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	<title>Tocantins Rural</title>
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	<title>Tocantins Rural</title>
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		<title>A reestruturação da ovinocultura no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Penteado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ovinocultura vive um momento de expansão no Brasil e, no Tocantins, esse movimento começa a ganhar uma nova dimensão. Um grupo formado por cerca de 30 produtores tem se organizado com o objetivo de reestruturar a cadeia produtiva no estado, profissionalizar a atividade e ampliar a presença da carne ovina no mercado. Historicamente, a [&#8230;]</p>
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<p>A ovinocultura vive um momento de expansão no Brasil e, no Tocantins, esse movimento começa a ganhar uma nova dimensão. Um grupo formado por cerca de 30 produtores tem se organizado com o objetivo de reestruturar a cadeia produtiva no estado, profissionalizar a atividade e ampliar a presença da carne ovina no mercado.</p>



<p>Historicamente, a criação de ovinos no Tocantins esteve muito associada à subsistência, ao consumo dentro das propriedades e a pequenas comercializações. Agora, a proposta é avançar para um modelo mais estruturado, capaz de gerar renda, estimular investimentos e atrair produtores que já têm interesse na atividade, mas ainda não deram o passo em direção à produção profissional.</p>



<p>Quando conduzida com planejamento, manejo adequado e objetivos bem definidos, a ovinocultura pode se tornar uma alternativa interessante de diversificação da propriedade rural. A busca por melhores índices zootécnicos, eficiência alimentar, ganho de peso e padronização dos animais é fundamental para transformar a criação em uma atividade economicamente sustentável.</p>



<p>Esse movimento encontra espaço também pelo lado da demanda. O consumo de carne ovina possui potencial de crescimento, enquanto a oferta regular do produto ainda é limitada em mercados e açougues. A expectativa do grupo é que esse cenário comece a mudar nos próximos meses, com a chegada ao mercado tocantinense dos primeiros lotes de animais terminados dentro dessa nova estratégia produtiva.</p>



<p><strong>Mais produtores e aumento do rebanho</strong></p>



<p>Uma das metas dessa nova fase é ampliar o número de produtores envolvidos e, consequentemente, fortalecer o rebanho ovino do Tocantins, hoje estimado em cerca de <strong>80 mil cabeças</strong>, segundo dados da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).</p>



<p>Uma das vantagens da atividade é a possibilidade de implantação em áreas menores. Isso permite que a criação de ovinos seja desenvolvida de forma complementar à agricultura ou à pecuária bovina, criando uma nova fonte de receita sem necessariamente substituir a atividade principal da propriedade.</p>



<p>Tenho colocado essa possibilidade em prática em minha própria propriedade, onde está sendo implantado um núcleo de produção em uma área de apenas <strong>quatro hectares</strong>. O projeto prevê uma estrutura de confinamento com capacidade para <strong>300 cordeiros</strong>, envolvendo tanto animais próprios quanto cordeiros de outros produtores.</p>



<p>A proposta inclui o modelo chamado de <strong>“ovinotel”</strong>, no qual o criador pode encaminhar seus animais para a estrutura de terminação e pagar uma diária pelo período de engorda. Dessa forma, produtores que não dispõem de instalações próprias de confinamento podem acessar uma estrutura especializada e conduzir seus cordeiros até o peso de abate, estimado em torno de <strong>40 quilos</strong>.</p>



<p>Esse formato pode contribuir para aumentar a eficiência da terminação, reduzir a necessidade de investimentos individuais em infraestrutura e, ao mesmo tempo, favorecer uma oferta mais regular de animais padronizados ao mercado.</p>



<p><strong>Genética como parte da profissionalização</strong></p>



<p>O fortalecimento da cadeia também passa pelo melhoramento genético. Produtores tocantinenses vêm investindo em raças como <strong>Santa Inês, Dorper e Suffolk</strong>, buscando animais com características capazes de aumentar o desempenho produtivo dos rebanhos.</p>



<p>Entre os criadores envolvidos nesse movimento está <strong>Carmélio Alcântara</strong>, um dos produtores tradicionais de Santa Inês no Tocantins, que desenvolve há anos um trabalho de seleção e melhoramento genético. A participação desses núcleos especializados é importante para ampliar o acesso dos demais produtores a animais de qualidade e acelerar a evolução dos rebanhos.</p>



<p>A raça Suffolk também começa a ganhar espaço. O produtor <strong>Renato Schneider Junior</strong>, por exemplo, vem trazendo animais do Sudeste com o objetivo de incorporar ao estado genética voltada à produção e contribuir para a formação de novos plantéis.</p>



<p>Essa disponibilidade de genética dentro do próprio Tocantins tende a ser estratégica para quem já está na atividade e para os produtores que pretendem começar. Melhor desempenho dos cordeiros, maior velocidade de ganho de peso e melhor aproveitamento produtivo são fatores que podem refletir diretamente na rentabilidade.</p>



<p><strong>Uma cadeia que precisa crescer de forma organizada</strong></p>



<p>O desafio agora é transformar iniciativas individuais em uma cadeia cada vez mais organizada. Isso passa pela integração entre criadores, núcleos de genética, estruturas de terminação, abate, distribuição e mercado consumidor.</p>



<p>O Tocantins possui condições para avançar nessa atividade. Há produtores interessados, genética disponível, possibilidade de produção em diferentes escalas e um mercado que ainda apresenta espaço para crescimento.</p>



