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	<title>mercado financeiro Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>mercado financeiro Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Mais velhos enfrentam dificuldades para poupar dinheiro, enquanto nova geração lidera diversificação de investimentos no mercado financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 11:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco XP]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima Martins]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado financeiro]]></category>
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<p><em>&nbsp;Cenário acende alerta para o planejamento de longo prazo e reforça papel da educação financeira</em></p>



<p>O Brasil vive uma mudança silenciosa e profunda na forma como diferentes gerações lidam com dinheiro. Dados recentes do&nbsp;<em>Raio X do Investidor Brasileiro</em>, estudo da ANBIMA em parceria com o Datafolha, mostram que os jovens estão investindo de forma mais diversificada e estruturada, enquanto os mais velhos seguem mais vulneráveis financeiramente. A diferença não é apenas de comportamento, mas de preparo para o futuro.</p>



<p>O recorte geracional da pesquisa evidencia uma quebra de padrão importante. Entre os mais jovens, como Millennials (nascidos entre 1981 e 1996) e Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010), há maior diversificação de carteira e presença mais consistente de reserva de emergência, já entre os Boomers (pessoas nascidas entre 1946 e 1964), o cenário é mais crítico: 65% não utilizam ou não conhecem nenhum produto de investimento.</p>



<p>O estudo reforça ainda que o país segue com desafios estruturais: apenas 36% da população brasileira é considerada investidora, enquanto a maioria, 64%, ainda está fora do mercado financeiro. Outro dado significativo, além de alarmante, é o fato de que entre os mais velhos, 62% afirmam não guardar dinheiro de forma alguma.</p>



<p>Para especialistas do mercado, o dado mais preocupante não é apenas a diferença entre gerações, mas o impacto disso no longo prazo, especialmente em regiões de forte vocação produtiva como o Tocantins, onde a longevidade dos negócios familiares depende diretamente do planejamento financeiro.</p>



<p>“Estamos testemunhando uma mudança profunda de comportamento que reflete diretamente no futuro. Era natural associarmos maturidade e tempo de estrada à estabilidade financeira. Mas, os dados nos mostram um cenário oposto: enquanto os mais jovens chegam ao mercado buscando diversificação e novos ativos, gerações mais experientes ainda encontram barreiras no básico, como a capacidade de poupar”, afirma Fátima Martins,&nbsp;líder regional da XP no Tocantins e Chefe Comercial do Segmento Agro da XP.</p>



<p>Segundo a especialista, o avanço dos jovens é positivo, mas não resolve o problema estrutural.&nbsp;“A nova geração já nasce conectada e entra no mercado de investimentos com uma sede natural por diversificação, impulsionada pelo acesso rápido à informação. A nossa grande oportunidade é usar esse entusiasmo dos mais jovens como uma alavanca para contagiar toda a família. Precisamos transformar essa energia em um movimento amplo de educação financeira. Tudo isso pode garantir que as gerações que estão mais próximas da aposentadoria também tenham o suporte necessário para proteger o patrimônio que construíram ao longo de uma vida”, diz.</p>



<p>A pesquisa também mostra que o planejamento de longo prazo ainda é limitado no país: apenas 16% da população começou a guardar dinheiro para a aposentadoria.</p>



<p>Na prática, isso significa que milhões de brasileiros podem chegar à velhice com dependência quase exclusiva da previdência pública, reforçando um ciclo de vulnerabilidade financeira.</p>



<p>A quebra de padrão geracional no comportamento financeiro não é apenas um retrato do presente, é um sinal claro dos desafios que o Brasil enfrentará no futuro. Reduzir essa distância entre gerações, ampliando o acesso à informação e incentivando o planejamento, será determinante para construir uma população mais preparada e menos vulnerável financeiramente.</p>



<p><strong>A troca entre gerações é uma estratégia pouco explorada e muito poderosa</strong></p>



