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	<title>Pesca e Aquicultura Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Pesca e Aquicultura Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Tilápia registra queda nos preços, enquanto arroz mantém mercado interno firme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ARROZ]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletins do Cepea apontam enfraquecimento da demanda por tilápia e cenário de baixa oferta de arroz no mercado doméstico Os mercados brasileiros de tilápia e arroz apresentaram movimentos distintos em julho. Enquanto os preços do pescado recuaram diante do enfraquecimento da demanda e de sinais de recuperação da oferta, o arroz em casca manteve o [&#8230;]</p>
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<p><em>Boletins do Cepea apontam enfraquecimento da demanda por tilápia e cenário de baixa oferta de arroz no mercado doméstico</em></p>



<p>Os mercados brasileiros de tilápia e arroz apresentaram movimentos distintos em julho. Enquanto os preços do pescado recuaram diante do enfraquecimento da demanda e de sinais de recuperação da oferta, o arroz em casca manteve o mercado interno firme, com produtores retraídos nas vendas e indústrias buscando recompor estoques. As análises foram divulgadas nesta quarta-feira, 12, pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p><strong>Menor demanda pressiona preços da tilápia</strong></p>



<p>No <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/tilapia-cepea-com-demanda-enfraquecida-precos-recuam.aspx">mercado de tilápia</a>, a demanda perdeu força ao longo de julho nas regiões acompanhadas pelo Cepea. Ao mesmo tempo, a oferta apresentou sinais de recuperação, combinação que pressionou as cotações do pescado.</p>



<p>Apesar desse movimento, a disponibilidade de peixes ainda não é considerada elevada. Segundo pesquisadores do Cepea, o ritmo mais lento de comercialização tem permitido que os animais permaneçam por mais tempo no sistema produtivo e ganhem biomassa, contribuindo para a recuperação gradual da oferta.</p>



<p>O cenário de menor movimentação também foi observado no comércio exterior. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que as exportações brasileiras de tilápia e produtos secundários recuaram em julho.</p>



<p>Os Estados Unidos seguem como mercado relevante para o setor. Conforme o levantamento, os principais produtos enviados ao país, entre eles o filé fresco de tilápia, permaneceram fora das taxações.</p>



<p><strong>Arroz tem baixa oferta no mercado interno</strong></p>



<p>No mercado de arroz, o cenário é diferente. As negociações de arroz em casca no Rio Grande do Sul permanecem firmes, sustentadas principalmente pela retração dos produtores e pela necessidade de compra por parte das indústrias.</p>



<p>Segundo o Cepea, a baixa disponibilidade de lotes tem limitado a liquidez do mercado. Do lado comprador, indústrias relatam dificuldades para recompor os estoques diante da oferta restrita.</p>



<p>Os produtores, por sua vez, seguem cautelosos nas negociações e aguardam valores considerados mais atrativos. A expectativa apontada pelo Centro de Pesquisas está próxima de <strong>R$ 80 por saca de 50 quilos, livre</strong>, patamar considerado mais compatível com as expectativas de remuneração dos vendedores.</p>



<p>Apesar da valorização do arroz em casca, o repasse desse movimento para o produto beneficiado permanece limitado, conforme a análise.</p>



<p><strong>Exportações de arroz caem e importações avançam</strong></p>



<p>No comércio exterior, dados da Secex mostram que os embarques brasileiros de <a href="https://www.cepea.org.br/br/diarias-de-mercado/arroz-cepea-mercado-interno-segue-firme-embarques-recuam-e-importacoes-avancam.aspx">arroz</a> diminuíram em julho, interrompendo dois meses consecutivos de forte crescimento.</p>



<p>De acordo com pesquisadores do Cepea, a redução ocorreu em um cenário marcado pelo encerramento dos leilões promovidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pela valorização do produto no mercado doméstico.</p>



<p>Na direção oposta, as importações brasileiras de arroz avançaram no período. Segundo o Cepea, o aumento das compras externas foi favorecido pela necessidade das indústrias de recompor estoques diante da baixa disponibilidade do produto no mercado interno.</p>



<p>Os dados mostram, portanto, cenários diferentes para as duas cadeias em julho: enquanto a tilápia enfrentou menor demanda e pressão sobre os preços, o arroz permaneceu sustentado pela oferta restrita e pela necessidade de compra das indústrias.</p>
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		<title>Workshop internacional discute futuro dos peixes amazônicos e coloca em pauta avanços para a piscicultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[peixes amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[piscicultura amazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reúne especialistas de oito países para debater tecnologias, mercado e políticas voltadas ao cultivo de espécies como tambaqui e pirarucu, que ganham espaço na produção brasileira A produção de peixes nativos da Amazônia, segmento que vem ganhando importância na piscicultura brasileira e também no Tocantins, estará no centro das discussões de um encontro internacional [&#8230;]</p>
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<p><em>Evento reúne especialistas de oito países para debater tecnologias, mercado e políticas voltadas ao cultivo de espécies como tambaqui e pirarucu, que ganham espaço na produção brasileira</em></p>



