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	<title>Política Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Política Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Gigante dos EUA compra mineradora no Brasil por US$ 2,8 bilhões e acirra disputa por terras raras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mineradora americana USA Rare Earth anunciou, na segunda-feira, 20, a compra da brasileira Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14,1 bilhões), em uma operação que envolve ativos em Goiás e busca reduzir a dependência global da China no fornecimento de terras raras, minerais essenciais para tecnologias como carros elétricos, [&#8230;]</p>
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<p>A mineradora americana USA Rare Earth anunciou, na segunda-feira, 20, a compra da brasileira Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14,1 bilhões), em uma operação que envolve ativos em Goiás e busca reduzir a dependência global da China no fornecimento de terras raras, minerais essenciais para tecnologias como carros elétricos, turbinas e sistemas de defesa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>



<p>O acordo prevê a aquisição de 100% da Serra Verde, incluindo a mina e a planta de processamento Pela Ema, no interior goiano. O pagamento será feito com US$ 300 milhões em dinheiro e a emissão de cerca de 126,8 milhões de ações da empresa americana.</p>



<p>A conclusão da transação está prevista para o terceiro trimestre de 2026, condicionada a aprovações regulatórias e outros trâmites usuais. Atualmente, a Serra Verde é controlada por fundos e investidores internacionais, como Denham Capital, Vision Blue Resources e Energy &amp; Minerals Group.</p>



<p>Considerada um ativo estratégico, a mineradora brasileira é o único produtor em escala fora da Ásia capaz de fornecer os quatro principais elementos magnéticos de terras raras. A expectativa é que a empresa responda por mais de 50% da oferta desses minerais pesados fora da China até 2027.</p>



<p>A operação ocorre em meio a um movimento global liderado pelos Estados Unidos e aliados para diversificar cadeias de suprimento e diminuir a dependência chinesa nesse mercado, historicamente dominado pelo país asiático.</p>



<p>Com a aquisição, a USA Rare Earth pretende estruturar uma cadeia produtiva integrada fora da Ásia, desde a mineração até a produção de ímãs. A empresa projeta que a operação combinada possa gerar até US$ 1,8 bilhão em EBITDA anual até 2030, dependendo das condições de mercado.</p>



<p><em>Por Terra. </em></p>
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		<title>Entidades do agro tocantinense apresentam proposta de pacto de gestão a pré-candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças da FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais entregam pacto de governança e exigem assento nas decisões estratégicas do Estado. O agronegócio do Tocantins quer mais representatividade na arena política. Em uma mobilização conjunta sem precedentes, as principais entidades de classe do setor: FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais, [&#8230;]</p>
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<p><em>Lideranças da FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais entregam pacto de governança e exigem assento nas decisões estratégicas do Estado.</em></p>



<p>O agronegócio do Tocantins quer mais representatividade na arena política. Em uma mobilização conjunta sem precedentes, as principais entidades de classe do setor: FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais, reuniram-se com a pré-candidata ao Governo, Senadora Dorinha, e com o Senador Eduardo Gomes, candidato à reeleição. O objetivo foi entregar uma proposta de Pacto pelo Desenvolvimento Produtivo do Tocantins, documento que condiciona o apoio do setor à participação direta na gestão pública.</p>



<p>O movimento destaca a força econômica do campo como argumento para a ocupação de espaços políticos. Paulo Carneiro, presidente da FAET, sublinhou que a união das entidades é um marco histórico. “O setor responde por mais de 70% do PIB estadual. Pela nossa relevância econômica e social merecemos espaço e representatividade nas tomadas de decisão”, afirmou o presidente da Federação.</p>



<p>Complementando a visão da FAET, Arnardino Gabriel, presidente da ADSTO, destacou que o agro abandonou a postura passiva. “O setor não pode mais ficar apenas &#8216;dentro da porteira&#8217; cuidando da atividade e assistindo a interferências do setor público que nos prejudicam. O agro quer ter voz e vez em um futuro governo”, pontuou.</p>



