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	<title>Brasil Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Brasil Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Brasil avalia recorrer à OMC após União Europeia vetar importação de carnes brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 14:51:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[exportação de carne]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo brasileiro considera que decisão europeia tem motivação política; embargo entra em vigor em setembro e pode gerar perdas de até US$ 2,4 bilhões por ano O governo brasileiro avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a [&#8230;]</p>
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<p><em>Governo brasileiro considera que decisão europeia tem motivação política; embargo entra em vigor em setembro e pode gerar perdas de até US$ 2,4 bilhões por ano</em></p>



<p>O governo brasileiro avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar a decisão da <a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=uni%C3%A3o+europeia">União Europeia (UE) </a>de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal para o bloco europeu. A medida, publicada oficialmente em junho, passa a valer a partir de setembro e poderá provocar perdas estimadas em US$ 2,4 bilhões por ano, segundo o Ministério das Relações Exteriores.</p>



<p>A exclusão ocorre em um momento de tensão comercial para o Brasil, que também enfrenta disputas relacionadas às tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.</p>



<p>De acordo com a Comissão Europeia, o Brasil deixou de apresentar as garantias exigidas para comprovar o cumprimento das regras do bloco referentes ao controle e às restrições do uso de antimicrobianos na produção animal. Esses medicamentos são utilizados para tratar e prevenir doenças em rebanhos e, em alguns casos, também podem ser empregados como promotores de crescimento.</p>



<p>Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, carne de frango, carne equina, pescado, mel e tripas naturais para os países da União Europeia. Com a nova decisão, o país foi retirado da relação de exportadores autorizados para todos esses produtos.</p>



<p>Enquanto isso, outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permanecem habilitados a comercializar esses produtos com o mercado europeu.</p>



<p><strong>Negociação continua</strong></p>



<p>Desde a publicação da medida, o Ministério da Agricultura e Pecuária e representantes do setor produtivo trabalham para atender às exigências apresentadas pela União Europeia. Entre as alternativas discutidas estão a realização de auditorias e visitas técnicas presenciais às propriedades e aos sistemas de produção para demonstrar o cumprimento das normas sanitárias exigidas pelo bloco.</p>



<p>Em documento encaminhado ao Congresso Nacional, o Ministério das Relações Exteriores afirma que a prioridade do governo brasileiro continua sendo uma solução negociada com a União Europeia. No entanto, caso não haja avanço nas tratativas, o Brasil poderá acionar os mecanismos de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio e também os instrumentos previstos no acordo entre Mercosul e União Europeia.</p>



<p><strong>Governo vê componente político</strong></p>



<p>Além das justificativas sanitárias apresentadas pela Comissão Europeia, o Itamaraty considera que a decisão também possui um componente político.</p>



<p>Segundo o documento, grupos europeus historicamente contrários ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia passaram a apoiar a exclusão do Brasil da lista de exportadores autorizados. Na avaliação do governo brasileiro, esse movimento indica que a medida ultrapassa a discussão técnica relacionada ao uso de antimicrobianos e também está inserida no contexto das negociações comerciais entre os dois blocos.</p>



<p>Caso o impasse não seja resolvido antes da entrada em vigor da medida, prevista para setembro, frigoríficos e exportadores brasileiros deixarão de embarcar produtos de origem animal para o mercado europeu até que o país volte a atender às exigências estabelecidas pela União Europeia.</p>



<p><em>Com informações do g1.</em></p>
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		<title>Produção de peixes em viveiros escavados cresce e amplia oportunidades para famílias rurais</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/producao-de-peixes-em-viveiros-escavados-cresce-e-amplia-oportunidades-para-familias-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesca e Aquicultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[peixes em viveiros]]></category>
		<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologias de alimentação e monitoramento elevam o desempenho da atividade. A piscicultura brasileira segue em expansão e encontra nos viveiros escavados um dos principais sistemas de produção para pequenos e médios produtores. A adoção de tecnologias de manejo, aliada a práticas de gestão mais eficientes, tem impulsionado a produtividade e reduzido riscos na atividade aquícola. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Tecnologias de alimentação e monitoramento elevam o desempenho da atividade.</em></p>



<p>A piscicultura brasileira segue em expansão e encontra nos viveiros escavados um dos principais sistemas de produção para pequenos e médios produtores. A adoção de tecnologias de manejo, aliada a práticas de gestão mais eficientes, tem impulsionado a produtividade e reduzido riscos na atividade aquícola.</p>



