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	<title>Bovinos Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Bovinos Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Produção de sêmen bovino cresce 12,4% em 2025 apesar do aumento no abate de fêmeas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de sêmen bovino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria brasileira de inseminação artificial em bovinos produziu 23 milhões de doses de sêmen bovino no ano passado, um crescimento de 12,4% em relação a 2024, de acordo com o Index Asbia, divulgado nesta quarta-feira (25/2) pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) e elaborado em parceria com o Centro de Estudos em Economia [&#8230;]</p>
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<p>A indústria brasileira de inseminação artificial em bovinos produziu 23 milhões de doses de sêmen bovino no ano passado, um crescimento de 12,4% em relação a 2024, de acordo com o Index Asbia, divulgado nesta quarta-feira (25/2) pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) e elaborado em parceria com o Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.</p>



<p>Foram 19,2 milhões de doses no segmento corte e 3,8 milhões de doses no segmento leite &#8211; que alcançou um recorde, com alta de 20,9%.</p>



<p>Considerando toda a oferta de sêmen bovino, entre produção nacional e importação, a entrada de doses no mercado cresceu 15,5% na comparação anual. As importações ficaram em 7,2 milhões de doses, alta de 26,7% em relação a 2024.</p>



<p>Ainda segundo a Asbia, o Brasil exportou um volume recorde de doses de sêmen bovino em 2025, ultrapassando 1 milhão de doses. No corte, os embarques somaram 598 mil doses. No leite, foram 519 mil.</p>



<p>O desempenho positivo se deu na contramão da elevação do abate de matrizes registrada no ano passado, o que impacta na produção de bezerros. Dados do Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), apontam que a participação das fêmeas no total de abates foi de 45% no ano passado. Em 2021, por exemplo, esse percentual estava em 33,7%.</p>



<p>&#8220;O principal fator está associado à produtividade, aumento da eficiência da atividade, gerando mais bezerros mesmo com um número menor de vacas. O abate de fêmeas foi compensado pela melhoria de produtividade das fazendas&#8221;, explicou o diretor operacional da Asbia, Stefan Mihailov.</p>



<p>No segmento leite, por sua vez, o aumento da inseminação se deu mesmo num cenário de baixa remuneração na atividade. Segundo o Cepea/Esalq, o preço pago ao produtor de Minas Gerais pelo litro caiu de R$ 2,72 para R$ 2,03 entre janeiro e dezembro do ano passado.</p>



<p>&#8220;Atingimos mais de 15% das vacas inseminadas. O horizonte ainda é enorme, existem mais 85% das vacas aptas para serem inseminadas na pecuária de leite que ainda não adotam a tecnologia&#8221;, acrescentou Mihailov.</p>



<p>&#8220;No gado de leite, não tivemos um aumento de vacas que represente esse aumento de produção que a gente viu do uso de inseminação artificial, então isso claramente está associado a novas fazendas passando a utilizar mais inseminação e também a um processo de consolidação de fazendas de pequeno porte talvez sendo absorvidas por fazendas mais estruturadas que já adotam a tecnologia.&#8221;</p>



<p>O Index Asbia aponta ainda que a tecnologia esteve presente em 4.529 municípios brasileiros, o que representa 81,3% do total.</p>



<p><strong>Momento de retomada</strong></p>



<p>Os dados divulgados nesta quarta-feira confirmam a retomada iniciada em 2024, quando as vendas voltaram a subir após dois anos de queda no segmento corte. O ano de 2021, com 19,8 milhões de doses comercializadas, permanece um recorde.</p>



<p>Para o presidente da Asbia, Luis Adriano Teixeira, o desempenho destes últimos anos deve-se a um conjunto de fatores que inclui o trabalho institucional de divulgar os benefícios da inseminação e o efeito do ciclo pecuário, que levou o produtor a enviar parte de suas fêmeas ao abate para manter fluxo de caixa.</p>



<p>&#8220;Em 2025, vários fatores externos, desde as tarifas dos Estados Unidos até a variação cambial, acabaram segurando um pouco o mercado, mas mesmo assim o mercado de corte cresceu 8%&#8221;, observa.</p>



<p>Tendo em vista o atual cenário de virada no ciclo pecuário, com maior valorização de bezerros, Teixeira afirma que a expectativa é positiva para o desempenho do setor em 2026, tanto no mercado interno quanto na exportação em gado de corte e leite. &#8220;Não tenho dúvida que os números vão continuar crescendo a dois dígitos&#8221;, afirmou, porém sem arriscar um percentual.</p>



<p><strong>Genética tropical</strong></p>



<p>Quanto às exportações, o crescimento foi de 33% durante o ano passado. &#8220;Mudou de patamar&#8221;, diz Teixeira, usando uma expressão popular no futebol.</p>



<p>Alguns fatores colaboraram para isso, na avaliação do dirigente. O primeiro deles é o fato de o Brasil ser reconhecido como a melhor fonte de &#8220;genética tropical&#8221;, tanto no corte quanto no leite. Em função disso, países da América Central, América Latina e África estão entre os principais mercados.</p>



<p>Outro fator importante foi o trabalho desenvolvido pelas associações de criadores e programas de melhoramento genético.</p>



<p>Maior consumidor de carne do mundo, a China é considerada um mercado estratégico para o futuro, uma vez que o gigante asiático busca reduzir a dependência das importações.</p>



