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	<title>Piauí Archives - Tocantins Rural</title>
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	<title>Piauí Archives - Tocantins Rural</title>
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		<title>Três estados do Matopiba somam cerca de 5 milhões de hectares de soja, aponta levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maranhão e Piauí ampliaram juntos a área cultivada em 43 mil hectares na safra 2025/26; somados à Bahia, estados concentram praticamente toda a soja plantada no Nordeste A expansão da soja segue ganhando espaço em estados que integram o Matopiba. Maranhão e Piauí aumentaram juntos em cerca de 43 mil hectares a área cultivada com [&#8230;]</p>
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<p><em>Maranhão e Piauí ampliaram juntos a área cultivada em 43 mil hectares na safra 2025/26; somados à Bahia, estados concentram praticamente toda a soja plantada no Nordeste</em></p>



<p>A expansão da soja segue ganhando espaço em estados que integram o Matopiba. <strong>Maranhão e Piauí aumentaram juntos em cerca de 43 mil hectares a área cultivada com a oleaginosa na safra 2025/26</strong>, na comparação com o ciclo anterior. Os dois estados alcançaram aproximadamente <strong>2,72 milhões de hectares plantados</strong>.</p>



<p>Os dados fazem parte da terceira edição da série “Mapas Agro”, da <a href="https://www.serasaexperian.com.br/sala-de-imprensa/agronegocios/area-de-soja-cresce-cerca-de-43-mil-hectares-no-piaui-e-no-maranhao-enquanto-acre-e-amazonas-registram-queda-conjunta-de-12-por-cento-revela-serasa-experian/">Serasa Experian</a>, que acompanha a evolução das lavouras por meio de imagens de satélite e técnicas de geoprocessamento.</p>



<p>Quando os números de Maranhão e Piauí são somados aos <strong>2,27 milhões de hectares da Bahia</strong>, apresentados na edição anterior do levantamento, <strong>os três estados do Matopiba chegam a cerca de 5 milhões de hectares cultivados com soja</strong> e representam praticamente toda a área destinada à oleaginosa no Nordeste.</p>



<p><strong>O número não representa todo o Matopiba</strong>, já que o levantamento utilizado nessa comparação não apresenta a área cultivada no Tocantins. A região é formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.</p>



<p><strong>Piauí lidera avanço na safra atual</strong></p>



<p>Entre os estados analisados nesta edição, o <strong>Piauí apresentou o maior crescimento</strong>, acrescentando aproximadamente 32 mil hectares de soja na safra 2025/26. Com isso, a área cultivada chegou a cerca de <strong>1,1 milhão de hectares</strong>.</p>



<p>Em um intervalo de seis safras, o avanço é ainda mais significativo. Desde 2020/21, a área destinada à oleaginosa no estado cresceu <strong>40,2%</strong>, o equivalente a aproximadamente 320 mil hectares adicionais.</p>



<p>No recorte municipal, os maiores acréscimos foram registrados em Santa Filomena, com cerca de 8,6 mil hectares, e Currais, com aproximadamente 8,3 mil hectares.</p>



<p><strong>Maranhão alcança 1,62 milhão de hectares</strong></p>



<p>No Maranhão, a soja ocupa aproximadamente <strong>1,62 milhão de hectares na safra 2025/26</strong>, após crescimento de cerca de 11 mil hectares frente ao ciclo anterior.</p>



<p>Considerando as últimas seis safras, a expansão acumulada chega a <strong>51,2%</strong>, correspondente a aproximadamente 550 mil hectares.</p>



<p>Para Sabrina Muñoz, gerente de inteligência de dados agro da Serasa Experian, o movimento reforça a posição da região como uma das principais fronteiras agrícolas brasileiras.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É importante ressaltar que o Maranhão dobrou sua área de soja nos últimos 6 anos, o que nos mostra mais uma vez o quanto a região MATOPIBA é uma das principais fronteiras agrícolas brasileiras”, afirma.</p>
</blockquote>



<p>Na análise municipal, Mirador aparece entre os destaques, com aproximadamente 5,9 mil hectares adicionais na safra atual.</p>