<p>Em 2024, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes cultivados, segundo a Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR). O desempenho reforça o papel da piscicultura familiar, especialmente em sistemas de viveiros escavados, que concentram grande parte da produção nacional.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-tocantins-se-destaca-na-producao-aquicola-com-especies-nativas"><strong>Tocantins se destaca na produção aquícola com espécies nativas</strong></h5>



<p>No recorte regional, o Tocantins registrou aproximadamente 18,1 mil toneladas de peixes cultivados em 2024, também de acordo com a PeixeBR. O estado se destaca pela produção de espécies nativas e pela forte presença de pequenos produtores na cadeia aquícola.</p>



<p>Esse cenário foi tema do programa Prosa Rural, da Embrapa, com base no Manual de Piscicultura Familiar em Viveiros Escavados, reunindo orientações técnicas sobre manejo, produção e organização da atividade no campo.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-viveiros-escavados-oferecem-flexibilidade-produtiva-ao-piscicultor"><strong>Viveiros escavados oferecem flexibilidade produtiva ao piscicultor</strong></h5>



<p>De acordo com a pesquisadora Ana Paula Rodrigues, da Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO), o principal diferencial dos viveiros escavados é a flexibilidade de intensificação do sistema produtivo.</p>



<p>Segundo ela, o modelo pode ser ajustado conforme a realidade do produtor, variando entre sistemas extensivo, semi-intensivo e intensivo.</p>



<p>No sistema extensivo, há menor uso de ração e maior dependência de alimento natural. Já o intensivo utiliza maior densidade de estocagem e alimentação exclusivamente com ração comercial. O semi-intensivo combina características dos dois modelos e é o mais adotado na prática.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-manejo-tecnico-e-gestao-elevam-eficiencia-da-producao-de-peixes"><strong>Manejo técnico e gestão elevam eficiência da produção de peixes</strong></h5>



<p>O Manual de Piscicultura Familiar em Viveiros Escavados reúne orientações fundamentais para a atividade, incluindo construção de viveiros, qualidade da água, sanidade, alimentação e comercialização.</p>



<p>O material também traz ferramentas de gestão econômica e incentiva a organização coletiva dos produtores como estratégia para fortalecimento da piscicultura familiar.</p>



<p>A adoção de práticas técnicas contribui para reduzir perdas produtivas, melhorar o desempenho dos sistemas e aumentar a eficiência em pequenas propriedades rurais.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-controle-alimentar-e-decisivo-para-rentabilidade-da-piscicultura"><strong>Controle alimentar é decisivo para rentabilidade da piscicultura</strong></h5>



<p>O manejo da alimentação é considerado um dos pontos mais críticos da atividade. A pesquisadora Ana Paula Rodrigues destaca a importância do controle do estoque de peixes no viveiro para ajuste correto da ração.</p>



<p>Segundo ela, o produtor precisa conhecer com precisão a quantidade e o peso dos animais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“É muito importante o produtor saber quantos peixes ele tem no viveiro”, afirma a pesquisadora.</em></p>
</blockquote>



<p>O uso de biometrias mensais e tabelas de alimentação permite ajustar a oferta de ração conforme a fase de crescimento dos peixes, garantindo maior eficiência produtiva.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-custos-elevados-reforcam-importancia-da-gestao-na-piscicultura"><strong>Custos elevados reforçam importância da gestão na piscicultura</strong></h5>



<p>De acordo com o supervisor do SENAR, Vicente Neto, a piscicultura deve ser tratada como uma atividade empresarial, com foco em gestão e planejamento.</p>



<p>Ele destaca cinco desafios principais: gestão da atividade, regularização fundiária, organização dos produtores, qualidade da água e manejo alimentar.</p>



<p>A ração pode representar até 90% do custo operacional, o que torna o controle alimentar um fator decisivo para a rentabilidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-organizacao-coletiva-amplia-competitividade-dos-produtores"><strong>Organização coletiva amplia competitividade dos produtores</strong></h5>



<p>A formação de associações entre produtores é apontada como estratégia essencial para fortalecer a piscicultura familiar. A compra coletiva de insumos e a comercialização conjunta aumentam o poder de negociação e reduzem custos.</p>



<p>Segundo Vicente Neto, a falta de regularização fundiária limita o acesso ao crédito rural, enquanto a baixa organização reduz a competitividade no mercado.</p>



<p>O uso de ferramentas técnicas, como o manual da Embrapa, contribui para a profissionalização da atividade e melhora a tomada de decisão no campo.</p>



<h5 class="wp-block-heading" id="h-tecnologia-e-planejamento-impulsionam-piscicultura-familiar-no-brasil"><strong>Tecnologia e planejamento impulsionam piscicultura familiar no Brasil</strong></h5>