<p><strong>O Fim da Insegurança Jurídica e Fiscal</strong></p>



<p>Para as entidades, a união é a única ferramenta capaz de frear problemas crônicos como a insegurança jurídica. Ricardo Khouri, que preside a COAPA e a OCB/TO, destacou que os gargalos em áreas como a fundiária exigem uma resposta articulada. “Estamos assistindo invasões de propriedades que mesmo com decisões de reintegração de posse o problema continua”.</p>



<p>No campo dos tributos, a Aprosoja Tocantins, representada pela presidente Caroline Barcellos, deixou claro que o segmento está vigilante, mas precisa ter condições de influenciar nas decisões. “Precisamos acompanhar e interferir antes que as ações do poder público prejudiquem a viabilidade das nossas atividades. O setor precisa estar próximo”, alertou.</p>



<p><strong>Câmara Técnica: O Novo Modelo de Gestão</strong></p>



<p>O principal ítem da proposta das entidades rurais é a criação de uma Câmara Técnica de Desenvolvimento Produtivo. O órgão, composto pelos signatários do pacto, funcionaria como uma instância de validação para políticas públicas, inclusive com o compromisso dos pré-candidatos de consultarem as entidades para a indicação de gestores técnicos em pastas como Agricultura, Meio Ambiente e Fazenda.</p>



<p><strong>A Reação dos Pré-Candidatos</strong></p>



<p>A Senadora Dorinha, pré-candidata ao governo, acolheu as demandas e assinou o documento. Segundo ela, o modelo de conselho técnico participativo está alinhado ao seu modelo de gestão. &#8220;Governar com quem entende da realidade produtiva é o caminho para o Tocantins continuar crescendo&#8221;, declarou.</p>



<p>Já o Senador Eduardo Gomes, que pretende buscar a reeleição, destacou que sua atuação no Congresso é de vigilância histórica pelas pautas do agro e ressaltou a importância da União voltar a ter um governo que compreenda e aja em benefício do desenvolvimento rural.</p>



<p>Entidades Signatárias do Pacto:<br>• FAET (Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins)<br>• Aprosoja Tocantins (Associação dos Produtores de Soja)<br>• ADSTO (Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins)<br>• COAPA (Cooperativa Agroindustrial do Tocantins)<br>• OCB/TO (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Tocantins)<br>• Associação Tocantinense Novilho Precoce (ATNP)<br>• Frísia Cooperativa Agroindustrial<br>• Presidentes de Sindicatos Rurais do Estado do Tocantins.</p>



<p><em>Por Ascom Sistema FAET/Senar. </em></p>
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		<item>
		<title>Opinião: Cessação temporária do conflito no Oriente Médio não alivia impactos no agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial. Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do [&#8230;]</p>
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<p>As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial.</p>



<p>Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do petróleo encarece o diesel, o frete e o transporte de mercadorias, além de pressionar outros insumos ligados à cadeia produtiva</p>



<p>“O problema estrutural do petróleo vai trazer impactos relevantes, não só no combustível, mas também em lubrificantes e no custo logístico. Isso aumenta fretes, seguros e o custo final das exportações”, afirmou.</p>



<p>Meireles também destacou que a instabilidade no Oriente Médio tende a gerar efeitos prolongados. Mesmo com um eventual arrefecimento do conflito, os reflexos podem se estender por até dois anos na economia global.</p>



<p>Diante desse cenário, ele defende o avanço de políticas energéticas no Brasil, como o aumento da mistura de biodiesel. Segundo o executivo, ampliar a participação de biocombustíveis pode reduzir a dependência externa e mitigar impactos de crises internacionais.</p>



<p>Já Miguel Daoud, comentarista do&nbsp;<strong>Canal Rural</strong>, aponta que o cenário também tem influenciado o mercado financeiro. A desvalorização global do dólar e a valorização do real ajudam a explicar o atual comportamento da moeda brasileira, com reflexos diretos sobre o agronegócio.</p>