<p><strong>Milho também ganha espaço em dois estados do Matopiba</strong></p>



<p>Além da soja, Maranhão e Piauí registraram avanço na área destinada ao <strong>milho de primeira safra</strong>. Juntos, os dois estados alcançaram <strong>322.842 hectares</strong>, crescimento de aproximadamente 23% em relação à safra 2024/25.</p>



<p>O Piauí soma 166.243 hectares, enquanto o Maranhão possui 156.599 hectares cultivados.</p>



<p>Segundo o levantamento, municípios como Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro, Balsas e Bom Jesus das Selvas vêm ampliando a participação na cultura em um cenário de expansão da cadeia de etanol de milho na região.</p>



<p><strong>Levantamento também analisa aspectos socioambientais</strong></p>



<p>O estudo cruzou as áreas cultivadas com soja com informações de imóveis rurais que possuem registros de desmatamento identificados pelo PRODES, iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>No Maranhão, aproximadamente <strong>272 mil hectares de soja</strong>, equivalentes a 16,7% da área cultivada no estado, estão localizados nesses imóveis. No Piauí, são cerca de <strong>93 mil hectares</strong>, ou 8,5% da área plantada.</p>



<p>A Serasa Experian ressalta que a presença desse indicador <strong>não determina, isoladamente, que a supressão da vegetação tenha ocorrido de forma irregular</strong>. Nesses casos, o Manual de Crédito Rural prevê a apresentação de documentação que comprove a regularidade da supressão conforme a legislação aplicável.</p>



<p>Também foram identificadas lavouras de soja em assentamentos rurais. No Maranhão, essas áreas somam aproximadamente 90 mil hectares, enquanto no Piauí chegam a 452 hectares.</p>



<p>A série “Mapas Agro” utiliza imagens de satélite e técnicas de geoprocessamento para identificar e classificar as áreas cultivadas. As informações são validadas por especialistas em inteligência territorial, geoprocessamento e agronegócio.</p>
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		<title>Leilão coloca à venda fazenda de 360 hectares em região produtora de soja e milho no Piauí</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/leilao-coloca-a-venda-fazenda-de-360-hectares-em-regiao-produtora-de-soja-e-milho-no-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:11:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
		<category><![CDATA[MATOPIBA]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma fazenda de 358 hectares que pertence a uma empresa de produção de grãos e insumos agrícolas vai a leilão judicial na segunda-feira (26). A propriedade, localizada em Ribeiro Gonçalves, no Sul do Piauí, estará à venda com lance mínimo de R$ 7,2 milhões. O leilão será&#160;inteiramente digital&#160;e composto por duas etapas diferentes. O primeiro pregão está previsto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma fazenda de 358 hectares que pertence a uma empresa de produção de grãos e insumos agrícolas vai a leilão judicial na segunda-feira (26). A propriedade, localizada em Ribeiro Gonçalves, no Sul do Piauí, estará à venda com lance mínimo de <strong>R$ 7,2 milhões</strong>.</p>



<p>O leilão será&nbsp;<a class="" href="https://www.positivoleiloes.com.br/lote/area-rural-com-3589026ha-ribeiro-goncalves-pi/2859/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inteiramente digital</a>&nbsp;e composto por duas etapas diferentes. O primeiro pregão está previsto para ocorrer entre os dias 26 e 29 de janeiro, com lance inicial correspondente a 100% do valor da avaliação.</p>



<p>Caso não haja lances, o imóvel seguirá automaticamente para um segundo pregão, quando poderá receber propostas por no mínimo 50% do valor de avaliação, com lance inicial de R$ 3,6 milhões.</p>



<p>A fazenda tem áreas com potencial para pastagens e cultivo agrícola e está situada em uma região conhecida pela produção de soja, arroz, cana-de-açúcar, mandioca e milho e pecuária de corte.</p>



<p>Além disso, o imóvel possui áreas de mata nativa, Área de Preservação Permanente (APP) e Área de Reserva Legal (ARL).</p>