<p>A produção de peixes nativos da Amazônia, segmento que vem ganhando importância na piscicultura brasileira e também no Tocantins, estará no centro das discussões de um encontro internacional promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Entre os dias 10 e 14 de agosto, pesquisadores e especialistas de oito países da América do Sul irão avaliar os principais desafios e oportunidades para ampliar a produção sustentável dessas espécies.</p>



<p>O workshop reunirá representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela para discutir temas que vão desde melhoramento genético e sistemas de cultivo até acesso a mercados, inovação tecnológica e políticas públicas para o setor.</p>



<p>Entre as espécies analisadas estão o tambaqui, o pirarucu, a matrinxã, o pacu e os bagres amazônicos, peixes que possuem elevado valor comercial e despertam interesse crescente dos produtores devido ao potencial produtivo e à adaptação às condições climáticas da região.</p>



<p>Embora a Amazônia concentre a maior diversidade de peixes de água doce do planeta, especialistas avaliam que boa parte desse potencial ainda permanece pouco explorada comercialmente. Atualmente, a piscicultura regional é conduzida, em sua maioria, por pequenos produtores que enfrentam desafios relacionados ao acesso à tecnologia, assistência técnica, crédito, regulamentação e canais de comercialização.</p>



<p>Para a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Fernanda Sampaio, a integração entre os países amazônicos pode acelerar o desenvolvimento da atividade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A oficina oferece uma oportunidade para compreender melhor o potencial das espécies da Amazônia, compartilhar experiências e valorizar o conhecimento construído na própria região&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>



<p>Além das apresentações técnicas, o encontro deverá definir prioridades para pesquisas e ações conjuntas entre os países participantes. A expectativa é que as discussões resultem em recomendações voltadas ao fortalecimento das cadeias produtivas da piscicultura, ampliando a competitividade do setor e incentivando práticas sustentáveis.</p>



<p>O pesquisador da Embrapa Cerrados, Luiz Eduardo Lima de Freitas, destaca que o intercâmbio entre os países pode abrir novas frentes de cooperação científica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;O evento permitirá identificar gargalos da produção e criar oportunidades de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltadas à expansão da piscicultura com espécies amazônicas&#8221;, ressalta.</p>
</blockquote>



<p>Ao final do workshop será elaborado um diagnóstico regional sobre a situação da aquicultura na Bacia Amazônica, além de recomendações para orientar políticas públicas, investimentos em pesquisa e estratégias de cooperação internacional. Os documentos servirão de base para futuras ações da FAO voltadas ao desenvolvimento sustentável da aquicultura na região.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Conab abre prazo para envio de documentos do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais do Pirarucu</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/conab-abre-prazo-para-envio-de-documentos-do-programa-de-pagamento-por-servicos-ambientais-do-pirarucu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pirarucu]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Pagamento por Serviços Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Associações, cooperativas e manejadores habilitados têm até 30 de setembro para encaminhar a documentação pelo sistema SociobioNet A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou, nesta última terça-feira (4), o recebimento da documentação necessária para o pagamento do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) da Sociobiodiversidade voltado ao manejo comunitário do pirarucu (Arapaima gigas) no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Associações, cooperativas e manejadores habilitados têm até 30 de setembro para encaminhar a documentação pelo sistema SociobioNet</em></p>



<p>A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou, nesta última terça-feira (4), o recebimento da documentação necessária para o pagamento do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) da Sociobiodiversidade voltado ao manejo comunitário do pirarucu (<em>Arapaima gigas</em>) no estado do Amazonas. O prazo para envio das notas fiscais e demais documentos segue até o dia 30 de setembro.</p>



<p>Podem solicitar o benefício as associações, cooperativas, colônias de pescadores, manejadores e manejadoras habilitados na Chamada Pública nº 01/2026. O programa remunera as comunidades pelo trabalho de conservação dos estoques naturais do pirarucu e pela proteção dos ecossistemas aquáticos em áreas protegidas da Amazônia.</p>



<p>Todo o processo deve ser realizado exclusivamente por meio do sistema <strong><a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/sociobiodiversidade/sociobionet">SociobioNet</a></strong>, desenvolvido pela Conab. O programa precisa ser instalado em um computador e permite o preenchimento das informações e a inserção dos documentos mesmo sem acesso à internet. Entretanto, o envio dos arquivos para a Companhia exige conexão com a rede.</p>