<p>O programa Prosa Rural reforça que o avanço da piscicultura depende da integração entre tecnologia, gestão e planejamento.</p>



<p>A combinação desses fatores aumenta a eficiência dos sistemas em viveiros escavados, reduz riscos produtivos e melhora a previsibilidade da atividade.</p>



<p>Com a modernização do manejo e o fortalecimento da organização produtiva, a piscicultura familiar se consolida como uma alternativa estratégica de geração de renda e desenvolvimento no meio rural brasileiro.</p>



<p><em>Por Portal do Agronegócio.</em></p>
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		<item>
		<title>No G7, Brasil busca reverter veto europeu a produtos da pecuária nacional</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/no-g7-brasil-busca-reverter-veto-europeu-a-produtos-da-pecuaria-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 12:13:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[g7]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[veto europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo brasileiro defende revisão das restrições e reforça a confiança nos sistemas de controle sanitário do país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Governo brasileiro defende revisão das restrições e reforça a confiança nos sistemas de controle sanitário do país.</em></p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta terça-feira (16) com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, para pedir a revisão das restrições a produtos brasileiros, incluindo carne e materiais siderúrgicos.</p>



<p>O encontro ocorreu em Évian, na França, onde o presidente do Brasil participa como convidado da Cúpula do G7, grupo formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e União Europeia.<br><br>Segundo Lula, em postagem nas redes sociais, o Itamaraty vai trabalhar em conjunto com funcionários da Comissão Europeia “para identificar as dificuldades” em relação aos produtos.</p>



<p>“Nos comprometemos a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço, bem como os legítimos interesses exportadores do Brasil, em consonância com o acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente.<br><br><strong>Veto a partir de setembro<br></strong><br>A União Europeia decidiu proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil no último dia 6. O veto entraria em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.</p>



<p>A decisão foi anunciada em maio, depois da entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.</p>



<p>Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias do bloco, especialmente a de não utilizar, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<item>
		<title>Comissão de Agricultura aprova audiência pública para debater restrição da União Europeia a produtos de origem animal do Brasil</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/comissao-de-agricultura-aprova-audiencia-publica-para-debater-restricao-da-uniao-europeia-a-produtos-de-origem-animal-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[origem animal]]></category>
		<category><![CDATA[Restrição]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Requerimento apresentado por Zucco busca esclarecer impactos econômicos da medida e cobrar informações sobre as ações adotadas pelo governo federal para reverter a decisão europeia A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), requerimento de autoria do deputado federal Zucco (PL-RS) para a realização de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Requerimento apresentado por Zucco busca esclarecer impactos econômicos da medida e cobrar informações sobre as ações adotadas pelo governo federal para reverter a decisão europeia</em></p>



<p>A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), requerimento de autoria do deputado federal Zucco (PL-RS) para a realização de audiência pública destinada a debater os impactos da decisão da União Europeia de restringir a importação de determinados produtos brasileiros de origem animal. A proposta prevê a participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, de entidades do setor produtivo, especialistas em rastreabilidade e defesa agropecuária, além de representantes das cadeias exportadoras afetadas pela medida. Ainda não há data definida para a realização da audiência.</p>



<p>Segundo Zucco, o objetivo é garantir transparência sobre os fatores que levaram à decisão europeia e compreender quais providências estão sendo adotadas pelo governo federal para restabelecer a normalidade das exportações brasileiras. “Estamos falando de uma questão que afeta diretamente produtores rurais, cooperativas, agroindústrias, frigoríficos e milhares de trabalhadores brasileiros. É fundamental que esta Comissão obtenha todas as informações necessárias para entender o que levou a essa restrição e quais medidas estão sendo adotadas para proteger um dos setores mais importantes da economia nacional”, afirmou.</p>



<p>A decisão da União Europeia atinge produtos como carne bovina, carne de aves, mel, ovos, pescados, equídeos e tripas, em razão de exigências relacionadas à rastreabilidade e ao controle sanitário da produção animal. Zucco destacou que a principal preocupação é compreender se o Brasil cumpriu todas as exigências estabelecidas pelas autoridades europeias. “Segundo informações divulgadas por entidades do setor, as regras que fundamentam essa restrição foram publicadas pela União Europeia ainda em 2023 e o marco operacional passou a vigorar em outubro de 2024. Por isso, precisamos esclarecer se todas as medidas necessárias foram adotadas dentro dos prazos e se o Estado brasileiro dispõe da estrutura adequada para atender às exigências dos mercados internacionais”, ressaltou.</p>



