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	<title>Política Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Política Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>No G7, Brasil busca reverter veto europeu a produtos da pecuária nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[veto europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo brasileiro defende revisão das restrições e reforça a confiança nos sistemas de controle sanitário do país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a [&#8230;]</p>
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<p><em>Governo brasileiro defende revisão das restrições e reforça a confiança nos sistemas de controle sanitário do país.</em></p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a produtos brasileiros, incluindo carne e materiais siderúrgicos.</p>



<p>O encontro ocorreu em Évian, na França, onde o presidente do Brasil participa como convidado da Cúpula do G7, grupo formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e União Europeia.<br><br>Segundo Lula, em postagem nas redes sociais, o Itamaraty vai trabalhar em conjunto com funcionários da Comissão Europeia “para identificar as dificuldades” em relação aos produtos.</p>



<p>“Nos comprometemos a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, em consonância com o acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente.<br><br><strong>Veto a partir de setembro<br></strong><br>A União Europeia decidiu proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil no último dia 6. O veto entraria em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.</p>



<p>A decisão foi anunciada em maio, depois da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.</p>



<p>Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias do bloco, especialmente a de não utilizar, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Aprovação da PL da renegociação de dívidas rurais é celebrada pelo agro</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/aprovacao-da-pl-da-renegociacao-de-dividas-rurais-e-celebrada-pelo-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aprovação do Projeto de Lei 5.122/2023 pelo Senado Federal nesta quarta-feira (10) foi recebida com entusiasmo por entidades do agronegócio e parlamentares ligados ao setor, mas gerou preocupação dentro do governo federal. Enquanto produtores e representantes da agropecuária comemoram o avanço da proposta que cria mecanismos para renegociar dívidas rurais, o Ministério da Fazenda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A aprovação do Projeto de Lei 5.122/2023 pelo Senado Federal nesta quarta-feira (10) foi recebida com entusiasmo por entidades do agronegócio e parlamentares ligados ao setor, mas gerou preocupação dentro do governo federal.</p>



<p>Enquanto produtores e representantes da agropecuária comemoram o avanço da proposta que cria mecanismos para renegociar dívidas rurais, o Ministério da Fazenda avalia que a medida pode gerar um impacto de até R$ 140 bilhões aos cofres públicos nos próximos anos.</p>



<p>O texto, que agora retorna para análise da Câmara dos Deputados, prevê a criação de uma linha especial de financiamento com recursos do Fundo Social do Pré-Sal para permitir a quitação e o alongamento de débitos de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos ou por impactos econômicos decorrentes de crises internacionais.</p>



<p>Entre as condições previstas estão juros subsidiados entre 3,5% e 7,5% ao ano, prazo de pagamento de até 10 anos, com três anos de carência, além de limite de até R$ 10 milhões por produtor e R$ 50 milhões para cooperativas e associações.<br><br><strong>Agro comemora avanço da proposta<br></strong><br>A aprovação foi celebrada por entidades representativas do setor. O presidente do Sistema Faep ( Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Ágide Meneguette, classificou o projeto como “uma luz no fim do túnel” para produtores que enfrentam dificuldades financeiras após sucessivas perdas climáticas.</p>



<p>“O PL trará fôlego e condições para a continuidade da produção de alimento. Por isso, precisa avançar”, afirmou. Segundo a entidade, o Paraná registrava R$ 10,8 bilhões em endividamento rural no início deste ano, enquanto os saldos problemáticos de crédito rural no país somavam R$ 153,6 bilhões.</p>



<p>A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também comemorou a aprovação. O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a proposta representa uma vitória importante para os produtores.</p>



<p>“Uma vitória extremamente importante da possibilidade de renegociar as dívidas dos produtores rurais. São 10 anos para pagar e mais três anos de carência”, declarou.</p>



<p>Durante a votação, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) argumentou que a agricultura enfrenta um cenário desafiador, marcado por preços mais baixos das commodities, juros elevados, valorização do real frente ao dólar e perdas provocadas por eventos climáticos, especialmente no Rio Grande do Sul.</p>



<p>O governador gaúcho Eduardo Leite (PSD) também elogiou o texto aprovado. Segundo ele, o relatório incorporou demandas tanto dos produtores quanto do Ministério da Fazenda, ao estabelecer critérios mais restritivos para acesso ao benefício, como a comprovação de perdas em duas safras e o limite de enquadramento de até R$ 10 milhões por produtor.</p>



