime, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. Com o tratado, o bloco sul-americano, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, vai zerar tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já União Europeia eliminará tarifas sobre 95% dos bens vendidos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/acordo-mercosul-uniao-europeia-e-aprovado-pelo-senado-e-avanca-para-entrada-em-vigor/">Acordo Mercosul–União Europeia é aprovado pelo Senado e avança para entrada em vigor</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (4), em votação unânime, o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia.</p>



<p>Com o tratado, o bloco sul-americano, composto por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, vai zerar tarifas sobre 91% dos bens europeus em até 15 anos. Já União Europeia eliminará tarifas sobre 95% dos bens vendidos pelo Mercosul em até 12 anos.</p>



<p>O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 41/2026, que ratifica o acordo, ainda precisa ser promulgado pelo presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), ato que concluirá a internalização do pacto comercial pelo parlamento brasileiro. Esta era a última etapa para a entrada em vigor dos termos do tratado.</p>



<p>Na prática, o acordo estabelece a maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 720 milhões de habitantes.</p>



<p>A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) estima que a implementação do acordo pode incrementar as exportações brasileiras em cerca de US$ 7 bilhões e ampliar a diversificação das vendas internacionais brasileiras, beneficiando inclusive à indústria nacional. Os parlamentos de Argentina e Uruguai já haviam aprovado o acordo na semana passada.</p>



<p>Do lado da União Europeia, o Parlamento Europeu pediu, em janeiro, que o Tribunal de Justiça do bloco faça uma avaliação jurídica sobre o acordo. Porém, na última semana, a presidente da Comissão Europeia, Usrula von der Leyen, afirmou que a UE aplicará o acordo de forma provisória a partir de maio, mesmo com a pendência de análise judicial.</p>



<p>O tratado conta com forte apoio de países como Alemanha e Espanha, mas enfrenta resistências principalmente da França, que teme perda de concorrência no setor agropecuário.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/acordo-mercosul-uniao-europeia-e-aprovado-pelo-senado-e-avanca-para-entrada-em-vigor/">Acordo Mercosul–União Europeia é aprovado pelo Senado e avança para entrada em vigor</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conflito no Oriente Médio pressiona mercado do boi gordo e derruba preços futuros</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-oriente-medio-pressiona-mercado-do-boi-gordo-e-derruba-precos-futuros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[mercado do boi]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=21988</guid>

					<description><![CDATA[<p>O mercado físico do boi gordo apresentou lentidão no decorrer da terça-feira (3), em um ambiente pautado por incertezas. O analista da consultoria Safras &#38; Mercado Fernando Henrique Iglesias aponta que a guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz produziram efeitos negativos dentro do mercado, com incertezas quanto a exportação de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-oriente-medio-pressiona-mercado-do-boi-gordo-e-derruba-precos-futuros/">Conflito no Oriente Médio pressiona mercado do boi gordo e derruba preços futuros</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado físico do boi gordo apresentou lentidão no decorrer da terça-feira (3), em um ambiente pautado por incertezas.</p>



<p>O analista da consultoria Safras &amp; Mercado Fernando Henrique Iglesias aponta que a guerra no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz produziram efeitos negativos dentro do mercado, com incertezas quanto a exportação de proteínas de origem animal para a região.</p>



<p>Segundo ele, a disrupção total do fornecimento de alimentos para o <strong>Oriente Médio</strong> é altamente improvável. No entanto, a logística se torna mais onerosa e o translado mais lento, uma vez que há rotas já estabelecidas que foram planejadas em outros momentos de crise na região.</p>



<p>“Frigoríficos em algumas regiões do Brasil passam a se ausentar da compra de gado neste ambiente de incerteza e de forte queda no mercado futuro”, assinalou Iglesias.<a href="https://clck.mgid.com/ghits/25649411/i/58134455/0/pp/4/1?h=qy_-xHgqenKreBdpwojCDm_hZiJDSM8HLTxDCONUSF8LcWuAQdS1dTBypCDb0X9RRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzMXuGtdmxdTcnr04WvlNJ-HM1A1ogsaFSPTud5JD6Ehe&amp;rid=ab00485b-17d1-11f1-9d9a-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gUqPPKawbSW7S6YgPj3OBZmsHxk6IvDIOJV0ic4Hrtm9Q**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Por outro lado, a preocupação por conta de um eventual esgotamento precoce da cota chinesa afetou incisivamente os futuros do boi gordo na B3. “No entanto, o atual ritmo de embarques sinaliza para o esgotamento apenas entre os meses de julho e agosto.”</p>