<p>Além da documentação prevista no edital, as entidades participantes devem estar cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican), mantido pela Conab.</p>



<p><strong>Conservação remunerada</strong></p>



<p>O PSA Pirarucu reconhece e remunera atividades consideradas essenciais para a conservação da espécie e dos ambientes aquáticos amazônicos. Entre elas estão o planejamento participativo do manejo, o zoneamento de lagos, a contagem e o monitoramento dos estoques de pirarucu, a vigilância ambiental e territorial comunitária, além da pesca controlada e da comercialização formal do pescado.</p>



<p><strong>Programa integra política de bioeconomia</strong></p>



<p>O PSA Pirarucu foi desenvolvido em parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a Conab, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com a participação de organizações comunitárias e manejadores da cadeia produtiva do pirarucu no Amazonas.</p>



<p>A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), que busca fortalecer atividades sustentáveis e reconhecer o papel de povos indígenas, comunidades tradicionais, pescadores artesanais e agricultores familiares na conservação da biodiversidade brasileira.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Piscicultura é destaque no segundo dia do AgroForte na ExpoAlmas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/piscicultura-e-destaque-no-segundo-dia-do-agroforte-na-expoalmas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 19:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[AgroForte]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Almas]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo dia do AgroForte, durante a ExpoAlmas, foi dedicado à piscicultura. Nesta manhã, 10, a programação iniciou com a apresentação de um caso de sucesso da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), mostrando como o acompanhamento técnico contribuiu para aumentar a produção, a produtividade e a lucratividade de uma propriedade rural atendida pelo Sistema FAET/Senar. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O segundo dia do AgroForte, durante a ExpoAlmas, foi dedicado à piscicultura.</em></p>



<p>Nesta manhã, 10, a programação iniciou com a apresentação de um caso de sucesso da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), mostrando como o acompanhamento técnico contribuiu para aumentar a produção, a produtividade e a lucratividade de uma propriedade rural atendida pelo Sistema FAET/Senar.</p>



<p>Na sequência, o produtor Marcelo Caraça compartilhou sua experiência na produção de peixes na região sudeste do Tocantins, destacando o potencial da atividade e as oportunidades de expansão para os produtores da região.</p>



<p>A programação também contou com a palestra de Onivaldo da Rocha, que abordou o empreendedorismo na piscicultura, apresentando estratégias para fortalecer a gestão da atividade, ampliar a competitividade e identificar novas oportunidades de mercado.</p>



<p>O AgroForte é uma iniciativa da FAET, do Senar e do Sindicato Rural de Almas, com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Governo Federal, por meio do Termo de Fomento nº 976155/2025.<br><br><em>Por Ascom Sistema Faet/Senar. </em></p>
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		<item>
		<title>Temporada de praias aumenta movimento nos rios e reacende alerta sobre pesca predatória no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/temporada-de-praias-aumenta-movimento-nos-rios-e-reacende-alerta-sobre-pesca-predatoria-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 14:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Lago de Palmas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca predatória]]></category>
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		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pescador esportivo denuncia uso de redes no Lago de Palmas e cobra reforço na fiscalização durante período de maior consumo de pescado Com a temporada de praias em andamento no Tocantins, aumenta também a circulação de turistas, embarcações e pescadores nos rios do estado. O período, tradicionalmente marcado por maior movimentação nas praias e pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Pescador esportivo denuncia uso de redes no Lago de Palmas e cobra reforço na fiscalização durante período de maior consumo de pescado</em></p>



<p>Com a temporada de praias em andamento no Tocantins, aumenta também a circulação de turistas, embarcações e pescadores nos rios do estado. O período, tradicionalmente marcado por maior movimentação nas praias e pelo crescimento no consumo de pescado, reacende o alerta sobre a necessidade de fiscalização e preservação dos recursos pesqueiros.</p>


<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DaiQbDbOomq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DaiQbDbOomq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por Tocantins Rural / Notícias &amp; Agro (@tocantinsrural)</a></p>
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<p>Nesse contexto, uma denúncia encaminhada ao Tocantins Rural chama atenção para possíveis práticas de pesca predatória no Lago de Palmas. Segundo o relato de um pescador esportivo, embarcações estariam utilizando redes de grande porte para captura de peixes, o que poderia comprometer o equilíbrio ambiental e prejudicar o desenvolvimento da pesca esportiva no estado.</p>