<p><strong>Fazenda vê risco fiscal<br></strong><br>Do lado do governo, porém, o clima é de cautela. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que uma análise preliminar da equipe econômica aponta potencial impacto de aproximadamente R$ 140 bilhões ao Tesouro Nacional.</p>



<p>Segundo Durigan, a estimativa considera um universo de cerca de R$ 200 bilhões em operações passíveis de enquadramento na proposta, com custo equivalente a 70% desse valor para os cofres públicos. O secretário ressaltou, entretanto, que o cálculo foi realizado antes da análise detalhada da versão final aprovada pelos senadores.</p>



<p>A equipe econômica defendia uma solução mais focalizada, direcionada apenas a produtores com perdas comprovadas e efetiva incapacidade de pagamento, especialmente em decorrência de eventos climáticos extremos.</p>



<p>Mesmo após negociações entre representantes da Fazenda, integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária e o relator da proposta, senador Renan Calheiros (MDB-AL), não houve consenso sobre o texto final.</p>



<p><strong>Próximo passo<br></strong><br>Com a aprovação no Senado, o projeto retorna à Câmara dos Deputados para análise das alterações promovidas pelos senadores. A expectativa da bancada ruralista é acelerar a tramitação para que as novas regras possam entrar em vigor ainda em 2026.</p>



<p>O debate, no entanto, deve continuar marcado pela disputa entre a necessidade de socorro financeiro a produtores afetados por sucessivas crises climáticas e a preocupação do governo com os impactos fiscais da medida.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Confusão entre prefeito e vereadora de Paranã vai parar na delegacia após denúncias e acusações mútuas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/confusao-entre-prefeito-e-vereadora-de-parana-vai-parar-na-delegacia-apos-denuncias-e-acusacoes-mutuas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso ocorreu em fazenda na zona rural do município e envolve suspeita de uso irregular de máquinas públicas A confusão envolvendo o prefeito de Paranã, Fábio da Farmácia, e a vereadora Rosânia Carvalho de Farias ganhou novos desdobramentos após os boletins de ocorrência registrados pelas duas partes virem à tona. O episódio aconteceu na tarde [&#8230;]</p>
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<p><em>Caso ocorreu em fazenda na zona rural do município e envolve suspeita de uso irregular de máquinas públicas</em></p>



<p>A confusão envolvendo o prefeito de Paranã, Fábio da Farmácia, e a vereadora Rosânia Carvalho de Farias ganhou novos desdobramentos após os boletins de ocorrência registrados pelas duas partes virem à tona. O episódio aconteceu na tarde da última quarta-feira, 06, na Fazenda Grota da Areia, zona rural do município, e passou a repercutir nas redes sociais após vídeos da discussão serem divulgados na internet.</p>



<p>Segundo informações publicadas pelo Portal Claudemir Brito, a vereadora Rosânia afirma que foi até a propriedade após receber denúncia anônima sobre um suposto uso de máquinas públicas na fazenda ligada ao prefeito. Conforme o boletim registrado pela parlamentar, ela esteve no local acompanhada do filho, Pedro Lucas, e de Cleuton Gomes Porto, alegando atuar em sua função fiscalizadora como vereadora.</p>



<p>No relato apresentado à Polícia Civil, Rosânia afirma que o grupo teria sido inicialmente impedido de entrar na propriedade pelo pai do prefeito, Firmo Moreira Neto, mas que posteriormente o acesso foi autorizado. A vereadora relata ainda que não encontrou máquinas na sede da fazenda e que, ao procurar em outras áreas da propriedade, o prefeito chegou ao local acompanhado da esposa, Débora Bessa.</p>



<p>Ainda segundo o boletim, a situação teria se agravado após o prefeito ouvir a voz de Cleuton Gomes Porto. Rosânia afirma que tentou proteger Cleuton durante a discussão e que acabou sendo agredida pelo prefeito e pelo pai dele, sofrendo lesões. A parlamentar também relata ameaças contra ela, Cleuton e seu filho.</p>



<p>O documento registra ainda que Rosânia passou por exame médico no hospital de Paranã e manifestou interesse em representar criminalmente contra os envolvidos, além de solicitar medidas de proteção. A vereadora informou também ter apresentado vídeos gravados pelo filho dela para comprovar os fatos relatados.</p>