<p>O parlamentar também defendeu que a audiência avalie a capacidade operacional dos órgãos responsáveis pela defesa agropecuária e pela certificação sanitária. “Precisamos saber se há estrutura suficiente, se existe número adequado de auditores fiscais agropecuários e se os mecanismos de rastreabilidade estão plenamente preparados para atender às exigências de mercados tão rigorosos quanto a União Europeia. O produtor rural brasileiro faz sua parte todos os dias e o país não pode correr o risco de perder mercados estratégicos por falhas que poderiam ser evitadas”, afirmou.</p>



<p>Para Zucco, a audiência pública será uma oportunidade para o Parlamento exercer seu papel fiscalizador e contribuir para o fortalecimento da defesa agropecuária nacional. “Não se trata de buscar culpados antecipadamente. Trata-se de buscar respostas e soluções. O Brasil construiu ao longo de décadas uma posição de liderança mundial na produção e exportação de alimentos. Precisamos preservar essa credibilidade, fortalecer nossos sistemas de defesa agropecuária e garantir segurança para quem produz, investe e gera riqueza no campo”, concluiu.</p>



<p><em>Por Apolos Neto. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção e exportações de frango do Brasil devem crescer acima da média global em 2026</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/producao-e-exportacoes-de-frango-do-brasil-devem-crescer-acima-da-media-global-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de frango]]></category>
		<category><![CDATA[Frangos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com projeções do Itaú BB, o Brasil deve manter crescimento na produção e nas exportações de carne de frango em 2026, sustentado por custos de ração favoráveis e pela expansão da demanda global. Em dezembro, as exportações brasileiras somaram cerca de 496 mil toneladas, considerando produtos in natura e industrializados, volume 14% superior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De acordo com projeções do Itaú BB, o Brasil deve manter crescimento na produção e nas exportações de carne de frango em 2026, sustentado por custos de ração favoráveis e pela expansão da demanda global. Em dezembro, as exportações brasileiras somaram cerca de 496 mil toneladas, considerando produtos in natura e industrializados, volume 14% superior ao registrado no mesmo mês de 2024.</p>



<p>O bom desempenho no fim do ano compensou o resultado mais fraco entre maio e agosto, período impactado por embargos temporários após a confirmação de um caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul. Com isso, o setor encerrou 2025 com exportações de 5,162 milhões de toneladas, alta de 0,1% em relação a 2024, desempenho considerado positivo diante dos desafios enfrentados. A receita total, no entanto, recuou 1,9% no acumulado do ano, para US$ 9,6 bilhões.</p>



<p>Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que, entre os três maiores produtores globais, a China deverá registrar o maior crescimento em 2026, de 3,1%. Na sequência aparecem Brasil, com expansão de 1,6%, e Estados Unidos, com alta de 1%. Entre os principais exportadores, o Brasil se destaca, com avanço projetado de 5,5%, o equivalente a cerca de 250 mil toneladas adicionais.</p>



<p>O Itaú BBA projeta crescimento de 2% na produção brasileira e de 4% nas exportações de frango em 2026. O setor também deve se beneficiar de mais um ano de custos de ração favoráveis, sustentados pelo bom desempenho das safras de grãos, com soja e milho da primeira safra apresentando resultados positivos e perspectivas favoráveis para a safrinha.</p>



<p>“Com as importações globais de carne de frango previstas para crescer, o cenário permanece favorável. O principal desafio segue sendo a biossegurança, especialmente no controle de eventuais casos de gripe aviária, para garantir a manutenção dos mercados externos”, afirma Cesar de Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela percepção dos brasileiros sobre liderança do país na produção de alimentos</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/pesquisa-revela-percepcao-dos-brasileiros-sobre-lideranca-do-pais-na-producao-de-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um dos grandes protagonistas na produção global de alimentos. Essa é a visão de 84% da população, conforme pesquisa da Ajinomoto do Brasil e da Nexus. Para essa parcela, o país tem muita influência na produção, sendo que 43% o apontam na liderança global, enquanto 41% reforçam a importância em contexto nacional. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Brasil é um dos grandes protagonistas na produção global de alimentos. Essa é a visão de 84% da população, conforme pesquisa da Ajinomoto do Brasil e da Nexus.</p>



<p>Para essa parcela, o país tem muita influência na produção, sendo que 43% o apontam na liderança global, enquanto 41% reforçam a importância em contexto nacional. Outros 9% veem algum destaque, 3% rejeitam qualquer influência e outros 4% não souberam ou não responderam.</p>