<p><strong>APP é uma área protegida por lei, coberta ou não por vegetação nativa, que deve permanecer intacta para preservar recursos hídricos, encostas e a biodiversidade. Já ARL é a porção que deve manter vegetação nativa para garantir o uso sustentável do solo e a conservação ambiental.</strong></p>



<p>Na plataforma virtual do leilão, os interessados têm acesso a todas as informações, editais, fotos, documentos e orientações sobre o processo de habilitação e envio de lances.</p>



<p><strong>Projeção de crescimento agrícola</strong></p>



<p>Segundo estimativas da pesquisa “Projeções do Agronegócio”, do Ministério da Agricultura e Pecuária, a cidade de&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/pi/piaui/cidade/ribeiro-goncalves/">Ribeiro Gonçalves</a>, que está entre as maiores produtoras de grãos do Brasil, deverá&nbsp;liderar o crescimento na fronteira agrícola&nbsp;do Matopiba nos próximos dez anos.</p>



<p><strong>Matopiba é a região agrícola formada por partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, destacada pelo avanço do agronegócio. Trata-se de uma fronteira agrícola marcada pela expansão da soja, milho e algodão.</strong></p>



<p>A projeção de crescimento da cidade é de&nbsp;<strong>mais de 40% no período</strong>, alcançando 1 milhão de toneladas de grãos na safra 2032/2033.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/vywG1LrSs_xyXlkryRI-v8645kc=/0x0:1200x1073/600x0/smart/filters:gifv():strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/c/8/71gDjnSTKc0QuVx0buoA/whatsapp-image-2026-01-23-at-9.40.32-am-1-.jpeg" alt="Fazenda de quase 360 hectares vai a leilão no Sul do Piauí; saiba como participar — Foto: Divulgação/Positivo Leilões"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fazenda de quase 360 hectares vai a leilão no Sul do Piauí; saiba como participar — Foto: Divulgação/Positivo Leilões</em></figcaption></figure>



<p><em>Por g1 Tocantins. </em></p>



<p></p>
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		<title>Parque nacional com áreas no Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins é mantido pela Justiça</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/parque-nacional-com-areas-no-maranhao-piaui-bahia-e-tocantins-e-mantido-pela-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 13:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[rio parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na Justiça a validade da criação do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, uma reserva de 730 mil hectares de Cerrado que abrange áreas nos estados do Piauí,&#160;Maranhão, Bahia e Tocantins. Um grupo de proprietários de glebas na região buscava anular o Decreto S/N 2002, que criou a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na Justiça a validade da criação do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba, uma reserva de 730 mil hectares de Cerrado que abrange áreas nos estados do Piauí,&nbsp;Maranhão, Bahia e Tocantins. Um grupo de proprietários de glebas na região buscava anular o Decreto S/N 2002, que criou a unidade de conservação. Por maioria, a 2ª Turma Suplementar do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) reconheceu a legalidade da criação do parque e confirmou a validade do decreto.</p>



<p>Na origem, os autores alegaram que o decreto de criação do parque ofende a Lei nº 9.985/2000, por não ter sido precedido de consulta pública formal e adequada, conforme exigido. Argumentaram, ainda, que a criação do parque contraria dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal, por não demonstrar a origem dos recursos necessários à sua implementação.</p>



<p>Atuando em representação da União e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a AGU obteve inicialmente decisão judicial favorável, reconhecendo a validade do instrumento legal. Os autores interpuseram apelações, discutindo a validade do decreto e sua repercussão sobre os direitos de propriedade das glebas. As apelações foram negadas pela 2ª Turma Suplementar do TRF1, que reafirmou a legalidade da criação do parque.</p>



<p>Diante da negativa, os autores interpuseram embargos infringentes, sustentando, com base em voto vencido, ofensa ao devido processo legal, ausência de consulta pública adequada e ilegalidade do ato administrativo. Alegaram, ainda, que o acórdão embargado destoou da jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p>A AGU apresentou contrarrazões ao recurso, e o Ministério Público Federal proferiu parecer pelo não provimento dos embargos infringentes.</p>