<p>Com o real mais forte, há tendência de pressão sobre as cotações de commodities como a soja, o que pode reduzir a competitividade das exportações brasileiras.</p>



<p>Por outro lado, Daoud destaca que o Brasil tem sido beneficiado pelas exportações de petróleo, que contribuíram para o superávit recente da balança comercial. Ainda assim, ele avalia que os preços do petróleo devem permanecer elevados, especialmente se houver agravamento do conflito no Oriente Médio.</p>



<p>“O petróleo deve continuar em patamares elevados. Se a guerra se intensificar, os preços podem subir ainda mais, devido à redução da oferta global”, afirmou.</p>



<p>Daoud também chama atenção para mudanças estruturais no mercado internacional, como a possível redução da demanda chinesa por soja nos próximos anos. Nesse contexto, ele defende o aumento do processamento interno da oleaginosa e a ampliação da produção de biodiesel como alternativa para agregar valor à produção brasileira.</p>



<p>A combinação entre custos mais altos, mudanças no câmbio e transformações na demanda global reforça um cenário de incerteza para o agro. Daoud e Meireles avaliam que o momento exige estratégias voltadas à redução de dependências externas e ao fortalecimento da produção interna de energia e insumos.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<item>
		<title>Paulo Lima, ex-presidente da Adapec, é nomeado superintendente da Agricultura e Pecuária do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União desta última terça-feira, 8, trouxe a nomeação de Paulo Antônio de Lima na Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins. Ex-presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), o gestor substitui Roberto Cesar Ferreira de Oliveira, o Cesinha, ex-prefeito de Lavandeira ligado ao senador Irajá Silvestre (PSD) e que está no comando da direção [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-de-pessoal-se/mapa-n-418-de-7-de-abril-de-2026-697996890" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Diário Oficial da União</strong> desta última terça-feira, 8</a>, trouxe a nomeação de Paulo Antônio de Lima na Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins. Ex-presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), o gestor substitui Roberto Cesar Ferreira de Oliveira, o Cesinha, ex-prefeito de Lavandeira ligado ao senador Irajá Silvestre (PSD) e que está no comando da direção estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB).</p>



<p>Agropecuarista com mais de 50 anos de experiência, Paulo Lima é uma figura central no setor produtivo regional. Natural de Itaberaí (GO), ele consolidou sua trajetória no Tocantins, onde presidiu o Sindicato Rural de Alvorada e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faet). Desde 2021, ele comandava a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), cargo para o qual foi renomeado em 2025 pelo governo estadual devido ao seu perfil técnico e articulador.</p>



<p>Na Adapec, Lima priorizou a modernização dos serviços e o fortalecimento das barreiras sanitárias. Agora, na esfera federal, sua missão será coordenar as políticas do Mapa no Tocantins e estreitar a relação entre o ministério e os produtores locais. A nomeação representa um movimento estratégico para a gestão da governança das superintendências, pois Paulo Lima é percebido como alugém com trânsito livre entre as entidades de classe e o governo estadual.<br><br><em>Com informações do CT e T1.<br></em></p>
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		<item>
		<title>Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura e nome forte entre ruralistas, oficializa filiação ao PT no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-senadora e ex-ministra da Agricultura, Kátia Abreu, oficializou sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Tocantins no último sábado (4). O movimento encerra meses de articulações políticas e coloca uma das maiores lideranças do agronegócio brasileiro no centro da estratégia petista para as eleições gerais de 2026. O anúncio foi feito ao lado de Nile William, presidente regional do PT-TO, [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>A ex-senadora e ex-ministra da Agricultura, Kátia Abreu, oficializou sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Tocantins no último sábado (4). O movimento encerra meses de articulações políticas e coloca uma das maiores lideranças do agronegócio brasileiro no centro da estratégia petista para as eleições gerais de 2026.<a href="https://api.whatsapp.com/send?text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins%20https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins%20https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://telegram.me/share/url?url=https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047&amp;text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O anúncio foi feito ao lado de Nile William, presidente regional do PT-TO, e Rosimar Mendes, dirigente municipal em Palmas. Em pronunciamento nas redes sociais, Kátia destacou que sua missão primordial na nova legenda será a defesa da democracia e o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p><strong>De crítica ferrenha a aliada estratégica do agronegócio</strong></p>