<p>O episódio teria ocorrido durante o BMK Brasil Masters Kayak, última etapa do Circuito Tocantinense de Pesca Esportiva, realizada nos dias 5 e 6 de junho, no Parque da Agrotins, em Palmas. O evento foi organizado pela Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepea), em parceria com outros órgãos estaduais e a loja All Fish, com a proposta de valorizar a pesca esportiva e colocar o pescador de caiaque como protagonista.</p>



<p>No entanto, segundo o denunciante, enquanto a competição reunia pescadores esportivos no lago, pelo menos quatro embarcações estariam utilizando redes nas proximidades. Ele afirma que parte dos peixes capturados era aproveitada, enquanto outros, já mortos ou deteriorados por permanecerem presos por muito tempo, eram descartados de volta na água.</p>



<p>“É muito comum navegar pelo Lago de Palmas e encontrar peixes boiando. As redes estão acabando com nossos lagos. Matam os peixes direta e indiretamente”, relatou o pescador.</p>



<p>Para o denunciante, a situação também prejudica o turismo de pesca no Tocantins. Segundo ele, o estado tem grande potencial para atrair pescadores esportivos, mas a falta de fiscalização pode comprometer a imagem do destino.</p>



<p>“Nosso estado tem muito a evoluir no turismo, mas enquanto houver esse tipo de situação fica cada vez mais difícil atrair turistas. Para mim, que sou pescador esportivo, ver o que vi no lago foi muito desanimador”, afirmou.</p>



<p>O pescador também cobra a atuação dos órgãos competentes para garantir o cumprimento das normas de proteção ambiental.</p>



<p>“Falta fiscalização para que as leis de proteção sejam cumpridas. A matança do tucunaré e de outras espécies nos nossos lagos está desenfreada”, completou.<br><br><em><strong> Nota do Naturatins<br></strong></em><br><em>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) informa que realiza, de forma contínua, a Operação Guardiões do Lago, no reservatório da Usina Hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (UHE Lajeado), com o objetivo de combater a pesca predatória e garantir o cumprimento da legislação ambiental</em>.</p>



<p><em>O órgão esclarece que segue  intensificando suas ações de fiscalização durante todo o ano. Caso sejam constatadas irregularidades, são adotadas as medidas administrativas previstas na legislação vigente.</em></p>



<p>O <strong>Tocantins Rural</strong> também entrou em contato com a Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepea).<mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-green-cyan-color"><strong>A reportagem aguarda retorno e atualizará o conteúdo assim que houver manifestação.</strong></mark></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Aquicultura e pesca entram em pauta em conferência estadual promovida pelo Estado</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/aquicultura-e-pesca-entram-em-pauta-em-conferencia-estadual-promovida-pelo-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 12:08:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (Cnap)]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquicultura e Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
		<category><![CDATA[Sepea]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento busca fortalecer a cadeia produtiva por meio da construção de propostas para o setor A Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepea), realizou nesta terça-feira, 30, em Palmas, a etapa tocantinense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (Cnap). O encontro ocorreu na Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso e reuniu pescadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Evento busca fortalecer a cadeia produtiva por meio da construção de propostas para o setor</em></p>



<p>A Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepea), realizou nesta terça-feira, 30, em Palmas, a etapa tocantinense da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca (Cnap). O encontro ocorreu na Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso e reuniu pescadores, aquicultores, representantes de entidades, gestores públicos, pesquisadores e demais integrantes da cadeia produtiva para debater o futuro do setor no estado.</p>



<p>Com o tema&nbsp;<em>Pesca e Aquicultura: de Política de Governo a Política de Estado – sustentabilidade, participação social e continuidade institucional</em>, a conferência promoveu um amplo espaço de diálogo para a construção de propostas destinadas à pesca e à aquicultura.</p>



<p>O secretário de Estado da Pesca e Aquicultura, Rodrigo Ayres, enfatizou que o Governo do Tocantins tem ampliado os investimentos e as ações voltadas ao fortalecimento da atividade pesqueira. &#8220;Um exemplo é o programa&nbsp;<em>Trilha da Pesca</em>, criado para impulsionar toda a cadeia produtiva, promovendo desenvolvimento econômico, inclusão social e apoio direto aos profissionais da pesca. São iniciativas que geram oportunidades e contribuem para o crescimento da atividade&#8221;, pontuou, ao destacar que a produção de peixes cultivados no estado alcançou 20,4 mil toneladas em 2025, uma alta de 12,7% em relação ao período anterior, colocando o Tocantins entre os estados com maior evolução da piscicultura no país.</p>



<p>Durante a programação, os participantes discutiram os principais desafios enfrentados pelo setor, apresentaram sugestões e elegeram os delegados que representarão o Tocantins na etapa nacional da conferência.</p>