<p>&#8220;O crescimento da produção interna tem de passar por um melhoramento genético. É um grande mercado potencial para o uso de genética melhoradora. Mas o mercado chinês, assim como vários outros, não deixa de ser um mercado difícil de abrir, de protocolos&#8221;, afirma Teixeira, citando que conversas estão em andamento junto com entidades do setor.</p>



<p><em>Por Globo Rural. </em></p>
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		<title>Equador autoriza importação de novos produtos bovinos e avícolas do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/equador-autoriza-importacao-de-novos-produtos-bovinos-e-avicolas-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 13:11:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[avícolas]]></category>
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		<category><![CDATA[Equador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro concluiu negociações com as autoridades do Equador que abrem espaço para novas exportações do agronegócio nacional. O país sul-americano autorizou o Brasil a exportar farinha de vísceras de aves e farinha de sangue bovino, produtos utilizados na indústria de alimentação animal. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a decisão amplia [&#8230;]</p>
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<p>O governo brasileiro concluiu negociações com as autoridades do Equador que abrem espaço para novas exportações do agronegócio nacional. O país sul-americano autorizou o Brasil a exportar farinha de vísceras de aves e farinha de sangue bovino, produtos utilizados na indústria de alimentação animal.</p>



<p>Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a decisão amplia oportunidades comerciais para o setor brasileiro de insumos, além de agregar valor às cadeias produtivas de aves e bovinos. A medida também reforça o comércio bilateral entre os dois países.</p>



<p>Dados oficiais indicam que, em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 346 milhões em produtos agropecuários ao mercado equatoriano. Entre os principais itens embarcados estiveram papel, cereais e café.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>



<p></p>
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		<title>Raio atinge propriedade rural em Filadélfia e mata 11 bovinos em região que sofreu tragédia recente com pescadores</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/raio-atinge-propriedade-rural-em-filadelfia-e-mata-11-bovinos-em-regiao-que-sofreu-tragedia-recente-com-pescadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 14:22:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um raio que atingiu uma propriedade na zona rural de Filadélfia, na região conhecida como Bacaba, norte do Tocantins, matou 11 animais na tarde desta terça-feira (14/10). O incidente ocorreu durante um temporal, acompanhado de raios e trovões. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) havia emitido, na segunda-feira (13), um alerta de “perigo potencial” para [&#8230;]</p>
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<p>Um raio que atingiu uma propriedade na zona rural de Filadélfia, na região conhecida como Bacaba, norte do Tocantins, matou 11 animais na tarde desta terça-feira (14/10). O incidente ocorreu durante um temporal, acompanhado de raios e trovões.</p>



<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) havia emitido, na segunda-feira (13), um alerta de “perigo potencial” para chuvas intensas em todo o Tocantins, válido até esta terça-feira. O aviso destacou risco de descargas elétricas, ventos fortes e queda de granizo em alguns pontos do estado.</p>



<p><strong>Região já registrou tragédia semelhante</strong><br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="484" class="wp-image-18519" style="width: 700px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/foto-e-montagem-vertical-10.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/foto-e-montagem-vertical-10.webp 984w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/foto-e-montagem-vertical-10-300x208.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/foto-e-montagem-vertical-10-768x532.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2025/10/foto-e-montagem-vertical-10-750x519.webp 750w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>



<p>A tragédia com os animais ocorre poucos dias após outro incidente na mesma região. No sábado, 11 de outubro de 2025, dois pescadores, Murilo Guimarães Vinhal, 33 anos, e Idael da Silva Farias, 38 anos, morreram após um raio atingir a embarcação onde pescavam no Rio Tocantins, próximo a Filadélfia. Os corpos foram encontrados no dia seguinte, e um terceiro ocupante sobreviveu, mas com queimaduras.</p>



<p>Segundo os bombeiros, o motor do barco pode ter atraído a descarga elétrica, evidenciando os perigos de tempestades na região.</p>



<p><strong>Recomendações em caso de tempestade</strong></p>



<p>Durante tempestades com raios, o Inmet orienta que a população não se abrigue sob árvores, não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas metálicas e evite o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada.</p>



<p>O órgão reforça que as condições climáticas podem mudar rapidamente e recomenda acompanhar os avisos atualizados por meio do Portal de Alertas do Inmet.</p>



<p><em><a href="https://afnoticias.com.br/central-190/raio-mata-mais-de-10-animais-em-regiao-onde-ocorreu-tragedia-recente-com-pescadores">Por AF Notícias. </a></em></p>
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		<item>
		<title>Com recordes, abate de bovinos, suínos e aves avança no 2º semestre de 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/com-recordes-abate-de-bovinos-suinos-e-aves-avanca-no-2o-semestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[2º semestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O abate de bovinos cresceu 3,9% segundo trimestre de 2025, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (10). No período, foram abatidas 10,4 milhões de cabeças de bovinos. Maio foi o mês mais intenso, com 3,59 milhões de cabeças, crescimento de 4,9% na comparação anual. O destaque foi o abate de fêmeas, que avançou 16% [&#8230;]</p>
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<p>O abate de bovinos cresceu 3,9% segundo trimestre de 2025, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (10). No período, foram abatidas 10,4 milhões de cabeças de bovinos.</p>



<p>Maio foi o mês mais intenso, com 3,59 milhões de cabeças, crescimento de 4,9% na comparação anual. O destaque foi o abate de fêmeas, que avançou 16% em relação ao ano anterior, mantendo a tendência observada desde o início de 2025.</p>



<p>Entre os estados, São Paulo (+129,5 mil cabeças), Pará (+87 mil) e Rio Grande do Sul (+50,4 mil) lideraram os aumentos. Já Mato Grosso (-85,4 mil) e Minas Gerais (-53 mil) registraram as maiores quedas.</p>