<p>A troca entre gerações pode acelerar o aprendizado financeiro dentro das famílias. Segundo a líder regional da XP, essa colaboração permite unir o melhor de cada faixa etária: os mais jovens, por exemplo, contribuem com maior familiaridade com plataformas digitais e acesso à informação, facilitando o primeiro contato de pais e avós com o universo dos investimentos. Já as gerações mais velhas trazem uma bagagem importante de disciplina, experiência e controle de gastos, fundamentos essenciais para sustentar qualquer estratégia ao longo do tempo.</p>



<p>Quando esse diálogo acontece de forma aberta, o planejamento conjunto se torna mais eficiente, tornando decisões relacionadas à aposentadoria, sucessão e investimentos mais estruturadas e menos arriscadas. Na prática, esse “intercâmbio” cria um efeito multiplicador, fortalecendo a educação financeira dentro de casa e contribuindo para a construção de uma cultura mais sólida e duradoura entre gerações.</p>



<p>Para Fátima Martins, o cenário exige ação prática de como diferentes gerações podem se preparar melhor financeiramente:</p>



<p><strong>1. Começar pelo básico e o quanto antes:&nbsp;</strong>Independentemente da idade, o primeiro passo é simples: organizar o orçamento, fazer o planejamento financeiro e começar a investir.</p>



<p><strong>2. Construir uma reserva de emergência:</strong>&nbsp;A reserva de emergência é o alicerce da vida financeira. Ela evita que imprevistos virem dívidas e permite que o investidor pense no longo prazo com mais tranquilidade.</p>



<p><strong>3. Disciplina e foco no longo prazo:&nbsp;</strong>Investir não é sobre ganhar rápido, é sobre construir patrimônio, e isso demanda consistência ao longo do tempo. Produtos como renda fixa, fundos e previdência ajudam a dar previsibilidade e consistência ao planejamento.</p>



<p><strong>4. Pensar no longo prazo desde cedo:</strong>&nbsp;O tempo é o maior aliado do investidor. Quem começa antes, mesmo com pouco, se beneficia dos juros compostos e chega mais preparado no futuro.</p>



<p><strong>5. Diversificar para reduzir riscos:</strong>&nbsp;A diversificação protege o patrimônio. Os jovens já avançam nesse ponto, mas é importante que todas as gerações entendam que não se deve concentrar recursos em um único tipo de investimento.</p>



<p><strong>6. Incluir a aposentadoria no planejamento:</strong>&nbsp;Adiar o planejamento da aposentadoria é um dos maiores erros. Não dá para depender exclusivamente da previdência pública, é preciso construir uma estratégia complementar.</p>



<p>&nbsp;“Quando pensamos em guardar dinheiro e planejar o futuro, produtos como PGBL e VGBL são grandes aliados, mas não servem apenas como um complemento para a aposentadoria. A previdência privada funciona como uma peça-chave para organizar as finanças da família e garantir a transmissão do patrimônio para as próximas gerações, muitas vezes com vantagens no Imposto de Renda. Além disso, a escolha entre PGBL ou VGBL não é uma decisão genérica; ela precisa levar em conta a estrutura de renda, o ciclo de liquidez da propriedade e o desenho do futuro da família. É sobre fazer o dinheiro trabalhar a favor da longevidade da família ou do negócio”, afirma a especialista.</p>



<p><strong>Sobre a XP</strong></p>



<p>A XP é uma das principais instituições financeiras do Brasil. Criada em 2001, nasceu com o propósito de transformar o mercado para melhorar a vida das pessoas, promovendo educação financeira e democratizando o acesso a investimentos de qualidade. Desde então, o Grupo XP lidera uma disrupção no setor ao construir um ecossistema completo de serviços financeiros, com soluções que vão de investimentos a crédito, seguros e banking, no Brasil e no exterior. Com foco em planejamento financeiro completo para investidores, a companhia investe na excelência em servir o cliente como a principal alavanca de crescimento. Esse compromisso com a qualidade já se reflete em reconhecimentos importantes: a XP foi eleita oito vezes consecutivas a Melhor Assessoria de Investimentos de São Paulo pela premiação “O Melhor de São Paulo”, realizada pela Folha de S. Paulo. Saiba mais em&nbsp;<a href="http://www.xp.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.xp.com.br</a>.</p>
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		<title>Agro precisa ir além da porteira e avançar na gestão financeira, afirma Fátima Martins na Expert XP 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Banco XP]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sócia da XP destaca o crescimento do Matopiba, a profissionalização dos produtores e a importância do planejamento sucessório para preservar o patrimônio e garantir a continuidade dos negócios rurais O produtor rural precisa deixar de enxergar o mercado financeiro apenas como fonte de crédito e passar a utilizá-lo como ferramenta de gestão, proteção patrimonial e [&#8230;]</p>
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<p><em>Sócia da XP destaca o crescimento do Matopiba, a profissionalização dos produtores e a importância do planejamento sucessório para preservar o patrimônio e garantir a continuidade dos negócios rurais</em></p>