<p>A trajetória de Kátia Abreu é marcada por uma transição ideológica que acompanha as mudanças no cenário político nacional. No início de sua carreira, no antigo PFL (atual União Brasil), a pecuarista consolidou-se como uma das vozes mais potentes da bancada ruralista e uma opositora ferrenha aos primeiros mandatos de Lula.</p>



<p>A aproximação definitiva com o campo progressista ocorreu durante o governo de Dilma Rousseff. Na época, Kátia assumiu o Ministério da Agricultura e tornou-se uma das defensoras mais leais da ex-presidente, especialmente durante o processo de impeachment em 2016. Desde então, ela vinha sinalizando sua migração política, que culminou no apoio formal a Lula em 2022.</p>



<p>A estratégia do PT com essa filiação é clara: utilizar a influência de Kátia Abreu para quebrar resistências ao partido em um setor tradicionalmente conservador. Ao trazer um nome de peso do setor produtivo, a sigla busca garantir um &#8220;palanque sólido&#8221; no Tocantins e suavizar a imagem do governo federal junto aos produtores rurais.</p>



<p><strong>Governo ou Senado?</strong></p>



<p>Embora a filiação tenha sido confirmada, o cargo que Kátia Abreu disputará em 2026 ainda depende de rodadas de negociações com os partidos da base aliada. No entanto, analistas políticos apontam três caminhos principais para a ex-ministra no próximo pleito.</p>



<p>O desejo principal de Kátia seria a disputa pelo Palácio Araguaia, sede do Governo do Tocantins. Com sua entrada no PT, ela se torna o nome natural da esquerda para a disputa majoritária estadual. Caso o desenho das coligações exija um rearranjo, um retorno ao Senado Federal — onde atuou por dois mandatos, é visto como uma alternativa viável e de peso.</p>



<p>A terceira possibilidade, menos provável mas ainda sob análise, seria uma candidatura à Câmara dos Deputados. O objetivo, neste caso, seria ajudar o PT a ampliar sua bancada federal no estado, fortalecendo a governabilidade de um eventual segundo mandato de Lula no Congresso Nacional.</p>



<p><em>Por Band. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem é André de Paula, novo ministro da Agricultura do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/quem-e-andre-de-paula-novo-ministro-da-agricultura-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[André de Paula]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta terça-feira (31/3) a troca no comando do Ministério da Agricultura. Publicação extra do Diário Oficial da União (DOU) exonerou Carlos Fávaro e nomeou André de Paula em seu lugar. De Paula era até então ministro da Pesca e Aquicultura, cargo do qual ele foi exonerado, e que está [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta terça-feira (31/3) a troca no comando do Ministério da Agricultura.</p>



<p>Publicação extra do Diário Oficial da União (DOU) exonerou Carlos Fávaro e nomeou André de Paula em seu lugar. De Paula era até então ministro da Pesca e Aquicultura, cargo do qual ele foi exonerado, e que está agora com Édipo Araújo, ex-secretário-executivo da Pasta. Fávaro deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado por Mato Grosso nas eleições de outubro.</p>



<p>Segundo De Paula, a transmissão do cargo no Ministério da Pesca ocorrerá na quarta-feira (1º/4), quando passará a função a Édipo Araújo, atual secretário-executivo do ministério. Na mesma tarde, ele deve tomar posse como novo ministro da Agricultura.</p>



<p>Com a mudança de Pasta, o principal impacto será o aumento expressivo do orçamento sob sua gestão. O Ministério da Pesca e Aquicultura, recriado em 2023, contava com cerca de R$ 270 milhões para custeio e programas finalísticos.</p>