<p>Mato Grosso segue como principal estado no abate de bovinos, com 16,7% da participação nacional, seguido por São Paulo (10,9%) e Goiás (10,1%).</p>



<p><strong>Suínos</strong></p>



<p>O abate de suínos chegou a 15,01 milhões de cabeças, crescimento de 2,6% em relação ao 2º trimestre de 2024 . O resultado foi o maior já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997.</p>



<p>Rio Grande do Sul (+179,2 mil cabeças) e Minas Gerais (+95,9 mil) puxaram a alta. Santa Catarina, que continua liderando o ranking nacional com 28% da participação, registrou queda de 36 mil cabeças.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-frangos">Frangos</h2>



<p>Já o abate de frangos alcançou 1,6 bilhão de cabeças, alta de 1,1% sobre o mesmo período de 2024 . Foi o maior resultado já registrado para um segundo trimestre da série histórica. Paraná lidera o ranking, com 34,1% da participação nacional, seguido por Santa Catarina (13,7%) e Rio Grande do Sul (11,4%).</p>



<p><strong>Leite</strong></p>



<p>A captação de leite cru somou 6,5 bilhões de litros, crescimento de 9,4% frente ao 2º trimestre de 2024 e queda de 1% em relação ao trimestre anterior. Foi o maior volume já registrado para o período.<br>Minas Gerais lidera a aquisição, com 23,8% do total, seguido por Paraná (15,7%) e Santa Catarina (12,7%)</p>



<p><strong>Ovos</strong></p>



<p>A produção de ovos atingiu 1,24 bilhão de dúzias, um aumento de 6,2% frente ao 2º trimestre de 2024 e de 2,9% sobre o trimestre anterior. São Paulo segue como o maior produtor nacional, com 25,6% do total, seguido por Minas Gerais (9,9%), Paraná (9,3%) e Espírito Santo (7,9%).<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Operação do Ibama resulta na apreensão de 7 mil bovinos e R$ 49 milhões em multas</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/operacao-do-ibama-resulta-na-apreensao-de-7-mil-bovinos-e-r-49-milhoes-em-multas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 12:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[7 mil bovinos e R$ 49 milhões em multas]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Operação do Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou a terceira fase da Operação Carne Fria, de combate ao desmatamento associado às cadeias produtivas na Amazônia. Nesta etapa, foram apreendidas de&#160;7.061 cabeças de gado&#160;criadas em áreas embargadas por desmatamento ilegal e&#160;R$ 49 milhões&#160;foram aplicadas em multas. A maior parte do desmatamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizou a terceira fase da Operação Carne Fria, de combate ao desmatamento associado às cadeias produtivas na Amazônia. Nesta etapa, foram apreendidas de<strong>&nbsp;7.061 cabeças de gado</strong>&nbsp;criadas em áreas embargadas por desmatamento ilegal e<strong>&nbsp;R$ 49 milhões</strong>&nbsp;foram aplicadas em multas.</p>



<p>A maior parte do desmatamento ilegal investigado acontece na Amazônia Legal, em áreas embargadas cautelarmente, ou seja, impedidas de uso e ocupação com fins comerciais. Cerca de 2,1 mil hectares de floresta, deveriam estar em recuperação, foi usada ilegalmente, para produzir gado<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/norte/pa/policia-prende-homem-com-motosserras-destruindo-arvores-na-amazonia/">, crime ambiental</a>.</p>



<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/pf-investiga-crime-eleitoral-apos-candidata-ser-ameacada-no-para/">No Pará</a>, 20 imóveis rurais foram vistoriados nos municípios de São Félix do Xingu, Pacajá e Rondon, cidades líderes em desmatamento. Nesta ação foram aplicadas R$ 22 milhões em multas por descumprimento de embargo e impedimento da regeneração da vegetação. Nessas propriedades os mais de<strong>&nbsp;7 mil animais foram apreendidos, avaliados em R$ 30 milhões</strong>.</p>



<p>Além das propriedades, 16 frigoríficos ligados ao esquema foram inspecionados e seis autuados em R$ 4 milhões pela compra direta de 8.172 cabeças de gado de áreas embargadas. Outros 12 frigoríficos foram notificados e estão sob investigação por aquisição de gado suspeito, triangulado com fazendas “limpas” para disfarçar a origem ilegal, conforme o órgão de proteção ambiental.</p>



<p><strong>Lavagem de gado</strong></p>



<p>Animais de áreas ilegais eram transferidos para propriedades sem embargo para receber novas Guias de Trânsito Animal (GTAs), criando uma aparência de legalidade antes de serem repassados a frigoríficos exportadores. O procedimento criminoso de “lavagem de gado” foi identificado pelos agentes.</p>



<p>As irregularidades foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para responsabilização civil e criminal dos envolvidos, de acordo com o Ibama.</p>



<p><em>Por CNN.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sistema com árvores neutraliza emissões de metano de mais de dois bovinos por hectare</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/sistema-com-arvores-neutraliza-emissoes-de-metano-de-mais-de-dois-bovinos-por-hectare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:52:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema com árvores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), investigou a capacidade de um sistema silvipastoril (SSP) em neutralizar as emissões de metano entérico de bovinos de corte pela fixação de carbono pelas árvores. Os resultados, publicados na revista internacional Agricultural Systems, revelam que o sistema compensou a emissão de metano de mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um estudo realizado na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), investigou a capacidade de um sistema silvipastoril (SSP) em neutralizar as emissões de metano entérico de bovinos de corte pela fixação de carbono pelas árvores. Os resultados, publicados na revista internacional Agricultural Systems, revelam que o sistema compensou a emissão de metano de mais de dois bovinos adultos (um bovino adulto corresponde a 450 kg de peso vivo). A pesquisa considerou apenas o carbono armazenado na parte do tronco das árvores destinada a produtos de maior valor agregado e mobiliário.</p>