<p><strong>Preços do boi gordo no Brasil</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo:</strong> R$ 355,50 — ontem: R$ 356,75</li>



<li><strong>Goiás:</strong> R$ 335,71 — ontem: R$ 336,25</li>



<li><strong>Minas Gerais:</strong> R$ 345,29 — ontem: R$ 342,35</li>



<li><strong>Mato Grosso do Sul:</strong> R$ 340,91 — ontem: R$ 341,36</li>



<li><strong>Mato Grosso: </strong>R$ 338,18 — ontem: R$ 339,12</li>
</ul>



<p><strong>Mercado atacadista</strong></p>



<p>O mercado atacadista apresentou preços acomodados durante esta terça-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por algum espaço para alta dos preços da carne com osso, mas esse movimento tende a acontecer de maneira moderada.</p>



<p>“Vale mencionar que a carne bovina segue perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne de frango”, lembra Iglesias.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Quarto dianteiro:</strong> ainda é precificado a R$ 21,00 por quilo;</li>



<li><strong>Quarto traseiro:</strong> segue cotado a R$ 27,00 por quilo;</li>



<li><strong>Ponta de agulha:</strong> se mantém a R$ 19,50 por quilo.</li>
</ul>



<p><strong>Câmbio</strong></p>



<p>O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,87%, sendo negociado a R$ 5,2612 para venda e a R$ 5,2592 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2324 e a máxima de R$ 5,3430.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-oriente-medio-pressiona-mercado-do-boi-gordo-e-derruba-precos-futuros/">Conflito no Oriente Médio pressiona mercado do boi gordo e derruba preços futuros</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conflito no Irã pode impactar exportações brasileiras de milho e soja</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-impactar-exportacoes-brasileiras-de-milho-e-soja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações]]></category>
		<category><![CDATA[irã]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=21912</guid>

					<description><![CDATA[<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-impactar-exportacoes-brasileiras-de-milho-e-soja/">Conflito no Irã pode impactar exportações brasileiras de milho e soja</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A escalada do conflito entre EUA e Irã acende um alerta para o agronegócio brasileiro. Embora o país persa represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, ele é um comprador relevante de milho e soja, dois dos principais produtos da pauta agro nacional.</p>



<p>Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que, em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Irã somou cerca de US$ 3 bilhões, o equivalente a mais de R$ 15 bilhões. O Brasil registrou superávit expressivo nessa relação, com US$ 2,9 bilhões em exportações e apenas US$ 85 milhões em importações.</p>



<p>No ranking geral, o Irã foi o 31º principal destino das exportações brasileiras no ano passado. No Oriente Médio, ocupou a quinta posição, atrás apenas de Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Arábia Saudita. As vendas ao país superaram, inclusive, mercados como Suíça, África do Sul e Rússia.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/26138816/i/58134455/0/pp/3/3?h=6PpJi_ngyAdc7aHmheXTHnHrEtEZcYUKOnQo96QAloROtaO6aYF22ZdqWU3VYD6nRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzFM0HGT-MeL_qPiI_97Y54sO4fUHLL4NmJfArnmZi30g&amp;rid=775f0972-1645-11f1-b0a4-d404e6f9f440&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;mp4=1&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ2AgHsMI-PYla57s3egJqYvXSKj_RRVJcjZnFzoFC_lHw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><strong>Milho lidera embarques ao Irã</strong></p>



<p>O comércio bilateral é fortemente concentrado no agronegócio. Em 2025, milho e soja responderam por 87,2% das exportações brasileiras ao Irã.</p>



<p>O milho não moído lidera com folga, representando 67,9% do total embarcado e movimentando mais de US$ 1,9 bilhão. A soja aparece em seguida, com 19,3% das vendas, somando cerca de US$ 563 milhões.</p>



<p>Também figuram na pauta exportadora açúcares e itens de confeitaria, farelos de soja destinados à alimentação animal e petróleo.</p>



<p>Do lado das importações, o fluxo é bem menor. O Brasil comprou aproximadamente US$ 84 milhões do Irã em 2025, com destaque para adubos e fertilizantes, responsáveis por cerca de 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.</p>