<p>Entre a região do país, o grau de escolaridade e a faixa etária das pessoas que mais enxergam o protagonismo brasileiro no debate produtivo mundial estão as de ensino superior (91%), do Sul (91%) e entre 45 e 60 anos (88%).</p>



<p>Por sua vez, a pesquisa mostra que a população que enxerga pouca importância ou nenhuma relevância do país são os maiores de 60 anos (19%), com ensino fundamental (19%) e moradores do Nordeste (17%).<a href="https://clck.mgid.com/ghits/25605249/i/58134455/0/pp/3/1?h=YgPu9sIrC0a3Jy_FSn8MftKfvZDq7-iNHTSyO-ZZXF_Ac_FOc40E_EdO8q3Xs9Qu3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqP5o9TstWH1YDft2h0S-tF5C24423JafRR_v41pakvhR&amp;rid=1009b43b-f081-11f0-9397-c4cbe1e3eca4&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40eXFVgKa0Xh-8dEktmBT5gWAgHsMI-PYla57s3egJqYvZyZhFfP32OCPrElYKU4fLw**&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>“É inspirador ver que tantos brasileiros reconhecem o papel ativo do país na produção global de alimentos. Esse número reforça a importância do setor e a responsabilidade que temos de liderar o debate sobre sistemas alimentares sustentáveis. Os dados indicam um público engajado e ciente do papel do Brasil no cenário mundial”, comenta a diretora de Marketing, Trade e Inteligência de Dados na Ajinomoto do Brasil, Adriana Moucherek.</p>



<p><strong>Abastecimento interno como prioridade</strong></p>



<p>A pesquisa mostrou que a maioria dos brasileiros deseja que o abastecimento interno deva ser prioridade total ou maior que a exportação de alimentos para outros países. Essa é a visão de 62% dos entrevistados.</p>



<p>Por sua vez, 26% defendem que haja um equilíbrio nesta produção (interna e exportações), enquanto 8% têm a expectativa de uma prioridade total ou maior para os embarques das commodities agropecuárias.</p>



<p>O foco no abastecimento interno de alimentos é demanda de pessoas do Sul e do Sudeste (66% cada), de brasileiros que recebem de dois a cinco salários mínimos (64%) e possuem ensino superior (64%).</p>



<p>Já aqueles que priorizam as exportações são do Norte e Centro-Oeste (12%), com ensino fundamental (11%), têm entre 45 e 60 anos (10%) e recebem até dois salários mínimos (10%).</p>



<p><strong>Sistemas alimentares sustentáveis</strong></p>



<p>A pesquisa da Ajinomoto do Brasil e da Nexus também identificou que para 84% dos brasileiros, o governo precisa criar políticas que incentivem a produção de alimentos mais sustentáveis e saudáveis.</p>



<p>Além disso, 83% dos entrevistados gostariam de ver mais alimentos produzidos de forma sustentável nas prateleiras dos mercados, e 80% avaliam que a forma de produção e consumo precisa mudar para proteger o meio ambiente.</p>



<p>Ao todo, 2.012 pessoas com idade a partir de 18 anos, nas 27 unidades da federação, foram entrevistadas entre os dias 26 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.<br><br><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Ameaça de Trump a negócios com o Irã, integrante do Brics, pode afetar exportações brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 12:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo país que fizer negócios com o Irã estará sujeito a tarifas de 25% sobre qualquer transação com os Estados Unidos, disse nesta segunda-feira (12) o presidente norte-americano, Donald Trump, em postagem em rede social. O mandatário da Casa Branca não especificou os critérios para a adoção da medida e nem uma data para o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todo país que fizer negócios com o Irã estará sujeito a tarifas de 25% sobre qualquer transação com os <strong>Estados Unidos</strong>, disse nesta segunda-feira (12) o presidente norte-americano, Donald Trump, em postagem em rede social.</p>



<p>O mandatário da Casa Branca não especificou os critérios para a adoção da medida e nem uma data para o seu início. A princípio, a nova sanção atinge os países do Oriente Médio, Índia e China, os principais parceiros comerciais dos iranianos.</p>



<p>Contudo, a ação pode atingir, também, o Brasil. Em 2025, foram exportados para o Irã US$ 2,9 bilhões, com destaque para cereais, farinhas e preparações, produtos do complexo soja e sucroalcooleiro, além de açúcar e milho, conforme sistema de estatísticas de comercio exterior do agronegócio brasileiro (Agrostat).</p>



<p>Ao mesmo tempo, foram importados do país no ano passado US$ 84 milhões em óleo diesel, petróleo, além de partes de turborreatores e plataformas submersas de exploração ou perfuração.</p>