<p>A média nacional é de apenas um animal adulto por hectare no Brasil. Porém, a integração da pecuária com componente arbóreo permite mais do que o dobro da lotação padrão brasileira, o que torna o modelo sustentável e mais produtivo por unidade de área.</p>



<p>Comparou-se uma área composta por pastagem de capim-piatã sombreada por eucaliptos com um sistema a pleno sol de manejo intensivo. Os pesquisadores avaliaram a emissão de metano utilizando a metodologia do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a fixação de carbono pelas árvores por meio de medições de altura e diâmetro dos eucaliptos.</p>



<p><strong>Papel das árvores na pecuária</strong></p>



<p>O metano, liberado durante a digestão dos bovinos, é um dos principais gases de efeito estufa (GEE), contribuindo com 65% das emissões agropecuárias em equivalente de CO2. Apesar de ter uma vida útil menor na atmosfera em comparação ao CO2, o metano possui um potencial de aquecimento global 27 vezes maior.</p>



<p>Nesse contexto, a integração de pecuária com eucaliptos surge como uma solução climática inteligente. As árvores presentes no sistema realizam a fotossíntese, absorvendo o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e armazenando-o em sua biomassa. Os cientistas consideraram a parcela do carbono acumulada no tronco, que possui maior estabilidade a longo prazo, como a madeira utilizada na indústria moveleira, seguindo as diretrizes do protocolo Neutral Carbon Brazilian Beef (NCBB).</p>



<p><strong>Sequestra CO2 e ainda proporciona conforto animal</strong></p>



<p>Mesmo em um sistema intensivo, com uma taxa de lotação 256% maior que a média brasileira, o componente florestal apresentou potencial significativo de neutralização das emissões de metano. De acordo com o pesquisador da Embrapa José Ricardo Pezzopane, ao considerar todo o carbono fixado no tronco das árvores, o balanço líquido foi negativo em -14,28 Mg CO2 eq. por hectare ao ano. “Ou seja, se considerarmos todo o carbono fixado no tronco das árvores, além de neutralizar a emissão de metano pelos animais, o sistema silvipastoril ainda sequestra grande quantidade de carbono”, explica o cientista.</p>



<p>Além da significativa redução do metano e do CO2, a pesquisa constatou que o SSP proporcionou maior conforto térmico aos animais em comparação com o sistema a pleno sol. A presença das árvores oferece sombra, reduzindo o calor no ambiente, o que pode impactar positivamente o bem-estar animal e, potencialmente, a produtividade. “Os sistemas silvipastoris têm dupla função no combate às mudanças climáticas. Por um lado, é uma estratégia de mitigação por sequestrar carbono da atmosfera. Por outro, é uma estratégia de adaptação, pois aumenta o conforto térmico em um cenário cada vez maior de aumento de temperaturas”, destaca o pesquisador.</p>



<p><strong>Implicações para a agropecuária brasileira</strong></p>



<p>Os resultados demonstram o grande potencial do modelo silvipastoril como uma estratégia eficaz para mitigar as emissões de gases de efeito estufa na pecuária brasileira, ao mesmo tempo em que promove o bem-estar animal. A adoção pode contribuir significativamente para as metas de redução de emissões do Brasil e para o desenvolvimento de uma produção de carne bovina mais sustentável e alinhada com as demandas de consumidores cada vez mais preocupados com as questões ambientais.</p>



<p>Segundo Pezzopane, embora o SSP possa apresentar uma menor massa de forragem em algumas estações devido ao sombreamento promovido pelas árvores, a suplementação permitiu manter um desempenho animal semelhante ao do sistema a pleno sol.</p>



<p><strong>Experimento</strong></p>



<p>O sistema estudado foi estabelecido com eucalipto em 2011, inicialmente com um espaçamento de 15 por 2 metros (15m x 2m), resultando em uma densidade populacional de 333 árvores por hectare. Em julho de 2016, as árvores foram desbastadas para um espaçamento de 15 m x 4 m, resultando em uma densidade de 167 árvores por hectare.</p>



<p>Com essa configuração, concluiu-se que o modelo compensou 77% da emissão de metano, considerando o Carbono estocado nos troncos destinados a produtos de maior valor agregado e mobiliário. Essa compensação correspondeu à emissão de 2,3 bovinos adultos por hectare, enquanto a taxa de lotação real no experimento foi de 3,01 bovinos adultos por hectare.</p>



<p><strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</strong></p>



<p>A principal contribuição do estudo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é reforçar as práticas de mitigação às mudanças climáticas e promover sistemas de produção mais sustentáveis. Também alinhada ao ODS 13 &#8211; Ação Contra a Mudança Global do Clima, a pesquisa demonstra que o sistema integrado com árvores é uma alternativa inteligente para a produção de carne bovina, capaz de reduzir significativamente as emissões de GEE no setor agropecuário brasileiro. O Consumo e Produção Responsáveis (ODS 12) é atendido ao propor um sistema com menor pegada de carbono e maior atenção ao bem-estar animal, o estudo estimula práticas de produção mais responsáveis e com adaptação às Mudanças Climáticas Globais. Por fim, o ODS 2 &#8211; Fome Zero e Agricultura Sustentável também está contemplado, uma vez que a pesquisa explora uma via para uma produção de carne mais sustentável, essencial para sistemas alimentares a longo prazo.</p>