<p>Já na versão apresentada pelo prefeito Fábio da Farmácia à Polícia Civil, o gestor afirma que foi até a fazenda acompanhado da esposa e do filho de 3 anos após ser informado de que Rosânia, Cleuton e Pedro Lucas haviam entrado na propriedade para averiguar a denúncia.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="834" class="wp-image-23476" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dasdgsdgsdgsddddd.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dasdgsdgsdgsddddd.webp 689w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/dasdgsdgsdgsddddd-252x300.webp 252w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><br><br><img decoding="async" width="700" height="1244" class="wp-image-23477" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-08-at-08.44.43-2.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-08-at-08.44.43-2.webp 720w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-08-at-08.44.43-2-169x300.webp 169w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-08-at-08.44.43-2-576x1024.webp 576w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p>No boletim registrado pelo prefeito, Fábio afirma que Rosânia teria dito que poderia acessar a propriedade mesmo sem autorização por exercer mandato parlamentar. O gestor relata ainda que Cleuton Gomes Porto teria partido para cima dele e que reagiu apenas para se defender.</p>



<p>Ainda conforme o registro, o prefeito afirma possuir processo judicial contra Cleuton por calúnia e difamação. O documento também aponta que a Polícia Militar esteve no local, ouviu os envolvidos, acompanhou a averiguação na fazenda e não encontrou máquinas públicas ou irregularidades na propriedade.</p>



<p>O prefeito declarou ainda ter sofrido lesões nos cotovelos, costas e punho direito. Conforme divulgado anteriormente pelo Portal Claudemir Brito, exame de corpo de delito confirmou lesões corporais atribuídas a agressão manual, sem risco de morte ou incapacidade permanente.</p>



<p>Vídeos divulgados nas redes sociais mostram momentos de tensão durante a confusão. Em uma das gravações, o filho da vereadora acusa o pai do prefeito de ter desferido um soco contra Rosânia. Outro trecho mostra o prefeito segurando uma pedra durante a discussão.</p>



<p>O caso foi registrado pela Polícia Civil e segue em apuração. As versões apresentadas pelo prefeito e pela vereadora são conflitantes, e as circunstâncias da ocorrência deverão ser esclarecidas pelas autoridades competentes.</p>



<p><em>Por Portal Claudemir Brito e boletins de ocorrência registrados na 99ª Delegacia de Polícia Civil de Paranã</em></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gigante dos EUA compra mineradora no Brasil por US$ 2,8 bilhões e acirra disputa por terras raras</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/gigante-dos-eua-compra-mineradora-no-brasil-por-us-28-bilhoes-e-acirra-disputa-por-terras-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Mineradora]]></category>
		<category><![CDATA[terras raras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mineradora americana USA Rare Earth anunciou, na segunda-feira, 20, a compra da brasileira Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14,1 bilhões), em uma operação que envolve ativos em Goiás e busca reduzir a dependência global da China no fornecimento de terras raras, minerais essenciais para tecnologias como carros elétricos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A mineradora americana USA Rare Earth anunciou, na segunda-feira, 20, a compra da brasileira Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14,1 bilhões), em uma operação que envolve ativos em Goiás e busca reduzir a dependência global da China no fornecimento de terras raras, minerais essenciais para tecnologias como carros elétricos, turbinas e sistemas de defesa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"></blockquote>



<p>O acordo prevê a aquisição de 100% da Serra Verde, incluindo a mina e a planta de processamento Pela Ema, no interior goiano. O pagamento será feito com US$ 300 milhões em dinheiro e a emissão de cerca de 126,8 milhões de ações da empresa americana.</p>



<p>A conclusão da transação está prevista para o terceiro trimestre de 2026, condicionada a aprovações regulatórias e outros trâmites usuais. Atualmente, a Serra Verde é controlada por fundos e investidores internacionais, como Denham Capital, Vision Blue Resources e Energy &amp; Minerals Group.</p>



<p>Considerada um ativo estratégico, a mineradora brasileira é o único produtor em escala fora da Ásia capaz de fornecer os quatro principais elementos magnéticos de terras raras. A expectativa é que a empresa responda por mais de 50% da oferta desses minerais pesados fora da China até 2027.</p>



<p>A operação ocorre em meio a um movimento global liderado pelos Estados Unidos e aliados para diversificar cadeias de suprimento e diminuir a dependência chinesa nesse mercado, historicamente dominado pelo país asiático.</p>