<p><a href="https://clck.mgid.com/ghits/25890827/i/58134455/0/pp/2/1?h=_tiaotfP7iwwanLxYQukT2DrBk0vJ86KGE40OkQiiBsuEdi48K7_MCdxMjA6gkSp3_4ESGOaF-ni7T4kYwWxqDeTGoBNkOUcgkRqfXW3E5hgrd6fPCX74nFr-LnPowwT&amp;rid=6f9efa18-f07b-11f0-954a-d404e6f98490&amp;ts=canalrural.com.br&amp;tt=Referral&amp;att=4&amp;cpm=1&amp;abd=1&amp;iv=17&amp;ct=1&amp;gdprApplies=0&amp;st=-180&amp;h2=37_tdX3Sg9rLY8kADvJ40XWYH-RUCLHwy761cwR7jZ0Y7xz6ngZANgvdH78Z8qfNOpxO__AcqtJotk1z5dK4nw**&amp;k=1804580fc*f!fZu7VIz-fZu7XsxLfOWUzOTk5NjBjNWVhZTM4NGU5ODhkNTE0NGVmOTBiODg%3DfNTc3*DE4MA%3D%3Df!ffnlff*ff%2C*f%2C*ffQf*faHR0cHM6Ly93d3cuY2FuYWxydXJhbC5jb20uYnIvaW50ZXJuYWNpb25hbC90cnVtcC1hbWVhY2EtdGFyaWZhLWRlLTI1LWEtcXVhbHF1ZXItcGFpcy1xdWUtZml6ZXItbmVnb2Npb3MtY29tLW8taXJhLw%3D%3DfOzsvfKysvfjfNTc3*DI4NDN8NTQx*DI4MjY%3DfNg%3D%3Dfcf!fcfMTYw*DE2MHw1NDF8MTYzfYAfNgff!fTW96aWxsY%2481LjAgKFdpbmRvd3MgTlQgMTAuMDsgV2luNjQ7IHg2NCkgQXBwbGVXZWJLaXQvNTM3LjM2IChL%24FRNTCwgbGlrZ%24BHZWNrbykgQ2hyb21lLzE0My4wLjAuMCBTYWZhcmkvNTM3LjM2fUERGVmlld2Vy*ENocm9tZVBERlZpZXdlcnxDaHJvbWl1bVBERlZpZXdlcnxNaWNyb3NvZnRFZGdlUERGVmlld2Vy*FdlYktpdGJ1aWx0LWluUERGf!fV2luMzI%3DfLTE4MA%3D%3DfMXw5NQ%3D%3DfMTUzNnw4MTY%3DfdW5rbm93bnw0Z3wwf!f!fQfL.2uDfCf*(Ra.vv%3D&amp;crst=1768307905&amp;wrst=1768308001&amp;muid=o4opfNRtqzz4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a>O anúncio das tarifas é mais um capítulo na relação de conflito entre Estados Unidos e Irã e ocorre após Trump ameaçar intervir com ações militares a onda de protestos que tomou conta do país do Oriente Médio. A ONG Irã Human Rights estima que cerca de 650 manifestantes morreram desde 2028.</p>



<p>O presidente norte-americano tem ameaçado realizar ataques contra pontos estratégicos do Irã caso a repressão aos manifestantes continue, ao passo que o regime iraniano acusa agentes ligados aos Estados Unidos e a Israel de tentarem ampliar os protestos para desestabilizar o governo.</p>



<p>A revolta popular no Irã teve a alta dos preços como estopim, mas se voltou contra o regime dos aiatolás, governantes religiosos que seguem no poder há quase cinco décadas.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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		<title>Exportações de carne bovina do Brasil somam US$ 18 bilhões em 2025, recorde histórico</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/exportacoes-de-carne-bovina-do-brasil-somam-us-18-bilhoes-em-2025-recorde-historico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 12:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exportações de carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas, in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas, in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas — o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p>As exportações brasileiras de carne bovina encerraram 2025 com resultados históricos. O país embarcou 3,50 milhões de toneladas, alta de 20,9% em relação a 2024, movimentando US$ 18,03 bilhões, crescimento de 40,1% na receita. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).</p>



<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milhões de toneladas, avanço de 21,4% na comparação anual, e receita de US$ 16,61 bilhões. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, miúdos, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcançou mais de 170 países, ampliando a diversificação de destinos e a presença internacional do setor.</p>



<p><strong>China lidera compras da carne bovina brasileira</strong></p>



<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milhão de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilhões em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milhões, a União Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilhão, a Rússia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milhões, e o México, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milhões.</p>