<p>As mudanças climáticas, principalmente o aumento das temperaturas, podem diminuir o conforto térmico e o desempenho animal e, consequentemente, aumentar a idade de abate e a emissão de carbono por produto animal. Estratégias que promovam alternativas para aumentar o conforto térmico animal serão cruciais. A presença de árvores tem se mostrado uma alternativa interessante para fornecer sombra aos animais em regiões tropicais, principalmente durante as horas mais quentes do dia.</p>



<p><strong>Sobre a pesquisa</strong></p>



<p>O trabalho completo pode ser acessado em: Silvopastoral system as a climate-smart alternative for beef production: Enteric methane emission neutralization and animal thermal comfort increase &#8211; ScienceDirect</p>



<p>Os autores são Henrique B. Brunetti, Patrícia Anchão Oliveira, José Ricardo Pezzopane, Alberto Bernardi, Alexandre Rossetto Garcia, Alexandre Berndt, André Pedroso e Sergio Raposo Medeiros, da Embrapa Pecuária Sudeste, além de Ana Lelis, da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp).</p>



<p><em>Por Gisele Rosso/Embrapa Pecuária Sudeste.</em></p>
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		<title>Tocantins bate recorde na produção de gado e tem quase nove vezes mais bovinos que habitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 12:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de gado]]></category>
		<category><![CDATA[Recorde]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tocantins vem batendo recordes na produção de gado e atualmente registra quase nove vezes mais bovinos que o número de ambientes, segundo dados do governo do Tocantins.&#160;Além disso, agora ocupa a 9ª posição no ranking de maior produção de carne bovina do país. O médico veterinário da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Thyago [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins vem batendo recordes na produção de gado e atualmente registra quase nove vezes mais bovinos que o número de ambientes, segundo dados do governo do Tocantins.&nbsp;Além disso, agora ocupa a 9ª posição no ranking de maior produção de carne bovina do país.</p>



<p>O médico veterinário da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Thyago Chekerdemian Sanchik Túlio, explica que cinco municípios concentram de 20% a 30% do rebanho do Tocantins, além de terem os maiores frigoríficos do estado.</p>



<p><strong>Municípios com maior quantitativo bovinos:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Araguaçu</strong>&nbsp;&#8211; 281.253</li>



<li><strong>Formoso do Araguaia</strong>&nbsp;&#8211; 202.850</li>



<li><strong>Araguaína</strong>&nbsp;&#8211; 183.378</li>



<li><strong>Pium</strong>&nbsp;&#8211; 162.498</li>



<li><strong>Peixe&nbsp;</strong>– 149.654</li>
</ol>



<p>Em 2023, o Tocantins conseguiu alcançar<strong>&nbsp;11.313.309 cabeças.</strong>&nbsp;Atualmente, segundo Thyago Chekerdemian Sanchik, o rebanho aumentou e&nbsp;estado possui de oito a nove cabeças de gado por pessoa.</p>



<p><strong>Aumento da exportação</strong></p>



<p>De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados pelo governo do Tocantins, o aumento da produção foi acompanhado das exportações com recordes de carne bovina, totalizando<strong>&nbsp;cerca de 102 mil toneladas em 2024.</strong></p>



<p>Segundo Thyago Chekerdemian, o crescimento de abates de 2024 foi de 7% comparado ao ano de 2023. Em que mais 1,3 milhão de animais foram abatidos no ano passado, devido à alta demanda do mercado interno e externo pela carne bovina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O Tocantins agora está entre um dos principais estados de exportação de carne bovina. Um dos grandes mercados consumidores do nosso estado é o território chinês, demandando quase 50% da nossa produção, tanto na agricultura como na pecuária”, explicou o médico veterinário da Seagro.</p>
</blockquote>



<p><strong>Principais mercados consumidores externos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>China</strong>&nbsp;– 47%</li>



<li><strong>Espanha</strong>&nbsp;– 7,5%</li>



<li><strong>Suíça&nbsp;</strong>– 5,1%</li>



<li><strong>Egito</strong>&nbsp;– 4,8%</li>



<li><strong>Turquia</strong>&nbsp;– 4,1%</li>
</ul>



<p>Ainda conforme Thyago Chekerdemian, as exportações do Tocantins em 2024 chegaram a gerar 444 milhões de dólares, aproximadamente R$ 2,1 bilhões, com um aumento de 10,1% em relação a 2023.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/mRzoHor-B_e_cpBc46M_Lza8_eQ=/0x0:1600x1066/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/O/D/weLh0oTw6tR0BeXWcq4w/whatsapp-image-2025-03-27-at-11.59.40.jpeg" alt="Tocantins conseguiu alcançar, em 2023, 11.313.309 cabeças — Foto: Arquivo Pessoal / Seagro"/></figure>



<p><em>Tocantins conseguiu alcançar, em 2023, 11.313.309 cabeças — Foto: Arquivo Pessoal / Seagro</em></p>



<p><strong>Carência de carne bovina no mercado interno</strong></p>



<p>Apesar do novo recorde de produção de carne bovina, o Tocantins registra uma carência de demanda de boi gordo para o mercado interno. Isso acontece devido a quase 50% do abate animal ser destinado ao principal mercado exterior, que é a China.</p>