<p><strong>Risco logístico e impacto no petróleo</strong></p>



<p>Para o pesquisador da FGV Leonardo Paz Neves, os impactos para o Brasil podem ocorrer em duas frentes principais: energia e comércio exterior.</p>



<p>Segundo ele, uma escalada do conflito tende a pressionar os preços do petróleo. “Toda vez que o petróleo sobe, e o petróleo é base de cadeia, ele impacta diversos setores”, afirma. O encarecimento da energia pode gerar inflação e pressionar custos de transporte e produção.</p>



<p>Além disso, o comércio direto com o Irã pode ser afetado. “O Irã é um importador importante dos produtos brasileiros, especialmente a soja, o milho e alguma coisa de proteína”, destaca.</p>



<p>Na avaliação do pesquisador, um eventual cerco naval ao Irã ou restrições à navegação na região podem dificultar o envio das exportações brasileiras. “Se o conflito escalar muito e tiver o Irã cercado pela marinha americana, vai ser um problema mandar a exportação brasileira para lá. Vai ter alguns setores aqui no Brasil que vão sofrer um pouco, perder um importante comprador”, alerta.</p>



<p><strong>Oscilações recentes</strong></p>



<p>A relação comercial entre os dois países já apresentou variações significativas nos últimos anos. Em 2022, as exportações brasileiras ao Irã atingiram US$ 4,2 bilhões, o maior valor da série recente. Em 2023, houve recuo, seguido de recuperação em 2024 e 2025.</p>



<p>Embora o Irã não esteja entre os maiores parceiros comerciais do Brasil em termos globais, sua relevância é maior quando o foco está em produtos específicos do agronegócio, especialmente o milho.</p>



<p>Diante de um cenário internacional mais tenso, o conflito no Oriente Médio pode trazer reflexos indiretos e diretos para o campo brasileiro, seja pelo encarecimento do petróleo, seja pela possível interrupção de embarques para um mercado que, sozinho, absorve quase US$ 2 bilhões em milho brasileiro por ano</p>



<p><em>Por Agência Brasil. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/conflito-no-ira-pode-impactar-exportacoes-brasileiras-de-milho-e-soja/">Conflito no Irã pode impactar exportações brasileiras de milho e soja</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministro diz que 2026 seguirá difícil para o agro e cita falta de consenso sobre exportações</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/ministro-diz-que-2026-seguira-dificil-para-o-agro-e-cita-falta-de-consenso-sobre-exportacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 12:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[carlos fávaro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Projeções]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=21592</guid>

					<description><![CDATA[<p>O governo federal ainda não chegou a um consenso sobre a criação de um sistema de controle da cota de exportação de carne bovina para a China. O tema tem sido tratado com a máxima cautela em Brasília para não extrapolar limites jurídicos nem interferir na livre concorrência dos frigoríficos habilitados para vender aos chineses, afirmou o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/ministro-diz-que-2026-seguira-dificil-para-o-agro-e-cita-falta-de-consenso-sobre-exportacoes/">Ministro diz que 2026 seguirá difícil para o agro e cita falta de consenso sobre exportações</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo federal ainda não chegou a um consenso sobre a criação de um sistema de controle da cota de exportação de carne bovina para a China. O tema tem sido tratado com a máxima cautela em Brasília para não extrapolar limites jurídicos nem interferir na livre concorrência dos frigoríficos habilitados para vender aos chineses, afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em entrevista exclusiva ao Valor.</p>



<p>Ele prevê um ano “difícil” para o setor agropecuário diante de preços de commodities achatados, financiamentos restritos, juros altos e dólar em queda, e aposta em uma reconstrução do ambiente de crédito rural para inverter esse ciclo, com mudanças no seguro rural e aperto nas recuperações judiciais.</p>



<p>No caso das cotas, os frigoríficos pediram regulação federal para evitar uma corrida para preencher o volume de 1,1 milhão de toneladas autorizado pelos chineses em 2026 e como forma de se resguardar, já que uma eventual divisão privada dos volumes poderia ser encarada como formação de cartel e ser questionada judicialmente.</p>