<p>A profissionalização da ovinocultura não acontecerá de uma hora para outra. Mas a união dos produtores, a adoção de tecnologia e a construção de uma oferta constante e de qualidade podem abrir um novo capítulo para a atividade no estado.</p>



<p>Mais do que aumentar o número de animais, o momento é de construir uma cadeia produtiva capaz de gerar renda, oportunidades e segurança para quem decide investir na criação de ovinos.</p>



<p><em>Por <strong>Fernando Penteado</strong>, gestor do Núcleo MATOPIBA e administrador de empresas formado pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Possui mais de 25 anos de atuação no agronegócio brasileiro, com experiência em produção, comercialização, logística, mercado financeiro, gestão estratégica, estruturação de cadeias produtivas, certificações, armazenagem e articulação institucional. Também atua em projetos ligados às cadeias produtivas do MATOPIBA e da Região Norte.</em></p>
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		<title>Henrique e Juliano ganham destaque nacional por fazenda e investimentos na pecuária no Tocantins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda Terra Prometida]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique e Juliano]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Caras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revista Caras repercutiu estrutura da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, criação de Nelore e leilão que movimentou R$ 137,5 milhões Conhecidos nacionalmente pelos grandes sucessos da música sertaneja, Henrique e Juliano também ganharam destaque fora dos palcos pela atuação no agronegócio tocantinense. A Fazenda Terra Prometida, localizada em Porto Nacional, foi tema de reportagem [&#8230;]</p>
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<p><em>Revista Caras repercutiu estrutura da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, criação de Nelore e leilão que movimentou R$ 137,5 milhões</em></p>



<p>Conhecidos nacionalmente pelos grandes sucessos da música sertaneja, <strong>Henrique e Juliano também ganharam destaque fora dos palcos pela atuação no agronegócio tocantinense</strong>. A Fazenda Terra Prometida, localizada em Porto Nacional, foi tema de reportagem publicada pela <a href="https://caras.com.br/casa-dos-famosos/dupla-sertaneja-movimentou-r-137-milhoes-em-evento-realizado-dentro-da-propria-fazenda.phtml#google_vignette">Revista Caras</a>, que chamou atenção para a estrutura da propriedade e os investimentos dos irmãos na pecuária de genética.<br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="614" class="wp-image-18955" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano.webp 1076w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-300x184.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-1024x629.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-768x472.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Fazenda-de-Henrique-e-Juliano-750x461.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>A propriedade possui cerca de <strong>1.306 hectares</strong> e abriga aproximadamente <strong>620 animais</strong>, com foco principalmente na criação de gado Nelore de alto valor genético. A atividade é desenvolvida por meio da marca <strong>Nelore H&amp;J</strong>, ligada aos artistas e voltada à pecuária seletiva.</p>



<p>Entre as estruturas destinadas à atividade estão mais de <strong>90 baias</strong> e um tatersal próprio para a realização de leilões. Foi justamente dentro da Terra Prometida que, em 2025, um evento realizado em parceria com a Agropecuária Nelore Paranã movimentou <strong>R$ 137,5 milhões</strong> em negócios, segundo informações repercutidas pela publicação. O resultado ficou R$ 65 milhões acima do registrado na edição anterior.</p>



<p><strong>Paixão pelo campo vem de família</strong></p>



<p>A reportagem da Caras também destacou a relação dos irmãos com a pecuária e repercutiu declarações dadas anteriormente por Henrique ao <strong>Tocantins Rural</strong>. Segundo o cantor, o interesse pela atividade nasceu muito antes do sucesso musical e é compartilhado com Juliano e com o pai.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O gado sempre foi uma paixão minha, do meu irmão e do meu pai, até pelo potencial de ganho e de lucro. É atividade rural que a gente mais se identifica”, afirmou Henrique em entrevista ao Tocantins Rural.</p>
</blockquote>



<p>Naturais de <strong>Palmeirópolis</strong>, no sul do Tocantins, Henrique e Juliano mantêm uma ligação antiga com a vida no campo. De acordo com a publicação, a propriedade que hoje pertence à família também fez parte da infância dos cantores.</p>



<p>Além da atividade produtiva, a Terra Prometida funciona como ponto de encontro e descanso para a família. Os pais da dupla vivem no local, e Henrique e Juliano possuem residências próprias dentro da fazenda, onde passam períodos com esposas e filhos.</p>



<p>“A fazenda pra gente é o descanso também. A gente vive uma correria, a agitação dos palcos, vendo muita gente o tempo todo. Então aqui é onde a gente tem a ligação com os animais e [consegue] ficar mais tranquilo”, contou Henrique ao Tocantins Rural, em declaração também recuperada pela Caras.</p>



<p><strong>Estrutura inclui aeroporto, hangar e áreas de lazer</strong></p>



<p>A dimensão da propriedade também chamou atenção da revista. Além das estruturas destinadas à pecuária, a fazenda conta com <strong>pista para pousos e decolagens, hangar para aeronaves, piscina de borda infinita, lago e represa utilizada para pesca esportiva</strong>.</p>



<p>O aeroporto particular facilita os deslocamentos da dupla diante da agenda de shows pelo país. Juliano também possui autorização para pilotar e conta com aeronave própria.</p>