<p>A oferta de bovinos no mercado interno no estado começou a ficar mais restrita e um dos motivos que explica isso são os ciclos da pecuária. Thyago Chekerdemian explica que esse fenômeno se repete periodicamente, com ciclos de alta e baixa. O processo é influenciado pela oferta e demanda de bezerros e boi gordo.</p>



<p><strong>Ciclos de alta</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A oferta de bezerros é baixa</li>



<li>O preço da arroba do boi gordo e da reposição aumenta</li>



<li>Os pecuaristas retêm mais fêmeas, diminuindo a oferta no mercado</li>



<li>Aumento do preço da arroba e aumento do preço da carne no mercado.</li>
</ul>



<p><strong>Ciclos de baixa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A oferta de bezerros cresce</li>



<li>O preço da arroba do boi gordo despenca</li>



<li>Os pecuaristas aumentam o abate de fêmeas, ampliando a oferta de carne</li>



<li>Diminuição do preço da arroba e diminuição do preço da carne no mercado.</li>
</ul>



<p>O<strong>&nbsp;ciclo da pecuária dura em torno de 5 a 6 anos.</strong>&nbsp;É importante acompanhar o mercado e saber que os momentos de baixa vão passar. O ciclo pecuário impacta o preço da arroba do boi gordo, bezerro e boi magro, além de influenciar a gestão da fazenda e a tomada de decisões.</p>



<p><strong>Fatores que influenciam o ciclo</strong></p>



<p>Além da oferta e demanda, outros fatores podem influenciar o ciclo pecuário: como guerras, pandemias, clima, políticas externas, formação de blocos comerciais, taxações e outros.</p>



<p>Ainda conforme o médico veterinário da Seagro, após o Tocantins registrar dois anos de queda, os preços das carnes voltaram a subir em 2024 e 2025 devido a esses ciclos da pecuária, impulsionados pela alta no valor da proteína bovina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vimos de dois anos de uma baixa produção, em que a carne estava mais barata, os produtores não estavam sendo incentivados, o que ocasionou a diminuição da produção de boi gordo. Agora, com a alta demanda de uma hora para outra, os produtores tiveram que intensificar e produzir mais, e consequentemente não tinham a oferta de mercado”.</p>
</blockquote>



<p>Devido à falta de oferta suficiente para o mercado externo, houve um registro maior de abate de animais, em que as carnes bovinas são exportadas para os mercados consumidores, ocasionando carência no mercado interno.</p>



<p>“Agora estamos em um ciclo de alta demanda, em que o mercado consumidor interno e externo estão exigindo uma maior produção. E agora o produtor está se adequando para ter essa produção que é cobrada da carne bovina”, explica o especialista.</p>



<p>Segundo Thyago, a alta do preço da proteína bovina é afetada também devido à demanda dos principais frigoríficos do estado, que estão localizados nos municípios de Araguaína, Paraíso do Tocantins e Gurupi.</p>



<p>“Eles também têm uma demanda internacional, a qual é feita essa exportação. Então, cria-se um embate de atender o mercado interno e externo, que faz com que o preço da carne aumente nas tabelas dos mercados, que estão exigindo demanda por questões sociais”, explica.</p>



<p><strong>Abate de animais em alta no Tocantins</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/oCn79-yvziGSQ6edEYtuPwlduBA=/0x0:1280x850/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/b/06YHSLRmeHnsYEGOe2Qw/124788.jfif" alt="Aumento da produção foi acompanhado das exportações com recordes de carne bovina, com cerca de 102 mil toneladas em 2024. — Foto: Kleiber Arantes/ Governo do Tocantins"/></figure>



<p><em>Aumento da produção foi acompanhado das exportações com recordes de carne bovina, com cerca de 102 mil toneladas em 2024. — Foto: Kleiber Arantes/ Governo do Tocantins</em></p>



<p>Além de registrar o novo recorde no tamanho do rebanho, o Tocantins ocupa a 11ª posição no ranking nacional de abate de bovinos.&nbsp;Quanto à região Norte, é o terceiro maior.</p>



<p>O levantamento, realizado pela Pesquisa Trimestral do Abate, Leite e Ovos do Brasil do IBGE, mostra que o estado segue em expansão econômica.</p>



<p>“Passamos de mais de 1,3 milhão de animais abatidos no ano de 2024. O crescimento de abates de 2024 foi de 7% se comparado ao mesmo período de 2023. Isso se deve à alta demanda do mercado interno e externo pela carne bovina”, explica Thyago Chekerdemian</p>



<p><strong>Dificuldades da cadeia produtiva na proteína bovina</strong></p>



<p>Apesar dos resultados positivos, a produção de bovinos no Tocantins ainda enfrenta desafios na cadeia produtiva. A qualidade, logística e a gestão da propriedade podem afetar a criação de rebanhos.</p>



<p>Conforme o Thyago, o estado demonstra maior dificuldade em relação à cadeia produtiva na infraestrutura e logística, principalmente por não ser localizado geograficamente em uma região de fácil acesso.</p>



<p>“Para envio e recibo de matérias-primas para o nosso estado é muito difícil, e se torna mais problemático em questão de exportação devido às rodovias, estradas, rotas alternativas”.</p>



<p>Ainda conforme Thyago Chekerdemian, outra dificuldade que os produtores enfrentam é que os maiores mercados do país estão localizados na região sul e sudeste.</p>