<p>Esses temas também entraram no radar do Executivo, que prefere uma acomodação natural do assunto a nível privado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O governo tem que ter cautela para agir, tem que ter limite, é livre comércio. O governo pode ajudar quem quer ser ajudado dentro do bom senso, não pode interferir nem obrigar ninguém a vender mais ou vender menos. Tem que ser com equilíbrio”, afirmou Fávaro.</p>
</blockquote>



<p>Nesta semana, a Pasta enviou sugestão de criação de um mecanismo de administração interna da cota à Câmara de Comércio Exterior (Camex). O colegiado se reuniu na quinta-feira (12/2), mas não avaliou o tema. Fávaro disse que ainda não há “conforto jurídico” no Executivo para elaborar a norma e que isso demandará alinhamento com os exportadores.</p>



<p>“[O ofício enviado à Camex] é muito mais a nível de colaboração. O que tem que valer mesmo é a vontade e o entendimento do privado. Cada um pega uma parte da cota e vai cumprindo, vale muito mais do que uma intervenção governamental. É algo muito mais deles do que de governo”, defendeu.</p>



<p><strong>Proteção</strong></p>



<p>Para Fávaro, o mecanismo de controle da cota servirá para proteger os pequenos frigoríficos. “Se deixar totalmente solto, as grandes plantas podem cumprir a cota com seis meses e fica todo mundo sem nada depois”, apontou.</p>



<p>Segundo ele, as grandes indústrias topam dividir a cota. Afirmou que já existe uma distribuição informal com base no desempenho das exportações em 2025, quando o Brasil enviou o recorde de 1,6 milhão de toneladas de carne bovina à China. O mecanismo inclui as 67 plantas habilitadas e é mais “justo” que o modelo elaborado pelos chineses, que usou a média de exportações entre 2019 e 2024, sem considerar o salto nos embarques ocorrido após a habilitação de 38 frigoríficos em maio de 2024.</p>



<p>“O governo está disposto a ajudar no diálogo, mas não vai passar do limite jurídico. Se o setor estiver consciente, o governo pode ajudar. Até aqui está, vamos ver se continua assim”, disse.</p>



<p>Fávaro negou que a distribuição da cota entre as plantas e o controle estatal possam interferir no preço da arroba aos pecuaristas. “São só 1,1 milhão de toneladas. Ainda temos mercados como Estados Unidos, México, Vietnã, Indonésia, Filipinas e o principal comprador, que é o Brasil mesmo”, afirmou. “A China é importante, mas não é tudo”, destacou.</p>



<p><strong>Recupeções judiciais</strong></p>



<p>Sobre a conjuntura agropecuária em 2026, Fávaro afirmou que será preciso restabelecer a confiança do sistema financeiro, abalado pela “onda indiscriminada” de recuperações judiciais e pelo avanço da inadimplência e do endividamento. Ele disse que os juros estão “excessivos” e “descalibrados”, mas acredita em cortes da Selic em breve, com efeitos positivos ao setor.</p>



<p>O ministro quer uma “virada de chave” com a implementação do seguro rural obrigatório para quem acessa recursos controlados do Plano Safra a partir de julho. Para ele, a medida ajudará a proteger os financiamentos e a evitar novos pedidos de renegociação de dívidas, que custam muito ao governo, a qualquer “soluço” no campo.</p>



<p>“Ao emprestar dinheiro com seguro, o banco minimiza muito o risco de não receber. Ao fazer isso, começa a fluir de novo o crédito e o produtor vai para a safra mais seguro, porque sabe que se tiver uma intempérie ele não vai se endividar”, afirmou. Segundo Fávaro, o Ministério da Fazenda estuda fontes para engordar o caixa do seguro rural para R$ 4,5 bilhões.</p>



<p>O ministro disse que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá publicar ainda em fevereiro um documento com orientações para o sistema judiciário sobre a aplicação da Lei de Falências. O objetivo é instruir juízes sobre o que pode ser incluído nos pedidos de recuperação judicial dos produtores. Ele indicou, por exemplo, a necessidade de preservar o ato cooperativo e as Cédulas de Produto Rural (CPRs) nos processos.</p>



<p>“O desembolso via CPR cresceu muito por ter segurança jurídica e [o título] não poder ser incluído em recuperação judicial”, disse. Os financiamento com CPR evoluiu 37% na safra 2025/26, para R$ 143,2 bilhões, enquanto o crédito tradicional caiu quase 13%.</p>