<p>Homenageada com o Prêmio Nacional Mulheres das Águas, a representante da Associação Bom Peixe, Maria Luiza Barbosa da Silva, ressaltou a importância do evento para dar voz aos trabalhadores da pesca. &#8220;Como ribeirinha, vejo esta conferência como uma oportunidade para que as comunidades apresentem suas necessidades e contribuam para a criação de políticas públicas, linhas de crédito e ações que fortaleçam o nosso setor&#8221;, realçou.&nbsp;</p>



<p>Ao representar o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade, Paulo Faria, salientou que a retomada da conferência nacional atende a uma reivindicação histórica dos profissionais da área, marcando um novo momento da participação social na formulação das políticas públicas. &#8220;Pescadores, aquicultores e trabalhadores da cadeia produtiva terão voz ativa na construção das propostas. A conferência reúne essas demandas para que sejam encaminhadas ao governo, permitindo também o acompanhamento de sua implementação&#8221;, evidenciou.&nbsp;</p>



<p><strong>Etapa estadual&nbsp;</strong></p>



<p>Promovida pelo Governo do Tocantins, por meio da Sepea, a etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em parceria com o MPA, por meio da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no Tocantins, além da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Federal do Tocantins (UFT), do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Tocantins e da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), instituições que atuam no fortalecimento da pesca e da aquicultura tocantinense.</p>



<p><em>Por Bianca Marinelli/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Produção de peixes em viveiros escavados cresce e amplia oportunidades para famílias rurais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/producao-de-peixes-em-viveiros-escavados-cresce-e-amplia-oportunidades-para-familias-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[peixes em viveiros]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologias de alimentação e monitoramento elevam o desempenho da atividade. A piscicultura brasileira segue em expansão e encontra nos viveiros escavados um dos principais sistemas de produção para pequenos e médios produtores. A adoção de tecnologias de manejo, aliada a práticas de gestão mais eficientes, tem impulsionado a produtividade e reduzido riscos na atividade aquícola. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Tecnologias de alimentação e monitoramento elevam o desempenho da atividade.</em></p>



<p>A piscicultura brasileira segue em expansão e encontra nos viveiros escavados um dos principais sistemas de produção para pequenos e médios produtores. A adoção de tecnologias de manejo, aliada a práticas de gestão mais eficientes, tem impulsionado a produtividade e reduzido riscos na atividade aquícola.</p>



<p>Em 2024, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes cultivados, segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR). O desempenho reforça o papel da piscicultura familiar, especialmente em sistemas de viveiros escavados, que concentram grande parte da produção nacional.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-tocantins-se-destaca-na-producao-aquicola-com-especies-nativas"><strong>Tocantins se destaca na produção aquícola com espécies nativas</strong></h5>



<p>No recorte regional, o Tocantins registrou aproximadamente 18,1 mil toneladas de peixes cultivados em 2024, também de acordo com a PeixeBR. O estado se destaca pela produção de espécies nativas e pela forte presença de pequenos produtores na cadeia aquícola.</p>



<p>Esse cenário foi tema do programa Prosa Rural, da Embrapa, com base no Manual de Piscicultura Familiar em Viveiros Escavados, reunindo orientações técnicas sobre manejo, produção e organização da atividade no campo.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-viveiros-escavados-oferecem-flexibilidade-produtiva-ao-piscicultor"><strong>Viveiros escavados oferecem flexibilidade produtiva ao piscicultor</strong></h5>



<p>De acordo com a pesquisadora Ana Paula Rodrigues, da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO), o principal diferencial dos viveiros escavados é a flexibilidade de intensificação do sistema produtivo.</p>



<p>Segundo ela, o modelo pode ser ajustado conforme a realidade do produtor, variando entre sistemas extensivo, semi-intensivo e intensivo.</p>



<p>No sistema extensivo, há menor uso de ração e maior dependência de alimento natural. Já o intensivo utiliza maior densidade de estocagem e alimentação exclusivamente com ração comercial. O semi-intensivo combina características dos dois modelos e é o mais adotado na prática.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-manejo-tecnico-e-gestao-elevam-eficiencia-da-producao-de-peixes"><strong>Manejo técnico e gestão elevam eficiência da produção de peixes</strong></h5>



<p>O Manual de Piscicultura Familiar em Viveiros Escavados reúne orientações fundamentais para a atividade, incluindo construção de viveiros, qualidade da água, sanidade, alimentação e comercialização.</p>



<p>O material também traz ferramentas de gestão econômica e incentiva a organização coletiva dos produtores como estratégia para fortalecimento da piscicultura familiar.</p>