<p>“Então, para retirar a mercadoria do território do Tocantins, gera muitos impostos e o custo de produção, especialmente em mão de obra, que estamos com uma defasagem de uma qualificação de qualidade”.</p>



<p><em>Por Andressa Ribeiro/g1 Tocantins. </em></p>
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		<item>
		<title>Tocantins bate recorde no abate de bovinos em 2024 e impulsiona economia</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-bate-recorde-no-abate-de-bovinos-em-2024-e-impulsiona-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 11:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[abate de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado do Tocantins registrou um crescimento expressivo no agronegócio em 2024, alcançando recordes no abate de bovinos e na produção de ovos, conforme apontam os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, consolidado na Pesquisa Trimestral do Abate, Leite e Ovos do Brasil, mostra que o estado segue em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Estado do Tocantins registrou um crescimento expressivo no agronegócio em 2024, alcançando recordes no abate de bovinos e na produção de ovos, conforme apontam os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, consolidado na Pesquisa Trimestral do Abate, Leite e Ovos do Brasil, mostra que o estado segue em expansão econômica, impulsionado pelo suporte ao setor produtivo por parte do Governo com investimentos em infraestrutura e logística.</p>



<p>Segundo a pesquisa, o abate de bovinos cresceu 7% em 2024, atingindo 1,3 milhão de cabeças, o maior número da série histórica iniciada em 1997. Em relação à produção de ovos, o Tocantins registrou um volume de 50 milhões de dúzias, um aumento de 4% comparado a 2023, consolidando-se como o maior produtor da Região Norte.</p>



<p>O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan), acompanha de perto essas pesquisas socioeconômicas, utilizando os dados para traçar estratégias que impulsionem ainda mais o desenvolvimento econômico. Os documentos produzidos a partir dessas informações estão disponíveis no site da Seplan, na aba Estatística.</p>



<p>O secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Sergislei de Moura, destacou a importância dos investimentos e a projeção positiva para o futuro do estado. “O Tocantins segue em crescimento, pois as condições do nosso estado favorecem essa evolução. Investimentos na malha viária, na logística de transporte, no rigor sanitário e no fortalecimento da assistência técnica têm sido fundamentais para impulsionar e manter a trajetória ascendente da economia”, afirmou.</p>



<p>Atualmente, o Tocantins ocupa a 11ª posição no ranking nacional de abate de bovinos e a 15ª na produção de ovos. Quanto à região Norte, é o terceiro maior no abate de bovinos e lidera na produção de ovos.</p>



<p>O aumento da atividade foi acompanhado das exportações recordes de carne bovina, cerca de 102 mil toneladas, registradas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) em 2024.</p>



<p>O rebanho&nbsp;bovino no Tocantins, em 2023, alcançou 11.313.309 cabeças, ocupando a 9ª posição no ranking do país.</p>



<p><strong>Pesquisa Trimestral do Abate de Animais</strong></p>



<p>O IBGE realiza trimestralmente as pesquisas estatísticas oficiais da conjuntura agropecuária, sendo elas a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, a Pesquisa Trimestral do Leite, a Pesquisa Trimestral do Couro e a Produção de Ovos de Galinha.&nbsp;A periodicidade das pesquisas é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.</p>



<p>Para acessar a Pesquisa Trimestral do Abate, Leite e Ovos do Brasil, e o compilado do Estado, basta visitar o site da Seplan, na aba Estatística – Tocantins em Números – Agropecuária ou <a href="https://central.to.gov.br/download/417760">aqui.</a><br><br><em>Por Patricia Fregonesi/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<item>
		<title>Pecuaristas devem redobrar a atenção na notificação de suspeitas e casos de doenças em animais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pecuaristas-devem-redobrar-a-atencao-na-notificacao-de-suspeitas-e-casos-de-doencas-em-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 12:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[pecuaristas]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um rebanho de aproximadamente 12 milhões de animais, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), alerta sobre a importância da notificação imediata de suspeitas e ocorrências de doenças em animais para a proteção da pecuária e da saúde pública. Para realizar a notificação, o produtor rural deve procurar presencialmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com um rebanho de aproximadamente 12 milhões de animais, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), alerta sobre a importância da notificação imediata de suspeitas e ocorrências de doenças em animais para a proteção da pecuária e da saúde pública. Para realizar a notificação, o produtor rural deve procurar presencialmente a unidade da Adapec nos 139 municípios e, se preferir, poderá realizar de forma virtual no sistema e-Sisbravet ou pelo telefone 0800 000 4733.</p>



<p>Toda suspeita de doença vesicular, como é o caso da febre aftosa, é de notificação imediata e obrigatória. Outras doenças também consideradas de notificação obrigatória devem ser informadas. A recomendação é de qualquer problema sanitário detectado nos animais de produção (criados para fornecer produtos e subprodutos), entre eles: bovinos, suínos, ovinos e caprinos, abelhas, peixes e aves), o responsável pela criação tem que comunicar imediatamente a Adapec.</p>



<p>Quando a ocorrência chega à instituição, é dirigida ao técnico que providenciará as medidas necessárias para investigação, diagnóstico ou contenção da enfermidade, caso seja necessário. “É por meio das informações que temos subsídios para aplicar as estratégias de controle e/ou erradicação. É um trabalho que exige atenção contínua, muita responsabilidade e o comprometimento de produtores rurais, empresários, servidores e a sociedade em geral”, afirma o presidente da Adapec, Paulo Lima.</p>