<p>Com a aquisição, a USA Rare Earth pretende estruturar uma cadeia produtiva integrada fora da Ásia, desde a mineração até a produção de ímãs. A empresa projeta que a operação combinada possa gerar até US$ 1,8 bilhão em EBITDA anual até 2030, dependendo das condições de mercado.</p>



<p><em>Por Terra. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entidades do agro tocantinense apresentam proposta de pacto de gestão a pré-candidatos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/entidades-do-agro-tocantinense-apresentam-proposta-de-pacto-de-gestao-a-pre-candidatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Aprosoja Tocantins]]></category>
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		<category><![CDATA[pacto de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Politica]]></category>
		<category><![CDATA[SIndicato Rural de Gurupi]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Faet/Senar]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema OCB/TO]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças da FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais entregam pacto de governança e exigem assento nas decisões estratégicas do Estado. O agronegócio do Tocantins quer mais representatividade na arena política. Em uma mobilização conjunta sem precedentes, as principais entidades de classe do setor: FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Lideranças da FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais entregam pacto de governança e exigem assento nas decisões estratégicas do Estado.</em></p>



<p>O agronegócio do Tocantins quer mais representatividade na arena política. Em uma mobilização conjunta sem precedentes, as principais entidades de classe do setor: FAET, Aprosoja, ADSTO, ATNP, COAPA, OCB/TO e Sindicatos Rurais, reuniram-se com a pré-candidata ao Governo, Senadora Dorinha, e com o Senador Eduardo Gomes, candidato à reeleição. O objetivo foi entregar uma proposta de Pacto pelo Desenvolvimento Produtivo do Tocantins, documento que condiciona o apoio do setor à participação direta na gestão pública.</p>



<p>O movimento destaca a força econômica do campo como argumento para a ocupação de espaços políticos. Paulo Carneiro, presidente da FAET, sublinhou que a união das entidades é um marco histórico. “O setor responde por mais de 70% do PIB estadual. Pela nossa relevância econômica e social merecemos espaço e representatividade nas tomadas de decisão”, afirmou o presidente da Federação.</p>



<p>Complementando a visão da FAET, Arnardino Gabriel, presidente da ADSTO, destacou que o agro abandonou a postura passiva. “O setor não pode mais ficar apenas &#8216;dentro da porteira&#8217; cuidando da atividade e assistindo a interferências do setor público que nos prejudicam. O agro quer ter voz e vez em um futuro governo”, pontuou.</p>



<p><strong>O Fim da Insegurança Jurídica e Fiscal</strong></p>



<p>Para as entidades, a união é a única ferramenta capaz de frear problemas crônicos como a insegurança jurídica. Ricardo Khouri, que preside a COAPA e a OCB/TO, destacou que os gargalos em áreas como a fundiária exigem uma resposta articulada. “Estamos assistindo invasões de propriedades que mesmo com decisões de reintegração de posse o problema continua”.</p>



<p>No campo dos tributos, a Aprosoja Tocantins, representada pela presidente Caroline Barcellos, deixou claro que o segmento está vigilante, mas precisa ter condições de influenciar nas decisões. “Precisamos acompanhar e interferir antes que as ações do poder público prejudiquem a viabilidade das nossas atividades. O setor precisa estar próximo”, alertou.</p>



<p><strong>Câmara Técnica: O Novo Modelo de Gestão</strong></p>



<p>O principal ítem da proposta das entidades rurais é a criação de uma Câmara Técnica de Desenvolvimento Produtivo. O órgão, composto pelos signatários do pacto, funcionaria como uma instância de validação para políticas públicas, inclusive com o compromisso dos pré-candidatos de consultarem as entidades para a indicação de gestores técnicos em pastas como Agricultura, Meio Ambiente e Fazenda.</p>



<p><strong>A Reação dos Pré-Candidatos</strong></p>



<p>A Senadora Dorinha, pré-candidata ao governo, acolheu as demandas e assinou o documento. Segundo ela, o modelo de conselho técnico participativo está alinhado ao seu modelo de gestão. &#8220;Governar com quem entende da realidade produtiva é o caminho para o Tocantins continuar crescendo&#8221;, declarou.</p>



<p>Já o Senador Eduardo Gomes, que pretende buscar a reeleição, destacou que sua atuação no Congresso é de vigilância histórica pelas pautas do agro e ressaltou a importância da União voltar a ter um governo que compreenda e aja em benefício do desenvolvimento rural.</p>