<p>Já no Ministério da Agricultura, o orçamento total chega a R$ 12,1 bilhões, incluindo despesas administrativas, previdência dos servidores e políticas públicas. Desse total, cerca de R$ 4,5 bilhões são destinados à gestão direta e programas.</p>



<p>A nova estrutura também inclui a vinculação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com orçamento superior a R$ 4,8 bilhões, e do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, que conta com R$ 7,4 bilhões previstos para 2026.</p>



<p><strong>Quem é André de Paula</strong></p>



<p>André Carlos Alves de Paula Filho nasceu no Recife (PE). Tem 62 anos, é casado com Patrícia Dubeux de Paula, pai de três filhas, Maria Cláudia, Andréa e Maria Cândida e avô de cinco netos.</p>



<p>Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, é servidor público federal de carreira e acumula mais de quatro décadas de vida pública. Foi vereador do Recife, deputado estadual por Pernambuco por dois mandatos e deputado federal por seis legislaturas consecutivas.</p>



<p>Também exerceu cargos no Executivo estadual, como secretário de Produção Rural e Reforma Agrária de Pernambuco entre 1999 e 2002, e secretário das Cidades entre 2015 e 2016.</p>



<p>No Congresso Nacional, onde atua há mais de 20 anos, ocupou posições de destaque como 2º vice-presidente e 4º secretário da Mesa da Câmara dos Deputados, líder da bancada do Partido Social Democrático (PSD), líder da minoria, além de ter presidido a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Legislação Participativa.</p>



<p><em>Por Globo Rural.</em></p>



<p></p>
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		<title>Setor agropecuário pressiona Congresso para reverter veto à blindagem do seguro rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-agropecuario-pressiona-congresso-para-reverter-veto-a-blindagem-do-seguro-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[blindagem do seguro rural]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que blindava os recursos para essa política em 2026.</p>



<p>Em 2025, o orçamento inicial do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), de R$ 1,06 bilhão, teve redução de 47% e caiu para R$ 565,5 milhões. Com isso, a área segurada recuou para 3,2 milhões de hectares, o terceiro pior resultado da série histórica iniciada em 2007 e menos da metade das lavouras cobertas com subvenção federal no ano anterior, de 7 milhões de hectares. Cerca de 42 mil produtores rurais foram atendidos e a importância da produção assegurada foi de apenas R$ 17,7 bilhões, longe do pico registrado em 2021, de R$ 66,4 bilhões.</p>



<p><a href="https://portalmaterias.com/and3-xv-glice-gc3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para “proteger” os valores e viabilizar a aplicação total dos recursos anunciados, o Congresso Nacional aprovou uma emenda à LDO de 2026 que ressalvava o orçamento do PSR de cortes, bloqueios e contingenciamentos. O texto, no entanto, foi vetado.</p>



<p>O governo justificou que a “ampliação do rol de despesas discricionárias ressalvadas de eventual contingenciamento reduziria a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias” e “dificultaria o cumprimento das regras fiscais”.</p>



<p>Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), afirma que o veto pode piorar o “quadro de deterioração” do planejamento do PSR em um momento em que a produção agropecuária do Brasil cresce, mas a proteção financeira no campo encolhe.</p>



<p>“A retirada da blindagem orçamentária devolve ao agronegócio e ao mercado de seguros rurais a falta de previsibilidade e de tranquilidade para o planejamento de seguradoras, produtores e resseguradores, dificultando a oferta de produtos com custos compatíveis com a realidade de margens apertadas no campo”, diz ele. Neste ano, a Lei Orçamentária Anual (LOA), ainda não sancionada, prevê R$ 1,01 bilhão para o PSR.</p>



<p>A imprevisibilidade do mercado aumentou nos últimos cinco anos, reforça Toyama. O cenário ficou ainda mais prejudicado pela queda na rentabilidade dos produtores. Mesmo com a maior ocorrência de extremos climáticos, os agricultores ficam com margens comprimidas e não conseguem arcar com o custo das apólices, diz.</p>