<p>A repercussão nacional reforça uma característica já conhecida no Tocantins: mesmo com uma das carreiras mais consolidadas da música sertaneja brasileira, Henrique e Juliano mantêm no Estado uma relação próxima com o campo, transformando a paixão familiar pela pecuária em uma atividade empresarial de grandes proporções.</p>
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		<item>
		<title>Agricultor morre após descarga de poraquê durante limpeza de açude no Bico do Papagaio</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agricultor-morre-apos-descarga-de-poraque-durante-limpeza-de-acude-no-bico-do-papagaio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 13:13:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso ocorreu no povoado Bacuri, em Sampaio; vítima tinha 54 anos e morava no município Um agricultor de 54 anos morreu nesta quarta-feira (16) após sofrer uma descarga elétrica de um peixe conhecido como poraquê enquanto realizava a limpeza de um açude no povoado Bacuri, em Sampaio, na região do Bico do Papagaio. A vítima [&#8230;]</p>
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<p><em>Caso ocorreu no povoado Bacuri, em Sampaio; vítima tinha 54 anos e morava no município</em></p>



<p>Um agricultor de 54 anos morreu nesta quarta-feira (16) após sofrer uma descarga elétrica de um peixe conhecido como poraquê enquanto realizava a limpeza de um açude no povoado Bacuri, em Sampaio, na região do Bico do Papagaio.<br><br><img decoding="async" width="1000" height="692" class="wp-image-26487" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12.webp 1300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12-300x208.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12-1024x709.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12-768x532.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12-750x519.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-12-1140x789.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>A vítima foi identificada como <strong>Manoel Rodrigues dos Santos</strong>. Natural de Paulo Ramos, no Maranhão, ele morava em Sampaio.</p>



<p>Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, o agricultor sofreu a descarga durante o trabalho no açude. A polícia informou que Manoel chegou a ser encaminhado para atendimento em Augustinópolis, mas não resistiu.</p>



<p>Já a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) informou que, ao dar entrada no <strong>Hospital Regional de Augustinópolis</strong>, a vítima já estava sem sinais vitais.</p>



<p>O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína, onde passou por exames de necropsia. Posteriormente, foi liberado aos familiares.</p>



<p>O poraquê é um peixe conhecido pela capacidade de produzir descargas elétricas, utilizadas tanto para defesa quanto para captura de presas. No caso registrado em Sampaio, a ocorrência aconteceu enquanto a vítima trabalhava na limpeza do açude.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Justiça nega sigilo em processo sobre venda de fazenda de R$ 25 milhões a Alexandre Pires no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/justica-nega-sigilo-em-processo-sobre-venda-de-fazenda-de-r-25-milhoes-a-alexandre-pires-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 13:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imóvel fica em Dianópolis e é alvo de disputa entre integrantes de uma sociedade rural; um dos sócios afirma ter sido excluído da negociação A Justiça do Tocantins negou um pedido de segredo de justiça apresentado pelo cantor Alexandre Pires em um processo que envolve a venda, por R$ 25 milhões, de uma propriedade rural [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Imóvel fica em Dianópolis e é alvo de disputa entre integrantes de uma sociedade rural; um dos sócios afirma ter sido excluído da negociação</em></p>



<p>A Justiça do Tocantins negou um pedido de segredo de justiça apresentado pelo <a href="https://tocantinsrural.com.br/fazenda-de-r-25-milhoes-comprada-por-alexandre-pires-vira-alvo-de-disputa-milionaria-na-justica/">cantor Alexandre Pires em um processo que envolve a venda, por <strong>R$ 25 milhões</strong>,</a> de uma propriedade rural localizada em Dianópolis, na região sudeste do estado.</p>



<p>A decisão foi expedida nesta quarta-feira (16). Segundo o entendimento do juízo, o interesse jornalístico em torno do caso não configura, por si só, violação à intimidade. O magistrado também destacou o princípio constitucional da publicidade dos atos processuais e considerou que a legislação não prevê tratamento diferenciado em razão de uma das partes ser pessoa pública.</p>



<p>Apesar de negar o sigilo integral do processo, a Justiça autorizou que sejam apresentados pedidos específicos para restringir o acesso a documentos considerados sensíveis, como contratos ou materiais que envolvam terceiros. Esses requerimentos deverão ser analisados individualmente.</p>



<p><strong>Disputa envolve sociedade rural</strong></p>



<p>O processo teve origem em uma disputa relacionada à venda do <strong>Lote 8 da Fazenda Buriti</strong>, adquirido por Alexandre Pires. Segundo informações apresentadas na ação, o imóvel integrava uma sociedade rural de fato formada por Renato Junio Pinto Guimarães, Gabriel Alves de Freitas e Matheus Alves de Freitas.</p>



<p>Renato afirma ter sido excluído da negociação realizada com o cantor e sustenta que não recebeu a parte que, segundo ele, lhe caberia pela venda. Ele alega ter direito a um terço da propriedade e pede na Justiça a anulação da parcela da negociação correspondente à sua suposta participação.</p>



<p>De acordo com a versão apresentada por sua defesa, Alexandre Pires teria visitado a propriedade antes da conclusão da compra, inclusive acompanhado por Renato em uma dessas ocasiões.</p>



<p>As alegações ainda são objeto de análise no processo.</p>



<p><strong>Conflito entre sócios também chegou ao Ministério Público</strong></p>



<p>A disputa judicial ganhou novos desdobramentos após relatos de conflitos entre os integrantes da sociedade. Em agosto, a Justiça encaminhou informações ao Ministério Público do Tocantins (MPTO) para apuração de possíveis crimes relacionados aos fatos narrados pelas partes.</p>



<p>Entre os documentos juntados ao processo estão vídeos, fotografias e boletim de ocorrência referentes a um confronto físico relatado por Renato. Ele também afirma que os outros sócios teriam entrado em uma de suas propriedades, retirado maquinários e, posteriormente, soltado animais em direção a uma rodovia.</p>