<p>Na comparação com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avançaram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A União Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Também se destacaram os aumentos para Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).</p>



<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.</p>



<p>“O desempenho de 2025 foi extraordinário. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presença internacional. Mesmo com impactos temporários, como o tarifaço dos Estados Unidos, a indústria respondeu com rapidez, mostrou resiliência e saiu ainda mais fortalecida”, afirmou.</p>



<p><strong>Parceria público-privada sustenta avanço do setor</strong></p>



<p>De acordo com a entidade, os resultados são fruto da atuação conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor público. A associação destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, além do diálogo permanente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o MDIC, o Ministério das Relações Exteriores e a interlocução institucional com a Frente Parlamentar da Agropecuária.</p>



<p>Para 2026, a avaliação da Abiec é de otimismo com cautela, após dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa é de manutenção das exportações em patamar elevado e avanço em mercados estratégicos.</p>



<p>“Entramos em 2026 com negociações ativas e perspectiva concreta de avançar em mercados como Japão, Coreia do Sul e Turquia, que têm alto potencial e vêm sendo trabalhados de forma técnica e contínua”, concluiu Perosa.</p>



<p><strong>Desempenho de dezembro</strong></p>



<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilhão. A China liderou as compras no mês, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e União Europeia (11,9 mil toneladas).</p>



<p><em>Por Canal Rural.</em></p>
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		<title>Agronegócio brasileiro volta ao tabuleiro dos EUA com fim da sobretaxa de 40%</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/agronegocio-brasileiro-volta-ao-tabuleiro-dos-eua-com-fim-da-sobretaxa-de-40/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão abre nova rodada na disputa global por mercados agrícolas e coloca pressão sobre empresas que precisam agir rápido para garantir restituições A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender a tarifa adicional de&#160;40% aplicada desde julho a diversos produtos agrícolas brasileiros provocou reação imediata entre exportadores, analistas de comércio exterior e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Decisão abre nova rodada na disputa global por mercados agrícolas e coloca pressão sobre empresas que precisam agir rápido para garantir restituições</em></p>



<p>A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de suspender a tarifa adicional de&nbsp;40% aplicada desde julho a diversos produtos agrícolas brasileiros provocou reação imediata entre exportadores, analistas de comércio exterior e investidores. A medida, formalizada por meio de Ordem Executiva na última semana, retira da lista de sobretaxação itens com forte peso na balança comercial entre os dois países, incluindo café, cortes de carne bovina, açaí, tomate, goiaba, manga, banana e cacau. Com impacto direto na competitividade, a suspensão já é vista como uma reabertura do acesso do agronegócio brasileiro ao maior importador mundial de alimentos.</p>



<p>O alívio vem acompanhado de outro elemento decisivo: a aplicação retroativa da medida a 13 de novembro. A ordem prevê que a suspensão vale para mercadorias que desembaraçadas nos Estados Unidos a partir desta data, permitindo a importadores solicitar restituição dos valores pagos com base na tarifa adicional junto ao U.S. Customs and Border Protection. A possibilidade de restituição tem potencial para movimentar milhões de dólares apenas nos primeiros meses, sobretudo entre tradings e frigoríficos que mantiveram embarques mesmo sob o peso da sobretaxa.</p>



<p>Para a advogada especialista em comércio internacional Carol Monteiro, do Monteiro &amp; Weiss Trade, a medida representa uma oportunidade, mas não encerra o debate sobre o alcance das exceções tarifárias. Segundo ela, o fato de alguns produtos terem ficado de fora da nova lista deve influenciar os rumos das negociações. “A exclusão de novos itens certamente cria margem para que as negociações avancem rumo à ampliação da lista de exceções. Chama atenção, porém, o fato de determinados setores não terem sido contemplados pela Ordem Executiva, como o de pescados, cuja exportação era majoritariamente destinada aos EUA e que possui grande relevância para a região Nordeste do Brasil, além de outras cadeias igualmente afetadas”, comenta a advogada.</p>



<p>Além da discussão setorial, a especialista alerta para um ponto estratégico que permanece pendente e pode afetar de forma estrutural o comércio bilateral.</p>



<p>“Outro ponto relevante é a ausência de referência expressa à investigação instaurada sob a Seção 301, que trata de políticas comerciais do Brasil, envolvendo práticas do Brasil relacionados ao comércio digital e meios de pagamento eletrônico, incluindo PIX, tarifas preferenciais, aplicação de normas anticorrupção, proteção à propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal. A investigação ainda está em andamento, com possíveis impactos significativos e de longo prazo para a relação comercial bilateral”, avalia.</p>