<p>O produtor rural precisa deixar de enxergar o mercado financeiro apenas como fonte de crédito e passar a utilizá-lo como ferramenta de gestão, proteção patrimonial e planejamento de longo prazo. A avaliação é de <strong><a href="https://tocantinsrural.com.br/?s=f%C3%A1tima+martins">Fátima Martins</a></strong>, sócia da XP, head comercial do agronegócio no Banco de Atacado e embaixadora da XP Investimentos.</p>



<p>Durante coletiva de imprensa realizada na <strong>Expert XP 2026</strong>, maior festival de investimentos do mundo, Fátima destacou que o agronegócio brasileiro atravessa uma nova etapa de profissionalização. Nesse cenário, produtores, empresários e grupos agroindustriais precisam ampliar a visão para além da produção e incorporar temas como investimentos, sucessão familiar, câmbio, proteção de preços, gestão de riscos e eficiência financeira.</p>



<p>Com mais de 20 anos de atuação no setor, a executiva acompanha clientes em diferentes regiões produtoras do país e possui forte presença no <strong>Matopiba</strong>, área formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia, além de operações no Pará.</p>



<p>Segundo ela, o interesse dos produtores por conhecimento, tecnologia e dados tem crescido de forma significativa. Esse movimento também foi percebido durante a Expert XP, que reuniu clientes, assessores e banqueiros especializados em agronegócio.</p>



<p>“Hoje temos banqueiros da XP em cada região do Matopiba, atuando exclusivamente com o agronegócio, desde o produtor rural até a agroindústria. Esses profissionais trouxeram clientes para conhecer tecnologias, fazer negócios e entender que o agro não é apenas da porteira para dentro”, afirmou.</p>



<p><strong>Matopiba amplia presença no mercado financeiro</strong></p>



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<p>Para Fátima, a participação de produtores do Matopiba em eventos ligados ao mercado de capitais mostra que o setor está mais atento às transformações econômicas e financeiras.</p>



<p>Na avaliação da executiva, o produtor tem buscado compreender melhor os mecanismos disponíveis para financiar a atividade, proteger margens e aumentar a eficiência dos negócios. Ela observou que, nas feiras agropecuárias realizadas pelo país, o interesse deixou de estar concentrado apenas na compra de máquinas ou insumos.</p>



<p>“Foi unânime perceber pessoas interessadas em informação. Os produtores passaram a acompanhar painéis sobre sucessão, investimentos, crédito, câmbio, hedge e derivativos. Existe um movimento muito forte de busca por conhecimento”, relatou.</p>



<p>Segundo Fátima, essa mudança é impulsionada principalmente pela chegada de uma nova geração ao comando das propriedades. Mais preparados e conectados, os sucessores têm procurado instrumentos de gestão capazes de garantir a continuidade e a expansão dos negócios familiares.</p>



<p><strong>Sucessão vai além da criação de uma holding</strong></p>



<p>Um dos principais temas abordados durante a coletiva foi o planejamento sucessório no agronegócio. Fátima ressaltou que o processo não deve ser reduzido à criação de uma holding familiar.</p>



<p>Segundo ela, a sucessão envolve questões jurídicas, tributárias, financeiras e administrativas, além da preparação dos familiares que poderão assumir a gestão do negócio.</p>