<p>A adoção de práticas técnicas contribui para reduzir perdas produtivas, melhorar o desempenho dos sistemas e aumentar a eficiência em pequenas propriedades rurais.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-controle-alimentar-e-decisivo-para-rentabilidade-da-piscicultura"><strong>Controle alimentar é decisivo para rentabilidade da piscicultura</strong></h5>



<p>O manejo da alimentação é considerado um dos pontos mais críticos da atividade. A pesquisadora Ana Paula Rodrigues destaca a importância do controle do estoque de peixes no viveiro para ajuste correto da ração.</p>



<p>Segundo ela, o produtor precisa conhecer com precisão a quantidade e o peso dos animais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“É muito importante o produtor saber quantos peixes ele tem no viveiro”, afirma a pesquisadora.</em></p>
</blockquote>



<p>O uso de biometrias mensais e tabelas de alimentação permite ajustar a oferta de ração conforme a fase de crescimento dos peixes, garantindo maior eficiência produtiva.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-custos-elevados-reforcam-importancia-da-gestao-na-piscicultura"><strong>Custos elevados reforçam importância da gestão na piscicultura</strong></h5>



<p>De acordo com o supervisor do SENAR, Vicente Neto, a piscicultura deve ser tratada como uma atividade empresarial, com foco em gestão e planejamento.</p>



<p>Ele destaca cinco desafios principais: gestão da atividade, regularização fundiária, organização dos produtores, qualidade da água e manejo alimentar.</p>



<p>A ração pode representar até 90% do custo operacional, o que torna o controle alimentar um fator decisivo para a rentabilidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-organizacao-coletiva-amplia-competitividade-dos-produtores"><strong>Organização coletiva amplia competitividade dos produtores</strong></h5>



<p>A formação de associações entre produtores é apontada como estratégia essencial para fortalecer a piscicultura familiar. A compra coletiva de insumos e a comercialização conjunta aumentam o poder de negociação e reduzem custos.</p>



<p>Segundo Vicente Neto, a falta de regularização fundiária limita o acesso ao crédito rural, enquanto a baixa organização reduz a competitividade no mercado.</p>



<p>O uso de ferramentas técnicas, como o manual da Embrapa, contribui para a profissionalização da atividade e melhora a tomada de decisão no campo.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-e-planejamento-impulsionam-piscicultura-familiar-no-brasil"><strong>Tecnologia e planejamento impulsionam piscicultura familiar no Brasil</strong></h5>



<p>O programa Prosa Rural reforça que o avanço da piscicultura depende da integração entre tecnologia, gestão e planejamento.</p>



<p>A combinação desses fatores aumenta a eficiência dos sistemas em viveiros escavados, reduz riscos produtivos e melhora a previsibilidade da atividade.</p>



<p>Com a modernização do manejo e o fortalecimento da organização produtiva, a piscicultura familiar se consolida como uma alternativa estratégica de geração de renda e desenvolvimento no meio rural brasileiro.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio.</em></p>
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		<title>Livro sobre pescado na alimentação escolar conquista prêmio nacional de sustentabilidade</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/livro-sobre-pescado-na-alimentacao-escolar-conquista-premio-nacional-de-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aquishow Brasil 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[O peixe vai à aula]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obra desenvolvida com apoio do Estado ficou em primeiro lugar durante a Aquishow Brasil 2026. O livro O peixe vai à aula: receitas para a inserção do pescado na alimentação escolar, um dos produtos de um projeto financiado pelo Governo do Tocantins, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt), conquistou o 1º [&#8230;]</p>
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<p><em>Obra desenvolvida com apoio do Estado ficou em primeiro lugar durante a Aquishow Brasil 2026.</em><br><br>O livro <em>O peixe vai à aula: receitas para a inserção do pescado na alimentação escolar</em>, um dos produtos de um projeto financiado pelo Governo do Tocantins, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt), conquistou o 1º lugar na categoria Sustentabilidade do Prêmio Inovação Aquícola 2026. A premiação ocorreu na terça-feira, 9, durante a abertura da Aquishow Brasil 2026, em Uberlândia/MG.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="742" height="424" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/f1_livro_tocantinense_apoiado_pela_fapt_conquistou_o_1_lugar_na_categoria_sustentabilidade_foto_divulgacaojpg.webp" alt="" class="wp-image-24436" style="width:1170px;height:auto" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/f1_livro_tocantinense_apoiado_pela_fapt_conquistou_o_1_lugar_na_categoria_sustentabilidade_foto_divulgacaojpg.webp 742w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/06/f1_livro_tocantinense_apoiado_pela_fapt_conquistou_o_1_lugar_na_categoria_sustentabilidade_foto_divulgacaojpg-300x171.webp 300w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /></figure>