<p>A advogada lembra que o processo está em fase de consultas bilaterais entre Brasil e EUA, mas ainda não há clareza sobre os próximos passos. “Houve uma audiência em setembro, com a participação de entidades brasileiras e do Governo, mas até o momento não há sinalização clara quanto aos possíveis desdobramentos desse procedimento ou se tema está sendo efetivamente tratado no âmbito das negociações em curso”, comenta. A investigação tem prazo de duração até julho de 2026, com possibilidade de definição de tarifas adicionais ao final do processo.</p>



<p>A leitura dominante entre analistas é que a suspensão das sobretaxas tende a fortalecer a posição do Brasil no curto prazo, mas não elimina riscos regulatórios futuros. Exportadores brasileiros já relatam retomada de negociações interrompidas desde julho, com expectativa de aumento de embarques em 2025, principalmente no setor de café e proteína bovina. Ainda assim, o mercado segue cauteloso diante da possibilidade de mudanças repentinas na política comercial norte-americana. Há risco reforçado pela previsão explícita de monitoramento contínuo contida na própria Ordem Executiva.</p>



<p>Empresas que conseguirem alinhar velocidade operacional, precisão documental e capacidade de negociação tendem a capturar melhores oportunidades. As demais podem enfrentar o risco de perder competitividade em um mercado em que, cada vez mais, os aspectos tarifários são tão determinantes quanto mérito comercial.</p>



<p><em>Por <strong>Carol Monteiro</strong>, advogada especialista em comércio internacional do Monteiro &amp; Weiss Trade</em>.</p>
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		<title>Brasil estuda dois caminhos para evitar tarifa dos EUA sobre o café</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/brasil-estuda-dois-caminhos-para-evitar-tarifa-dos-eua-sobre-o-cafe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 11:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exportadores brasileiros de café têm dois planos para isentar o produto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A ideia é isentar o grão até que se consolide acordo bilateral ou manter a commodity na lista de isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro. A proposta foi defendida, na quarta-feira (22), [&#8230;]</p>
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<p>Os exportadores brasileiros de café têm dois planos para isentar o produto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A ideia é isentar o grão até que se consolide acordo bilateral ou manter a commodity na lista de isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro.</p>



<p>A proposta foi defendida, na quarta-feira (22), pela diretoria executiva do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), representada pelo diretor-geral Marcos Matos e pelo diretor técnico Eduardo Heron, durante reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, em Brasília (DF).</p>



<p>Segundo Matos, em nota, “sobre o café, há duas frentes de ação: o produto se encaixar na solicitação de suspensão de todas as tarifas para produtos brasileiros, enquanto se conclui o acordo comercial bilateral; ou, não havendo essa suspensão, o café seguir na lista de isenção produto a produto, sendo incluído no anexo 2 da ordem executiva assinada pelo presidente Trump no dia 5 de setembro”.</p>



<p>Ele destacou que a primeira proposta – suspensão até conclusão de acordo bilateral – já foi formalizada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, aos demais secretários americanos do Comércio e ao USTR, estando em fase de avaliação pela administração Trump.</p>



<p>“Os Ministérios de Relações Exteriores (MRE), da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Fazenda, além do próprio MDIC, via Camex, estão em contínuo trabalho para os preparativos da reunião entre os presidentes na Malásia. Alckmin nos informou que fez o pedido diretamente ao presidente Lula para que ele aborde essa possibilidade de suspensão até a conclusão do acordo bilateral nessa importante conversa prevista para domingo, dia 26”, informou Matos.</p>



<p>Caso a suspensão não ocorra, Matos revelou que o plano é o café seguir na isenção produto a produto, conforme ordem executiva de 5 de setembro. “Houve um movimento de pinçar produtos, como a celulose e parte das madeiras, que foram para o anexo 2 com isenção total, sendo retirados, inclusive, os 10% da tarifa-base, de abril. O vice-presidente nos relatou que, para essa possibilidade, o café é o primeiro produto a ser incluído na lista de isenção, tanto pelo governo brasileiro, quanto do lado dos EUA”, mencionou.</p>



<p>O diretor-geral do Cecafé relatou que Alckmin passou a mensagem que o foco da reunião prevista entre Lula e Trump está na pauta econômica, com senso de urgência. “O vice-presidente da República comentou, ainda, que deseja manter contato permanente com o Cecafé para avaliação de cenários e à resolução de outros desafios que ocorrem para as exportações de café aos EUA e aos demais parceiros comerciais do Brasil”, concluiu.</p>



<p><em>Por Canal Rural. </em></p>
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