<p>Essas acusações também permanecem sob apuração e não representam conclusão judicial sobre eventual responsabilidade dos envolvidos.</p>



<p>No dia 27 de agosto, foi realizada uma audiência de conciliação relacionada à venda da fazenda, mas as partes não chegaram a um acordo.</p>



<p>Até a publicação da reportagem que revelou a nova decisão, as defesas de Gabriel e Matheus e de Alexandre Pires haviam sido procuradas pelo g1, mas não tinham se manifestado.</p>



<p><em>Com informações apuradas pelo G1.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tocantins inicia monitoramento em 38 propriedades para reforçar prevenção contra doenças aviárias</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-inicia-monitoramento-em-38-propriedades-para-reforcar-prevencao-contra-doencas-aviarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Frangos]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza aviária]]></category>
		<category><![CDATA[Influenza Aviária e Doença de Newcastle]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[New Castle]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coletas serão feitas em aves de produção industrial e de pequena escala para monitorar Influenza Aviária e Doença de Newcastle no estado O Tocantins iniciou um novo ciclo de monitoramento sanitário para reforçar a vigilância contra a Influenza Aviária e a Doença de Newcastle. Ao todo, 38 propriedades rurais selecionadas pelo Ministério da Agricultura e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Coletas serão feitas em aves de produção industrial e de pequena escala para monitorar Influenza Aviária e Doença de Newcastle no estado</em></p>



<p>O Tocantins iniciou um novo ciclo de monitoramento sanitário para reforçar a vigilância contra a Influenza Aviária e a Doença de Newcastle. Ao todo, <strong>38 propriedades rurais</strong> selecionadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) serão acompanhadas durante o ciclo 2026/2027.</p>



<p>O trabalho é realizado pela Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) e começou na segunda-feira, 14. O objetivo é identificar precocemente uma eventual circulação dos vírus e contribuir para a comprovação da ausência das enfermidades na avicultura industrial do estado.</p>



<p>Das propriedades selecionadas, <strong>19 são de avicultura industrial de corte e postura</strong> e outras 19 pertencem a sistemas de subsistência e produção de pequena escala. A escolha dos estabelecimentos é feita pelo Mapa a partir de critérios epidemiológicos de risco.</p>



<p>Em cada propriedade serão coletadas amostras de <strong>11 aves adultas</strong>. O procedimento inclui coleta de sangue para obtenção de soro, além de suabes de traqueia e cloaca. O material será encaminhado para análise laboratorial.</p>



<p>Segundo as informações divulgadas, o Tocantins é considerado livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle e segue as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Agricultura para a vigilância dessas enfermidades.</p>



<p>O monitoramento integra as ações destinadas à detecção precoce de possíveis casos em aves domésticas e silvestres e ao acompanhamento da situação sanitária dos plantéis.</p>



<p><strong>Produtores devem ficar atentos aos sintomas</strong></p>



<p>A orientação é que os produtores das propriedades selecionadas recebam as equipes técnicas e colaborem com os procedimentos necessários para a coleta das amostras.</p>



<p>Entre os sinais que podem indicar suspeita das doenças estão <strong>coriza, secreção nasal, pescoço torcido, dificuldade para caminhar, paralisia, diarreia esverdeada e falta de apetite</strong>. Inchaço na cabeça, crista e barbela, inclusive com coloração roxa ou azulada, também deve ser observado.</p>



<p>Outro sinal de alerta é o aumento inesperado da mortalidade ou a ocorrência de mortes súbitas entre as aves.</p>



<p>Em caso de suspeita de Influenza Aviária ou Doença de Newcastle, a orientação é comunicar imediatamente uma unidade da Adapec ou entrar em contato pelo telefone <strong>0800 000 4733</strong>.</p>



<p><strong>Monitoramento alcança diferentes regiões do Tocantins</strong></p>



<p>As propriedades de avicultura industrial selecionadas estão localizadas em <strong>Aguiarnópolis, Cachoeirinha, Luzinópolis, Nova Rosalândia, Palmeiras do Tocantins, Paraíso do Tocantins, Santa Terezinha do Tocantins, Tocantinópolis, Araguaína, Darcinópolis, Fátima, Miracema do Tocantins, Monte Santo do Tocantins e Palmas</strong>.</p>



<p>Já o acompanhamento de aves de subsistência e de produção de pequena escala ocorrerá em propriedades de <strong>Aragominas, Araguatins, Araguaçu, Araguaína, Arraias, Formoso do Araguaia, Muricilândia, Nova Olinda, Palmas, Paranã, Peixe, Pequizeiro, Rio Sono, Santa Rita do Tocantins e Taguatinga</strong>.</p>



<p>A estratégia permite acompanhar tanto plantéis comerciais quanto criações menores, ampliando a vigilância sanitária em diferentes regiões do estado.</p>
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		<title>Consumo de ovos cresce no Brasil e variedade de produtos amplia exigências de produção e rotulagem</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/consumo-de-ovos-cresce-no-brasil-e-variedade-de-produtos-amplia-exigencias-de-producao-e-rotulagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de ovos]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado reúne ovos caipiras, orgânicos, livres de gaiolas e enriquecidos; Mapa reforça que características informadas nas embalagens devem corresponder ao sistema de produção O consumo de ovos no Brasil mais que dobrou nos últimos anos e chegou a 310 unidades por habitante em 2026, segundo dados do Instituto Ovos Brasil. Em 2010, esse consumo era [&#8230;]</p>
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<p><em>Mercado reúne ovos caipiras, orgânicos, livres de gaiolas e enriquecidos; Mapa reforça que características informadas nas embalagens devem corresponder ao sistema de produção</em></p>