<p><em>Livro tocantinense apoiado pela Fapt conquistou o 1º lugar na categoria Sustentabilidade &#8211; Divulgação</em></p>



<p>A obra é resultado da parceria entre a Embrapa Pesca e Aquicultura e o curso de Nutrição da Universidade Federal do Tocantins (UFT). A publicação reúne receitas à base de pescado voltadas ao ambiente escolar, com o uso da Carne Mecanicamente Separada (CMS), tecnologia que elimina o risco de consumo de espinhas e amplia as possibilidades de preparo do peixe no cardápio das escolas.</p>



<p>O livro integra o projeto&nbsp;<em>Integração do pescado da piscicultura familiar nas políticas agroalimentares: estratégias de transferência de tecnologia para os atores envolvidos na alimentação escolar</em>, contemplado pelo edital da Rede de Desenvolvimento Regional do Tocantins (Rede Deser), da Fapt.</p>



<p>O presidente da Fapt, Gilberto Ferreira, destacou que o investimento em pesquisa pode chegar de forma prática à população. “Esse resultado deixa a gente muito feliz, porque mostra a pesquisa acontecendo na prática. É um trabalho que ajuda quem produz o peixe, quem prepara a alimentação nas escolas e, principalmente, os estudantes que recebem essa refeição. Ver um projeto apoiado pelo Governo do Tocantins ganhar reconhecimento nacional reforça que o nosso estado tem pesquisa boa, feita com seriedade e com resultado para as pessoas”, ressaltou.</p>



<p>A premiação reconhece uma trajetória de trabalho conjunto entre a Embrapa e a UFT, voltada à inserção do pescado na alimentação escolar no Tocantins. A iniciativa reúne pesquisa, transferência de tecnologia e diálogo com diferentes atores envolvidos na alimentação escolar e na cadeia do pescado.</p>



<p>“O Prêmio Inovação Aquícola mostra que os esforços desenvolvidos em pesquisa, transferência de tecnologia e articulação institucional têm gerado resultados concretos para a valorização da cadeia do pescado, contribuindo para a segurança alimentar, a geração de renda e o desenvolvimento regional”, enfatizou o pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, e professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UFT, Diego Neves de Sousa.&nbsp;</p>



<p>Além de Diego Neves de Sousa, são autores da publicação Hellen Christina de Almeida Kato, Caroline Roberta Freitas Pires, Jefferson Cristiano Christofoletti, e Rebeca Gomes Bruschi.&nbsp;</p>



<p><strong>Inovação aquícola&nbsp;</strong></p>



<p>O Prêmio Inovação Aquícola reconhece projetos e iniciativas que contribuem para o desenvolvimento da cadeia produtiva da aquicultura no Brasil. Nesta edição, a Embrapa Pesca e Aquicultura teve quatro trabalhos premiados nas categorias Sustentabilidade, Academia e Produção. O&nbsp;<em>e-book&nbsp;</em>está disponível gratuitamente e pode ser acessado no&nbsp;<a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1185995/o-peixe-vai-a-aula-receitas-para-a-insercao-do-pescado-na-alimentacao-escolar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Embrapa</a>.</p>



<p><strong>Rede Deser aproxima pesquisa e desenvolvimento regional</strong></p>



<p>A Rede Deser é uma iniciativa do Governo do Tocantins, articulada pela Fapt, que reúne universidades, instituições de ciência e tecnologia, setor produtivo e comunidades para identificar desafios locais e apoiar soluções ligadas à realidade de cada região.</p>



<p>O programa busca fortalecer o desenvolvimento regional por meio da estruturação de quatro Centros de Desenvolvimento Regional (CDRs): Centro, Médio Norte, Bico do Papagaio e Sul. A proposta é aproximar a pesquisa das demandas do Tocantins e incentivar projetos capazes de gerar impacto na economia, na produção, na educação e na qualidade de vida da população.</p>



<p><em>Por <strong>Adla Gonçalves/Governo do Tocantins</strong>.</em></p>



<p></p>
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		<title>Pesca esportiva passa a integrar Programa de Incentivo ao Esporte Amador do Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pesca-esportiva-passa-a-integrar-programa-de-incentivo-ao-esporte-amador-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 11:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto)]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca Esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Incentivo ao Esporte Amador do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida aprovada pela Assembleia Legislativa amplia modalidades contempladas e permite acesso de entidades ligadas à atividade aos benefícios do programa estadual A Assembleia Legislativa do Tocantins aprovou, na sessão desta terça-feira (9), a Medida Provisória nº 14/2026, que inclui a pesca esportiva amadora entre as modalidades contempladas pelo Programa de Incentivo ao Esporte Amador do [&#8230;]</p>
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<p><em>Medida aprovada pela Assembleia Legislativa amplia modalidades contempladas e permite acesso de entidades ligadas à atividade aos benefícios do programa estadual</em></p>