<p>De janeiro a outubro de 2025, a arrecadação das seguradoras com seguro rural caiu 9,3%, para R$ 11,1 bilhões, e o pagamento de indenizações teve queda de 3,9%, para R$ 3,6 bilhões. Para Toyama, os números sinalizam o enfraquecimento do produto e o impacto direto sobre a renda e a estabilidade financeira do campo e expõem setor e governo um ciclo vicioso: o produtor tem quebras de safras e o poder público é forçado a renegociar dívidas de forma emergencial, o que aumenta a pressão sobre o orçamento e força novos cortes em outros programas, como o PSR.</p>



<p>Para o vice-presidente da Newe Seguros, Rodrigo Motroni, o veto amplia a vulnerabilidade de toda a cadeia. “O seguro rural garante segurança ao agricultor, dá estabilidade ao crédito, reduz perdas sistêmicas e contribui para a segurança alimentar e a competitividade do Brasil. Não é apenas uma pauta do setor de seguros, mas de política pública”, defende. Em 2025, a seguradora comercializou mais de 1,7 mil apólices com subvenção que somam mais de R$ 500 milhões em importância segurada.</p>



<p>Há um paradoxo no setor, avalia a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Enquanto a área plantada avança para cerca de 97 milhões de hectares, apenas cerca de 3% desse total conta hoje com cobertura de seguro rural. Há um “descompasso estrutural entre produtividade e mitigação de riscos”, afirma a entidade.</p>



<p>A “blindagem” aos recursos do PSR já havia sido incluída na LDO e vetada em outras oportunidades, como em 2025. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), avalia que o veto é “preocupante” para o setor produtivo e critica a ação do governo.</p>



<p>Procurado para tratar do tema, o Ministério da Agricultura disse que não há pendências orçamentárias para quitar e que a previsão para 2026 é aplicar o orçamento total, de R$ 1,01 bilhão. Assim, a projeção é atender 82 mil produtores, com a subvenção de até 130 mil apólices, cobrir 7 milhões de hectares e R$ 48 bilhões de importância segurada.</p>



<p>A bancada ruralista pode derrubar o veto presidencial em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para isso, precisa de maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41) computados separadamente.</p>



<p>“Recompor as verbas do PSR e fortalecer o seguro rural é condição básica para garantir renda, crédito e continuidade da produção. A agenda de 2026 passa, necessariamente, pela derrubada do veto presidencial no Congresso Nacional”, defende Toyama.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://saibasobreverao.com/air-pulse"></a></p>
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		<title>Ministro do STF, Cristiano Zanin, propõe conciliação entre Tocantins e Goiás em disputa territorial no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 12:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[disputa territorial]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira, 18, a citação do Estado do Tocantins na Ação Cível Originária (ACO) nº 3.734, proposta por Goiás para definir a linha divisória entre os dois estados na região norte do município de Cavalcante, área de 12,9 mil hectares que inclui o Quilombo Kalunga [&#8230;]</p>
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<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira, 18, a citação do Estado do Tocantins na Ação Cível Originária (ACO) nº 3.734, proposta por Goiás para definir a linha divisória entre os dois estados na região norte do município de Cavalcante, área de 12,9 mil hectares que inclui o Quilombo Kalunga dos Morros e o Complexo do Canjica.</p>



<p>Na ação, Goiás sustenta que o Tocantins presta serviços públicos em território goiano por conta de um erro de toponímia registrado em uma carta topográfica elaborada pelo Exército Brasileiro em 1977. Segundo o governo goiano, a troca de denominação entre o Rio da Prata e o Córrego Ouro Fino teria alterado a interpretação dos limites interestaduais previstos no §1º do artigo 13 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) e na Lei estadual nº 8.111/1976.</p>



<p>Além do pedido principal para fixação da divisa e desocupação da área, Goiás solicitou tutela de urgência para impedir o Tocantins de ofertar serviços públicos à população local enquanto o mérito não é julgado.</p>