<p>O consumo de ovos no Brasil mais que dobrou nos últimos anos e chegou a <strong>310 unidades por habitante em 2026</strong>, segundo dados do Instituto Ovos Brasil. Em 2010, esse consumo era de 120 ovos por pessoa ao ano. Atualmente, o país ocupa a posição de <strong>sexto maior consumidor e quarto maior produtor mundial</strong>.</p>



<p>O crescimento do mercado também veio acompanhado de uma maior variedade de produtos disponíveis ao consumidor. Ovos caipiras, orgânicos, produzidos em sistemas livres de gaiolas, enriquecidos com nutrientes como ômega 3, além das versões líquidas e em pó, passaram a dividir espaço com os ovos convencionais.</p>



<p>Diante dessa diversificação, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reforça que as denominações e características apresentadas nas embalagens devem obedecer às regras específicas de produção e rotulagem.</p>



<p><strong>Branco ou vermelho não muda valor nutricional</strong></p>



<p>Entre as dúvidas mais comuns está a diferença entre ovos brancos e vermelhos. Segundo o Mapa, a cor da casca está relacionada principalmente à linhagem ou raça das galinhas e, por si só, <strong>não determina diferenças nutricionais</strong>.</p>



<p>O mesmo vale para ovos de tonalidades menos comuns, como os de casca azulada. A coloração também está associada às características genéticas das aves.</p>



<p>Na produção convencional, as galinhas podem ser mantidas em diferentes sistemas de criação, inclusive em gaiolas, desde que sejam observadas as normas aplicáveis.</p>



<p><strong>Caipira, orgânico e livre de gaiola têm diferenças</strong></p>



<p>Para receber a denominação de <strong>ovo caipira</strong>, a produção deve atender a requisitos específicos, entre eles o acesso das aves a áreas externas de pastejo. Essas áreas também precisam seguir medidas de biosseguridade, especialmente para reduzir o risco de contato com aves silvestres.</p>



<p>Já nos sistemas conhecidos como <strong>livres de gaiolas</strong>, as aves permanecem soltas dentro dos galpões. Dependendo do modelo adotado, elas podem ou não ter acesso às áreas externas.</p>



<p>Expressões como “galinhas felizes” ou “happy eggs” podem aparecer como estratégias de comunicação e marketing, mas não substituem as informações exigidas pela legislação. Caso o produto apresente alguma característica diferenciada na embalagem, ela deve corresponder às condições efetivamente adotadas na criação.</p>



<p>No caso dos <strong>ovos orgânicos</strong>, a produção segue legislação específica, com regras próprias para alimentação, manejo, medicamentos, insumos e outros componentes utilizados durante a criação das aves.</p>



<p><strong>Ovos também podem ser enriquecidos e processados</strong></p>



<p>O mercado também oferece ovos associados à presença de nutrientes específicos, como ômega 3, selênio e vitamina E. Nesses casos, a alimentação das aves pode ser formulada para influenciar a composição do produto final.</p>



<p>As informações apresentadas na embalagem, porém, precisam seguir as normas de rotulagem de alimentos.</p>



<p>Outra modalidade são os ovos líquidos ou em pó, obtidos a partir do processamento do produto. Eles são utilizados principalmente pela indústria alimentícia, padarias e outras preparações, além de permitirem a comercialização separada da clara e da gema.</p>



<p><strong>Fiscalização depende do mercado de atuação</strong></p>



<p>A produção de ovos é fiscalizada pelos serviços de inspeção competentes conforme o tipo de estabelecimento e a abrangência da comercialização. As unidades produtoras devem estar registradas no serviço municipal, estadual ou federal correspondente.</p>



<p>No comércio varejista, a fiscalização também envolve as vigilâncias sanitárias municipais ou estaduais, de acordo com suas atribuições.</p>



<p>Segundo o Instituto Ovos Brasil, cerca de <strong>20% da produção nacional chega às grandes redes de supermercados</strong>. O restante é comercializado por pequenos estabelecimentos, feiras, diretamente para a indústria e por outros canais.</p>



<p><strong>Exportações mais que dobraram em 2025</strong></p>



<p>Além do mercado interno, o Brasil ampliou as vendas externas de ovos. Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que as exportações brasileiras somaram <strong>40,9 mil toneladas em 2025</strong>, crescimento de <strong>121% em relação ao ano anterior</strong>.</p>



<p>Entre os principais destinos estiveram Estados Unidos, Japão, Chile, México e Emirados Árabes Unidos.</p>



<p>Com a ampliação do consumo e das opções disponíveis, o Mapa reforça que características como “caipira” e “orgânico” não são apenas denominações comerciais: quando informadas ao consumidor, precisam estar vinculadas ao cumprimento dos respectivos requisitos de produção e fiscalização.</p>
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		<title>Tocantins alcança 9,7 milhões de toneladas de grãos e mantém liderança na Região Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Feijão]]></category>
		<category><![CDATA[grãos]]></category>
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		<category><![CDATA[Região Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produção cresce 6,1% na safra 2025/26, acima da média nacional; milho safrinha e sorgo sentiram redução das chuvas no fim do ciclo A produção de grãos no Tocantins deve encerrar a safra 2025/26 em 9,73 milhões de toneladas, crescimento de 6,1% em relação às 9,17 milhões de toneladas registradas no ciclo anterior. Com o resultado, [&#8230;]</p>
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<p><em>Produção cresce 6,1% na safra 2025/26, acima da média nacional; milho safrinha e sorgo sentiram redução das chuvas no fim do ciclo</em></p>