<p>Entidades Signatárias do Pacto:<br>• FAET (Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins)<br>• Aprosoja Tocantins (Associação dos Produtores de Soja)<br>• ADSTO (Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Tocantins)<br>• COAPA (Cooperativa Agroindustrial do Tocantins)<br>• OCB/TO (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Tocantins)<br>• Associação Tocantinense Novilho Precoce (ATNP)<br>• Frísia Cooperativa Agroindustrial<br>• Presidentes de Sindicatos Rurais do Estado do Tocantins.</p>



<p><em>Por Ascom Sistema FAET/Senar. </em></p>
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		<title>Opinião: Cessação temporária do conflito no Oriente Médio não alivia impactos no agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial. Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do [&#8230;]</p>
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<p>As tensões entre Estados Unidos e Irã seguem trazendo impactos diretos para a economia global e para o agronegócio brasileiro, principalmente por meio do mercado de petróleo e da volatilidade cambial.</p>



<p>Para o presidente da Faesp/Senar-SP, Tirso Meireles, o principal efeito imediato está no custo da energia e da logística. Segundo ele, a elevação do petróleo encarece o diesel, o frete e o transporte de mercadorias, além de pressionar outros insumos ligados à cadeia produtiva</p>



<p>“O problema estrutural do petróleo vai trazer impactos relevantes, não só no combustível, mas também em lubrificantes e no custo logístico. Isso aumenta fretes, seguros e o custo final das exportações”, afirmou.</p>



<p>Meireles também destacou que a instabilidade no Oriente Médio tende a gerar efeitos prolongados. Mesmo com um eventual arrefecimento do conflito, os reflexos podem se estender por até dois anos na economia global.</p>



<p>Diante desse cenário, ele defende o avanço de políticas energéticas no Brasil, como o aumento da mistura de biodiesel. Segundo o executivo, ampliar a participação de biocombustíveis pode reduzir a dependência externa e mitigar impactos de crises internacionais.</p>



<p>Já Miguel Daoud, comentarista do&nbsp;<strong>Canal Rural</strong>, aponta que o cenário também tem influenciado o mercado financeiro. A desvalorização global do dólar e a valorização do real ajudam a explicar o atual comportamento da moeda brasileira, com reflexos diretos sobre o agronegócio.</p>



<p>Com o real mais forte, há tendência de pressão sobre as cotações de commodities como a soja, o que pode reduzir a competitividade das exportações brasileiras.</p>



<p>Por outro lado, Daoud destaca que o Brasil tem sido beneficiado pelas exportações de petróleo, que contribuíram para o superávit recente da balança comercial. Ainda assim, ele avalia que os preços do petróleo devem permanecer elevados, especialmente se houver agravamento do conflito no Oriente Médio.</p>



<p>“O petróleo deve continuar em patamares elevados. Se a guerra se intensificar, os preços podem subir ainda mais, devido à redução da oferta global”, afirmou.</p>



<p>Daoud também chama atenção para mudanças estruturais no mercado internacional, como a possível redução da demanda chinesa por soja nos próximos anos. Nesse contexto, ele defende o aumento do processamento interno da oleaginosa e a ampliação da produção de biodiesel como alternativa para agregar valor à produção brasileira.</p>



<p>A combinação entre custos mais altos, mudanças no câmbio e transformações na demanda global reforça um cenário de incerteza para o agro. Daoud e Meireles avaliam que o momento exige estratégias voltadas à redução de dependências externas e ao fortalecimento da produção interna de energia e insumos.<br><br><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Paulo Lima, ex-presidente da Adapec, é nomeado superintendente da Agricultura e Pecuária do Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União desta última terça-feira, 8, trouxe a nomeação de Paulo Antônio de Lima na Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins. Ex-presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), o gestor substitui Roberto Cesar Ferreira de Oliveira, o Cesinha, ex-prefeito de Lavandeira ligado ao senador Irajá Silvestre (PSD) e que está no comando da direção [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-de-pessoal-se/mapa-n-418-de-7-de-abril-de-2026-697996890" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Diário Oficial da União</strong> desta última terça-feira, 8</a>, trouxe a nomeação de Paulo Antônio de Lima na Superintendência de Agricultura e Pecuária do Tocantins. Ex-presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), o gestor substitui Roberto Cesar Ferreira de Oliveira, o Cesinha, ex-prefeito de Lavandeira ligado ao senador Irajá Silvestre (PSD) e que está no comando da direção estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB).</p>