<p>O voto vencedor no julgamento dos embargos concluiu que a criação da unidade de conservação observou os requisitos legais, inclusive com a realização de reunião pública em abril de 2001, e que a consulta pública pode assumir formas distintas, a critério do órgão ambiental competente.</p>



<p>Considerou, ainda, que o parque “está em funcionamento há mais de duas décadas, com investimentos públicos e consolidação fática e jurídica, tornando inviável e desproporcional eventual desconstituição do ato administrativo”.</p>



<p>“A desconstituição de sua criação seria medida com impacto ambiental, social e econômico irreversíveis, dada a sua importância, principalmente, na proteção das nascentes do Rio Parnaíba, a segunda maior bacia hidrográfica do Nordeste, ameaçada pelo processo de ocupação da área e da utilização desordenada dos seus recursos naturais. Sua criação atendeu as demandas de diversos segmentos da sociedade piauiense e maranhense, principais interessados na preservação do rio”, diz o voto.</p>



<p>Os embargos infringentes foram conhecidos, mas desprovidos, mantendo-se o voto vencedor que reconheceu a legalidade da criação do parque e afastou a alegação de nulidade do Decreto de 2002.</p>



<p>Duas equipes da AGU atuaram no processo, a Procuradoria Regional Federal da Primeira Região (PRF1) e a Procuradoria Federal do Ibama (PFE/Ibama).</p>



<p><em>Por <a href="https://www.blogsoestado.com/danielmatos/author/danielmatos/">Daniel Matos</a>.</em></p>
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		<title>Algodão ganha força no Tocantins e Piauí</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/algodao-ganha-forca-no-tocantins-e-piaui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 11:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ALGODÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta um cenário positivo para o&#160;algodão&#160;nos estados do Tocantins e Piauí. No Tocantins, 90% da área prevista já foi semeada, confirmando a tendência de expansão em relação à safra anterior. As chuvas regulares vêm favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras, [&#8230;]</p>
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<p>O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta um cenário positivo para o&nbsp;<a href="https://www.agrolink.com.br/culturas/algodao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">algodão</a>&nbsp;nos estados do Tocantins e Piauí.</p>



<p>No Tocantins, 90% da área prevista já foi semeada, confirmando a tendência de expansão em relação à safra anterior. As chuvas regulares vêm favorecendo o bom desenvolvimento das lavouras, além de permitir a realização de tratos culturais essenciais, como fertilização e controle fitossanitário.</p>



<p>No Piauí, a primeira safra, cultivada em sequeiro, já foi totalmente implantada e apresenta boas condições vegetativas. Enquanto isso, as áreas de segunda safra estão em fase de preparação e semeadura, com apoio da irrigação suplementar quando necessário.</p>



<p>Com o avanço da produção em áreas irrigadas, a expectativa é de um aumento expressivo na área cultivada em relação ao ciclo anterior. Apesar de desafios pontuais relacionados a solo, clima e sanidade, a projeção para a safra é otimista, com boa produtividade esperada.</p>



<p><em>Por Agrolink.</em></p>
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		<item>
		<title>Tocantins fortalece parceria com Piauí para avanço na erradicação da febre aftosa sem vacinação</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/tocantins-fortalece-parceria-com-piaui-para-avanco-na-erradicacao-da-febre-aftosa-sem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 12:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[adapec]]></category>
		<category><![CDATA[Adapi]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Febre Aftosa]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Piauí]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec-TO), representada pelos inspetores Márcio Rezende e Sérgio Liocadio, esteve nesta semana na Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi). A visita, realizada a convite do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), teve como objetivo a troca de experiências sobre a retirada da vacinação contra a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec-TO), representada pelos inspetores Márcio Rezende e Sérgio Liocadio, esteve nesta semana na Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi). A visita, realizada a convite do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), teve como objetivo a troca de experiências sobre a retirada da vacinação contra a febre aftosa.</p>