<p>A produção de grãos no Tocantins deve encerrar a safra 2025/26 em <strong>9,73 milhões de toneladas</strong>, crescimento de <strong>6,1%</strong> em relação às 9,17 milhões de toneladas registradas no ciclo anterior. Com o resultado, o estado permanece como o <strong>maior produtor de grãos da Região Norte</strong>, segundo o 12º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos, divulgado pela <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/safra-de-graos/boletim-da-safra-de-graos/12o-levantamento-safra-2025-26/e-book_boletim-de-safras-12o-levantamento_-2026-3-compactado.pdf">Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</a>.</p>



<p>O avanço representa um acréscimo de aproximadamente <strong>557 mil toneladas</strong> na produção tocantinense em um ano. O desempenho supera o crescimento médio nacional, estimado em 2,6%. No Brasil, a safra deve alcançar 361,7 milhões de toneladas.</p>



<p>Na Região Norte, a produção conjunta está estimada em 24,37 milhões de toneladas. O Tocantins responde, sozinho, por cerca de <strong>40% desse volume</strong>, à frente do Pará, que aparece com 8,34 milhões de toneladas. A produção tocantinense também representa aproximadamente 2,7% de toda a safra brasileira.</p>



<p>O crescimento no estado veio acompanhado tanto pelo aumento da área cultivada quanto por melhora na produtividade média. O somatório das áreas destinadas às culturas acompanhadas pela Conab passou de 2,41 milhões para <strong>2,51 milhões de hectares</strong>, alta de 4%. Já o rendimento médio avançou de 3.808 para <strong>3.883 quilos por hectare</strong>, aumento de 2%.</p>



<p>Esse indicador de área, no entanto, não representa necessariamente expansão equivalente sobre novas terras. A metodologia soma as áreas ocupadas pelas diferentes culturas e épocas de plantio ao longo do ano-safra, o que inclui áreas que podem receber mais de uma cultura no mesmo período agrícola.</p>



<p><strong>Clima trouxe resultados diferentes entre as culturas</strong><br><br><img decoding="async" width="1000" height="737" class="wp-image-10193" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/GettyImages-1301777206.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/GettyImages-1301777206.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/01/GettyImages-1301777206-300x221.webp 300w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>Apesar do crescimento da produção total, o desempenho não foi uniforme entre as lavouras. Um dos principais impactos foi observado no <strong>milho segunda safra</strong>. A colheita no Tocantins terminou em meados de agosto, mas a produtividade foi estimada em <strong>5.114 quilos por hectare, 6,1% abaixo da safra anterior</strong>.</p>



<p>Segundo a Conab, mais de 20% das lavouras tocantinenses de milho safrinha foram implantadas fora da janela considerada ideal. As condições permaneceram favoráveis até meados de abril, quando a redução das chuvas atingiu áreas que estavam em fases de maior necessidade de água, comprometendo parte do potencial produtivo.</p>



<p>Situação semelhante foi registrada no <strong>sorgo</strong>. Nas lavouras implantadas a partir de março, o Tocantins acumulou cerca de 450 milímetros de chuva entre março e abril, mas, em maio, o maior acumulado mensal ficou em apenas 30 milímetros. As áreas semeadas mais cedo apresentaram melhores resultados, enquanto plantios tardios, como os registrados na região de Darcinópolis, sofreram perdas de rendimento devido à falta de chuva no período reprodutivo. A colheita já foi concluída.</p>



<p><strong>Feijão ganha espaço na segunda safra</strong><br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" class="wp-image-26046" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal.webp 1280w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal-300x225.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal-1024x768.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal-768x576.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal-750x563.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-3-feijao-mungo-arquivo-pessoal-1140x855.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>No feijão-caupi, a Conab aponta aumento significativo da área plantada no Tocantins na comparação com 2024/25. Entre os fatores estão a valorização recente do grão e o atraso de culturas de primeira safra, que reduziu a janela disponível para o milho e abriu espaço para alternativas de ciclo mais curto.</p>



<p>Nas áreas de sequeiro, já colhidas, o rendimento foi considerado satisfatório, embora a redução das chuvas no fim do ciclo tenha limitado parte do potencial das lavouras. Já nas áreas irrigadas de <strong>Formoso do Araguaia, Pium e Lagoa da Confusão</strong>, o uso de irrigação suplementar permitiu melhores condições de desenvolvimento diante do período mais seco.</p>



<p>No arroz, a colheita da primeira safra irrigada já havia sido concluída, seguida pelo preparo das áreas de várzea para os cultivos de segunda safra. A Conab relata bons rendimentos e qualidade superior a 60% de grãos inteiros. No arroz de sequeiro, porém, lavouras plantadas mais tarde tiveram produtividade menor devido à redução das chuvas durante o enchimento dos grãos.</p>



<p><strong>Soja para sementes e algodão seguem em campo</strong><br><br><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="618" class="wp-image-17665" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/09/445245.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/09/445245.webp 883w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/09/445245-300x186.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/09/445245-768x475.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/09/445245-750x464.webp 750w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>No Tocantins, ainda havia em agosto lavouras de soja destinadas à <strong>produção de sementes nas regiões de várzea</strong>. O tempo firme e seco favoreceu a colheita dessas áreas, enquanto parte dos cultivos permanecia em maturação e dessecação. Por envolver variedades com ciclos diferentes, a Conab destaca que os rendimentos variam entre os talhões.</p>