<p>Ao analisar o caso, Zanin não apreciou o pedido liminar e destacou a diretriz do Código de Processo Civil que estimula a solução consensual de conflitos, especialmente em ações que tratam de limites territoriais e demarcações. O relator considerou recomendável a instauração de uma mesa de conciliação logo no início da tramitação e determinou que o Tocantins se manifeste sobre o interesse em uma solução dialogada.</p>



<p>O despacho ocorre após o governo do Tocantins informar que ainda não havia sido oficialmente citado na ação. Em nota divulgada em novembro, o governo tocantinense afirmou que as tratativas sobre a área sempre ocorreram por meio de diálogo entre os dois estados e anunciou a realização de um levantamento técnico para embasar sua defesa.</p>



<p>Ainda no mês passado, durante gestão interina de Laurez Moreira (PSD) a Procuradoria-Geral do Estado do Tocantins instituiu um grupo de trabalho interinstitucional para reunir mapas, documentos e informações sobre a área contestada, com participação da PGE, da Secretaria de Planejamento, do Itertins e da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.</p>



<p><em>Por Jornal Opção. </em></p>
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		<title>STF decide manter benefícios fiscais concedidos a defensivos agrícolas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/stf-decide-manter-beneficios-fiscais-concedidos-a-defensivos-agricolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 12:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a validade das regras que concedem benefícios fiscais aos defensivos agrícolas. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (18), por maioria de votos. Os ministros analisaram ações que questionavam a constitucionalidade do regime tributário aplicado a esses produtos. O julgamento envolveu normas que tratam da cobrança do ICMS e de [&#8230;]</p>
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<p>O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a validade das regras que concedem benefícios fiscais aos defensivos agrícolas. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (18), por maioria de votos.</p>



<p>Os ministros analisaram ações que questionavam a constitucionalidade do regime tributário aplicado a esses produtos. O julgamento envolveu normas que tratam da cobrança do ICMS e de dispositivos da Constituição.</p>



<p>Por 8 votos a 2, a Corte concluiu que as regras seguem válidas. Com isso, permanece o modelo de tributação diferenciado adotado pelos estados para a comercialização dos defensivos.</p>



<p><strong>O que estava em julgamento no STF</strong></p>



<p>O STF analisou duas ações apresentadas pelos partidos PV e PSOL. As legendas contestaram o Convênio nº 100, de 1997, do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, e a Emenda Constitucional nº 132, de 2023.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/24682097/i/58134455/0/pp/3/1?h=Np1VeWLlD3AuQU5Wnziie9pNHFQLVYw4uEAe-aDMdnChRnXo7aHNDXaF-95elW2jRHuP7G1_r5VOWjkRTeUwzJ_qRdsTkC-CJRHSK8Q6ZL0S8UqgYCZHhBOpmFyJpGrb&amp;rid=5cb92bdc-dcd1-11f0-b78a-d404e6faf7f0&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0gk3tG4cG8M-vlM73vdpSDObjcM45Hu_EOZ87qJMmoGg**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O convênio autorizou os estados a adotar um regime especial de tributação para defensivos agrícolas. A principal medida foi a redução de 60% nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, incidente sobre esses produtos.</p>



<p>Já a emenda constitucional manteve a possibilidade de tratamento tributário diferenciado no novo sistema de impostos sobre o consumo. As ações alegavam que esses benefícios violariam princípios constitucionais.</p>



<p>Ao julgar o caso, a maioria dos ministros entendeu que a concessão de incentivos fiscais não caracteriza inconstitucionalidade. Para o STF, a política tributária adotada se insere na esfera de competência dos estados e do legislador.</p>



<p><strong>Entendimento da Corte e votos</strong></p>



<p>Votaram pela improcedência das ações os ministros Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Também acompanharam esse entendimento Gilmar Mendes, Nunes Marques, André Mendonça e Flávio Dino.</p>



<p>Para a maioria, não cabe ao Judiciário substituir escolhas feitas no âmbito da política fiscal. O entendimento foi de que os benefícios fazem parte da estrutura tributária vigente.</p>