<p>Agropecuarista com mais de 50 anos de experiência, Paulo Lima é uma figura central no setor produtivo regional. Natural de Itaberaí (GO), ele consolidou sua trajetória no Tocantins, onde presidiu o Sindicato Rural de Alvorada e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faet). Desde 2021, ele comandava a Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), cargo para o qual foi renomeado em 2025 pelo governo estadual devido ao seu perfil técnico e articulador.</p>



<p>Na Adapec, Lima priorizou a modernização dos serviços e o fortalecimento das barreiras sanitárias. Agora, na esfera federal, sua missão será coordenar as políticas do Mapa no Tocantins e estreitar a relação entre o ministério e os produtores locais. A nomeação representa um movimento estratégico para a gestão da governança das superintendências, pois Paulo Lima é percebido como alugém com trânsito livre entre as entidades de classe e o governo estadual.<br><br><em>Com informações do CT e T1.<br></em></p>
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		<title>Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura e nome forte entre ruralistas, oficializa filiação ao PT no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Filiação]]></category>
		<category><![CDATA[Kátia Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-senadora e ex-ministra da Agricultura, Kátia Abreu, oficializou sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Tocantins no último sábado (4). O movimento encerra meses de articulações políticas e coloca uma das maiores lideranças do agronegócio brasileiro no centro da estratégia petista para as eleições gerais de 2026. O anúncio foi feito ao lado de Nile William, presidente regional do PT-TO, [&#8230;]</p>
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<p>A ex-senadora e ex-ministra da Agricultura, Kátia Abreu, oficializou sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT) no Tocantins no último sábado (4). O movimento encerra meses de articulações políticas e coloca uma das maiores lideranças do agronegócio brasileiro no centro da estratégia petista para as eleições gerais de 2026.<a href="https://api.whatsapp.com/send?text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins%20https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://api.whatsapp.com/send?text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins%20https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://telegram.me/share/url?url=https://www.band.com.br/agro/noticias/ex-ministra-da-agricultura-katia-abreu-se-filia-ao-pt-em-tocantins-202604051047&amp;text=ex%20ministra%20da%20agricultura%20katia%20abreu%20se%20filia%20ao%20pt%20em%20tocantins" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O anúncio foi feito ao lado de Nile William, presidente regional do PT-TO, e Rosimar Mendes, dirigente municipal em Palmas. Em pronunciamento nas redes sociais, Kátia destacou que sua missão primordial na nova legenda será a defesa da democracia e o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p><strong>De crítica ferrenha a aliada estratégica do agronegócio</strong></p>



<p>A trajetória de Kátia Abreu é marcada por uma transição ideológica que acompanha as mudanças no cenário político nacional. No início de sua carreira, no antigo PFL (atual União Brasil), a pecuarista consolidou-se como uma das vozes mais potentes da bancada ruralista e uma opositora ferrenha aos primeiros mandatos de Lula.</p>



<p>A aproximação definitiva com o campo progressista ocorreu durante o governo de Dilma Rousseff. Na época, Kátia assumiu o Ministério da Agricultura e tornou-se uma das defensoras mais leais da ex-presidente, especialmente durante o processo de impeachment em 2016. Desde então, ela vinha sinalizando sua migração política, que culminou no apoio formal a Lula em 2022.</p>



<p>A estratégia do PT com essa filiação é clara: utilizar a influência de Kátia Abreu para quebrar resistências ao partido em um setor tradicionalmente conservador. Ao trazer um nome de peso do setor produtivo, a sigla busca garantir um &#8220;palanque sólido&#8221; no Tocantins e suavizar a imagem do governo federal junto aos produtores rurais.</p>



<p><strong>Governo ou Senado?</strong></p>



<p>Embora a filiação tenha sido confirmada, o cargo que Kátia Abreu disputará em 2026 ainda depende de rodadas de negociações com os partidos da base aliada. No entanto, analistas políticos apontam três caminhos principais para a ex-ministra no próximo pleito.</p>



<p>O desejo principal de Kátia seria a disputa pelo Palácio Araguaia, sede do Governo do Tocantins. Com sua entrada no PT, ela se torna o nome natural da esquerda para a disputa majoritária estadual. Caso o desenho das coligações exija um rearranjo, um retorno ao Senado Federal — onde atuou por dois mandatos, é visto como uma alternativa viável e de peso.</p>