<p>Os especialistas compartilharão conhecimentos e práticas sobre a gestão do processo para o reconhecimento internacional do Piauí como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A colaboração entre os estados é considerada essencial para padronizar ações e resolver desafios que podem impactar a eficiência do serviço veterinário oficial, medido pela auditoria do Programa de Avaliação e Aperfeiçoamento da Qualidade dos Serviços Veterinários Oficiais, o Quali-SV.</p>



<p>“A troca de informações e conhecimento sobre as ações para a retirada da vacinação entre os estados é fundamental para fortalecer o Brasil nas ações de prevenção contra a febre aftosa”, destaca Sérgio Liocadio.&nbsp;</p>



<p>João Rodrigues, diretor-geral da Adapi, ressalta que este é um passo importante para o reconhecimento internacional do Piauí como livre de febre aftosa sem vacinação, o que abrirá novos mercados internacionais para o gado e a carne piauiense.</p>



<p>Em novembro, uma comitiva da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) visitará o Brasil para a última avaliação antes da entrega do certificado de reconhecimento, que pode ocorrer em maio de 2025, em Paris, França.</p>



<p>Por Ascom. </p>
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		<item>
		<title>BR 135: Nova rodovia vai facilitar o acesso do Piauí ao Parque do Jalapão no Tocantins</title>
		<link>https://tocantinsrural.com.br/br-135-nova-rodovia-vai-facilitar-o-acesso-do-piaui-ao-parque-do-jalapao-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yuri Felipe Sousa - Jornalista]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 13:43:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado dos Transportes (Setrans) está em fase avançada de construção e pavimentação asfáltica de uma nova rodovia que conectará o entroncamento da BR-135, em Cristalândia do Piauí, ao entroncamento da BA-225, em Formosa do Rio Preto, na Bahia. A obra, que envolve um investimento de cerca de R$ 30 milhões, abrange um [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria de Estado dos Transportes (Setrans) está em fase avançada de construção e pavimentação asfáltica de uma nova rodovia que conectará o entroncamento da BR-135, em Cristalândia do Piauí, ao entroncamento da BA-225, em Formosa do Rio Preto, na Bahia. A obra, que envolve um investimento de cerca de R$ 30 milhões, abrange um trecho de 27 km.</p>



<p>Essa nova rodovia é fundamental para a região do Matopiba, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, e é reconhecida pela intensa produção de grãos. Além de facilitar o transporte de produtos agrícolas, a rodovia beneficiará os municípios voltados para a pecuária bovina.</p>



<p>Durante uma visita ao local, o secretário dos Transportes, Jonas Moura, comentou sobre o progresso dos trabalhos. &#8220;Estamos trabalhando de domingo a domingo para que essa obra seja concluída o mais rápido possível. Os trabalhos estão bem adiantados e até dezembro entregaremos essa nova interligação entre o Piauí e a Bahia, beneficiando a população em geral, produtores de animais e grãos da região, atendendo a determinação do governador Rafael Fonteles&#8221;, afirmou.</p>



<p>A nova estrada também diminuirá a distância entre Cristalândia do Piauí e o Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins, reduzindo o trajeto para 80 km, o que equivale a aproximadamente uma hora e meia de viagem.</p>



<p>Outro impacto positivo será a facilidade na chegada de insumos a Cristalândia, provenientes de Formosa do Rio Preto, uma das maiores regiões produtoras de soja do Brasil. Formosa do Rio Preto destaca-se com uma produção de 1,6 milhão de toneladas de soja, avaliada em R$ 2,7 bilhões.</p>



<p>A região do Matopiba se consolidou como um importante polo agrícola nacional, com um crescimento de 92% na produção de grãos na última década, passando de 18 milhões de toneladas na safra 2013/2014 para 35 milhões de toneladas em 2023. De acordo com a Embrapa, a área de plantio de soja na região abrange 4,8 milhões de hectares, resultando em 18,5 milhões de toneladas na safra 2022/2023, o que representa 12,3% da produção nacional.</p>



<p>A expectativa é que a conclusão dessa obra traga benefícios significativos para a população local, assim como para os setores agrícola e turístico, impulsionando o desenvolvimento econômico e a infraestrutura da região.<br><br><em>Por Thiago Alonso. </em></p>
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