<p>A Assembleia Legislativa do Tocantins aprovou, na sessão desta terça-feira (9), a Medida Provisória nº 14/2026, que inclui a pesca esportiva amadora entre as modalidades contempladas pelo Programa de Incentivo ao Esporte Amador do Tocantins. A proposta, de autoria do Governo do Estado, altera a Lei nº 4.333/2023, ampliando o alcance da política pública voltada ao fortalecimento do esporte no estado.</p>



<p>Com a mudança, associações e entidades sem fins lucrativos ligadas à pesca esportiva poderão acessar os benefícios oferecidos pelo programa, desde que atendam aos critérios estabelecidos na legislação.</p>



<p>Criado para fomentar o desenvolvimento do esporte amador nos municípios tocantinenses, o programa já contempla modalidades como futebol de campo, futebol de areia, futsal, vôlei de quadra, vôlei de praia, basquete, handebol, atletismo, ciclismo, natação e skate, além de modalidades paralímpicas praticadas em espaços esportivos públicos e comunitários.</p>



<p>De acordo com a legislação, o incentivo é destinado a ligas, associações e organizações esportivas sem fins lucrativos, sendo executado por meio de parcerias com entidades sociais e prefeituras municipais.</p>



<p>A inclusão da pesca esportiva amplia o alcance do programa e reconhece oficialmente uma atividade que tem forte presença no Tocantins, estado conhecido nacionalmente por seus rios e pela realização de torneios voltados à modalidade. <br><br>Com a aprovação da medida, o desafio agora será transformar a inclusão da pesca esportiva em ações concretas de incentivo. A expectativa do setor é que o reconhecimento da modalidade resulte em mais apoio a competições, projetos e iniciativas capazes de fortalecer uma atividade que movimenta o turismo, gera renda e contribui para o desenvolvimento econômico de diversas regiões tocantinenses.<br><br><em>Por Penaforte Dias/AL.<br></em></p>
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		<title>Mais de 2 mil metros de redes são apreendidos em operação do Naturatins contra pesca ilegal</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/mais-de-2-mil-metros-de-redes-sao-apreendidos-em-operacao-do-naturatins-contra-pesca-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 12:36:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Babaçulândia]]></category>
		<category><![CDATA[Barra do Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Filadélfia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Naturatins]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa teve como foco coibir a pesca predatória, além da caça ilegal de animais silvestresO Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu, nessa segunda-feira, 4, mais uma ação de fiscalização ambiental na região norte do Estado. A operação foi realizada nos municípios de Barra do Ouro, Filadélfia e Babaçulândia, além do reservatório da Usina Hidrelétrica (UHE) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa teve como foco coibir a pesca predatória, além da caça ilegal de animais silvestres<br></em><br>O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) concluiu, nessa segunda-feira, 4, mais uma ação de fiscalização ambiental na região norte do Estado. A operação foi realizada nos municípios de Barra do Ouro, Filadélfia e Babaçulândia, além do reservatório da Usina Hidrelétrica (UHE) de Estreito, e resultou na apreensão de 2,5 mil metros de redes de emalhar.</p>



<p>A ação teve início na terça-feira, 28, com atuação em áreas estratégicas visando coibir a pesca predatória e a caça ilegal de animais silvestres. As equipes realizaram fiscalização aquática no reservatório da UHE de Estreito, abrangendo os municípios de Barra do Ouro, Filadélfia e Babaçulândia.&nbsp;</p>



<p>Além da apreensão de redes de emalhar de diversas malhas, também foram retidos 30 quilos de carne de capivara. O material recolhido foi encaminhado à sede do Naturatins, em Araguaína, para as providências cabíveis. Já a carne apreendida foi descartada no aterro municipal de Filadélfia.</p>



<p>O gerente de Fiscalização Ambiental do Naturatins, Cândido José, destacou a importância das ações contínuas de fiscalização. “Essas operações são fundamentais para garantir a proteção da nossa fauna e dos nossos recursos naturais. O Naturatins tem intensificado a presença em campo, especialmente em regiões estratégicas, para combater crimes ambientais e assegurar o cumprimento da legislação ambiental”, ressaltou.</p>



<p><em>Por Kleidiane Araújo/Governo do Tocantins.<br></em></p>
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