<p>A terceira possibilidade, menos provável mas ainda sob análise, seria uma candidatura à Câmara dos Deputados. O objetivo, neste caso, seria ajudar o PT a ampliar sua bancada federal no estado, fortalecendo a governabilidade de um eventual segundo mandato de Lula no Congresso Nacional.</p>



<p><em>Por Band. </em></p>
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		<title>Quem é André de Paula, novo ministro da Agricultura do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/quem-e-andre-de-paula-novo-ministro-da-agricultura-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[André de Paula]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta terça-feira (31/3) a troca no comando do Ministério da Agricultura. Publicação extra do Diário Oficial da União (DOU) exonerou Carlos Fávaro e nomeou André de Paula em seu lugar. De Paula era até então ministro da Pesca e Aquicultura, cargo do qual ele foi exonerado, e que está [&#8230;]</p>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou nesta terça-feira (31/3) a troca no comando do Ministério da Agricultura.</p>



<p>Publicação extra do Diário Oficial da União (DOU) exonerou Carlos Fávaro e nomeou André de Paula em seu lugar. De Paula era até então ministro da Pesca e Aquicultura, cargo do qual ele foi exonerado, e que está agora com Édipo Araújo, ex-secretário-executivo da Pasta. Fávaro deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado por Mato Grosso nas eleições de outubro.</p>



<p>Segundo De Paula, a transmissão do cargo no Ministério da Pesca ocorrerá na quarta-feira (1º/4), quando passará a função a Édipo Araújo, atual secretário-executivo do ministério. Na mesma tarde, ele deve tomar posse como novo ministro da Agricultura.</p>



<p>Com a mudança de Pasta, o principal impacto será o aumento expressivo do orçamento sob sua gestão. O Ministério da Pesca e Aquicultura, recriado em 2023, contava com cerca de R$ 270 milhões para custeio e programas finalísticos.</p>



<p>Já no Ministério da Agricultura, o orçamento total chega a R$ 12,1 bilhões, incluindo despesas administrativas, previdência dos servidores e políticas públicas. Desse total, cerca de R$ 4,5 bilhões são destinados à gestão direta e programas.</p>



<p>A nova estrutura também inclui a vinculação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com orçamento superior a R$ 4,8 bilhões, e do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, que conta com R$ 7,4 bilhões previstos para 2026.</p>



<p><strong>Quem é André de Paula</strong></p>



<p>André Carlos Alves de Paula Filho nasceu no Recife (PE). Tem 62 anos, é casado com Patrícia Dubeux de Paula, pai de três filhas, Maria Cláudia, Andréa e Maria Cândida e avô de cinco netos.</p>



<p>Formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, é servidor público federal de carreira e acumula mais de quatro décadas de vida pública. Foi vereador do Recife, deputado estadual por Pernambuco por dois mandatos e deputado federal por seis legislaturas consecutivas.</p>



<p>Também exerceu cargos no Executivo estadual, como secretário de Produção Rural e Reforma Agrária de Pernambuco entre 1999 e 2002, e secretário das Cidades entre 2015 e 2016.</p>



<p>No Congresso Nacional, onde atua há mais de 20 anos, ocupou posições de destaque como 2º vice-presidente e 4º secretário da Mesa da Câmara dos Deputados, líder da bancada do Partido Social Democrático (PSD), líder da minoria, além de ter presidido a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a Comissão de Legislação Participativa.</p>



<p><em>Por Globo Rural.</em></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Setor agropecuário pressiona Congresso para reverter veto à blindagem do seguro rural</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/setor-agropecuario-pressiona-congresso-para-reverter-veto-a-blindagem-do-seguro-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[blindagem do seguro rural]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[setor agropecuário]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de um ano de quedas no mercado e no alcance do seguro rural no país causadas pelo corte de quase metade do montante destinado ao programa federal de subvenção às apólices dos produtores, as seguradoras buscam, junto ao Congresso Nacional, reverter o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que blindava os recursos para essa política em 2026.</p>



<p>Em 2025, o orçamento inicial do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), de R$ 1,06 bilhão, teve redução de 47% e caiu para R$ 565,5 milhões. Com isso, a área segurada recuou para 3,2 milhões de hectares, o terceiro pior resultado da série histórica iniciada em 2007 e menos da metade das lavouras cobertas com subvenção federal no ano anterior, de 7 milhões de hectares. Cerca de 42 mil produtores rurais foram atendidos e a importância da produção assegurada foi de apenas R$ 17,7 bilhões, longe do pico registrado em 2021, de R$ 66,4 bilhões.</p>