<p>No algodão, o clima seco e as temperaturas elevadas também favoreceram a colheita. Na primeira safra, as operações avançavam em Dianópolis. Na segunda, já haviam sido concluídas em Aparecida do Rio Negro e Tocantínia e permaneciam em andamento em Nova Rosalândia. A Conab também revisou para cima a área cultivada no estado e estimou que cerca de metade da produção já estava comercializada.</p>



<p>O balanço final mostra, portanto, uma safra de <strong>crescimento no volume total produzido no Tocantins</strong>, sustentada pelo aumento do conjunto das áreas cultivadas e pela melhora da produtividade média. Ao mesmo tempo, o levantamento evidencia os efeitos da irregularidade climática: culturas ou lavouras implantadas dentro das melhores janelas tiveram desempenho mais favorável, enquanto plantios tardios de milho, sorgo, arroz e feijão de sequeiro ficaram mais expostos à redução das chuvas no fim do ciclo.</p>
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		<title>Brasil deve produzir mais de 34 milhões de toneladas de carnes, com avanço de frango e suínos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[34 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Carne Bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanço da produção de frango e carne suína sustenta crescimento do setor, enquanto pecuária bovina deve registrar redução em 2027 A produção brasileira de carnes bovina, suína e de frango deve alcançar 34,08 milhões de toneladas em 2026, crescimento de 2% em relação ao volume registrado no ano passado. Para 2027, a Companhia Nacional de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Avanço da produção de frango e carne suína sustenta crescimento do setor, enquanto pecuária bovina deve registrar redução em 2027</em></p>



<p>A produção brasileira de carnes bovina, suína e de frango deve alcançar 34,08 milhões de toneladas em 2026, crescimento de 2% em relação ao volume registrado no ano passado. Para 2027, a <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br/assuntos/noticias/producao-brasileira-de-carnes-deve-ultrapassar-34-milhoes-de-toneladas-em-2026-e-2027">Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)</a> projeta novo avanço, ainda que mais moderado, com produção estimada em 34,26 milhões de toneladas.</p>



<p>As projeções foram apresentadas pela Conab durante o evento Perspectivas para a Agropecuária Safra 2026/27 e indicam que o desempenho positivo será puxado principalmente pela avicultura e pela suinocultura. A disponibilidade das três principais proteínas no mercado interno deve permanecer próxima de 22 milhões de toneladas.</p>



<p>Na suinocultura, a produção deve chegar a 5,93 milhões de toneladas em 2026, alta de 4,79% na comparação com 2025. O resultado é associado à expansão do plantel de matrizes e aos ganhos de produtividade.</p>



<p>As exportações de carne suína também devem crescer. A expectativa é de 1,58 milhão de toneladas embarcadas neste ano, avanço de 6,49%, enquanto a disponibilidade para o mercado interno deve alcançar 4,36 milhões de toneladas.</p>



<p>Para 2027, a Conab prevê produção de 6,15 milhões de toneladas de carne suína, alta de 3,7%. As exportações podem chegar a 1,65 milhão de toneladas, enquanto a disponibilidade interna é estimada em 4,52 milhões de toneladas.</p>



<p><strong>Frango mantém trajetória de crescimento</strong></p>



<p>A carne de frango também aparece entre os principais fatores de expansão da produção nacional. Em 2026, o volume produzido pode chegar a 16,3 milhões de toneladas, aumento de 3,1% em relação ao ano anterior.</p>



<p>O cenário acompanha a recuperação das exportações após os impactos registrados em 2025 com casos de gripe aviária no Rio Grande do Sul. Segundo a Conab, a retomada das compras pelos principais mercados importadores deve levar os embarques a 5,76 milhões de toneladas em 2026, alta de 11,53%.</p>



<p>Em 2027, a produção de carne de frango deve avançar para 16,7 milhões de toneladas. A disponibilidade interna é projetada em 10,9 milhões de toneladas, crescimento de 3,2%, enquanto as exportações podem alcançar 5,8 milhões de toneladas.</p>



<p><strong>Carne bovina deve recuar</strong></p>



<p>O cenário é diferente para a pecuária bovina. A produção brasileira de carne bovina deve somar 11,84 milhões de toneladas em 2026, volume ligeiramente inferior ao registrado em 2025 e que, segundo a Conab, sinaliza o início da reversão do ciclo pecuário.</p>



<p>Apesar do recuo na produção, as exportações são projetadas em 4,73 milhões de toneladas neste ano, alta de 4,46%. A estimativa considera um cenário marcado pelo encerramento da cota chinesa de importação para 2026, restrições europeias à carne brasileira e tarifas impostas pelos Estados Unidos.</p>



<p>Para 2027, a retração deve ser mais intensa. A produção bovina é estimada em 11,41 milhões de toneladas, refletindo a menor disponibilidade de animais para abate diante da maior retenção de fêmeas e do processo de recomposição dos rebanhos.</p>



<p>Mesmo nesse cenário, as exportações devem continuar crescendo, embora em ritmo menor, podendo alcançar 4,843 milhões de toneladas.</p>



<p><strong>Produção de ovos também deve avançar</strong></p>



<p>A Conab também projeta crescimento na produção nacional de ovos. Em 2026, o país deve produzir 49,7 bilhões de unidades, alta de 1,37% em relação à estimativa de 2025.</p>