<p>A notificação é fator essencial para as ações de vigilâncias, principalmente da febre aftosa, e para a manutenção do status sanitário livre da doença sem vacinação junto às organizações internacionais. “O reconhecimento precoce dos sinais da doença e a notificação imediata impedem a difusão da enfermidade e reduzem os impactos econômicos, bem como possibilitam ações rápidas e eficazes”, explica o responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires.</p>



<p><strong>Consulta e pesquisa</strong></p>



<p>É possível acessar, no site&nbsp;<a href="http://to.gov.br/adapec">to.gov.br/adapec</a>&nbsp;pelo link&nbsp;<a href="https://www.to.gov.br/adapec/notificacao-de-doencas-em-animais/uhfvinr77o">e-sisbravet</a>,&nbsp;os boletins epidemiológicos anuais de ocorrências de doenças no Tocantins oriundas de notificações registradas na ferramenta. Além disso, é possível pesquisar quais são as doenças de notificação obrigatória por espécie animal e ainda o passo a passo para realizar a notificação virtual.</p>



<p>No relatório, constam as investigações de suspeitas de doenças de controle oficial, entre as principais estão as síndromes: Vesicular; Hemorrágica dos Suínos; Respiratória e Nervosa das Aves e Síndrome Nervosa, com as doenças-alvo respectivamente Febre Aftosa (FA), Peste Suína Clássica (PSC), Influenza Aviária (IA) e Raiva.</p>



<p><strong>Investigação</strong></p>



<p>A instituição executa periodicamente os inquéritos soroepidemiológicos sobre febre aftosa, Peste Suína Clássica (PSC), doença de Newcastle e Influenza Aviária para garantir a ausência de circulação viral no Estado, conforme exigidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Além disso, presta orientações e faz atendimento às demandas dos produtores rurais, por meio do recebimento de notificação de doenças e trabalha de forma integrada com as secretarias de saúde municipais e estadual para o compartilhamento de informações sobre zoonoses.<br><br><em>Por Dinalva Martins/Governo do Tocantins.</em></p>
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		<title>Alta no abate de fêmeas pode comprometer oferta; DATAGRO projeta queda de 2,9% em 2025</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/alta-no-abate-de-femeas-pode-comprometer-oferta-datagro-projeta-queda-de-29-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 11:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[abate]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[datagro]]></category>
		<category><![CDATA[Fêmeas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento preliminar da consultoria apontou uma ligeira queda nos abates inspecionados pelo SIF, enquanto a participação de fêmeas aumentou em fev/25 Em relatório divulgado na última sexta-feira (14), a DATAGRO Pecuária avaliou que a oferta de bovinos para abate no Brasil segue sustentada pela alta disponibilidade de fêmeas nesse início de ano, mas já dá [&#8230;]</p>
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<p><em>Levantamento preliminar da consultoria apontou uma ligeira queda nos abates inspecionados pelo SIF, enquanto a participação de fêmeas aumentou em fev/25</em></p>



<p>Em relatório divulgado na última sexta-feira (14), a DATAGRO Pecuária avaliou que a oferta de bovinos para abate no Brasil segue sustentada pela alta disponibilidade de fêmeas nesse início de ano, mas já dá sinais de um possível esgotamento para o segundo semestre do ano. Fevereiro registrou uma leve retração nos abates inspecionados federalmente (SIF), que representam por volta de 75% do abate inspecionado total, abatendo 2,28 milhões de cabeças e representando uma queda de 1,7% no comparativo anual (YoY). Apesar da pequena queda, o resultado ainda se manteve próximo das máximas históricas registradas para o mês no ano passado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O levantamento preliminar da DATAGRO estima que 48,9% do total de bovinos abatidos em fevereiro foram fêmeas, flertando com as máximas históricas para o período e avançando em 1,2 p.p. em relação ao observado em fev/24. Apesar desse movimento, a redução no total de abates em relação ao mesmo período do ano anterior sugere que a disponibilidade de gado começa gradualmente a perder fôlego, um indício de que o esgotamento do rebanho pode ganhar corpo no restante do ano e de que a participação elevada de fêmeas nos abates pode não ser mais tão suficiente para viabilizar incrementos de oferta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para os próximos meses, espera-se que a oferta de bovinos siga em patamares historicamente elevados, sustentada pela necessidade de escoamento de fêmeas ainda presentes no mercado. No entanto, a tendência de queda no volume total de abates, aliada à participação de fêmeas ainda elevada, indica que o setor pode caminhar para um cenário de restrição mais evidente no segundo semestre. O clima favorável também tem potencial para impactar a dinâmica de reposição, uma vez que a melhora das pastagens tende a estimular a manutenção de fêmeas para reprodução, reduzindo gradualmente a oferta de animais para abate ao longo do ano.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse possível esgotamento da disponibilidade de gado deve impactar a precificação do boi gordo e da reposição, reduzindo a pressão vendedora e permitindo maior sustentação dos preços no longo prazo. Se o atual padrão de retenção embrionária se mantiver e a redução da oferta de matrizes se confirmar ao longo dos próximos meses, a dinâmica de preços e oferta pode sofrer ajustes significativos na segunda metade de 2025, quando sazonalmente a oferta de fêmeas, hoje apurada, tende a se reduzir. Nesse cenário, a DATAGRO projeta um abate total de bovinos de 38,1 milhões de cabeças para 2025, queda de 2,9% em relação ao recorde de 2024, mas ainda assim o 2º maior registro da história.&nbsp;</p>



<p><em>Por Ascom DATAGRO. </em></p>
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