<p><a href="https://portalmaterias.com/and3-xv-glice-gc3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>Para “proteger” os valores e viabilizar a aplicação total dos recursos anunciados, o Congresso Nacional aprovou uma emenda à LDO de 2026 que ressalvava o orçamento do PSR de cortes, bloqueios e contingenciamentos. O texto, no entanto, foi vetado.</p>



<p>O governo justificou que a “ampliação do rol de despesas discricionárias ressalvadas de eventual contingenciamento reduziria a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias” e “dificultaria o cumprimento das regras fiscais”.</p>



<p>Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), afirma que o veto pode piorar o “quadro de deterioração” do planejamento do PSR em um momento em que a produção agropecuária do Brasil cresce, mas a proteção financeira no campo encolhe.</p>



<p>“A retirada da blindagem orçamentária devolve ao agronegócio e ao mercado de seguros rurais a falta de previsibilidade e de tranquilidade para o planejamento de seguradoras, produtores e resseguradores, dificultando a oferta de produtos com custos compatíveis com a realidade de margens apertadas no campo”, diz ele. Neste ano, a Lei Orçamentária Anual (LOA), ainda não sancionada, prevê R$ 1,01 bilhão para o PSR.</p>



<p>A imprevisibilidade do mercado aumentou nos últimos cinco anos, reforça Toyama. O cenário ficou ainda mais prejudicado pela queda na rentabilidade dos produtores. Mesmo com a maior ocorrência de extremos climáticos, os agricultores ficam com margens comprimidas e não conseguem arcar com o custo das apólices, diz.</p>



<p>De janeiro a outubro de 2025, a arrecadação das seguradoras com seguro rural caiu 9,3%, para R$ 11,1 bilhões, e o pagamento de indenizações teve queda de 3,9%, para R$ 3,6 bilhões. Para Toyama, os números sinalizam o enfraquecimento do produto e o impacto direto sobre a renda e a estabilidade financeira do campo e expõem setor e governo um ciclo vicioso: o produtor tem quebras de safras e o poder público é forçado a renegociar dívidas de forma emergencial, o que aumenta a pressão sobre o orçamento e força novos cortes em outros programas, como o PSR.</p>



<p>Para o vice-presidente da Newe Seguros, Rodrigo Motroni, o veto amplia a vulnerabilidade de toda a cadeia. “O seguro rural garante segurança ao agricultor, dá estabilidade ao crédito, reduz perdas sistêmicas e contribui para a segurança alimentar e a competitividade do Brasil. Não é apenas uma pauta do setor de seguros, mas de política pública”, defende. Em 2025, a seguradora comercializou mais de 1,7 mil apólices com subvenção que somam mais de R$ 500 milhões em importância segurada.</p>



<p>Há um paradoxo no setor, avalia a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Enquanto a área plantada avança para cerca de 97 milhões de hectares, apenas cerca de 3% desse total conta hoje com cobertura de seguro rural. Há um “descompasso estrutural entre produtividade e mitigação de riscos”, afirma a entidade.</p>



<p>A “blindagem” aos recursos do PSR já havia sido incluída na LDO e vetada em outras oportunidades, como em 2025. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), avalia que o veto é “preocupante” para o setor produtivo e critica a ação do governo.</p>



<p>Procurado para tratar do tema, o Ministério da Agricultura disse que não há pendências orçamentárias para quitar e que a previsão para 2026 é aplicar o orçamento total, de R$ 1,01 bilhão. Assim, a projeção é atender 82 mil produtores, com a subvenção de até 130 mil apólices, cobrir 7 milhões de hectares e R$ 48 bilhões de importância segurada.</p>



<p>A bancada ruralista pode derrubar o veto presidencial em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para isso, precisa de maioria absoluta dos votos de deputados (257) e senadores (41) computados separadamente.</p>



<p>“Recompor as verbas do PSR e fortalecer o seguro rural é condição básica para garantir renda, crédito e continuidade da produção. A agenda de 2026 passa, necessariamente, pela derrubada do veto presidencial no Congresso Nacional”, defende Toyama.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>



<p><a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://saibasobreverao.com/air-pulse"></a></p>
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