<p>Fávaro disse que o governo continua aberto ao diálogo com o setor para adoção de eventuais novas ações para a renegociação de dívidas após a perda de validade da Medida Provisória 1.314/2025, que não atingiu o limite de R$ 12 bilhões liberados pela União.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/ministro-diz-que-2026-seguira-dificil-para-o-agro-e-cita-falta-de-consenso-sobre-exportacoes/">Ministro diz que 2026 seguirá difícil para o agro e cita falta de consenso sobre exportações</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produtores jogam toneladas de cebola em rodovia em protesto contra preços baixos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/produtores-jogam-toneladas-de-cebola-em-rodovia-em-protesto-contra-precos-baixos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[cebola]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[preços baixos]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tocantinsrural.com.br/?p=21547</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toneladas de cebola foram descartadas por produtores às margens de uma estrada em Nova Itália, no município de Aurora, em Santa Catarina, em protesto pelos preços baixos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, com depoimentos e imagens de drone, é possível notar a quantidade de hortaliça despejada em um terreno, cujo dono autorizou a ação para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/produtores-jogam-toneladas-de-cebola-em-rodovia-em-protesto-contra-precos-baixos/">Produtores jogam toneladas de cebola em rodovia em protesto contra preços baixos</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Toneladas de cebola foram descartadas por produtores às margens de uma estrada em Nova Itália, no município de Aurora, em <strong>Santa Catarina</strong>, em protesto pelos preços baixos.</p>



<p>Em vídeo divulgado nas redes sociais, com depoimentos e imagens de drone, é possível notar a quantidade de hortaliça despejada em um terreno, cujo dono autorizou a ação para usar o produto como adubo futuramente.</p>



<p>A ação acontece em decorrência da crise econômica vivida pelos agricultores da região, que têm na cebolicultura a principal fonte de renda. A prefeitura de Ituporanga, ao lado de Aurora e conhecida como a “Capital Nacional da Cebola”, publicou na última quinta-feira (5) o Decreto nº 0017, declarando situação de emergência no setor agrícola por 180 dias, período que pode ser prorrogado.</p>



<p>De acordo com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do município, o cenário de baixa remuneração tem provocado prejuízos aos agricultores, comprometido a renda das famílias rurais e gerado impactos diretos na economia local.</p>



<p><strong>Preço da cebola em queda</strong></p>



<p>Os preços da cebola vêm caindo desde o início do segundo semestre. A saca de 20 quilos (classe 3 a 5) em junho de 2025 foi comercializada em média a R$ 30,36 em Santa Catarina, com custo de produção estimado em R$ 1,67 por quilo.</p>



<p>A baixa remuneração ao produtor decorre do excesso de oferta, já que o estado, líder na produção da hortaliça, deve registrar safra recorde em 2025/26, com estimativa de quase 600 mil toneladas, incremento de 7,3% em relação à temporada anterior, conforme o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri.</p>



<p>Segundo o produtor e presidente do Sindicato Rural de Ituporanga, Arny Mohr, a safra 2024/25 já havia sido de prejuízos aos cebolicultores da região. “Entramos na safra 2025/26 de forma ainda pior, [com o preço] pagando somente 50% do custo da produção da cebola”, declara.</p>



<p><strong>Medidas emergenciais</strong></p>



<p>Com o decreto, a administração municipal de Ituporanga fica autorizada a adotar ações administrativas excepcionais para reduzir os efeitos da crise, incluindo priorização de políticas públicas para o setor, revisão de prazos administrativos, ampliação de programas de apoio à produção, suporte para acesso a crédito e renegociação de dívidas, além de articulação com governos estadual e federal e instituições financeiras.</p>



<p>De acordo com a prefeitura, o reconhecimento da emergência também permitirá ao município formalizar pedidos de apoio técnico e financeiro, bem como subsidiar novos programas e medidas voltadas à manutenção da atividade rural e à mitigação dos impactos econômicos e sociais.</p>



<p>Segundo a prefeitura de Ituporanga, a iniciativa tem como objetivo preservar a sustentabilidade da produção agrícola, proteger os produtores rurais e reduzir os impactos econômicos sobre o município.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/produtores-jogam-toneladas-de-cebola-em-rodovia-em-protesto-contra-precos-baixos/">Produtores jogam toneladas de cebola em rodovia em protesto contra preços baixos</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