<p>Para 2027, o volume pode chegar a 51,3 bilhões de unidades, crescimento de 3,3%. Segundo a Companhia, os números indicam manutenção da trajetória de aumento da disponibilidade do produto no mercado brasileiro.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Frísia avança nos preparativos para a safra 2026/2027 no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/frisia-avanca-nos-preparativos-para-a-safra-2026-2027-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Frísia]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2026/2027]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revisão de máquinas, planejamento de insumos e monitoramento climático antecedem o plantio Com a proximidade do início do calendário de semeadura da soja no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial e seus cooperados intensificam os preparativos para a safra 2026/2027. A expectativa é de que a área assistida pela cooperativa alcance 42 mil hectares no estado. [&#8230;]</p>
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<p><em>Revisão de máquinas, planejamento de insumos e monitoramento climático antecedem o plantio</em></p>



<p>Com a proximidade do início do calendário de semeadura da soja no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial e seus cooperados intensificam os preparativos para a safra 2026/2027. A expectativa é de que a área assistida pela cooperativa alcance 42 mil hectares no estado.</p>



<p>O trabalho começa ainda na entressafra, com a análise do solo e a definição do uso de fertilizantes, sementes e recomendações em taxa variável. Nas propriedades, plantadeiras, pulverizadores e distribuidores de sólidos passam pelos últimos ajustes para reduzir falhas, desperdícios e perdas durante as operações.</p>



<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Assistência Técnica da Frísia no Tocantins, Alexandre Rentz Solek, essa fase envolve diferentes frentes. “Os cooperados estão concluindo a manutenção e a regulagem dos maquinários. Também acompanham as previsões climáticas e o mercado para tomar decisões estratégicas, como a pré-venda de grãos para ajudar a cobrir os custos dos insumos”, explica.</p>



<p>Mais de 80% dos fertilizantes já foram entregues nas fazendas. A Frísia também promove treinamentos sobre plantio, pulverização e tratamento de sementes, além de orientar os produtores sobre germinação, vigor das sementes e uso adequado das máquinas. “A manutenção preventiva, as regulagens bem executadas e o treinamento das equipes são fundamentais para tornar a operação mais eficiente”, acrescenta Alexandre.</p>



<p>As condições climáticas deverão ter papel central nas decisões desta temporada, diante da possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño e de seus possíveis efeitos sobre a distribuição das chuvas e as temperaturas. A recomendação é que os produtores avaliem a umidade do solo e a continuidade prevista das precipitações antes de iniciar a semeadura.</p>



<p>No Tocantins, o vazio sanitário da soja segue até 30 de setembro. Conforme calendário estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, o plantio estará autorizado entre 1º de outubro de 2026 e 15 de janeiro de 2027. A medida integra as estratégias de prevenção e controle da ferrugem-asiática.</p>



<p>Além da soja, estão previstos cultivos de feijão-mungo, milho, sorgo e, em menor escala, gergelim. Nesta temporada, a cooperativa trabalha com a inserção do feijão-mungo e do milho em uma janela de verão diferente daquela destinada à soja.</p>



<p>Para o gerente executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, o trabalho antecipado contribui para que o produtor enfrente os desafios da temporada com mais segurança. “A Frísia acompanha cada etapa, desde a entrega dos insumos até a capacitação e a orientação técnica. O cenário exige atenção, especialmente em relação às condições climáticas, e nossa equipe está preparada para auxiliar os cooperados nas decisões ao longo de toda a safra”, destaca.</p>



<p><em>Por Ascom Cooperativa Frísia. </em></p>
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		<title>FAET aciona PM após relato de risco de invasões em propriedades rurais no Bico do Papagaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bico do Papagaio]]></category>
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		<category><![CDATA[Xambioá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a entidade, policiamento foi reforçado na região entre Xambioá e Wanderlândia após alerta do Sindicato Rural de Xambioá A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) informou que acionou o Comando-Geral da Polícia Militar após receber relatos sobre risco de invasões a propriedades rurais na região entre os municípios de Xambioá [&#8230;]</p>
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<p><em>Segundo a entidade, policiamento foi reforçado na região entre Xambioá e Wanderlândia após alerta do Sindicato Rural de Xambioá</em></p>



<p>A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) informou que acionou o Comando-Geral da Polícia Militar após receber relatos sobre risco de invasões a propriedades rurais na região entre os municípios de Xambioá e Wanderlândia, no Bico do Papagaio.</p>



<p>De acordo com a entidade, o alerta foi feito inicialmente pelo Sindicato Rural de Xambioá, que procurou a Federação diante da movimentação registrada na região. A FAET afirma que solicitou uma atuação preventiva das forças de segurança com o objetivo de proteger produtores, trabalhadores, famílias e propriedades rurais.</p>



<p>Ainda segundo a Federação, a Polícia Militar intensificou o policiamento ostensivo na área após o acionamento. A medida, conforme a entidade, contribuiu para evitar possíveis confrontos e reforçar a segurança nas propriedades da região.</p>



<p>Em manifestação divulgada sobre o caso, a FAET repudiou movimentos de ocupação irregular de propriedades e destacou a resposta da Polícia Militar e do Governo do Tocantins.</p>



<p>A Federação também afirmou que continuará acompanhando a situação em conjunto com o Sindicato Rural de Xambioá e mantendo diálogo com os órgãos de segurança pública.</p>



<p>Para a entidade, a atuação preventiva é importante para garantir tranquilidade às famílias do campo e segurança para a continuidade das atividades produtivas na região.</p>



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