<p>“O planejamento sucessório precisa entender a família desde o início: o legado, as funções futuras, as próximas gerações e quem poderá assumir a empresa ou a fazenda. É um trabalho amplo, que exige profissionais de diferentes áreas”, explicou.</p>



<p>A executiva afirmou que soluções isoladas podem não atender às necessidades específicas de cada propriedade. Por isso, o produtor deve buscar equipes com advogados, planejadores financeiros e especialistas em patrimônio, capazes de analisar toda a estrutura familiar e empresarial.</p>



<p>Entre os pontos avaliados estão a organização dos bens, o regime tributário, a necessidade de migração da pessoa física para a pessoa jurídica, a criação de holdings, a estruturação de fundos e, em determinados casos, investimentos no exterior.</p>



<p>Fátima alertou que a ausência de planejamento pode obrigar famílias a vender fazendas ou outros bens para pagar despesas relacionadas ao inventário.</p>



<p>“Quando o produtor falece e não existe planejamento, muitas vezes não há recursos preparados para pagar os custos da sucessão. A família acaba vendendo patrimônio porque não se organizou anteriormente”, disse.</p>



<p><strong>Família precisa conhecer a realidade do negócio</strong></p>



<p>Além da estrutura patrimonial, Fátima defendeu que os familiares participem da gestão e conheçam a situação financeira da propriedade.</p>



<p>Segundo ela, em muitos casos, os sucessores desconhecem o nível de endividamento da fazenda, os contratos de comercialização já firmados, os estoques disponíveis e os compromissos assumidos para as próximas safras.</p>



<p>“Quando acontece alguma coisa, a pessoa recebe uma fazenda sem saber se existem dívidas, se a soja ou o milho já foram vendidos ou se há compromissos firmados. Sem informação, a família pode se perder e tomar decisões equivocadas”, afirmou.</p>



<p>Para a executiva, as famílias que adotam um planejamento estruturado apresentam melhores condições de preservar o patrimônio e dar continuidade ao legado construído ao longo das gerações.</p>



<p>Ela também ressaltou que nem todos os filhos ou familiares precisam atuar diretamente na operação agrícola. O planejamento deve identificar competências, responsabilidades e formas de participação de cada integrante.</p>



<p>“O produtor deixou de ser apenas produtor agrícola e passou a ser empresário do agro. Quando entende que a fazenda é um negócio, ele começa a organizar funções, responsabilidades e a própria sucessão”, destacou.</p>



<p><strong>Mercado financeiro não deve ser visto apenas como crédito</strong></p>



<p>Fátima também chamou atenção para o relacionamento do produtor com bancos e instituições financeiras. Segundo ela, um dos principais erros ainda cometidos no campo é procurar o mercado apenas quando há necessidade de crédito.</p>



<p>“O mercado financeiro vai muito além do crédito. É preciso olhar o agro de forma integral”, afirmou.</p>



<p>Esse acompanhamento inclui a análise das dívidas, do fluxo de caixa, dos investimentos, das operações em moeda estrangeira e dos mecanismos de proteção contra oscilações nos preços das commodities.</p>



<p>Como exemplo, Fátima citou produtores que possuem dívidas em dólar e precisam avaliar operações de proteção cambial. Outros podem utilizar instrumentos financeiros para proteger o preço da soja, do milho ou de outros produtos antes ou depois da comercialização física.</p>



<p>A executiva também destacou a possibilidade de obter rendimento sobre recursos que permanecem temporariamente parados em conta antes do pagamento de fertilizantes, salários ou outras despesas da propriedade.</p>



<p>Segundo ela, mesmo aplicações de curto prazo podem gerar receitas adicionais e contribuir para a redução dos custos da operação.</p>



<p>“O produtor pode ter um recurso que será utilizado em 15 dias e, em vez de deixá-lo parado, buscar uma aplicação adequada ao prazo. Em alguns casos, essa rentabilidade pode ajudar a pagar funcionários ou outras despesas”, exemplificou.</p>