<p>Os ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia divergiram. Eles consideraram que a concessão de incentivos fiscais aos defensivos agrícolas poderia contrariar princípios constitucionais ligados à proteção ambiental e à saúde.</p>



<p>Com a decisão, permanece válida a redução do ICMS sobre esses produtos. O julgamento encerra a discussão no Supremo sobre a constitucionalidade das normas questionadas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Renan Santos, líder do MBL sugere anexação do Tocantins a Goiás após histórico de crises políticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[MBL]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins a Goiás]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, sugeriu durante participação no podcast do próprio movimento, a anexação do estado do Tocantins a Goiás. O conteúdo foi divulgado nas redes sociais e gerou repercussão. Na fala, Renan mencionou o histórico político do estado, destacando que, desde 2003, no governo de Marcelo Miranda (MDB), o Tocantins [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, sugeriu durante participação no podcast do próprio movimento, a anexação do estado do Tocantins a Goiás. O conteúdo foi divulgado nas redes sociais e gerou repercussão.</p>



<p>Na fala, Renan mencionou o histórico político do estado, destacando que, desde 2003, no governo de Marcelo Miranda (MDB), o Tocantins não teve governadores cocluindo integralmente seus mandatos. Em contato com o<strong> g1</strong>, o dirigente político reafirmou a declaração e disse que o estado é maravilhoso e cresceu com a agricultura, mas as duas federações deveriam ser a mesma coisa<em> </em><strong><em>(leia posicionamento na íntegra abaixo).</em></strong></p>



<p>Ao longo dos anos, seis mandatos de governadores no Tocantins foram interrompidos, sendo cinco deles alvos de investigações ou ações judiciais. O caso mais recente envolve o governador Wandelrei Barbosa (Republicanos), que chegou a ser afastado. Porém, houve uma reviravolta, e ele voltou ao poder.</p>



<p>Wanderlei Barbosa foi afastado por 180 dias, por suspeita de desvio de recursos públicos em contratos para compra de cestas básicas na pandemia de Covid-19. Porém com três meses afastado, uma liminar do ministro Nunes Marques, do Superior Tribunal de Federal (STF) recolocou no cargo. Posteriormente, a decisão foi referendada pela 2ª do do STF.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p>No conteúdo compartilhado, o dirigente político afirmou que o Tocantins&nbsp;não consegue manter um governador no cargo e que seria frequente a mudança “por corrupção”. Ele prossegue afirmando que foi gerado um estado de maneira artificial, com “uma elite política completamente parasita”.</p>



<p>“Essa elite política rouba, rouba, rouba, rouba, rouba, rouba, rouba, não consegue permanecer no poder e a gente paga. Aí tem que ter três senadores por lá, oito deputados federais. Cara, não vale a pena. Tocantins, volta pra Goiás, deixa Goiás administrar. Vai ser melhor para Tocantins, vai ser melhor para Goiás e vai ser melhor para o Brasil&#8221;, afirmou no podcast.</p>



<p>As declarações foram compartilhadas por páginas nas redes sociais e provocaram reações contrárias de internautas&nbsp;<em>(</em><strong><em>leia abaixo).</em></strong></p>



<p>O&nbsp;<strong>g1&nbsp;</strong>pediu posicionamento do MBL e do governo do Tocantins sobre a fala, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/AihgxhI5owuSZHUwLm0O20l-eGk=/0x0:1080x858/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/5/qPzVp6RuAMIZTd2mgKZw/whatsapp-image-2025-12-14-at-16.28.33.jpeg" alt="Comentário de fundador do MBL repercutiu na web — Foto: Reprodução Tocantins em Foco"/></figure>



<p>Comentário de fundador do MBL repercutiu na web — Foto: Reprodução Tocantins em Foco</p>



<p><em>Por Edson Reis/g1 Tocantins. </em></p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/renan-santos-lider-do-mbl-sugere-anexacao-do-tocantins-a-goias-apos-historico-de-crises-politicas/">Renan Santos, líder do MBL sugere anexação do Tocantins a Goiás após histórico de crises políticas</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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