<p><strong>Crédito deve ser analisado conforme a capacidade de pagamento</strong></p>



<p>Fátima defendeu que a contratação de financiamentos seja acompanhada de uma análise mais ampla da realidade econômica da fazenda.</p>



<p>Na avaliação da executiva, o fato de uma instituição oferecer um limite elevado não significa que o produtor necessariamente deva utilizar todo o recurso disponível.</p>



<p>“É preciso avaliar se aquele produtor conseguirá pagar ao final da safra, se realmente precisa adquirir uma máquina naquele momento e se aquele investimento faz sentido para o negócio”, explicou.</p>



<p>Ela acrescentou que o atendimento especializado no agronegócio é importante porque os ciclos de produção, os riscos climáticos e as necessidades de capital são diferentes dos observados em outras atividades econômicas.</p>



<p><strong>XP aposta na formação de sucessores</strong></p>



<p>Durante a entrevista, Fátima destacou ainda iniciativas voltadas à formação das novas gerações do agronegócio.</p>



<p>Segundo ela, o objetivo é preparar sucessores, e não apenas herdeiros. Os programas abordam temas financeiros e patrimoniais, mas também incluem tecnologia, inteligência artificial, gestão de dados, governança e formação de lideranças.</p>



<p>A executiva observou que muitos jovens que saíram do campo para estudar estão retornando às propriedades familiares com formação acadêmica e experiências em outras empresas.</p>



<p>“Hoje vemos filhos que foram para as cidades, se formaram e depois voltaram para o agronegócio. Eles enxergam o patrimônio construído pela família e percebem que podem contribuir para a evolução do negócio”, afirmou.</p>



<p>Para Fátima, a sucessão também envolve a preparação de funcionários e gestores capazes de acompanhar a expansão das operações. Em propriedades que atuam em mais de um estado, por exemplo, a falta de lideranças qualificadas pode limitar o crescimento.</p>



<p><a href="https://tocantinsrural.com.br/agronegocio-ganha-espaco-inedito-na-expert-xp-com-arena-agro-e-painel-sobre-o-futuro-do-setor/"><strong>Agro ganha espaço inédito na Expert XP</strong> <strong>2026</strong></a><br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1000" height="667" class="wp-image-25283" style="width: 1000px;" src="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg.webp" alt="" srcset="https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg.webp 1920w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-300x200.webp 300w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-1024x683.webp 1024w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-768x512.webp 768w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-1536x1024.webp 1536w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-750x500.webp 750w, https://tocantinsrural.com.br/wp-content/uploads/2026/07/FOTOS-REGINALDO-MARTINS20260724_32-58.jpg-1140x760.webp 1140w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>



<p>A edição de 2026 marcou a primeira vez, em 16 anos, que a Expert XP contou com uma arena dedicada exclusivamente ao agronegócio.</p>



<p>O espaço reuniu instituições financeiras, empresas de máquinas, armazenagem, tecnologia e comunicação ligadas ao setor. Para Fátima, a presença dessas organizações simboliza a aproximação entre o campo e o mercado financeiro.</p>



<p>“Hoje o campo está na Faria Lima. Esse ecossistema precisa funcionar cada vez mais, com o produtor saindo da porteira para dentro e entendendo também o que acontece da porteira para fora”, declarou.</p>



<p>Segundo a executiva, essa integração é fundamental para que outros segmentos da economia compreendam a dimensão, a tecnologia e a complexidade do agronegócio brasileiro.</p>



<p>“O agro precisa sair da bolha. Quando o produtor conhece o mercado financeiro, a tecnologia e as informações disponíveis, ele passa a enxergar o negócio de maneira diferente”, concluiu.</p>
<p>The post <a href="https://tocantinsrural.com.br/agro-precisa-ir-alem-da-porteira-e-avancar-na-gestao-financeira-afirma-fatima-martins-na-expert-xp-2026/">Agro precisa ir além da porteira e avançar na gestão financeira, afirma Fátima Martins na Expert XP 2026</a> appeared first on <a href="https://tocantinsrural.com.br">Tocantins Rural</a>.</p>
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